| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33000167000101 | PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS | 1900-01-01 | R$ 495,9 mil |
Realização da 15ª edição do Festival Internacional de Cinema da Fronteira, com exibições competitivas de curtas e longas-metragens, mostras informativas, sessões inclusivas com acessibilidade, debates, oficinas educativas e palestras, com ações previstas nos municípios de Bagé, Santana do Livramento e Rivera.
NÃO SE APLICA
OBJETIVO GERAL: Realização da 15ª edição do Festival Internacional de Cinema da Fronteira, com exibições competitivas de curtas e longas-metragens, mostras informativas, sessões inclusivas com acessibilidade, debates, oficinas educativas e palestras, com ações previstas nos municípios de Bagé, Santana do Livramento e Rivera. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: -mostra internacional competitiva de longas metragens (Bagé)- mostra internacional competitiva de curtas metragens (Bagé)- mostra regional competitiva de curtas metragens (Bagé)- sessão com acessibilidade (Livramento)- 4 oficinas de audiovisual (Rivera e Livramento)- solenidade de premiação (Bagé)- 22 troféus de premiação (Bagé)- premiação de 01 câmera para melhor filme regional (Bagé)- 01 Show de encerramento
Para o FESTIVAL DA FRONTEIRA, o Incentivo Fiscal, baseado no Art 1º, inciso III da Lei 8313/01 no qual se enquadra o proposta apresentada; "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores", tem suma importancia para a execução deste e suas finalidades no Art. 3º, inciso II-e e IV-a. O Festival Internacional de Cinema da Fronteira acontece anualmente na cidade de Bagé´, na fronteira Brasil _ Uruguai, de maneira ininterrupta desde 2009, e se estabelece como um evento ja´ consagrado de convivência multicultural e cinematográfica, onde se visualiza a identidade fronteiriça, consubstanciada na mistura de idiomas, na música, na gastronomia, artes, ritos, mitos, festas populares, convergindo em cinema. Espaço de convivência entre dois idiomas, o Festival da Fronteira celebra a Lusofonia e a latinidade, contemplando produções nos idiomas português e espanhol. A cidade de Bage´ e´ o epicentro do festival, mantendo a parceria com os municípios de Santana do Livramento e Rivera, cidades que ja´ receberam ações do festival em edições anteriores. O Festival Internacional de Cinema da Fronteira surgiu como uma mostra de filmes brasileiros organizada pelos voluntários do Centro Histo´rico Vila de Santa Thereza, com o objetivo de fomentar a produção audiovisual na regia~o e resgatar a relação do cinema com a cidade. Nos anos que seguiram, o Festival foi assumindo dimensões maiores ate´ se tornar Internacional em 2012, consolidando-se como um Festival de Cinema referencial no sul do Brasil, e único na região da fronteira Brasil/Uruguai. Diversas alianças e parcerias se estabeleceram nestes anos, caracterizando propostas inovadoras de diversas ações de formação e difusa~o do audiovisual nas cidades contempladas, como Mostras, aço~es cineclubistas, oficinas, fo´runs e semina´riosuniversita´rios. A produça~osera´ realizada pela Anti Filmes com parceria da Associaça~o Pro´-Santa Thereza, correalizadora do evento, da Prefeitura Municipal de Cultura de Bage´ e o apoio cultural da UniPampa, Urcamp, SESC, IECINE e UFPEL. Para esta ediça~o o Festival Internacional de Cinema da Fronteira pretende aplicar os me´todos ja´ desenvolvidos nas ediço~es anteriores, apostando em garantir a equipe que ja´ se envolve de maneira volunta´ria e com profissionais contratados. Nas X e XI edições, onde tivemos o aporte do FSA e FAC RS, sucessivamente, podemos comprovar a profissionalização da equipe, bem como a qualificação dos serviços oferecidos, ampliação das ações e espaços parceiros resultando em maior público, maior oferta de filmes e qualificação geral do evento como um todo. Tendo em vista que o Festival já assume grandes proporções, é o momento de contar com o mecanismo de fomento da Lei de Incentivo. Oportunizar ao empresariado local uma janela de patrocinio através da isenção fiscal e movimentando a economia da região da campanha. Atrave´s das atividades educativas o festival planta a semente da produça~o audiovisual e assim garante sua continuidade. Estes realizadores oriundos das oficinas se tornam os futuros postulantes das pro´ximasediço~es, desta