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Depois de 15 anos de estrada, o Rock de Galpão propoe uma nova turnê pelo Estado do Rio Grande do Sul. Unindo o rock regional com a música tradicionalista, a ideia é evidenciar ainda mais a música instrumental e fazer uma mistura com a dança, as artes plásticas e a poesia, todos juntos no palco, ofertando um único show. A primeira edição aconteceu em 2022. Agora serão mais outras cidades contempladas, e todos os espetáculos serão gratuitos.
Objetivo Geral: Realizar a segunda turnê Rock de Galpão _ Percorrendo o Rio Grande em mais 04 municípios do interior do Rio Grande do Sul Objetivos específicos: Realizar um show Rock de Galpão _ Percorrendo o Rio Grande em Pelotas, com entrada gratuita e duração aproximada de 1h30min; Realizar um show Rock de Galpão _ Percorrendo o Rio Grande em Rio Grande, com entrada gratuita e duração aproximada de 1h30min; Realizar um show Rock de Galpão _ Percorrendo o Rio Grande em Bagé, com entrada gratuita e duração aproximada de 1h30min; Realizar um show Rock de Galpão _ Percorrendo o Rio Grande em Santa Maria; com entrada gratuita e duração aproximada de 1h30min.
A ideia de unir a música tradicionalista com o rock clássico gaúcho foi algo revolucionário para o público do Rio Grande do Sul. Quem foi a um show do Rock de Galpão, não esquece. Há 15 anos, os artistas do Rock de Galpão apresentam as músicas tradicionalistas mais queridas do povo gaúcho com uma nova roupagem rock, em um intercâmbio de estilos e possibilidades. Foram vários shows, 2 DVDs gravados e dois prêmios de reconhecimento pela qualidade do trabalho: Prêmio Açorianos de Música 2015, Melhor Intérprete Pop Tiago Ferraz; e Melhor Disco Pop Rock de Galpão Volume II: Ao Vivo nas Missões. Dessa vez, é um pouco diferente. Sempre buscando se reinventar, está será a segunda edição desta proposta que ressalta mais ainda a música instrumental (que sempre fez parte do repertório do grupo, mas em menor espaço do que a música cantanda, no entando, há de ressaltar, sempre tradicionalista), compartilhando o palco com dançarinos e um artistas plástico. Inovando ainda mais, essa segunda turnê traz ainda a participação de 04 poetas/compositores do rock de galpão, declamando poesias ao longo do show. O intuito é fazer convergir diferentes artes no mesmo espaço, em constante diálogo, sempre voltando os olhos para o folclore e a arte do Estado. Trata-se também da comemoração dos 15 anos da banda que pretende presentear o púbico com este intercâmbio artístico. A primeira edição passou por Caxias do Sul, Camaquã, Porto Alegre e Gravataí sendo um sucesso: os quatro teatros praticamente em sua lotação máxima. O projeto encontra-se em fase de prestação de contas. Agora buscamos descentralizar da zona da capital gaúcha indo para o interior do Estado: Pelotas, Rio Grande, Bagé e Santa Maria. Foram cidades que, ao longo da execução da primeira turnê, se manifestaram nas redes do grupo pedindo shows também em suas regiões, e resolvemos atender. Estaremos ofertando uma oportunidade de se conectar cada vez mais com a terra e com os hábitos gaúchos. É papel dos artistas e dos produtores de cultura atentar para essas localidades e reforçar os laços de pertencimento das comunidades com sua cultura local. As apresentações ocorrerão em locais fechados, teatros das cidades, mas que respeitem as medidas de acessibilidade e com distribuição de senhas gratuitas. Quanto às artes cênicas, se numa primeira ocasião trabalhamos somente com a dança tradicional gaúcha, neste segundo também queremos provocar releituras. Coreografias e figurinos serão reinventados, remetendo ao tradicional mas trazendo modernidade. Os dançarinos serão escolhidos e contratados após a analise e aprovação