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Um projeto Escola de Formação de Cidadania com um conjunto de oficinas e atividades destinadas a fomentar a formação técnica e intelectual de jovens, adolescentes e crianças, em situação de risco, moradores das comunidades de baixa renda, baseado na cultura brasileira como instrumento de formação, tendo como oficinas: Literatura e Interpretação de Textos, Língua Portuguesa e Redação, Literatura Infantil, Teatro, Narrativas Contemporâneas e Pesquisa da Informação, Produção Cultural, Música (violão, cavaquinho e bandolim), Percussão (Estudando os Sambas do Rio) e Produção de Vídeo e Fotografia, Serigrafia.
SINOPSE DA OBRA O projeto Escola de Formação de Cidadania Maria Firmina dos Reis trata-se da execução de um conjunto de atividades destinadas a fomentar a formação técnica e intelectual de jovens, adolescentes e crianças, em situação de risco, moradores das comunidades do Jacarezinho-RJ, e tem como previsão contribuir para o fortalecimento do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da região, que é o 5º- pior de todo o município do Rio de Janeiro. Formação Técnica e Intelectual Uma série de Oficinas de Literatura, Leitura, Compreensão e Interpretação de Textos, Aulas de Português e Redação, Comunicação, Narrativas Contemporâneas, Pesquisa da Informação, Teatro, Música, Vídeo, Fotografia e Serigrafia que têm por objetivo a contribuição para o desenvolvimento de crianças e adolescentes, tendo a arte e a cultura brasileiras como base de inovação e concepções de novos métodos de aprendizagem para a transmissão do conhecimento mais aprofundado do Brasil. Capacitação em Produção e Gestão Desenvolvimento de Oficinas de Produção Cultural, Empreendedorismo, Cidadania e Gestão geradoras de oportunidades de trabalho e renda para os jovens alunos das comunidades do Jacarezinho. Incentivo à Biblioteca Local Contribuição para o melhoramento e o crescimento da biblioteca local, utilizando-a como um espaço comunitário de interatividade, consolidando esse conceito para a participação da comunidade na biblioteca, promovendo a inclusão social, tendo por instrumentos a literatura e a democratização da informação.
OBJETIVO GERAL Voltado para o ensino da cultura brasileira, do ponto de vista da sua democratização, o projeto se configura como uma plataforma de produção de um conjunto de Oficinas para a formação da cidadania e a inclusão social de crianças, jovens e adolescentes, incentivando a sua autoestima, através da Literatura, do Teatro e da Música, visando o conhecimento, a sensibilização cultural e a mudança de comportamento, contemplando o empreendedorismo e a descoberta de soluções de comunicação como uma ferramenta importante para estabelecer a integração das comunidades do Jacarezinho em circuitos de interesses específicos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Criar uma oficina de Literatura, Leitura, Compreensão e Interpretação de Textos; - Criar uma oficina de Aulas de Português e de Redação; - Criar uma oficina de Narrativas Contemporâneas e Pesquisa da Informação; - Criar uma oficina de Empreendedorismo e Produção Cultural; - Criar uma oficina de Produção de Vídeo; - Criar uma oficina de Produção de Marketing Digital; - Criar uma oficina de Fotografia; - Criar uma oficina de música: violão, cavaquinho e bandolim; - Criar a oficina "Estudando os Sambas do Rio" e incentivar a integração dos jovens na bateria da Escola Unidos do Jacarezinho fortalecendo o ensino do samba na comunidade; - Criar uma oficina de Serigrafia; - Contribuir para o melhoramento e o crescimento das bibliotecas locais (em escolas e bibliotecas públicas), utilizando-as como um espaço comunitário de interatividade; - Criar um sítio de literatura na internet; - Criar e colocar em prática uma estratégica de marketing digital para maximizar a difusão de uma Campanha de Solidariedade para as comunidades do Jacarezinho, contendo as seguintes ações: anúncios no Google, no Facebook, Linkedin, Bing Ads, ‘Inbound’ Marketing, gerenciamento nas redes sociais, uso das técnicas de SEO, sistema de envio de E-mail Marketing; - Realizar o evento de lançamento no Auditório da Academia Brasileira de Letras (ABL), com as participações de escritores, artistas, personalidades convidadas e a comunidade do Jacarezinho; - Realizar um ciclo de 06 Palestras e Encontros Críticos destinado ao público, 01 a cada 02 meses, durante 01 ano, em espaços culturais do Rio de Janeiro; - Realizar um ciclo de 06 Palestras e Encontros Críticos, em escolas públicas próximas aos espaços selecionados, 01 a cada 02 meses, durante 01 ano, para o cumprimento das contrapartidas sociais; - Realizar um evento de final de um ciclo de um ano das atividades do projeto, em espaço público, mobilizando a comunidade. OBS: Todas as oficinas têm como foco de suas ações a literatura, o teatro e a música brasileiras.
JUSTIFICATIVA Encontramos nas áreas da Antropologia e da Sociologia muitos trabalhos que discorrem sobre a formação da(s) identidade(s) dos grupos em condição de subalternidade como é o caso dos sujeitos sociais moradores de comunidades de baixa renda no Rio de Janeiro. Levando em conta os processos de escolarização pelos quais passaram esses grupos em sua trajetória de vida, vê-se um quadro de insuficiência e descaso pelas condições que lhes foram oferecidas. Nesse contexto, há de se considerar os desdobramentos das condições sociais desses grupos: as ligações com o tráfico de drogas, o envolvimento na guerra urbana e o alto índice de morte entre os jovens cariocas. Reconhecendo os processos pelos quais esses fenômenos são reforçados e hierarquizam os grupos por características do seu pertencimento cultural, a plataforma de intervenção do ISC na Favela do Jacarezinho quer dar visibilidade aos aspectos que separam os sujeitos pelas heranças culturais de dominação ou de submissão, tendo como meta discutir as heranças sociais esquecidas por processos de deslegitimação das vozes periféricas na região. Ter a aprovação da Lei Rouanet vem de encontro às essas características do projeto, sendo esses os motivos do uso da Lei para executar o projeto. Por quê o Jacarezinho? O Complexo de favelas chamado Jacarezinho possui cerca de 55 mil moradores, segundo o Governo do Estado, distribuídos em aproximadamente 16 mil residências, com média de 5 pessoas por domicílio, entre 14 comunidades assentadas na área. O Jacarezinho é marcado pela violência armada e convive com o choque permanente entre a polícia e os grupos de traficantes de drogas lá existentes. A favela é caracterizada por ter o 5º- pior IDH do município e um dos mais altos índices de violência urbana. A rotina escolar é impactada por esse fenômeno e os resultados dessa realidade interferem diretamente nos baixos índices de frequência dos estudantes nas escolas da região, nas dificuldades de concentração, desempenho e acompanhamento das aulas, além das doenças psíquicas registradas entre os alunos e os trabalhadores locais. Ausência de Referenciais de Cidadania A violência e a carência de infraestruturas são os fatores que mais preocupam a sociedade em relação aos ‘espaços urbanos’ que se destacam na mídia por causa do confronto deflagrado entre o Poder Público e o Poder do Tráfico de Drogas. Os índices de cidadania, que medem quesitos sociais como Educação, Saúde e Segurança, é que ainda precisam melhorar muito. O quadro é desolador em qualquer comunidade pobre do Rio de Janeiro. O que move nossa iniciativa é a representação dos grupos localizados em áreas que, pela ausência de referenciais de cidadania, são reservadas aos que não desfrutam historicamente do desenvolvimento social. As crianças entram para o tráfico prematuramente e, uma vez engajadas, perdem totalmente a noção dos valores morais. Crianças de 10, 11, 12 anos, que assistem seus pais trabalhar o dia inteiro e continuar vivendo dentro das condições mais precárias, em barracos quase inabitáveis, crescem sem