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O livro de fotografia "Diversidade na Saúde" é um projeto que busca retratar a riqueza e a diversidade humana no âmbito da saúde no Brasil, por meio de imagens de pessoas em diferentes contextos de saúde e cuidado. O livro busca dar visibilidade à variedade de experiências e histórias que compõem o universo da saúde, destacando as singularidades e diferenças que marcam cada indivíduo. O livro trará fotografias de pacientes, profissionais de saúde, familiares e cuidadores e suas cidades, abrangendo diferentes idades, gêneros, raças, etnias, orientações sexuais, religiões e culturas.
Sinopse O tema central do livro de memórias e fotografias "Diversidades na Saúde" é a abordagem das particularidades e desafios enfrentados por diferentes grupos sociais em relação à saúde no Brasil. O livro busca trazer uma reflexão sobre as questões de gênero, raça, orientação sexual e deficiência, e como esses fatores podem influenciar no acesso e qualidade do atendimento à saúde. Através de fotografias e relatos de pessoas que vivenciaram esses desafios, o livro pretende destacar a importância da diversidade na saúde e da inclusão de diferentes perspectivas na área. Além disso, o livro também busca informar sobre políticas públicas, projetos e iniciativas que buscam melhorar a saúde e a qualidade de vida desses grupos. Ao abordar temas como a saúde LGBTQ+, a saúde da mulher, a saúde negra, a saúde indígena e a saúde da pessoa com deficiência, o livro pretende promover uma reflexão sobre caminhos para humanização e busca por romper desigualdades, presentes na sociedade brasileira, além de incentivar uma mudança de atitude e ação em busca de uma sociedade mais justa e inclusiva. Capítulos Cada capítulo irá contar com fotos e relatos de pessoas, que vivenciam ou vivenciaram os desafios relacionados a cada temática e, também trazer informações sobre políticas públicas, projetos e iniciativas que buscam melhorar a saúde e a qualidade de vida desses grupos. A divisão dos capítulos, assim como o conteúdo, seguirá a proposta abaixo, mas é possível que ocorram mudanças por conta das questões editoriais, artísticas e a partir da produção de conteúdo, fotografias e pesquisa. Introdução 1. Florescer: a importância da saúde da mulherNeste capítulo, serão abordados temas como a evolução da prevenção e tratamento de doenças femininas, a saúde sexual e reprodutiva e os cuidados com a saúde mental das mulheres. 2. Raízes Fortes: saúde e representatividade negraEste capítulo trata discussão sobre a saúde da população negra, com foco em temas como a mortalidade materna, a prevalência de doenças como a hipertensão e diabetes, e a importância da representatividade na área da saúde. 3. Espiritualidade e Cura: a saúde indígena em foco Trata dos desafios enfrentados pela população indígena em relação à saúde, como a falta de acesso a serviços de saúde e a necessidade de respeitar as práticas tradicionais de cura. 4. Inclusão em Saúde: a luta pela acessibilidadeDesafios enfrentados por pessoas com deficiência em relação à saúde, como a falta de acessibilidade em hospitais e consultórios e a necessidade de uma abordagem inclusiva. 5. Além dos rótulos: um olhar sobre a saúde LGBTQ+Este capítulo, vamos tratar das particularidades e desafios da saúde de pessoas LGBTQ+, como a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, cuidados com a saúde mental e acesso à hormonioterapia e cirurgias de redesignação sexual.
Objetivo geral Produzir um livro de fotografia que celebre a diversidade de experiências e trajetórias de pessoas que atuam na área da saúde, por meio de registros fotográficos e depoimentos de profissionais de diferentes áreas, tais como médicos, enfermeiros, terapeutas, pacientes, ativistas, voluntários e outros profissionais envolvidos no setor. Destacando a importância da inclusão e da representatividade na promoção da saúde e do bem-estar para todos, bem como sobre os desafios e as soluções existentes para a construção de um sistema de saúde mais justo e acessível dando voz a grupos marginalizados e pouco representados na área da saúde, como pessoas LGBTQIA+, indígenas, afrodescendentes, pessoas com deficiência e outras minorias, destacando suas lutas e conquistas. Objetivos específicos - O livro será composto por uma quantidade mínima de 200 fotografias; - Produzir uma tiragem de 3.000 (três mil) exemplares do livro "Diversidades na Saúde"; - Doar XXX livros para organizações sem fins lucrativos ou instituições públicas de ensino que serão; - Estimular o diálogo e o engajamento social em torno da temática da diversidade na saúde, por meio da realização de eventos para 300 pessoas (consideramos atender 300 beneficiários, o que depende da capacidade de público dos espaços selecionados durante a pré-produção, sendo que podemos realizar um ou mais eventos, tantos quanto necessários para atingir a meta) durante as quais a equipe do projeto abordará a importância de uma reflexão crítica e consciente dos desafios da área da saúde em sua diversidade.
