| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 01425787000104 | REDECARD INSTITUICAO DE PAGAMENTO S.A. | 1900-01-01 | R$ 400,0 mil |
A Vida Não é Justa é um espetáculo teatral com texto de Andréa Pachá, dramaturgia de Delson Antunes e direção de Tonico Pereira, que debate temas como diversidade, igualdade, justiça, respeito, tolerância e conflitos relacionais. A intenção do projeto é apresentar algumas histórias do livro homônimo para o público, propondo um jogo no qual os personagens se revezam, ora na tarefa de vítima, ora na função de acusado. A peça também comemora os 70 anos de trajetória artística de Léa Garcia e Emiliano Queiroz.
Mais de dezoito mil audiências e uma sentença: A VIDA NÃO É JUSTA. Foi assim que surgiu a inspiração para o título do livro de Andréa Pachá, lançado em 2012. Dez anos depois, em projeto idealizado por Eduardo Barata, a publicação ganha dramaturgia de Delson Antunes, conta com direção de Tonico Pereira e traz no elenco Léa Garcia e Emiliano Queiroz, que comemoram 70 anos de trajetória artística. O espetáculo é composto por um prólogo e 8 cenas, a juíza (Lorena) está em todas as cenas: PRÓLOGO: Todos em cena 1ª Cena: MOLHADINHA 25; com Léa Garcia, Emiliano Queiroz e Bruno Quixotte. 2ª Cena: CASAMENTO NÃO É EMPREGO; com Duda Barata , Bruno Quixotte e Daniel Dias da Silva. 3ª Cena: QUEM CUIDA DELE?; com Marta Paret e Daniel Dias da Silva. 4ª Cena: TEM COISA QUE NÃO SE PERGUNTA; com Daniel Dias da Silva e Duda Barata. 5ª Cena: SAGRADO É UM SAMBA DE AMOR; com Léa Garcia, Bruno Quixotte e Daniel Dias da Silva. 6ª Cena: O QUE OS OLHOS NÃO VEEM; com Duda Barata, Marta Paret e Bruno Quixotte. 7ª Cena: MAS EU AMO AQUELE HOMEM…; com Marta Paret, Bruno Quixotte, Duda Barata e Léa Garcia. 8ªCena: RECONCILIAÇÃO; com Léa Garcia e Emiliano Queiroz.
O projeto A Vida não é Justa apresenta os seguintes objetivos gerais: - Transpor, da literatura para o Teatro, algumas das histórias do livro A Vida não é Justa de Andréa Pachá, sucesso de crítica e vendas em todo o Brasil. - Convidar o público para uma viagem bem-humorada e emocionante em torno dos estados de alma em situações limite, que são terceirizados, por meio da relação com a Justiça. - Observar e refletir sobre a função da Justiça e do Estado na solução de problemas ou questões estritamente privadas, como o fim do amor, para o qual a solução não deveria ser judicial. - Tratar e refletir sobre dramas que dialogam diretamente com o público, abordando temas universais e de relevância como: relacionamentos, divórcio, guarda de filhos, paternidade, respeito, tolerância, perdão e reconciliação. O projeto A Vida Não é Justa apresenta os seguintes objetivos específicos: Do produto principal / espetáculo de artes cênicas: - Realizar, no segundo semestre de 2023, 12 apresentações do espetáculo no estado do Rio de Janeiro. - Realizar, no segundo semestre de 2023, 8 apresentações no estado de São Paulo. Da contrapartida social / ação formativa: - Realizar, gratuitamente, 2 palestras (uma no estado do Rio de Janeiro e outra no estado de São Paulo), com a participação de parte da equipe do espetáculo, sobre o processo de encenação da peça para 10% do quantitativo de público previsto no plano de distribuição (composto por estudantes e professores de instituições públicas de ensino).
