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PRONAC 232404Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O Rei de Ramos

BENJAMIN PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 2,07 mi
Aprovado
R$ 2,07 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-06-01
Término
2026-08-07
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Produzir e realizar a montagem de um dos maiores autores e músicos do teatro musical brasileiro: "O Rei de Ramos", texto de Dias Gomes, com músicas originais de Chico Buarque e Francis Hime.

Sinopse

A briga entre os bicheiros Mirandão e Brilhantina pelos pontos do Jogo do Bicho no Rio de Janeiro é ameaçada pelo risco de regularização do jogo pelo governo. Isso acabaria com seus negócios que passariam a ser administrados como se fosse uma loteria. O espetáculo é um “Romeu e Julieta” do submundo da contravenção carioca, o Jogo do Bicho. Nossos personagens são representações de um Brasil que deu certo. Um texto simples e direto, que envolve e estimula aqueles que o acompanham. Nele temos humor, ironia e crítica social que a temperam. Nosso “Rei de Ramos”, o Mirandão, é um personagem pronto para matar, ou morrer para defender seus interesses materiais e ao mesmo tempo, malandro o suficiente para quando ameaçado por forças muito superiores às suas, aceitar as regras do jogo, e com jeito, colocá-las aos seus serviços. Segue a regra do capitalismo, onde somente os vencedores contam. A eles, as palmas, a glória e o ouro. Os contestadores, os incorruptíveis? Esses devem ser eliminados!

Objetivos

Encenar o espetáculo "O REI DE RAMOS", musical genuinamente brasileiro escrito por Dias Gomes. Esperamos fomentar a formação de público através da encenação de um musical de um dos maiores autores teatrais do país, e com músicas originais de Chico Buarque e Francis Hime, músicos consagrados e reconhecidos internacionalmente. Pretendemos atingir a camada da população menos favorecida por meio de medidas de democratização do acesso ao espetáculo e acessibilidade, descritas detalhadamente adiante. OBJETIVO ESPECÍFICO PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASRealizar 39 apresentações em São Paulo em teatro de aproximadamente 400 lugares. PRODUTO SECUNDÁRIO - CONTRAPARTIDA SOCIALRealizar palestra / oficina "Som em Cena" com seis (06) encontros, conforme plano pedagógico anexado a esta proposta. As aulas serão gratuitos e destinadas a estudantes e professores da rede pública de ensino, beneficiando cerca de 500 pessoas.

Justificativa

A peça compõe uma mudança radical de como Dias Gomes passa a tratar seus personagens. Se nas obras que vieram antes eles andam por espaços sociais e de caráter conflitantes, em "O Rei de Ramos" podemos dizer que ninguém presta. Os valores morais se transformam com grande agilidade e conforme os interesses desses personagens. "Uma peça de contraventores", assim descreve Flávio Rangel, que dirigiu a primeira montagem em 1979. Nossos personagens subiram na escalada social por seus próprios méritos, pois as características que podemos descrever como "méritos" no universo desses personagens vêm da corrupção, suborno, extorsão, matar e mandar matar. Como dizia Oswald de Andrade no "Rei da Vela": Esse é o sistema da casa! Dias Gomes se antecipa ao que será o processo de globalização dos anos 90, onde nossos personagens, contraventores bem-sucedidos do jogo do Bicho, mostram as engrenagens sofisticadas do capitalismo. Formam um Cartel internacional do jogo do Bicho. Todos os movimentos da peça são orientados pela lógica do capitalismo em seus variados níveis: desde o poder determinante do dinheiro, até a ética peculiar que esse sistema nos propõe. Concebido como espetáculo musical, retomando a velha e infelizmente quase esquecida tradição do teatro de revista, "O Rei de Ramos" apresenta também um tema subjacente à luta dos bicheiros até a morte e às competições heróicas das escolas de samba: o autor também retrata o amor de dois jovens, filhos de famílias inimigas. Mas a aproximação com Shakespeare termina por aí. O trabalho de Dias Gomes se assemelha mais à linha de "Macunaíma", de "O Rei da Vela", obras em que a realidade brasileira se transfigura em farsa. Os meandros do funcionamento de uma multinacional é surpreendentemente o profissionalismo desse "modus operandi" do popular e amador Jogo do Bicho. Em uma passagem, quando o filho do bicheiro Brilhantina explica para o bicheiro Mirandão como funciona o sistema das corporações internacionais, esses se sentem amadores no mundo de éticas peculiares. Dias Gomes faz com que o espetáculo atravesse uma relação de amor que se assemelha "Romeu e Julieta", mas mesmo essa história de amor obedece a lógica do dinheiro. Diferente de Shakespeare, onde a história termina em tragédia, em "O Rei de Ramos" ela vira marcha carnavalesca. O espetáculo tem uma dramaturgia popular. Uma linguagem direta que nos revela mecanismos cruéis muito maiores do que aqueles pertencentes ao enredo. Historicamente se trata de uma retomada de uma tradição interrompida que é o Teatro Musical Brasileiro. É uma revista musical sobre os vários níveis do capitalismo. Em virtude da complexidade de uma produção deste porte, os altos valores agregados do mercado, a produção necessita para viabilizar o projeto em epígrafe, recursos oriundos de leis de incentivo fiscal. Nosso intuito é viabilizar o acesso da população a um texto musical clássico, brasileiro e autoral, que valoriza nossa própria cultura. Todas as contrapartidas sociais, de acessibilidade e de democratização social, serão explicadas mais adiante

