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Montagem e temporada do musical "Orlando Silva, O Cantor das Multidões de autoria de Wagner Campos.
A peça tem início no ano de 1974, com Orlando Silva registrando seu histórico depoimento gravado para o Museu da Imagem e do Som, no Rio de Janeiro. Na encenação dessa antológica gravação, o “Cantor das multidões” inicia seu depoimento contando como aos oito anos de idade já se apresentava em festas e rodas de amigos da vizinhança de onde nasceu no bairro do Engenho de Dentro, Zona Norte do Rio de Janeiro, exercitando seus primeiros passos na profissão que iria consagrá-lo como um dos maiores artistas populares do Brasil de todos os tempos. E conta ainda como neste ínterim ganhou a vida trabalhando como estafeta, balconista e trocador de ônibus, sendo constantemente incentivado por seu irmão Edmundo e amigos de trabalho. Ao longo da entrevista vai sendo encenado o desenrolar de sua trajetória profissional iniciada no ano de 1934 quando o jovem cantor, contando então 18 anos, é levado ao rádio pelas mãos do compositor Bororó e do cantor e empresário Francisco Alves, também conhecido como “Chico Viola”, o Rei da Voz, quando este último, por insistência do primeiro, concorda em ouvir Orlando, em “audição” informal realizada dentro do automóvel do Rei da Voz, estacionado no Centro, nas proximidades do Café Nice, famoso restaurante carioca e ponto de encontro de todos os compositores e artistas do Rio de Janeiro da época. Conforme a personagem de Orlando Silva vai narrando na entrevista, as histórias vão sendo encenadas, sempre entremeadas por suas canções, desde sua estreia oficial no programa do próprio “Chico Viola”, na Rádio Cajuti do Rio de Janeiro passando pelas gravações em disco de seus maiores sucessos. A peça irá abordar os principais aspectos da vida e da obra desse cantor que exerceu enorme fascínio em todo o Brasil, dono de uma voz privilegiada, merecidamente reconhecido como um dos mais importantes artistas brasileiros de todos os tempos.
Objetivo Geral: Relizar a montagem e temporada do musical "Orlando Silva, O Cantor das Multidões. Queremos apresentar um espetáculo musical brasileiro, com uma dramaturgia originaL, explorando a versatilidade do trabalho do ator e suas potencialidades na atuação e representação, oferecendo ao público, um espetáculo de qualidade que conta com uma equipe de criação e técnica de relevância para o teatro brasileiro. Objetivo específico: A) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: - Realizar 3 meses de ensaios. Temporada com 32 apresentações teatrais do musical "Orlando Silva, O Cantor das Multidões"" com vendas de ingressos no Rio de Janeiro. Serão realizadas 4 apresentações por semana de quinta a domingo, durante 2 meses de execução do projeto no Rio de Janeiro e dois Ensaios Abertos gratuitos. Plano de Distribuição: Rio de Janeiro: Quantidade: ingressos / Quantidade de venda: 16.100 ingressos /Inteira - 4.050/ Meia - 4.050/Popular - 1.620/Patrocionador - 1.620/Divulgação - 1.620/Distribuição gratuita: 3.240 B) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar Oficina com de 06h/aula com emissão de certificado, no Rio de Janeiro. (proposta no anexo) Responsável: Wagner Campos Tema: A IMAGEM DO SOM Tempo de curso: 08 horas Quantidade: 300 pessoas Público alvo: profissionais do Teatro _ Diretores, Atores, Compositores, Sonoplastas, etc. e 50% para professores e alunos da rede pública de ensino e ONG´s. A oficina a A imagem do som tem como objetivo instrumentalizar profissionais que atuam na área teatral, desenvolvendo um conjunto de recursos voltados para uma ação integrada com a música, tendo como elemento de ligação as diversas possibilidades de ver/ouvir, através da articulação entre som e cena/música e dramaturgia. Ainda, objetiva preencher lacunas existentes nos cenários regionais de produção das artes cênicas, contribuindo para o processo da produção brasileira de hoje.
