| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 06990590000123 | GOOGLE BRASIL INTERNET LTDA | 1900-01-01 | R$ 1,57 mi |
| ***559301** | FERNANDA KOPANAKIS PACHECO | 1900-01-01 | R$ 10,00 |
AMAZÔNIA DAS PALAVRAS _ TERCEIRA EDIÇA~O, trata-se de Projeto de Literatura Itinerante e fomento as ações de incentivo a leitura, onde sera~o realizadas 07 oficinas literárias por turno (manha e tarde) e atividades lúdicas (08 aulas magna e 08 espetáculos circense), voltadas as escolas da rede pu´blica de ensino e estudantes do ensino fundamental e médio, nas localidades que o projeto se desenvolve. O projeto realizara´ produto secundário: a confecça~o de conteu´do de curta metragem sobre as atividades desenvolvidas.
SINOPSE AMAZOÌ‚NIA DAS PALAVRAS – TERCEIRA EDIÇÃO, trata-se de Projeto de Literatura Itinerante e fomento as ações de incentivo a leitura, onde serão realizadas oficinas literárias com atividades lúdicas (aula magna/espetáculo e espetáculo circense), voltadas as escolas da rede puÌ?blica de ensino e estudantes do ensino fundamental e médio. Ocorrerão 06 (seis) oficinas (manhã e tarde), aula magna e espetáculo circense (noturno), em cada local da realização das atividades. O projeto realizaraÌ? ainda, os produtos secundários: a confecção de conteuÌ?do de curta metragem (15 min), o qual teraÌ? tiragem de mil (1.000) exemplares, a ser distribuídos em instituições públicas (escolas/bibliotecas), bem como, contrapartida social: oficina Lugar de Escuta para educadores. Nessa terceira Edição do Amazônia das Palavras, o escritor homenageado é o amazonense MÁRCIO SOUZA. Serão realizadas as seguintes OFICINAS e ATIVIDADES: 1. OFICINA MITOS E HISTÓRIAS INDÍGENAS - (manhã e tarde). Cada localidade que receberá o projeto será realizada a oficina. Carga horaÌ?ria total em cada localidade – 8 horas. Oficineiro a ser definido; 2. OFICINA SLAM – A POESIA FALADA - (manhã e tarde). Cada localidade que receberá o projeto será realizada a oficina. Carga horaÌ?ria total em cada localidade – 8 horas. Oficineiro a ser definido. Durante período noturno haverá em espaço de exibição pública a Batalha do Slam, onde os alunos se apresentam com sua criação propiciada pela oficina; 3. OFICINA PRODUÇÃO DE TEXTOS LITERÁRIOS - (manhã e tarde). Cada localidade que receberá o projeto será realizada a oficina. Carga horaÌ?ria total em cada localidade – 8 horas. Oficineiro a ser definido;; 4. OFICINA A PALAVRA ANIMADA - (manhã e tarde). Cada localidade que receberá o projeto será realizada a oficina. Carga horaÌ?ria total em cada localidade – 8 horas. O Oficineiro é o professor de animação Marcos Magalhães; 5. OFICINA MÚSICA E LITERATURA - (manhã e tarde). Cada localidade que receberá o projeto será realizada a oficina. Carga horaÌ?ria total em cada localidade – 8 horas. Oficineiro a ser definido; 6. OFICINA COMO UTILIZAR CINEMA EM SALA DE AULA ((manhã e tarde). Cada localidade que receberá o projeto será realizada a oficina. Carga horaÌ?ria total em cada localidade – 8 horas. Oficineira Bete Bullara; 7. OFICINA MODA E LITERATURA (manha e tarde). (manhã e tarde). Cada localidade que receberá o projeto será realizada a oficina. Carga horaÌ?ria total em cada localidade – 8 horas. Oficineira Marcela Kopanakis Segismundo; 8. AULA MAGNA – a ser realizada no período noturno, aberta ao público em geral, sobre literatura produzida na Amazônia; 9. ESPETÁCULO CIRCENSE – SILÊNCIO TOTAL - a ser realizada no período noturno, aberta ao público em geral, com espetáculo do palhaço Xuxu (ator Luiz Carlos Vasconcelos); 10. HOMENAGEM AO ESCRITOR MÁRCIO SOUZA – período noturno; 11. Plantio da arvores pau-brasil em todas as escolas. Em todas as atividades literaÌ?rias (Oficinas), o AMAZOÌ‚NIA DAS PALAVRAS – TERCEIRA EDIÇÃO eÌ? responsaÌ?vel pela mobilização das escolas, material de consumo a ser utilizado e profissionais envolvidos. Serão escolhidas escolas puÌ?blicas municipais e/ou estaduais em cada cidade, onde ocorreraÌ? o envolvimento de educadores e estudantes do ensino fundamental e meÌ?dio, por turno e turmas. Quanto a produção fílmica– produção de conteuÌ?do audiovisual de curta metragem documentário (15 min, formato HDTV), com o registro das atividades realizadas junto ao projeto. HaveraÌ? a captação de depoimentos de escritores, educadores, alunos e das comunidades envolvidas junto as atividades a serem realizadas, bem como, sobre a região onde ocorreraÌ? o AMAZOÌ‚NIA DAS PALAVRAS – TERCEIRA EDIÇÃO, com captação de imagens que revelam a extensão e rica biodiversidade desse territoÌ?rio (rios e cidades/fauna e flora), bem como, TODAS AS ATIVIDADES. O PRODUTO SERA GRATUITO COM CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA LIVRE.