esperança, sem educação, sem lazer, sem esporte, sem cultura e, o que é pior, sem oportunidade de trabalho. A única opção para esses pré-adolescentes, quando atingem a faixa dos 13, 14 ou 15 anos, é o ingresso no "movimento". A Chacina do Jacarezinho Numa manhã de quarta-feira do mês de janeiro do ano de 2022, um cenário "dantesco" de violência marcou a comunidade do Jacarezinho para sempre. Tiros de escopetas, explosões de granadas, caveirões, arrombamentos de casas, confiscos de celulares, agressões nas ruas, mortes e o sangue espalhado pelo chão da favela revelaram o horror da mais cruel chacina policial já cometida na história da cidade do Rio de Janeiro. Após a operação de mil homens da Polícia Militar, uma imagem de terror e morte se instaurou ao quadro de pobreza, miséria e degradação permanentes que insiste em conviver com os moradores do Jacarezinho. No Jacarezinho 15% da população local vive abaixo da linha da pobreza e 85% em habitações paupérrimas, a renda per capita (por pessoa) é de R$ 177,98, a quarta média mais baixa do município. A miséria e a violência andam juntas, lado a lado, dia a dia, e acompanham seus moradores como uma sombra. O tamanho desse estrago não pode ser comparado a nada. Só à indignação de toda a sociedade. Trata-se da capacidade de todos se mobilizarem para ajudar a estancar essa sangria e colaborar para a cura de uma doença social que atinge não só a favela do Jacarezinho, mas grande parte da população carioca. Há cerca de uma década, o IBGE levantou que existem 763 comunidades faveladas que abrigam 22% da população da cidade do Rio de Janeiro. O que faz da capital fluminense o município brasileiro com o maior número de moradores em favelas, 1.393.314 habitantes. O que esperar do Censo de 2023? Com certeza, o aumento desastroso desse número. Solicitamos o enquadramento do projeto no Art. 18 por tratar-se de "empreendedorismo e ação de capacitação" de jovens e crianças em situação de risco tendo como suporte várias linguagens da cultura brasileira (literatura, música, teatro, entre outras), e vir atender aos seguintes incisos do Art 1o- da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além de os objetivos do projeto virem de encontro às seguintes especificidades da Lei 8313/91, Art 3o- : a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil;c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023)
PROJETO PEDAGÓGICO II. Introdução Como eixo condutor do projeto Escola de Formação de Cidadania Maria Firmina dos Reis, o projeto político-pedagógico “Nossa Favela, construindo cidadania a partir da arte da literatura”, foi elaborado no sentido de cumprir a tarefa primordial de todo o escopo do nosso projeto socioeducativo, qual seja: formar a partir das relações sociais, aproximando os sujeitos do conhecimento como bem público, criando ambiência de aprendizagem na perspectiva de construir o conhecimento com os diferentes sujeitos deste processo. Neste sentido, o trabalho realizado pelo ISC é o mote do projeto político-pedagógico nascido das discussões entre educadores, sociólogos, historiadores, pesquisadores e parceiros. Tem como tarefa auxiliar o desenvolvimento das habilidades de nossos alunos residentes nas comunidades do Jacarezinho e regularmente matriculados na rede pública de ensino, justamente por ser concebido como um projeto de “extensão escolar”. Entendemos ‘extensão’ como uma prática social incentivadora da sociabilidade e descobertas de novos espaços e arenas de debate: são situações relacionadas com a formação mais ampla, devendo, por isso mesmo, auxiliar nossa leitura de mundo. Este projeto pretende agir como um reforço das atividades escolares. As escolas estão se confrontando com desafios que precisam de ferramentas de apoio relacionadas a diversas áreas. A retomada da Educação, dentro do contexto da Pandemia da Covid 19, impõe novas demandas de ações articuladas não só com a contextualização local de cada escola, mas com a discussão mais ampla sobre os problemas das comunidades que implicam na substancialização de uma política renovada de transmissão do conhecimento. O caminho escolhido para estabelecer esta iniciativa foi o desenvolvimento do projeto Escola de Formação de Cidadania Maria Firmina dos Reis. Para executarmos nossos pressupostos, nos orientamos por alguns marcos conceituais que apresentaremos abaixo. Por tudo isso, nosso intuito, ao sistematizarmos os pressupostos e o eixo orientador de nossa ação, é reparar o escopo para as condições de desenvolvimento dos diferentes módulos que compõem o projeto, partindo de uma perspectiva globalizante. Isso significa produzir uma cultura de resgate histórico das nossas diferentes raízes identitárias enfatizando o hibridismo genuinamente brasileiro no qual somos formados. Convém destacar que esta característica está refletida na expressão artística conhecida como “Literatura Brasileira”. Assim, nossa forma de estar interagindo em sociedade agrega nosso gosto libertário, nosso olhar, nosso comportamento e nossa expressão artística. Com base na proposta do ISC de a Escola de Formação de Cidadania Maria Firmina dos Reis se constituir como uma das mais importantes oficinas de formação de cidadania, através da Literatura e da Redação de Textos, em comunidades de baixa renda do Rio de Janeiro, este projeto visa orientar as ações das diferentes modalidades que o compõem. Visa fomentar um trabalho pedagógico no sentido de lhe dar visibilidade bem como fortalecer as identidades culturais da nossa cidade e do Brasil, convertendo-se em um viés fundamental para uma política identitária na formação da cidadania de jovens e crianças. II. A Escola de Cidadania Maria Firmina dos Reis O projeto da Escola será, conforme o explicitado, nossa principal bandeira junto às comunidades do Jacarezinho, em parceria com as Associações de Moradores locais e a Federação das Favelas do Rio de Janeiro (FAFERJ), sendo a iniciativa que, de certa forma, inaugura nossa prática de intervenção na comunidade. As experiências se darão tendo como base uma orientação pedagógica em sentido abrangente, o que depende de uma formação ampla sobre a Literatura, a leitura e a compreensão de textos, o ensino do português e aulas práticas de Redação que perpassem a história do Brasil e da humanidade. O programa político-pedagógico de um projeto de resgate das coisas perdidas de grupos sociais vitimados pela deficiente transmissão cultural tem como finalidade a formação da cidadania em sentido amplo e deve contemplar uma visão histórica, acima de tudo, sobre o que é a cultura, uma expressão de comportamento que conduz a vida. Entendemos como público-alvo, não apenas os jovens alunos e crianças moradores das comunidades com as quais iremos trabalhar. A equipe do ISC entende que a construção do seu perfil depende de uma aproximação com o universo dos sujeitos envolvidos na Escola de Formação de Cidadania Maria Firmina dos Reis, bem como nos demais projetos do Instituto e seus parceiros que serão implementados. III. Justificativas A interculturalidade é hoje um dos principais apelos para uma cultura de intercâmbio sociocultural entre os grupos posicionados de modo desigual no que se refere às condições de acesso aos bens de toda ordem. Sendo assim, um projeto de intervenção que se pretende dialógico deve estar atento aos argumentos sobre as alternativas presentes no campo da educação formal para uma ‘extensão’ não-escolar. A perspectiva intercultural seria um ponto de partida no processo de reconhecimento das nossas identidades enquanto país continental e marcadamente “eurodirigido”. Em outras palavras, nosso projeto curricular não está comungando com práticas de alienação no que se refere às explicações formais sobre a formação da sociedade brasileira. Numa educação intercultural fica explícita a crença nos saberes locais, nas práticas voltadas para a complexidade de ideias e pressupostos sobre o que somos. Apelar para um perfil de trabalho de resgate