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PRONAC 232531Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Vale dos Sabores: Festival Gastronômico do Capão

ARACA CULTURA E MEIO AMBIENTE LTDA
Solicitado
R$ 495,3 mil
Aprovado
R$ 495,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Gastronomia de valor cultural
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2023-08-14
Término
2024-02-14
Locais de realização (1)
Palmeiras Bahia

Resumo

O projeto tem por objetivo valorizar e fortalecer o patrimônio gastronômico do Vale do Capão, Chapada Diamantina, Bahia, por meio da realização do Festival Vale dos Sabores. O evento, que tem duração de uma semana, irá realizar uma publicação com receitas tradicionais, produzir conteúdo audiovisual com mestres e mestras sobre a cultura alimentar da região, realizar oficinas, circuito gastronômico com pratos típicos da região, visitas a produtores locais, feira gastronômica e agroecológica e cozinha show, além de programação artística.

Sinopse

- Produto: Livro Publicação contendo pesquisa sobre o patrimônio culinário do Vale do Capão Sinopse: A publicação será um livreto contendo registro de histórias, memórias, fotos e receitas tradicionais da culinária do Vale do Capão. O conteúdo da publicação será produzido por meio de pesquisa de cunho etnográfico, com entrevistas dos mestres e mestras detentores dos conhecimentos ligados à culinária tradicional local. Esta publicação visa valorizar a cultura alimentar da região, tornando-se um registro referencial para a história da cultura gastronômica do Capão. - Produto: Vídeo Produção de conteúdo audiovisual sobre a culinária tradicional local. Serão ao todo 5 vídeos, cada um com entrevista de mestres ou mestras trazendo seus conhecimentos e histórias relacionados à cultura alimentar. Cada vídeo terá entre 3 e 5 minutos e será amplamente divulgado nas redes sociais do festival através de impulsionamentos patrocinados (Facebook, Instagram e YouTube).

Objetivos

Objetivo Geral: Promover e valorizar o patrimônio culinário tradicional do Vale do Capão por meio de festival gastronômico. Objetivos Específicos: - Relizar uma semana de Festival com atividades que valorizam e celebram os saberes e fazeres ligados à culinária tradicional local: circuito gastronômico com participação de 40 restaurantes; uma feira gastronômica e agroecológica; seis visitas a produtores locais; e três cozinhas shows com chefs convidadas; - Produzir publicação sobre patrimônio culinário da região com histórias, memórias e receitas das mestras da culinária local (500 exemplares); - Produzir conteúdo audiovisual com cinco episódios sobre as mestras da culinária local; - Realizar 22 oficinas de culinária e temas relacionados à gastronomia para o público do festival e escolas do município; - Realizar programação cultural com apresentações musicais durante o Festival;

