| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 861,8 mil |
O projeto tem como objetivo circular espetáculos teatrais e cinema na rua em cidades do estado de Minas Gerais, promovendo o acesso a bens culturais para a população. Os espetáculos e filmes são voltados ao público infantil, gratuitos e direcionados a crianças de escolas públicas e público famíliar.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - A seleção dos espetáculos teatrais será feita pelo curador Eugênio Tadeu e diretora Artística Anaís Della Croce, levando em consideração os itens listados nos objetivos e justificativa do projeto. Ambos profissionais possuem currículo na área, em anexo a este projeto. As peças serão do gênero infantil, direcionada às crianças de 4 a 10 anos. As peças terão roteiros originais e autorais dos grupos, ou adaptados com identidades próprias. Os temas abordarão questões diversas do universo infantil como o brincar, a natureza e a vida social. Os espetáculos terão em média 40 minutos de duração. PRODUTO: MOSTRA AUDIOVISUAL Os filmes serão escolhidos pela diretora artística Anaís Della Croce, e uma referência do seu trabalho de curadoria é o evento Mostra CineCidade, material em anexo. PRODUTO: OFICINAS As oficinas acontecerão em escolas públicas, em parceria com as Secretarias de Educação de cada município. Terão duração de 40 minutos e ocorrerão ao longo do período de aula, oferecendo conteúdo formativo e sensibilizador dentro do universo do teatro, para as crianças e professoras. O coordenador das oficinas fará formação com os oficineiros contratados e fará a curadoria dos temas de cada oficina mediante diálogo com as escolas, podendo abordar: jogos e brincadeiras tradicionais, improvisação, contação de histórias.
Objetivo Geral (mantido)Proporcionar a exibição de espetáculos teatrais, filmes brasileiros e realização de oficinas artísticas para crianças de 4 a 10 anos. Espera-se com este projeto oferecer acesso, reflexão e fruição de itens fundamentais para esta faixa etária: o brincar, a arte, o teatro, a musicalidade, a sensibilidade estética. Ao mesmo tempo, o projeto oferecerá oportunidade a grupos artísticos de desenvolverem seus repertórios circulando por cidades em uma lógica de pequena turnê, favorecendo a sustentabilidade, a formação de público e plateia e a articulação de cadeias produtivas locais no campo da cultura no interior do país.Objetivos Específicos (alterado)32 apresentações de espetáculos teatrais, direcionados ao público infanto-juvenil.15 exibições de filmes de produção brasileira, direcionados ao público infanto-juvenil.108 oficinas de artes para crianças e adolescentes.10 cidades contempladas.
Faz-se necessário a Lei de Incentivo à Cultura para subsidiar este projeto cultural gratuito para a população, de maneira que não seria possível promover este acesso sem o incentivo, visto que são atividades gratuitas e voltadas para um público de baixa renda. O projeto é realizado em cidades e pequenos municípios do interior do estado de Minas Gerais e se enquadra nos incisos I, II, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313/91, a saber: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, o projeto tem por objetivo, entre os elencados no Artigo 3° da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
32 espetáculos teatrais infantil itinerante15 exibições de cinema infantil itinerante108 oficinas formativas.10 cidades16 meses Público total estimado: 15.460 pessoas
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, espaços para pessoas em cadeira de rodas. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: tradução ao vivo em libras em 6 apresentações.audiodescrição via transmissão sem fio em 4 apresentações. PRODUTO: MOSTRA AUDIOVISUAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, espaços para pessoas em cadeira de rodas. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: tradução ao vivo em libras em 2 longa-metragens.audiodescrição via transmissão sem fio em 2 longa-metragens. Em atendimento à diligência enviada em 04/07/2023 pela Secretaria do Audiovisual esclarecemos: No presente projeto as ações de acessibilidade para pessoas surdas contemplam 27% das sessões de teatro e 16% das sessões de cinema, as ações de acessibilidade para pessoas cegas ou baixa visão contemplam 18% das sessões de teatro e 16% das sessões de cinema. Estas quantidades são propostas baseadas na experiência do proponente em realizar eventos de rua e internos em cidades no interior de Minas Gerais, todos com oferta de acessibilidade e ampla mobilização do público deficiente e nos seguintes argumentos: - As cidades do interior de Minas Gerais não possuem fornecedores de audiodescrição, fazendo com que tenhamos que contratar equipe de Belo Horizonte (capital) e arcar com custos de deslocamento, alimentação e hospedagem para equipe de pelo menos 3 pessoas (narrador, auxiliar de distribuição de rádios, motorista/montador de cabine). O custo deste serviço é em média 6 mil reais para o interior de Minas Gerais - Ao exibir filmes que foram feitos com recursos públicos estes já dispõem do canal de áudio, sendo necessário entretanto que contratemos a mesma equipe acima descrita, sem a figura do narrador. O custo cai pouco. - Ao exibir uma grande quantidade de filmes brasileiros independentes, de baixo orçamento, sem patrocínio, estes não dispõem do canal de áudio. Se a mostra envolve por exemplo 30 curtas metragens, o custo acima descrito é multiplicado de maneira exorbitante pelos fornecedores disponíveis. - A população cega e baixa visão de cidades interioranas não tem hábito de sair de casa a noite para eventos pelos seguintes motivos: a cidade não é acessível, não existem pisos táteis, sinais semafóricos sonoros, não há cultura de acolhimento pelos moradores e, muitas vezes a pessoa com deficiência visual possui também deficiência intelectual, dificultando ainda mais sua mobilidade na cidade. - Há baixa incidência de pessoas com deficiência em cidades muito pequenas pois a grande maioria se muda para centros maiores onde terão mais acesso a aprendizagem acessível. Há cidades que a Secretaria de Saúde e Agentes Comunitários de Saúde (ACS) não contabilizam pessoas cegas. - A Lei da Escola Inclusiva não é praticada em grande parte dos municípios interioranos. Secretarias de Educação oficializam que não existem crianças com deficiência cadastradas na rede de ensino. Soluções mais apropriadas para a inclusão de pessoas com deficiência em cidades muito pequenas quando o evento é na rua e noturno: - Realização de sessão 100% inclusivas nas sedes das APAEs e associações locais que atendem pessoas com deficiência, proporcionando em seu local de convívio e segurança e conforto, o acesso à cultura. Soluções mais apropriadas para a inclusão de pessoas com deficiência e cidades muito pequenas quando o evento é em teatro fechado: - Sessão exclusiva para atendidos pela APAEs e associações locais que podem se organizar e ir de ônibus em um horário compatível com os professores e cuidadores que os auxiliam no deslocamento. Com as duas sugestões acima pretende-se incluir um público deficiente exorbitantemente maior do que apenas disponibilizar os recursos em praça pública/teatro e divulgar nos meios de comunicação tradicionais. Observamos nos últimos projetos a presença nula de deficientes utilizando os recursos e gerando desperdício de dinheiro público que poderia estar sendo melhor aplicado nas sugestões acima. Acrescento que, embora defenda as medidas que expus, ainda sim deve haver o comprometimento em garantir acessibilidade nos eventos de rua e internos em algumas sessões, devidamente divulgadas e mobilizadas, de modo a fomentar a cultura da acessibilidade e a formação do público vidente e ouvinte sobre esta pauta. Acrescento também que é de suma importância a presença de consultores de acessibilidade junto ao Ministério da Cultura que possam embasar os técnicos para uma melhor avaliação das propostas. Igualmente importante que os proponentes incluam a contratação deste profissional para orientá-los sobre as possibilidades técnicas de cumprimento das metas de acessibilidade. Por fim ressalto que o cumprimento do Art. 26 da IN deva ser estimulado incentivando os proponentes que encontrem o público de acessibilidade em cada local de realização do projeto e ofereça a ele os conteúdos nos locais mais apropriados, objetivando a ampliação democrática do acesso à cultura com a expectativa de relatórios e indicadores de acesso a estes conteúdos, em oposição a exigência da contratação dos serviços em 100% das sessões de forma indiscriminada, sem garantia do real acesso do público deficiente à Cultura e aplicação dos recursos a este fim.
