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O projeto prevê a adaptação para o teatro da autora Anne Carson. Inédito no Brasil, a obra "Autobiografia do vermelho", traz para a cena o romance em versos da autora, uma das escritoras mais importantes da atualidade e vencedora do Elliot Prize. Trata-se de uma transcriação inédita do livro para os palcos, propondo um olhar para uma das histórias mitológicas mais conhecidas do cânone ocidental - o mito de Hércules e seus doze trabalhos - a partir de um outro ponto de vista.
Autobiografia do vermelho é um solo teatral com Bianca Comparato e direção de Bruno Siniscalchi. Adaptação em uma transcriação inédita do livro “Autobiografia do vermelho“, um romance em versos de Anne Carson - uma das escritoras mais importantes da atualidade e vencedora do Elliot Prize. A peça encena não só a possibilidade de conhecermos a história de Gerião, contada por ele mesmo, mas também a própria invenção dessa história expressando a pluralidade e diversidade em sua temática, marcadamente decolonial ao inverter a perspectiva sobre um mito do imaginário popular, que faz valer o ponto de vista periférico ou regional em lugar do universal. Gerião, um menino que também é um monstro vermelho alado, revela o terreno vulcânico de sua alma frágil e atormentada em uma autobiografia que começa aos cinco anos de idade. À medida que envelhece, Gerião escapa de seu irmão abusivo e de sua mãe afetuosa, mas ineficaz, encontrando consolo atrás das lentes de sua câmera e nos braços de um jovem chamado Hércules, um andarilho arrogante que o deixa profundamente apaixonado. Quando Hércules reaparece anos depois, Gerião enfrenta novamente a dor de seu desejo e embarca em uma jornada que vai liberar sua imaginação criativa ao máximo. Por sua vez extravagante e assombroso, erudito e acessível, rico em camadas e enganosamente simples, o projeto é um retrato comovente de um artista que aceita o fantástico acidente de ser quem ele é. Classificação indicativa: LIVRE - 16 anos
Objetivo Geral O projeto de teatro apresenta ao público brasileiro uma adaptação de "Autobriografia do vermelho", da escrirtora canadense Anne Carson, com uma temática marcadamente decolonial que inverte a perspectiva sobre um mito do imaginário popular e faz valer o ponto de vista periférico ou regional em lugar do universal. A peça encena não só a possibilidade de conhecermos a história de Gerião contada por ele mesmo, e assim entrarmos em contato com uma narrativa constitutiva do imaginário político e sensível da ontologia ocidental a partir de uma outra perspectiva, mas também a própria invenção dessa história. Objetivos Específicos · Realizar dois meses de temporada no Rio de Janeiro, com 24 apresentações; · Realizar 01 sessão ENSAIO ABERTO (gratuita); · Realziação de 01 palestra/ bate-papo sobre o processo de montagem do espetáculo com o elenco da peça, voltado para estudantes e professores da rede pública de ensino, como ação formativa; · Realizar 02 sessões com acessibilidade para pessoas com deficiênciacada (cada sessão contará com acessibilidade de libras e/ou audiodescrição); · Gerar emprego e renda para aproximadamente 20 profissionais diretos na cultura; · Movimentar a cadeia da economia da cultural gernando empregos indiretos
A obra de Anne Carson, uma das escritoras mais importantes da atualidade, um romance em verso denominado "Autobiografia do vermelho, destaque no NEW YORK TIMES como LIVRO NOTÁVEL DO ANO e finalista do National Book Critics Circle Award, será apresentada ao público brasileiro com a adaptação em uma transcriação inédita do livro. O espetáculo encena a possibilidade do público brasileiro entrar em contato com uma narrativa constitutiva do imaginário ocidental a partir de uma outra perspectiva, apostando na arte como campo para surgindo de novas reflexões da sociedade. O que acontece com a mitologia clássica, que ainda ecoa no mundo contemporâneo sendo constitutiva de formas atuais de pensar, viver e sentir, quando colocamos no centro da narrativa o que antes era periférico a ela? É essa pergunta que a autora nos faz em Autobiografia do vermelho. Se assim como Carson fez valer em sua maneira de contar essa história do monstro, é a