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Montagem e temporada do espetáculo musical infantil "Bertoldo _ O Tubarão Que Queria ser gente", com roteiro adaptado por Christine Rohrig e encenado pela companhia amazonense Cia Buia Teatro. O projeto prevê como atividade de contrapartida social a realização de oficinas de criação de bonecos.
O texto que se pretende encenar é portador de um caráter atual e eivado de muito significado para a realidade vivenciada pela sociedade moderna, fortemente ávida por explicações e respostas aos mais variados questionamentos. Nesse sentido, a fábula “Se os tubarões fossem homens”, curiosamente, funciona como uma alegoria dos tempos atuais, na medida em que propõe reflexões sobre a organização social do mundo e suas consequências. No texto, o personagem Sr. Keuner é o interlocutor de uma criança que quer saber como o mundo seria se, como diz o título, os tubarões fosse homens. A partir dessa provocação, o personagem tece considerações acerca do modo como funciona o mundo dos homens e o dos animais, oferecendo uma perspectiva sobre os problemas que afligem os seres humanos. O resultado é o retrato atual da sociedade, com suas fragilidades, paradoxos e desigualdades. O panorama delineado enseja o advento de algumas questões: Qual a relação entre os tubarões e outros peixes? Peixes pequenos podem se tornar peixes grandes? Com um misto de lirismo e ironia, o musical vai conduzir o espectador por essas grandes questões da vida humana. As guerras, a disputa por poder, os valores éticos, o medo de enfrentar quem tem o dobro do nosso tamanho e dentes afiados. Está tudo posto na fábula de Brecht ora proposta, que se consubstancia em musical arrojado e coerente, com potencial para encantar o público em geral. Trata-se, portanto, de uma proposta interessante a ser levada à cena teatral, em vista da oferta ao público infanto-juvenil de oportunidades de confronto com a realidade da vida. Dotado de inegável sutileza, o texto é narrado, tendo por fundo a música do argentino Gustavo Kulart, numa simbiose de beleza e encantamento. Bertoldo – o tubarão que queria ser gente, é marcado pelo teatro épico de Brecht mesclado à estética brasileira da obra do artista Arthur Bispo do Rosário, por meio da identidade visual, dos figurinos ao cenário, incluindo o visagismo. Mantendo a tradição da Cia Buia Teatro para o público infantil, este é mais um projeto que respeita a inteligência e a perspicácia infantil, como requisitos de compreensão de metáforas. Ao espectador, é outorgada a missão de interpretar a complexidade da sociedade a partir de uma história aparentemente simples. A criança espectadora – a depender de sua curiosidade sobre o assunto e sua relação com o musical – pode ou não alcançar muitos significados propostos pelo espetáculo. Sem falar no deleite experimentado com a montagem. Assim, “Brecht para crianças – uma experiência Brechtiana” é um projeto que com potencial para ser despontar em seu público interesses em política, democracia e sociedade. “Se os tubarões fossem homens, construíram no mar grandes gaiolas para os peixes pequenos, com todo tipo de alimento, tanto animal como vegetal. Cuidariam para que as gaiolas tivessem sempre água fresca, e tomariam toda espécie de medidas sanitárias” diz um trecho do musical. “Apenas quando somos instruídos pela realidade é que podemos mudá-la”. Bertolt Brecht.
Conforme o artigo 03 do Decreto 11.453, de 2023, o projeto tem como finalidade: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; e VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura. Realizar estreia e temporada nacional do Brechópera "Bertoldo _ o tubarão que queria ser gente" da Companhia teatral amazonense Buia Teatro na cidade de Manaus/AM. Brechópera é uma combinação da estética e das ideias teatrais de Bertolt Brecht com o gênero da ópera. Brecht era um dramaturgo e diretor conhecido por seu teatro épico, que buscava despertar uma consciência crítica no público por meio da distanciação emocional e da análise política. Ao mesclar essa abordagem com a grandiosidade e a expressividade da ópera, o Brechtópera busca criar um espaço artístico que promova reflexão, questionamento e engajamento político dentro do contexto operístico. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produto Espetáculo de Artes Cênicas Realizar 13 (treze) apresentações do Brechópera "Bertoldo _ o tubarão que queria ser gente", da Cia Buia Teatro, na cidade de Manaus/AM; Produto Contrapartida Social Visando atender a contrapartida social será realizada oficina de criação de bonecos, inspirada nas formas animadas criadas para o musical. :: Serão 7 turmas com até 30 alunos da rede pública de ensino; :: Público-alvo: Crianças com idade entre 11 e 14 anos, curiosas e entusiasmadas com sua participação; :: Carga horária: Um módulo de 4h.