deste projeto, produzindo um conteúdo único e exclusivo para acomanhar o Rock de Galpão nessa proposta. Porém, salientamos: duas danças tradicionais gaúchas continuam no repertório do show, unindo o antigo e o novo. Assim como a banda, que traz a música tradicional reinventada no rock, e tem ampliado cada vez mais o seu lado autoral: tem tido cada vez mais parcerias com poetas da nova e antiga geração, trazendo poesias que ainda falam do campo, dos costumes dos gaúchos, aliados a roupagens musicais _ ritmos e arranjos - atuais. Tradição e modernidade se encontram num mesmo palco de diversas formas através deste show. No repertório, já havíamos destacado na primeira turnê também a poesia, com a interpretação de "pajadas" do poeta gaúcho Jayme Caetano Braum, e outras, por Tiago Ferraz, cantor da banda, no palco. Como já dito, agora somam-se mais poetas, e mais poesias neste lindo espetáculo. Sem esquecer ainda da participação das artes plásticas: mais uma vez o artista Mai Bavoso sobe ao palco junto com a banda, dançarinos e poetas, produzindo ao vivo sua arte irreverente e colorida. Foi uma alquimia que deu certo, e que agora procura aperfeiçoamentos para levar a arte e a cultura a mais um grande público. Este projeto busca fazer diferente e fazer a diferença. A proposta é inovadora, mas baseada em uma história de sucesso. Todos os espetáculos serão gratuitos. Serão, em média, 3,3 mil pessoas (pelo número de lotação dos espaços previamente escolhidos e que pretendemos locar para a realização desta turnê), que terão uma oportunidade única de se conectar com seu local e com a sua comunidade, que viverão um momento de fruição coletiva e de exaltação da arte, da cultura e das tradições gaúchas, formando cada vez mais plateia. É unindo as pessoas em torno daquilo que dá o sentido de viver junto e que esclarece de onde se veio, que será possível falar de futuro, e de um futuro mais esclarecido e com mais discernimento. Por se tratar de um mesmo show nas 04 cidades, toda a turnê será registrada e editada em um único material que será, posteriormente, públicado nas redes sociais da banda, além, claro, de gerar conteúdo para aguçar a curiosidade dos fãs e provocar o público à comparecer nos teatros. Vale ressaltar que essa proposta se apresenta de forma aperfeiçoada, reestruturada dentro do que realizamos com sucesso em uma primeira edição, e aquilo que observamos que cabia melhorias. Na realização deste projeto, atendemos o Art. 1º da Lei 8313/91 nos seguintes quesitos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Atende também o Art. 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
A apresentação do Rock de Galpão contará com a execução de 16 músicas e pelo menos 04 poesias. Dentre as 16 músicas, 10 músicas serão instrumentais, com destaque para 02 composições da dança folclorica tradicional gaúcha: o “pézinho”, que provoca um grande momento de discontração e interação com o público, uma vez que os dançarinos e a banda convidam alguns presentes para dançar junto, e uma “Tatu com Volta no Meio”, que ganhará uma releitura da dança tradicional do Manual de Paixão Cortes e Barbossa Lessa. As outras 06 serão cantadas, mesclando músicas tradicionais gaúchas com a nova fase mais autoral da banda. Já as poesias, cada poeta convidado declamará pelo menos uma, à sua escolha, durante o show. Acompanhando esse repertório completo, estão em palco Mai Bavoso, artista plástico fazendo pinturas em tempo real, e em um grupo de dançarinos fazendo releituras de danças tradicionais, com coreografias criadas exclusivamente para o show. Sendo assim, o repertório do show é: INSTRUMENTAIS 1 - Milonga para as Missões ( Gilberto Monteiro ) 2- Kilômetro 11 ( Constante José Aguer/Mario del Transito