Orlando Silva é considerado um dos maiores cantores da música popular brasileira, tanto no sentido qualitativo quanto no quantitativo, fato esse comprovado pela alcunha conferida a ele de "cantor das multidões". Feito cantor desde aproximados oito anos de idade, no entanto sua carreira profissional teve início somente em 1934, quando contava então 19 anos, dando início a uma trajetória sem precedente até então, em todo o país. É entre os anos de 1935 e 1942, considerados como a primeira e mais importante fase de sua carreira, que o cantor registra a quase totalidade de seus maiores sucessos, então no auge de seu potencial vocal e de sua popularidade. É justamente essa trajetória que o projeto de encenação teatral de Orlando Silva, O cantor das multidões, pretende trazer à tona, objetivando oportunizar a uma plateia bastante ampla tanto a possibilidade de conhecer quanto a de relembrar a importância cultural desse importante cantor no cenário da Música Popular Brasileira de todos os tempos. Baseado em uma pesquisa histórica minuciosa, a peça teatral pretende abordar os principais e mais significativos momentos da atribulada vida do cantor, desde sua infância até o seu falecimento, desde o seu período de absoluto sucesso até o seu período de ostracismo, apesar de ainda reconhecido por grande parte do público que o aclamou. Falecido no ano de 1978, Orlando Silva deixa um profundo legado a canção popular brasileira, talvez a mais importante contribuição ao segmento, influenciando gerações de cantores e compositores até os dias de hoje. Assim, justifica-se plenamente o projeto de encenação em tela, certo da importância cultural que a proposta encerra. Com o projeto de encenação de Orlando Silva _ O Cantor das Multidões, a Cia Limite 151 pretende possibilitar ao grande público o reencontro com um dos mais importantes cantores de nosso país e com as criações musicais que o tornaram um dos mais queridos e populares artistas brasileiros de todos os tempos. Art. 1º da Lei 8313/91 a proposta se enquadra nos incisos abaixo. I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Art. 3° da Lei 8313/91 serão alcançadas com o projeto.II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
Serão 10 atores e 5 músicos em cena. Realizaremos 2 ensaios abertos gratuitos ao público em geral.
O Teatro que será escolhido pela produção oferecerá facilidades para a locomoção no espaço (banheiros, rampas, guias tãteis). Produto: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS- Acessibilidade Física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc.- Acessibilidade para Deficientes Visuais: Serviço de Áudiodescrição – item na planilha orçamentária (serviço de áudiodescrição)- Acessibilidade para Deficientes Auditivos: intérprete em Libras – item na planilha orçamentária (Intérprete em Libras)- Acessibilidade para pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoasque desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Entraremos em contato com Instituições para garantir mobilidade eacessibilidade para essas pessoas. (não há este orçamento na planilha) CONTRAPARTIDA SOCIAL- Acessibilidade Física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc.- Acessibilidade para Deficientes Visuais: Serviço de Áudiodescrição – item na planilha orçamentária (serviço de áudiodescrição)- Acessibilidade para Deficientes Auditivos: intérprete em Libras – item na planilha orçamentária (Intérprete em Libras)- Acessibilidade para pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoasque desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Entraremos em contato com Instituições para garantir mobilidade eacessibilidade assistida para essas pessoas. (não há este orçamento na planilha) Art. 27. Dos programas, projetos e ações realizados com recursos incentivados, total ou parcialmente, deverá constar formas para ademocratização do acesso aos bens e serviços resultantes, com vistas a:II - proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003 (*), eportadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999 (**);(*) Art. 23. A participação dos idosos em atividades culturais e de lazer será proporcionada mediante descontos de pelo menos 50%(cinqüenta por cento) nos ingressos para eventos artísticos, culturais, esportivos e de lazer, bem como o acesso preferencial aosrespectivos locais.