de identidades é acreditar nas alternativas de sucesso dos nossos parceiros. Assim, os alunos inseridos na escola devem ser prioridade e neste caminho estaremos contemplando suas necessidades de diálogo, de interlocução e de busca constante de conhecimento. A Literatura é, para a nossa pretensão de educar, um dos objetos culturais mais poderosos, tendo em vista sua capacidade agregadora. Como uma instituição comprometida com o resgate da(s) cultura(s) do Brasil, bem como com a formação humana a partir deste viés, o trabalho de intervenção que aqui propomos está sendo fortalecido com a formação interna de sua equipe. Pautada na construção de ações efetivas de formação intelectual e cidadania, acompanhadas de práticas discursivas e imagéticas, acreditamos poder interferir positivamente no processo de resgate das identidades culturais e consequentemente da autoestima dos jovens envolvidos. Os objetivos do projeto educativo são justamente promover o intercâmbio entre a equipe e os pesquisadores participantes com uma educação para a diversidade, avaliar os principais conceitos de sociedade multicultural, pluralidade, intercultura e formação de identidades híbridas, reconhecer as potencialidades dos jovens e crianças na história das mudanças sociais e avaliar os caminhos de superação de suas perdas bem como da sua perspectiva de vida. Tudo isso será o mote para produzirmos uma agenda conjunta de sonhos e desejos no processo de resgate de nossas identidades. Um projeto de cidadania organizado com base numa educação cultural é, por definição, composto por uma equipe de intelectuais, artistas e agentes comunitários com vínculos sólidos que refletem sua responsabilidade social. Uma equipe de formadores com ideologia definida na solidariedade e na justiça social está, por isso mesmo, desafiada a criar uma atmosfera dialógica e de intercâmbio. Visamos o compromisso de construir, juntamente com os alunos moradores das comunidades do Jacarezinho e adjacências, as condições de re-significação do conhecimento, sobretudo os saberes organizados, tendo como sede o ‘não-lugar’ e os espaços ‘não disciplinares’, como é o caso das artes. Nosso objetivo maior é privilegiar a filosofia de educação dos estudantes contemplados na Escola de Formação de Cidadania Maria Firmina dos Reis, dando ênfase ao intercâmbio cultural na perspectiva de desestabilizar as ideias pré-concebidas sobre uma cultura “vulgar”. IV. Filosofia de trabalho Nossa filosofia de trabalho de formação implica realizar um mergulho na História da formação da sociedade brasileira destacando aportes relacionados com as heranças etnocêntricas e com as narrativas e manifestações literárias afro-ameríndias. Podemos considerar que essas histórias estão definidas no reconhecimento do que somos, tendo como herança, os saberes privilegiados desde a ancestralidade. A história da(s) identidade(s) do “povo brasileiro”, sua Música, sua Literatura e suas representações sociais sobre o que é ter “cultura”, deve ser ampliada tendo em vista os mecanismos de massificação de suas manifestações. Por isso, a história da Literatura e o ensino da Literatura como espaço ‘não-disciplinar’ é o ponto alto deste projeto, e ocupam um “outro lugar”. Acreditamos que somos transformados na interculturalidade e estas ações promotoras de novos sentidos terão como parte de suas tarefas desequilibrar as relações dos sujeitos envolvidos no “fazer pedagógico”. Transformando o ISC numa instituição que parte de experiências locais, mas, ao mesmo tempo, abrangentes, o projeto Escola de Formação de Cidadania Maria Firmina dos Reis quer vivenciar os pressupostos de uma educação cidadã e multifacetada. Fomentar uma lógica de solidariedade entre os grupos envolvidos como os alunos, os professores e os interessados na Literatura e nas artes audiovisuais dependerá das posturas cotidianas que teremos diante de nossas práticas discursivas. Devemos, portanto, dar ênfase ao multiculturalismo que caracteriza a sociedade brasileira e reconhecer nossas múltiplas histórias e múltiplos olhares sobre o mundo da vida, das nossas identidades e do nosso hibridismo. Assim, analisaremos aspectos que nos fazem desiguais como é o caso dos modos de diferenciação que afetam a cultura brasileira. Por último, queremos problematizar as representações conservadoras sobre a nossa Literatura e nossas ações como grupos sociais. Somos todos leitores, somos todos dependentes da voz do outro, da expressão vizinha, do comportamento do próximo. Somos vozes ativas e instrumentos de sabedoria. Por isso, somos partes da Escola Maria Firmina dos Reis, assim como Ela, como escritora, professora, negra e abolicionista, foi uma parte integrante da formação de comportamento, de atitudes, de liberdade e cidadania. V. Planejamento pedagógico O que pretendemos é desenvolver o conceito de formação de cidadania com o estudo dos movimentos sociais, culturais e artísticos brasileiros, perseguindo “antigas formas” para alcançar “novas fórmulas” de transmissão de conhecimentos: 1 – A apresentação dos clássicos da literatura brasileira e de livros de autores contemporâneos e inéditos; 2 – Preservar o conceito de seleção permanente entre os alunos, utilizando-se de provas práticas e teóricas periódicas para garantir a excelência e a qualidade do ensino e destacar os melhores alunos para inserirem-se no núcleo de produção do projeto; OBS: O processo educativo não deve resumir-se apenas à avaliação periódica do educado. Deve ampliar-se para o envolvimento contínuo do educador e do educado com a metodologia utilizada. 3 – Separar amplamente a metodologia de execução da escola e do grupo de produção. Fazer crescer a eficácia de ambas as metodologias em separado; 4 – Reforçar a prática da disciplina da Leitura e da Redação através de aulas específicas; 5 – Aprender a exercitar o respeito e o amor pelos livros e a sua exposição na Biblioteca local; 6 – Participar aos alunos o aprendizado do planejamento da produção e da pesquisa organizada de informações necessárias ao crescimento do projeto e seus diversos subprodutos; 7 – Trabalhar junto aos alunos a imagem interna e externa do projeto como valorização pessoal e disciplinar da sua formação cidadã; 8 – Trabalhar junto aos alunos a construção de um núcleo de comportamento, através da identificação com os movimentos literários brasileiros. DESCRIÇÃO DO MÓDULO DE FORMAÇÃO Entendendo a Literatura como uma manifestação artística, localizamos nossa identidade brasileira e carioca, a partir das nossas narrativas de grupo, de gueto e nossas histórias regionais e nacionais. Os encontros com a palavra podem ser traduzidos como o encontro com o lugar social ao compararmos com a representação que se constrói sobre a história da literatura brasileira, por exemplo. Conteúdo História da formação da sociedade no Brasil (alguns aportes relacionados com as heranças etnocêntricas e com as narrativas e manifestações literárias afro-centradas e ameríndias); História da(s) identidade(s) do “povo brasileiro” (literatura e representações sociais); História da Literatura (ensino da Literatura como espaço não-disciplinar); A Literatura como objeto cultural (o lugar social da Literatura); A história que desejamos construir a partir da Literatura (minha história: reconhecimento do lugar social que cada sujeito ocupa); Reconhecimento e aprendizagem da literatura brasileira (minha formação através do estudo dos movimentos literários). Objetivos da Formação Em consonância com o projeto político-pedagógico “Nossa Favela, construindo cidadania a partir da arte da literatura”, nossa perspectiva é de resgatar, através dos objetivos abaixo, aspectos enraizados no corpo e na mente pela influência da “palavra”. Nosso esforço implica em dar visibilidade a lugares mais amplos que a arte brasileira, em geral, herdou do processo de formação da sua sociedade. Em sintonia com a formação artística, e paralela à formação cidadã, o estudo da Literatura propriamente