Por que vivemos juntos, em sociedade? Por que escolhemos, diante de tantas possibilidades, exatamente aquele par? É possível compartilhar uma vida sem tolerância e compreensão? Estamos desaprendendo a preservar as relações interpessoais? Quando estabelecemos o nosso objetivo de vida e nosso prazer, perdemos a capacidade de olhar quem está por perto? Essas são algumas das questões levantadas pelo espetáculo A Vida não é Justa. Em tempos de modernidade-líquida, utilizando o conceito de Bauman, vivemos um paradoxo entre o surgimento de novas identidades e a massificação e consumo sem controle. Neste contexto, percebemos que as próprias relações interpessoais sofrem interferência, tornando-se também um objeto de consumo. O outro, o semelhante, o parceiro tornou-se um mero objeto de satisfação, alterando o princípio básico do casamento como união pautada pelo amor. Diante deste quadro, as separações aumentaram e o divórcio foi desburocratizado. Assim, ao mesmo tempo em que a justiça passou a atender as demandas de uma sociedade cada vez mais superficial e fast-food, também parou de proteger o casamento fechado, vertical e machista, defendendo a dignidade humana, em primeiro lugar. Nos dias atuais, as relações homoafetivas e a paternidade socioafetiva são comuns, adolescentes engravidam de maneira recorrente, repassando a responsabilidade sob as crianças para os avós e o amadurecimento acontece cada vez mais tarde. Percebemos que a liberdade aumentou, mas a sociedade perdeu a capacidade de caminhar por conta própria. O espetáculo A Vida não é Justa observa de perto e traz para a reflexão a noção de conflito, como uma possibilidade de encontro. A peça aborda, com seriedade e bom-humor, o conceito da dor da separação que cada um vive individualmente, mas que não é exclusividade de ninguém. A Justiça é acionada como tema central da dramaturgia, com a função de solucionar conflitos, mas também de lembrar que "A felicidade não é um direito, muito menos uma obrigação. Compreender nossa humanidade nos faz mais responsáveis pelo nosso destino" (Andréa Pachá). Pela oportunidade de apresentar A Vida não é Justa nos palcos do Rio de Janeiro e de São Paulo, e tratar de temas de total relevância para a nossa sociedade, o projeto proposto se justifica. O projeto prevê a necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, uma vez que, pretende captar recursos junto a empresas que patrocinam projetos de cultura, utilizando a Lei Rouanet como principal ferramenta de incentivo. Para tanto, a proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E o projeto alcançará os seguintes objetivos previstos no Art. 3º da referida norma: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
A disponibilização dos ingressos para alunos e professores da rede pública de ensino será registrada e comprovada através de cartas das instituições, informando a quantidade de ingressos oferecidos para cada apresentação. O ensaio aberto gratuito será comprovado através de material de divulgação. As ações de acessibilidade (na realização do produto principal e da contrapartida) serão comprovadas através de registro fotográfico e material de divulgação. E as palestras gratuitas serão comprovados através de material de divulgação, registro fotográfico e de vídeo das ações. O projeto A Vida Não é Justa não apresenta proposta museográfica ou de bem patrimonial. O projeto A Vida Não é Justa pretende realizar apresentações em espaços fechados. O espetáculo A Vida Não é Justa não prevê exposição temporária ou acervo. Declaramos que o espetáculo A Vida Não é Justa não adquirirá, para a sua realização, bens ou materiais permanentes. Declaramos que o proponente do projeto A Vida Não é Justa se responsabilizará pela autorização dos titulares dos direitos autorais conexos à imagem e às obras de terceiros.
