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PRONAC 232545Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

O Guardião de Histórias

LETICIA ADILA NORGES NACIBEN
Solicitado
R$ 425,6 mil
Aprovado
R$ 425,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2023
    Cadastro PRONAC
    Ano 23
  2. 01/09/2023
    Início previsto
  3. 01/03/2024
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campinas
Início
2023-09-01
Término
2024-03-01
Locais de realização (5)

Resumo

O projeto se refere à realização de 40 (quarenta) apresentações do espetáculo teatral "O guardião de histórias",acompanhadas por oficinas de arte educativa denominadas "Minhas Histórias".

Sinopse

Produto: APRESENTAÇÃO DE ESPETÁCULO TEATRAL INFANTIL Classificação Etária: Livre Dramaturgia A obra é livremente inspirada na literatura infantojuvenil do autor alemão Michael Ende, e propõe refletir a importância da leitura, da contação de histórias e principalmente da imaginação e criatividade. Escrita pela atriz e arte-educadora Fernanda Pavan, a história começa com um menino que, lendo um livro, é transportado para dentro da história, tornando-se prisioneiro do reino de Histórias. Sem conseguir voltar para o mundo dos humanos, o menino faz amizade com as criaturas habitantes e descobre que estão em perigo, já que existe uma força maligna tomando conta do reino e destruindo a fauna e a flora. A única criatura capaz de combater essa força e libertar o menino é a Rainha de Histórias, mas muito doente, deixou seu irmão no comando do reino, que está governando muito mal, instigando o preconceito, desigualdade social, desmatamento e poluição. O menino precisa descobrir o que está acontecendo, ajudar a Rainha e seu reino para finalmente voltar para sua casa. A obra espera conversar com o público infantil de maneira que estes viagem pela história de maneira orgânica, com forte apelo visual, plasticidade colorida e uso de recursos e materiais que se transformam em coisas novas, de responsabilidade sustentável, construindo diferentes atmosferas a partir da liberdade de imaginar. Apesar de ser direcionado ao público infantojuvenil, é possível atingir um público amplo e livre. O campo da fábula e do fantástico ganha leveza com a estrutura dramática em que se desenvolve a jornada do Menino a partir da sua chegada no reino, que é capaz de acessar o imaginário do espectador sem restrição de classe social. Existe uma figura considerada de poder, representada pelo personagem Irmão da Rainha, que, de maneira autoritária, compreende um governo de tirania e censura a manifestação artística de seu povo, traz à tona questões sobre o momento histórico atual, com ações de retrocessos antidemocráticos e sociais. O contexto do reino manifesta insatisfação e depressão com problemas sociais e ambientais que atingem absolutamente toda a população. Para isso, o Menino terá que, com otimismo e imaginação, assumir caminhos através da arte, que superem os desafios do reino, assim como a sociedade atual precisa unir a arte para garantir a democracia. Encenação Em formato de teatro de rua, a versatilidade para sua realização é importante e se faz necessária. Com dinamismo, gestualismo e características fundamentais da mímica, o elenco, dirigido por Alexandre Castelli, vai desenhar a história como se o ambiente cênico fosse um papel em branco. A agilidade dos diálogos entre os personagens aproxima a criança do conto de fadas e do fantástico, sem perder a dimensão poética inaugurada pelo narrador. A personagem Flora é uma criatura habitante que traz a inocência da criança e o ato de brincar/jogar. Logo, um caminho para o trabalho do ator é desenvolver os jogos de Viola Spolin que conversam com a brincadeira e manifestam a importância da essência da criança, muitas vezes deixada de lado pelos adultos, com preconceitos à imaginação e à criatividade. Panolino é um boneco de pano e será desenvolvido pela mesma atriz que dará a vida à Flora, entregando as duas personalidades de uma mesma pessoa, capaz de acusar a dualidade humana. Panolino é uma figura intrigante e interessante, porque na verdade é fruto da imaginação de Flora. Da mesma forma, o corvo se assemelha a ideia, sendo um fantoche manipulado e ficará sempre em cima do cenário. O herói improvável que assume o caminho da arte para salvar o reino e voltar para casa, emprega características com sotaque nordestino, mais precisamente da Paraíba. A ideia é manifestar a importância da identidade e das diferenças culturais/linguísticas e repudiar o padrão preconizado pelo mercado de trabalho. Por fim, a obra entende a essência de um espetáculo sinestésico, com a presença do trabalho de corpo do ator em sintonia com características que provoquem a possibilidade de criação, transformação e aceitação do imaginário. Proposta de oficina “Minhas Histórias” - Sinopse: Será oferecido de forma gratuita uma Oficina de Teatro com tema: Produção de Histórias, mediada pela Professora e Arte-Educadora Fernanda Pavan, para adolescentes de 12 a 18 anos em uma organização não governamental de voluntários que atuam na assistência das crianças/adolescentes. Essa contrapartida social tem o intuito de desenvolver a criatividade e a imaginação, e despertar o interesse pelo teatro e pela contação de histórias. Os participantes da oficina serão responsáveis por produzir uma história que será contada durante o espetáculo, logo, o espetáculo só poderá existir se a oficina for realizada. Dessa forma, a proposta é manifestar o entrelaçamento dos dois pilares do teatro: fazer e assistir teatro (espectador/leitor e ator/autor), que participam ativamente da obra artística.