maneira os recursos sa~o duplamente aplicados, garantindo incentivo para a produça~o independente futura na medida em que garante a especializaça~o dos realizadores locais. O evento busca fomentar a realizaça~o audiovisual local, definindo uma cadeia de produça~o, estabelecida a partir da formaça~o do espectador, assimilaça~o de reperto´rio por parte do realizador, sua profissionalizaça~o, produça~o, janela de exibiça~o e mercado. A regia~o da fronteira, ta~o carente de entretenimento de qualidade que, buscando caminhos para sua economia, encontra no audiovisual um modelo possi´vel de desenvolvimento e inclusa~o. Se os viajantes encontram refu´gios nas horizontalidades do pampa e na beleza antiga dos casarios meridionais, estar na fronteira e´ ter a estranha sensaça~o de compreender claramente que todas as manifestaço~es culturais sa~oexpresso~es de um patrimônio imaterial que acionam imagina´rios adormecidos. O espaço-tempo da fronteira pode ser fértil aos negócios. Pensando nisso, as diversas manifestaço~es culturais precisam ser levadas em conta quando se projetam formas alternativas de desenvolvimento. Nos u´ltimos anos o Festival tem oferecido sesso~es em escolas municipais e estaduais no munici´pio de Bage´, ale´m de asilos e centros comunita´rios. Sa~o tradicionais as sesso~es inclusivas no Centro Histo´rico Vila de Santa Thereza, atrave´s de parcerias com instituiço~es como APAE, Caminho da Luz e Associaça~o dos Deficientes Visuais da Cidade de Bage´, onde sa~o realizadas sesso~es com acessibilidade. O Festival Internacional de Cinema da Fronteira e´ o ponto de conjunça~o dos trabalhos realizados nas oficinas de formaça~ocinematogra´fica e dos projetos pedago´gicos das instituiço~es de ensino envolvidas. E´ o momento em que os realizadores profissionais, amadores ou universita´rios, cri´ticos e o pu´blicotêm a oportunidade de compartilhar experiências com cineastas de outras regio~es do pai´s e estrangeiros, ale´m de entrarem em contato com a produça~o latino-americana e luso´fona, ampliando assim o horizonte da linguagem audiovisual. Seu cara´terdemocra´tico e inclusivo, de intercâmbio cultural de fronteira, com sesso~es descentralizadas e oficinas de formaça~o, realizado de forma ininterrupta desde sua criaça~o, fazem do evento um marco histo´rico no desenvolvimento do audiovisual no extremo sul do Brasil.
Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL - OFICINAS - Projeto Pedagogico OFICINA DE ATUAÇÃO PARA CINEMA 1. Tema – Introdução a atuação cinematográfica para jovens 2. Justificativa – Proporcionar a jovens interessados no ofício do ator o contato com uma das atrizes mais experientes e qualificadas do audiovisual local. A ministrante compartilhará seu conhecimento e experiência com os jovens, oferecendo um curso gratuito de qualidade de iniciação a carreira. 3. Objetivos (necessidades a alcançar) – Desmistificação da profissão de ator como algo como algo inalcançável; mostrar caminhos e possibilidades para a construção de uma carreira no ramo; indicação de formação em universidades e cursos preparatórios; demonstração e exercício de técnicas de atuação para o audiovisual. 4. Carga horária - 4 horas aula. 5. Atividades – Em quatro horas de atividade, será exposta a carreira da ministrante como atriz, discutido o entendimento dos alunos sobre o que é o ofício de ator e proposta uma atividade prática de atuação. Como interpretar um texto e como desenvolver o personagem proposto de forma técnica e natural. 6. Estratégias – Inicialmente a aula será expositiva e abordará as experiências da ministrante e aspectos técnicos da atuação para cinema: dicas de memorização de texto, conhecimento do personagem e colaboração entre atores e diretores. Após será feito um exercício prático, onde se cria um cenário de atuação onde os alunos poderão improvisar e experimentar os conceitos que aprenderam. 7. Uso de materiais – Para essa atividade serão necessários um quadro branco, roteiros impressos e um mini-palco para o exercício prático. OFICINA DE ROTEIRO E LINGUAGEM CINEMATOGRÁFICA 1. Tema – Introdução ao roteiro cinematográfico para jovens. 2. Justificativa – Através do contato e ensinamentos de um profissional da área, os alunos terão um panorama introdutório e completo do processo de confecção de um roteiro e da importância deste para um produto audiovisual. O curso será ministrado por um dos principais roteiristas da nova geração de realizadores gaúchos. Uma formação gratuita de qualidade. 