Cocomarola) 3 - Pra ti Guria ( Gilberto Monteiro ) 4- Mercedita (Ramón Sixto Ríos) 5 - Barra do Ribeiro ( Guinha Ramirez/Renato Borghetti ) 6- Taquito Militar (Mariano Mores) 7 - Libertango (Piazolla ) 8- Noturno INTERVENÇÃO DANÇA TRADICIONAL + intrumentais 9 – Pézinho (folclore gaúcho) 10 – Tatu com Volta no Meio (folclore gaúcho) POESIAS Cada um dos 04 poetas recitará pelo menos uma, à sua escolha. CANTADAS: 14. Vikinks do Jarau (Tulio Urach/Tiago Ferraz) 15. Vento Negro (José Fogaça) 16. De boina, alpargata e bombacha (Luiz Coronel/Rock de Galpão) 17. Pachamama Soul (Mário Pirata/Rock de Galpão) 18. Mensageiro do Vento (Cabo Deco/Rock de Galpão) 19. Sinfonia do Pampa (Luiz Coronel/Tiago Ferraz/Gustavo Viegas) Salientamos, portanto, que o repertório não é 100% instrumental, mas é em sua maioria, atendendo a normativa e os critérios para sua aprovação no art. 18º da Lei Rouanet, assim como foi aprovado, captado e executado sua primeira edição. Ainda atentendo a diligência recebida em 31/07, as informações referentes a: a) Quantidade de apresentações exclusivamente instrumentais ou Eruditas e quantidade de apresentações de música popular cantada. Já estavam listadas neste campo, e assim permanecem, logo acima. Portanto, temos 10 músicas instrumentais, 04 poesias recitadas e 06 músicas cantadas. b) Despesas referentes às apresentações exclusivamente instrumentais e despesas referentes às apresentações de música popular cantada. É difícil atender tal questionamento, uma vez que o cachê da banda ou as necessidades de despesa do projeto não são calculadas por quantidade de música no repertório, sequer tem algum relacionamento com o tipo - cantada ou não. Se formos pensarm em um cálculo simples: R$ 15 mil solicitados em cachê da banda Rock de Galpão por apresentação / 19 músicas de repertório x 6 músicas cantadas = R$ 4.736,84 (o que representa aproximadamente 30% do valor do cachê em composições cantadas)
As apresentações gratuitas buscam o maior acesso possível aos munícipes da cidade e aos visitantes da região, fomentando a formação de plateia tanto ao Rock de Galpão, quanto ao grupos de dançarinos e ao artista plástico, tornando-as,mais populares e, assim, mais póximas das pessoas, principalmente em cidades do interior onde ações culturais como esta são escassas. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os teatros escolhidos possuem medidas de acessibilidade física, como rampas e afins, assim como acentos reservados nas primeiras fileiras garantem o espaço para que idosos, mães com crianças pequenas ou grávidas, deficientes físicos possam assistir às apresentações em melhores condições e com mais segurança. Os assessores de produção estarão atentos à chegada do público para fazer valer o espaço reservado bem como orientar aqueles que chegam e necessitam dele. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Visando ainda atender as medidas de acessibilidade ao conteúdo, teremos como medidas de acessibilidade a tradução em libras durante todo o show. As cidades não possuem empresas especializadas em audiodescrição para o atendimento aos deficientes visuais, porém o show poderá ser acompanhado facilmente por eles. Além disso, uma assessoria especializada em audiodescrição também fará parte da equipe, atendendo a qualquer pessoa invisual que esteja presente. Na planilha orçamentária, os itens referentes ao aqui informado se dão em “impressões”, que garantem o aviso nos acentos reservados, “tradução em libras” e audiodescrição”. O registro audiovisual que será feito da turnê e dos shows e posteriormente disponibilizados na internet, também poderão serem acompanhados através de legendas, uma vez que as prórprias plataformas atualmente disponibilizam isso automaticamente.