OBJETIVO GERAL "AMAZÔNIA DAS PALAVRAS _ TERCEIRA EDIÇA~O", trata-se de Projeto de Literatura Itinerante e fomento as ações de incentivo a leitura, onde sera~o realizadas oficinas literárias com atividades lúdicas (aula magna/espetáculo e espetáculo circense), voltadas as escolas da rede pu´blica de ensino e estudantes do ensino fundamental e médio. Ocorrerão 07 (sete) oficinas durante período diurno, 08 aulas magna e 08 espetáculos circenses (período noturno), em cada local da realizaça~o das atividades. O projeto realizara´ ainda, o produto secundário: a confecça~o de conteu´do de curta metragem (15 min), o qual será disponibilizado em plataforma digital junto ao site do projeto e canal do YouTube, de forma permanente. Em todas as atividades literárias (Oficinas), o "AMAZÔNIA DAS PALAVRAS _ TERCEIRA EDIÇA~O", e´ responsa´vel pela mobilizaça~o das escolas, material de consumo a ser utilizado e profissionais envolvidos. O projeto será executado nas seguintes cidades do Estado do Amazonas: MANAUS, ITACOATIARA, NOVA OLINDA DO NORTE, BORBA, NOVO ARIPUANÃ, MANICORÉ, HUMAITÁ, e em Rondônia: PORTO VELHO. Todo o percurso será realizado em embarcação fluvial, pelos rios Negro, Solimões e Madeira. OBJETIVOS ESPECI´FICOS 1) Realização em cada localidade do projeto de 07 (sete) oficinas literárias durante período diurno, dentre elas: 1.1. OFICINA MITOS E HISTÓRIAS INDÍGENAS; 1.2. OFICINA SLAM _ A POESIA FALADA; 1.3. OFICINA PRODUÇÃO DE TEXTOS LITERÁRIOS; 1.4. OFICINA A PALAVRA ANIMADA; 1.5. OFICINA MÚSICA E LITERATURA; 1.6. OFICINA COMO UTILIZAR O CINEMA EM SALA DE AULA; 1.7. OFICINA LITERATURA E A MODA. 2) 08 aulas magna no período noturno aberta a educadores, estudantes e comunidade em geral junto as localidades do projeto: 3) 08 espetáculos circenses no período noturno aberta a educadores, estudantes e comunidade em geral junto as localidades do projeto: 4) HOMENAGEM AO ESCRITOR MÁRCIO SOUZA _ período noturno; 5) Plantio da arvores pau-brasil em todas as escolas _ período vespertino; 6) Como produto secundário sera realizada a confecça~o de conteu´do de curta metragem (15 min), o qual será disponibilizado em plataforma digital junto ao site do projeto e canal do YouTube, de forma permanente, sobre as atividades desenvolvidas junto as localidades. *TODAS AS EMENTAS SE ENCONTRAM EM ABA ESPECÍFICA e JUNTO AO PLANO PEDAGOGICO METAS CULTURAIS - A realização do AMAZOÌ‚NIA DAS PALAVRAS _ TERCEIRA EDIÇÃO fortalece e valoriza a produção da LITERATURA de língua portuguesa e daquela produzida na Amazônia, fomentando o estimulo e o prazer pela leitura junto as comunidades atendidas na região. HaÌ? também a valorização da cultura local, a partir do conteúdo literário a ser trabalhado com escritores da região, incluindo, os indígenas. Promoção do intercâmbio entre estudantes, educadores, contadores de história e escritores, a partir de atividades lúdica educativas. SOCIAIS - Promoção do acesso as populações das localidades aos bens culturais, em especial, a LITERATURA, valorizando os grupos minoritários e tradicionais em cada localidade, democratizando a leitura, aos estudantes, educadores e escolas públicas, sem qualquer custo. Além da referida promoção, o AMAZOÌ‚NIA DAS PALAVRAS _ TERCEIRA EDIÇÃO trabalha com a formação de crianças e adolescentes voltados a produção literária, bem como, Oficina a ser ministrada para professores/educadores em localidades do projeto. ECONOÌ‚MICOS: GERACAO DE TRABALHO E RENDA _ Serão gerados trabalhos envolvendo população local, tais como: contadores de história, escritores, produtores culturais, fotoÌ?grafos, motoristas, desenhistas, auxiliares de produção, tradutores, curador, administrador, secretaÌ?ria, mestre de cerimoÌ‚nias, contador, cozinheiros, tripulação de barco, todos diretamente contratados, prioritariamente, nas localidades de cada atividade. O total de profissionais envolvidos e estimado nas mais diversas etapas da pré-produção, produção e pós-produção é estimado em 98 (noventa e oito) pessoas. Quanto ao número de empregos indiretos estima-se algo em torno de 350 pessoas. IMPACTO ECONOÌ‚MICO NA REGIÃO - Os gastos realizados com o orçamento do projeto AMAZOÌ‚NIA DAS PALAVRAS _ TERCEIRA EDIÇÃO são efetivados junto aÌ€ proÌ?pria região da respectiva atividade. Dessa forma, passagens aeÌ?reas, alimentação, hospedagem, material de divulgação, profissionais, dentre outros são realizados de forma integral nas mesmas localidades. Os patrociÌ?nios recebidos são investidos nas localidades das atividades. IMPACTO AMBIENTAL - A própria filosofia do projeto contribui para o despertar de conscientização visando minorar o IMPACTO AMBIENTAL , dessa forma, serão realizadas as seguintes ações: 1. Plantio de Pau-Brasil junto as escolas que receberão do Projeto; 2. Inserção de mensagem sobre descarte consciente em cartazes e panfletos: 3. PRIORITARIAMENTE, utiliza-se material reciclado em todo o material de divulgação; 4. No caso, de descarte de material de divulgação utilizado (faixas em vinil, banner, painéis e outros), os mesmos são doados para associações e grupos que trabalhem com material reciclado.