3. Objetivos – Dar um panorama introdutório aos alunos sobre as etapas de criação de um roteiro; fornecer as ferramentas necessárias para o desenvolvimento de um roteiro cinematográfico, como bibliografias essenciais, softwares de redação e modelos de organização de escrita. 4. Carga horária: 4 horas aula 5. Atividades – Em quatro horas de atividade, será abordada a estrutura de um roteiro cinematográfico, com slides teóricos e vídeos sobre a relação das pessoas com narrativas. Serão exibidos exemplos diversos de filmes e séries televisivas e seus respectivos roteiros, apresentando uma comparação entre a cena escrita e a filmada. 6. Estratégias – Inicialmente a aula será expositiva e, com auxílio de slides e vídeos, mostrará aos alunos os conceitos teóricos de roteiro e narrativa. O ministrante também utilizará exemplos em vídeo para ajudar na compreensão dos alunos sobre a função do roteiro. Ao final, os alunos deverão escrever uma cena em formato de roteiro e serão respondidas as dúvidas. 7. Uso de materiais – Para a atividade, o ministrante utilizará um quadro-negro, um notebook ligado às telas da sala, papeis e canetas. OFICINA DE DIREÇÃO DE CINEMA 1. Tema – Introdução a direção cinematográfica para jovens. 2. Justificativa – Dar ferramentas para os jovens entenderem o que é a direção no audiovisual. Quais são as funções e responsabilidades do direto e os processos de desenvolvimento. 3. Objetivos – Proporcionar um conhecimento básico da direção cinematográfica e do ofício do diretor. Demonstrar como se gerencia a equipe, os principais parceiros em set do diretor, como interpretar o roteiro na atuação dos atores, como montar o set de filmagem de acordo com o planejamento. Indicar formação superior e cursos complementares para os alunos que desejarem seguir na carreira. 4. Carga horária – 4 horas aula 5. Atividades – Em quatro horas de atividade, será apresentada a teoria da direção no cinema e, através de exercícios práticos, demonstrada noções práticas de decupagem, enquadramento e movimento de câmera. 6. Estratégias – Inicialmente será apresentada uma bibliografia essencial para compreensão teórica da direção cinematográfica através de slides e trechos de vídeos. Posteriormente será proposto uma atividade prática, no qual, com seus próprios celulares, os alunos poderão exercitar o que aprenderam para terem uma melhor compreensão de decupagem, enquadramento e movimento de câmera. 7. Uso de materiais – Para a atividade, o ministrante utilizará um notebook ligado às telas da sala e sugerirá aos alunos utilizarem seus celulares para as atividades práticas. OFICINA DE DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA 1. Tema - Introdução a Fotografia Cinematográfica. 2. Justificativa - Profissional experiente e premiado, Bruno Polidoro poderá fornecer aos alunos as ferramentas necessárias para compreenderem o trabalho de um diretor de fotografia/cinegrafista. Oferecimento aos interessados de um curso gratuito com um dos melhores profissionais de fotografia do Rio Grande do Sul. 3. Objetivos - Conhecimento básico da fotografia no cinema; compreensão de enquadramentos e do papel da luz em um filme; equipe básica do setor de fotografia; como se relacionar com o diretor e imprimir na tela descrições e sentimentos expressados no roteiro. 4. Carga horária – 4 horas aula. 5. Atividades - De teor teórico, o curso apresentará as principais escolas cinematográficas, as teorias de enquadramentos e iluminação, utilizará trechos de filmes e séries televisivas para exemplificar o conteúdo. Ao final os alunos farão enquadramentos com os próprios celulares e o ministrante mostrará como melhorar e torná-los mais cinematográficos. 6. Estratégias - Através de slides, serão mostradas as principais teorias sobre o tema e a nomenclatura específica: o que é plano, tipos de plano, posição da câmera e etc. Trechos de filmes e séries servirão para ilustrar o que foi aprendido. Ao final da aula, o professor pedirá para os alunos montarem planos e captarem com seus próprios celulares. O enquadramento e iluminação escolhidos serão objeto de análise. 7. Uso de Materiais - A atividade demandará um notebook e telas de alta definição para a projeção dos slides, fotos e vídeos.