Temos, para todas as apresentações deste projeto, como ações de democratização, além da gratuidade dos espetáculos: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;
CAPTADOR DE RECURSOS, GESTÃO ADMINISTRATIVA: VÁLVULA DE ESCAPE (proponente) Currículo anexado aos documentos de cadastro do proponente. PRODUÇÃO EXECUTIVA E ELABORAÇÃO DO PROJETO CULTURAL: CONFRARIA DA PRODUÇÃO - Valor de remuneração ao serviço de elaboração de projeto cultural previsto dentro dos custos administrativos em R$ 4.000,00 (quatro mil reais). - Valor de remuneração pelo serviço de produção executiva do projeto previsto dentro dos custos de produção dos 04 municípios em R$ 5.000,00 (cinco mil reais), totalizando R$ 20.000,00 (vinte mil reais). CURRÍCULO: Iniciou sua experiência com produção em 2003, ao assumir a Invernada Cultural do CTG Fogo de Chão (Pedro Osório/RS) por 05 anos, atividade que voltou a assumir na capital federal, no CTG Estância Gaúcha do Planalto, em 2009, promovendo shows, festivais de dança e música, como o I e II Festinar (Festival de Invernadas da Região Sul), I, II e III Palanque do Nativismo (festival de intérpretes), entre outros eventos. Em 2008 formou-se técnica em Programação Visual no CEFET-RS Pelotas (hoje IF Sul), e teve seu estágio docente na Secretaria Municipal de Cultura de Pedro Osório/RS, onde participou da produção de eventos como Festa Regional da Melancia e I Feira da Cultura, evento realizado em comemoração ao aniversário do município no mesmo ano, com 04 dias de programações culturais gratuitas, feira do livro, teatro, música, dança, exposições, entre outros. Como técnica e publicitária, trabalhou por 04 anos na cidade de Brasília/DF, nas funções de direção de arte, produção gráfica e de comunicação visual, e atendimento aos clientes. Em 2011 idealizou, produziu e realizou o festival I Cincerro da Canção e da Poesia gaúcha, em Brasília/DF, incentivando músicos, compositores e poetas locais com obras inéditas. No mesmo ano, abriu oficialmente sua empresa Confraria da Produção e iniciou a trabalhar como produtora cultural de base para o Instituto de Pesquisa e Ação Modular – IPAM, com a renomada produtora Liane Mühlenberg, ainda no Distrito Federal. Participou de projetos de dança, com a Cia. Nós no Bambu (http://nosnobambu.blogspot.com/); cinema, com filmes como Um Assalto de Fé; festivais, como o 1º Festival Internacional de Artes de Brasília, Festival Circo Brasília e Celebrar Brasília, Rio+20 (em parceria com a Caixa Cultural), livros, teatro, circo, entre outros. Fez parte por 02 anos do Projeto BAHStidores, que visava cobrir os eventos nativistas dentro e fora do Rio Grande do Sul, apresentar as novidades, expressar opiniões, realizar entrevistas, etc. Iniciou como correspondente dos eventos acontecidos em Brasília - DF, depois passou a cobrir RS e SC, além da atualização do site e redes sociais do mesmo. Também foi uma das colaboradoras do jornal Quarto de Ronda, de Lages/SC, sendo responsável pela diagramação, revisão geral, além de geração de conteúdo. Em 2012 graduou-se em Publicidade e Propaganda, retornando ao Rio Grande do Sul em 2013, onde passou a trabalhar também com a empresa Gaia Cultura e Arte, como gestora de projetos culturais via editais e Leis de Incentivo, além de atividades nas produções executivas e administrativas dos projetos, até o ano de 2018. Hoje segue como empresária e produtora independente. Na trajetória da Confraria da Produção, são mais de 200 projetos elaborados e aprovados via Leis de Incentivo à Cultura (estadual e federal), FAC, FUMPROARTE, FUNARTE, além de outros editais, entre projetos próprios