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PRONAC 232499Aguarda elaboração de portaria de ProrrogaçãoMecenato

Projeto Cria – Oficinas artísticas e cortejos

INSTITUTO PROJETO CRIA CULTURA E EDUCACAO
Solicitado
R$ 359,5 mil
Aprovado
R$ 359,5 mil
Captado
R$ 72,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33127002000286Cia. de Navegação Norsul1900-01-01R$ 72,0 mil

Eficiência de captação

20.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-10-01
Término

Resumo

O projeto proposto será desenvolvido na sua sede, prevendo a realização de oficinas artísticas e apresentações teatrais/cortejos artísticos, voltados para beneficiários em localidades de risco social. Produto principal _ oficinas. Produto secundário _ espetáculo teatral

Sinopse

O Projeto Cria foi criado em 2018, pela atriz e educadora Laura Campos Braz, que possui 10 anos de experiência em Escolas Públicas e iniciativas sociais dentro das periferias do Rio de Janeiro. O projeto proposto será desenvolvido na sua sede, que fica na favela do Parque Conquista, no Caju prevendo 10 oficinas artísticas com 1.200 beneficiários, durante 12 meses. Atendendo 54 turmas.Serão 12 Oficinas Criativa (3 a 6 anos) 24 Oficinas de Iniciação Teatral (7 a 11 anos), 18 Oficinas de Teatro Improvisacional (12 a 14 anos); Serão realizados 10 cortejos em localidades periféricas da cidade do Rio de Janeiro, iniciando pelo bairro do Caju, Curicica e Zona Sul do Rio de Janeiro. Os protagonistas das apresentações serão alunos e equipe do projeto Cria e o público espontâneo. O projeto vai beneficiar crianças e jovens, de 3 a 21 anos de idade, moradores do Caju que vivem em situação de alto risco social. Cerca de 90% das famílias beneficiadas pelo projeto vivem com menos de R$450,00 por mês. 75% das famílias beneficiadas vivem em barracos de madeira, sem saneamento básico. “Os Brasis de Darcy” será um espetáculo itinerante de teatro, construído para ser apresentado em qualquer local. O projeto irá contar a historia de Darcy Ribeiro e será permeada de trechos encenados de sua última obra O Povo Brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. O Cortejo Favela nasceu com o intuito de levar teatro para as ruas, que será o palco do espetáculo. Os temas escolhidos para serem levados à cena tem o objetivo de trazer referencias históricas para o público, sendo um espetáculo permeado por música, dança e conhecimento. Na sua 1ª edição, em 2020 nas ruas da Quinta do Caju Rio de Janeiro, contou a história do surgimento das favelas e do bairro Caju. Com o sucesso alcançado, novas edições foram surgindo, se tornando um filme teatro a ser apresentado em espaços fora da favela do Caju e em escolas. Na edição de 2023, o projeto vai homenagear o grande brasileiro e visionário Darcy Ribeiro. O projeto vai beneficiar crianças e jovens, de 3 a 21 anos de idade, moradores do Caju que vivem em situação de alto risco social. Cerca de 90% das famílias beneficiadas pelo projeto vivem com menos de R$450,00 por mês. 75% das famílias beneficiadas vivem em barracos de madeira, sem saneamento básico. A organização desenvolveu o Método Cria, que é uma metodologia inovadora de ensino que une o Teatro com elementos inspirados na Pedagogia Waldorf. O Método utiliza a arte como um instrumento essencial para a educação, e através desse elemento procura-se desenvolver o conhecimento, ajuda os beneficiários a terem clareza do raciocínio, equilíbrio emocional e iniciativa de ação. Pontos importantes para gerar impacto direto na margem de escolhas de crianças e adolescentes que vivem em vulnerabilidade social, possibilitando uma mudança significativa em seu território. Projeto Cria produz cultura mexendo a partir da realidade social. As oficinas são divididas por faixa etária e as técnicas teatrais e os conteúdos educacionais são abordados respeitando as fases de desenvolvimento de cada um. A comunidade do Complexo de Favelas do Caju participa como primeira beneficiária direta e indireta de todas as ações do Projeto Cria, compondo a plateia de todos os eventos, e fazendo parte da democratização do teatro na favela através da Arte pública. Anualmente, no início e no final de cada ano, são realizadas duas grandes reuniões dos responsáveis e alunos do Projeto com a equipe de Coordenação Geral, onde são apresentados o cronograma das atividades, informações sobre a metodologia e desenvolvimento dos beneficiários. A comunidade também participa das conversas sobre as demandas, necessidades e sugestões sobre o que deve melhorar, como novas possibilidades de sua continuidade, transformação e ação. O Projeto Cria, através de suas ações de Educação, Produção Teatral e Audiovisual, dá oportunidade de inserção no mercado de trabalho para vários de seus integrantes, além de possibilitar através da aplicação do seu método, que crianças e jovens tenham uma melhora significativa no ambiente escolar, refletindo assim, na sua capacidade de ingressar no Ensino Superior, o que reflete também na situação econômica das famílias e da própria Comunidade. O Projeto Cria também oferece aos familiares dos seus beneficiários, através das redes estabelecidas pelo seu Serviço Social, o acesso aos serviços públicos e/ou privados de que esses cidadãos necessitam e muitas vezes não sabem de seus direitos e/ou possibilidades de acesso a eles. Em seu site, o Projeto mantém a sua transparência financeira através de um link que dá acesso ao seu Estatuto e Balanço Financeiro, pois acredita que a sociedade precisa ter total acesso ao histórico das suas movimentações financeiras, como forma de credibilizar a sua gestão e trazer mais segurança e confiança em suas ações, tanto para patrocinadores, como para a sociedade em geral.