Objetivos

Objetivo Geral O propósito do projeto consiste em conceber e difundir o espetáculo infantil intitulado "O guardião de histórias" como meio de refletir sobre a importância da leitura, da contação de histórias e de incentivar e desenvolver a imaginação e criatividade. Além disso, o espetáculo fomenta discussão sobre a preservação do meio ambiente. Ademais, almeja-se propiciar à comunidade a oportunidade de apreciar a arte cênica, especialmente por meio da atuação de um grupo formado no interior do estado de São Paulo, favorecendo a capacitação e a formação de novos profissionais e técnicos na área artística. O projeto busca na sua execução o alcance das seguintes artigos e incisos do Decreto 10.755, de 2021 Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I _ valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II _ estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V _ incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI _ fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII _ desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; Objetivos Específicos: Espetáculo Teatral 10 (dez) apresentações realizadas gratuitamente em escolas públicas na cidade de Santos-SP, sendo todas elas com tradução simultânea em LIBRAS. 10 (dez) apresentações realizadas gratuitamente em escolas públicas na cidade de Fortaleza-CE, com tradução simultânea em LIBRAS. 10 (dez) apresentações realizadas gratuitamente em escolas públicas na cidade de Manaus-AM, com tradução simultânea em LIBRAS. 10 (dez) apresentações realizadas gratuitamente em escolas públicas na cidade de Itajaí-SC, com tradução simultânea em LIBRAS. Oficina Cultural - Artes Cênicas 1- Realizar 4 oficinas de contação de histórias, "Minhas Histórias", ministradas pelas arte pedagoga Fernanda Pavan, para alunos de escolas públicas nas cidades de Santos-SP, Fortaleza-CE, Manaus-AM, Itajaí-SC, com duração de 2h cada.

Justificativa

O Projeto tem como objetivo a difusão das artes cênicas como desenvolvimento do lúdico na educação infantil. Através de uma história envolvente, incentivar a leitura e a contação de histórias. Permite também aos participantes a fruição das artes cênicas, desta forma o projeto pode alcançar o público carente de manifestações culturais, e também ampliar a visão das ações realizadas através da lei de incentivo à cultura Os ingressos serão distribuídos para alunos de escolas públicas das cidades visitadas e parte será reservada para membros da comunidade que tiverem interesse. Nesse sentido, a execução do contribui para a ampliação do conhecimento das artes aproximando a população das diversas linguagens e sua valorização através do espelhamento nas apresentações. O projeto estabelece uma maneira de levar arte até a população, ampliando sua abrangência e acessibilidade, inclusive de pequenos produtores de teatro fora dos grandes eixos produtores. Somado a isso, dentro da legislação o projeto vai de encontro ao Art. 1º da Lei 8313/91 em seus itens: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Este campo também é destinado a marcação dos incisos e as respectivas alíneas do artigo 3º da Lei 8.313/91 para cada produto cultural cadastrado no Plano de Distribuição e suas ações culturais quando em um mesmo produto: Somado a esta argumentação, o projeto contempla os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 se enquadrando em : § 1o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais cuja exibição, utilização e circulação dos bens culturais deles resultantes sejam abertas, sem distinção, a qualquer pessoa, se gratuitas, e a público pagante, se cobrado ingresso- Todas as apresentações serão gratuitas e abertas, mediante capacidade de público do local. § 2o É vedada a concessão de incentivo a obras, produtos, eventos ou outros decorrentes, destinados ou circunscritos a coleções particulares ou circuitos privados que estabeleçam limitações de acesso _ Não Há limitação de acesso ou restrição de participação das comunidades. § 3o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais que forem disponibilizados, sempre que tecnicamente possível, também em formato acessível à pessoa com deficiência, observado o disposto em regulamento. _ Os vídeos apresentados serão legendados. Também busca alcançar os seguintes objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91: I - Incentivo à formação artística e cultural através de bolsa/remuneração em estudos e apresentações; Que será realizado por meio da oficina oferecida gratuitamente à população. II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Especificação técnica