Estratégia de execução

O proponente irá ser remunerado através das rubricas: Diretor de produção/Coordenador do Projeto, totalizando o valor de R$ 118.800,00. Descrito nas linhas 11 / 16 / 33 / 35 / 62 / 63 da planilha orçamentária. A resposta a diligência solicitando a DECLARAÇÃO DE QUE ESTOU CIENTE DE QUE A proposta foi inscrita no segmento “Teatro Musical” e que, caso o resultado da análise técnica da vinculada e da CNIC aponte que o produto principal se configure em outra categoria, os recursos captados poderão ser bloqueados, consta em anexo da proposta em outras informações.

Especificação técnica

Oficina de seis (06) encontros: “Som em Cena” com Alex Huszar Alex Huszar estudou e estuda música e teatro. Formado músico pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP e ator pelo INDAC - Escola de Atores, realiza desde 2015 uma pesquisa voltada para a relação entre música e cena. A oficina "Som em Cena" tem como objetivo proporcionar, a partir de aulas práticas, o estudo das diversas possibilidades de uso do som no teatro. Começando com um trabalho voltado para o uso da canção e da palavra cantada no teatro, passando pela trilha sonora instrumental e pela construção de paisagens sonoras em cena. Público Alvo: Artistas da cena, musicistas e público em geral com interesse na relação e na dinâmica entre cena e música, canção e trilha sonora, som e dramaturgia. A habilidade de tocar algum instrumento musical é recomendada, mas não é obrigatória. 1⁰ Encontro - Voz cantada é voz falada. A partir da apresentação da composição "Tiroliroli" de Hermeto Pascoal relativizar e desconstruir a diferenciação entre voz falada e voz cantada. Uma vez consolidado esse entendimento por parte dos participantes, inicia-se o trabalho vocal prático, utilizando como base a metodologia da cantora e pedagoga Francesca Della Monica. Esse segundo momento do encontro, busca demonstrar as consequências práticas dessa não-divisão entre voz falada e cantada para o trabalho dos atores/atrizes e das cantoras/cantores. 2⁰ Encontro - O cancioneiro como ator. Partindo do livro "O Cancioneiro" de Luiz Tatit e do entendimento de canção apresentado por ele nesse trabalho, o segundo encontro da oficina busca mostrar as semelhanças entre o ofício do ator e do cancioneiro. Na parte prática do encontro serão retomados os exercícios vocais trabalhados anteriormente e, na sequência, será proposto um exercício de composição de canções utilizando como letra alguns poemas curtos de Paulo Leminski. Partindo da leitura dos textos, os participantes serão convidados a transformar as palavras "faladas" em palavras "cantadas". 3⁰ Encontro - A canção como acontecimento cênico. O terceiro encontro da oficina terá como conceito base a "atuação polifônica" apresentada por Ernani Maletta em seu livro homônimo. Partindo da ideia de Maletta de que o discurso teatral é polifônico em si, pois não é apenas verbal, mas gestual, plástico e musical, será discutido com os participantes as diversas formas de uma canção atuar cenicamente. Na parte prática da aula, após os exercícios vocais, trabalharemos os exercícios rítmicos apresentados por Ernani Maletta em seu livro. Como exercício para ser feito no intervalo entre o terceiro e o quarto encontros, será pedido que os participantes escolham um texto dramatúrgico da sua preferência, para o qual eles deverão compor uma canção-tema. 4⁰ Encontro - Paisagens e cenografias sonoras. A partir da apresentação da pesquisa de Murray Schafer e do seu conceito de paisagem sonora, vamos investigar outras possibilidades de trabalho com o material sonoro em cena. Utilizando sons pesquisados e disparados pelos próprios celulares dos participantes, vamos trabalhar com a construção de cenografias sonoras, isto é, uma soma de sons que sugere um determinado aspecto para o espaço cênico. Aprofundando essa pesquisa, utilizaremos as dramaturgias escolhidas pelos participantes para realizar leituras de cenas em diferentes cenografias sonoras, procurando vislumbrar o quanto a cenografia sonora pode ressignificar a dramaturgia. Ao fim do encontro ouviremos e comentaremos as canções - tema compostas pelos participantes. 5⁰ encontro - A música sem palavras. O quinto encontro começa com a apresentação e discussão do conceito de Leitmotiv. Em seguida os participantes partem das canções-tema compostas por eles para tentar retirar de lá o Leitmotiv para ser desenvolvido durante toda a dramaturgia. Por fim, os participantes apresentam ao menos uma variação do seu Leitmotiv, para explorar de que forma o seu tema se adapta a situações cênicas diversas. 6⁰ encontro - Som em cena. O sexto e último encontro é reservado para a apresentação de todo o material sonoro e musical desenvolvido pelos participantes durante a oficina. Após a apresentação e os comentários do grupo, serão feitas as considerações finais e o fechamento da oficina. Bibliografia de apoio: "O Cancioneiro" - Luiz Tatit "Afinação do Mundo" - R. Murray Schafer "Atuação Polifônica" - Ernani Maletta "A Arqueologia do Trabalho Vocal Proposto por Francesca Della Monica" - Ana Hadad "O Som e o Sentido" - José Miguel Wisnik "Toda Poesia" - Paulo Leminski