partir de uma ética da monstruosidade - que faz conviver tudo o que é estranho entre si - que percorre o processo de criação da peça. O projeto expressa a pluralidade e diversidade tanto em sua composição de artistas e equipe da ficha técnica, quanto em sua temática marcadamente decolonial: ao inverter a perspectiva sobre um mito do imaginário popular, que faz valer o ponto de vista periférico ou regional em lugar do universal. Os lugares de protagonismo da equipe do projeto são ocupados por mulheres ou pessoas não-brancas, e entre eles pessoas LGBTQI+. Vídeo, conferência, literatura, fotografia, arte sonora, moda, pintura, música, poesia, performance e escultura são convocadas na composição da peça, trazendo uma diversidade de linguagens culturais para o palco. Transicionando entre diferentes formas artísticas, a vida do monstro Gerião será relatada, ao passo que a peça mesma vai se fazendo monstruosa no seu cruzamento de linguagens. O projeto atende aos Incisos I, III, V, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313/91 bem como às finalidades expressas no Inciso II, do objetivo do artigo 3º da norma, mais especificamente, alínea C. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O seguinte objetivo do Artigo 3º da Lei 8313/91 será alcançado: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres - Realização de espetáculo de artes cênicas. A Lei de Incentivo é uma das poucas formas de se conseguir parceria na iniciativa privada para a realização de um projeto cultural, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura no País. A receita prevista não é suficiente para custear todos os custos da peça nos valores praticados pelo mercado. Por esse motivo, o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é fundamental para realização do projeto, pois é através deste Mecanismo que os profissionais diretos e indiretos da cultura poderão ser contratados e pagos, garantindo a sua permanência e desenvolvimento no mercado cultural.
A montagem é inédita e somente após a captação dos recursos é que a equipe responsável pela concepção do espetáculo começará a trabalhar. Os direitos autorais estão liberados, adquiridos pela atriz/proponente, no mês de janeiro de 2023. O mesmo será anexado para a devida comprovação. As hospedagens previstas pela equipe serão custeadas com recursos próprios de integrantes da equipe e/ou parceria apoio com rede de hotéis do Rio. Valores de ECAD(trilha sonora), assessoria contábil (acompanhamento e elaboração de prestação de contas), material de escritório e elaboração de projeto estão previstos no percentual de custos administrativos (custos vinculados). A proposta da direção artística envolverá a criação de cenários, figurinos, trilha sonora, entre outros aspectos. A proponente (3C) atuará diretamente no projeto através de duas das suas três sócias. As duas exercerão atividades respeitando o que preceitua a IN vigente no que diz respeito ao teto de remuneração permitido ao proponente. Elencamos as funções a seguir: Bianca Comparato - Atriz Fabiana Comparato - Dramaturgia e Direção de Produção. Atividades previstas no decorrer do projeto: 1) Montagem de espetáculo teatral:Montagem de espetáculo teatral de aproximadamente 70 minutos, correspondendo a: adaptação e leitura de texto;ensaios; concepção e confecção de cenários, figurinos, preparação corporal, iluminação, entre outros; concepção de identidade visual e confecção de peças gráficas; contratação de assessoria de imprensa, etc. 2) Realização de apresentações:2.1) Temporada de dois meses no Rio de Janeiro, totalizando 24 apresentações. Duração do espetáculo: aproximadamente 70 minutos. 3) Apresentações com acessibilidade:Realização de duas apresentações : audiodescrição das cenas e tradução para Libras, sendo uma apresentação acessível composta de ambas acessibilidades. 4) Contrapartida Social/ Ação Formativa: Realização um bate papo sobre o processo de montagem do espetáculo, com parte da equipe da peça, voltado para estudantes e professores da rede pública de ensino e de teatro, como ação formativa; Os estudantes e professores receberão ingressos gratuitos para assistir ao espetáculo. Duração do bate-papo: 40 a 60 minutosAcesso: gratuito.