O projeto A Vida Não é Justa apresenta como produto o espetáculo de artes cênicas de mesmo título. A peça tem duração de 70 minutos. Seguem abaixo as especificações técnicas do espetáculo: Material cenográfico: - 7 cadeiras - 10 manequins - 1 mesa grande - objetos de cena diversos Rider de luz: - 16 elipsoidal - 12 fresneis - 16 pcs - 12 par 64 #5 - 12 par leds - 1 mesa de luz digital - Garras, cabos de segurança, cabos de sinal e prolongas para tudo - 36 canais de rack Rider de som: - PA e sistema de som compatível com a casa. - 1 cdj com entrada para pendrive - 6 shotgun ou 6 akg hm1000 - Mesa com no mínimo 6 canais - Cabeamento para tudo E seguem abaixo as especificações técnicas do material de divulgação do espetáculo: - Banner - Convite virtual - Flyer virtual - Material de divulgação para manutenção de redes - Mídia virtual
O projeto A Vida Não é Justa compromete-se com as seguintes ações de acessibilidade: Para o produto principal / espetáculo de artes cênicas Acessibilidade no aspecto arquitetônico: O espetáculo será realizado em teatros devidamente equipados com rampas de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, pessoas com deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, bem como, local apropriado para sua acomodação (e de seu acompanhante) na plateia. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Realização de 2 apresentações (em cada Teatro) com tradução em Libras, devidamente informadas no material de divulgação. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Realização de 2 apresentações (em cada Teatro) com Audiodescrição, devidamente informadas no material de divulgação. Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: - Nos dias de espetáculo, reserva de lugares (com acompanhante) nos corredores, perto da saída de emergência; atendimento preferencial, priorizando a entrada antecipada, evitando filas de espera e desconforto com aglomeração e; assistência pessoal para conduzir o espectador (com acompanhante) até o seu assento na plateia. Para a contrapartida social / ação formativa Acessibilidade no aspecto arquitetônico: A palestras serão realizadas em teatros devidamente equipados com rampas de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, pessoas com deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, bem como, local apropriado para sua acomodação (e de seu acompanhante) na plateia. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Realização de 2 palestras (uma em cada Teatro) com tradução em Libras, devidamente informadas no material de divulgação. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Realização de 2 palestras (uma em cada Teatro) com Audiodescrição, devidamente informadas no material de divulgação. Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: - Nos dias das palestras, reserva de lugares (com acompanhante) nos corredores, perto da saída de emergência; atendimento preferencial, priorizando a entrada antecipada, evitando filas de espera e desconforto com aglomeração e; assistência pessoal para conduzir o espectador (com acompanhante) até o seu assento na plateia.
O projeto A Vida Não é Justa pretende organizar a distribuição dos ingressos do espetáculo da seguinte forma: - 50% dos ingressos serão comercializados com valores de R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia) - 20% dos ingressos serão comercializados com valores de R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia) - 10% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente com caráter social e educativo. - até 10% dos ingressos serão distribuídos de forma gratuita promocional para os patrocinadores do projeto, de maneira proporcional ao investimento efetuado. - até 10% dos ingressos serão distribuídos de forma gratuita promocional em ações de divulgação do projeto. Os ingressos destinados às ações sociais e educativas (10%), serão oferecidos a alunos e professores da rede pública de ensino do estado do Rio de Janeiro e do estado de São Paulo. Em complemento, de acordo com item VI, do Art. 28 da IN nº 01 de abril de 2023 (descrito abaixo), o proponente se compromete em realizar, gratuitamente, 1 ensaio aberto no estado do Rio de Janeiro. Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - Ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto V - Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - Realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VIII - Realizar atividades culturais nos estabelecimentos prisionais das unidades da federação; IX - Estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; e X - Outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC).
