| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 01425787000104 | REDECARD INSTITUICAO DE PAGAMENTO S.A. | 1900-01-01 | R$ 400,0 mil |
Realizar a remontagem e nova circulação do Musical ELZA, que estreou em 2018, foi vencedor de múltiplas categorias nos Prêmios APCA, SHELL, Reverência, Cesgranrio, Bibi Ferreira, entre outros e visa celebrar a vida e obra da eterna Elza Soares.
Visto por 65 mil espectadores, espetáculo teve a aprovação irrestrita da homenageada, Elza Soares. Vencedor do PRÊMIO SHELL de Melhor Música (Pedro Luís, Larissa Luz e Antônia Adnet)Vencedor do PRÊMIO REVERÊNCIA nas categorias Melhor Espetáculo, Melhor Direção (Duda Maia), Melhor Autor (Vinícius Calderoni) e Especial – Arranjos de Letieres LeiteVencedor do PRÊMIO APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de Melhor dramaturgia (Vinícius Calderoni)Vencedor do PRÊMIO CESGRANRIO nas categorias Melhor Direção (Duda Maia) e Categoria Especial - Elenco A trajetória de Elza Soares é sinônimo de resistência e reinvenção. As múltiplas facetas apresentadas ao longo de sua majestosa carreira foram o ponto de partida para o musical “Elza”, que estreou em julho de 2018 no Rio de Janeiro.Em cena, as atrizes se dividem ao viver Elza Soares em suas mais diversas fases e interpretam outros personagens, como os familiares e amigos da cantora, além de personalidades marcantes, como Ary Barroso (1903-1964), apresentador do programa onde se apresentou pela primeira vez, e Garrincha (1933-1983), que protagonizou com ela um notório relacionamento. Ainda que muitos dos conhecidos episódios da vida da homenageada estejam no palco, a estrutura de Elza foge do formato convencional das biografias musicais. Se os personagens podem ser vividos por várias atrizes ao mesmo tempo, a estrutura do texto também não é necessariamente cronológica. Da mesma forma que músicas recentes (A Mulher do Fim do Mundo, a emblemática A Carne e Maria da Vila Matilde) se embaralham aos sucessos das mais de seis décadas de carreira da cantora, como Se Acaso Você Chegasse, Lama, Malandro, Lata D’Água e Cadeira Vazia. Marcada por uma série de tragédias pessoais – a morte dos filhos e de Garrincha, a violência doméstica e a intolerância –, a jornada de Elza é contada com alegria. “A Elza me disse: ‘sou muito alegre, viva, debochada. Não vai me fazer um musical triste, tem que ter alegria’. Isso foi ótimo, achei importante fazer o espetáculo a partir deste encontro, pois assim me deu base para saber como Elza se via e como ela gostaria de ser retratada”, conta Vinicius Calderoni, que leu e assistiu a infindáveis entrevistas que a cantora deu ao longo da vida e também pesquisou a obra de pensadoras negras, como Angela Davis e Conceição Evaristo, cujos fragmentos de textos aparecem na peça. O espetáculo foi desenvolvido ao longo de um período em que Elza se encontrava no auge de uma carreira marcada por reviravoltas e renascimentos. Ao lançar seus últimos dois discos, A Mulher do Fim do Mundo (2015) e Deus é Mulher (2018), a cantora não somente ampliou ainda mais seu repertório e sua base de fãs, como conquistou, mais uma vez, a crítica internacional, e se consolidou como uma das principais vozes da mulher negra brasileira. Classificação indicativa etária: 14 anos
OBJETIVO GERAL Realizar a remontagem e novas apresentações de um espetáculo cênico de grande sucesso, que repercutiu amplamente em 2018 e ousa por ser um musical brasileiro sobre Elza Soares, uma das maiores artistas brasileiras, que faleceu em 2022, mas possui uma obra atemporal que perpassa gerações. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A) ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: - Remontar 01 musical que reúne uma equipe de, aproximadamente, 93 pessoas, profissionais da área da cultura e atuantes no campo da economia criativa; - Realizar 01 temporada com 24 sessões na cidade do Rio de Janeiro. B) CONTRAPARTIDA SOCIAL - Realizar 01 ensaio aberto com acesso gratuito e irrestrito na primeira cidade que receberá a temporada.
