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Montagem temporadas e Itinerância do espetáculo de teatro "A Menina do Sinal", texto inédito de Adalberto Neto, com realização de temporadas em duas capitais e turnê por mais 10 cidades, totalizando 90 apresentações.
Todas as questões que uma mulher preta vive, da infância à fase adulta, deixaram muitos traumas na vida de Gilsara. Desde o bullying com o seu cabelo, na época colégio, aos recentes abandonos de namorados, que a trocam por outras mulheres brancas, ela entendeu o seu lugar no mundo: a solidão. Por esse motivo, com medo de ter uma filha e passar por tudo o que ela viveu e vive, enquanto mulher preta, Gilsara decide não ter filhos. Decepcionado, seu namorado, Tadeu, a deixa e se muda para longe. Sentindo-se em dívida com o mundo, ela tenta adotar um menino. Após três tentativas muito frustrantes, ela desiste e entra num processo de depressão até que conhece uma menina, que vende bala num sinal próximo de sua casa, que muda a sua vida. Preta e trans, a menina do sinal era tudo e mais um pouco que Gilsara evitava, mas foi quem a transformou numa leoa e, sobretudo, numa grande mãe.
Objetivo Geral - Realizar um espetáculo sensível, que busca valorizar a identidade da cultura negra, por meio do debate promovido, acerca das questões sobre a existência da mulher preta e seus desafios. - Conscientizar as pessoas sobre questões limitantes, que precisam ser sanadas, a fim de que meninas e mulheres pretas possam viver em suas plenitudes, sem serem limitadas, censuradas e silenciadas por preconceitos. - Gerar empregos de forma direta e indireta, entre profissionais e fornecedores, contribuindo para a retomada do setor cultural. - Ampliar o acesso e descentralização da fruição do produto cultural, a partir de realização em 16 cidades do país. Objetivo Específico . Temporada e itinerancia do espetáculo ""A Menina do Sinal", com realização de 90 apresentações, em salas de teatro, com capacidade média de 400 lugares, disponibizando 36 mil ingressos a sociedade, atingindo pelo menos 2 cidades de cada regiao do país, com especial atenção a cidades do nordeste.
"A Menina do Sinal" é um texto inedito de Adalberto Neto, ganhador do Prêmio Shell pelo texto do espetáculo "Oboro _ Masculinidades Negras". Em "A Menina do Sinal" Adalberto se aprofunda no universo feminino e busca falar das questões que uma mulher preta sofre ao imaginar engravidar de uma menina preta, o filme que passa na cabeça dessa mãe ao antever tudo o que sua futura filha poderá sofrer, como ela sofreu. A rejeição à mulher preta começa na escola, quando o colega de classe cospe, joga lixo ou cola chiclete em seu cabelo; quando ela apanha ou quando ela fica sozinha na hora do recreio, só por ser negra. Quando ela cresce, no campo afetivo, ela vive a solidão da mulher preta, Ela é sempre a última da fila na preferência. Por essas e muitas outras razões, que fazem da vida da menina e da mulher preta injusta, esse espetáculo merece ser encenado. O texto traz à tona um assunto, que pode ser o embrião de todas as questões de uma mulher preta. Desde "o que fazer com o cabelo dela?" à "solidão da mulher preta". E mostra que, como muito bem dito por Angela Davis, "quando uma mulher se movimento, toda a estrutura da sociedade se movimenta junto". O Projeto almeja conscientizar as pessoas sobre questões limitantes, que precisam ser sanadas, a fim de que meninas e mulheres pretas possam viver em suas plenitudes, sem serem limitadas, censuradas e silenciadas por preconceitos. Consideramos o projeto importante artisticamente e culturalmente visto que por meio da arte, pretende-se discutir algo que ainda é um calo na sociedade: a dificuldade de inclusão da mulher preta. Num país em que o racismo é crime, preocupações acerca de cabelo, traços físicos e cor de pele não devem existir. E é importante que a arte faça a sua parte em tentar tornar a sociedade melhor. A pauta feminista é muito importante e necessária há décadas, porém o recorte para o feminismo negro, ainda é um embrião, gestado há muitas mãos, choro, sofrimento, luta e resiliência. Várias autoras e especialistas que entenderam a urgência dessa pauta, as dores que atrevessam as mulheres pretas desde a infância, passando pela adolescência e chegando até a idade adulta, destaco aqui Djamila Ribeiro e a Luana Génot. Em 2020 vimos Mirtes Renata Santana, empregada doméstica e