dita, implica uma maior aproximação com a sua história, a história das artes e dos bens culturais. Assim, nossos objetivos são os seguintes: a) Despertar nos alunos o interesse por uma visão panorâmica dos distintos estilos literários; b) Localizar a Literatura como um outro experimento, uma manifestação com forte apelo de resistência; c) Criar uma cultura de aproximação com a “diversidade literária” a partir de estudos comparativos sobre a Literatura; d) Reconhecer a representação social construída sobre os vários estilos literários; e) Relacionar a Literatura com o momento histórico no qual ela emerge como manifestação distinta das outras artes; f) Examinar as distinções sociais refletidas no comportamento do povo brasileiro, através do chamado “gosto literário”: poesia, romance, cinema, novela, entre outros; g) Fomentar o desenvolvimento das habilidades da escrita a partir da aproximação dos alunos com a Literatura; h) Criar uma cultura de solidariedade entre os grupos envolvidos: alunos, formadores, professores, artistas etc.; i) Dar ênfase ao multiculturalismo que caracteriza a sociedade brasileira; j) Reconhecer as nossas múltiplas identidades; l) Analisar aspectos que nos fazem desiguais (como é o caso dos modos de diferenciação); m) Problematizar as representações conservadoras sobre a literatura brasileira e seus espaços de referência. CONTEÚDO PRAGMÁTICO Minha formação: reconhecimento, aprendizagem e prática da transmissão dos conhecimentos O conteúdo das oficinas irá refletir uma prática de aprendizagem direcionada à participação dos alunos nos diversos resultados que esperamos obter e estarão relacionados aos objetivos do projeto e à metodologia aplicada.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Conteúdo das Oficinas ORIENTAÇÃO PSICOPEDAGÓGICA A Pedagogia forma um profissional multidisciplinar. É capaz de atuar nos processos de ensino e aprendizagem, tanto para alfabetizar crianças, jovens e adultos quanto para atuar no corpo administrativo de uma instituição educacional. A Pedagogia e a Psicopedagogia estão tão interligadas que não é possível mais separá-las dentro do processo educacional. Seu objeto de estudo são os atos de aprender e ensinar, levando em conta o ser que aprende, ensina, modifica e é modificado, em sua singularidade. O profissional influi na necessidade de compreender o processo educacional de uma maneira interdisciplinar, buscando para este desafio fundamentos da Pedagogia e da Psicologia, em diferentes áreas de atuação. Muitas são as razões que determinam o sucesso ou o fracasso escolar de uma criança como fatores fisiológicos, psicológicos, sociais ou pedagógicos. E qual é o papel da Psicopedagogia na sociedade? Nas relações entre escola, estado e sociedade, o psicopedagogo pode vir a ser o profissional que articula instâncias reguladoras entre os diversos âmbitos da realidade educacional, pois é um multiespecialista em aprendizagem humana e detém conhecimentos fundamentais para o momento em que vivemos. OFICINAS LÍNGUA PORTUGUESA, LEITURA E REDAÇÃO A importância da comunicação nas relações humanas. Diferentes tipos de linguagens e seus significados. O estudo dos conceitos que compõem a norma culta da língua portuguesa. Interpretação Textual Apresentação de dos tipos e gêneros textuais. Textos em formatos diversos, utilizando a linguagem verbal e não-verbal. Análises de textos disponíveis em várias mídias. Leitura, compreensão e interpretação de texto, como elemento cultural. Aspectos linguísticos e extralinguísticos do texto. Técnicas de leitura, compreensão e interpretação textual. Produção Textual A valorização da experiência e conhecimento oral para a produção textual. Como estimular a criatividade na escrita? A importância da leitura, para a construção de repertório diversificado para a produção textual. Técnicas para a organização das ideias na construção do texto. OFICINAS LEITURA DE TEXTOS E EXPRESSÃO CÊNICA A Oficina ministrada pelo Grupo de Teatro do Laboratório OUSIA da UFRJ, tem como objetivo criar estratégias de aulas de leitura e interpretação de textos utilizando o teatro como ferramenta de ensino e a construção prática do exercício de atividades que contemplem as artes ancestrais e contemporâneas, junto às raízes identitárias da formação da sociedade brasileira, vindo contemplar a Lei 11.645 de 10/03/2008, que torna obrigatório o estudo da cultura indígena e afro-brasileira no ensino médio e fundamental nas escolas do país. O objetivo da oficina vem de encontro à compreensão da história brasileira e do continente africano. Pretende contribuir para a descolonização do currículo veiculado pelas disciplinas escolares, criando novas experiências didáticas para o ensino da história e da literatura, entre outras disciplinas, por meio da música, da poesia, da dança e das narrativas ancestrais. OFICINAS DE TEATRO Oficinas de técnicas de teatro para o desenvolvimento pessoal e artístico, tendo por objetivo construir a identidade individual e coletiva dos jovens alunos com o ambiente em que vivem (Favela-Bairro/Cidade/País/Mundo). Oferecer a oportunidade de compreensão da realidade que os circunda, difundindo um conjunto de conhecimentos abertos na busca de uma nova postura, uma maneira de pensar positiva para a construção de um comportamento libertário e uma visão de que é possível engendrar um ‘mundo melhor’, o mundo da arte, da formação e capacitação profissional de cada aluno. Estimular a capacidade de ver, de julgar, criticar, de ter princípios e ideias minuciosamente estudadas através da produção artística, literária, estética e ética, bem como do entendimento dos costumes e comportamentos da sociedade contemporânea (brasileira), incentivando a expressão artística, literária, cênica e corporal, tendo o teatro como um instrumento amplo de reflexão, na teoria e na prática, ideológica e estética, trabalhando a convicção do grupo. Fomentar a empatia, a comunicação, a argumentação, a proatividade, o trabalho coletivo, a criatividade, o pensamento crítico e a liderança, compreendendo as dificuldades, valorizando a diversidade, a amizade, a flexibilidade entre amigos. Identificar os pontos fracos do grupo reforçando as aptidões de cada aluno. Estimular a autoestima, a conscientização corporal, a leitura, a dicção, a transmissão da fala e dos textos apresentados, a clareza, o enfrentamento das situações desafiadoras, a postura, a projeção da voz, a redução da timidez e do medo de falar em público, despertando o interesse pela expressão e a improvisação: reconhecendo os movimentos artísticos da cultura brasileira, tendo um contato mais íntimo com a literatura afro-índia do Brasil, na busca da compreensão da identidade nacional. OFICINAS DE FOTOGRAFIA E PRODUÇÃO DE VÍDEO Operador de câmera Módulo 1. Arte, cultura e tecnologia Módulo 2. História do cinema e do mundo audiovisual, novas mídias. Módulo 3. Técnicas cinematográficas Módulo 4, Técnicas de áudio Módulo 5. Operação de equipamentos Módulo 6. Iluminação Módulo 7. Noções de edição de vídeo Módulo 8. Integração de competências Projetos finais, produção, finalização, exposição Introdução a fotografia digital Módulo 1. Arte, cultura e tecnologia Módulo 2. História do cinema, da fotografia e do mundo audiovisual, novas mídias. Módulo 3. Técnicas cinematográficas e fotográficas Módulo 5. Operação de equipamentos Módulo 6. Iluminação Módulo 7. Noções de Photoshop Módulo 8. Integração de competências Projetos finais, produção, finalização, exposição OFICINAS NARRATIVAS CONTEMPORÂNEAS E PESQUISA DA INFORMAÇÃO Através de aulas discursivas, leitura e interpretação de textos literários, jornalísticos e poéticos, projeção de imagens (fotos, vídeos, podcasts e clipes), com a inclusão de informações por meio de livros, revistas, jornais, cinema e internet, a oficina pretende oferecer ao aluno a compreensão do sistema denominado de “mídia” e do fenômeno da comunicação de massa. Um dos objetivos é fazer uma revisão dos