JUSTIFICATIVAS O projeto é inédito e original, em especial, se considerarmos a região de atuação nos territórios escolhidos na Amazônia, quais sejam: cidades do Estado do Amazonas: MANAUS, ITACOATIARA, NOVA OLINDA DO NORTE, BORBA, NOVO ARIPUANÃ, MANICORÉ, HUMAITÁ e no Estado de Rondônia em PORTO VELHO. Acredita-se que pelo fato de os territórios contemplados serem considerados excluídos do acesso as atividades culturais existentes nos grandes centros do sudeste brasileiro, são os mesmos, marcados por um fenômeno histórico de limitação e marginalização de sua própria produção cultural, em especial, dos grupos minoritários e populações tradicionais. Dessa forma, está o projeto devidamente enquadrado junto aos incisos do art 1º, da Lei 8.313/91, quais sejam: I- contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II- promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III- apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV- proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V- salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI- preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; ...... VIII- estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX- priorizar o produto cultural originário do país. E ainda, o projeto cumpre com os objetivos da Lei 8.313/91, estatuídos no Art. 3° e para tanto, o mesmo quando da sua captação, canalizará os recursos autorizados do respectivo PRONAC, observando os respectivos incisos proclamados, a saber: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: ... c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) ........ e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) ... b) .... c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999) O pleito a ser apoiado se sustenta não somente conforme proclamado nos dispositivos legais citados, mas essa afirmação se reflete através da pesquisa IBOPE (2016), onde demostra que havia ocorrido um ligeiro aumento de leitores, de 50% para 56%, que equivale a 104 milhões de pessoas. Este índice demonstra que até aquele momento, o brasileiro lê, em média, apenas 4,96 livros por ano, sendo que 2,53 dos livros não são terminados pelo leitor. No caso da LITERATURA está distante de ser o formato preferido, dados que 54% dos alfabetizados não leem romances, contos e poesia, por vontade própria. Esses números considerados baixíssimos, junto a região Norte, representando somente, 1,51%. No ano de 2020, foram divulgados os dados da Pesquisa Nacional Retratos da Leitura, os quais leva o projeto a ter uma maior preocupação e uma reafirmação da necessidade da execução do mesmo, uma vez que, a partir dos dados coletados e perfil dos leitores no Brasil, há uma diminuição de leitores brasileiros. De acordo com os dados da referida pesquisa, atualmente o Brasil conta com 52% de leitores (ou 100,1 milhões de pessoas), o que representa uma diminuição de aproximadamente 4,6 milhões de leitores em relação à edição anterior da pesquisa, quando o percentual de leitores era de 56%. Dessa forma, o projeto compreende da necessidade, urgente e imprescindível, em realizar novamente suas ações visando contribuir no processo de democratização e estimular as populações a serem atendidas, o acesso ao livro e a literatura, contribuindo dessa forma, com a leitura como fonte de prazer, conhecimento, conquista da cidadania, diminuição dos riscos e vulnerabilidades sociais, além da diminuição das disparidades regionais. As atividades do Projeto realizadas em sua Primeira (2018) e Segunda (2021) Edição, mesmo no caso da última em ambiente virtual em face a Pandemia da Covid-19, demonstram que as comunidades ribeirinhas contempladas, houve um grande envolvimento das escolas, estudantes e educadores, bem como população em geral. O AMAZOÌ‚NIA DAS PALAVRAS _ TERCEIRA EDIÇÃO acaba por democratizar e estimular as populações a serem atendidas, o acesso ao livro e a literatura, contribuindo dessa forma, com a leitura como fonte de prazer, conhecimento e conquista da cidadania, tornando imperioso sua continuidade. Importante ainda ressaltar que, faz-se necessário o uso da lei de INCENTIVO A CULTURA, artigo 18, com entrada GRATUITA em todos os lugares, pois eÌ? a forma de descentralização dos apoios que ocorrem somente no eixo Rio - São Paulo. O número de projetos contemplados com lei de incentivo na região norte do Brasil, não alcança 1%, contra 77% do Sudeste (Fonte: Salic). A Região Norte brasileira eÌ? a que menos consegue viabilizar investimento via Lei de Incentivo. Ao viabilizar a aprovação do projeto, o MinisteÌ?rio do Turismo, através da SEFIC, contribui para uma correção histórica, considerando também os custos amazoÌ‚nicos, reparando dessa forma, a disparidade de recursos aportados pela Lei, aleÌ?m de cumprir com importante papel econoÌ‚mico e social para a região. Dessa forma, o respectivo projeto cumpre com 100% dos objetivos de democratização do acesso a bens e valores culturais brasileiros, atraveÌ?s de apoio as atividades culturais a serem efetivamente realizadas, bem como, vai ao encontro dos parâmetros estabelecidos junto a Instrução Normativa n.01/2023.