O alemão Bertolt Brecht foi um dos mais destacados dramaturgos do século passado. Ao longo dos anos, sempre esteve em montagens teatrais voltada ao público adulto. Em seus escritos, sempre se posicionou contra o nazismo e, sobretudo, o autoritarismo e a opressão. Contudo, o principal motivo pelo qual seus escritos continuam despertando interesse e admiração está no fato de eles revelarem as profundezas da alma humana, muitas vezes, por meio da ironia. Nos seus últimos 30 anos de vida, dedicou-se à escrita de mais de uma centena de pequenos textos, incluindo textos infantis. Sob essa perspectiva, a Cia Buia Teatro propõe o projeto "Brecht para crianças _ uma experiência brechtiana", por meio do qual pretende levar à cena o musical "Bertoldo _ o tubarão que queria ser gente", com roteiro adaptado por Christine Rohrig, a partir do conto "Se tubarões fosse homens", do livro ""Histórias do Sr. Keuner". Busca-se, assim, oferecer ao público infantil uma fábula moderna com pitadas de ironia e irreverência, na perspectiva de provocar a reflexão sobre a organização social do mundo, os valores éticos e as relações de poder. Afinal, para Brecht, pensar é um dos maiores prazeres do bicho-homem. O projeto contribui para o alcance dos objetivos descritos nos incisos I, II, III, IV, V, e IX do Art. 1º da Lei 8.313, de 1991, tendo em vista que contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; promovendo e estimulando a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apoia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; protegendo as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; salvaguardando a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; e prioriza o produto originário do país. A proposta se enquadra e está de acordo com as finalidades previstas na alínea "C" , inciso II do art. 3º. da Lei 8.313, de 1991.
Embora seja o seu primeiro projeto, o proponente apresenta capacidade técnica e experiência na área, podendo ser comprovado através do seu portfólio e currículo. Prezados senhores, Em resposta a diligência informamos: - Foi inserida declaração quanto a tipologia “Teatro Musical”. O campo “Resumo”, foi escrito de forma resumida, sendo mencionado todos os produtos do projeto. Quanto ao campo objetivos, está descrito de forma geral e específica, conforme solicitado. A acessibilidade foi ajustada para atender a todas as apresentações. Atenciosamente
BA BE BI BONECO OFICINA PARA PEQUENOS FAZEDORES DE BONECO [11 a 14 anos] Ba Be Bi Boneco é uma oficina que, lançando mão do caráter lúdico do teatro de formas animadas, vai além da técnica de feitura de um boneco de manipulação: proporciona ao aluno o contato com seu universo particular e com caminhos para a expressão através de formas, cores e movimento. A oficina acredita na aproximação da criança com o universo da arte, colaborando com seu desenvolvimento criativo, com a construção de sua poética pessoal e o desenvolvimento de sua criatividade, tornando-a um indivíduo mais sensível e capaz de novas leituras de sua realidade. Todas as etapas da oficina possuem característica colaborativas, estimulando o fazer coletivo e, ao longo das mesmas, cada participante terá oportunidade de desenvolver uma proposta de criação – isto é, um projeto de confecção de boneco – individual ou em dupla. O objetivo é que cada um tenha seu boneco finalizado ao final do módulo, exercitando sua criatividade e capacidade de expressão e desenvolvendo um olhar artístico próprio – o que é uma premissa básica da oficina. Nesta oficina, o participante irá construir um boneco de vara, o mesmo demonstrado pelo artista no programa “É de Casa / Rede Globo”. A partir de uma escultura em papel, o participante é orientado a criar seu próprio personagem através da técnica de colagem de fotografias de rosto ou seu próprio desenho. :: Serão 7 turmas com até 30 alunos de rede pública de ensino; :: Público-alvo: Crianças com idade entre 11 e 14 anos, curiosas e entusiasmadas com sua participação; :: Carga horária: Um módulo de 4h. A oficina se utiliza de materiais reaproveitáveis e reciclados.