Justificativa

O distrito de Caeté Açu, mais conhecido como Vale do Capão, está localizado no município de Palmeiras, Chapada Diamantina, Bahia. Conhecido internacionalmente por suas belezas naturais, o Vale do Capão tornou-se um dos principais destinos turísticos da Bahia. O processo de povoamento iniciado na década de 80 e intensificado nos últimos anos faz chegar ao Vale do Capão pessoas oriundas da capital baiana e de outros estados e países, em busca de uma vida mais tranquila e próxima à natureza. Em paralelo, o desenvolvimento turístico da região fomentou a criação de diversas estruturas de receptivo turístico, notadamente restaurantes que gradativamente padronizam seus cardápios com a oferta de uma culinária internacional e homogênea, em detrimento dos elementos da cultura alimentar local. De fato, o Vale do Capão é antes de tudo uma comunidade rural, com cultura alimentar baseada na agricultura familiar e recursos naturais locais. Muitas receitas e práticas alimentares originaram-se da dicotomia entre a escassez de recursos econômicos e a abundância de alimentos providos pela natureza, como a banana e a jaca. Assim, surgiram pratos como o godó de banana verde ou o cortado de palmito de jaca. Alimentos que integravam a dieta desse povo, permitindo sua sobrevivência durante e após os ciclos econômicos do garimpo ou do café, por exemplo. Nesse sentido, além do seu valor antropológico enquanto conhecimento e prática de uma determinada cultura, a produção alimentícia tem valor histórico, pois nela são registradas memórias, saberes e fazeres que contam sobre a história de um povo e carregam consigo o desafio de manter as tradições atualizadas, preservando seu patrimônio cultural para as próximas gerações. No Vale do Capão os conhecimentos e práticas tradicionais ligados à produção alimentar vem sendo perdidos ao longo dos anos e das gerações. Os alimentos processados encontrados no supermercado vem substituindo aqueles plantados nos quintais. Os processos artesanais e tradicionais de beneficiamento, como a produção da farinha de mandioca nas casas de farinha ou do bolo de puba feito a partir da fermentação da mandioca, não são absorvidos pelas novas gerações, pois são considerados muito lentos diante de uma necessidade de rapidez criada pela sociedade de consumo. Por outro lado, sabe-se que os conhecimentos e práticas associados ao modo como um povo se alimenta são aspectos fundamentais da sua cultura e identidade, na medida em que permitem um enraizamento na sua história e conexão com seus ancestrais. No Vale do Capão, muitas práticas alimentares tradicionais estão associadas a um passado recente de garimpo na região, mas também a técnicas da culinária indígena e de matriz africana. Nesse sentido, é importante ressaltar que a Chapada Diamantina tem cerca de 100 comunidades quilombolas e vivencia o processo de retomada de terras com a demarcação do Território Indígena Payáyá. Por isso a importância e urgência de projetos que promovam o registro, valorização e difusão de todo esse patrimônio, e que consiga atualizá-lo na contemporaneidade. É nessa perspectiva que se inscreve o Vale dos Sabores. Uma proposta de evento de gastronomia realizado no coração da Bahia, que visa valorizar e celebrar as raízes da culinária tradicional local, agindo em duas frentes: educativa, propondo oficinas, formações, publicação e conteúdos audiovisuais; e econômica, na medida em que torna todo esse patrimônio cultural em ativo econômico, capaz de gerar renda para a comunidade e contribuir para um desenvolvimento sustentável através da economia criativa. Na sua primeira edição, realizada em julho de 2022, o Festival obteve como resultados: público de 2000 pessoas; oficinas de culinária tradicional para escolas e público do festival; visitas a produtores locais; distribuição gratuita de publicação com registro de 10 receitas tradicionais de mestras locais; participação de 41 estabelecimentos gastronômicos que criaram pratos inspirados na culinária tradicional local e a partir disso modificaram seus cardápios; realização de feira gastronômica e agroecológica com participação de 24 expositores do Vale do Capão e Chapada Diamantina; apresentações musicais. Uma programação que permitiu a divulgação do patrimônio culinário local e a geração de cerca de um milhão de reais na comunidade. Nesse sentido, o Festival se enquadra no inciso do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; e VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. E nos seguintes objetivos do Art 3: II - fomento à produção cultural e artística; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico.