10 apresentações - Espetáculo Teatral “O Guardião de Histórias” Público: Infantil -4 à 12 anos Tempo de duração previsto: 50 minutos cada uma. Local: Santos-SP. Teatro Municipal Braz Cubas - 588 pessoas por sessão. Número de Atores: 3 atores 10 apresentações - Espetáculo Teatral “O Guardião de Histórias” Público: Infantil -4 à 12 anos Tempo de duração previsto: 50 minutos Local: Fortaleza-CE. Teatro Municipal São José. 420 pessoas. Número de Atores: 3 atores 10 apresentações - Espetáculo Teatral “O Guardião de Histórias” Público: Infantil -4 à 12 anos Tempo de duração previsto: 50 minutos Local: Manaus-AM. Teatro Amazonas - 701 pessoas. Número de Atores: 3 atores 10 apresentações - Espetáculo Teatral “O Guardião de Histórias” Público: Infantil -4 à 12 anos Tempo de duração previsto: 50 minutos Local: Itajaí-SC. Teatro municipal de Itajaí. 500 pessoas. Número de Atores: 3 atores 1 Oficina Cultural “Minhas Histórias” Local: Santos-SP Público: de 12 a 18 anos Tempo de duração previsto - 120 minutos Número de Oficineiro - 2, sendo uma condutora e uma auxiliar. Número de vagas: 30 Recursos Técnicos - Sala ampla, aparelho de som, adereços. 1 Oficina Cultural “Minhas Histórias” Local: Fortaleza-CE Público: de 12 a 18 anos Tempo de duração previsto - 120 minutos Número de Oficineiro - 2, sendo uma condutora e uma auxiliar. Número de vagas: 30 Recursos Técnicos - Sala ampla, aparelho de som, adereços. 1 Oficina Cultural “Minhas Histórias” Local:Manaus-AM Público: de 12 a 18 anos Tempo de duração previsto - 120 minutos Número de Oficineiro - 2, sendo uma condutora e uma auxiliar. Número de vagas: 30 Recursos Técnicos - Sala ampla, aparelho de som, adereços. 1 Oficina Cultural “Minhas Histórias” Local: Itajaí-SC Público: de 12 a 18 anos Tempo de duração previsto - 120 minutos Número de Oficineiro - 2, sendo uma condutora e uma auxiliar. Número de vagas: 30 Recursos Técnicos - Sala ampla, aparelho de som, adereços.

Acessibilidade

Acessibilidade física: - As apresentações serão realizadas em teatros que possuam todas as condições necessárias para a recepção de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida. *As medidas de acessibilidade para deficiência física e mobilidade reduzida serão oferecidas pela própria estrutura dos teatros em que as apresentações serão realizadas. Dessa forma, não há previsão de recursos financeiros. Acessibilidade ao conteúdo: - Todas as apresentações previstas (40) serão realizadas com tradução simultânea em LIBRAS, possibilitando que pessoas com limitações auditivas acompanhem o espetáculo. *Tradutor (LIBRAS) - serviço - R$ 450,00 (item presente no orçamento de produção/execução de todas as cidades). - O espetáculo abrange pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos pois o seu conteúdo é acessível. A fábula é simples e o cenário e figurino possibilitam grande desfrute visual. Por esses motivos, a fruição do espetáculo para essas pessoas é possível - seja pela fábula ou pela visualidade. *As medidas de acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças serão oferecidas pela própria estrutura da peça. Dessa forma, não há previsão de recursos financeiros por parte do proponente. -O projeto é de caráter INTEIRAMENTE GRATUITO, de acesso irrestrito e a seleção dos espaços de realização, obedece a critérios que privilegiam locais públicos com farta capacidade de acomodação. Oficinas Culturais Acessibilidade Física: Os locais onde ocorrerão as apresentações, vão contar com rampas de acesso, e toda a segurança conforme normas técnicas. Por se tratar de lugares públicos, os mesmos já apresentam condições mínimas de acessibilidade.