e sob contratação de terceiros, e participando ativamente na produção e execução de diversos, como: Rock de Galpão – Percorrendo o Rio Grande | 2022 Via LIC Federal – Caxias do Sul, Camaquã, Gravataí e Porto Alegre | RS https://youtu.be/_cIP2ayTPns Festival Itinerante da Música Brasileira | 2021 Via Pró Cultura LIC RS– Frederico Westphalen/RS https://festivalitinerante.com.br/ No estúdio com André Teixeira – Bases de Vaneira | 2021 Lei Aldir Blanc – projeto online https://cutt.ly/6EK9lN7 A Lo Largo | 2021 Lei Aldir Blanc https://cutt.ly/bEK9QyB Conectarte | 2020 Via Pró Cultura LIC RS– projeto online https://cutt.ly/hEK9YXK ROCK DE GALPÃO O grupo gravou seu primeiro DVD em 2010, em Caxias do Sul, com a participação especial do cantor e compositor Neto Fagundes. Com um repertório composto por autores como Lupicínio Rodrigues, Jayme Caetano Braun, Mário Barbará, Nico e Bagre Fagundes, Vitor Ramil, Elton Saldanha, entre outros, o Rock de Galpão realizou mais de cem apresentações, levando a mistura de xote, rock, vanerão, reggae e balada por todo o Rio Grande do Sul. O projeto – batizado por Bagre Fagundes e abençoado por Paixão Côrtes, Luis Carlos Borges e Nico Fagundes – foi indicado ao Prêmio Açorianos de Música em 2010. O DVD Rock de Galpão Volume II: Missões é o registro do show que aconteceu no dia 21 de abril na cidade de Santo Ângelo, em frente à Catedral Angelopolitana, monumento histórico da cultura missioneira. A banda Estado das Coisas recebeu no palco grandes nomes da música regionalista como Elton Saldanha, Neto Fagundes e Mário Barbará, além do diretor do espetáculo Hique Gomez. O show contou também com as participações especiais de Diablo Jr. (boleadeiras e bomboleguero) e do percussionista pernambucano Reppolho. A Catedral foi o elemento principal no cenário, servindo de suporte para projeções que geraram um espetáculo de luzes e imagens, criadas por Claudio Ramirez e equipe. O DVD traz, ainda, um documentário que registra momentos de ensaio da banda em uma fazenda de Santo Antônio da Patrulha, a elaboração dos arranjos, a obra do artista plástico paulista Mai Bavoso (que cria telas inspiradas no projeto desde 2010), depoimentos de músicos que participam do Festival da Barranca (que ocorre há 43 anos na cidade de São Borja), a visita da banda às ruínas de São Miguel e a preparação para o show em Santo Ângelo. Prêmios Prêmio Açorianos de Música 2015: Melhor Intérprete Pop Tiago Ferraz e Melhor Disco Pop Rock de Galpão Volume II: Ao Vivo nas Missões MAI BAVOSO Nascido em Jundiaí, no interior de São Paulo, e radicado desde 1983 em Novo Hamburgo (RS), há dois anos morador de Balneário Camboriú-SC, o artista plástico Mai Bavoso encanta com a originalidade de suas obras. Além da presença de tonalidades intensas, outras características marcantes em suas pinturas são o uso contínuo de alguns elementos , como peixes,gatos, penas, pipas e cidades, elementos estes que se tornam marcas registradas do artista. Dotadas de inédita magia, as obras de Mai Bavoso invadem as galerias de arte não só no Brasil, como também no exterior. As cidades de Porto Alegre – RS, Novo Hamburgo- RS, São Leopoldo - RS, Ivoti - RS, Campo Bom - RS , Gramado - RS, Canela - RS Campinas –SP, São Paulo – SP, Campos do Jordão – SP, Las Vegas – USA, Le Mans – França, Toulon – França, Madri – Espanha, já comportaram exposições do artista. Atualmente Mai e Renata Camargo, fotógrafa, Marchand e esposa do artista, dividem seu tempo entre Novo Hamburgo - RS e Balneário Camboriú-SC, onde recentemente abriram um espaço de artes , localizado na Rua 1501 sala cinco .
PROJETO ARQUIVADO.