Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Dar continuidade a Oficina de Choro de Porto Alegre, que existe há 20 anos, revelando jovens talentos da música instrumental brasileira e que conta atualmente com cerca de 300 alunos, que estudam gratuitamente.
OFICINAS - Serão ministradas cerca de 200 horas/aula, durante 8 meses, com os conteúdos abaixo descritos. Serão aulas as quartas-feiras (para cerca de 150 alunos) e aos sábados (para cerca de 150 alunos). PROGRAMAÇÃO MUSICAL - Serão realizadas 10 espetáculos com nomes expressivos do choro nacional e local, que serão convidados, para ser apresentarem com um grupo formado por alunos da oficina. Esta programação visa mostrar o público todas as potencialidades do gênero choro ao mesmo tempo que possibilita aos alunos a prática de conjunto e que iniciem o processo de profissionalização, apresentando-se para o público presente.
OBJETIVO GERAL Dar continuidade a Oficina de Choro, que é realizada há vinte anos na cidade de Porto Alegre, para revelar jovens instrumentistas, visando a profissionalização dos mesmos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Revelar pelo menos 10 jovens instrumentistas; Colaborar no surgimento de pelo menos 10 novos grupos musicais ligados aos gêneros choro e samba; Oportunizar a cerca de 300 pessoas o contato com a música brasileira, seus principais gêneros e formas musicais. Realizar 09 espetáculos dedicados ao gênero choro, na cidade de Porto Alegre, para um público previsto de 5.000 pessoas.
A Oficina de Choro de Porto Alegre tem por finalidade o acesso de toda população aos diferentes gêneros e estilos musicais da música brasileira, com ênfase no choro e no samba, para que a população possa ter um desenvolvimento pleno em todos os aspectos. Além de atender a cerca de 300 alunos, a oficina realiza espetáculos dedicados ao choro, com os grupos que se formam na oficina e seus convidados, o que contribui para a formação destes alunos, ao mesmo tempo que possibilita a população o contato com músicos de expressão. Está alinhada com o Pronac nos incisos: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; B) Agora trace uma linha, copie, cole, negrite e depois fundamente, os incisos e as respectivas alíneas do artigo 3º da Lei 8.313/91 transcritos abaixo para cada produto cultural cadastrado no Plano de Distribuição e suas ações culturais quando em um mesmo produto: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999) Contar com a Lei Federal de Incentivos Culturais é essencial para a realização do projeto, já que o projeto é inteiramente gratuíto, atendendo cerca de 300 alunos e ainda cerca de 5.000 pessoas no show. Sem a Lei Federal de Incentivos Culturais não seria possível buscar a realização deste importante evento.
A Oficina de Choro de Porto Alegre é realizada há vinte anos na cidade de Porto Alegre/RS. Primeiramente, era realizada no Santander Cultural, de 2004 até 2017. Em 2018, se transferiu para o Instituto Ling. Já revelou diversos jovens instrumentistas, como Pedro Franco, Max dos Santos, Luiz Barcelos, Henry Lentino, Elias Barbosa e o próprio Mathias Pinto, que hoje dirige a oficina. Todos músicos com larga atuação no país. Primeiramente, foi dirigida por Luiz Machado, figura exponencial do choro gaúcho, professor de inúmeras gerações de instrumentistas no estado do Rio Grande do Sul, que se afastou em 2013, por problemas de saúde, "passando o bastão" para seu pupilo e aluno Mathias Pinto. Além da revelação de jovens instrumentistas e tendo colaborado para a criação de diversos grupos de música instrumental, a Oficina de Choro de Porto Alegre tem trabalhado a auto estima e proporcionado aos alunos o convívio social, através da música.
PLANO PEDAGÓGICO - Prática de conjunto - Prática de leitura (partituras e cifras) - Prática de instrumentos (violão, violão de 7 cordas, bandolim, cavaquinho, percussão) - Harmonia aplicada à música popular - Composição na música popular brasileira - Criação de grupos musicais
ACESSIBILIDADE FÍSICA PRODUTO: OFICINA ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: o Instituto Ling é dotado de rampas e elevadores, inclusive no setor onde estão os sanitários, que atendem perfeitamente a todas as necessidades. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: será adotado audiodescrição e será divulgado que estaremos atendendo pessoas com deficiência visual. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: será adotado intérprete de libras e será divulgado que estaremos atendendo pessoas com deficiência auditiva. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS:será adotado monitor para atender pessoas com dificuldades intelectuais e será divulgado que estaremos atendendo pessoas com esta deficiência. PRODUTO: SHOWS MUSICAIS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: os shows serão realizados em local com todas as condições para atender pessoas com necessidades especiais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: será adotado audiodescrição e será divulgado que estaremos atendendo pessoas com deficiência visual. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: será adotado intérprete de libras e será divulgado que estaremos atendendo pessoas com deficiência auditiva. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS:será adotado monitor para atender pessoas com dificuldades intelectuais e será divulgado que estaremos atendendo pessoas com esta deficiência. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO As oficinas vão contar com libras e audio descrição. No momento de inscrição, sempre verificamos se alguém necessidata destas medidas e adotamos, caso haja necessidade. Anunciamos também que estes serviços estarão a disposição, caso necessário.