Especificação técnica

1) Produto Livro: Publicação reunindo textos e imagens, 32 páginas, Capa: 25x19cm, 4x4 cores, Escala em papel Duplex 250g.Miolo: 32 págs, 12.5x19cm, 4 cores, Escala em papel Reciclato 90g. 2)Produto Vídeo: Produção de 5 vídeos com duração de 3 a 5 minutos. 3)Produto Oficinas: - OFICINAS DE CULINÁRIA PARA PÚBLICO DO FESTIVAL: Público: Público do festival / 20 vagas para cada oficina / 4 oficinas.Objetivo: As oficinas têm como objetivo aproximar o público dos fazeres e saberes ligados à gastronomia e culinária local, valorizando a cultura alimentar da região.Metodologia: Para essas oficinas será lançada uma chamada para que os restaurantes interessados em oferecer alguma oficina se inscrevam. Selecionaremos 4 propostas de acordo com os seguintes critérios: capacidade física e estrutural do estabelecimento para recepcionar o público de 20 participantes; experiência comprovada do/a Chef ou cozinheiro/a na temática proposta; temáticas que dialoguem com o tema do Festival; originalidade e criatividade. As oficinas são de caráter prático, introduzindo os participantes no universo da culinária regional baiana e brasileira. Carga Horária: 3 horas/aula cada oficina. Total de 12 horas/aula. - OFICINAS DE TEMAS RELACIONADOS À GASTRONOMIA PARA O PÚBLICO DO FESTIVALPúblico: Público do festival / 20 vagas para cada oficina / 8 oficinas.Objetivo: As oficinas têm como objetivo possibilitar que o público do festival experiencie e conheça mais sobre o universo da gastronomia, além de serem uma oportunidade de valorizar e divulgar o trabalho dos produtores locais que desenvolvem essas atividades com produtos locais (café, vinho, queijos). Metodologia: Serão oferecidas 8 oficinas nas seguintes temáticas: produção de cerveja artesanal, preparo de café, vinhos e queijos, e mixologia. As oficinas serão ministradas por produtores locais, que trabalham no ramo. Cada temática terá 2 oficinas, cada uma com carga horária de 3 horas/aula, totalizando 6 horas/aula por temática. Assim, possiblita que mais pessoas participem.Carga horária: 24 horas/aula. - OFICINA DE CULINÁRIA PARA CRIANÇAS E JOVENS (público das escolas do Vale do Capão e localidades de Palmeiras).Público: alunos do Fundamental I e Fundamental II das escolas municipais de Palmeiras / total de 20 alunos por oficina / 6 oficinas. Objetivo: Aproximar os alunos do universo do fazer culinário, dando ênfase à importância de uma alimentação saudável e a valorização da cultura alimentar local. Metodologia: Oficina de caráter prático e lúdico, com temáticas como comida vegetariana, comida de raiz, panificação e confeitaria. Nessas oficinas os alunos irão colocar a mão na massa e aprender um pouco mais sobre os alimentos e seus benefícios. Cada uma das 6 oficinas terá duração de 3 horas/aula, totalizando 18 horas/aula.Carga Horária: 18 horas/aula - OFICINAS CURSO TÉCNICO EM GASTRONOMIA do Colégio Estadual Nilde Xavier, em Palmeiras.Público: estudantes do Curso Técnico em Gastronomia / 30 vagas para cada oficina / 4 oficinas.Objetivo: Apoiar a qualificação dos estudantes do Curso Técnico em Gastronomia, oferecendo capacitações em comida de raiz, comida vegetariana, apresentação e montagem de pratos, e harmonização de pratos. Além disso, o festival será uma oportunidade para os alunos encontrarem chefs locais e convidadas, ampliando a experiência no mercado de trabalho da gastronomia.Metodologia: As oficinas terão caráter prático. Os facilitadores irão ministrar as oficinas na cozinha do Colégio Estadual para a totalidade dos alunos durante o turno das aulas regulares.Carga Horária: 3 horas/aula cada oficina. Total de 12 horas/aula. - CONSULTORIA PARA CRIAÇÃO DE PRATOS COM FOCO NA COMIDA DE RAIZPúblico: Chefs dos restaurantes inscritos no festivalObjetivo: Sensibilizar os participantes sobre a importância da utilização dos saberes, fazeres e ingredientes da culinária tradicional local para a criação do prato a ser apresentado no Festival, seguindo a temática proposta que é de valorização das raízes e diversidade da culinária local. Metodologia: Encontros coletivos e individuais com os Chefs ao longo de uma semana com o objetivo de passar alguns conhecimentos sobre a culinária de raiz, suas possibilidades dentro de um cardápio contemporâneo e auxiliar os restaurantes nos desafios para a criação dos pratos. Carga horária: 40 horas. - OFICINAS DE QUALIFICAÇÃO DOS RESTAURANTES PARTICIPANTES DO FESTIVAL Público: Chefs e equipes dos restaurantes inscritos no festivalObjetivo: As oficinas têm por objetivo qualificar os restaurantes integrantes do festival, melhorando o serviço dos estabelecimentos para o público do festival e fortalecendo o setor de turismo de experiência.