Objetivos

Objetivo Geral - realizar o projeto na sua sede, que fica na favela do Parque Conquista, no Caju e em Curicica (Rio de Janeiro/RJ) prevendo a realização de oficinas artísticas e apresentações de espetáculos teatrais. Objetivos Específicos - ● PRODUTO PRINCIPAL OFICINA - Atender nas Oficinas Artísticas um total de 1.200 crianças e adolescentes do Complexo do Caju, Zona Norte do Rio e Curicica, Zona Oeste; ● PRODUTO SECUNDÁRIO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - Realizar cerca de 10 apresentações teatrais/cortejos reunindo um público de cerca de 4.000 pessoas de público espectador; ● PRODUTO PRINCIPAL OFICINA - Aplicar o Método Cria para 54. turmas: 12 Oficinas Criativa (3 a 6 anos) 24 Oficinas de Iniciação Teatral (7 a 11 anos), 18 Oficinas de Teatro Improvisacional (12 a 14 anos); ● PRODUTO PRINCIPAL OFICINA -Gerar emprego e renda para cerca de 16 profissionais da cultura; ● PRODUTO PRINCIPAL OFICINA -Desenvolver e multiplicar o Método Cria; ● PRODUTO PRINCIPAL OFICINA - Capacitar profissionais e educadores em geral no método Cria; ● PRODUTO SECUNDÁRIO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - Colaborar na formação de platéia para teatro; ● PRODUTO PRINCIPAL OFICINA - Colaborar no desenvolvimento social de grupos em situação de vulnerabilidade social; ● PRODUTO SECUNDÁRIO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - Levar cultura e conhecimento para as periferias da cidade; ● PRODUTO SECUNDÁRIO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - Utilizar o teatro como ferramenta educacional, levando-o para espaços não culturais e para as ruas.