Produto Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade física: O espaço atende a todas as exigências previstas por lei, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), havendo rampa de acesso, corrimão e banheiros adaptados. Acessibilidade de conteúdo: Acessibilidade para deficientes visuais: Sessões com o serviço de audiodescrição. Item orçamentário: serviço de audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: Sessões com o serviço de intérprete de libras. Item orçamentário: Intérprete de Libras Acessibilidade para deficientes intelectuais: profissional treinado para auxiliar esse público em todas as sessões. Produto Contrapartida social Acessibilidade física: O espaço atende a todas as exigências previstas por lei, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), havendo rampa de acesso, corrimão e banheiros adaptados. Acessibilidade de conteúdo: Acessibilidade para deficientes visuais: Havendo o público com a limitação, será contratado o serviço de audiodescrição. Item orçamentário: serviço de audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: Havendo o público com a limitação, será contratado o serviço de intérprete de libras. Item orçamentário: Intérprete de Libras Acessibilidade para deficientes intelectuais: profissional treinado para auxiliar esse público em todas as sessões.
- Disponibilizaremos gratuitamente uma cota de 10% do total de ingressos para a população de baixa renda (Alunos da rede pública de ensino, pessoas atendidas por instituição cultural sem fins lucrativos e/ou ONGs) - Art 27 Inciso II da IN 1/2023; - Disponibilizaremos até 10% para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme art. 27, inciso I da IN 1/2023; - Disponibilizaremos até 10% para distribuição gratuita promocional pelo proponente, conforme art. 27, inciso III da IN 1/2023; - Todos os ingressos serão comercializados a preços populares, com valor normal de R$ 30,00 - Art 27 Inciso IV da IN 1/2023; Em atendimento ao art. 28 da IN 1/2023, entendemos que a comercialização de todos os ingressos a preços populares, atende ao inciso II e X do art. 28 da IN 1/2023. CONTRAPARTIDA SOCIAL A contrapartida social conforme prevê a IN nº 1/2023 é uma ação formativa obrigatoriamente gratuita.
PROPONENTE: BUIA TEATRO COMPANY Função – Coordenação Geral e Administrativa O Buia Teatro é um espaço, uma companhia teatral que é o desdobramento da UM Teatro Produções (AM), fundada em 2015 pelo diretor e produtor amazonense Tércio Silva. O Buia nasce em Manaus (AM), em 2020, por Maria Hagge e Tércio Silva, já com a segunda versão da montagem do espetáculo "FINA" de Karen Acioly. A segunda montagem da companhia é "Cabelos Arrepiados" o espetáculo é uma Opereta para o público infanto-juvenil e faz parte do projeto "Já Somos Grandes - Ciclos de Pesquisa'' que visa montar 3 obras da dramaturga Karen Acioly (RJ). Em 2021 o Buia Teatro inicia o projeto Janela Dramatúrgica Estrangeira com a montagem de 3 textos do dramaturgo português Tiago Rodrigues, são eles: Tristeza e Alegria na Vida das Girafas, Entrelinha e Catarina e a Beleza de Matar Fascistas. A companhia Buia Teatro compreende as artes como um processo racional, maduro e autorreflexivo. Suas ações são pautadas na relação de diálogo com a cidade de Manaus, a Região Norte e todo o Brasil. Esse diálogo tem se materializado através de projetos como: Semana Altamente Recomendável à Infância, Já Somos Grandes Ciclo de Pesquisa, Janela Dramatúrgica Estrangeira e o Centro de Referência Cultura e Infância Amazônia. Diretor artístico e Diretor de