O projeto é inteiramente gratuíto, tanto as aulas como os shows que serão realizados. Então, ele já garante a democratização de acesso de toda população a todas suas etapas. Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
MATHIAS PINTO - DIREÇÃO ARTÍSTICA E PROFESSOR DAS OFICINAS Compositor e violonista Porto-Alegrense licenciado em música pelo Instituto Porto-Alegre, pós graduação em música com ênfase em educação músical pela faculdade da Serra Geral. Coordenador da Oficina de choro de Porto Alegre e do projeto MPB nas escolas (Instituto Ling). Prêmio Açorianos 2020 de melhor produtor musical. Idealizador e produtor do Festival de Choro da Serra Gaúcha (2022). No ano de 2017 lançou seu disco de estreia chamado “Falso Folião” e disco “Valentia” da cantora Nani Medeiros ambos com composições próprias. Neste mesmo ano participou do festival Internacional de Choro em NY/EUA. Em 2018 participou do Festival Latin Flute - em Toronto/Canadá, Festival Pepsi Twist Land, fez a direção musical do longa metragem “Plauto, um sopro musical” sobre a vida do flautista Plauto Cruz e gravou o disco de estreia do Sexteto Gaúcho: “Bicho Solto”. Em 2019 criou a OCPA - Orquestra de choro de Porto Alegre realizando o concerto Baile Brasileiro junto ao maestro Nailor Proveta. Curador do projeto Unimúsica 2019 com a edição sambachoro. Em 2020 realizou aula na universidade Oxford/Inglaterra com foco na composição de choro. Jurado no festival Moenda da Canção (RS). Entre outras produções estão: Palestra na inauguração da Casa do Choro/RJ (2013), show “Na Onda do Choro” com Luiz Carlos Borges, show “Discutindo a relação: com Ayres Potthof e Luiz Augusto Fischer, Direção musical nos musicais “Lupi, o musical”(2014) e “Estação Brasil”(2015), Coordenador da Oficina de Choro no Santander Cultural e Instituto Ling, há dez anos. CARLOS BRANCO - GESTOR DO PROJETO, PRODUTOR E CURADOR GERAL Carlos Branco possui títulos de Licenciatura em Educação Artística e de Bacharelado em Instrumentos, tendo sido músico e professor de música, com larga atuação no estado do Rio Grande do Sul. Como compositor, tem músicas gravadas no Brasil e exterior. Escreveu um livro denominado A Censura na MPB, publicado em 1993, pela Editora Alcance, além de vários artigos para jornais, livros e revistas. Foi, de 1989 a 1994, Diretor do Auditório Araújo Vianna e Coordenador de Música da Secretaria Municipal da Cultura, da Prefeitura de Porto Alegre, onde criou inúmeros projetos, tendo realizado cerca de 1.500 eventos, entre oficinas, workshops, shows, produção e lançamento de discos e outras promoções, sempre com grande sucesso. Foi também Gerente de Programas Culturais da Fundação Mauricio Sirotsky, do grupo RBS, nos anos de 1994 e 1995. Participa também de outros projetos na área social e cultural, tendo sido, por exemplo, curador do Projeto Rumos Musicais, do Itaú Cultural, curador da área cultural do SESI Nacional e diretor regional da ABMI (Associação Brasileira da Música Independente). Foi curador e produtor de diversas instituições culturais no país, com sua empresa Branco Produções. Foi o único produtor cultural brasileiro convidado para a Bafim (Feira Internacional de Música de Buenos Aires), em 2019. Foi o único produtor cultural da América do Sul convidado para curador do Jazz Ahead 2023, um dos mais importantes festivais de jazz, realizado anualmente em Bremen, Alemanha. Já participou da produção de cerca de 120 discos, entre LPs e CDs, foi empresário do pianista Miguel Proença e do grupo de jazz e bossa nova Delicatessen, que obteve projeção nacional e internacional. Desde 1994, é diretor da Branco Produções. Em 2016, foi o único produtor convidado brasileiro na BAFIM (Feira Internacional de Música de Buenos Aires), na Argentina e, em 2023, foi curador dos shows internacionais na Feira e Festival Jazzahead, em Bremen, na Alemanha. BRANCO PRODUÇÕES A Branco Produções foi criada por Carlos Branco em setembro de 