movimentos culturais brasileiros nos últimos 100 anos: modernismo, tropicalismo, cinema novo, entre outros, em contraponto à tendência de uma cultura de consumo e em resposta à instabilidade racial, classista e conservadora da sociedade brasileira. Apresentar aos alunos o seu lugar de “pertencimento” construindo junto com eles uma análise crítica das desigualdades do Brasil e dos países da periferia do centro econômico mundial. OFICINAS EMPREENDEDORISMO E PRODUÇÃO CULTURAL A oficina tem por objetivo apresentar ao aluno a oportunidade de compreensão do mercado da produção cultural e da responsabilidade social. Será uma introdução ao tema "empreendedorismo cultural” na atual realidade brasileira, além de destacar as principais características de um projeto cultural e a importância da qualificação profissional e institucional dentro do mercado. Tem a função de apresentar uma visão realista das atividades do empreendedor de projetos culturais apontando para uma análise de como a realidade brasileira, em constante movimento, pode transformar-se numa oportunidade de criação de ideias inovadoras e propulsoras do desenvolvimento humano e cultural em comunidades de baixa renda. Apostar no conceito da Interculturalidade e da Economia Solidária como forma de incentivar a participação dos jovens alunos do Jacarezinho no movimento social do Rio de Janeiro, difundindo a importância da realização de ações de responsabilidade para o crescimento socioeconômico da nossa cidade. Trata-se da habilidade de gerenciar os recursos e os processos de crescimento do projeto. E faremos isso por meio de várias ferramentas e conhecimentos, com aulas práticas para os alunos interessados na formação da produção cultural, contribuindo não só para a formação individual de cada aluno, mas, principalmente, para o desenvolvimento coletivo do grupo. De forma a estudar os aspectos que compõem a dimensão prática da realização da Escola de Formação de Cidadania Maria Firmina dos Reis, iremos destacar como poderemos dar sentido de maneira empreendedora ao processo transformador do conceito da escola. Frente a esse desafio, nos concentraremos na seguinte questão: Como se caracteriza a dimensão privada da produção empreendedora e cultural dentro de uma favela? O desenvolvimento da comunicação e do marketing institucionais tem contribuído para o crescimento da produção de bens simbólicos e, nesse contexto, os produtores culturais possuem a capacidade de se tornar agentes de transformação social por meio de uma ação coletiva. Por sua vez, o debate sobre o Empreendedorismo no campo da produção cultural destaca o fato de que setores produtivos emergentes (a exemplo de ações culturais em comunidades) ocupam um lugar de destaque no Brasil contemporâneo, realçando a potencialidade da Economia Criativa como um setor estratégico para o desenvolvimento social. Cada um dos aspectos estudados demanda a execução de uma série de atividades relacionadas à gestão do negócio, incluindo liderança, controle, monitoramento, planejamento, organização e comunicação. Assim, a oficina propõe o estudo dos seguintes aspectos: • Estrutura organizacional • Planejamento estratégico • Condições locais e externas • Gestão da produção • Logística • Gestão de marketing • Gestão dos recursos humanos • Indicadores de desempenho • Indicadores dos riscos do empreendimento • Metodologia de decisões • Previsão dos custos e planejamento financeiro • Contabilidade • Infraestrutura • Análise da cadeia da produção • Planejamento da comunicação e da informação • Representação comercial • Lideranças setoriais OFICINAS ESTUDANDO OS SAMBAS DO RIO Desenvolver os módulos que correspondem ao exercício do Programa de Formação e Capacitação de Jovens Alunos na Arte da Construção de uma Bateria de Escola de Samba. Entre eles estão: Samba Enredo I e II; Reconhecimento Cultural e Prático dos Ritmos das Escolas de Samba do Rio de Janeiro; Prática de Instrumentos I, II, III, e IV. Oferecer aos alunos o Módulo de Especialização para tocar seis (6) instrumentos: surdo, caixa, repinique, tamborim, agogô e chocalho. Disseminar conceitos e valores de cidadania e responsabilidade social através do samba carioca. Manter laços com os mais expressivos mestres de bateria, músicos e instrumentistas das Escolas de Samba, que contribuem para a difusão da arte do Samba como um patrimônio cultural da nossa cidade e vêm se destacando com uma produção musical de qualidade. Contribuir para o fortalecimento da Escola de Samba Unidos do Jacarezinho. OFICINAS DE MÚSICA: VIOLÃO, CAVAQUINHO E BANDOLIM Oficina de noções de violão popular e clássico para alunos com conhecimento mínimo desses instrumentos. Improvisação e teoria musical. Reconhecimento dos ritmos brasileiros, latino-americanos e mundiais. A ideia é formar um grupo com os melhores alunos e formar uma Orquestra de Cordas. OFICINAS DE SERIGRAFIA A serigrafia é uma técnica simples de imprimir tecido, muito usada para a produção de camisetas. Devido ao seu baixo custo, pode ser feita em casa com ferramentas simples. Mas sua técnica pode ser ampliada para oficinas com produção em escala. O que se pretende é unir a cultura popular brasileira à conceitos de cidadania com fotos, desenhos, caricaturas, entre outras imagens, que despertem o interesse do público por um consumo responsável, estimulando-o a apoiar a iniciativa e consumir os produtos fabricados pelos jovens adolescentes das comunidades do Jacarezinho. Curso Profissional de Estamparia Silkscreen do Básico ao Avançado: A Oficina de Serigrafia será um curso definitivo para a formação dos jovens alunos sobre os processos serigráficos, aprendendo técnicas básicas e avançadas, produtos, tecnologias e conhecimentos diversos para se destacar no mercado. O objetivo é a discussão sobre mercados, oportunidades, empreendedorismo, equipamentos, planejamento, custos, investimentos, marketing, vendas, metodologias de produção, layout da estamparia, passando da pré-impressão (preparação, exposição, revelação e recuperação de matrizes) até a impressão final da estampa em diversos substratos, utilizado diferentes técnicas, acabamentos e tipos de tintas. Será abordado todo o processo de separação, preparação e impressão de quadricromias e policromias indexadas/simuladas. Apresentação de diversos efeitos diferenciados para agregar valor às estampas. Preparação de matrizes especiais para retículas e relevos com as mais avançadas emulsões e químicos auxiliares. O ensino como formular cores Pantone. E para amarrar tudo o que foi ensinado, serão realizadas aulas especiais de como calcular os custos de uma estamparia, no sentido da criação de uma cooperativa de produção da Escola com os seus alunos. Acreditamos que o sucesso do negócio é uma combinação de técnica, gestão e dedicação. Um ótimo curso para se manter atualizado e estar sempre pensando no investimento coletivo. Conteúdo - O que é Serigrafia? - Mercado e Oportunidades de negócios - Equipamentos e Investimentos - Planejamento, Custos e Metas - Layout da Estamparia - Escolha de Impressoras para Fotolitos - Impressão de Fotolitos - Matrizes Serigráficas: Tipos de Caixilhos; Tipo de Tecidos Técnicos; Esticagem Mecânica; Tipos de Emulsões; Emulsionamento; Tipos de Lâmpadas para Exposição; Exposição, Revelação e Recuperação; Químicos Auxiliares; Relevos e Retículas - Rodos e Acessórios - Tipos de Tintas Serigráficas - Tipos de Produtos Auxiliares - Impressão de Camisetas com Tinta Base Água - Impressão de Tecidos com Tinta Base Água e Plastisol - Impressão de Papel com Tinta Base Água - Impressão de Adesivos com Tinta Base Solvente - Impressão de Relevos com Tinta Plastisol - Impressão de Efeitos Diferenciados - Separação de Cores no Photoshop (Básico) - Impressão de Cromias - Impressão de Policromias Simuladas - Impressão de Policromias Indexadas - Formulação de Cores - Formulação de Cores (Pantone) - Sublimação Digital (Básico) - Matrizes Serigráficas: Tipos de Caixilhos; Tipo de Tecidos Técnicos; Esticagem Mecânica; Tipos de Emulsões; Emulsionamento; Tipos de Lâmpadas para Exposição; Exposição, Revelação e Recuperação; Químicos Auxiliares; Relevos e Retículas Objetivo Ensinar aos alunos a trabalharem com Serigrafia (Silk Screen) e Sublimação em Prensa Reta Horizontal. Demonstrar como montar um Estúdio Básico e Profissional para a prática da Serigrafia, altamente eficiente. Apresentar as Técnicas de Estamparia em Berço e Mesa Corrida. Apresentar os conceitos de Modelagem e Tecidos. Inserir o aluno na cadeia de Fornecimento e Empreendedorismo. Demonstrar aos nossos alunos como encarar o mercado de forma inteligente, de maneira prática e simples, inovadora e totalmente profissional, fazendo com que todos saiam capacitados ao final do treinamento.