mulher preta denunciar "Perdi o meu filho para o racismo", o Miguel Otávio de 5 anos, que caiu do 9º andar do prédio que a mãe trabalhava, durante a pandemia, quando estava sob os cuidados da patroa de Mirtes, a senhora Sarí Corte Real. Será que o contrário aconteceria? Mirtes "deixaria" o filho de Sarí sem vigilância e a criança morreria? Nunca teríamos uma manchete com esse tipo de fato. De alguma forma o espetáculo visa "jogar luz" nas dores que transpassam a mulher preta, por quê ela é e permanecerá por muito tempo ainda sendo a base da pirâmide social? Não vamos entrar na pauta do racismo estrututral e institucional que permeia a nossa sociedade e que se percebe cotidianamente, mas sim, mostrar que apesar de todas as adversidades, contra tudo e todos e todas, a mulher preta derruba um a um todos os obstáculos e (re)nasce mais forte. Desejamos ampliar o acesso e descentralização da fruição do produto cultural, a partir da realização das apresentações em 16 cidades do país, gerando empregos de forma direta e indireta, entre profissionais e fornecedores, contribuindo para a retomada do setor cultural e de certa forma do protagonismo daqueles que também construiram aos riquezas do nosso país. Buscamos valorizar a identidade da cultura negra, por meio do debate promovido, acerca das questões sobre a existência da mulher preta e seus desafios. O espetáculo fala sobre uma mulher preta, que tem medo de ter uma filha, porque não quer que a menina sofra tudo o que ela sofreu. A atitude exagerada da personagem vem de uma preocupação de muitas. A descoberta da gravidez de uma filha menina gera muitos gatilhos na menina que existe em toda mulher preta. Trata de um assunto urgente e bastante ignorado na sociedade. Mulheres pretas são as mais discriminadas, recebem os menores salários, têm mais dificuldade em arrumar uma relação estável, são rejeitadas por muitas vagas de emprego, não costumam ter rede de apoio para cuidar de seus filhos e, obviamente, são as pessoas que mais têm problemas de saúde mental. Se as políticas públicas não conseguem inserir a mulher preta na sociedade de forma digna, a arte precisa colaborar para que isso aconteça.
Em resposta a diligência, o portfólio do proponete está em: RELATÓRIO DE ATIVIDADES CULTURAIS DA ENTIDADE/EMPRESA PROPONENTE
Não se aplica
PRODUTO ESPETÁCULO TEATRAL - Os Teatros serão escolhidos levando em conta que sejam devidamente equipados com rampas de acesso, elevadores e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na platéia. Não haverá custos para o projeto nesta ação. - Realizaremos também em 01 apresentação em cada cidade, com tradução simultânea para a Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS). Serão 02 tradutores intérpretes de LIBRAS se revezando durante o espetáculo em local específico para este público. Os custos com essa ação estão na planilha orçamentária. - Por se tratar de um espetáculo narrativo, com falas ao vivo, em uma compreensão auditiva didática, não realizaremos audiodescrição para deficientes visuais, porém reservaremos local apropriado para sua acomodação e acompanhante na plateia em todas as apresentações. Disponibilizaremos pessoas capacitadas e bombeiros civis para auxiliar e facilitar o acesso destas pessoas a seus assentos. Não haverá custos para o projeto nesta ação. Desta forma julgamos atender os arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL - Os Teatros serão escolhidos levando em conta que sejam devidamente equipados com rampas de acesso, elevadores e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na platéia, atendendo, assim, ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”. Não haverá custos para o projeto nesta ação. - Haverá em todos os encontros, tradução simultânea para a Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS). Serão 02 tradutores intérpretes de LIBRAS se revezando durante o encontro em local específico para este público. Os custos com essa ação estao na planilha orçamentária. - Por se tratar de um evento narrativo, com falas ao vivo, em uma compreensão auditiva didática, não realizaremos audiodescrição para deficientes visuais, porém reservaremos local apropriado para sua acomodação e acompanhante na plateia em todas as apresentações. Disponibilizaremos pessoas capacitadas e bombeiros civis para auxiliar e facilitar o acesso destas pessoas seu assento. Não haverá custos para o projeto nesta ação.