Democratização do acesso

Todas as quarenta (40) apresentações e as oficinas culturais serão disponibilizadas gratuitamente ao público, promovendo assim o acesso a fruição de serviços culturais às pessoas com menos recursos financeiros das cidades visitadas. Os locais escolhidos para realização das apresentações deverão acolher uma grande quantidade de pessoas, fazendo com que o projeto alcance uma parte abrangente da população. A previsão almejada é de 22.140 pessoas por apresentação e 30 pessoas por oficina, totalizando 22.260 pessoas contempladas pelo projeto Recursos de acessibilidade para pessoas com limitações auditivas também serão providenciados pela proponente. O Projeto adotará as seguintes medidas previstas no art. 28 da IN nº 01/2023: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); Obs: o espetáculo será gratuíto a 100% do público. IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

Descreva com detalhes qual atividade (mesmo que voluntária) o dirigente ou a instituição proponente realizará no projeto. Apresente também currículo resumido dos principais participantes. * (proponente)LETICIA ADILA - COORDENADORA DO PROJETO, resposável pela gestão do projeto / PRODUTORA ARTÍSTICA LUCAS RODRIGUES - ATOR ALEXANDRE CASTELLI - DIRETOR FERNANDA PAVAN - ATRIZ, RESPONSÁVEL PELAS OFICINAS LAÍS OLIVEIRA - PRODUTORA EXECUTIVA MATEUS NACIBEN - TÉCNICO DE SOM NOUR KOEDER - FIGURINISTA E COSTUREIRO LUCAS CAPARRÓS - ATOR / ASSISTENTE DE PRODUÇÃO ALEXANDRE CASTELLI – Diretor DRT: 19.611 GDAR 00304520-411 Alexandre Castelli é um diretor teatral com vasta experiência no ramo. Formado em História pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e com o Curso de Formação de Atores do Conservatório Carlos Gomes – Campinas, SP (1996/1998), além disso, Castelli realizou vários cursos livres com grupos e artistas relevantes da cena brasileira, com “Lume teatro”, grupo “Galpão”, grupo “Vertigem” e muitos outros. Atualmente, Alexandre trabalha como diretor teatral no Instituto SER – Senso de Educação Reintegrada, desenvolvendo espetáculos com jovens e crianças com espectro autista. Além disso, ele é diretor teatral no Estúdio de Artes Mansano e na Escola Karen Righetto de Artes, ambos localizados em Campinas. Por muitos anos, Alexandre Castelli também foi fundador e diretor da Companhia de Teatro Uriellos (2002-2016), trabalhando com artistas da cidade de Cosmópolis e atendendo diversas empresas com espetáculos para saúde e segurança no trabalho. Ao todo foram 41 espetáculos dirigidos desde 2003, dentre eles estão as obras: “Quasímodo”, “O urso Tchékov”, “A cantora careca”, “Aladdin, o musical”, “Quixote de la Mancha” e “A noiva Cadaver”. Alexandre tem habilidade em trabalhar com jovens e crianças com espectro autista e experiência em coordenação de atividades e desenvolvimento de espetáculos teatrais. Ele também tem vasta experiência em produção independente e para empresas, além de já ter participado de diversos eventos e festivais teatrais. Sua boa comunicação e relacionamento interpessoal complementam seu perfil profissional. Fernanda Pavan - Atriz / Dramaturga / Responsável pela oficina DRT: 0046256/SP Fernanda começou seus estudos na Sociedade Cultural de Teatro Sotac e na Troupe Trotte, desenvolvendo projetos culturais pelas leis de incentivo à cultura. Estudou interpretação para TV e Cinema na Escola de Atores Wolf Maya e com o diretor Fernando Leal. É aluna especial do PPGAC-ECA-USP e Graduada e Licenciada em Teatro pela Universidade Anhembi Morumbi, com duas menções honrosas, Anhembi Honors, compondo a Dean ́s List. Como Arte-Educadora, realizou “Avenida Inclusão: Uma Experiência de Jogos Teatrais em Espaço Remoto com Alunos com SD” e um Plano de Ensino para a rede pública de ensino do Estado de São