ACESSIBILIDADE 1 – ESCOLA – Maria Firmina dos Reis ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: Será construída uma rampa de acesso às dependências da Escola para a melhor movimentação dos deficientes físicos, além da adaptação dos banheiros (masculinos e feminino). No momento da seleção dos alunos durante as inscrições, os organizadores irão separar no mínimo 3% das vagas para atender a demanda dos deficientes físicos. Será disponibilizado um assistente de produção por aula para ajudar na acomodação dos deficientes e na locomoção nas dependências da Escola. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Aquisição de Material em Braile; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Inclusão de intépretes de Libras; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS Inclusão de professores auxiliares para atender esse público. 2 – SÍTIO DE INTERNET ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Físicos” no produto “Sítio de Internet” ‘não faz sentido’, na medida em que o “acesso ao Site se faz à longa distância”. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Visuais” no produto “Sítio de Internet” ‘não faz sentido’, na medida em que o “acesso ao Site se faz à longa distância”. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Auditivos” no produto “Sítio de Internet” ‘não faz sentido’, na medida em que o “acesso ao Site se faz à longa distância”. 3 – LANÇAMENTO / ENCONTROS / PALESTRAS Serão 07 Eventos: o evento de lançamento e 06 palestras em espaços culturais da cidade do Rio de Janeiro. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: Aluguel de uma Van para o transporte de deficientes físicos para levar ao evento de lançamento e a cada uma das palestras organizadas um grupo de deficientes (cadeirantes) de alguma instituição especializada no setor, e a disponibilização de um assistente de produção para acomodá-los adequadamente nos espaços dos eventos e ajudá-los na locomoção dentro dos locais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Aluguel de uma Van para o transporte de deficientes visuais para levar ao evento de lançamento e a cada uma das palestras organizadas um grupo de deficientes (cadeirantes) de alguma instituição especializada no setor. Disponibilização de um assistente de produção para a condução interna e descrição do evento. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Aluguel de uma Van para o transporte de deficientes auditivos para levar ao evento de lançamento e a cada uma das palestras organizadas um grupo de deficientes auditivos de alguma instituição especializada no setor. Um profissional da Língua Brasileira de Sinais (Libras) estará presente a cada evento para dar suporte de compreensão aos deficientes auditivos.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO 1- ESCOLA III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; 2 – SÍTIO DE INTERNET III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; 3 – SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA Oferecer transporte gratuito ao público de comunidades para que jovens, homens e mulheres tenham acesso aos eventos. AMPLIAÇÃO DE ACESSO SOBRE O PRODUTO SÍTIO DE INTERNET: Além das ações de formação cultural relacionadas nas contrapartidas sociais junto às escolas públicas citadas, os organizadores do projeto irão promover uma ação permanente nessas mesmas escolas em conjunto e em comum acordo com os professores de história, de arte e de informática, no sentido de estimular a visita permanente dos alunos ao SÍTIO DE INTERNET, com a presença mensal (01 vez por mês) de um dos integrantes da equipe do projeto promovendo uma apresentação constante das atividades para os alunos das escolas públicas.
FICHA TÉCNICA Coordenação Pedagógica - Claudenice Alves Curvelo Supervisão Pedagógica e Direção de Conteúdo – Fernando Santoro Língua Portuguesa e Redação – Vanessa Simões Leitura de Textos e Expressão Cênica – Grupo de Teatro do Laboratório OUSIA-UFRJ Diretor e Professor de Teatro – Ricardo Rocha Narrativas Contemporâneas e Pesquisa da Informação – Bruno França Fotografia e Produção de Vídeo – André Alves Mestre de Bateria – Estudando os Sambas do Rio – Dudu Oliveira Mestre de Bateria – Estudando os Sambas do Rio – Odilon Costa Aulas de Música, Violão, Cavaquinho e Bandolim – Sérgio Chiavazzoli Serigrafia – José Marinho Júnior Produção Executiva – Camilo Rezende Nolasco Coordenação Técnica – Maurício Nolasco Coordenação Administrativo-Financeira - João Miranda Coordenação Geral - Carlos Eduardo Arcanjo (responsável pelo processo decisório) CLAUDENICE ALVES CURVELO (Coordenação Pedagógica) Professora licenciada em Geografia e Pedagogia. Graduação na área da saúde em Terapia Ocupacional em andamento, Especialista em Psicopedagogia Clínica e Institucional, Neurociência e Educação Ambiental. Coordenadora Pedagógica no Instituto Anne Sullivan com atendimentos a famílias de alta vulnerabilidade social e crianças portadoras de deficiência. Atua na área clínica com reabilitação infantil e de cursos de capacitação profissional e orientação parental. Psicopedagoga Institucional orientando professores e equipes pedagógicas sobre as leis de inclusão, conteúdos diferenciados, PEI e reunião com famílias de conscientização e o processo laudal. Trabalha junto às unidades de educação com suporte às atividades pertinentes a crianças deficientes inseridas nas classes regulares de ensino e muitas outras experiências na área pedagógica. Como Pedagoga forma profissionais multidisciplinares, capazes de atuarem nos processos de ensino e aprendizagem, tanto para alfabetizar crianças, jovens e adultos quanto para atuar no corpo administrativo de uma instituição educacional. Trabalho focado na área interdisciplinar, buscando para este desafio fundamentos na Pedagogia, na Psicologia e em diferentes áreas de atuação, muitas são as razões que determinam o sucesso ou o fracasso escolar de uma criança, como: fatores fisiológicos, psicológicos, sociais ou pedagógicos. FERNANDO SANTORO (Supervisão Pedagógica Voluntariada – Direção de Conteúdo) Diretor do projeto de pesquisa Laboratório OUSIA de Estudos Clássicos e Ancestrais da UFRJ. É Mestre Titular e Doutor em Filosofia da universidade. Filósofo e poeta, graduado em Filosofia pela UFRJ, em 1998, e em Literatura e Civilização Francesa pela Université Nancy III. Pós-Graduado em Filosofia na Universidade de Paris IV, Sorbonne (2000) e um estágio sênior na École Normale Supérieure e na Universidade de Paris IV (2010-11). Foi professor visitante da École Normale Supérieure de Paris nos anos acadêmicos de 2010-11 e, em 2013, professor da UFR de Philosophie & Centre Léon Robin – Université Paris, Sorbonne, onde liderou o Seminário La Poétique des Intraduisibles no International College of Philosophy (CIPh). Secretário Geral da Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos (SBEC) (2010-11). Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFRJ (2012 a 2015). Diretor do Programa no Collège International de Philosophie (Paris), entre 2013 a 2019. Autor de nove livros e três capítulos de livros, também publicou doze artigos em periódicos especializados e dezessete trabalhos em anais de eventos. Participou do Conselho Editorial da Revista online ‘Thaumazein’ de Filosofia, de 1996 a 2000. VANESSA SIMÕES (Língua Portuguesa, Leitura e Redação) Leciona Português, Redação, Literatura e Inglês. Formação na USP (Universidade de São Paulo). Especialização em Computação Aplicada à Educação formada na Universidade Estácio de Sá (RJ). Licenciatura em Letras (Português/ Literatura/ Inglês) pela UFF – Universidade Federal Fluminense. Especialização em Gestão de Pessoas pela Universidade Estácio de Sá. Licenciatura em Pedagogia. Habilidades Técnicas: Pacote Office: Word e Power Point; Outlook. Cursos: Programa MoveTec de Formação em Tecnologia – Cursos FazGame; Trilha Formativa Ensino Híbrido – Singularidades e SEEDUC/RJ; Português Avançado – Pra Passar; Português Intermediário – PLA Português; Português para Concursos Militares – Estratégia Concursos; Redação – PLA Português; Inglês – Open English; Inglês – SEC (Escola no Canadá) – 120 horas; Inglês – Wizard; Departamento Pessoal – Curso Online 24 Horas; Coaching – Organização Bradesco; Na Trilha da Comunicação Eficaz – Organização Bradesco; Ética – Organização Bradesco; Desenvolvimento das Relações Interpessoais – Organização Bradesco; Oficina Educação de Jovens e Adultos – Universidade Estácio de Sá; Oficina Educação Especial – Universidade Estácio de Sá. Experiência Profissional: Projeto Lótus. Cargo: Professora de Português. Produção de conteúdo escrito; Gravação de videoaulas – “Aulinha online” para alunos do 5 ano, com foco no Colégio Militar e Pedro II; Elaboração do currículo, conforme a BNCC. GPI (Bonsucesso). Cargos: Professora de Inglês na escola e no curso; Coordenadora de Disciplina: Segmentos: Ensino Fundamental II e Ensino Médio; Aulas de conversação, no curso de Inglês, para adolescentes e adultos; Orientação dos professores, organização dos planejamentos e metodologias de ensino/aprendizagem. Imaginie. Cargo: Corretora de Redações. Correção de Redações do Módulo ENEM. ONG Terr’Ativa. Cargos: Professora de Inglês e Português; Orientadora Educacional e Coordenadora Pedagógica. Público-alvo: adolescentes que cursam o Ensino Fundamental II e o Ensino Médio. Preparatório para o ENEM e para as instituições: Pedro II e IFRJ. Atendimento individual dos adolescentes, com foco no desenvolvimento das suas habilidades e competências pessoais, orientando-os de acordo com os seus projetos de vida. Entre outras atividades: Orientação vocacional; Inserção profissional, através de oficinas práticas, com a realização de dinâmicas e resolução de estudos de caso, levantando as principais temáticas acerca do mercado de trabalho contemporâneo; Orientação dos professores, organização dos planejamentos e metodologias de ensino/aprendizagem, bem como o estabelecimento das metas a serem atingidas. GRUPO DE TEATRO DO LABORATÓRIO OUSIA DA UFRJ (Literatura e Interpretação de textos: Expressão Cênica) Criado pelo professor e filósofo Fernando Santoro, diretor-responsável pelo Laboratório OUSIA da UFRJ, o Grupo de Teatro da universidade tem se concentrado ao exercício das disciplinas voltadas para o estudo da formação da cultura brasileira e a diminuição da visão eurocêntrica que a nossa sociedade possui, de preconceitos e estereótipos raciais, da intolerância cultural e religiosa, nocivas para a construção da unidade do Brasil, através das oficinas de teatro ministradas pelo grupo, com cursos rápidos ou com o objetivo de desenvolver uma peça ou realizar um determinado exercício. RICARDO ROCHA (Diretor e Professor de Teatro) Professor, Diretor e Iluminador Cênico. Mestrando em Artes Cênicas pelo PPGAC-UNIRIO, com pesquisa relacionada a obra do dramaturgo romeno Matéi Visniec. Bacharel em Direção Teatral pela mesma universidade. Formado em Artes Dramáticas pela Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna. Bacharelando em Cenografia e Indumentária e Pós-Graduando em Artes Visuais. É diretor artístico e de produção da Multifoco Companhia de Teatro, onde atua também como iluminador e cenógrafo. Idealizou, em 2021/2022, o projeto de intercâmbio entre companhias “Utopias da Proximidade: sujeito, cidade, espaço”, uma co-realização da Multifoco Companhia de Teatro e Grupo SATS, aprovado no edital de Fomento Carioca (FOCA) na cidade do Rio de Janeiro; estreou pelo Sesc Pulsar 2021 o espetáculo “Menina Luz” (2022); fez a Orientação de Direção de “Alguém Acaba de Morrer Lá Fora” (RJ), experiência digital de formatura de estudantes da Escola de Teatro Martins Penna; dirigiu o infantil “A Pequena Luz” (RJ), realizado por meio do Edital de Fomento da FUNARJ; assinou a Direção de Fotografia de “O ano que ainda não acabou” (Niterói_RJ). Em 2020 atuou na experiência teatral online “Sobre trabalho ou sobre viver” (RJ) e coordenou a série de 08 entrevistas com coletivos artísticos do Rio de Janeiro: “Prosas ou Grupos e Companhias em Tempos de Pandemia”, transmitida pelo canal do Youtube da Multifoco Companhia de Teatro. Em 2019 dirigiu os trabalhos “Tem gente demais nessa merda de barco” (RJ), “O cavaleiro amarelo” (RJ), além de assinar a Supervisão de Direção de “Iroko: meu universo” (RJ). Em 2018 dirigiu “Migraaaantes” (RJ), “A palavra progresso na boca da minha mãe soava terrivelmente falsa” (RJ) e co-dirigiu com Alessandra Carvalho “Por que Hécuba” (RJ). Em 2017 dirigiu os espetáculos: “Samsara” (RJ); “Casa dos Felizes” (RJ), adaptação do romance “O Filho de Mil Homens” de Valter Hugo Mãe; “Benjamim, filho da felicidade” (SC), espetáculo contemplado pelo Prêmio Nodgi Pellizzetti de Incentivo à Cultura 2016, da SMC de Rio do Sul/SC. Ainda em 2017 dirigiu o conjunto de ações performáticas “Fronteiras 1, 2 e 3” com a Multifoco Companhia de Teatro, participando das Ocupações “Que Legado”, movimento indicado ao Prêmio Shell na categoria inovação no mesmo ano. Em 2016 foi convidado para dirigir três dos quatro espetáculos aprovados em edital público pela Fundação de Artes de Niterói, para ocupação do Solar do Jambeiro: “Um Homem Bom ou Pequeno Inventário da Solidão”, “A Festa de Mateus” e “Guerr-ilha”. Recebeu os Prêmios Américo Alvarez (Manaus-AM), Prêmio Paschoalino FETAERJ (Paty do Alferes-RJ) e Prêmio Fernando Torres (Guaçui-ES), entre outros nos diversos festivais de teatro em que participou no Brasil. Com a Multifoco Companhia de Teatro conquistou mais 20 prêmios e 40 indicações em Festivais de Teatro em diversos estados brasileiros. BRUNO FRANÇA DA SILVA (Narrativas Contemporâneas) Repórter especial de política e economia, entre outras editorias jornalísticas (cidade, políticas municipal, estadual e federal, internacional, saúde, ciência, educação e tecnologia, cultura e esporte), produção de entrevistas, matérias gravadas ou ao vivo, âncora, edição de textos, imagens, áudios e vídeos, locução e produção em geral. Formado em Jornalismo e Pós-graduado em Sociologia pela UERJ. Trabalhou nas Rádios MEC, Mundial e Roquette Pinto. Editor-chefe do Programa Nação Brasil da Rádio Livre 1440 AM-RJ. RODRIGO TRINDADE (Pesquisa da Informação) Jornalista multimídia com 15 anos de experiência em atividades de comunicação da informação: repórter, redator, pesquisador, produtor de conteúdos, editor e revisor de texto. Formado em Comunicação Social pela Universidade Estácio de Sá e em Letras pela Universidade Anhanguera. Trabalhou nos Portais FGV e SRZD do jornalista Sidney Rezende e nas redações dos jornais O Dia e Lance. ANDRÉ ALVES (Fotografia) Professor FIRJAN – Sesi. Músico, Videomaker, Fotógrafo, Editor de Vídeo, Operador de Áudio. Pós-graduado em fotografia, cursando audiovisual. Qualificações: Softskills, Prevenção da Violência Escolar e Solução de Conflitos. Linguagens e suas tecnologias para o 2o ano: planejamento do professor. Professor Digital: como conduzir aulas online. Comunicação Não Violenta lidando com sintomas depressivos. Audiodescrição. Recursos digitais para trabalhos colaborativos. Profissional adaptável: Inteligência emocional, finanças pessoais e liderança. Liderança, Capacidade