PRODUTO ESPETÁCULO TEATRAL O projeto prevê 90 apresentações em teatros com capacidade de 400 lugares, disponibilizando portanto 36 ingressos. De acordo com Artigo 27 da Instrução Normativa nº 1/2023, para atender a demanda de democratizaçao adotaremos as seguintes medidas. 1) Disponibilizaremos ingressos gratuitos, na proporção de 10% (dez por cento), dos ingressos disponiveis (3600 ingressos), para os estudantes da rede pública de ensino e ou instituições que atendam pessoas ou grupos minoritários ou em vulnerabilidade social. 2) até 10% (dez por cento), serão distribuidos para patrocinadores e apoiadores do espetáculo. 3) até 10 % (dez por cento), para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto. Publico alvo: formadores de opiniao, jornalistas, artistas e criticos em geral. 4) Disponibilizaremos mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor de 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. 5) 50% (cinquenta por cento), dos ingressos restantes serao disponibilizados ao público em geral ao preço maximo de R$ 180,00 Como medida de ampliação da democratização de acesso, adotaremos a seguintes medidas: 1) Contratação de 2 estagiários Com esta ação atenderemos o disposto Art. 28 da Instrução Normativa nº 1/2023 no seguinte inciso VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL O projeto preve 1 ensaio aberto seguido de 1 encontro com a equipe do projeto, em teatro com media de 400 lugares. De acordo com Artigo 30 da Instrução Normativa nº 1/2023, para atender a demanda de democratizaçao adotaremos as seguintes medidas. 1) Disponibilizaremos ingressos gratuitos, na proporção de 100% (cem por cento), dos ingressos disponiveis (400 ingressos), para os estudantes da rede pública de ensino e ou instituições que atendam pessoas ou grupos minoritários ou em vulnerabilidade social. Como medida de ampliação da democratização de acesso, adotaremos a seguintes medida: 1) Disponibização de transporte para parte do publico beneficiado, com ênfase para escolas públicas. 2) Registrar e disponiblizar o debate nas redes sociais do projeto Com esta ação atenderemos o disposto Art. 28 da Instrução Normativa nº 1/2023 nos seguintes itens III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
MARIANA TEIXEIRA - Proponente/Dirigente FUNÇÕES: COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA, COORDENAÇÃO FINANCEIRA, PRODUÇÃO GERAL Profissional atuante do mercado de produções teatrais com mais de 15 anos de experiência como gerente administrativa e financeira, monitoramento e gestão de projetos de médio e grande porte, elaborando processos de prestação de contas e atuando na execução e controle financeiro das produções. Atualmente: - Gerencia e monitora o projeto Los Hermanos, musical pré-fabricado; - Gerencia e monitora os projetos de Orquestra do Instituto Ouro Preto; - Monitoramento do documentário Deixa Ela, a ser exibido no GNT. Como sócia na Inverso Produções, em parceria com a Chaim Produções, realizou: - Tim Maia – Vale Tudo - A Partilha; - Aladim - O Musical ADALBERTO NETO - IDEALIZAÇÃO E DRAMATURGIA Vencedor do Prêmio Shell 2020 pelo texto de “Oboró – Masculinidades negras”, Adalberto Neto se destaca por seus trabalhos com a temática racial, que levou para o especial de humor “Feliz Ano Novo... de novo”, da Amazon Prime Video, estrelado por