Produção - Tércio Silva Amazonense, diretor, gestor e produtor cultural. É licenciado em História. Tem formação técnica em Artes Cênicas. Graduando em Produção Cultural na Universidade Belas Artes (São Paulo). É EX – Presidente da Federação de Teatro do Amazonas – FETAM, atua há 22 anos na cena teatral em produções de eventos e montagem de espetáculos. É fundador do BUIA TEATRO COMPANY (2015), criador e curador do FESTARI – Festival Altamente Recomendável à infância, que vai para sua 4ª edição. Coordenou projetos de circulação nacional e na região metropolitana de Manaus. Integrou projetos de médios e grandes portes, como A MOSTRA DE TEATRO DO AMAZONAS – MTA; Festival de Teatro do Amazonas – FTA; FESTARI – Festival Altamente Recomendável à Infância; Festival Nacional de Teatro Vivo (Pelas Cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Recife); Além da Turnê Nacional da Ópera “Cabelos Arrepiados” nas cidades de Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Brasília e Florianópolis. É membro do GT Nacional Cultura e Infância que atua na construção de políticas públicas para Cultura e Infância. Com seus espetáculos participou dos eventos e projetos: Festival Cena Contemporânea (Brasília); FIL – Festival de Intercâmbio de Linguagens (RJ); FIT – Festival Internacional de Teatro de Rio Preto (SP); FESTIVAL FAROFA OFF (SÃO PAULO); EDITAL SESC PULSAR RJ 2022 (RJ); Direção de Arte - Bruno Dante Artista visual, formado em desenho industrial com especialização em ilustração na Saint Martin College Of Art and Design, em Londres. Seu trabalho é construído, principalmente, pela criação de bonecos e direção de arte para as artes da cena. Em 2015, participou do processo artístico (criativo e construção de bonecos) do espetáculo El Carnaval de los Animales, dirigido por Tita lacobelli, no Teatro Municipal de Santiago, com participação da Orquestra Sinfônica da Cidade. Em 2016, estreou o espetáculo da Companhia Dous à Deus (França-Brasil). Gritos, no qual assina junto com Natcha Belova pesquisa, criação de conceito e construção de bonecos. O trabalho mais recente, para arte da cena, foi o novo espetáculo da Companhia Brasileira de Teatro, Preto, no qual assinou a criação das esculturas/cabeças hiper dimensionadas. Seu processo criativo serviu de inspiração para o universo estético da novela Pega-pega (2017/2018), na Rede Globo. Ministrou laboratórios, vivencias e workshops para o elenco; facilitou consultoria e ambientação dos cenários; criou dezenas de bonecos e foi responsável por toda criação e construção de direção de arte, cenário e bonecos do espetáculo Sonho de uma noite de verão, ocorrido no final da novela. Direção Musical – GUSTAVO KURLAT Autor, músico, compositor, tradutor, educador, locutor, diretor e diretor musical de teatro e cinema. Realizou trabalhos para mais de 60 peças teatrais, cinema, discos e publicidade, tanto no Brasil como no exterior. Já obteve os prêmios SHELL, APCA e FEMSA de Teatro, como autor e compositor. Foi diretor dos shows da “Palavra Cantada” durante 10 anos, e dirigiu também shows dos Barbatuques, Fortuna e Vanessa Bumagny. Em parceria com Ruben Feffer, compôs e produziu a trilha sonora dos longas de animação "O Menino e o Mundo" e “Tito e os Pássaros” e do curta "Guida", filmes com inúmeras premiações no mundo todo, entre outros o festival de Annecy, na França, "Anima Mundi" de SP, festivais de Chicago, Ottawa, Zagreb, Havana, melhor música no festival de Lisboa, uma indicação para o OSCAR para “O Menino...” e uma pre-indicação ao OSCAR para “Tito...”