As principais justificativas para a aprovação e realização do projeto com recursos de incentivo fiscal são: a) A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. b) O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. c) O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; Existem diversas justificativas para contar histórias de diversidades na saúde no Brasil. Algumas delas são: A saúde das pessoas LGBTQ é uma questão relevante, já que essa população pode enfrentar discriminação e preconceito ao buscar atendimento médico. Contar histórias de pessoas que superaram essas barreiras e tiveram acesso a um atendimento médico de qualidade pode inspirar outras pessoas a buscar o mesmo. Combate à violência contra as mulheres: A violência contra as mulheres é um grave problema no Brasil e muitas vezes tem como consequência a necessidade de cuidados médicos. Contar histórias de mulheres que sobreviveram à violência e conseguiram se recuperar pode ajudar a conscientizar a sociedade sobre a importância de combater esse tipo de violência e garantir o acesso das mulheres a atendimento médico de qualidade. Equidade de gênero e raça: A equidade de gênero e raça é um tema cada vez mais relevante na sociedade brasileira. Contar histórias de pessoas que enfrentaram dificuldades ao buscar atendimento médico por conta de preconceitos de gênero e raça pode ajudar a conscientizar a sociedade sobre a importância de garantir um atendimento médico equânime para todas as pessoas, independentemente de sua identidade de gênero ou raça. Promoção da diversidade na saúde: A promoção da diversidade na saúde é um tema importante, já que a diversidade é uma característica da sociedade brasileira. Contar histórias de pessoas de diferentes identidades de gênero, raças e orientações sexuais que tiveram acesso a um atendimento médico de qualidade pode ajudar a promover a diversidade na área da saúde e incentivar a criação de políticas públicas que garantam o acesso a um atendimento médico equânime para todas as pessoas. Em resumo, a fotografia é uma forma poderosa de retratar figuras, permitindo que as pessoas sejam lembradas e seus momentos importantes sejam preservados para as gerações futuras.
Informamos, por oportuno, que as obras fotográficas que serão inseridas no livro produzido através do projeto não estão pré-definidas. Haverá captação de imagens / fotografias durante a execução do projeto. Desta forma, não é possível apresentar relação de fotos que serão utilizadas
Formato 30 X 28 cm (fechado) Português/Inglês; Capa dura com laminação fosca e verniz com “reserva”, proporcionando o efeito de se destacar uma imagem com brilho localizado; Sobrecapa inclusa; 250 páginas internas coloridas, no papel couchê 150 Gr.
Acessibilidade O projeto respeita todas as normas de acessibilidade do capítulo IV, da Instrução Normativa MINC Nº 1 DE 10/04/2023. CAPÍTULO IV DA ACESSIBILIDADE E DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO À CULTURA Seção I Das Medidas de Acessibilidade Art. 25. As propostas culturais apresentadas ao mecanismo Incentivo a Projetos Culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, de modo a contemplar: II - no aspecto comunicacional, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. § 1º Os custos com as ações de acessibilidade devem estar previstos no orçamento analítico do projeto, mesmo que oriundos de recursos próprios. § 2º O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto deverá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade. Acessibilidade de CONTEÚDO O conteúdo do livro será disponibilizado na internet em formato PDF, sem qualquer custo, de forma que poderá ser processado por sistemas de leitura e ampliação de tela. Assim, o público em geral e a pessoas com deficiência auditiva e visual poderão ter acesso ao conteúdo do livro. - Produção de 30 (trinta) impressos em com sinopse da temática abordada, de forma a viabilizar o acesso a pessoas com deficiência visual; - Os vídeos de divulgação terão legendagem; - Na medida do possível, de acordo com a disponibilidade, será contratado intérprete de libras. - Serão distribuidos panfletos em braille com todas as informações pertinentes às ações. - Na medida do possível, de acordo com a disponibilidade, será contratado intérprete de libras e o livro terá podcast. Acessibilidade FÍSICA O projeto em questão não preve acessibilidade física.
Democratização de acesso Em respeito ao art. 27 da IN n° 1 DE 10/04/2023, realizaremos a distribuição das 3.000 unidades da seguinte forma: - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores; - 20% (vinte por cento) para distribuição gratuita com caráter social e educativo; - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e - 50% (cinquenta por cento) para comercialização. Em respeito ao paragrafo 4 do art. 27 da Instrução Normativa MINC Nº 1 DE 10/04/2023, realizaremos a comercialização no valor de R$50,00. Este valor também será realizado em relação às unidades direcionadas ao preço popular. Em complemento ao artigo citado anteriormente, atenderemos o art. 28 da IN nº 01/2023, atenderemos os seguintes incisos: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Contrapartidas sociais Será realizada a distribuição de 10% do quantitativo de impressões, para distribuição gratuita, totalizando em 300 livros.