Justificativa

O Complexo de Favelas do Caju está localizado na Zona Portuária do Rio de Janeiro e possui aproximadamente 40 mil habitantes. Quem mora no bairro vive em um epicentro de tristezas. As áridas ruas de acesso são quentes e cobertas pela poeira que sobe do fluxo das carretas que entram e saem do porto do Rio. Mas muito antes disso, foi ali que entre 1830 e 1840 a corte portuguesa se estabeleceu e o fez de balneário, sendo a primeira região de banho de mar da cidade. Essa parte da história do Caju já foi quase soterrada pelo tempo e pelas suas transformações socioespaciais de mais de 150 anos. É importante destacar que o Caju já foi um bairro nobre. Porém, com o decorrer dos anos, passou a sofrer mudanças que causaram impactos territoriais e sociais devastadores. Muito diferente do que já foi, o Caju é uma região por muitos esquecida e que se transformou drasticamente para atender as necessidades de uma cidade que teve que criar um dos maiores portos do Brasil. Hoje é uma periferia urbana porque desde 1888 e do início dos anos 1900 recebeu a população negra que precisava morar perto do centro da cidade. O aumento dos trabalhadores relacionados ao porto e as indústrias na região, geraram um crescimento populacional, e consequentemente, a busca por moradias na região portuária, o que dinamizou as ocupações em morros e planícies de toda a região. O Estado não dava condições para essa população, gerando uma auto organização dos moradores com dinâmicas de sobrevivência por conta da ausência do Estado, que passa a entender esse e outros lugares como desnecessários de políticas públicas. Composta por sete favelas: Parque Alegria, Clemente Ferreira, Quinta do Caju, Chatuba, Parque São Sebastião, Manilha e Parque Conquista, tem hoje suas divisões feitas por facções rivais e pelos diferentes níveis sociais da população, uma característica comum, da composição plural desses territórios e suas especificidades. Esse contexto de pobreza e violência impacta diretamente na educação das crianças e adolescentes, que vivenciam uma guerra civil diária entre polícia e traficantes, fecha escolas e cria um muro de desigualdades entre o asfalto e a favela. Esses confrontos, não só colocam em risco a vida dos moradores, como fazem aumentar o índice de evasão escolar. Quando um jovem não consegue vaga em uma das poucas escolas do Caju, precisam buscar por vagas em outras regiões, e quando chegam a essas escolas se deparam com facções rivais, sendo ameaçados e tendo que abandonar o ano escolar até surgir novas vagas em sua comunidade. Esse problema reflete no nível de escolaridade dos moradores, e consequentemente, nas chances de ingressar no ensino superior e conseguir um trabalho formal. Segundo um censo do IBGE de 2013 que mapeou os Índices de Desenvolvimento Humano dos bairros do Município do Rio de Janeiro, o do Caju era de 0,753, mesmo gerando anualmente 1 bilhão e 300 milhões de reais segundo números do ICMS das empresas localizadas na região, muitas de comércio exterior e empresas de infraestrutura. Esse contraste entre renda gerada pelo comércio e empresas e o baixo desenvolvimento humano dos moradores fica visível pelo bairro apresentar um Índice de Desenvolvimento Escolar Básico de apenas 4.4 e ter 21% da sua população analfabeta segundo o MEC. Por fim, a média de acesso ao ensino superior da cidade do Rio é de 18% sendo a do Caju de apenas 3%. As escolas que eram para ser um espaço privilegiado na educação formal, hoje é visto com desinteresse por partes dos alunos, o que não possibilita ao jovem desenvolver as referências que lhe conferem a construção da própria identidade. Com isso, a fomentação cultural pode se tornar um meio para realizar tal tarefa e atuar junto ao processo educacional. Porém, além de todos esses problemas apresentados, o Complexo de Favelas do Caju não possui nenhum equipamento de cultura, o que torna a região ainda mais vulnerável, tendo em vista que com a falta de aula nas escolas e a falta de atividades fora dela, faz com que muitas crianças e adolescentes fiquem com o tempo ocioso, expostos nas ruas. Mesmo vazia de muita coisa, principalmente de interesse no desenvolvimento social e presença cultural, o lugar vive nos últimos anos uma chama de cultura que cresce e guia os jovens de lá em direção às artes cênicas. Acontece hoje um movimento carregado de vida e de energia vindo de jovens que moram num lugar que sobreviveu à uma inversão de padrões sociais devastadores mas que trouxe como resultado, uma multiplicidade e potência desse mesmo espaço, ainda que tenha sido formado de maneira violenta. Esse movimento é fruto dos anos de trabalho que o Projeto Cria exerce no Caju. O grupo concentra em 2021 esforços para erguer a sua própria sede e para desenvolver apresentações com textos carregados de história e críticas que servem de referência a moradores de todas as idades. A favela do Parque Conquista, sede do Projeto Cria, é considerada a região de maior vulnerabilidade do Complexo. Muitos dos seus alunos vivem em barracos de madeira, sem saneamento básico. A realidade social de inúmeras famílias é de extrema gravidade, com quadro de pobreza e miséria que constitui permanente preocupação. Desassistidas por políticas públicas, buscam seu sustento em trabalhos informais, como a reciclagem de lixo, fonte de renda da maioria das famílias. A importância do Cria se dá como um equipamento urgente de intervenção nessa área tão devastada. Estamos no porto do Rio de Janeiro, um lugar privilegiado na nossa história, com crianças e jovens cheios de potencial que precisam ser desenvolvidos, pra acabar com esse ciclo vicioso e colocar o Caju novamente no mapa O projeto se coaduna com os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto atinge os seguintes objetivos do art. 3º da lei 8313/91: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Plano de divulgação O projeto contará com assessoria de imprensa e ampla divulgação na comunidade através de seus parceiros locais Banners Cartazes Posts nas redes sociais

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL – OFICINAS Oficinas semanais com cerca de 2 horas de duração cada uma criadas a partir do Método Cria Oficinas: 12 Oficinas Criativa (3 a 6 anos) 24 Oficinas de Iniciação Teatral (7 a 11 anos), 18 Oficinas de Teatro Improvisacional (12 a 14 anos); PRODUTO SECUNDÁRIO – ESPETÁCULOS TEATRAIS/CORTEJOS 10 apresentações teatrais/cortejos com cerca de 60 minutos de duração cada um As apresentações serão realizadas em escolas parceiras e espaços culturais da cidade tendo como tema “Os Brasis de Darcy”