HOMENAGEM – MÁRCIO SOUZA No AMAZÔNIA DAS PALAVRAS – TERCEIRA EDIÇÃO, o escritor homenageado é MARCIO SOUZA. A homenagem será realizada na cidade de Manaus, onde o autor fará um palestra sobre literatura na Amazônia. Nascido na cidade de Manaus (AM), em 1946, é romancista, dramaturgo, ensaísta, contista e diretor de cinema. A obra de Márcio Souza se destaca pela sua busca constante em desvendar a Amazônia, cuja riqueza cultural e histórica é ignorada pelos próprios brasileiros. O processo de colonização do Norte do país, a exploração do látex na passagem do século XIX para o XX, durante o chamado ciclo da borracha, a questão indígena e os abismos sociais nascidos do embate entre modernidade e arcaísmo na região são a matéria-prima de suas narrativas. Filho de um operário gráfico, escreve críticas de cinema para jornais e participa da fundação do Grupo de Estudos Cinematográficos de Manaus. Muda-se para São Paulo em 1965 e ingressa no curso de ciências sociais da Universidade de São Paulo (USP). Na mesma época, trabalha como roteirista para produtores da Boca do Lixo. Publica O Mostrador de Sombras (1967), coletânea de ensaios sobre cinema, dirige o curta-metragem Bárbaro e Nosso (1969), e realiza o filme A Selva (1972). Em 1973 volta a Manaus, ingressa no Teatro Experimental do Sesc (Tesc) e assume um cargo burocrático na Fundação Cultural do Amazonas. Marcio Souza estreia na literatura com o romance Galvez, Imperador do Acre (1976). Partilhando do desejo de experimentação que orienta nossa literatura nos anos 1970, sua ficção retoma, sob chave cômica, a tradição brasileira do romance histórico, gênero cultivado no país desde o romantismo por autores como José de Alencar (1829-1877). Satirizando episódios da história da Amazônia, Galvez, Imperador do Acre, seu mais famoso livro, narra a trajetória de Luiz Galvez, aventureiro espanhol que chega ao Brasil e é coroado imperador do Acre depois de cumprir inúmeras peripécias. Valendo-se de recursos como a colagem e o fragmento, a paródia e o burlesco, o hibridismo entre a linguagem jornalística e literária, o livro mantém um vivo diálogo com o movimento modernista brasileiro, sobretudo com as ideias de Oswald de Andrade (1890-1954). Outro livro de sucesso de Márcio Souza é Mad Maria (1980), adaptado para uma minissérie televisiva em 2005. Por meio da conjunção de personagens e fatos fictícios e reais, o livro narra a construção da Ferrovia Madeira-Mamoré, ocorrida entre 1907 e 1912, para integrar a Amazônia brasileira à Bolívia. O título da obra faz referência à locomotiva a vapor, apelidada no Brasil, no início do século XX, de Maria Fumaça, e ao ambiente de insanidade que sua chegada promove. Em um calor infernal e com grandes desafios naturais (como a infestação de escorpiões após as chuvas), os trabalhadores, de diferentes etnias, envolvem-se em constantes conflitos por motivos banais, que demonstram o abandono de leis, regras e da própria razão; o que explica o nome louca (mad, em inglês) Maria. Entre 1981 e 1982, publica em folhetim A Resistível Ascensão do Boto Tucuxi, no jornal Folha de S.Paulo. Transfere-se para o Rio de Janeiro em 1983 e lança o romance A Ordem do Dia (1983). Em 1984 funda a editora Marco Zero. Intelectual engajado, também redige ensaios sobre problemas culturais e sociais da Amazônia, como A Expressão Amazonense (1978) e O Empate contra Chico Mendes (1986). Durante o governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2003), dirige o Departamento Nacional do Livro e a Fundação Nacional de Artes (Funarte). Publica a tetralogia Crônicas do Grão-Pará e Rio Negro, composta dos romances Lealdade (1997), Desordem (2001), Revolta (2005) e Derrota (2006). Essa obra apresenta, por meio de ficção, momentos históricos relevantes do Pará, explorando especialmente o movimento da Cabanagem, ocorrido entre 1783 e 1840. É considerada, ao lado da trilogia O Tempo e o Vento (1949-1962), de Érico Veríssimo (1905-1975), uma das obras brasileiras que fazem um grande painel sobre um momento histórico nacional importante. Registrando a reação do Norte à tentativa de unificação do território e de construção de uma identidade nacional, Márcio Souza mostra o desejo de independência dessa região e sua discordância com o centro político-cultural brasileiro da época, um momento, de certa forma, apagado pela história tradicional que narra o forjar da nação brasileira. Em 2009, lança o livro História da Amazônia: do período pré-colombiano aos desafios do século XXI. Fruto de duas décadas de pesquisa, o livro compila a história da Amazônia, desde a chegada do Homo sapiens, há 40 mil anos, até os dias de hoje. De acordo com o autor, a ideia de escrever a obra nasce de sua experiência docente na Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, no final da década de 1990, quando ministra alguns cursos e descobre não há nenhuma obra em que a história da Amazônia é compilada e consolidada. Uma das mais importantes vozes da moderna literatura brasileira, Márcio Souza é dono de uma obra variada, que transita por diferentes gêneros e linguagens artísticas, tendo no romance, no teatro e no ensaio histórico-sociológico seus principais veículos de expressão e desenvolvimento. Ainda que diversificada, sua produção é atravessada pelo tema constante da história da região amazônica. A partir de seu olhar, o Brasil