PRODUTO CULTURAL: Apresentações teatrais do solo Autobiografia do vermelho, a partir da obra de Anne Carson, com 24 apresentações no Teatro Poeirinha, Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro. Duração de espetáculo: 70 minutos. Contrapartida de acessibilidade: Realização de 2 sessões (70 minutos) das 24 apresentações com, cada uma, constando os dois recursos de acessibilidade por: 2 sessões de libras e 2 sessões de audiodescrição. Contrapartida de democratização de acesso: Medidas de ampliação de acesso, tais como as seguintes que constam nos Incisos III e VI do Artigo 18 da IN MINC Nº 1/2023: Realização de 01 sessão , ensaio aberto, (70 minutos) seguida de bate-papo sobre o processo de montagem do espetáculo com parte da equipe da peça, voltado para estudantes e professores da rede pública de ensino e Retiro dos Artistas, como ação formativa; (Sessão gratuita) Medidas de ampliação de acesso, tais como as seguintes que constam nos Incisos III e VI do Artigo 18 da IN MINC Nº 1/2023: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos;VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: O proponente se compromete, cumprindo as exigências que lhe forem aplicáveis contidas na Lei nº 13.146, de 2015, e Decreto nº 9.404, de 2018, instituir as seguintes medidas: DEFICIENTES FÍSICOS: Acesso físico para pessoas idosas e/ou com deficiência, sendo o espaço equipado com: banheiros adaptados, rampas e/ou elevadores de acesso, corrimão, sinalização, locais para cadeiras de rodas, entre outros.O projeto também prevê facilitadores para a locomoção no espaço físico (banheiros, rampas). - Atendimento prioritário às pessoas idosas e com deficiência, como mais uma forma de lhes possibilitar o pleno exercício de seus direitos culturais. DEFICIENTES AUDITIVOS: Serão realizadas duas sessões com tradução para Libras. Para essas sessões serão convidadas pessoas com deficiência auditiva, visual, intelectual ou múltipla. DEFICIENTES VISUAIS: Serão realizadas duas sessões com audiodescrição das cenas. Para essas sessões serão convidadas pessoas com deficiência auditiva, visual, intelectual ou múltipla. Em RESPOSTA À DILIGÊNCIA recebida no dia 18 de julho de 2023 "No campo “INFORMAÇÕES INICIAIS -> RESPONSABILIDADE SOCIAL -> ACESSIBILIDADE - Descrever as medidas de acessibilidade que serão adotadas para o Produto "Contrapartida Social". Informamos que na realização da CONTRAPARTIDA SOCIAL/AÇÃO FORMATIVA com sessão de bate papo (40 a 60 minutos) sobre o processo de montagem do espetáculo, com parte da equipe da peça, voltado para estudantes e professores da rede pública de ensino e de teatro, como ação formativa, será oferecido o recurso de ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO através de LIBRAS, além de ACESSIBILIDADE FÍSICA para pessoas com limitações físicas, idosas e/ou com deficiência, sendo o espaço equipado com: banheiros adaptados, rampas e/ou elevadores de acesso, corrimão, sinalização, locais para cadeiras de rodas, entre outros, com facilitadores para a locomoção no espaço físico (banheiros, rampas).
PÚBLICO ALVO: A peça é voltada para pessoas de todas as idades e de todas as condições sociais, uma vez que os ingressos serão comercializados faixa de preço popular com valor único para o espetáculo. Será praticada a meia-entrada. A classificação será livre com indicação para jovens a partir de 16 anos e adultos de todas as idades, em especial para o público interessado em literatura, obras clássicas, teatro e artes performáticas. O projeto contará com o seu plano de distribuição prevendo as medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos conforme preceitua o Art 17 da IN MINC Nº 1/2023 além de também contar com outras medidas de ampliação de acesso, tais como as seguintes que constam nos Incisos III e VI do Artigo 18 da IN MINC Nº 1/2023: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos;VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.