(**) Art. 46. Os órgãos e as entidades da Administração Pública Federal direta e indireta responsáveis pela cultura, pelo desporto, peloturismo e pelo lazer dispensarão tratamento prioritário e adequado aos assuntos objeto deste Decreto, com vista a viabilizar, sem prejuízode outras, as seguintes medidas:Parágrafo único. Os projetos culturais financiados com recursos federais, inclusive oriundos de programas especiais de incentivo à cultura,deverão facilitar o livre acesso da pessoa portadora de deficiência, de modo a possibilitar-lhe o pleno exercício dos seus direitos culturais.A produção do espetáculo garante a preferência por apresentações em espaços que estejam adaptados as necessidades dos portadores dedeficiência, pessoas idosas e que tenham funcionários qualificados a atender o público com necessidades especiais.AS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE SERÃO ADOTADAS PARA 100% DAS APRESENTAÇÕES DO ESPETÁCULO E DO CURSO DA CONTRAPARTIDA SOCIAL
Art. 23 O Plano de Distribuição da proposta deve assegurar a democratização do acesso (Anexo I) aos produtos, bens, serviços e açõesculturais produzidos, contendo:b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 doDecreto nº 10.755, de 26 julho de 2021;d) até dez por cento para distribuição gratuita promocional pelo proponente; Art. 24 Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (AnexoI): IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aosprojetos, tais como: a) ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativodas apresentações;
PROPONENTE:L. W. PRODUÇÕES será A COORDENADOR GERAL, GERENCIA FINANCEIRA e ATOR (Edmundo Lippi) WAGNER CAMPOS - AUTOR E DIRETOR / JOSÉ DIAS – CENÁRIO / NEY MADEIRA - FIGURINOS / ROGÉRIO WILTGEN - ILUMINADOR / ADELSON FÉLIX BAIGON – DIREÇÃO MUSICAL e ARRANJOS. ELENCO CONFIRMADO: ROGÉRIO BRITO, EDMUNDO LIPPI, RAFAEL CANEDO, GLÁUCIA RODRIGUES E NEDIRA CAMPOS MINI CURRÍCULUM EDMUNDO LIPPI – ATOR E COORDENADORA partir de 1992 produz e atua nos espetáculos: “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare, direção de Cláudio Torres Gonzaga; “O Mercador de Veneza” de William Shakespeare, direção de Cláudio Torres Gonzaga. “À Margem da Vida” de Tenesse Williams, direção de Roberto Vignati. “Frankenstein” de Mary Shelley, direção de Angela Leite Lopes. “As Malandragens de Scapino” de Molière, direção de JoãoBethencourt; “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton, direção Sidnei Cruz; “O Avarento” de Molière, direção de João Bethencourt; “A Moratória” de Jorge Andrade, direção de Sidney Cruz; “As Eruditas” de Molière, direção de José Henrique; “Thérèse Raquin” de Émile Zola, direção de João Fonseca; “Auto Compadecida” de Ariano Suassuna, direção de Sidnei Cruz; “O Doente Imaghinário” de Molière, direção deJacqueline Laurence; “Vaidades&Tolices” de Anton Tchekov, direção de Sidnei Cruz e “O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna, direção de Wagner Campos e Gláucia Rodrigues. JOSÉ DIAS – CENÓGRAFO Mestre e Doutor pela Universidade de São Paulo, desenvolvendo pesquisa sobre a arquitetura cênica no Brasil, o carioca José Dias começou sua carreira de cenógrafo em 1969. Ao teatro dedica maior parte do seu tempo, não só através de trabalhos profissionais, mas também pelo desempenho de funções acadêmicas. Como cenógrafo e figurinista, já participou de mais de 250 espetáculos. Da qualidade desses trabalhos resultaram indicações e prêmios; para o troféu Mambembe, em 1983, 1984, 1985, 1986 e 1997; para o Prêmio Molière, em 1997; em, recebeu o prêmio IBEU de teatro em 1985; com o prêmio Medalha de Ouro e Prêmio Viagem; o prêmio Shell de melhor cenografia em 1992, 1995 e 1996 e em 1994 o prêmio Oscarito (SATED) como melhor cenógrafo do ano no Rio de Janeiro. WAGNER CAMPOS – AUTOR, DIRETOR E OFICINEIRO Diretor Teatral, compositor, pesquisador, arranjador, diretor/produtor musical e musicista especializado em instrumentos antigos e tradicionais de cordas dedilhadas. Fundador da Cia Limite 151 em 1991, adaptou para o teatro as obras Dom Quixote de La Mancha de Miguel de Cervantes (1991) e Os Contos de Canterbury de Geofrey Chaucer (2004). Escreveu o musical “Vicente Celestino - A Voz Orgulho do Brasil que foi encenado em 2010 no Rio de Janeiro com a direção de Jacqueline Laurence.Em 2016 dirigiu a peça “O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna e em 2022 remontou o espetáculo “O Doente Imaginário” de Molière. É compositor, arranjador, instrumentista, diretor e