| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 41785833000192 | HERCULANO MINERACAO LTDA | 1900-01-01 | R$ 270,0 mil |
| 60689346000170 | S RIKO AUTOMOTIVE HOSE TECALON BRASIL S.A. | 1900-01-01 | R$ 107,6 mil |
O livro HARUJI MIURA- O PAI DAS CEREJEIRAS NO BRASIL - SEMEIA GRATIDÃO NO MORRO DO CHAPÉU contará por meio de fotos e textos historiográficos como se deu a criação do condomínio do Morro do Chapéu na cidade de Nova Lima e a trajetória do plantio das cerejeiras- árvore símbolo do Japão- ideia de Haruji Miura que também fez surgir no lugar o Parque das Cerejeiras. O livro retratará a atividade do plantio, cultivo e distribuição das mudas decerejeira para escolas e educadores que demonstra a cultura da gratidão que Haruji Miura tem ao Brasil e Minas Gerais para colorir este solo.
APRESENTAÇÃOPREFÁCIOINTRODUÇÃO· Capítulo I – Historiografia Regional - Nova Lima – Morro do Chapéu- Minas Gerais*Aspectos geográficos e históricos da formação espacial da cidade de Nova Lima; * A origem minerária da região *Cartografia antiga- primeiros mapas; * A formação doCondomínio Morro do Chapéu em Nova Lima· Capítulo II – Família de Haruji Miura no Brasil – Conexão Japão e Brasil* História de Haruji Miura – a imigração de sua família em 1913 para o Brasil;* A trajetória de Miura em Minas Gerais; * Moradia no Morro do Chapéu;· Capítulo III- As Cerejeiras Sakuras no Morro do Chapéu*Conhecendo as Cerejeiras; Trajetória da Cerejeiras no Brasil (in)plantadas por Miura; *Plantio das Cerejeiras; *Parque das Cerejeiras; *O Hanami- para festejar ascerejeiras no Brasil
Objetivo geral: Mostrar por meio do livro HARUJI MIURA- O PAI DAS CEREJEIRAS NO BRASIL - SEMEIA GRATIDÃO NO MORRO DO CHAPÉU conhecimentos intersdisciplinares, inicialmente a concepção do condomínio do Morro do Chapéu criado na cidade de Nova Lima e a trajetória de um dos seus primeiros moradores, Haruji Miura que há cerca de 40 anos começou a plantar cerejeiras, árvore símbolo do Japão, para agradecer ao novo país, estado, município e por fim ao condomínio que acolheu tão bem a sua família- que já está na quarta geração no Brasil. Objetivos específicos:1. Fazer 1500 exemplares do livro HARUJI MIURA- O PAI DAS CEREJEIRAS NO BRASIL - SEMEIA GRATIDÃO NO MORRO DO CHAPÉU para mostrar a gratidão ao país que acolheu a sua família há quase um século.2. Distribuir 150 cópias do livro HARUJI MIURA- O PAI DAS CEREJEIRAS NO BRASIL - SEMEIA GRATIDÃO NO MORRO DO CHAPÉU gravado e para distribuição para escolas, bibliotecas e entidades que atendem portadores de necesssidades especiais.3. Distribuir gratuitamente 40% para população, escolas públicas, bibliotecas, a fim de proporcionar conhecimento cultural, histórico e paisagístico aos que possuem acesso reduzido à cultura, artes e sobre patrimônio cultural sobre a formação de lugares, memória, identidade e alteridade.4. Elaborar e publicar 01 (um) livro de fotografias, com textos trilíngues (português, inglês e japonês) sobre as história da formação do Morro do Chapéu, lugar criado pelo arquiteto e professor Sylvio de Vasconcelos, hoje conhecido como reduto das Cerejeiras- árvore símbolo do Japão plantadas nas terras de altas e frias de Nova Lima pelo descendente de japonês para agradecer a terra que acolheu a família Miura.
O livro HARUJI MIURA- O PAI DAS CEREJEIRAS NO BRASIL - SEMEIA GRATIDÃO NO MORRO DO CHAPÉU pretende mostrar a história da formação do condomínio que fica nacidade de Nova Lima e de seu morador, Haruji Miura que possui uma bela trajetória de gratidão ao Brasil e Minas Gerais pela acolhida à sua família japonesa. No ano de1913 os pais de Miura saíram do Japão e vieram para o Brasil na busca de novas e melhores oportunidades. Miura nasceu em 1927, no estado de São Paulo, quando seuspais trabalhavam nas lavouras de café da família do historiador Caio Prado Júnior, no interior paulista. O tempo passou, constituiu família em solo mineiro.Em um exemplo de persistência, Haruji Miura começou a semear e plantar mudas de cerejeiras sakura no Morro do Chapéu, no início, um pouco desacreditado que dariacerto, mas quando as ávores começaram a florir, as opiniões mudaram e as mudas foram plantadas em profusão- dando origem ao Parque das Cerejeiras no Condomínio.Além da persistência, Haruji Miura colocou uma dose de altruísmo ao começar doar mudas de cerejeiras com o intuito de florir Minas Gerais e todo o Brasil- como símboloda gratidão ao país que recebeu e acolheu sua família e onde constituiu a sua, que já esta na quarta geração e também perpetua o seu legado.Inicialmente, a ideia deste projeto era contar a história da cidade de Nova Lima. Mas o olhar interdisciplinar mostrou que a formação do Condomínio Morro do Chapéu,em meados do século XX contextualizou a mineiridade da formação do lugar que surgiu de um arranjo entre uma propriedade rural e uma mineração. O nome do lugar foidado, pois as montanhas, os morros se assemelhavam a um chapéu.Assim, uma das primeiras famílias a adquirir um terreno no Condomínio Morro do Chapéu, projetado pelo arquiteto e professor da Escola de Arquitetura da UFMG- Sylviode Vasconcelos, foi a de Haruji Miura trazendo a simbologia da etimologia da palavra cultura que vem do latim colere, que significa cuidar, cultivar e crescer e seenquadra no plantio das cerejeiras- uma cultura latente no Japão- acompanhada do festejo do Hanami durante a Florada da Cerejeiras. O Hanami significa contemplar asflores, sendo uma tradição japonesa, as pessoas vão aos parques e praças com a família e amigos para apreciar a florada das Sakuras. No Parque das Cerejeiras, no Morrodo Chapéu não é diferente, um convite para festejar o Hanami sob as árvores fazendo piquenique. Por causa da Covid-19 nos últimos três (03) anos o Hanami nãoaconteceu.O livro exalta a ideia de pertencimento, identidade, memória e simbologia. Contar a história em três línguas- português, inglês e japonês- mostrando o elo cultural,histórico e de gratitude criado entre o Brasil e o Japão.Vale ressaltar que a edição de livros elenca múltiplos saberes entre elas a fotografia, pesquisa e a escrita movimenta o mercado cultural gerando dividendos diretos eindiretos no seu universo de abrangência, pois ela proporciona benefícios às escolas, às bibliotecas, atingindo assim, um público que possui acesso reduzido à cultura.Estaabrangência se concretiza através da distribuição gratuita e comercialização do livro, conforme o plano de distribuição. Este livro de valor humanistico cultural fotográfico e histórico se enquadra no inciso I do artigo 1º da Lei 8313/91:I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;O produto proposto neste projeto, referindo-se ao objetivo, atende ao artigo 3º da Lei 8313/91, inciso II, alínea b:Inciso II _ fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;Toda essa ação somente será possível através do Pronac, Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais propiciados pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, uma vez que oproponente não dispõe de recursos próprios para execução do projeto. E, é por meio desta lei, um mecanismo de incentivo eficiente e que desperta interesse de apoio eincentivo por parte de diversas empresas.
1) A áudio descrição do livro será feita em português, apresentada na contra-capa em QR Code Registration e serão distribuídas 100 cópias do livro HARUJI MIURA- O PAI DAS CEREJEIRAS NO BRASIL - SEMEIA GRATIDÃO NO MORRO DO CHAPÉU para entidades de cegos ou pessoas com baixa visão; para bibliotecas que receberão doação delivros e também para patrocinadores.2) LIVRO - O livro HARUJI MIURA- O PAI DAS CEREJEIRAS NO BRASIL - SEMEIA GRATIDÃO NO MORRO DO CHAPÉUTiragem: 1.000 LivrosCAPA: 70,6x32,7cm, 5x1 cores, Tinta Preta, Tinta Preta em Couche Liso 150g.MIOLO: 168 pgs, 31x28cm, 4 cores, Tinta Escala e Verniz Ir Fosco F/V em Couche Fosco. 150g. Prep.GUARDAS: 8 pgs, 28x31cm, 1 cor, Tinta Pantone em Offset 180g. Prep. ArquivoPAPELÃO: 2 folhas, 31x28cm, sem impressão em Papelao Paraná.SOBRECAPA: 96,3x34cm, 5x0 cores, Tinta Escala, Tinta Pantone em Couche Fosco 170g. Prep. ArquivoLombada:19mm, Laminacao Fosca, Nº Lados: 1(REVEST.CAPA), Hot Stamping(REVEST.CAPA), Cliché HotStamping, Altura Cliché(cm) 12, Largura Cliché(cm) 10(REVEST.CAPA), Hot Stamping(REVEST.CAPA),Cliché Hot Stamping, Altura Cliché(cm) 12, Largura Cliché(cm)REVEST.CAPA, Dobrado(MIOLO), Intercalação(MIOLO), Vinco(GUARDAS), Lamin. Soft Touch, Nº lâminas 1(SOBRECAPA), HotStamping(SOBRECAPA), HotStamping(SOBRECAPA), Corte Vinco(SOBRECAPA).