Elza Soares é um ícone da música brasileira, nascida no Rio de Janeiro, em 23 de junho de 1937. A grande Diva da MPB, nascida e criada em uma favela, filha de lavadeira, casou-se aos 12 anos e aos 13 já era mãe. Por essa época participou do programa do Ary Barroso e ganhou a nota máxima. No final da década de 50 foi em turnê com Mercedes Batista para Argentina, onde passou um ano. Seu primeiro sucesso veio com o compacto "Se Acaso Você Chegasse" (Lupicínio Rodrigues), onde introduziram um scat a lá Louis Armstrong, injetando uma jazzficação no samba divergente da bossa nova. Em seguida mudou-se para São Paulo, onde passou a se apresentar em diversas casas de espetáculos, fazendo sucesso com sua voz rouca e marcante. Depois de gravar seu segundo disco, "Bossa Negra", viajou para o Chile em 1962 como representante do Brasil na copa do mundo. Foi então que conheceu o jogador Mané garrincha, seu segundo marido. Admirada por grandes artistas Elza é gigante! Faleceu em 2022, mas antes disso ainda gravou "A Mulher do Fim do Mundo", sob produção musical de Guilherme Kastrup, que uniu a cena musical da vanguarda paulista à voz da cantora. Elza Soares continuava com agenda cheia, e com uma vitalidade sobrenatural para seguir com sua respeitada carreira, mesmo após tantos anos de estrada. O projeto é uma homenagem do teatro à grande diva negra da MPB, Elza Soares. O musical, com texto de Vinícius Calderoni e direção de Duda Maia, estreou em julho de 2018, no Rio de Janeiro, passando por São Paulo, Salvador, Belo Horizonte, Natal, Recife, Maceió, Curitiba, cinco cidades do interior de São Paulo e Porto Alegre. Em pouco tempo se consagrou como destaque na cena teatral atual, somando 18 prêmios recebidos, 47 indicações e mais de 120 mil espectadores. A partir do Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos seguintes incisos: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. A partir do Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto tem como objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
Não se aplica.
PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS 01 temporada com 24 apresentações no Rio de Janeiro Duração do espetáculo: 140 minutos DEMOCRATIZAÇÃO E AMPLIAÇÃO DO ACESSO - 01 ensaio aberto do espetáculo antes da estreia da temporada AÇÃO DE CONTRAPARTIDA SOCIAL - 01 palestra formativa após o ensaio aberto Público: pessoas estudantes da rede pública de ensino (acompanhadas de professores). Síntese: Como forma de complementação da experiência do público que terá o primeiro acesso a esta obra dramatúrgica, ocorrerá um ensaio aberto com uma palestra formativa na sequência. Para esta ação não é necessário inserção de nova rubrica na planilha orçamentária, tendo em vista que a ação será realizada por membro da equipe técnica ou elenco, que será definido na etapa de pré-produção.
PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: - Escolha prioritária de espaços que já atendam às normas de acessibilidade física. Caso não possuam, a equipe se responsabiliza por facilitar o acesso a pessoas com deficiência física ou com dificuldades de locomoção. Acessibilidade para deficientes visuais: - Descrição de imagens em postagens nas redes sociais do espetáculo, com o uso da hashtag #PraCegoVer, como forma de atender a deficientes visuais; - Audiodescrição em 05 apresentações durante a temporada. Acessibilidade para deficientes auditivos: - Intérprete de libras em 05 apresentações durante a temporada. Acessibilidade para deficientes intelectuais: - Monitor para apoio de pessoas com deficiências intelectuais no intuito de auxiliar na mediação dos conteúdos transmitidos pelo espetáculo em 05 apresentações durante a temporada. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: - Escolha prioritária de espaços que já atendam às normas de acessibilidade física. Caso não possuam, a equipe se responsabiliza por facilitar o acesso a pessoas com deficiência física ou com dificuldades de locomoção. Acessibilidade para deficientes visuais: - Descrição de imagens em postagens nas redes sociais do espetáculo, com o uso da hashtag #PraCegoVer, como forma de atender a deficientes visuais; - Audiodescrição na ação de contrapartida social. Acessibilidade para deficientes auditivos: - Intérprete de libras na ação de contrapartida social. Acessibilidade para deficientes intelectuais: - Monitor para apoio de pessoas com deficiências intelectuais na ação de contrapartida social. Auxilia na mediação dos conteúdos transmitidos.
O projeto respeitará o Art. 27º da IN Nº 1/2023, contendo em seu plano de distribuição: • 10% dos ingressos das atividades para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; • até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; • mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Conforme Art. 28º da IN Nº 1/2023, adotaremos a seguinte medida de ampliação de acesso: • realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Será oferecido ao público em geral, 01 ensaio aberto no Rio de Janeiro.