produtor musical em mais de trinta produções em Teatro, Televisão e Cinema, atuando desde o ano de 1979. Entre 1998 e 2008 foi curador musical do Projeto SONORA BRASIL – Circuito Nacional de Música, do Sesc Nacional. Entre 2008 e 2016 dirigiu o NPAV – Núcleo de Produção de Audiovisual, do Sesc Nacional. NEY MADEIRA - FIGURINOS Cenógrafo, figurinista e arquiteto (EAU-UFF), desenvolve trabalhos na área teatral desde 1990. Trabalhou junto a diretores como Aderbal Freire filho, Wolf Maya, João Bethencourt, Amir Haddad, Flávio Marinho, João Fonseca, Jorge Fernando, Luiz Arthur Nunes e Augusto Boal. Em teatro infanto-juvenil, obteve treze indicações para os prêmios Mambembe e Coca-cola, tendo recebido o Prêmio Mambembe de MelhorFigurino de 1997, pelos espetáculos “Tuhu, o Menino Villa Lobos” e “Quem Segura esse Bebê”, e os prêmios Coca-Cola de Melhor Figurino de 1992, por “Tartufo”, e de 1998, por “Viva o Zé Pereira”.Em 2009 recebeu o PREMIO APTR como Melhor Figurinista pelos espetáculos O Santo e A Porca de Ariano Suassuna e ENTROPIA de Rodrigo Nogueira. Em 2018 indicado ao Prêmio Shell e Prêmio Cesgranrio pelos figurinos do musical “BIBI –UMA VIDA EM MUSICAL. ROGÉRIO WILTGEN - ILUMINADORRealizou o projeto de Iluminação cênica de mais de 150 espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe, Coca-cola e Cultura Inglesa de Teatro. Trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Jacqueline Laurence, Jorge Fernando, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel, Sérgio Britto, entre outros. Em 2018 recebeu o PrêmioBotequim Cultural pelo musical “Bibi, uma Vida em Musical”. Em 2020 recebeu o Prêmio Cesgranrio de Teatro e o Prêmio Shell peça luminação do musIcal "A Cor Púrpura O Musical , com direção de Tadeu Aguiar. ROGÉRIO BRITO - ATOR Estreou na televisão como Joca na novela "Bicho do Mato" da Record. Em 2016 fez seu primeiro trabalho na Rede Globo na novela "Escrava Mãe" e no mesmo ano participou da série da Netflix "3%". Atualmente ele interpreta o vilão Emídio na novela "Deus Salve o Rei". RAFAEL CANEDO – ATOR No teatro seus últimos trabalhos foram: “Auto da Compadecida” de Ariano Suassuna, direção de Sidnei Cruz em (15/22); “Fazendo História” de Alan Bennett, direção de Gláucia Rodrigues em (14); “O Estranho Caso do Cachorro Morto” de Mark Haddon, direção de Moacyr Góes em (14) e "Porcos com Asas" -vencedor do prêmio de melhor espetáculo na FITA 2012 - sob a direção de Claudio Handrey (12).Foi Indicado aos Prêmios: Melhor ator pelo prêmio CESGRANRIO de Teatro pelo espetáculo “O estranho caso do cachorro morto” - 2014// Melhor Ator da Mostra Adulta no Festival de Teatro do Rio de Janeiro com a "Carroça dos Desejos" - 2012 GLÁUCIA RODRIGUES – ATRIZ Bacharel em artes cênicas pela UNIRIO, Gláucia estreou no teatro em 1981 em Nelson Rodrigues: O Eterno Retorno, de Nelson Rodrigues, com direção de Antunes Filho, participando de festivais de Teatro em Londres e Berlim. Em 1982 atuou em Macunaíma, de Mário de Andrade, com direção de Antunes Filho, cumprindo uma excursão pela América do Sul e Europa, num total de nove países. Trabalhou ainda em montagens de, A Comédia dos Erros (1992), As Malandragens de Scapino (1995), O Olho Azul da Falecida (1996), A Moratória (01), O Avarento (2002), O Doente Imaginário (2005), As Preciosas Ridículas (2006) , As Eruditas (2007) e O Santo e a Porca (2008) e Therese Raquin, de Émile Zola (2011) e na remontagem do musical Vicente Celestino – A Voz Orgulho do Brasil, de Wagner Campos (2012) e Auto da Compadecida de Ariano Suassuna (2012). NEDIRA CAMPOS – ATRIZ Estreou no Teatro em 1979, no infantil "Três Peraltas na Praça". Foi dirigida por nomes como Sérgio Britto, Jacqueline Laurence, Bernardo Jablonski, Jorge Takla, Luiz Mendonça, Luiz Carlos Arutin, José Renato, Atílio Riccó e Antônio DeBonis, entre outros. Seu primeiro espetáculo adulto foi "O Marginal", em 1981. Atuou em seguida em "Mame-o ou Deixe-o", "A República dos Prazeres", "A Tocha na América","Sem Sutiã", "Os Japoneses não Esperam", "O Peru", "Tem um Tenor no Meu Banheiro", "Camas Redondas, Casais Quadrados", "Quem Programa Ação, Computa Confusão", "JK", "A Comédia dos Amantes", "Ato Cultural", "Nos Tempos de Martins Pena", "Cafona Sim, E Daí?", "Meninos, Eu Vivi", "Ai Ai Brasil", "De Getúlio a Getúlio", "O Doente Imaginário", "´Ultima Cena para Lorca" e "Sucessos da Atlântida".
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.