e o mundo podem desbravar a Amazônia e conhecer a riqueza de sua história e de seu povo. (Fonte: Itáu Cultural). ESPETÁCULO CIRCENSE As atividades noturnas serão encerradas com O espetáculo: “SILÊNCIO TOTAL”, com o Palhaço Xuxu, dentro do viés da arte circense como ferramenta pedagógica, no contexto de circo social, combinando finalidades educativas com os saberes populares locais, como forma de proporcionar um ambiente lúdico e de integração entre os participantes. Artista circense que interpreta o Palhaço Xuxu é o ator LUIZ CARLOS VASCONCELOS - Formado em Letras, estudou Artes Cênicas na Dinamarca e se incorpora ao grupo teatral Intrépida Trupe. Em 1978 cria o personagem que iria acompanhá-lo pela vida afora, o Palhaço Xuxu, um palhaço cidadão por ser uma presença constante nas comunidades carentes. Neste mesmo ano, junto com outros artistas, funda em João Pessoa a Escola Piolim, nome dado em homenagem a um velho palhaço paraibano. O complexo, além de ser sede de seu grupo teatral, desenvolve um trabalho de educação popular. Em 1984, passa a morar no Rio de Janeiro onde fez a Escola Nacional de Circo. Ator de diversos filmes, séries e novelas. CERIMÔNIA DE CULTIVO DE ÁRVORES/PLANTIO NAS ESCOLAS – PAU-BRASIL Em todas as escolas, nas oito cidades que receberão o Projeto AMAZÔNIA DAS PALAVRAS TERCEIRA EDIÇÃO será realizada cerimônia com a presença de alunos e professores, com o plantio de árvores da espécie Pau-Brasil. As mudas serão plantadas pelos alunos diretamente no pátio das escolas. O pau-brasil (Caesalpinia echinata) possui grande quantidade de pigmento vermelho no tronco que, quando extraído, é usado para tingir roupas. A técnica, desenvolvida na época do descobrimento do País, despertou o interesse dos primeiros europeus que tratavam o pigmento como artigo de luxo e era utilizado para tingir as vestes dos reis. Original da Mata Atlântica, a espécie começou a ser explorada em 1503 e quase foi à extinção pela procura econômica exaustiva. Redescoberta em 1928, são poucos os exemplares que ainda existem no território. Responsável por inspirar o nome do País, o Pau-brasil é espécie característica do território brasileiro e tem crescimento muito lento. Adultos, alguns exemplares chegam a 30 metros de altura e 1,5 metros de circunferência. O plantio do Pau-brasil pelos alunos nas escolas, representa a construção da consciência na defesa de todas as Florestas, da preservação da vida e do respeito pela biodiversidade de todos os biomas brasileiros.
EMENTA GERAL: Apresentação – Vivemos em uma sociedade que se expressa em múltiplas linguagens, às vezes utilizando-as simultaneamente, como na internet, onde temos escrita, fala, música, ruídos, fotografias, filmes, desenhos e vasta iconografia. Torna-se cada vez mais importante para a vida que saibamos compreender e nos expressarmos em todos esses códigos. Nesse contexto, a linguagem literária tem um papel predominante, embora nem sempre tenhamos plena competência para compreender a parte semântica, sutil, dessa linguagem e a influência que exerce sobre nosso subconsciente. É também papel da escola desenvolver essa competência. Objetivos – oferecer aos professores e estudantes informações e reflexões sobre a formação social do olhar e a construção das linguagens literárias; o seu uso no cotidiano da nossa sociedade e sua utilização em sala de aula; o aprofundamento da leitura crítica das obras literárias, através da musica e do cinema e sua importância para a educação no mundo contemporâneo. Metodologia – Oficinas, Palestras, contação de histórias, atividades lúdicas, discussão de textos e apresentação musical e fílmica, seguidos de debate; sensibilização para as estéticas e as linguagens diferentes das que são vistas com mais frequência nos diversos meios de comunicação. Dinâmicas e exercícios para uso em sala de aula. Palavras chave – Educação; Estética; Linguagem Literária. Serão realizadas as seguintes OFICINAS e ATIVIDADES: 1. OFICINA MITOS E HISTÓRIAS INDÍGENAS - (manhã e tarde). Cada localidade que receberá o projeto será realizada a oficina. Carga horaÌ?ria total em cada localidade – 8 horas/ Ministrante: a ser definido. OBJETIVO: Essa oficina tem como objetivo sensibilizar os estudantes para a prática de contar histórias, em especial, de histórias do cotidiano Amazônico, utilizando recursos elementares de comunicação e expressão oral atrelado a técnicas básicas de leitura e narrativa fomentando a criatividade. EMENTA: 1.1. A contação e o contador de história; 1.2. A importância de se contar e ouvir histórias em todas as idades, em todas as culturas; 1.3. Diferenças entre contar e narrar histórias; 1.4. Os povos originários como os primeiros contadores da história: a memória como compreensão da vida; 1.5. Resgate dos mitos e histórias indígenas; 1.6. Quem pode contar histórias? 1.7. Expressões regionais e pluralidade cultural; 1.8. A historia contada pelos primeiros habitantes da Amazônia: os contos que perpassam pelas gerações: a memória de velhos e jovens; 1.9. Histórias amazônicas e seus estilos: lendas, fábulas, mitos; 1.10. Como contar histórias? 1.11. A arte da improvisação; 1.12. Cenário e Ambientação. Exploração de recursos visuais e naturais para se criar a ambientação: objetos de cena e figurinos; 1.13. Dramaticidade e entonação: desenvolvimento do estilo próprio de contar histórias. Possibilidade de poetizar, brincar, aprender, ensinar, refletir e encantar. Diversidade para contar a mesma história; 1.14. Exercícios de contação de histórias. 2. OFICINA SLAM – A POESIA FALADA - (manhã e tarde). Cada localidade que receberá o projeto será realizada a oficina. Durante período noturno haverá espaço de exibição pública, para que estudantes promovam a Batalha do Slam, onde os alunos se apresentam com sua criação propiciada pela oficina; Carga horaÌ?ria total em cada localidade – 8 horas/Ministrante: a ser definido. EMENTA: 2.2. Qual histórico e origem da poesia falada desde os antigos; 2.3. A poesia falada contemporânea e regional no Brasil – os repentes, emboladores, slam e demais expressões da poesia falada; 2.4. É a poesia falada (slam) um gênero literário? 2.5. Discutir as questões de preconceito linguístico e social; 2.6. Debater a apropriação do território por jovens e setores marginalizados da sociedade. A poesia falada no contexto urbano e rural; 2.7. A poesia falada é pratica somente para os jovens? 2.8. A poesia falada na Amazônia; 2.9. Apreciar variadas modalidades de poesia. 3. OFICINA PRODUÇÃO DE TEXTOS LITERÁRIOS - (manhã e tarde). Cada localidade que receberá o projeto será realizada a oficina. Carga horaÌ?ria total em cada localidade – 8 horas/ Ministrante: a ser definido. OBJETIVO: Essa oficina tem como objetivo sensibilizar e estimular a trabalhar a produção de formas ficcionais breves, tendo o texto, como estrutura narrativa a ser desenvolvida. EMENTA: 3.1. Os tipos de narrativa existentes para contar uma história – o conto, as lendas, a ficção histórias em quadrinhos, poesias, romance, aventura, dramatizações; 3.2. Panorama histórico da literatura portuguesa: dos antigos aos contemporâneos; 3.3. História escrita e falada, acontecida ou inventada: 3.4. A escolha das histórias: por que essa história? 3.5. Leitura crítica de textos de aventura para estudantes, o qual conduzirá a uma produção, a partir de estratégias de criatividade; 3.6. “Eu quero contar uma história”: debates que suscitem temas que serão prioritários e digam respeito a realidade dos estudantes; 3.7. Agora é você quem conta um conto: convite aos estudantes a falarem sobre as histórias de que mais gostam; 3.8. Exercícios: “Escrevo o meu conto e te conto”;3.9. Apresentação oral pelos estudantes dos contos criados; 4. OFICINA A PALAVRA ANIMADA - (manhã e tarde). Cada localidade que receberá o projeto será realizada a oficina. Carga horária: 8 horas. Ministrante: cineasta e professor MARCOS MAGALHÃES. OBJETIVO - Tem como objetivo através da técnica de animação, a construção de histórias pertencentes ao imaginário dos estudantes, na construção de narrativas cinematográficas. EMENTA: 4.1. Como surge o desenho animado – histórico e referencias; 4.2. O desenho animado como ferramenta para contar historias; 4.3. Vamos ver alguns exemplos de desenhos (filmes de animação); 4.4. Como posso fazer um desenho animado; 4.5. Noções de storyboard; 4.6. Exercícios de criação de filmes 5. OFICINA MÚSICA E LITERATURA - (manhã e tarde). Cada localidade que receberá o projeto será realizada a oficina.Carga horária: 8 horas/ Ministrante: a ser definido. OBJETIVO: Essa oficina tem como objetivo, a partir da experiência melódica musical, desenvolver um trabalho de percepção e composição musical com os sons da natureza. Os sons produzidos e projetados a partir do existente entre nós, a exemplo do vento utilizando um assovio especial, contar histórias e estimular a produção de histórias com os sons conhecidos da natureza e inventados pelos estudantes. EMENTA 5.1. A natureza e seus sons: rios, árvores, animais, pessoas; 5.2. A vivência Amazônica: o conjunto de timbres e ritmos do cotidiano amazônico pela manipulação de objetos e instrumentos diversos, explorando as possibilidades sonoras, resgatando memórias auditivas de beiras de rios com seus mitos, lendas, causos, afazeres cotidianos, ofícios e brincadeiras e construindo paisagens sonoras que estimulam sensações peculiares a esse universo; 5.3. Os instrumentos musicais do universo físico na Amazônia: bacias, panelas, pedras, penico, cabaças (tambor d’água) e as possibilidades sonoras dos objetos e instrumentos com referenciais nos ritmos mais comuns do cotidiano ribeirinho, para contar historias; 5.4. A memória auditiva e o imaginário das histórias que conhecemos. 5.5. A poética do espaço e sua memória; 5.6. A construção da poesia a partir da musica: atividades e construção dramatúrgica. CONTINUA CAMPO ABAIXO
ACESSIBILIDADE Quanto a acessibilidade será observado rigorosamente o cumprimento da Lei 13.146 de 06/07/2015 e Decreto 9.404, de 11 de junho de 2018, que disciplinam a assegurar e promover o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, e para tanto adotará as medidas necessárias a acessibilidade aos espaços onde ocorrerão as oficinas e demais atividades. Dessa forma, será observada as regras de mobilidade física previstas em legislação nas normas técnicas de acessibilidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, dentre elas: Símbolo internacional de acesso/acesso e circulação com superfícies regulares e antiderrapante/salas, banheiros e poltronas destinados a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Serão ainda observados os preceitos do art. 23 do Decreto 9.404, de 11/06/18, quanto aos locais e