Paulo. Orientada pela Dra. Deolinda Vilhena, estagiou no projeto de Extensão do PPGAC - UFBA no Seminário "A Cadeia Produtiva do Espetáculo Teatral Contada e Cantada Por Quem o Faz" e no Seminário Internacional “Sob A Luz do Soleil” em parceria com a UFBA, UFRJ, UNIRIO e Cesgranrio. Foi voluntária no projeto de Extensão "Arte e Ciência na Escola" do IFSP. Principais trabalhos realizados: “Orfeu da Conceição” (2013) dirigido por Marcos Tadeu; “O Reino de Kalahan” (2015 e 2016) por Hugo Vidal; “Macbeth” e “Hamlet” (2019 e 2020) com adaptação e direção de Eliete Cigaarini; "Da Resistência" (2018) com direção de Renata Zhaneta; "A Sala dos Professores” (2021) dirigida por Marcelo Braga; Filme audiovisual “O Canto do Cisne” no festival “Entre Solos” (2020); Filme documentário “O Silêncio que Grita” (2019) pelo espaço comunitário Quixote; Auxiliar de Produção no projeto "Bella Cenci" (2021) com duas indicações para o Prêmio Braskem de Teatro; Criação do projeto “O Segredo do Mapa dos Presentes” (2022) para o Edital Arte nas Ruas - Vinhedo; entre outros. Atualmente, Fernanda é Produtora Artística da Ádila Produções, tendo como últimos trabalhos a produção de espetáculos de páscoa para as prefeituras de Serra Negra, Holambra, São Caetano do Sul e hotéis privados do interior de São Paulo. Lucas Rodrigues - ator DRT 0054503/SP Lucas Rodrigues iniciou seus estudos com as artes da cena em 2016 com a Cia Espelho da Arte, dirigida por Luciano Fernandes, na cidade de Vinhedo, por meio da qual participou de 3 edições do FESTEVI (Festival de Teatro de Vinhedo), além de outras produções da companhia que circularam por teatros da região. No início de 2018, Lucas Rodrigues iniciou seus estudos em Artes Cênicas pela Escola Superior Célia Helena (ESCH) em São Paulo, na qual se graduou em dezembro de 2020. Por meio dela, participou como ator dos espetáculos “Inimigos de Classe” de Nigel Williams, dirigido por Fernando Nitsch, “Dançando em Lúnassa” de Brian Friel, dirigido por Simoni Boer, “Revolução na América do Sul: E agora José?” baseado na obra de Augusto Boal, dirigido por Bete Dorgam. Durante a pandemia, ainda no meio acadêmico atuou em duas obras de criação coletiva de forma online, sendo dirigido por Marco Rodrigues e Marcelo Lazzaratto. Além disso, para intensificar os estudos participou de cursos e workshops com grandes educadores e artistas nacionais e internacionais, como Fátima Toledo, Dayo Ade, Cacá Carvalho e Murílo Benício. Durante a sua formação, Lucas entrou em contato com companhias de teatro da região de Vinhedo e ingressou oficialmente no mercado profissional, trabalhando primordialmente como ator em projetos de leis de incentivo à cultura. Dentre elas está “Lumax Produções”, de Valinhos, (2020 - atualmente), na qual teve a oportunidade de ser dirigido por Carla Fioroni no espetáculo “Joaninha Douradinha”, em circulação atualmente pela por meio da lei Rouanet; Também a companhia Ciência Divertida Brasil (2021-2022), de Vinhedo; Dois Produções (2021-atualmente), de Valinhos; e Ádila Produções (2019-atualmente), de Campinas, a qual é ator, diretor e co-fundador. Letícia Adila B. Naciben - Coordenadora do projeto / Produtora Artística DRT: 0047636/SP Graduanda em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) Letícia é uma artista com vasta experiência no interior de São Paulo. Iniciou seus estudos teatrais aos 7 anos de idade com o Teatro Popular de Comédia (TPC) em Ribeirão Preto e desde então passou 19 anos como atriz em companhias e cursos livres da região. Letícia também é produtora e empreendedora cultural. Sua experiência como produtora teve início na Ádila Produções, empresa que fundou em 2018, focada na produção de textos originais e espetáculos infantis, que opera em toda a região de Campinas, levando