As apresentações serão totalmente gratuitas; A ação cultural será voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Serão priorizadoas crianças estudantes de escolas públicas para a participação nos espetáculos. Será autorizada a veiculação do espetáculo por redes públicas de televisão e outras mídias;
Gabriel Murilo Resende - Sócio Diretor da Inventoria Gestão Cultural (proponente): Coordenador GeralA empresa, na figura de seu representante legal será responsável pela Coordenação Geral, se responsabilizando pela gestão do processo decisório e sendo remunerado por estas rubricas.Gabriel Murilo é co-fundador, ator e codiretor do grupo Serelepe/EBA-UFMG 2004-presente, trabalho que lhe rendeu o Prêmio Copasa Sinparc de Artes Cênicas 2018 - Melhor Ator Coadjuvante Categoria Infantil e indicação de melhor diretor. Realizou a co-produção do programa "Uma pitada de música infantil" - Rádio UFMG Educativa 2004-200; co-direção musical do espetáculo "Locotoco" do grupo Serelepe, co-direção musical do espetáculo "Escombros da Babilônia" do grupo de teatro do Espaço Comum Luiz Estrela; Gabriel Murilo é co-idealizador e co-diretor da feira internacional Música Mundo, com 7 edições realizadas entre 2014 e 2022 e da Mostra CineCidade realizada em 2021 e 2022. Reginaldo Santos: Produtor de OficinasReginaldo Santos - Doutorando em Artes pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG. Mestre em Educação pela Faculdade de Educação da UFMG (2014). Graduado em Licenciatura em Teatro pela Escola de Belas Artes da UFMG (2008). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Teatro e Jogos Tradicionais. É músico, diretor, professor e ator. É Coordenador do projeto Sociocultural Conexão Galpão e do Programa de Ações Formativas em Teatro do Galpão Cine Horto. Cofundador do Grupo Serelepe EBA/UFMG e integrante do Movimento da Canção Infantil Latino-americana e Caribenha - MOCILyC. Já trabalhou como Professor de Teatro em instituições de ensino como Colégio Loyola (BH), Colégio Santo Agostinho (Nova Lima), Escola Municipal Doutor Júlio Soares (BH), Programa Valores de Minas do Governo do Estado de Minas Gerais. Anaís Della Croce de Paula: Direção ArtísticaAnaís será responsável pela Coordenação de Comunicação do projeto, criando e execudando o plano de comunicação junto à equipe de fornecedores deste setor.Formada em Teatro pelo Teatro Universitário da UFMG, Atriz, Produtora.Idealizadora, curadora, coodenadora da Mostra CineCidade, realizada em Belo Horizonte. Responsável pela coordenação de comunicação neste evento em 2022 e pela coordenação das Redes Sociais em 2021.Coletivo A Peregrina - Fundadora, atriz e produtora do coletivo, de 2012 à 2015."Mostra Fernando Limoeiro de Cordéis: Cordel é para comer - Direção: Marcelo Veronez (2013 à 2015) - Atuação como atriz e produtoraAtuação como produtora no espetáculo "Presepadas Performativas em sete prólogos" (2013 à 2014)– Direção: Marcelo Veronez.Atuação como atriz e produtora no espetáculo “As lágrimas de um jumento apaixonado” - Direção: Fernando Limoeiro (2009 à 2011) Eugênio Tadeu: CuradorEugênio Tadeu - Doutor em Artes Cênicas - área Pedagogia do Teatro pela ECA/USP e Mestre em Educação pela FaE/UFMG. Professor no curso de Graduação em Teatro da Escola de Belas Artes da UFMG. Integrou o Duo Rodapião, em parceria com Miguel Queiroz. Idealizou e coordenou o Pandalelê – Laboratório de Brincadeiras-CP/UFMG. É membro da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas - ABRACE e integrante do Comitê permanente do Movimento da Canção Infantil Latino-Americana e Caribenha, com participação nos encontros do movimento desde 1996. Coordenou o 6º Encontro, realizado em Belo Horizonte, no ano de 2003. Estudou na Fundação de Educação Artística. É pós-doutorando na Universidade do Minho - Portugal. Foi curador da 10ª e 11ª Mostra de Artes Cênicas para Crianças e no V Festival da Canção Infantil de Medelin. Lucas Mortimer: Coordenador TécnicoTécnico de som formado pelo SAE Institute of Technology de Nova York, EUA - Junho/2014Já realizou Coordenação técnica nos projetos:- Savassi Festival (edições 2015, Virada Cultural 2015 e 2016)- Festival Transborda (edições 2014, 2015 e 2016)- Festival Viva (edição 2015)- A Autêntica (fevereiro 2015 - presente): técnico residente na casa de shows A Autêntica, operando PA para bandas como Dennis Chambers, Radio Moscow, Maglore, Graveola e o Lixo Polifônico, Todos os Caetanos do Mundo, Juarez Moreira, dentre outros.- Conecte Inovação (julho - dezembro 2014): montagem e operação de PA em eventos Praça Ativa (Três Rios/RJ, Ibitinga/SP, Montalvania/MG, Betim/MG) .-Estúdio Mortimer (janeiro 2012 - presente): engenheiro de gravação e mixagem para as bandas/músicos Grupo Porco de Grindcore Interpretativo, Salomão Terra, Djambê, Duzão Mortimer, Dibigode, Monograma, Zonbizarro, etc.-Saltlands Studio (outubro 2013 - maio 2014): assistente técnico em gravações e mixagens.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.