A proponente do projeto A Vida Não é Justa assumirá as funções e realizará as atividades de coordenação do projeto, direção de produção e assessoria de imprensa, sendo remunerada pelas rubricas de mesmos nomes. Como a proponente assumirá uma função de coordenação no projeto, não há ocorrência de intermediação. Seguem abaixo os currículos dos principais envolvidos no projeto: Texto original: Andréa Pachá Andréa Pachá é juíza de família no Rio de Janeiro desde 1998. Foi membro do Conselho Nacional de Justiça, onde presidiu a Comissão de Acesso à justiça e coordenou a criação e a implantação do Cadastro Nacional de Adoção e das Varas de Violência Doméstica contra a Mulher. Foi vice-presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros e coautora de Cartilha da Nova Lei de Adoção e Pela Simplificação da Linguagem Jurídica. Antes de entrar na magistratura, em 1994, atuou como produtora teatral, trabalhando com nomes como Alcione Araújo, Amir Haddad, Aderbal Freire-Filho e Rubens Correa. Adaptação: Delson Antunes Ator, diretor, professor, dramaturgo e pesquisador de teatro. Licenciado em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (UnB), concluiu Mestrado em Teatro pela UniRio, especializando-se em História do Teatro Musical Brasileiro, em 1996. Como ator e diretor participa de mais de 40 espetáculos teatrais, apresentados em Brasília, Rio de Janeiro e em diversas cidades brasileiras. Direção: Tonico Pereira Conhecido por seus papéis cômicos, Tonico Pereira é consagrado na televisão, no cinema e teatro, atuando em mais de 50 produções. Com mais de 40 anos de carreira, suas primeiras experiências como ator foram no Grupo Laboratório de Teatro, da Universidade Federal Fluminense (UFF), em 1968. Coleciona alguns prêmios de melhor ator como os do Festival de Brasília e APTR de Teatro, além das indicações aos prêmios APCA, Contigo, Extra, Quem e Melhores do Ano. Elenco: Léa Garcia Atriz. Com extensa carreira em teatro, cinema e televisão, desenvolve consciência político-racial que perpassa sua atuação artística com uma postura questionadora sobre o lugar do negro na sociedade e na arte. Junto com Ruth de Souza e Zezé Motta, Léa Garcia é uma das maiores estrelas negras do cinema brasileiro. Com mais de 20 filmes no currículo, Léa também é conhecida por seus trabalhos em telenovelas, destacando-se como a vilã Rosa em A Escrava Isaura (1976), uma das novelas brasileiras que mais bem sucedidas internacionalmente. Elenco: Emiliano Queiroz Em 1973, interpretou o seu mais famoso papel: o Dirceu Borboleta de O Bem-Amado, escrita por Dias Gomes. Ainda nos anos 1970, Emiliano Queiroz participou de novelas de sucesso como Pecado Capital (1975), de Janete Clair; Estúpido Cupido (1976), de Mario Prata; Maria, Maria (1978), de Manoel Carlos; e Pai Herói (1979), de Janete Clair. Em Cambalacho (1986), ganhou de Silvio de Abreu mais um personagem inesquecível: o Tio Biju dos sobrinhos Athos (Flávio Galvão), Porthos (Maurício Mattar) e Aramis (Paulo César Grande). Na década de 1990, esteve em Barriga de Aluguel (1990), Deus nos Acuda (1992) e Era Uma Vez… (1998), entre outras. Elenco: Bruno Quixotte Ator, Apresentador e Jornalista. Sua formação profissional se deu no processo de criação dos projetos artísticos em que participou. Na televisão viveu o personagem Rasta em Malhação (2013) e no ano seguinte interpretou o personagem Serginho em A Lei de Murphy, websérie produzida pela Rede Globo. Em 2021, participou da 4ª temporada da série Sob Pressão, como o personagem Edinho. No cinema compôs o elenco de Seven Sorrows of Mary, produção dirigida pelo português Pedro Varela. Protagonizou o piloto Alfavela para o edital do Canal Brasil. No teatro, seus trabalhos são Dona Ivone Lara – O Musical com direção de Elísio L. Jr); Sambra-100 Anos de Samba e Zeca Pagodinho, ambos com direção de Gustavo Gasparani; Gabriela – O Musical de