Acessibilidade

Ofereceremos a população 04 apresentações com tradução simultânea em libras. Atendendo o disposto no Artigo 27, inciso 2, do Decreto 5761/06 que diz: "proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do Artigo 23, da lei n 10.741, de 1 de outubro de 2003, e portadores de deficiência, conforme disposto do artigo 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999", o espetáculo teatral “O Rei de Ramos” será apresentado apenas em teatros que disponham de estruturas adequadas à acessibilidade de Portadores de Necessidades Especiais, tais como rampas, elevadores, cadeiras especiais etc. A produção do espetáculo oferecerá gratuitamente, aos deficientes visuais, programa explicativo do espetáculo em braile, além de oferecer visitação ao palco 60 min antes do início da peça. Atendendo às recomendações da Norma Brasileira 15599:2008 da ABNT - e conforme permitido em lei, o livreto em braile, oferecido gratuitamente aos deficientes visuais, terá toda a descrição do ambiente do espetáculo, desde o palco até a plateia e das cenas que ocorrerão durante as apresentações. (Incluindo movimentações dos atores e mudanças de cenário, porém os diálogos não serão transcritos, mas situados nas cenas, oferecendo toda a informação de seu conteúdo.) Com todas as ações acima descritas contemplaremos idosos, deficientes físicos, visuais, auditivos e pessoas com dificuldade em locomoção, ao acesso do espetáculo. Todas as ações serão devidamente informadas nos materiais impressos e divulgados nas redes sociais. Essas medidas de acessibilidade estão incluídas na planilha orçamentária nas linhas 69 e 70 (Contrapartidas sociais).

Democratização do acesso

Conforme pedem os artigos 27 e 28: Teremos até 10% (dez por cento) dos ingressos para distribuição gratuita promocional por patrocinadores; 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; Até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Ofereceremos quatro ensaios abertos; Realizaremos a oficina “Som em Cena” com seis (06) encontros, descritos detalhadamente adiante; Os ensaios abertos e a palestra serão gratuitos e abertos ao público, para até 500 pessoas. Além disso, contaremos com a contratação de um(a) estagiário(a).