EM RESPOSTA A DILIGÊNCIA DO DIA 18/07/23: A empresa proponente do projeto possui 2 das 3 sócias da empresa exercendo diversas funções na peça. Entre elas, a DIREÇÃO DE PRODUÇÃO, onde FABIANA COMPARATO fará a GESTÃO DO PROCESSO DECISÓRIO DO INÍCIO AO FIM DA EXECUÇÃO DO PROJETO. Idealização, atriz e produtora:Bianca Comparato Idealização, direção, dramaturgia:Bruno Siniscalchi Direção de Produção e dramaturgia:Fabiana Comparato Dramaturgia:Ismar Tirelli Neto Cenografia:Carlos Zebulun Figurino:Marina Dalgalarrondo Dir de movimento:Amália Lima Iluminação:Anna Turra Trilha sonora e Desenho de som:Gabriela Nobre Assimp: Factoria Mídias Sociais:@autobiovermelho BIANCA COMPARATO - Atriz, produtora, diretora e escritora carioca. Frequentou cursos de verão da RADA em 2002 e iniciou carreira aos 17. Rapidamente atuou em diversas produções teatrais pelo Brasil. Precursora em apostar em séries, ganhou o prêmio da crítica brasileira (APCA) por sua interpretação de Carol, adaptação da série dramática Em Tratamento. Foi protagonista da série A Menina sem Qualidades, de Felipe Hirsch (MTV). Ganhou o papel principal de Michelle na primeira produção brasileira da Netflix 3%. Participou de projetos audiovisuais aclamados mundialmente, como “The Nightshifter” (SHUDDER) e “Beyond the Map” (GOOGLE). Desenvolveu uma experiência interativa para ALEXA chamada The 3% Challenge, baseada no IP de 3%. Em 2021 estrelou a campanha da IBM LATAM Coders. No momento escreve e produz uma série interativa, atua no papel principal de Carol, uma série Star+ (HULU BR) "Não foi minha culpa". Em 2023 fundou a South, parceria com a Flagcx, onde produz projetos de audiovisual. BRUNO SINISCALCHI - Dir de teatro, psicanalista e curador. Atua em práticas artísticas, curatoriais e clínicas que investigam relações entre arte, política e psicanálise. Colaborador em projetos artísticos e curatoriais de artistas e em exposições (Bia Lessa, Nuno Ramos, José Damasceno e X Bienal de Arquitetura de São Paulo). Membro do Espaço Brasileiro de Estudos Psicanalíticos (EBEP-Rio), da clínica do Instituto de Estudos da Complexidade (IEC) e do Coletivo Psi Maré. Membro do Lincoln Center Theater Directors Lab - NY/EUA. No teatro atua com leituras recortadas de obras literárias dirigindo as peças "A gaivota" (2012), "Todas as Possibilidades - Parte 1 e 2". Colaborador de Bia Lessa em diversas criações.: Dir assit da ópera “Il trovatore” (2010), reinauguração do TMRJ, e de “Grande Sertão: Veredas” (2017) e "Pi" (2018), além de filmes, exposições e shows. Bolsa do Programa de Estímulo à Criação, Experimentação e Pesquisa Artística, SEC-RJ e FAPE(2016), pesquisa para dramaturgia "Manual de guerras". Criador, com Maria Borba, do Instituto Comum, para diferentes práticas e saberes. Realizações: Laboratório de pesquisa e criação "Desenhos de escrita" (2019) Sesc Rio, apresentada no Sesc Copacabana, Avenida Paulista, IMS Rio e Museu do Amanhã; curadoria e entrevistas do ciclo "Modos de pensar o mundo de ontem, hoje" (2020), criação e direção artística do projeto “Modos de ver” (2020-2021), Comissionado pelo Serrapilheira para a realização de episódios audiovisuais sobre processos de pesquisas científicas de diferentes áreas postos em diálogo, envolvendo a curadoria de uma residência artística de arte e ciência; Pesquisa e mapeamento de artistas, cientistas, projetos e instituições no quadriênio de Arte, ciência e tecnologia no Brasil (2022-2025) da Fund. Pro Helvetia; Curadoria da obra comissionada “Cabeça” (2021), de Otavio Schipper, (Serrapilheira); Idealização e curadoria do seminário internacional “Atos de tradução” (2021), no Sesc. ISMAR TIRELLI NETO Poeta, ficcionista, roteirista e tradutor. Autor de synchronoscopio (2008), Ramerrão (2011), Os Ilhados (2015), Alguns dias violentos (2014/2021) e Duas ou Três Coisas Airadas, em parceria com Horácio Costa (Luna Parque, 2016). Seu livro de poemas Os Postais Catastróficos (2018) ficou entre os semifinalistas do Prêmio Jabuti (2019) e