Lázaro Ramos e Ingrid Guimarães; para a pesquisa dramatúrgica, intitulada “O que levaram de mim”, que foi apresentada pelo grupo Nós do Morro; para o programa de culinária “Uma senhora panela”, apresentado por Carmem Virginia, no GNT; e para a última temporada do programa Espelho, apresentado por Lázaro Ramos, no Canal Brasil. Adalberto é jornalista há 20 anos, tendo passagens pelas redações dos jornais O Globo e Extra, tendo um livro publicado pela Editora Agir (“Confinamentos & afins – O olhar de um homem negro sobre resistência e representatividade”). VILMA MELLO - DIREÇÃO ARTÍSTICA Vilma Melo é atriz, diretora e professora de artes cênicas. A artista marcou a história do teatro brasileiro ao ser a primeira negra a receber o Prêmio Shell-RJ (2017) de Melhor Atriz, pelo musical "CHICA DA SILVA", e coleciona outros sucessos, como "Fulaninha e Dona Coisa", "Marrom, nem preto nem branco?" e "Saia" É formada em bacharelado e licenciatura plena pela UNIRIO, desde 1991. Ao longo dos anos de carreira esteve presente em grandes espetáculos e produções audiovisuais. ELENCO - BÁRBABA REISBárbara Reis começou sua carreira aos 12 anos com peças teatrais. É formada em artes cênicas pela CAL e estreou nas novelas em 2016, com a personagem Doninha, na novela Velho Chico da Tv Globo. E a partir daí, sempre teve seu nome envolvido no elenco de grandes produções, como a da super série, “Os dias Eram assim” em 2017 , a 1a e 2a temporadas da série de grande sucesso, IMPUROS, da Star Plus. Em 2018 assina com a Record Tv, para participar da novela Jesus. Logo em seguida é escalada para o elenco do filme “21 Mão na Cabeça”, que está disponível na Prime vídeo Americana. E que lhe rendeu o prêmio de melhor atriz coadjuvante pelo Canal O cubo, em 2022De volta a Tv Globo, faz parte do elenco da novela “Éramos Seis” e depois integra o elenco do especial “Falas Negras”, onde vive a ativista “Rosa Parks”, o especial da Globo em homenagem ao dia da consciência negra.Participa da super série premiada da Globo e da conspiração filmes, Sob Pressão, na 4ª e 5ª temporada. Ganhou mais destaque em 2022, interpretando Débora, uma das antagonistas de “Todas as Flores” da Globoplay.Atualmente interpreta Aline, protagonista de “Terra e Paixão”, novela que estreou em maio de 2023.Na publicidade vem atraindo grandes marcas, para entregas de Ações importantes no mercado digital. Com sua espontaneidade e credibilidade, tem mais 220mil seguidores de diferentes faixas de idade, que organicamente interagem com as suas dicas e postagens diversas. WLADIMIR PINHEIRO - DIRETOR MUSICAL Vencedor do Prêmio Shell 2020, categoria Melhor Música, Wladimir Pinheiro ingressou no meio teatral em 2002 no Cabaré Filosófico de Domingos Oliveira. Cantor, ator, músico e compositor, esteve em cena sob direção de nomes como Paulo Betti (A Canção Brasileira), Sérgio Brito (Ópera Macbeth), Aderbal Freire Filho (Orfeu), José Mauro Brant (Era uma vez… Grimm e O Pequeno Zacarias), Charles Moeller e Claudio Botelho (Milton Nascimento - Nada Será Como Antes), Gustavo Gasparani (Sambra, Zeca Pagodinho, Uma história de amor ao Samba) João Fonseca (Company) entre outros. Atua como diretor musical, arranjador e compositor em espetáculos de variados gêneros, como o recém premiado espetáculo As Comadres (dirigido por Ariane Mnouchkine do Théâtre du