. "Tito..." ganhou recentemente o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. “O Menino e o Mundo” foi considerada uma das 11 melhores animações de todos os tempos pelo site americano IndieWire. Seu livro "Quando Blufis ficou em silêncio", em parceria com Lorena Nobel, foi indicado ao Prêmio Jabuti de Literatura. Recentemente o curta "Lê com Crê", com música original sua, ganhou o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro como melhor curta de animação. Figurinista - Melissa Maia Mulher Trans, Atriz e Figurinista. 33 anos, nascida em Manaus, formada em Design de moda pelo CIESA em Manaus, e Pós-graduada em Cenografia e figurino pela Faculdade Belas artes- SP. Fez teatro no centro cultural Cláudio Santo em Manaus, e foi bailarina clássica na Companhia brasileira de Ballet- RJ. Figurinista há mais de 10 anos, tendo destaque e Finalista do quadro “como manda o figurino” no fantástico pela Rede Globo, já tendo trabalhado em produções de ópera no Festival Amazonas de Ópera como atriz, figurante e estagiária de figurino, produtora de figurino, e Figurinista. Assinando como figurinista: Ópera “O Menino Maluquinho”, “Anna Bolena” FAO, no cinema “Quase Livres” e “O poço musical” na Borelli produções em São Paulo, série infantil “O Blog da Mari” no Canal Brasil e Tv Cultura pela produtora 602 Filmes, Musical “A Caixa Mágica do Natal pela Secretária de Cultura do Amazonas. Premiada como melhor Figurino infantil no 8o Festival de Teatro da Amazônia com o Espetáculo “A bela Adormecida”, Prêmio Cenym de Melhor figurino “A caixa Mágica do Natal”, Prêmio de Melhor Figurino no Tvo Rods Internacional FilmFest em NY “O Poço Musical”. Atriz - Maria Hagge Atriz, figurinista e pesquisadora das artes da cena. É bacharel em Teatro pela Universidade do Estado do Amazonas. É fundadora e sócia do Buia Teatro em parceria com o artista amazonense Tércio Silva. Trabalha como atriz desde 2016 quando ingressou no bacharelado em Teatro, participou de diversos espetáculos em Manaus. Já passou por cursos de atuação para TV e cinema & Teatro Musical na Casa de Artes de Laranjeiras – CAL. Participou como atriz, figurinista e encenadora do projeto de extensão “GP DRUMMOND NA PARADA” da Universidade do Estado do Amazonas. É figurinista premiada pela ópera infanto juvenil “Cabelos Arrepiados” (2021) com texto de Karen Acioly e direção de Tércio Silva. Ator e Cenógrafo - Cleyton Diirr Ator, Artista Visual e Marionetista, graduando de Composição e Paisagística na Escola de Belas Artes das UFRJ. Assinou a criação de bonecos e objetos dos espetáculos FINA (2020) e Cabelos Arrepiados (2021), ambos com a direção de Tércio Silva e Texto de Karen Acioly; João Por um Fio (2019) direção de Ricardo Schoepke; “Romeu e Julieta” (2018) direção de Ângelo F. Turci. Assinou a direção de cenário e adereços dos espetáculos: Francisco (2017); Romeu e Julieta (2018, IARA (2021) todos da Cia Theatrum Mundi. Foi assistente de Bruno Dante na criação de bonecos e objetos nos espetáculos: “TRA LÁ LÁ” (2017) Direção de Ana Paula Abreu; “MACURU, um miscal de Ninar” (2019) Dir. José Mauro Brant; “Novela Pega Pega” – Rede Globo de Televisão (201); “PRETO” da Cia Brasileira de Teatro, direção de Marcio Abreu e “Gritos” (2017) da Cia Dos à Deux, trabalhando também com a artista bonequeira Natacha Belova. Foi assistente de Bruno Dante na oficina “Corpo Habitat” oferecida pela Artesanal Cia de Teatro e Facilitador na Oficina “Por Uma Teatralidade Física” (2017). Atuou nos espetáculos: “Os Contadores” (2014), Francisco, do tempo em que se nascia bufão (2017), Romeu