TEXTO - VINICIUS CALDERONI DIREÇÃO - DUDA MAIA DIREÇÃO MUSICAL - PEDRO LUÍS - LARISSA LUZ - ANTÔNIA ADNET DIREÇÃO DE CRIAÇÃO - ANDRÉA ALVES DIREÇÃO DE PROJETOS – LEILA MORENO DIREÇÃO DE PRODUÇÃO - RAFAEL LYDIO COORDENAÇÃO GERAL - PARAGOGI Vinicius Calderoni – TEXTO Vinicius Calderoni nasceu em 1985, em São Paulo, e tem desenvolvido sua carreira entre o teatro, a música e o audiovisual. Em 2010, fundou, junto com Rafael Gomes, a companhia Empório de Teatro Sortido. Escreveu e dirigiu Não nem nada (2014), pelo qual foi indicado ao Prêmio Shell de melhor autor, e Ãrrã (2015), que lhe rendeu o Prêmio Shell de melhor autor. Calderoni integra o coletivo 5 a Seco, que lançou os álbuns Ao vivo no Auditório Ibirapuera (2012) (indicado ao Prêmio da Música Brasileira na Categoria Melhor Grupo de MPB) e Policromo (2014). Também lançou dois álbuns solo, Tranchã (2007) e Para abrir os paladares (2013), e é parceiro de importantes compositores como Lenine, Tó Brandileone e Celso Viáfora. Formado em Cinema pela FAAP, foi montador de Os sapatos de Aristeu (2008), de Luiz René Guerra, filme vencedor de mais de 50 prêmios no Brasil e no exterior. Também foi roteirista e redator final da série De perto ninguém é normal (GNT) e do quadro “Massaroca”, exibido dentro do programa Metrópolis (TV Cultura). Como ator, esteve nos filmes Mãe só há uma (2016), de Anna Muylaert, Um namorado para minha mulher (2016), de Júlia Rezende, e na série Louco por elas (TV GLOBO), com direção-geral de João Falcão. Duda Maia – DIREÇÃO Formada pela Escola de dança Angel Vianna, onde lecionou dança contemporânea durante 13 anos. Foi professora de corpo do Curso Profissionalizante de Atores da CAL – Casa das Artes de Laranjeiras de 1998 até 2008. De 1996 até 2006 foi diretora e coreógrafa da Trupe do Passo, Cia. De Dança contemporânea que tinha sua pesquisa baseada na cultura popular do NE. Este grupo foi subsidiado pela Prefeitura do Rio de Janeiro e criou diversas parcerias com grupos de dança popular e brincantes de Pernambuco. Trabalhou como diretora de movimento com os diretores: André Paes Leme, João Falcão, Karen Acioly, Mauro Mendonça Filho, Aderbal Freire-Filho, Dudu Sandroni, Bruno Garcia, Michel Bercovitch, Fábio Ferreira, Guel Arraes ( nos filmes, Lisbela e o Prisioneiro e Romance ), Marcelo Morato (Contos e Cantigas Populares - onde ganhou o Mambembe de melhor espetáculo juntamente com Marcelo Morato e Agnes Moço), João das Neves, Paulo José, Vera Fajardo, Paulo de Moraes e Ivan Sugahara. Em 2012 assinou a direção do espetáculo infantil Uma Peça Como Eu Gosto, da Cia. Histórias Pra Boi Dormir juntamente com Lucio Mauro Filho, com este espetáculo ganhou o prêmio de melhor direção – Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil 2012. Dirigiu o espetáculo “Clementina, Cadê Você?”, musical inspirado na vida de Clementina de Jesus, que estreou em outubro de 2013. A estreia deste trabalho foi em março de 2014. Trabalhou como Diretora Cênica do show Elizethíssima, projeto que teve idealização de Herminio Bello de Carvalho, com as cantoras Alaíde Costa e Aurea Martins, prestando uma homenagem a Elizeth Cardoso. É diretora do show “Farra dos Brinquedos” uma banda que trabalha com músicas originais e ritmos brasileiros, destinada ao público infantil. Fez a direção de movimento dos próximos trabalhos da Cia. Atores de Laura “A Pena Carioca”. Em 2015, trabalhou com a Cia PeQuod, assinando a direção de movimento de “A feira de Maravilhas do Fantástico Barão Munchausen”. Diretora premiada por “Uma Peça Como Eu Gosto”, “A Gaiola” e ‘Auê’ (2016), estrelado pela Cia.Barca dos Corações Partidos, Duda Maia trouxe todo o seu reconhecido trabalho corporal para o desenvolvimento da linguagem da encenação do musical. Com ”ELZA” já ganhou 4 prêmios de Melhor Direção. Pedro Luís - DIREÇÃO MUSICAL Seu trabalho foi considerado inovador por misturar as batidas de rap, samba, hip hop, maracatu e funk em suas composições. Na década de 1990 teve composições gravadas por artistas