nas listas dos melhores do ano em revistas como 451 e Suplemento Pernambuco (2018). Finalista do Prêmio Oceanos 2022 com seu livro Alguns dias violentos.Traduziu para o português "Autobiografia do vermelho", de Anne Carson, publicado no Brasil em 2021 (Ed 34). FABIANA COMPARATO Trabalha com pesquisa, escrita, edição e tradução de texto, e desenvolvimento de conteúdo para cultura. Formada em Ciências Sociais pela University of East Anglia, Inglaterra, Mestrado em Educação pela mesma, possui também uma pós-graduação pela PUC-Rio em Escritas Performáticas: Invenção e Procedimentos Artísticos. Atua como coordenadora de conteúdo do novo Museu do Pontal. Autora do romance poético "Buquê de Unhas e Dentes", (Ed. Numa 2022) .Responsável pela organização, estabelecimento de texto, tradução e apresentação da edição do livro "Teatro Legislativo" de Augusto Boal (Ed 34). Produtora e colaboradora na criação do espetáculo "Outra gente" de Maria Borba e Bruno Siniscalchi (2019/20). Produtora executiva da peça "Grande Sertão: veredas" Bia Lessa (2019). Colabora com o Inst. Augusto Boal e atua continuamente na instituição inglesa People's Palace Projects(Queen Mary University of London), em projetos de pesquisa sócio-culturais. Foi gestora do Castelinho do Flamengo (2016 a 2017) e Assessora Internacional da SECEC RJ (2011 a 2016). Atuou no Festival do Rio entre 2007 e 2017. AMÁLIA LIMA Bailarina, preparadora corporal, diretora de movimento e assistente de direção. Iniciou os estudos em dança no ano de 1984 e se formou em dança contemporânea na Escola Espaço Novo, dirigida por Angel Vianna, no RJ. Desde 1999 integra a Lia Rodrigues Cia. de Danças, como bailarina, preparadora corporal e assist de criação. Trabalhou como assistente de direção e preparadora corporal dos espetáculos de dança: Encantado e Fúria, de Lia Rodrigues, e peças "Grande Sertão: Veredas", "PI" e "Macunaíma", direção de Bia Lessa. CARLOS ZEBELUN Arquiteto formado pela PUC-Rio, atualmente Mestrando do Programa de Pós-graduação em Arquitetura (PPGArq) da PUC-Rio. Fundou o escritório Zebulun em 2018 onde atua em projetos de arquitetura, desenho de móveis, cenografia e expografia, e em parcerias com arquitetos e artistas em outros projetos. Colaborou com Carla Juaçaba em projetos de arquitetura, como a expografia de "A Viagem das Carrancas" no IMS, 2015-2016. Cenógrafo da instalação "Scar" de Bia Lessa (Londres, 2018). Em 2022 foi selecionado para expor seu trabalho autoral em desenho de móveis no Pavilhão do Brasil na Fuorisalone de Milão. Finalista do Prêmio EDIDA BR da Revista Elle Decoration 2023. ANNA TURRA Arquiteta e urbanista (FAU-USP) e atua como lighting designer em projetos cênicos, expositivos e arquitetônicos. Também atua como diretora de arte em set design e comunicação visual. Desenvolve projetos para palco, Instituições culturais, arquitetura e audiovisual. Destacam-se criações para Elza Soares, Voos de Villa, Arnaldo Antunes, Gal Costa, 5 a Seco, musical Merlin & Arthur, Instituto Pedra (Museu Boulieu), Canoa Arquitetura, Associação Cultural Videobrasil, Sesc São Paulo, entre outros. Premiada pela Iluminação em “Merlin & Arthur – um sonho de liberdade” na 14º edição do Prêmio APTR de Teatro (2019). GABRIELA NOBRE Artista sonora, poeta e performer nascida no Rio de Janeiro. Doutoranda em Estudos Contemporâneos das Artes, na UFF, onde pesquisa as partituras verbais como interface entre música/arte sonora e poesia/texto literário. É mestra em Língua e Literaturas Francófonas pela mesma instituição, onde também se graduou. Sua atuação na música experimental se dá principalmente com o b-Aluria, projeto que investiga as relações entre som e palavra, ruídos, colagens e falas que criam narrativas descontínuas em busca de respostas às insuficiências da palavra escrita. [vers], seu disco de estreia (lançado em 2016), seguido de caos com nome (2018). É membro do selo independente Música Insólita que divulga nomes da cena experimental brasileira.
PROJETO ARQUIVADO.