Acessibilidade

A) Produto FESTIVAL E MOSTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA A) Produto FESTIVAL/MOSTRA - Será considerado critério para inscrição dos restaurantes no festival a adesão às medidas de acessibilidade conforme a Lei 10.098. - O local onde será realizado o evento de abertura do Festival possui rampas de acesso. - As feiras serão realizadas na praça do povoado, local plano de fácil acessibilidade. - Os banheiros públicos da comunidade, disponibilizados para o público do festival, têm acesso com rampa, portanto acessível para cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção. - O festival irá disponibilizar uma van que levará o público inscrito às oficinas e visitas ao produtor, possibilitando a ida de cadeirantes e PcDs, de acordo com os itens 18 e 66 da planilha orçamentária;- A cozinha show será realizada no coreto, espaço comunitário, localizado na praça principal, de fácil acesso. Para estas atividades, a produção do festival irá reservar vagas para cadeirantes e PcDs. Acessibilidade de conteúdo: - O festival irá disponibilizar a tradução simultânea da atividade de Cozinha Show em Libras, de acordo com o item 63 da planilha orçamentária. B) Produto CURSOS/OFICINAS/ESTÁGIOACESSIBILIDADE FÍSICA:- O festival irá disponibilizar uma van que levará o público inscrito às oficinas, possibilitando a ida de cadeirantes, PcDs ou pessoas com locomoção reduzida, de acordo com o item 66 da planilha orçamentária; ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO:- O festival irá disponibilizar a tradução simultânea das oficinas em Libras, caso haja essa demanda entre os inscritos, de acordo com o item 63 da planilha orçamentária. C) Produto VÍDEO ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: - Os episódios terão legenda descritiva, de acordo com o item 3 da planilha orçamentária. D) APRESENTAÇÕES MUSICAISAcessibilidade física:- As apresentações musicais serão realizadas na praça do povoado, local plano de fácil acessibilidade.

Democratização do acesso

Toda a programação do festival será gratuita e aberta ao público. Espera-se um públcio de 4 mil pessoas na segunda edição do evento. A) Produto FESTIVAL As visitas aos produtores locais terão inscrição prévia por conta da limitação do espaço e do transporte disponibilizado pelo Festival. Cada uma das 6 visitas tem limite de vaga de 20 pessoas, totalizando 120 pessoas. A cozinha show, que acontecerá durante 3 dias do evento, será realizada no Coreto, espaço comunitário localizado na praça do povoado, com capacidade para 150 pessoas sentadas, totalizando 450 pessoas nos 3 dias. A Feira Gastronômica e Agroecológica será realizada durante 2 dias na praça do povoado do Vale do Capão, aberta e acessivel para toda comunidade de moradores e visitantes. Estima-se que cerca de 4 mil pessoas visitarão a feira nestes 2 dias. B) Produto OFICINAS As 12 oficinas de culinária e temas afins, destinadas ao público do Festival, serão gratuitas e terão inscrições prévias. O limite de vagas é de 20 pessoas por oficina, totalizando 240 pessoas. As 6 oficinas destinadas ao público escolar do munícipio serão ministradas em escolas do Vale do Capão e outras localidades de Palmeiras. Cada oficina tem limite de 20 participantes, totalizando 120 alunos. As oficinas voltadas para os estudantes do Curso Técnico em Gastronomia do Colégio Estadual são destinadas apenas para essa turma e por isso terão 30 participantes. Ao todo serão 390 vagas para as oficinas ofertadas de forma gratuita pelo Festival. C) Produto Livro A publicação com pesquisa sobre patrimônio culinário local terá versão digital (disponível para dowload no site) e impressa, com 500 exemplares distribuidos gratuitamente para o público. D) Produto VÍDEO O conteúdo audiovisual produzido com as mestras locais será disponibilizado nas redes sociais do festival, através de impulsionamento patrocinado, alcançando cerca de 30 mil pessoas. E) Produto APRESENTAÇÕES MUSICAIS A programação musical será realizada durante a Feira Gastronômica e Agroecológica e deve beneficiar os 4 mil visitantes da feira nos dois dias de evento.