a capacidade da edificação e espaços para pessoas em cadeira de rodas e para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. A entrada e saída das atividades serão bem distribuídas, com rampas e corrimãos que facilitem o deslocamento, bem como, proximidade com banheiros. Será ainda observado, na divulgação em mídias sociais do projeto a utilização de linguagem inclusiva. Serão utilizadas as Hastag #PraTodosVerem e #PraCegoVer nas legendas e será descrito as imagens postadas. Assim, o conteúdo fica acessível para os deficientes visuais e a interação desse público com o conteúdo aumenta. OFICINAS/AULA ESPETÁCULO E ESPETÁCULO CIRCENSE Acessibilidade física: Todas as oficinas serão realizadas dentro das escolas públicas, e serão priorizadas escolas que observem edificação adequada. As atividades noturnas, com realização de aula espetáculo e espetáculo circense serão realizadas em espaços públicos (quadra/ginásio/auditório das escolas e/ou praças públicas) Cada pessoa com deficiência terá espaço reservado, observando inclusive os espaços físicos, bem como, poderá estar com um acompanhante. Serão utilizados o Símbolo internacional de acesso/acesso e circulação com superfícies regulares e antiderrapante/salas, banheiros e cadeiras adequadas destinados a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. A entrada e saída das atividades serão bem distribuídas, com rampas que facilitem o deslocamento, bem como, proximidade com banheiros. Os estacionamentos serão devidamente sinalizados e terá assegurado a reserva exclusiva de vagas para desembarque/embarque. Acessibilidade para deficientes auditivos: No caso dos deficientes auditivos, as atividades noturnas contarão com profissionais habilitados em Linguagem Brasileira de Sinais (Libras), contratados especialmente, para as apresentações, em cada um dos municipios. Acessibilidade para deficientes visuais: Já em relação aos deficientes visuais, serão verificadas as possibilidades técnicas de equipamentos que propiciem a oitiva ou técnica que forneça a inclusão pretendida. Será ainda previsto, a utilização da audiodescrição, o qual ajudará pessoas cegas e com baixa visão a acompanhar as informações e acontecimentos que dependem da visão para serem compreendidos. Será ainda observado, na divulgação em mídias sociais do projeto a utilização de linguagem inclusiva. Serão utilizadas as hashtags #PraTodosVerem e #PraCegoVer nas legendas e será descrito as imagens postadas. Assim, o conteúdo fica acessível para os deficientes visuais e a interação desse público com o conteúdo aumenta. Ressalta-se que as medidas de acessibilidade conforme prescreve a legislação pertinente serão atendidas junto o produto principal (oficinas e espetáculos), quanto junto aos produtos secundários (contrapartida social e curta metragem), observando sempre quando tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. De qualquer forma, esta previsto junto a planilha orçamentaria dos produtos secundários interprete de libras. As medidas de acessibilidade em todos os produtos serão devidamente adotadas e a Proponente e os custos estão inseridos junto a planilha orçamentária. CURTA METRAGEM (PRODUTO SECUNDÁRIO) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: (DESCRIÇÃO DA AÇÃO) Em relação aos deficientes visuais, serão adotadas as medidas de audiodescrição, o qual ajudará pessoas cegas e com baixa visão a acompanhar as informações fílmicas e acontecimentos que dependem da visão para serem compreendidos. Será ainda observado, na divulgação em mídias sociais do projeto a utilização de linguagem inclusiva. Serão utilizadas as hashtags #PraTodosVerem e #PraCegoVer nas legendas e será descrito as imagens postadas. Assim, o conteúdo fica acessível para os deficientes visuais e a interação desse público com o conteúdo aumenta. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: (DESCRIÇÃO DA AÇÃO) No caso dos deficientes auditivos, o curta metragem contará com profissionais habilitados em Linguagem Brasileira de Sinais (Libras), contratados especialmente, para o documentário.
DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO Todas as atividades do AMAZÔNIA DAS PALAVRAS – TERCEIRA EDIÇÃO será realizada de forma GRATUITA em escolas da rede pública de ensino e em espaços abertos ao público em geral (atividades noturnas). Não há cobrança de ingressos. A cobertura fotográfica a ser realizada será inserida em plataforma web, visando a ampliação do números de pessoas que poderão acompanhar o referido registro. O projeto observará ainda, os princípios e regras do Decreto n. 11.453, de 23 de março de 2023, bem como, das novas orientações da Instrução Normativa 01/2023 do MINC, quanto a democratização e ampliação do acesso, conforme estabelecido em seu art. 28 e incisivos abaixo, in verbis: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); .... IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; ... VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil; O produto secundário o curta metragem, será distribuído integralmente, via plataforma virtual para as escolas públicas, bibliotecas e/ou equipamentos comunitários culturais, e ainda, será adotada as medidas necessárias a audiodescrição, legendagem descritiva e Língua Brasileira de Sinais. Dessa forma está previsto junto a planilha orçamentária os custos do respectivo trabalho.
