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PRONAC 232469Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O NOVIÇO DE MARTINS PENNA

L W PRODUCOES ARTISTICAS LTDA.
Solicitado
R$ 539,6 mil
Aprovado
R$ 539,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-01-01
Término
2026-08-08
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

REALIZAÇÃO DO ESPETÁCULO TEATRAL "O NOVIÇO" DE MARTINS PENNA

Sinopse

“O Noviço” é uma dessas comédias de costumes que, sem rodeios ou sofisticações nas falas e nas situações, apresenta a história de Carlos, rapaz endiabrado, que é enviado a um convento por decisão de sua tia e tutora. Não tendo vocação para a vida religiosa e apaixonado pela prima Emília, Carlos foge do convento e se dedica a desmascarar o ambicioso Ambrósio Nunes, segundo marido de sua tia. Esse homem viera do Ceará, de posse da herança de sua jovem esposa, Rosa. Na corte aplica um segundo golpe: casa-se com a viúva rica Florência. Com a intenção de tomar para si o dinheiro da segunda esposa, cria um plano: convencer Florência a confinar em um convento o sobrinho tutelado, Carlos, e preparar os filhos, a jovem Emília, e o garoto de nove anos, Juca, para serem religiosos. O trapaceiro Ambrósio, com sua capacidade de seduzir e enganar a inocente Florência, só é desmascarado quando Rosa, a esposa abandonada em Maranguape, chega ao Rio de Janeiro e, de posse da certidão de casamento, consegue um mandado de prisão, ao provar a bigamia do farsante Ambrósio. Carlos consegue fazer valer a sua vontade de abandonar o noviciado, é perdoado pelas fugas e pelas estrepolias promovidas no convento e declara seu desejo de casar-se com a prima Emília. Ambrósio é levado à prisão, as duas mulheres enganadas sentem-se vingadas, e o Mestre de Noviços abençoa a futura união de Carlos e Emília.

Objetivos

Objetivo Geral: Montagem de temporada da obra-prima de Martins Pena, a comédia de costumes O Noviço estreou nos palcos em 1845. A trama produz um retrato da sociedade carioca no período e ilustra o gosto médio dos frequentadores de teatro de então. Com texto leve e tipos comuns do imaginário brasileiro, aplica os princípios do ensinamento pelo humor, criticando a mentira e a fraude. Objetivo específico: Realizar 24 apresentações do espetáculo na cidade do Rio de Janeiro no período de dois meses. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar: 2 ensaios abertos do espetáculo com ingressos gratuitos para 400 espectadores Palestras gratuitas: realizar 04 palestras, de 02 horas cada, para 50 particpantes totalizando 200 participantes durante a execução do projeto.