Produto: OFICINAS - As oficinas a serem realizadas tem como objetivo central difundir aspectos específicos da realização cinematográfica (como por exemplo, OFICINA DE ATUAÇÃO PARA CINEMA, OFICINA DE ROTEIRO E LINGUAGEM CINEMATOGRÁFICA, OFICINA DE DIREÇÃO DE CINEMA e OFICINA DE DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA- A justificativa para a escolha destas temáticas é a demanda, por parte do público-alvo, de cursos que as abordem.- A carga horária das oficinas será de 12 horas, para cada.- O público-alvo são os estudantes e professores das escolas publicas e a população em geral, interessados na alfabetização audiovisual, podendo também atrair interessados em cinema em geral.- A metodologia será expositiva com momentos de prática, onde o participante visualizará o desempenho e técnica do ministrante para replicar em seu exercício. - Como material didático necessitaremos de papeis, canetas, câmera de vídeo e celulares.
FESTIVAL Acessibilidade Fisica O evento conta com estrutura com acessibilidade no Centro Histórico de Santa Thereza, com rampas, banheiros adaptados, dentre outros. Além disso, o fator humano sempre está disponível para colaboração, assim como o CINE 7 que dispõe inclusive de elevador. Assegurando o acesso das pessoas portadoras de necessidades especiais e aos idosos. Comunidade regional, moradores das cidades de Bagé, Aceguá e Pelotas que costumam lotar as sessões do evento em anos anteriores, além de público em situação de vulnerabilidade social que também são buscados em ações direcionadas de mobilização. Diversidade, Acessibilidade e inclusão também são temas presentes na mobilização social que constitui o público alvo do evento. Colocamos a disposição do público uma VAN que sai do centro da cidade até o Centro Histórico de Santa Thereza. Acessibilidade de Conteudo - ITEM ORÇAMENTARIO 56 - Recursos Próprios Contamos com filme convidados (Audiodescrição e Legendagem descritiva) onde pelos menos uma sessão dispõe de um tradutor em Libras. Essas sessões são divulgadas nas Escolas Especiais e ao publico geral portadores de necessidades especiais, com material de divulgação salientando as medidas de Acessibilidade. Assim como na Edição de 2022 quando fizemos sessões inclusivas com muito exito. ITENS ORÇAMENTÁRIOS: 29 e 34 No aspecto arquitetônico, o Centro Histórico Vila de Santa Thereza, local que concentra as ações do Festival, possui recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas. Banheiro para pessoas cadeirantes e rampas de acesso para cadeira de rodas. No aspecto comunicacional, o material de divulgação do Festival terá informações sobre a acessibilidade do evento. ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA: O evento ocorrerá em espaços sem restrição de acesso físico. ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: O evento contará com interpretação em LIBRAS em 100% dos debates e apresentações de palco. O evento contará com serviço de audiodescrição e legendagem em UMA sessão com mobilização de público com deficiência auditiva. ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: O evento contará com serviço de audiodescrição e legendagem em UMA sessão com mobilização de público com deficiência visual. ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: será contratada uma assistente de produção com especialização em Assistência Social que estará disponível para mediar, receber o publico no evento. “Medidas Alternativas – art. 26, IN Minc 01/2023” O Festival Internacional de Cinema da Fronteira é pautado pela defesa dos direitos humanos, pela diversidade e pelo pensamento anti capacitista. Nosso modelo de inscrição de Curtas e Longas abre a possibilidade de qualquer país participar, tornando mais difícil que as obras tenham cópias com acessibilidade em idioma portugues. Neste sentido a curadoria do evento ficará responsável de convidar DOIS filmes brasileiros para que sejam exibidos em programação com público direcionado. O Festival tem cultivado a formação de público de pessoas com deficiência através de parcerias com instituições e seus assistidos, alcançando público autista, com síndrome de Down, com deficiência visual, deficiência auditiva, entre outros. Serão realizadas DUAS SESSÕES dentro da grade do evento, uma dedicada às pessoas com deficiências intelectual, e outra dedicada à pessoas com deficiência auditiva e visual dando acesso ao conteúdo dos produtos culturais do Festival. OFICINAS Acessibilidade Fisica O evento conta com estrutura com acessibilidade no Centro Histórico de Santa Thereza, com rampas, banheiros adaptados, dentre outros. Além disso, o fator humano sempre está disponível para colaboração. As oficinas serão amplamente divulgadas para alunos e professores da rede publica Colocaremos transporte especifico para levar os alunos das oficinas Acessibilidade de Conteudo - ITEM ORÇAMENTARIO - 3 Teremos um interprete de libras e um Diretor de Acessibilidades para atendimento aos frequentadores portadores de necessidades especiais.
A gratuidade dos eventos, sessões e oficinas são marcas do Festival. Assim ele cumpre os incisos I, III e VI da IN 01/2023. O caráter popular do Festival atrai democraticamente as classes A,B,C,D e E. A possibilidade de confluência social se dá plenamente pois o evento une sofisticação acadêmica ao sentido inclusivo das sessões coletivas com apreciação de júri oficial e júri popular, debates e apresentações artísticas. Um Festival para os estudantes, jovens, adultos e idosos em processo formação do olhar. O Festival Internacional de Cinema da Fronteira destaca-se pelo forte caráter de formação da expressão audiovisual. Projeções e ações seguidas de reflexão sobre o audiovisual serão promovidas durante o período de execução. Estudantes de cinema das universidades da região sul têm participado assiduamente do evento. Parcerias com os cursos de cinema da Unisinos, PUCRS e Ufpel têm garantido a presença de professores e alunos nas mostras e principalmente nas atividades educativas de formação propostas pelo Festival. Já ministraram oficinas nomes como: Jean Claude Bernardet (Bélgica), Zezita Matos (Paraíba), Paula Markovitch (Argentina) e Giba Assis Brasil (Porto Alegre). Realizadores locais, estudantes de comunicação e psicologia da Universidade da Região da Campanha, bem como estudantes de diferentes cursos da Universidade Federal do Pampa têm participado da organização voluntária e do júri popular, garantindo público local, em aprendizagem, ao evento. Além da participação de alunos e professores da UDELAR (Universidade da República do Uruguai).