Ficha técnica

A Araçá, empresa proponente, ficará responsável pela Coordenação Geral e Direção de Produção, além de ser responsável pela gestão e execução das atividades técnicas e financeiras do projeto. A equipe do festival é composta pelos seguintes profissionais: - Melissa Zonzon Silva Função no Projeto: Coordenação Geral Currículo: Melissa foi idealizadora e coordenadora dos projetos "Artesanato e Sustentabilidade" e "Núcleo Criativo", que aconteceram no Vale do Capão e na Comunidade Quilombola do Tejuco, Palmeiras (2013 e 2016), e contaram com apoio financeiro da Secult/BA. Idealizou e coordenou o projeto Artesanato e Sustentabilidade na Comunidade Quilombola do Corcovado, Palmeiras (2014-2015), com apoio financeiro do ISPN. Todos foram projetos de inclusão produtiva e economia criativa, que deram origem a grupos produtivos de costura, marcenaria, artesanato tradicional e biojoias. Entre 2015 e 2019, prestou consultoria em Gestão Social para o Colegiado Territorial (CODETER Chapada Diamantina) e associações, trabalhando com mobilização comunitária, fortalecimento do associativismo e de grupos produtivos. Entre 2017 e 2020, prestou consultoria em planos de negócios para associações de produtores da agricultura familiar via projeto Bahia Produtiva (SDR/BA). Entre 2020 e 2022, trabalhou na produção dos projetos Cine Caeté: Mostra de Filmes Socioambientais (Edital Audiovisual Secult/2019); Facine - Festival de Cinema Ambiental da Chapada Diamantina e O Legado de Ritinha da Bahia (livro), ambos premiados pelo Programa Aldir Blanc Bahia; e coordenou diversos projetos da Araçá, com destaque para a primeira edição do Vale dos Sabores – Festival Gastronômico do Capão, com foco na geração de renda a partir da valorização da gastronomia local enquanto ativo cultural (Edital Setorial de Economia Criativa Secult/2019); Samba na Feira (Edital Setorial de Territórios Culturais Secult/2019) e Ocupa Biblioteca (Edital Setorial de Incentivo à Leitura Secult/2019). - Alan Santana Lobo Função no Projeto: Direção de Produção Currículo: Alan Lobo é produtor cultural desde 2003. Foi idealizador, coordenador e curador da Flica – Festa Literária Internacional de Cachoeira, primeira festa literária da Bahia, em suas duas primeiras edições (2011 e 2012). Produziu a banda IFÁ de 2013 a 2016, com a qual gravou um disco pelo Natura Musical; e foi produtor do CD do grupo de samba de roda Esmola Cantada, de Cachoeira, Bahia, lançado em 2018 com apoio financeiro da Secult/BA. Trabalhou na produção executiva de diversos projetos, tais como o festival de dança Vivadança (2009 a 2019) e o festival de teatro Fiac (2010 a 2015). Em 2021 coordenou o Cine Caeté: Mostra de Filmes Socioambientais, e o Facine – Festival de Cinema Ambiental da Chapada Diamantina, ambos com apoio da Secult/BA. Trabalhou na produção editorial do livro O Legado de Ritinha da Bahia, editado pela Araçá Editora e Edufba, com apoio da Secult/BA. Em 2022 coordenou os projetos Ocupa Biblioteca: Incentivo à Leitura no Vale do Capão e Samba na Feira; e fez a direção de produção do Vale dos Sabores – Festival Gastronômico do Capão, todos com apoio financeiro da Secult/BA. - Victor Uchôa Firmo Finção no Projeto: Coordenador de comunicação Currículo: Jornalista graduado pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), formou-se ainda em Realização Audiovisual e Documentário no Centro de Formação Profissional do Sindicato da Indústria Cinematográfica Argentina (CFP Sica). Tem passagens pelo Irdeb, Grupo Metrópole e Jornal Correio. Atua como realizador audiovisual e colabora com reportagens para veículos como BBC News Brasil, Revista Piauí (site) e Diálogo Chino. Escreveu e dirigiu o curta-metragem documental Contragolpe (2022), indicado ao primeiro turno do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2023. Sua primeira ficção para o cinema, o curta-metragem Tempo (2018) foi exibido em mais de 30 festivais no Brasil e no exterior, sendo contemplado com prêmios de Melhor Filme, Som, Trilha Sonora e Fotografia. Ao longo dos anos, Victor vem desenvolvendo conteúdos em suportes diversos, como digital e audiovisual, para marcas como Portal UOL, Yahoo, Afropunk e Festival Rumpilezz. Foi Coordenador de Comunicação e Diretor de Audiovisual em projetos como o Festival Rumpilezz – Música e Pensamento (2021 e 2022), SSA Mapping (2017, 2018 e 2021 - www.ssamapping.com.br) e InstruMentes (2019 – www.instrumentes.com.br). Contando histórias, Victor teve o trabalho reconhecido em premiações como o Troféu Dom Helder Câmara de Imprensa, Prêmio de Jornalismo da Associação de Magistrados Brasileiros (AMB), Prêmio Esso de Jornalismo, Data Journalism Awards e Kurt Schork Awards. - Erick Saboya: Função no projeto: Cenógrafo (produtor de cenário) e diretor de arte Currículo: Erick Saboya é arquiteto e urbanista, sendo especializado em cenografia e direção de arte para cinema, teatro, TV e música. Foi bolsista no bacharelado de desenho teatral na Universidade de Arte de Santa Fe nos Estados Unidos e dentre suas experiências profissionais, destacam-se: direção de arte para o telefilme Beleza da Noite (Globo Filmes) de Dayse Porto e Cecília Amado, cenografia para o longa Manas, de Mariana Brennand e direção de arte de Marcos Pedroso, cenografia da telenovela Velho Chico, de Luis Fernando Carvalho, espetáculo A Bunda de Simone (vencedor do Prêmio Braskem de Teatro 2014 na categoria especial com a instalação cenográfica do espetáculo), cerimônias do Prêmio Braskem de Teatro, cerimônia do Prêmio Caymmi de Música, assistência de arte para série Destino Salvador da HBO, Longa Metragens As Órfãs da Rainha de Elza Cataldo, Abaixo A Gravidade de Edgard Navarro e Café Pepi e Limão, da Doc doma, campanhas publicitárias para Vivo, Wella e Itaipava, entre muitos outros. Atualmente tem se dividido entre as cidades de Salvador e Palmeiras, na Chapada Diamantina (Bahia), onde também tem implementado e estudado novos sistemas na concepção, produção e execução de cenografias e direção de arte para audiovisual, espetáculos e eventos. - Aline Paiva: Função no Projeto: Designer Currículo: Designer gráfico e educadora, pós-graduada em Artes, Cultura Visual e Comunicação pela Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF, MG. Graduada em Comunicação Social e formada em Edição e Montagem pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro, RJ. Atua no mercado de artes gráficas há mais de 20 anos, desenvolvendo projetos voltados para as áreas de cultura, educação e editorial. Trabalha como freelancer para duas editoras, desenvolvendo projetos gráficos de livros para a Contraponto, voltada para publicações que contribuem para a análise das práticas no campo da arte e filosofia, e Lúcida Letra, voltada para publicações de estudos budistas, ambas no Rio de Janeiro. Em 2020-21, desenvolveu uma série de projetos de identidade visual para pequenos empreendedores rurais, pelo CESOL Chapada Diamantina – Centro Público de Economia Solidária, uma iniciativa da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, do Governo do Estado da Bahia. Em 2022, foi responsável pelo projeto de identidade visual da primeira edição do Vale dos Sabores - Festival Gastronômico do Capão. Como educadora trabalhou por 10 anos com jovens e adolescentes, nas áreas de comunicação visual e produção audiovisual, como professora no Curso Técnico em Multimídia do NAVE – Núcleo Avançado em Educação, fruto da parceria entre a Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro e o Oi Futuro. - Rosa Gonçalves Função no projeto: Consultora em Gastronomia Currículo: Chef Rosa Gonçalves é baiana do Recôncavo, proprietária da Casa Dona Rosinha, que fica localizada no bairro de Itapuã, em Salvador, espaço de alimentação saudável e da cozinha de raiz, onde acontecem cafés da manhã, almoços, eventos e cursos de gastronomia. Pesquisadora da cozinha de raiz, circulou por várias regiões do Estado, pesquisando, registrando e divulgando seus ingredientes, receitas, personagens e saberes da culinária baiana. Vem participando como convidada de diversos eventos do setor, realizando aulas shows, palestras, oficinas, sempre levando a nossa cozinha, sua história e seus sabores para os mais diversos públicos. Idealizou e coordenou vários festivais de gastronomia, com o objetivo de alavancar e divulgar a produção local de alimentos. Participou também como curadora de festivais e outros eventos de gastronomia na Bahia. Vem atuando como parceira dos empreendimentos da economia solidária e da agricultura familiar da Bahia, auxiliando no aprimoramento, divulgação e valorização dos seus produtos. Em 2022 foi consultora em gastronomia para criação de pratos do Vale dos Sabores - Festival Gastronômico do Capão, apoiando 41 restaurantes na criação de seus pratos para o evento.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.