arte e cultura para crianças em eventos públicos e privados. Os principais clientes da Ádila Produções prefeituras de municípios do interior de São Paulo, como Serra Negra, Louveira, Vinhedo, São Caetano do Sul e Holambra. A empresa tornou- se referência no mercado artístico de Campinas, fornecendo suporte essencial para a cena cultural da região, onde gera trabalhos para uma equipe de 27 artistas parceiros colaboradores com diferentes experiências e formações profissionais, incluindo atores, dançarinos, diretores, coreógrafos, figurinistas e costureiras. Letícia também está pesquisando sobre Produção Cultural na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), orientada pela professora Alice Possani, que é também produtora do grupo Matula. Respaldada pela universidade, associo-se a grupos da região para aprofundar seus estudos e compreender melhor a indústria cultural e o “por trás da cena”. Teve contato com os grupos Parlapatões e Os Geraldos, onde teve a oportunidade de testemunhar a produção de espetáculos dirigidos por Gabriel Villela. LAÍS OLIVEIRA – Produtora Executiva Laís Oliveira iniciou sua carreira como produtora de eventos em 2013, na empresa de animação infantil Imagem&Ação (Campinas-SP), na qual era responsável por coordenar as atrações artísticas que aconteciam nos eventos, estabelecendo o contato entre contratante e elenco e coordenando toda a equipe artística. Em 2017 iniciou seu trabalho como produtora artística e executiva na Loki Produções (Campinas-SP) e teve suas primeiras experiências com produção de espetáculos teatrais. Como produtora artística, foi responsável pela gestão de figurinos e materiais cênicos, organizando-os para as viagens da companhia e fazendo reparos quando necessário; pela coordenação da equipe artísticas nas temporadas, organização e alimentação da equipe durante o período de ensaios e muitas vezes colaborou com a sonoplastia e contrarregragem dos espetáculos. Como produtora executiva organizava as datas dos espetáculos, participando de reuniões com teatros e shoppings da região de Campinas-SP, tratava de questões administrativas e também financeiras. Atendiam clientes como shoppings, hotéis e prefeituras da região de Campinas. Participou ainda como produtora artística e executiva na Campanha de Popularização do Teatro, organizada pela prefeitura de Campinas, nos anos de 2017 e 2018 com diversos espetáculos infantis. Em 2021 inicia seus trabalhos na Adila Produções, onde está atualmente, também como produtora artística e executiva. Nos anos de 2021 e 2022 realizou grandes produções artísticas junto a prefeitura de Louveira-SP, como por exemplo “Celebre a vida, viva o natal que Louveira merece - 2021” e “Sorria, você está no Natal de Louveira - 2021”, nos qual coordenou e produziu um espetáculo com 20 bailarinos apresentado durante um mês em diferentes pontos da cidade e também o espetáculo de Páscoa “Super Easter Map”, o qual foi apresentados em todas as escolas municipais da cidade. NOUR KOEDER - Figurinista e Costureiro Estilista e figurinista de origem Síria, formado pela universidade internacional ESMOD GRUPO em 2011, uma das escolas de moda mais prestigiadas do mundo, Nour Koeder trabalhou como costureiro em seu país até interromper suas atividades e iniciar sua vida profissional no Brasil. Em 2016, o trabalho como figurinista se concretiza através da intensa parceria com Gabriel Villela, um dos maiores diretores da cena contemporânea, ao lado de quem executou os figurinos dos espetáculos “Peer Gynt” (2016) de Henrik Ibsen, espetáculo premiado com ocupação do SESI Paulista, “Boca de Ouro” (2017) de Nelson Rodrigues com Malvino Salvador, indicado ao Prêmio Shell com alta circulação nacional e o premiadíssimo “Estado de Sítio” (2018), de Albert Camus. Como