João Falcão e Clementina, Cadê Você?, produção dirigida por Duda Maia. Elenco: Daniel Dias da Silva Formado pela Universidade do Ceará – em Arte Dramática, radicou-se no Rio e trabalhou com diretores exponenciais: Gracindo Junior, Marcus Faustini, Luiz Arthur bunes, Walter Lima Junior. Atuante em linguagens díspares – teatro, tv e cinema. No cinema tem feito diversos trabalhos com Glauber Filho, inclusive como roteirista. No teatro, esteve no elenco de vários espetáculos como “Viúva, Porém Honesta”, direção de Bruno Correia Lima, ‘Um Sopro de Vida’, dirigido por Roberto Bomtempo, “O Santo Parto”, de Lauro César Muniz, direção de Luiz Arthur Nunes e, mais recentemente no infantil “O Príncipe Poeira e a Flor da Cor do Coração”, de Saulo Sisnando, com o qual foi indicado ao Prêmio CBTIJ 2019 de Melhor Ator Coadjuvante. É autor de peças e roteirista; “Oropa, França e Bahia” (adaptada para longa-metragem, com direção de Glauber Filho), “Eu Sou Mais 500”, “A Terra é Azul” e “Uma Canção Para Eulália”, entre outros.Durante sete anos (2008-2015) ocupou o cargo de diretor do Teatro João Caetano, um dos mais antigos e importantes teatros do Rio de Janeiro, paralelamente com sua carreira artística. Elenco: Duda Barata No Teatro, esteve em alguns espetáculos, entre eles: “Querubim” – Teatro Fashion Mall – 2019; “Paz Sem Rosto” – texto e direção Andreia Fernandes. A peça ganhou o prêmio de melhor espetáculo no Festival Kids os Stage, na cidade de Dresden, na Alemanha. De 2009 a 2017 fez sua formação amadora no palco do Teatro Tablado, onde participou de vários espetáculos, como a Mostra de Esquetes – livres adaptações da obra de Bertold Brecht – A História do Senhor Keuner; “Nada Vai Nos Separar” – texto Rosa Beltrão – direção Cacá Morthé; “Cabaré Brasil” – direção: Johayne Hildefonso; “Romeu e Julieta” – direção: Isabella Secchin – personagem: Julieta (protagonista), entre outros. Elenco: Lorena da Silva Possui graduação em Art Dramatique - Conservatoire Superieure National D'Art Dramatique de Paris (1990) e graduação em Curso de Letras e Artes pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (1985). Lorena da Silva é atriz, professora universitária, diretora teatral e produtora. Atuou em inúmeras peças de teatro sob a direção de Luís Antônio Martinez Correia, José Celso Martinez Correia, Bia Lessa, Moacir Chaves, Monique Gardenberg, Enrique Diaz, Amir Haddad, Alain Ollivier, Claude Buchevald, Thierry Trémouroux entre outros. Elenco: Marta Paret Atriz formada na Casa das Artes de Laranjeiras. Criou a Sete Sóis Produções Artísticas, onde produziu clássicos de Arthur Schnitzler e de William Shakespeare. É considerada uma das (melhores) e mais versáteis atrizes da sua geração. Dentre seus últimos trabalhos, podem-se destacar: Histórias Veladas, no qual assina direção e atuação; Navalha na Carne (com texto de Plínio Marcos e direção de Rubens Camelo) e A Vingança do Espelho – A História de Zezé Macedo (com texto de Flávio Marinho e direção de Amir Haddad). Produção e Assessoria de imprensa: Barata Produções O MARIDO DO DANIEL – direção Gilberto Gawronski, com Bruno Cabrerizo e grande elenco. MINHA VIDA DARIA UM BOLERO – direção: Rubens Camelo e Paulo Denizot, com Françoise Forton e Aloísio de Abreu. FULANINHA E DONA COISA – 2017 / 2018 – direção Daniel Herz – com Nathalia Dill, Vilma Melo e grande elenco. ESTÚPIDO CUPIDO – 2015/2016 – direção Gilberto Gawronski – com Françoise Forton, Sheila Matos, Clarice Derzie, Carlos Bonow, Aloisio de Abreu, Carla Dias e grande elenco JIM – 2013 a 2016 – direção Paulo de Moraes – com Eriberto Leão e Renata Guida NÓS SEMPRE TEREMOS PARIS – 2012 a 2015 – direção Jacqueline Laurence – com Françoise Forton e Aloísio de Abreu A VINGANÇA DO ESPELHO - A HISTÓRIA DE ZEZÉ MACEDO – 2012 – direção Amir Haddad – com Betty Gofman e grande elenco
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.