Soleil - Paris), Lapinha, Trabalhou como produtor musical na novela Gênesis da Record Tv. Atualmente indicado aos prêmios Shell e Cesgranrio (2023), na categoria Melhor Música, por Vozes Negras - a força do canto feminino. CACHALOTE MATTOS - CENÓGRAFO Doutorando em Artes pela UERJ, Mestre em Artes Cênicas pela UNIRIO e cenógrafo pela UFRJ. Consultor de imagem do Centro de Teatro do Oprimido, trabalhou com Augusto Boal entre 1998/2009. Integrante do GESTO - Grupo de Estudo em Teatro do Oprimido, que atua desde 2010 na inclusão do Teatro do Oprimido em programas de graduação e pós-graduação universitária. Integrante do Coletivo Cor do Brasil (Grupo que pesquisa a temática racial através da estética negra). Integrante do Coletivo Siyanda de Cinema Negro, Cenógrafo da Cia. de Teatro Os Ciclomáticos Indicado ao prêmio Shell 2022 e ganhador do Prêmio CEBTIJ. Pesquisador da Estética do Oprimido ministrou oficinas em Angola, Senegal, Guiné Bissau, Moçambique, Berlin, Croácia, França, Califórnia - EUA, Taiwan e diversas regiões do Brasil. Realizou diversos trabalhos de cenografia em teatro, cinema, eventos e exposição. ANDERSON RATTO - ILUMINADOR Formado em Design de Interiores pela Universidade Estácio de Sá. Residente no Rio de Janeiro. Atuando como Lighting Designer desde 2001 onde já trabalhou em varias áreas das atividades cênicas como, Teatro, Dança, Show e Exposição. Em 2013 foi contemplado com uma bolsa de aperfeiçoamento técnico em música concedida pela FUNARTE em Portugal. Indicado para o Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil - RJ em 2010 e 2013 sendo contemplado com o prêmio em 2013. WANDERLEY GOMES - FIGURINISTA Figurinista, Cenógrafo, Ator PRÊMIOS 2023 Prêmio SHELL de Figurino por Vozes Negras, a Força do Canto Feminino 2020 Prêmio Shell de Figurino, por Oboró, Masculinidades Negras 2020 Prêmio Ubuntu Figurino, por Oboró, Masculinidades Negras PRINCIPAIS TRABALHOS 2022 Vozes Negras - Direção Gustavo Gasparani 2022 Joãozinho e Laila, Ratos e Urubus Larguem a minha Fantasia, Direção Édio Nunes 2022 Outras Marias, Direção Patrícia Selonk 2019/2020 Oboró, Masculinidades Negras, Direção Rodrigo França 2020 Vídeo Projota, Música Ombrim, Direção Lázaro Ramos 2021 Luíza Mahin Eu Ainda Continuo Aqui, Direção Édio Nunes ROSE DALNEY - DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Sócia fundadora da Miniatura9 Produções, Rose Dalney é Atriz e produtora formada pela Escola de Teatro Martins Pena. Com mais de 30 anos de carreira, já participou de inúmeros espetáculos e eventos. Tem experiência de produção cultural nas áreas de: Leis e Incentivo, coordenação de produção, gerência de projetos, gerência financeira e administração de espetáculos e de teatros. De 2010 a 2011, foi diretora Artística do Teatro Municipal Carlos Gomes, no Rio de Janeiro. De 2000 a 2005 Administrou o extinto Teatro Glória, no Rio de Janeiro. Paralelo a administração deste teatro integrou a equipe da Peoples Palace Project, assumindo a Coordenação de Produção dos projetos “DHC - Direitos Humanos em Cena” e “MDC Mudança de Cena”, que abordavam as questões dos Direitos Humanos através do teatro. Estes projetos foram desenvolvidos em unidades prisionais do Brasil e em unidades para menores infratores no Rio de Janeiro atendendo aos internos e aos agentes penitenciarios.
PROJETO ARQUIVADO.