figurinista também assina as produções “Rasto Atrás” (2018), de Jorge Andrade com direção de Dagoberto Feliz e “Caixa de Memórias” (2018), de José Eduardo Vendramini com direção de Márcio Aurélio. Atualmente cursa o sexto semestre do curso superior de Artes Cênicas da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP),no qual participa de atividades extra-curriculares produzindo figurinos para diversos grupos de alunos independentes, como por exemplo o Coletivo Janela de Incêndio e o grupo Vaca Amarela, ambos formados por estudantes da universidade e orientados pelo professor doutor Matteo Bonfito. LUCAS CAPARRÓS - Ator Graduado em Artes Cênicas pela UNICAMP. Iniciou sua formação em 2013 no Colégio Eduardo Gomes, em São Caetano do Sul, onde integrou o Grupo Acalanto de Teatro e, em 2016, participou do Projeto Conexões de Teatro Jovem e, em 2021, foi contemplado pela Lei Aldir Blanc de São Caetano do Sul com a peça de rua “A Ilha Desconhecida”, adaptação do conto homônimo de José Saramago e direção por Dudu Oliveira. Atuou nas peças: “Sacra Folia” e “Auto da infância”, de Luis Alberto de Abreu e “A ponte”, de Lucienne Guedes, dirigidas por Dudu Oliveira. O espetáculo de rua “A torre em concurso”, de Joaquim Manuel de Macedo, adaptado e dirigido por Val Conceição. Em 2018, concorrendo na categoria “Teatro na escola - Adulto” na 21ª edição do Festival Nacional de Teatro Estudantil (Festil), em Pindamonhangaba, foi contemplado com o prêmio “Melhor Ator”, pela interpretação em “A Hora e Vez de Augusto Matraga”, adaptação do conto homônimo de Guimarães Rosa e direção por Juliana Campanhari. Como produtor integrou a equipe da VAIVÊ Realizações, produtora cultural oriunda da UNICAMP. Desde de março de 2021 ministra aulas de teatro em curso livre pela Nosso Palco Cursos Teatrais, escola na qual é também responsável pela atividade administrativa desde julho de 2022, atualmente também ministra aulas de teatro na escola de dança Ritmei, em Campinas. Desde agosto de 2022 integra o Grupo Centelha de Teatro, grupo teatral oriundo da UNICAMP que foi selecionado, em 2023, para o 7° Festival Nacional de Teatro de Passos e Região. MATEUS NACIBEN - Técnico de som / Assistente de produção Mateus Naciben começou sua carreira na cidade de Campinas no ano de 2018, como guitarrista solo e cantor da Banda Diamenos, que segue até os dias atuais. Com a banda, foram realizados diversos shows em bares, festivais, eventos corporativos, eventos privados, clubes, associações desportivas e projetos culturais. Entre eles se destacam as apresentações na feira Arte na Praça (prefeitura de Valinhos), Clube Atlético Valinhense (CAV/Valinhos), Brettos Bar Cambuí (Campinas), Bad Bone Steak House (Campinas), Pururucas Bar (Vinhedo), Festa de São Joaquim (Joaquim Egídio/Campinas), Spazio Shopping (Campinas) e Again Bar (Paulínia). Além disso, participou das edições de 2018, 2019 e 2021 do festival Rock na Montanha em Munhoz – MG, como guitarrista e vocalista da banda Gulliver. Como produtor musical trabalhou nos espetáculos “O segredo do mapa dos presentes” em 2022 e “Enganos” em 2021, no qual participou como músico realizando a sonoplastia ao vivo, ambos pelo edital “Arte nas Ruas” da prefeitura de Vinhedo-SP. Também produziu e gravou a sonoplastia da produção audiovisual “Frenesi” por Fernanda Pavan, que participou do festival Rebanho de Condenados do diretor Fernando Leal. Desde o ano de 2018 até o momento também trabalha como técnico de som e produtor musical da empresa de produções artísticas Adila Produções, onde é responsável pela instalação e equalização de sistemas de som e microfones para espetáculos artísticos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Manaus AmazonasFortaleza CearáItajaí Santa CatarinaCampinas São PauloSantos São Paulo