Ficha técnica

O proponente será remunerado através das rubricas: Diretor de produção/Coordenador do Projeto, totalizando o valor de R$ 118.800,00. Descrito nas linhas 11 / 16 / 33 / 35 / 62 / 63 da planilha orçamentária.Texto: Dias Gomes Músicas: Chico Buarque e Francis Hime Letras: Chico Buarque e Dias Gomes Direção Geral: Marco França Direção de Produção: Henrique Benjamin Cenário: Márcio Medina Figurino: Kleber Montanheiro Desenho de luz: Caetano Vilela Elenco: José Rubens Chachá Daniel Infantini José Eduardo Rennó Heitor Goldflus Thomas Huszar Rui Ricardo Dias Carol Carreiro Rebeca Jamir Nábia Villela Joaz Campos Tayrone Porto Samba Sam João Poletto Ildo Silva Alexandre Moura Miró Parma Músicos: Samba Sam João Poletto Ildo Silva Alexandre Moura Miró Parma Direção Geral e Musical: Marco França Músico, tecladista, compositor, produtor musical e arranjador. No teatro atua como diretor, ator e diretor musical do grupo de teatro Clowns de Shakespeare desde 2000, onde desenvolve pesquisa musical com base na preparação do ator e na criação cênica a partir de jogos teatrais. Participou dos mais importantes Festivais Internacionais de Teatro do país, como: FIT (BH), Cena Contemporânea (Brasília), FILO (Londrina/PR), Festival Internacional de São José do Rio Preto, Festival de Teatro de Curitiba, além de diversas circulações com espetáculos e oficinas pelo Brasil. Indicado ao Prêmio Shell de Teatro SP em 2009 pela música do espetáculo O Capitão e a Sereia (Clowns de Shakespeare) e vencedor em 2015 pela música de A Tempestade (Gabriel Villela), recebeu vários prêmios como ator e diretor musical em trabalhos anteriores. Trabalhou com importantes profissionais, dentre eles Ernani Maletta, Babaya, Francesca Della Monica, Kika Freire, Márcio Aurélio e Gabriel Villela. Direção Produção: Henrique Benjamin - Benjamin Produções Com doze anos de carreira, Henrique Benjamin é responsável por importantes realizações na cena teatral paulistana. Em suas produções, podemos citar nomes como: Jarbas Homem de Mello, Nany People, Carmo Dalla Vecchia, Fafy Siqueira, Ulysses Cruz, Claudia Ohana, Denise Del Vecchio, Celso Frateschi, Walter Breda, Leopoldo Pacheco, Caio Paduan e Alexandre Reinecke. Entre seus espetáculos, destacam-se: “Forever Young” (2 indicações ao Prêmio Shell e 5 indicações ao Prêmio Bibi Ferreira), “O Leão no Inverno” (3 indicações ao Prêmio Shell) e Circuito Ordinário (Prêmio R7 de Melhor Peça). Cenário: Márcio Medina Márcio Medina é cenógrafo e figurinista há trinta anos do CRST, Centro per la Sperimentazione e Ricerca Teatrale, na cidade de Pontedera, Itália, que tem como filosofia o "Teatro Pobre", que trabalha com a imaginação. Artista que transita entre o erudito e popular com inúmeros espetáculos e trabalhos em vários grupos como Teatro da Vertigem, Grupo Galpão, Teatro Oficina, Parlapatões, Nau de Ícaros, Teatro NU, Cia Livre, etc. Um dos mais requisitados diretores de arte e ganhador de diversos prêmios Shell de Teatro: em 2005, com a cenografia do espetáculo "Tauromaquia"; em 2012, com o figurino de "Prometheus - a tragédia do fogo"; e em 2013, com o cenário de "Recusa". Figurino: Kleber Montanheiro Produtor, ator, diretor, cenógrafo, figurinista e iluminador. Kleber Montanheiro é um profissional que atua em diversas áreas do fazer teatral. Com formação plural, trabalhou como assistente e criador de grandes mestres do teatro nacional: Gianni Ratto, Roberto Lage, Wagner Freire, Antônio Abujamra, Myriam Muniz, Naum Alves de Souza, entre outros. Prêmios: Ganhou o prêmio APCA 2008 por “Sonho de Uma