Coordenação Geral: FERNANDA KOPANAKIS - Diretora Associação Mapinguari, Produtora e Diretora do AMAZONIA DAS PALAVRA PRIMEIRA EDICAO E SEGUNDA (desde 2018): Produtora e Diretora do CINEAMAZOÌ‚NIA – Itinerante (2008 a 2018); em 2011 realizou o trabalho de produção executiva do Livro de Fotografia “Viagem de Cores e Sonhos; FORMAÇÃO ACADEÌ‚MICA - Doutora em Planejamento Urbano e Regional IPPUR/UFRJ, Mestrado em Direito UFMG. Graduação em Direito – UNIR. Coordenação das Oficinas: ANTONIA PEREIRA DA COSTA - FORMAÇÃO - Licenciatura em Historia. Unir, Conclusão, 2000 - PoÌ?s-Graduada em Historia Regional. Unipec, conclusão, 2003 - PoÌ?s-Graduada em Educação Ambiental. São Lucas, conclusão, 2003 - Bacharel em CieÌ‚ncias ContaÌ?beis. UNOPAR, Conclusão 2015. EXPERIEÌ‚NCIA PROFISSIONAL - 2010-2016– Secretaria de Regularização FundiaÌ?ria e Habitação – SEMUR - Cargo: Assessora Executiva NiÌ?vel I - 2005 ateÌ? hoje – Secretaria de Educação do Estado de RondoÌ‚nia – SEDUC - Cargo: Professora Classe C. Principais Atribuições: Elaboração de Projetos Sociais desenvolvido junto a comunidade beneficiaÌ?ria dos Contratos de Repasse entre o MuniciÌ?pio de Porto Velho e o MinisteÌ?rio das Cidades, elaboração e execução de Plano de Trabalho, organização e coordenação de oficinas temaÌ?ticas sobre Regularização FundiaÌ?ria e Habitação, gestão de contratos de prestação de serviços, contratos de repasses de recursos e conveÌ‚nios, e Professora de Ensino MeÌ?dio e Fundamental. Trabalha junto ao projeto CINEAMAZONIA - Festival de Cinema Ambiental desde 2003 e em 2019, trabalhou como Coordenadora das Oficinas do AMAZONIA DAS PALAVRAS. OFICINAS BETE BULLARA (COMO UTILIZAR CINEMA EM SALA DE AULA): Formada em Cinema pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Jornalista e fotoÌ?grafa. SecretaÌ?ria executiva do CINEDUC desde 1975, onde participou de treinamento de professores, mesas redondas e palestras, tanto no Brasil como no exterior. Preparou materiais didaÌ?ticos, tanto teoÌ?ricos como de exerciÌ?cios. Realizou 67 oficinas para professores e para jovens em 16 estados brasileiros para o SESC Nacional no uÌ?ltimo ano; promoveu curso de professores para a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro; curso para professores no Festival Nueva Mirada, em Buenos Aires; oficina de leitura de imagens para jovens de vaÌ?rios paiÌ?ses e em festivais de cinema em Porto Velho, Rio de Janeiro, Tiradentes, NiteroÌ?i, Ouro Preto, Belo Horizonte e Gramado. Curadora da Mostra Geração do Festival Internacional do Rio de Janeiro. MARCOS MAGALHÃES (OFICINA PALAVRA ANIMADA) - Arquiteto e Urbanista/UFRJ, Mestre em Design pela PUC/ RJ, onde eÌ? Professor de Cinema de Animação e coordenador da poÌ?s em Animação. Coordenou o NuÌ?cleo de Animação da Embra- filme e eÌ? um dos fundadores e diretores do Anima Mundi. EÌ? autor de diversos curtas-metragens em animação, entre os quais “Meow!”, ganhador do PreÌ‚mio Especial do JuÌ?ri no Festival de Cannes 1982 e “Animando”, filmado no National Film Board of Canada, que ganhou o PreÌ‚mio de Melhor Filme DidaÌ?tico no Festival de Espinho, Portugal, e ateÌ? hoje eÌ? frequentemente exibido em programas de TV, escolas e cursos de animação do mundo inteiro. EÌ? o criador e animador do ratinho de massinha do programa de TV “Castelo RaÌ?-Tim-Bum”. LUIZ CARLOS VASCONCELOS (ESPETAÌ?CULO CIRCENSE “SILENCIO TOTAL”) - Formado em Letras, estudou Artes CeÌ‚nicas na Dinamarca e se incorpora ao grupo teatral IntreÌ?pida Trupe. Em 1978 cria o personagem que iria acompanhaÌ?-lo pela vida afora, o Palhaço Xuxu, um palhaço cidadão por ser uma presença constante nas comunidades carentes. Neste mesmo ano, junto com outros artistas, funda em João Pessoa a Escola Piolim, nome dado em homenagem a um velho palhaço paraibano. O complexo, aleÌ?m de ser sede de seu grupo teatral, desenvolve um trabalho de educação popular. Em 1984, passa a morar no Rio de Janeiro onde fez a Escola Nacional de Circo. Ator de diversos filmes, seÌ?ries e novelas. MARCELA KOPANAKIS SEGISMUNDO (MODA E LIITERATURA) - designer de moda, figurinista, produtora de moda, stylist, produtora cultural e coordenadora da Biribá, revista físico digital de moda e cultura nortista que tem como objetivo difundir e valorizar o trabalho dos criativos da região norte, principalmente em Rondônia. É ainda representante do movimento Fashion Revolution em Porto Velho.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.