e Julieta (2018), “IARA” (2021) na Cia Theatrum Mundi, sob Direção de Ângelo Faria Turci; “Inspira BB” (2018), etapa Florianópolis, e “O Paraíso Mais Belo do Mundo” (2021), direção de José Mauro Brant, e no espetáculo “Tatá, O Travesseiro” da Artesanal Cia de Teatro em (202). Ator - Gilberto Gawronski Diretor, cenógrafo e ator com importantes prêmios em seu currículo: Shell, Mambembe, Sharp, APCA, Qualidade Brasil e Açorianos. Dirigiu dança contemporânea, óperas e texto teatrais. Gaúcho radicado no Rio de Janeiro, apresentou durante 15 anos a criação performática do conto “Dama da noite” de Caio Fernando Abreu, em vários países e em diferentes idiomas. Trabalhou com Naum Alves de Souza em “Autora de Minha Vida”, com Moacyr Góes em “Sonho de uma Noite de Verão” e “Eduardo II”, e com Tônio Carvalho em “Chapeuzinho Vermelho – Em Busca do Coração Secreto”, pela qual ganhou o Mambembe de melhor ator em 1990. Ainda naquele ano, Gilberto foi assistente de direção de Luiz Antônio Martinez Correa em “Theatro Muzical Brasileiro” e de Naum em “Cenas de outono” de Mishima e no show “Francisco” de Chico Buarque. Criou todo o universo do pop através de seu espetáculo “POP by Gawronski” ironizou a si próprio criando “Quero ser Gilberto Gawronski”. Em dança criou “Sertão” numa coprodução co a Demolition Inc e o Veem Theatre em Amsterdam, e fez a direção teatral de “Cruel”da Cia De Dança Deborah Colker. Em 1990, dirige e interpreta “Uma História de Borboletas”, mais um texto do amigo Caio, que rendeu ao seu parceiro de cena, Ricardo Blat, o Prêmio Shell de melhor ator. Montou, dirigiu e atuou em “Na solidão dos Campos de Algodão, arrebatando o Troféu Mambembe de melhor espetáculo e melhor ator para Ricardo Blat, em 19966. Atuou em “Gaivota – Tema para um Conto Curto”, criação de Enrique Diaz baseada na obra de Tchekhov. Ganhou o Prêmio Shell pela cenografia de “Por Uma vida Um Pouco Menos Ordinária”, trabalho que também assina a direção. Dirigiu, produziu e atuou em “Medida por Medida” de Shakespeare. Dirigiu o musical “Estúpido Cupido” em 2015. Apresentou por 7 anos o solo teatro “Ato de Comunhão” de Lautaro Vilo. Atuou no espetáculo “A Ira de Narciso”, pelo qual recebeu o Prêmio Shell, APRT e Aplauso Brasil em 2019/20. Ator - Dimas Mendonça Ator, pesquisador das Artes Cênicas e Bacharel em Teatro pela UEA – Universidade do Estado do Amazonas. ingressou nas artes em 2004 como um dos atores do Grupo TESC – Teatro Experimental do SESC -AM, ficando até 2016. Em quase 12 anos de TESC, atuou em mais de 10 espetáculos teatrais, entre comédias, dramas, tragédias, musicais e performances e shows de humor. No grupo também era responsável por ministrar cursos e oficinas de inicial teatral em programas de difusão da arte teatral na periferia da cidade de Manaus e Municípios da região metropolitana. Ganhou os prêmios de Melhor Ator nas edições 9º e 13º do Festival de Teatro da Amazônia, ambas sob direção de Márcio Souza. Em 2010 fundou o processo Natimorto, promovendo performances nas praças do centro da cidade de Manaus, e instalações teatrais em espaços alternativos do SESC AM. Com o Processo Natimorto, foi selecionado para o programa de Conexão Cultura Brasil de Intercâmbios, do Ministério da Cultura, para residência artística na Cia Club Noir, da diretora Juliana Galdino, em São Paulo (abril a setembro de 2015.) Atualmente é ator e colaborador da Buia Teatro Company em Manaus e faz parte do coletivo de Pesquisa Cênica Corporal UMA com artistas trans da cidade de Manaus.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.