Zeca Brito - Diretor Artístico - RUBRICAS 8 e 29 Zeca Brito é cineasta. Mestre em Artes Visuais pela UFRGS, graduado em Realização Audiovisual pela Unisinos e Poéticas Visuais pela UFRGS. Ex-diretor do Instituto Estadual de Cinema do Rio Grande do Sul, o IECINE (2019-2022). Dirigiu e roteirizou curtas e longas-metragens exibidos no Brasil e no exterior; “O Guri” (Canal Brasil), “Glauco do Brasil” (Canal Brasil), “Em 97 Era Assim" (Canal Brasil), "A vida Extra-Ordinaria de Tarso de Castro" (Canal Brasil), “Grupo de Bagé” (Canal Curta!), “Legalidade” (Telecine Cult), Trinta Povos” (Canal Curta!) e “Hamlet” (Mostra SP). Como gestor do IECINE suas principais realizações foram: Programa Revelando o Rio Grande, oportunizando formação audiovisual para mais de 5 mil pessoas com 50 oficinas gratuitas. O fortalecimento do Festival de Cinema de Gramado com a criação do Mercado Audiovisual Entre Fronteiras e criação de premiação para as categorias técnicas dos longa-metragens gaúchos. Criação do Laboratório IECINE Odilon Lopez, espaço de formação e qualificação profissional na Casa de Cultura Mário Quintana. Realização do Festival Cinema Negro em Ação, primeiro festival afirmativo de uma unidade federativa brasileira com três edições. Idealizou o Programa Observatório IECINE TVE, que apresenta conteúdos audiovisuais regionais na TV pública do RS. Projeto de revitalização e reforma da Cinemateca Paulo Amorim, com a digitalização das salas de cinema. Realização dos editais Entre Fronteiras, dedicado a co-produção internacional, e o Filma RS, maior edital da história do audiovisual gaúcho, com 40 curtas, 12 longas-metragens e a inclusão dos jogos eletrônicos. Realização do Programa Primavera Gaúcha, voltado à indexação de informações e memória do audiovisual, com formação de equipe de pesquisadores e publicação de livro e portal do cinema gaúcho Frederico Ruas – Coordenação Geral - RUBRICAS 6 e 25 Bacharel em Artes Visuais pela UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Grado en Humanidades na Universidad Carlos III de Madrid (2017) - Bolsa de Intercâmbio Santander Universidades. Curso "Dirección de Actores para la Cámara", com José Gasset e Paloma Zavala, na Univ. Carlos III (Madrid, Espanha, 2017). Bacharelado em Realização Audiovisual pela Unisinos-RS: Especializações: Direção, Roteiro e Montagem. Workshop de Sala de Roteiro com David França Mendes (2022) Curso "Roteiro: do começo ao fim, passando pelo meio", por Jorge Furtado (Centro Cultural b_arco). Curso "Roteiro Cinematográfico" com Anna Muylaert (Plataforma Navega). Curso "Pitching Audiovisual: Como vender seu projeto", com Krishna Mahon (Plataforma Navega). Oficina de Montagem com Ricardo Miranda, montador de filmes de Paulo César Sarraceni, Luiz Rosemberg Filho e Glauber Rocha (2007). Foi curador e um dos coordenadores do Festival Internacional de Cinema da Fronteira, sediado em Bagé e região de fronteira Brasil-Uruguai. Integrou a curadoria do Concurso de Roteiros do FRAPA, o maior festival de roteiro da América Latina, em 2015, 2016 e de 2020 a 2022. Em 2015 ministrou a oficina "Cinema da Era Digital", realizada com financiamento do Fumproarte - Prefeitura de Porto Alegre, estimulou a produção de curtas-metragens por jovens de periferia, através de parcerias com associações comunitárias das zonas leste, sul norte e central. Em 2014 foi contratado pela produtora de roteiros Coelho Voador para ministrar oficinas de escrita de séries em diversos municípios do Rio Grande do Sul. Em 2011 ministrou uma oficina de filmes de um minuto em Bagé, contratado pela prefeitura da cidade. Em 2008, foi contratado como montador da série televisiva vidAnormal, exibida na TVCOM. Fundou a produtora cultural Maria Cultura, mantendo-se em sociedade