Coordenação Geral - A coordenação geral do projeto será da Rede Educare na figura de suas sócias. Marina Vayna Rodrigues: Formada em Marketing, escritora e coordenadora de projetos, com experiência em gestão e qualidade na área de projetos culturais. Kátia Rocha: Historiadora, Pós graduada em Psicopedagogia e Mestre em Comunicação, possui vasta experiência na elaboração de projetos destinado a educação de crianças, jovens e adultos, além de escritora de livros didáticos e para-didáticos. Escritores Editores: Paulo Vieira -Carioca, nascido no Carnaval de 1967, PAULO VIEIRA é jornalista. Foi redator-chefe da revista VIAGEM e TURISMO (Editora Abril) entre 2010-2013, editor especial dessa mesma revista entre 2001-2010, subeditor da VEJA SÃO PAULO entre 2000-2001, editor-adjunto do caderno Ilustrada da FOLHA DE SÃO PAULO entre 1996-1998 e repórter da VEJA SÃO PAULO entre 1991-1995. Trabalhou também no JORNAL DA TARDE e na revista VEJA. Colabora com diversas publicações como VALOR, REVISTA VAMOS/latam e PROJETO DRAFT. Foi stringer da FOLHA em Londres em 1999. É formado em jornalismo pela PUC/SP.Em abril de 2013 estreou o site JORNALISTASQUECORREM, sobre corrida de rua, atualmente com cerca de 60 mil curtidores no Facebook, grande relevância editorial e apoio do GRUPO PETRÓPOLIS.Desde 2014 atua como editor contribuinte da Revista Poder (Grupo Glamurama), em que produz o perfil/reportagem de capa, outra matéria de tendência/negócios e atua no fechamento. Reportagens de capa recentes: Luiza Trajano (março 2020), Ronaldo Pereira/Óticas Carol (fevereiro 20), Juca Oliveira Lima (dezembro 19), Gilmar Mendes (outubro 19).Para o Projeto Draft, produziu entrevistas com Pierre Berenstein (CEO da Bloomin‘ Brands no Brasil), Edison Tamascia (fundador da Farmarcas), Jorge Pacheco (State) e Tiago Santos (Husky) Fotografia: Rogério Assis -Rogério Assis iniciou sua vida profissional em 1988 na produtora DCampos, documentando tribos indígenas para o Museu Emílio Goeldi em Belém-PA. Em seguida mudou-se para São Paulo a convite da Agência Angular para trabalhar na cobertura da eleição presidencial de 1989. Em 1990 foi contratado pela Agência Estado onde trabalhou durante dois anos. Em 1992 realizou viagem de um ano pela Amazônia e mais dez ilhas do Caribe, chegando em Cuba onde viveu por três meses realizando documetário sobre a situação economica da ilha. O documentário virou reportagem especial na Revista Veja e vários outros veiculos da imprensa internacional. De 1992 a 1994, trabalhou como fotógrafo freelance para as principais publicações da imprensa nacional e internacional. Em 1994 foi contratato pelo Jornal Folha de S. Paulo onde trabalhou até 1999 exercendo também as funções de editor assistente e editor de matérias especiais. Neste mesmo ano foi enviado a Nova York como fotógrafo correspondente. Ainda no ano de 1999, como bolsista, graduou-se no laboratório de mídia digital do ICP (International Center of Photography). Foi editor de fotografia para a América Latina da Starmedia Network. Em 2000 participou da criação do Fotosite, onde exerceu cargo de Diretor Editorial. Atualmente é Editor Executivo da Editora Mandioca. Fotografos: Louise Chin e Ignacio Aronovich são fotógrafos, jornalistas e curadores. Editam o site Lost Art, um coletivo de fotografia, comportamento e arte. Chin e Aronovich viajam o mundo atrás de novidades e de lugares desconhecidos. Suas buscas os levaram a lugares como Antártida, Alaska, África, Jordânia, Laos, Camboja, entre outros destinos.A dupla já documentou algumas das provas mais difíceis do mundo como a Raid Gauloises, Elf Authentique Adventure e a Raam (Race Across America), a prova mais dura do ciclismo mundial, que cruza os EUA da costa oeste à leste. Tiveram seus trabalhos expostos na 202 Gallery, na Filadélfia (EUA), Kreuzberg, em Berlim (Alemanha), junto com Bansky, Shepaird Fairey e Swoon, no Crystal Worlds, em Innsbruck (Áustria). Em 2005, a dupla lançou como co-autora do livro “Graffiti Brasil”, pela editora inglesa Thames & Hudson. Em 2008, participou do Festival della Creatività em Florença (Itália). Os demais profissionais serão definidos a partir do momento da aprovação do projeto e de acordo com a disponibilidade dos mesmos.
PROJETO ARQUIVADO.