Noite de Verão” e o prêmio FEMSA 2009 por “A Odisséia de Arlequino”, ambos de melhor diretor. Foi vencedor dos prêmios APCA e FEMSA 2012 pelos cenários e figurinos de “A História do Incrível Peixe Orelha”. Dirigiu em 2013 no Teatro Popular do SESI: “Crônicas de Cavaleiros e Dragões”, de Paulo Rogério Lopes, inspirado no livro A Saga de Siegfried, de Tatiana Belinky, recebendo o prêmio FEMSA 2013 de melhor iluminação. Caetano Vilela - Desenho de luz Encenador e Iluminador paulistano, nascido em agosto de 1968, com mais de 30 anos de experiência profissional na área cênica, onde começou como ator e hoje desenvolve múltiplas funções como produtor, iluminador e diretor cênico dentro do segmento de espetáculos de ópera, teatro e musical. Seu nome ganhou destaque no mundo da ópera tendo realizado dezenas de produções em importantes teatros no Brasil e no exterior. Dentre as óperas que dirigiu, destacam–se: A Queda da Casa de Usher/Phillip Glass; Lady Macbeth do Distrito de Mtzensk/Shostakovich; Ariadne em Naxos/Richard Strauss; Os Troianos/Berlioz e a estreia mundial da ópera Ça Ira de Roger Waters, compositor e fundador do Pink Floyd. Foi selecionado, junto com outros artistas brasileiros, para representar o Brasil na Quadrienal de Praga (Performance Design and Space), exposição mundial de criadores da área teatral que aconteceu em julho-2015 na Tchecoslováquia. Elenco: José Rubens Chachá Aos 14 anos, o jovem santista se tornou ator do grupo de teatro amador TECLA de Santos. Dois anos depois, passou também a dirigir e a escrever roteiros para o palco. Aos 19, mudou-se para São Paulo, onde estudou na Faculdade de Comunicações da Fundação Armando Álvares Penteado. Hoje, com mais de cinco décadas de carreira, é um profissional completo, tendo atuado em grandes produções na televisão, no cinema e no teatro. Elenco: Daniel Infantini É ator formado em 2001 pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo- EAD / ECA / USP. Atuou em espetáculos como: Big Shoot - direção Janaina Suadeux (2019) Tutankaton, direção Mika Lins (2019), Fim - direção Felipe Hirsch (2019), Soror - direção Caco Ciocler (2019), Lady M – (solo) direção Bruno Guida – (2018), Garrincha – direção Bob Wilson (2016), In Extremis – direção Bruno Guida (2015), Hora amarela, direção Monique Gardemberg (2014/2015), No Exit – entre quatro paredes – direção Caco Ciocler (2013/2014), Lampião e Lancelot – de Zeca Baleiro - Direção Débora Dubois(2013/2014) espetáculo onde recebeu como melhor ator no Prêmio Coca Cola FEMSA 2014, Prêmio Qualidade Brasil 2013, Ator revelação em musical PRÊMIO BIBI FERREIRA 2013. Elenco: Rui Ricardo Dias Em 2018 estreou a série Impuros da FOX. Atualmente está no ar com a série Rua Augusta da TNT. Trabalhou em Supermax da Rede Globo e na série francesa "Death Corner". No cinema, seus últimos trabalhos são “Blitz”(inédito), de Bosco Brasil, com direção de Renê Brasil, “Lula, o Filho do Brasil”, indicado pela ACIE como melhor ator, “Aos Ventos Que Virão", de Hermano Penna, ”A Floresta Que Se Move”, de Vinícius Coimbra, “De Menor”, de Caru Alves de Souza. Estudou no Teatro da Universidade Católica da PUC (TUCA), na Faculdade Belas Artes de São Paulo e na International School of Corporeal Mime Londres. Entre suas peças, destaque para “A Hora e Vez”, da Cia. do Sopro, com direção de Antônio Januzelli, “O Anjo de pedra”, de Tennessee Williams e ”A propósito da chuva”. Trabalhou com os diretores Cacá Carvalho, Paulo Fabiano, Inês Aranha, Marcello Airoldi, entre outros.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.