como Fernanda Abreu, O Rappa, Ed Motta, Cidade Negra, Adriana Calcanhoto e Ney Matogrosso. Em 1996 se uniu ao baixista Mário Moura e aos percussionistas Sidon Silva, Carlos Alexandre Ferrari e Celso Alvin para formar o grupo Pedro Luís e a Parede. Larissa Luz - DIREÇÃO MUSICAL Atriz, cantora e compositora brasileira. A cantora é filha da professora de português Regina Luz, Larissa Luz cursou canto e teclado no Tom Musical e estudou violão e teatro na UFBA. Lançou o seu primeiro álbum de estúdio em 2012, Mundança tem 9 faixas. Em 2016, a cantora lançou o seu segundo álbum de estúdio, Território Conquistado foi indicado ao Grammy Latino 2016 na categoria de Melhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa. A cantora interpretou Elza Soares no musical Elza em 2018 e, no ano seguinte, Larissa Luz foi a intérprete oficial da São Clemente com Bruno Ribas e Leozinho Nunes, o trio interpretou a nova versão do samba enredo E o Samba Sambou. Em 2019, foi a intérprete oficial da São Clemente, onde formou trio com Bruno Ribas e Leozinho Nunes. Seu disco Trovão foi eleito um dos 25 melhores álbuns brasileiros do primeiro semestre de 2019 pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Antônia Adnet - DIREÇÃO MUSICAL A produtora, compositora, violonista, arranjadora e cantora tem 3 álbuns solo: Discreta (2010), Pra dizer sim (2012) e Tem + Boogie Woogie no Samba (2015) – todos lançados pela Biscoito Fino. Formada em música (arranjo) pela UNI-Rio, fez parte da banda da cantora Roberta Sá entre 2005 e 2012, como violonista e vocalista, participando de shows pelo Brasil e exterior. Fez a direção musical - com Pedro Luís e Larissa Luz - do espetáculo Elza (2018), vencendo o Prêmio Shell de Teatro - melhor música, entre outros prêmios. Foi assistente de direção musical do espetáculo Gota D’água [a seco] em 2016, do cd/dvd Jobim Jazz ao vivo - de Mario Adnet (indicado ao Grammy Latino 2016) dos cds Dorival Caymmi Centenário - de Dori Caymmi e Mario Adnet (indicado ao Grammy Latino 2015) e Um olhar sobre Villa-Lobos - de Mario Adnet (indicado ao Grammy Latino 2013), entre outros. Andrea Alves – DIREÇÃO DE CRIAÇÃO A carioca Andréa Alves fundou a Sarau Agência quando concluía seus estudos em jornalismo, nas Faculdades Integradas Hélio Alonso, e produção cultural, na Universidade Cândido Mendes. O prazer pela música encostou no apreço pela escrita e pela história da cultura nacional. Junto a um lado bastante pragmático de organização e gestão, construiu uma trajetória sólida, alcançando reconhecimento no Brasil, com a idealização e realização dos espetáculos de maior sucesso de público e mais premiados nos últimos anos. Em 2018, o jornal Folha de São Paulo a procurou para fazer uma matéria sobre a originalidade e brasilidade de suas produções, que reinventaram o mercado de musicais no Brasil: http://bit.ly/AndreaFolhaSP_POR Leila Maria Moreno – DIREÇÃO DE PROJETOS Produtora há 25 anos, formada em Artes Cênicas pela Universidade do Rio de Janeiro | Uni-Rio. Produtora experiente, trabalhou ao lado de grandes diretores, atores, criadores e importantes companhias cariocas. Produtora de dezenas de projetos culturais e algumas edições dos principais festivais de teatro do Rio de Janeiro. Além de temporadas no eixo Rio-São Paulo, coordenou produções que circularam por todo o país, participando da agenda dos grandes festivais nacionais e circulações internacionais. Coordenou projetos executados em palcos abertos, com gerenciamento de estrutura para grandes plateias. Ex-parecerista do Ministério da Cultura e muitas vezes analista de projetos em editais. Atualmente integra o corpo docente do MBA em Gestão e Produção Cultural da UniCarioca e é diretora de projetos da Sarau Cultura Brasileira. O proponente será responsável por realizar a COORDENAÇÃO GERAL, GESTÃO FINANCEIRA e DIREÇÃO DE PRODUÇÃO. Responsabilizando-se por acompanhar o cumprimento de todos os trâmites legais e objetivos propostos.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.