1994. Com larga experiência na produção de shows, eventos e discos, já trouxe a Porto Alegre artistas internacionais, como B. B. King, Paco de Lucia, Buddy Guy, America, Betty Carter, Joe Henderson, The Commitments, Johnny Rivers, Men at Work, Martha Argerich, John Mayall, Johnny Winter, John Pizzarelli, El Viejo Almacén, Jon Anderson, Jean Luc Ponty, Ron Carter, Ravi Coltrane, Dave Holland, Harold Lopez-Nussa, Lucho Gatica e Laurie Anderson, entre inúmeros outros, além de artistas nacionais, como Caetano Veloso, João Bosco, João Gilberto, Arnaldo Cohen, Nelson Freire, Simone, Djavan, Cássia Eller, Adriana Calcanhoto, Gal Costa, Hermeto Paschoal e Maria Bethânia, entre outros. Espetáculos de teatro e dança, como Grupo Corpo, O Grande Circo Místico, Cia. Deborah Colker, Cena 11 e 1º Ato também tiveram a produção da empresa na cidade de Porto Alegre. Além disso, a empresa participou da produção do Porto Alegre Em Cena, Tim Blues Festival, Réveillon em Florianópolis e Carnaval de Porto Alegre, inauguração do espaço cultural denominado Santander Cultural, no ano de 2001, além de produzir, durante vários anos, os projetos programados pelo Serviço Social da Indústria em seu teatro, o Teatro do Sesi (Porto Alegre), entre inúmeros outros festivais e eventos. De 2001 à 2018, a empresa foi responsável pela curadoria e produção da programação musical do Santander Cultural, em Porto Alegre, que atingiu grande sucesso em todo o país. De 2010 a 2014, coordenou também a programação musical do Santander Cultural e, de 2014 à 2017, a programação musical do Museu do Estado de Pernambuco, na cidade de Recife/PE. Nos anos de 2000 e 2001, foi proprietária da casa noturna denominada Teatro de Elis e, de 2008 a 2010, administrou a programação cultural do TEATRO CIEE, cuidando de toda implementação do projeto deste novo teatro na cidade de Porto Alegre. Desde 2014, é responsável pela curadoria e produção da programação musical do Instituto Ling, importante centro cultural sediado em Porto Alegre. No ano de 2022, realizou a curadoria e produção da programação dos 25 anos do Teatro do Sesi, em Porto Alegre, com quatorze espetáculos de música, dança e teatro .Já realizou inúmeras tournées internacionais em toda a América Latina e na área fonográfica produziu cerca de 120 LPs e CDs, para artistas e empresas. Com o selo discográfico próprio – o Barulhinho, a Branco Produções gravou e distribuiu obras de artistas do Rio Grande do Sul, tendo feito o lançamento de 27 títulos. Criou e produz a série Piano Brasil, com o pianista Miguel Proença, que teve oito edições, tendo sido um dos projetos mais longevos na área de música erudita no país. Na área de administração de carreiras, foi responsável por artistas como o pianista Miguel Proença e o grupo Delicatessen. Atualmente, a Branco Produções faz a curadoria e a produção, ao lado de produtoras parceiras, de cinco importantes festivais musicais: Pianístico (Joinville, Santa Catarina), Poa Jazz Festival (Porto Alegre/RS), Paralelo Festival (São Francisco de Paula/RS), Festival de Choro da Serra Gaúcha (São Francisco de Paula/RS) e Santa Cruz Jazz’n’blues. MATEUS STANISÇUASKI - DIRETOR TÉCNICO Com cerca de 15 anos de atuação na produção técnica de espetáculos, trabalhou para algumas das maiores empresas do país, como Opus Promoções, Branco Produções, Hits Produções, Time 4 fun, entre outras. Participou como produtor técnico de shows de grupos como Black Sabbath, Paul McCartney, Mettalica, entre inúmeros shows nacionais e internacionais. Foi produtor técnico do Santander Cultural e do Instituto Ling, durante sua atuação na Branco Produções, além de desenvolver este trabalho para diversas instituições culturais e produtoras culturais do país. Atua também como operador de som e possui uma empresa de locação de equipamentos de sonorização e iluminação, prestando serviços em todo o estado do Rio Grande do Sul.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.