Em atendimento ao artigo 25, da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 1, DE 10 DE ABRIL DE 2023, informa-se que edição do presente trabalho, no que tange aos seus produtos pertinentes, seguirá as medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 2015[1] e Decreto nº 9.404, de2018[2].Produto: Livro- Cultivando árvores, flores e gratidão – Miura um legado do Japão para o Brasil 1) Acessibilidade FÍSICA - Distribuição gratuita de 40% para bibliotecas, secretarias de cultura e educação e população em geral. Além de ser vendido a valores que garantam o acesso de todos. 2) Acessibilidade PARA DEFICIENTES VISUAIS - Será feita a audiodescrição do livro e das fotos em português, com gravação para colocar em formato em ADCode Registration para distribuição gratuita a todos. Sendo reservados 100 exemplares, exatos 10%, como prevê a Instrução Normativa para distribuição gratuita para entidades com deficientes visuais,bibliotecas públicas e patrocinadores. 3) Acessibilidade PARA DEFICIENTES AUDITIVOS - Não serão necessárias, pois sendo um livro de fotografias e textos em português, os mesmos terão acesso ao conteúdo. 4) Acessibilidade PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS - além do ADCode com audiodescrição, as pessoas relacionadas acima poderão visualizar as fotos e textos emm português. NÃO SERÁ NECESSÁRIA A REALIZAÇÃO DA CONTRAPARTIDA POIS O PRODUTO PRINCIPAL É 100% GRATUITO. [1] http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm[2] http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/decreto/D9404.htm
Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento).
1. Márcio de Lima Carvalho – Fotógrafo, Coordenação editorial, Coordenação gráfica e geral do projetoFotógrafo profissional desde 1991, atuando nas áreas de fotografia social e industrial. A partir do ano de 2005, passou a dedicar-se à publicação de livros de arte e aexposições fotográficas.Graduado em Gestão Empresarial pela Universidade de Itaúna. Possui especialização em fotografias através de: Curso de Laboratório Preto eBranco – José David Aguiar – Belo Horizonte; Curso Avançado de Fotografia – Stúdio Imagem – Belo Horizonte, Curso de Controle Tonal – José David Aguiar – Belo Horizonte,e Curso de Laboratório – Kodak – São Paulo. Tem uma dezena de livros de arte fotográfica publicados, desde 2005 com “Cidades Históricas Mineiras”, e os últimos “OuroPreto - Uma Viagem em Pedra e Ouro” (2013) e “O Brasil na Copa” (2014), "Patrimônios da Humanidade no Brasil" (2016), "Circuito da Liberdade" (2017), "Serra do Cipó"(2018) e "Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho” (2019). Vem realizando exposições por várias cidades mineiras e pelo Exterior, divulgando Minas Gerais, destacando-seas de Washington (EUA – 2005), Barcelona (Espanha 2006) e Lisboa (Portugal 2008). 2. Ana Maria Nogueira Rezende – Historiadora. Pesquisa e Textos Graduada em História pela Universidade de Itaúna, em 2002, com a monografia: “A presença de Guimarães Rosa em Itaguara- MG (1930-1932)”. Gestora Cultural desde 2006. Pesquisadora, escritora e palestrante.Publicou a obra “Transportador Mineiro - História Pioneira” em agosto de 2012, apoiada pela Federação das Empresas de Transporte de Cargas Rodoviárias do Estado deMinas Gerais - FETCEMG, Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas Rodoviárias do Estado de Minas Gerais – SETCEMG, e das Leis de Incentivo à Cultura estadual efederal.Realização de curso de Design Thinking fornecido pela Universidade de Stanford em 2013. Doutoranda e Mestre o em “Ambiente Construído e Patrimônio Sustentável” pela Escola de Arquitetura da UFMG, em 2017, com a dissertação: “Fluxos Globais no Século XVIII- A Produção Do Modus Vivendi E Operandi No Entorno Da estrada Real PicadaDe Goiás”.Em 2018 tomou posse no Instituto Histórico de Pitangui e no ano de 2019 passou a fazer parte do Conselho Consultivo da mesma instituição. Foi Professora de Projeto Interdisciplinar nos Cursos de Graduação de Design Gráfico e Pedagogia no Instituto de Educação Superior Latino-Americano/ IESLA, desde 2019. Professora de PatrimônioCultural e Memória no Curso de Extensão para a Terceira Idade no Instituto de Educação Superior Latino-Americano/ IESLA em 2019. Colabora com artigos em várias publicações e tem vários livros publicados. 3. Cristina Gonçalves Lima Carvalho – Coordenadora Editorial e Revisora de textoMestre em Educação, graduada em Letras e Pedagogia. Revisora e escritora. Mestre em Educação e graduada em Letras pela Fundação Universidade de Itaúna. Graduadaem Pedagogia e pós-graduada em supervisão escolar. Curso de Atualização em Cultura, Arte e Educação, ministrado pela Universidade de Itaúna. Experiência profissional:realiza revisões de metodologia, semântica e gramática em trabalhos acadêmicos, livros empresariais e artísticos. Realiza pesquisas documentais e iconográficas paralivros de arte. Revisora dos textos de várias obras. Redigiu textos para vários livros.Trabalha com pesquisas voltadas para projetos culturais desde 2005. Curadora de exposições de arte fotográfica no Brasil e exterior. (Currículo completo anexado)
Periodo para captação de recursos encerrado.