de Aprender e Resiliência, como lidar com o público. Operador de Câmera. Operador de áudio. Sonoplastia. Elétrica. Técnico em eletrônica (Electra). GUILHERMO PLANEL (Produção de Vídeo) Jornalista com pós-graduação em imagem pela PUC-Rio, é natural de Montevideo – Uruguai e desde1971 vive no Rio de Janeiro. Como diretor, roteirista e produtor em seus principais filmes, desenvolve trabalhos na área audiovisual de filmes para cinema e televisão para o Brasil e América Latina. Além de documentários, o diretor trabalha na realização de séries de animação para TV, filmes corporativos e videoclipes. DUDU OLIVEIRA (Coordenador Geral e Mestre de Bateria – Estudando os Sambas do Rio) Filho do saudoso Mestre Coé da Mocidade Independente de Padre Miguel, Dudu Oliveira há 10 anos ministra cursos de bateria de escola de samba para os jovens da Vila Vintém, em Realengo, e, durante esse período, tem atuado como segundo mestre de bateria da escola. Há 04 anos, desenvolve um trabalho de educação de jovens na arte do samba em parceria com o famoso Mestre Odilon Costa. Mestre Dudu Oliveira assumiu recentemente em definitivo a bateria da Mocidade Independente de Padre Miguel. Empresário e Produtor Cultural. ODILON COSTA (Mestre de Bateria – Estudando os Sambas do Rio) Aos 11 anos de idade, chegou à bateria da União da Ilha do Governador, escola de samba do bairro onde nasceu e cresceu. Lá iniciou como ritmista o aprendizado que o transformaria no Mestre Odilon, um dos mais conceituados dirigentes de bateria da história do carnaval carioca. Nesses quarenta anos dedicados ao samba, Mestre Odilon comandou as baterias da União da Ilha e da Grande Rio, do Salgueiro, Beija-flor, Santa Cruz, Dendê e Boi da Ilha. Como músico criou o grupo Os 20 do Mestre Odilon e participou de gravações com artistas como Caetano Veloso, Ultraje à Rigor, Dionne Warwick e Sérgio Mendes. SÉRGIO CHIAVAZZOLI (Música, Violão, Cavaquinho e Bandolim) Bacharel em Musicoterapia, cursando o 8º- período em Psicologia, fez Formação em Violão Clássico com Paulo Roberto Leitão, Harmonia e Improvisação com Sérgio Benevenuto e Arranjo com Vitor Santos. Guitarrista, violonista, cavaquinhista e bandolinista é o homem das cordas e dos arranjos de diversos grupos, artistas e orquestras. Trabalhou em estúdio e no palco com uma constelação da música brasileira e internacional que inclui Paralamas do Sucesso, Oswaldo Montenegro, Verônica Sabino, MPB-4 e Quarteto em Cy, Peter Gabriel e Yousson ’Dour, Margareth Menezes e Maria Bethânia, Moraes Moreira e Xuxa. Seu nome está na ficha técnica de discos e shows como Eu, Tu, Eles, Gil e Milton e Kaya N’Gan Daya, todos sucessos de crítica e público desde o início do século XXI. Chiavazzoli é também diretor musical do Expresso 2222, que Gilberto Gil monta em Salvador, no circuito Ondina/Barra, todo carnaval. JOSÉ MARINHO JÚNIOR (Serigrafia) Empreendedor, palestrante, professor, consultor e coordenador da Escola de Serigrafia Silkscreen. Atua há 30 anos no ramo serigráfico. Ao longo dessas décadas, acumulou todo o conhecimento necessário para passar aos seus alunos. Todas as dicas, macetes e técnicas da Serigrafia e da Sublimação são explicadas e praticadas em sala de aula. Além disso, tem um time multidisciplinar com professores formados na área de Análise de Sistemas, Design, Tecnologia Gráfica etc, exatamente para disponibilizar aos um leque de atuação e aprendizado, não só como especialista, mas também como generalista na visão completa dos processos da Indústria de Estamparia Têxtil. THAÍS FONSECA (Empreendedorismo e Produção Cultural) Pós-graduada em Ciências Políticas pela Universidade Católica de Pernambuco (PUC-PE) e graduada em Comunicação Social, especialização em Jornalismo, pela Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO-RJ). Atuou como repórter, chefe de reportagem, apuradora, subeditora, produtora de texto e de conteúdo, assessora de comunicação em vários veículos, entre eles: Folha de São Paulo (Sucursal Rio), Jornal O Povo (RJ), Rádio Capibaribe (PE), A Voz da Favela e Portal Agência de Notícias da Favela (RJ), Portal Eu (PE), Portal do Instituto de Terras e Reforma Agrária do Estado de Pernambuco, Revista Let’s Go (PE). Possui curso avançado em inglês e intermediário em francês e espanhol. Habilidades em práticas de comunicação interna e externa, assessoria a empresas, produção de material institucional, endomarketing e comunicação corporativa, relações institucionais, gerenciamento, coordenação de projetos e equipes. JOÃO MIRANDA (Administrativo-financeiro) Setor Contábil: Balanços/Demonstrações Contábeis; Balancetes; Demonstração de Resultados; Análises periódicas; Apuração e controle de Lucro Presumido; Controle de estoque; Controle de saldo de caixa; Consultoria Contábil e IRPJ; Emissão de livros obrigatórios (Diário Razão e outros). Elaboração da Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ), Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF), PERD/DCOMP e DIMOB. Elaboração de informações importantes para a estruturação de planejamentos tributários e definição de metas gerenciais e/ou produtivas. Elaboração de Demonstrações Contábeis e Livros Contábeis anuais. Prestação de contas. FLÁVIA CAMPOS DE LIMA (Produção Executiva) Jornalista com dois anos de formação. Escreve para a revista “Guiaar”. Determinada em pesquisas no campo da política, economia, meio ambiente, cidades e cultura, com experiência em matérias nessas áreas. Formação em gestão empresarial, informática, web designer, inglês e espanhol. MAURÍCIO NOLASCO (Coordenação Coordenação Técnica) É jornalista e iniciou suas atividades profissionais em 1979. Trabalhou no Departamento de Comunicação Social da Sociedade Civil de Planejamento Familiar no Brasil e em redações de jornais como O Dia, Jornal do Brasil e Última Hora. Suas pautas voltavam-se para as questões relativas ao desenvolvimento humano e social, ciência, tecnologia, sustentabilidade, meio ambiente, direitos humanos, cidadania, política, economia, democracia e liberdade. Foi Editor de Economia da Tribuna da Imprensa de 94 a 96. Assessorou o Consulado de Angola entre 2010 e 2015 na construção de um projeto cultural naquele país. É escritor e produtor cultural. Há 16 anos atua no movimento social. Foi Presidente do Instituto Bandeira Branca criado em 2006 para abrigar o projeto Escola de Percussão Batucadas Brasileiras realizado na Zona Portuária do Rio de Janeiro com o patrocínio do Programa Cultural da Petrobras por 10 anos consecutivos, tendo uma experiência acumulada em elaboração de projetos, produção de eventos e direção de espetáculos. Atualmente, é Coordenador Geral do Instituto Solidariedade e Cultura e está desenvolvendo o projeto Escola de Formação de Cidadania Maria Firmina dos Reis no Complexo de Favelas do Jacarezinho junto com a comunidade. É responsável pela Comunicação Institucional e o Planejamento das Atividades Estratégicas da Instituição. OBSERVAÇÃO: Declaramos para os devidos fins que o Instituto Solidariedade e Cultura é o único e exclusivo responsável pela elaboração e a execução do projeto Escola de Formação de Cidadania Maria Firmina dos Reis. Declaramos ainda que a instituição é a autora intelectual do projeto e que participará diretamente de toas as suas atividades (todo o plano de trabalho é montado e coordenado pelo instituto), desde a aquisição do material permanente para a produção das oficinas, à formação de toda a equipe de professores (convidados pela instituição), produção executiva, divulgação do projeto nas redes sociais e nas comunidades do Complexo do Jacarezinho, incluindo as escolas públicas da região, a administração e a gestão financeira do projeto, o agenciamento e a prestação final de contas. Informamos ainda que o Instituto Solidariedade e Cultura não participa de iniciativas de terceiros, como intermediação, somente de projetos próprios (autoria, produção e gestão).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.