de 2007 a 2008. Em 2005, foi membro do Cineclub 8, fazendo parte da equipe de organização do Festival do Livre Olhar (Flõ), em Porto Alegre. Estágio na Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre (2005). Maristela Ribeiro - Produção Executiva - RUBRICAS 9 e 42 Formada em Administração de Empresas sob o CRARS 17949, começou a trabalhar com projetos audiovisuais no ano de 2001 na produtora M.Schmiedt Produções Ltda, no longa metragem EXTREMO SUL (2005) e no média metragem DONA HELENA, ambos com suas prestações de contas aprovadas. Participou de todos os seminários de prestações de contas realizados pela ANCINE. Amplo conhecimento das Instruções Normativas da ANCINE, da SAV e SEFIC pelo SalicWeb e das Leis de Incentivo a Cultura Estaduais FAC RS e LIC RS Em 2008, já como prestadora de serviços independente, trabalhou como Controller na NGM Produções, no longa metragem QUASE UM TANGO Voltou a trabalhar na M. Schmiedt em 2014 (como Controller e Assistente financeira independente) no filme PROVA DE CORAGEM (ex Mãos de Cavalo). Concomitantemente realizou o trabalho como Controller e Elaboração de Prestação de Contas, nos projetos: Da INVIDEO PRODUÇÕES CINEMATOGRAFICAS · Longa metragem BIO de Carlos Gerbase - 2016 · Longa metragem LEGALIDADE de Zeca Brito - 2017 · Longa metragem MUDANÇA da Rainer Cine - 2018 · Longa metragem YONLU - 2017 · PRIMEIRO FILME de Carlos Gerbase - 2012 · PROGRAMAÇÃO E ATIVIDADES - CINE SANTANDER CULTURAL – 2012 - SALICWEB – Prestação de Contas Aprovada · MOACYR SCLIAR, o Centauro do Bom Fim – 2014 · MOSTRA AUDIOVISUAL CINE SANTANDER CULTURAL – 2014 – SALICWEB – Prestação de Contas Aprovada · MOSTRA AUDIOVISUAL CINE SANTANDER CULTURAL – 2016 – SALICWEB – Prestação de Contas Aprovada · MOSTRA AUDIOVISUAL CINE SANTANDER CULTURAL – 2017 – SALICWEB – Prestação de Contas Aprovada · MOSTRA AUDIOVISUAL CINE SANTANDER CULTURAL – 2018 – SALICWEB – Prestação de Contas Aprovada · MOSTRA AUDIOVISUAL CINE SANTANDER CULTURAL – 2019 – SALICWEB – Prestação de Contas Aprovada · IV FESTIVAL PRIMEIRO FILME – 2019 – SALICWEB – Prestação de Contas Aprovada · MOSTRA AUDIOVISUAL CINE SANTANDER CULTURAL – 2020 – SALICWEB – Prestação de Contas Aprovada · Longa metragem A NUVEM ROSA de Iuli Gerbase - 2021 · Série CENTRO LIBERDADE -2022 · MOSTRA AUDIOVISUAL CINE SANTANDER CULTURAL – 2021 · Longa metragem JEPOTÁ – em fase de pós-produção · SIOMA BREITMANN – Exposição · LUPI – pode entrar que a casa é tua – Exposição – 2023 - SEFIC SALICWEB · PROGRAMAÇÃO CINE FAROL - 2022 Da BRITO & SANTOS · FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DA FRONTEIRA - 2011 · GLAUCO DO BRASIL – 2018 · GRUPO DE BAGÉ – 2018 · A VIDA EXTRAORDINÁRIA DE TARSO DE CASTRO – 2018 · TRINTA POVOS - 2017 · LIGAÇÕES NEBULOSAS – Edital de Desenvolvimento · X FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DA FRONTEIRA - 2018 · XI FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DA FRONTEIRA – 2019 · CEU DA PATRIA – Edital de Desenvolvimento · ROD LIVRE – como PRODUTORA EXECUTIVA - 2021 Da COLATERAL FILMES · PARTIU?! - · AS AVENTURAS DO MINUANO KID - 2018 · PARTIU?! 2 · G.I.B.I.S – 2019 · FILHOS DA LIBERDADE – série em pós-produção. Da ATAMA FILMES · QUATRO MILAGRES DE UM SANTO LADRÃO · PROIBIDO PARA MAIORES · ALÉM DE NÓS · SOBREVIVENTES DO PAMPA Da LANÇA FILMES (prestação de contas de editais de comercialização) · YOUNLU – 2019 · CIDADE DOS PIRATAS – 2020 · DISFORIA - 2020 · A COLMEIA - 2021 · OS BRAVOS NUNCA SE CALAM - 2021 Da WALPER RUAS · PERSEGUIÇÃO E CERCO A JUVENCIO GUTIERRES – em finalização · A HISTORIA DO BODY BOARD · ENTOURNO · ROCK, SURF E CANGURUS do COPA STUDIO DE ANIMAÇÃO (RJ) · GIGABLASTER – 3ª Temporada · GIGABLASTER – 4ª Temporada
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.