Justificativa

Martins Pena é, sem sombra de dúvidas, um dos maiores dramaturgos brasileiros. Ainda no século XIX, trouxe para seus textos a prosódia típica dos cidadãos de nosso país. Com os inúmeros tipos que facilmente eram identificados pelo espectador, Martins Pena forneceu um saboroso panorama do Brasil e, valendo-se do seu inestimável dom de fazer comedia, expôs o ridículo da sociedade que ele tão bem conhecia, amava e, por isso mesmo, criticava. Mulatos, empregadas, caipiras, viúvas, juízes, donas de pensão, todos eram retratados com suas mais diversas características, comportamentos, sabores e dissabores. Enfim, esse mosaico dos diversos tipos sociais tornou-se material perfeito para que a comédia de costumes brasileira florescesse e conquistasse uma identidade própria. Nos dias de hoje, mergulhar na obra desse autor é, não só reconhecer sua importância, mas também sua imensa atualidade. O Noviço, considerada sua obra prima, faz uma crítica divertida, porém não menos voraz, das diversas estruturas que reconhecemos ainda fortemente nos nossos dias. Estão lá: a denúncia das mazelas sociais, a hipocrisia reinante nas famílias de classe média e autoridades, o jogo das aparências e os maus hábitos que se valem os cidadãos para conquistar benefícios e o uso do discurso religioso para fins nada nobres. Tudo absolutamente atual e reconhecível para os espectadores do século XXI. A encenação de O Noviço pretende, portanto, apresentar ao público essa obra de modo bastante contemporâneo, sem reverências, com uma linguagem ágil que convide o espectador a interagir com a peça de forma dinâmica e divertida. Para tanto, inúmeras referências atuais serão incorporadas pela encenação. Teremos, por exemplo, o uso da linguagem de quadrinhos na dinâmica de movimento cênico dos atores (incluindo aí as composições dos personagens, a articulação dos gestos e deslocamentos), a trilha sonora será composta especialmente para esta encenação. A encenação utilizará também de uma cenografia despojada, livre da recriação naturalista tão típica das comedias de costumes. Ao contrário. Com o palco nú, o elenco irá criar várias ambientações através dos elementos de cena que invadirão o palco e se transformarão, evidenciando o aspecto teatral do próprio espetáculo. Além disso, uma grande cortina de fundo servirá para "editar cenas", provocar recortes com seus diversos movimentos e inúmeras aberturas. Esses procedimentos todos integrados numa mesma linha narrativa evitam uma abordagem de mero resgate e buscam aproximar o público (especialmente os jovens) desse verdadeiro clássico nacional, sem descaracterizar seu texto, que será plenamente mantido e respeitado. Remontar "O Noviço" é continuar a investigação sobre a nossa identidade brasileira. Voltar a ele é refletir sobre nosso tempo, nossos hábitos e, por fim, nossa visão de mundo. E também uma oportunidade de divulgar o trabalho de Martins Pena, esse dramaturgo extraordinário que, por conta de seu enorme talento, deve ser visto e revisto por todos aqueles que procuram entender o país em que vivem. Art. 1º da Lei 8313/91 a proposta se enquadra nos incisos abaixo. I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Art. 3° da Lei 8313/91 serão alcançadas com o projeto. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Estratégia de execução

Martins Pena é, sem sombra de dúvidas, um dos maiores dramaturgos brasileiros. Ainda no século XIX, trouxe para seus textos a prosódia típica dos cidadãos de nosso país. Com os inúmeros tipos que facilmente eram identificados pelo espectador, Martins Pena forneceu um saboroso panorama do Brasil e, valendo-se do seu inestimável dom de fazer comedia, expôs o ridículo da sociedade que ele tão bem conhecia, amava e, por isso mesmo, criticava. Mulatos, empregadas, caipiras, viúvas, juízes, donas de pensão, todos eram retratados com suas mais diversas características, comportamentos, sabores e dissabores. Enfim, esse mosaico dos diversos tipos sociais tornou-se material perfeito para que a comédia de costumes brasileira florescesse e conquistasse uma identidade própria. Nos dias de hoje, mergulhar na obra desse autor é, não só reconhecer sua importância, mas também sua imensa atualidade. O Noviço, considerada sua obra prima, faz uma crítica divertida, porém não menos voraz, das diversas estruturas que reconhecemos ainda fortemente nos nossos dias. Estão lá: a denúncia das mazelas sociais, a hipocrisia reinante nas famílias de classe média e autoridades, o jogo das aparências e os maus hábitos que se valem os cidadãos para conquistar benefícios e o uso do discurso religioso para fins nada nobres. Tudo absolutamente atual e reconhecível para os espectadores do século XXI. A encenação de O Noviço pretende, portanto, apresentar ao público essa obra de modo bastante contemporâneo, sem reverências, com uma linguagem ágil que convide o espectador a interagir com a peça de forma dinâmica e divertida. Para tanto, inúmeras referências atuais serão incorporadas pela encenação. Teremos, por exemplo, o uso da linguagem de quadrinhos na dinâmica de movimento cênico dos atores (incluindo aí as composições dos personagens, a articulação dos gestos e deslocamentos), a trilha sonora que utilizará de clássicos brasileiros. Além da trilha gravada, pequenas e rápidas intervenções musicais irão permear o espetáculo (com os atores cantando ou tocando instrumentos), compondo uma gama de interferências sonoras que ora comentam, ora acompanham a cena. A encenação utilizará também de uma cenografia despojada, livre da recriação naturalista tão típica das comedias de costumes. Ao contrário. Com o palco nú, o elenco irá criar várias ambientações através dos elementos de cena que invadirão o palco e se transformarão, evidenciando o aspecto teatral do próprio espetáculo. Além disso, uma grande cortina de fundo servirá para "editar cenas", provocar recortes com seus diversos movimentos e inúmeras aberturas. Esses procedimentos todos integrados numa mesma linha narrativa evitam uma abordagem de mero resgate e buscam aproximar o público (especialmente os jovens) desse verdadeiro clássico nacional, sem descaracterizar seu texto, que será plenamente mantido e respeitado. Remontar "O Noviço" é continuar a investigação sobre a nossa identidade brasileira. Voltar a ele é refletir sobre nosso tempo, nossos hábitos e, por fim, nossa visão de mundo. E também uma oportunidade de divulgar o trabalho de Martins Pena, esse dramaturgo extraordinário que, por conta de seu enorme talento, deve ser visto e revisto por todos aqueles que procuram entender o país em que vivem.

Especificação técnica

Inciso do §2º do artigo 30 da IN 01/2023 referente à ação formativa cultural oferecida como CONTRAPARTIDA SOCIAL: II – Oferecer ensaios abertos e palestra. Realizar 2 ensaios abertos gratuitos para a população em geral Realizar a palestra gratuita A IMAGEM DO SOM com o diretor musical Wagner Campos para 350 participantes

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: ESCOLHER UM TEATRO QUE TENHA ACESSIBILDADE PARA DEFICIENTES FISÍCOS COMO RAMPA, CORRIM~]AO E BANHEIROS ADAPTADOS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: REALIZAR SESSÃO COM AUDIODESCRIÇÃO EM TODAS AS SESSÕES ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: REALIZAR SESSÃO COM INTEPRETE EM LIBRAS EM TODAS AS SESSÕES ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: LOCAÇÃO DE ABAFADOR DE SOM PARA AUTISTAS EM TODAS AS SESSÕES COM MONITORES PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: ESCOLHER UMA SALA QUE TENHA ACESSIBILDADE PARA DEFICIENTES FISÍCOS COMO RAMPA, CORRIMÃO E BANHEIROS ADAPTADOS. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: REALIZAR UMA PALESTRA COM AUDIODESCRIÇÃO NAS PALESTRAS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: REALIZAR UMA PALESTRA COM INTEPRETE EM LIBRAS NAS PALETRAS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: LOCAÇÃO DE ABAFADOR DE SOM PARA AUTISTAS COM MONITORES NAS PALESTRAS

Democratização do acesso

Art. 30. As propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território nacional, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária. Realizar: 2 Palestras gratuitas com 100 participantes totalizando um total de 200 pessoas. 2 ensaios abertos do espetáculo com ingressos gratuitos para 400 espectadores Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: Realizar: IV - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;

Ficha técnica

PROPONENTE: L. W. PRODUÇÔES será COORDENADOR GERAL, GERENCIA FINANCEIRA e ATOR (Edmundo Lippi) MARTINS PENNA - TEXTO / WAGNER CAMPOS - DIRETOR / JOÃO IRÊNIO – CENÁRIO / NEY MADEIRA - FIGURINOS / ROGÉRIO WILTGEN - ILUMINADOR / WAGNER CAMPOS – MÚSICAS, DIREÇÃO MUSICAL e OFICINEIRO / ATORES: MARCELLO ESCOREL, EDMUNDO LIPPI, RAFAEL CANEDO, GLÁUCIA RODRIGUES, ISABELLA DIONÍSIO, NEDIRA CAMPOS E BRUNO GANEM. MINI CURRÍCULUM EDMUNDO LIPPE – ATOR E COORDENADOR A partir de 1992 produz e atua nos espetáculos: “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare, direção de Cláudio Torres Gonzaga; “O Mercador de Veneza” de William Shakespeare, direção de Cláudio Torres Gonzaga. “À Margem da Vida” de Tenesse Williams, direção de Roberto Vignati. “Frankenstein” de Mary Shelley, direção de Angela Leite Lopes. “As Malandragens de Scapino” de Molière, direção de João Bethencourt; “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton, direção Sidnei Cruz; “O Avarento” de Molière, direção de João Bethencourt; “A Moratória” de Jorge Andrade, direção de Sidney Cruz; “As Eruditas” de Molière, direção de José Henrique; “Thérèse Raquin” de Émile Zola, direção de João Fonseca; “Auto Compadecida” de Ariano Suassuna, direção de Sidnei Cruz; “O Doente Imaghinário” de Molière, direção de Jacqueline Laurence; “Vaidades&Tolices” de Anton Tchekov, direção de Sidnei Cruz e “O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna, direção de Wagner Campos e Gláucia Rodrigues. JOÃO IRÊNIO - CENÓGRAFO Nascido em 1970 na cidade de São Paulo, passa a infância em Berlim de 74 a 80, em 1991 - cursa a Uni-Rio na cadeira cenografia, inicia a carreira com o diretor de arte, cenógrafo e artista visual Irênio Maia de 86 à 94. Ingressa e assina cenários nos Estúdios Globo de 95 a 2017. Em 2018 como freelancer trabalha na area de Direção de Arte, Cenografia e Artes Visuais. Recebe a premiação da Triga de Ouro na Quadrienal de Praga junto com a comissão brasileira entre outros prêmios da área. DIREÇÃO DE ARTE E CENÁRIOS PARA DRAMATURGIA, LINHA DE SHOW E EVENTOS: Trabalhos realizados com os diretores: Luiz Fernando Carvalho, Mauro Mendonça Filho, Roberto Talma, Amora Mautner, Ricardo Waddington, Luiz Henrique Rios, André Motta Lima, Gustavo Fernandez, Pedro Peregrino, Fabrício Mamberti, Jô Soares, Maurício Arruda, Sergio Grosman, Denisw Sarraceni. Seus principais trabalhos no teatro foram os espetáculos: O ECLIPSE, com direção de Jô Soares no Teatro Jaraguá, O SITÍO DO PICA-PAU AMARELO com direção de Roberto Talma eno Teatro Procópio Ferreira e ZÉ COM A MÃO NA PORTA, com direção do Grupo Teatral OBARRA – Teatro do Jóquei. NEY MADEIRA - FIGURINOS Cenógrafo, figurinista e arquiteto (EAU-UFF), desenvolve trabalhos na área teatral desde 1990. Trabalhou junto a diretores como Aderbal Freire filho, Wolf Maya, João Bethencourt, Amir Haddad, Flávio Marinho, João Fonseca, Jorge Fernando, Luiz Arthur Nunes e Augusto Boal.Em teatro infanto-juvenil, obteve treze indicações para os prêmios Mambembe e Coca-cola, tendo recebido o Prêmio Mambembe de Melhor Figurino de 1997, pelos espetáculos “Tuhu, o Menino Villa Lobos” e “Quem Segura esse Bebê”, e os prêmios Coca-Cola de Melhor Figurino de 1992, por “Tartufo”, e de 1998, por “Viva o Zé Pereira”.Em 2009 recebeu o PREMIO APTR como Melhor Figurinista pelos espetáculos O Santo e A Porca de Ariano Suassuna e ENTROPIA de Rodrigo Nogueira. Em 2018 indicado ao Prêmio Shell e Prêmio Cesgranrio pelos figurinos do musical “BIBI –UMA VIDA EM MUSICAL. ROGÉRIO WILTGEN - ILUMINADOR Realizou o projeto de Iluminação cênica de mais de 150 espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe, Coca-cola e Cultura Inglesa de Teatro. Trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Jacqueline Laurence, Jorge Fernando, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel, Sérgio Britto, entre outros. Em 2018 recebeu o Prêmio Botequim Cultural pelo musical “Bibi, uma Vida em Musical”. Em 2020 recebeu o Prêmio Cesgranrio de Teatro e o Prêmio Shell peça iluminação do musIcal "A Cor Púrpura O Musical , com direção de Tadeu Aguiar em 2019. WAGNER CAMPOS – MÚSICAS, DIREÇÃO MUSICAL e OFICINEIRO Compositor, diretor teatral, pesquisador, arranjador, diretor/ produtor musical e musicista especializado em instrumentos antigos e tradicionais de cordas dedilhadas. É autor do livro “A História do Violão”, publicado em 2006. Entre 1998 e 2008 foi curador musical do Projeto SONORA BRASIL – Circuito Nacional de Música, do Sesc Nacional. Entre 2008 e 2016 dirigiu o NPAV – Núcleo de Produção de Audiovisual, do Sesc Nacional. RAFAEL CANEDO – ATOR No teatro seus últimos trabalhos foram: “Auto da Compadecida” de Ariano Suassuna, direção de Sidnei Cruz em (15); “Fazendo História” de Alan Bennett, direção de Gláucia Rodrigues em (14); “O Estranho Caso do Cachorro Morto” de Mark Haddon, direção de Moacyr Góes em (14)(; "Porcos com Asas" -vencedor do prêmio de melhor espetáculo na FITA 2012 - sob a direção de Claudio Handrey (12); "A Carroça dos Desejos" com direção de Eduardo Vaccari e "O Homem Com a Flor na Boca" de Luigi Pirandello com a direção de Pedro Murad em 2011. Foi Indicado aos Prêmios: Melhor ator pelo prêmio CESGRANRIO de Teatro pelo espetáculo “O estranho caso do cachorro morto” - 2014 // Melhor Ator da Mostra Adulta no Festival de Teatro do Rio de Janeiro com a "Carroça dos Desejos" - 2012 GLÁUCIA RODRIGUES – ATRIZ Bacharel em artes cênicas pela UNIRIO. Foi indicada aos Prêmios: SHELL 2008 como atriz da peça O SANTO E A PORCA // MAMBEMBE/1997 como atriz coadjuvante no espetáculo O HERÓI DO MUNDO OCIDENTAL /Prêmio Cultura Inglesa/1996 como melhor atriz no espetáculo O OLHO AZUL DA FALECIDA // Prêmio Cultura Inglesa/1995 como melhor atriz no espetáculo AS ARMAS E O HOMEM DE CHOCOLATE. NEDIRA CAMPOS – ATRIZ Estreou no Teatro em 1979, no infantil "Três Peraltas na Praça". Foi dirigida por nomes como Sérgio Britto, Jacqueline Laurence, Bernardo Jablonski, Jorge Takla, Luiz Mendonça, Luiz Carlos Arutin, José Renato, Atílio Riccó e Antônio DeBonis, entre outros. Seu primeiro espetáculo adulto foi "O Marginal", em 1981. Atuou em seguida em "Mame-o ou Deixe-o", "A República dos Prazeres", "A Tocha na América", "Sem Sutiã", "Os Japoneses não Esperam", "O Peru", "Tem um Tenor no Meu Banheiro", "Camas Redondas, Casais Quadrados", "Quem Programa Ação, Computa Confusão", "JK", "A Comédia dos Amantes", "Ato Cultural", "Nos Tempos de Martins Pena", "Cafona Sim, E Daí?", "Meninos, Eu Vivi", "Ai Ai Brasil", "De Getúlio a Getúlio", "O Doente Imaginário", "´Ultima Cena para Lorca" e "Sucessos da Atlântida". MARCELLO ESCOREL - ATOR Artista versátil, transita livremente por diferentes registros de atuação, entre o musical, a comédia e o drama. Formado pela experiência em companhias de teatro, trabalha, no Rio de Janeiro, com os mais diversos diretores, em uma expressiva carreira. Desde 1993, atua regularmente em novelas e minisséries da Rede Globo, e, em 2006, é contratado pelo núcleo de teledramaturgia da TV Record. No cinema, estreia na comédiaTango, ou Deu no New York Times, de 1985, do cartunista Henfil. Participa de uma série de longas e curtas-metragens, entre eles Lamarca, do diretor Sérgio Rezende, em 1994, e Tropa de Elite, de José Padilha, em 2007. ISABELLA DIONÍSIO - ATRIZ No Teatro, principais trabalhos fez “O Ateneu” com direção de Oberdan Jr. (2018) e “O Doente Imaginário de Molière, com direção de Jacqueline Laurence em 2022. Indicada ao prêmio de Melhor Atriz pelo V Prêmio Botequim Cultural (2016) na categoria Espetáculo Infanto-Juvenil por “Ludi na Revolta da Vacina” (2015/2016)

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.