Acessibilidade

PRODUTO PRINCIPAL – OFICINAS Acessibilidade arquitetônica- os espaços escolhidos para a realização das oficinas contam com acessibilidade para PNEs Rubrica: não se aplica pelo espaço já ser adaptado Acessibilidade deficientes visuais – contaremos com monitores para auxiliar os deficientes visuais durante as oficinas, sob demanda. Rubrica: Acessibilidade deficientes auditivos - – contaremos com monitores para auxiliar os deficientes auditivos durante as oficinas, sob demanda – intérprete de Libras Rubrica: Acessibilidade deficientes intelectuais – a equipe pedagógica está capacitada para atendimento a deficientes intelectuais Rubrica: não se aplica, uma vez que o método Cria prevê esse atendimento PRODUTO SECUNDÁRIO – ESPETÁCULOS TEATRAIS / CORTEJOS Acessibilidade arquitetônica- os espaços escolhidos para a realização dos espetáculos teatrais contam com acessibilidade para PNEs Rubrica: não se aplica pelo espaço já ser adaptado Acessibilidade deficientes visuais – contaremos com monitores para auxiliar os deficientes visuais durante as apresentações sob demanda. Rubrica: Acessibilidade deficientes auditivos - – contaremos com intérpretes de Libras para auxiliar os deficientes auditivos Rubrica: intérprete de Libras Acessibilidade deficientes intelectuais – a equipe pedagógica está capacitada para atendimento a deficientes intelectuais durante as apresentações teatrais. Os espetáculos são inclusivos Rubrica: não se aplica, uma vez que o método Cria prevê esse atendimento

Democratização do acesso

PRODUTO PRINCIPAL – OFICINAS As oficinas são totalmente gratuitas e voltadas paro o público de áreas de vulnerabilidade social. inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. PRODUTO SECUNDÁRIO – ESPETÁCULOS TEATRAIS / CORTEJOS Os espetáculos serão totalmente gratuitos e realizados em escolas da rede pública de ensino, nas ruas ou em equipamentos culturais da prefeitura do Rio de Janeiro/RJ inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.

Ficha técnica

Coordenação Geral e Administrativo-financeira – o Proponente O Projeto Cria foi fundado em 2018, pela atriz e educadora Laura Campos Braz, que possui 10 anos de experiência em Escolas Públicas e iniciativas sociais dentro das periferias do Rio de Janeiro. A Instituição está localizada no Complexo de Favelas do Caju, e usa o teatro como ferramenta educacional. O Projeto Cria tem sua área administrativa estruturada. A Diretoria do Grupo foi eleita pelos associados com direito a voto por unanimidade, para exercer o mandato de 3 anos, podendo ser renovado. A Diretora Executiva é a fundadora e a responsável legal da Instituição e também, pela elaboração do Plano de Ação Anual da Instituição, em anuência com os responsáveis pelas diferentes áreas de ação do Projeto Cria, e por seu gerenciamento e acompanhamento. Para isso, conta com uma equipe de colaboradores e voluntários do Brasil inteiro, capacitados na sua área, que se dividem pelos setores: projetos, financeiro, marketing e gestão de voluntários. Laura Campos Braz - Coordenadora Geral de Projetos e Professora - Licenciada em Teatro. Atua como Atriz, Produtora e Educadora Social com 14 anos de carreira. Atuou como atriz em diversos espetáculos e fundou em 2018 o Projeto Cria. Como Coordenadora do Cria já desenvolveu diversos projetos, impactando mais de 5.000 moradores do Caju. Em 2022, formou-se na Falcons University da Rede Gerando Falcões, sendo aprovada como uma liderança social. Hoje,também está em formação na Waldorf ROSANA BARROS _ DIRETORA DO CORTEJO FAVELA : Atriz, professora de Interpretação, diretora e preparadora de atores. Foi integrante da Cia Amok teatro 2010/2016, da MUSA Cia teatral de 2009/2017, e do grupo Nós do Morro de 1995 a 2010. De 2009 a 2017 trabalhou na Musa Cia Teatral, em parceria com o diretor Grego Sotirios Karamesinis na pesquisa e desenvolvimento do método MUSA (Musical System of Acting) em “Oficinas e Workshops de tragédia Grega e técnicas do tranceacting e dos princípios do teatro holístico”, ministrando junto ao mesmo, inclusive uma oficina de Dramaterapia para profissionais na área da psicologia. Fellipe Mesquita - Professor de Musicalização para o teatro - Produtor musical, professor de musicalização e ator. Bacharelado em Teatro pela Universidade Cândido Mendes (2011/2015) e graduando Licenciatura em Música pela UNINTER. Já realizou mais de 10 espetáculos de teatrais e musicais por RJ e SP. Também é professor de música das escolas: School Of Rock RJ, Centro Lúdico Infantil Cultural e Excelência. Em estúdio, já produziu/mixou discos de artistas como Marcelo Yuka e Arnaldo Brandão

Providência

PRORROGAÇÃO DO PERÍODO PARA CAPTAÇÃO DE RECURSOS AUTORIZADA. Aguardando a elaboração e a publicação de portaria no Diário Oficial da União.

2026-05-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro