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PRONAC 232550Apresentou prestação de contasMecenato

TICUNDUM - Música, Canto Coral e Bem-Querer

COISAS DA VIDA ENSINO, ARTE E CULTURA LTDA
Solicitado
R$ 556,3 mil
Aprovado
R$ 552,7 mil
Captado
R$ 114,1 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

20.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
23

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2024-01-30
Término
2025-04-30
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

Este projeto visa realizar oficinas de sensibilização musical voltadas para pacientes de instituição hospitalar pediátrica e seus familiares. Além das oficinas, o projeto visa promover o desenvolvimento artístico de voluntários e colaboradores do Hospital Pequeno Príncipe, por meio da continuidade das atividades do Coral Pequeno Príncipe.

Sinopse

* As oficinas de sensibilização musical e percussiva acontecerão em 72 encontros independentes e estanques, em que os oficineiros apresentarão elementos básicos acerca da história da música e da percussão, gêneros musicais, instrumentos ou outros elementos do universo musical de maneira bastante breve, tenco como foco principal o estímulo à curiosidade e experimentação musical dos participantes por meio de jogos musicais e propostas de exercícios com o corpo, voz e instrumentos variados. Classificação livre. Serão abertas 10 vagas por encontro para pacientes da instituição beneficiada; por ser uma instituição pediátrica, cada paciente é necessariamente acompanhado por um adulto, totalizando 20 vagas por encontro. * As apresentações do Coral Pequeno Príncipe acontecerão na praça interna do Hospital Pequeno Príncipe, jardim externo e, também em diversos espaços de convivência da instituição, além de percorrer corredores e quartos de forma a impactar o maior público possível. Parte delas será, portanto, itinerante. O grupo também irá se apresentar em instituições de atendimento à saúde parceiras do Pequeno Príncipe. Classificação livre.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Por meio da realização de oficinas de sensibilização musical e percussiva para crianças e adolescentes em situação de internamento hospitalar, bem como da viabilização das atividades de grupo de canto coral formado por voluntários e colaboradores de instituição hospitalar pediátrica, contribuir para a descentralização e democratização do acesso à arte e à cultura. OBJETIVOS ESPECÍFICOS * Realizar 72 oficinas de sensibilização musical e percussiva voltadas para pacientes do Hospital Pequeno Príncipe e seus familiares. Serão oferecidas 1.440 vagas para participação (20 por encontro); * Realizar ensaios semanais do Coral Pequeno Príncipe, impactando os cerca de 20 coralistas que integram o grupo; * Realizar 10 apresentações do Coral Pequeno Príncipe em espaços internos do Hospital Pequeno Príncipe e instituições parceiras, impactando pelo menos 300 pessoas.

Justificativa

O projeto visa garantir o acesso à arte e à cultura por duas vias. De um lado, proporcionando o contato com a música - por meio das oficinas e das apresentações do coral previstas - a pacientes, familiares e colaboradores do Hospital Pequeno Príncipe. Por outro lado, viabilizando o desenvolvimento artístico de voluntários e colaboradores da instituição, participantes do Coral Pequeno Príncipe. O internamento hospitalar é um momento de fragilidade cujo enfrentamento demanda diferentes formas de apoio. O contato com a cultura e a arte, um direito previsto na Declaração Universal dos Direitos Humanos, é especialmente importante nestas circunstâncias em que as pessoas têm a circulação restrita: além de propiciar momentos lúdicos e afetivos, proporciona o conhecimento das diversas formas de expressão de nossa gente. Considerando‐se o contexto de hospitalização infantojuvenil, as manifestações artísticas e culturais são importantes aliadas para que as crianças e adolescentes desenvolvam‐se emocional e socialmente. Levar projetos culturais a hospitais no Brasil é essencial para garantir a cultura como um direito de todos, pois permite tanto o reconhecimento de si no outro (artistas, demais crianças envolvidas, familiares, cuidadores e outros que por ali passam) quanto a vivência de musicalidades diversas e diferentes maneiras de ver o mundo. Considerando que o Hospital Pequeno Príncipe destina 60% de sua capacidade de atendimento ao SUS, projetos culturaisrealizados em benefício desta instituição contribuem efetivamente mpara a democratização da arte e da cultura. O envolvimento nas apresentações musicais irá colaborar para converter o período de internamento em uma temporada de aprendizagem, de ampliação de repertório e de expansão dos horizontes culturais dos pequenos pacientes e seus familiares. Para voluntários e colaboradores participantes do Coral Pequeno Príncipe, o projeto contribui para a aquisição de conhecimento, desenvolvimento vocal, cognitivo, linguístico e corporal, além de habilidades sociais e de coletividade. Uma vez que as ações do projeto serão oferecidas de forma inteiramente gratuita e que o mesmo não possui apelo mercadológico, somente é possível viabilizá-lo por meio de leis de incentivo como a Lei de Incentivo a Cultura.Dentre os incisos do Artigo 1 da Lei 8313/91 a proposta se enquadra em:*contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (inciso I) _ uma vez que prevê a realização de oficinas e de apresentações de canto coral gratuitas em instituição hospitalar;*apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores (inciso III) - uma vez que envolve profissionais dedicados à música brasileira e ao canto coral;*estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória (inciso VIII) - uma vez que promove o conhecimento sobre a música, suas diferentes manifestações e possibilidades.Para o cumprimento destas finalidades, o projeto atende ao seguinte objetivo (Art. 3 da referida lei):IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a ) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos - oficinas e apresentações do coral serão oferecidas de forma integralmente gratuita.

Estratégia de execução

O custo per capita totaliza R$ 386,30, considerando-se apenas o público impactado pelo produto principal (1.440 pessoas). Ressalta-se que, conforme o Art. 7º, parágrafo 7º da IN1 de 10 de abril de 2023, o custo per capita pode ultrapassar os R$300,00 previstos no Art. 7º, parágrafo 6º da referida Instrução Normativa por se tratar de projeto educativo em geral, bem como projeto realizado em espaço com menos de 150 lugares disponíveis. Serão realizadas, ao longo da execução do projeto: 72 oficinas de sensibilização musical e percussiva voltadas para crianças e adolescentes do internamento do Hospital Pequeno Príncipe; ensaios semanais do Coral Pequeno Príncipe; e 10 apresentações do Coral - os ensaios também envolvem encontros de preparação vocal e corporal. *As 72 oficinas e as 10 apresentações previstas contribuem para oportunizar o acesso à cultura de maneira gratuita, atingindo um público estimado em pelo menos 1.740 pessoas (20 vagas por oficina e pelo menos 30 pessoas por apresentação do Coral). Esclarece-se que o Hospital Pequeno Príncipe destina 60% de seu atendimento a pacientes provenientes do Sistema Único de Saúde. A instituição dispõe de 370 leitos e, por ano, garante que cerca de 13.000 familiares adultos acompanhem os pequenos pacientes atendidos via SUS. Muitos destes acompanhantes são idosos –avôs e avós. O Hospital Pequeno Príncipe, parte do Complexo Pequeno Príncipe, é hoje o maior hospital exclusivamente pediátrico do país e já realizou 159.459 atendimentos ambulatoriais, 12.510 internações, 12.233 cirurgias, 244 transplantes, 786.943 exames, 4.686 sessões de hemodiálise e 2.987 sessões de quimioterapia até o final do ano de 2020. Entendemos, portanto, que ao oferecer as variadas expressões artísticas voltadas para este público, estamos contribuindo para o contato das crianças e de suas famílias com a diversidade cultural brasileira, colaborando com sua formação de maneira mais ampla.

Especificação técnica

PLANO DE EXECUÇÃO DE OFICINAS DE SENSIBILIZAÇÃO MUSICAL E PERCUSSIVA01 – Resumo dos conteúdos que serão ministrados:? Música e sociedade – a música dos diferentes tempos e lugares.? Os sons e a percussão do cotidiano – os sons de casa, os sons da rua, o som do silêncio.? A música ?sem instrumentos? e a música ?de instrumentos? – como garfo, papel, pedra e tesoura podem fazer música. E como ?tirar música? de instrumentos musicais.? Música corpo e movimento.? Processos criativos – fazendo música com não-instrumentos e instrumentos de brinquedo.02 – Profissionais envolvidos:02 oficineiros03 – Carga horária da oficina:72 encontros semanais 14h às 17h – 216 horas04 – Público alvo:Pacientes e seus familiares, funcionários e visitantes do Hospital Pequeno Príncipe05 – Metodologia a ser aplicada:? Jogos de integração e vivência coletiva de experiências musicais;? Exercícios de observação, escuta e criação musical e corporal;? Apreciação musical e aprendizado de canções;? Jogos de percepção musical e de conscientização corporal;? Brincadeiras com ferramentas diversificadas, usadas no cotidiano, e seu uso como ?instrumentos musicais?.06 – Material didático utilizado (sugestão):Aparelho de som Gravador digitalCanetas para quadro branco Pequenos instrumentos percussivos (caxixi, triângulo, maraca, cajon, reco reco etc)Instrumentos de brinquedo (piano, violão, marimbas e outros instrumentos de brinquedo)Papel sulfite Papeis Color Plus Barbante –

Acessibilidade

Conforme a Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, e o Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, seguem asmedidasde acessibilidade: OFICINAS DE SENSIBILIZAÇÃO MUSICAL E PERCUSSIVA Acessibilidade arquitetônica*Realizar ações no Hospital Pequeno Príncipe em Curitiba/PR, instituição hospitalar garante acesso a todos os públicos, assegurando a participação da pessoa com deficiência em igualdade de condições com as demais pessoas (não gera custo, não consta em planilha orçamentária); por se tratar de um ambiente hospitalar, a instituição atende também a portadores de variadas necessidades especiais, garantindo todos os equipamentos necessáriospara recebê-los, bem como acompanhantes idosos. Existem rampas, elevadores e banheiros equipados. Reforça-se que realizar atividades em instituição hospitalar, em si, garante o acesso à arte e à cultura a pacientes e familiares em situação de vulnerabilidade e circulação restrita (item não gera custos) Acessibilidade comunicacional*Por se tratar de oficinas de sensibilização musical,o acesso à populacão com deficiência visual será incentivado pelo uso de elementos que estimulem também o tato, além da audição. Em caso de público específico, será oferecido ainda atendimento individual pela instituição (não gera custo, não consta em planilha orçamentária);*Por se tratar de oficinas de sensibilização musical, o acesso à população com deficiência auditiva não será total, mas os encontros contarão com o uso de elementos que estimulem também o tato e a visão, como formas de "traduzir" os elementos sonoros. Em caso de público específico, a instituição beneficiada fornecerá atendimento personalizado (não gera custo, não consta emplanilha orçamentária);*Realizar ações no Hospital Pequeno Príncipe em Curitiba/PR, garante acesso a todos os públicos, assegurando a participação da pessoa com deficiência em igualdade de condições com as demais pessoas (não gera custo, não consta em planilha orçamentária); APRESENTAÇÕES DO CORAL PEQUENO PRÍNCIPE Acessibilidade arquitetônica*Realizar ações no Hospital Pequeno Príncipe em Curitiba/PR, instituição hospitalar garante acesso a todos os públicos, assegurando a participação da pessoa com deficiência em igualdade de condições com as demais pessoas (não gera custo, não consta em planilha orçamentária); por se tratar de um ambiente hospitalar, a instituição atende também a portadores de variadas necessidades especiais, garantindo todos os equipamentos necessáriospara recebê-los, bem como acompanhantes idosos. Existem rampas, elevadores e banheiros equipados. Reforça-se que realizar atividades em instituição hospitalar, em si, garante o acesso à arte e à cultura a pacientes e familiares em situação de vulnerabilidade e circulação restrita (item não gera custos) Acessibilidade comunicacional*Por se tratar de apresentações de canto coral,o acesso da populacão com deficiência visual aos elementos sonoros é garantido (não gera custo, não consta em planilha orçamentária);*05 apresentações contarão com intérprete de Libras (rubrica consultor na planilha orçamentária). *ressalta-se que parte das apresentações do Coral acontecem de forma itinerante, em corredores hospitalares, não sendo tecnicamente viável contar com a interpretação em Libras, que estão previstas para as 5 apresentações do grupo em espaço fixo.*;*Realizar ações no Hospital Pequeno Príncipe em Curitiba/PR, garante acesso a todos os públicos, assegurando a participação da pessoa com deficiência em igualdade de condições com as demais pessoas (não gera custo, não consta em planilha orçamentária);

Democratização do acesso

Como ação de democratização de acesso este projeto cumpre todos os limites exigidos pelo art. 27 da IN nº01/2023 do Ministério da Cultura, tendo todas as suas ações realizadas gratuitamente. Em complemento, seguindo Art 28 da IN 01/2023, o projeto atende aos seguintes incisos:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com carátersocial, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Reforça-se que todas as ações do projeto tem caráter social e educativo, assim como impactam diretamente o público infantojuvenil.

Ficha técnica

Coordenação geral - Coisas da Vida / diretora Maria GlossA coordenação geral será responsável pelo planejamento e gerenciamento do projeto como um todo, contratando, articulando e supervisionando todas as equipes envolvidas na realização de cada um dos produtos previstos (apresentações musicais econtrapartida social). Irá coordenar e administrar todas as etapas de execução do projeto de modo a garantir o cumprimento das atividades e prazos, bem como a adequação de todos os processos às especificidades exigidas pela Lei de Incentivo à Cultura. *Professora com especialização em Gestão em Humanização- Pós graduação em Gestão em Humaização (2014);*Atuação profissional: Orientação do Setor de Educação e Cultura no Hospital Pequeno Príncipe desde 2005, Educadora -25 anos de atuação emeducação infantil e ensino fundamental (ensino das artes, educação ambiental, regência de turma); atuação comcrianças internadas desde 2005;*Orientação do Setor de Educação e Cultura no HPP desde 2005;*Condução de trabalho por projetos de pesquisa;*Mediação de rodas de conversa desde 2009;*Coordenação da construção coletiva do Código de Conduta do Hospital Pequeno Príncipe;*Orientação de oficinas de arte e educação; Produção Executiva - CGC-CSA Consultoria e Assessoria / diretora Ety Cristina Forte CarneiroA produção executiva irá gerenciar a equipe de produção do projeto, integrando coordenação com artistas convidados,bem como realizar planejamento das ações de produção que irão garantir a execução de cada um dos produtos previstos peloprojeto. As atividades de produção preveem, ainda, a pesquisa, organização e seleção de fornecedores junto à coordenaçãogeral, bem como a supervisão de produção para assegurar a realização e qualidade de execução das atividades e produtosprevistos. ETY CRISTINA FORTE CARNEIRO, brasileira, casada, formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal doParaná.Fez MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas. Diretora de Relações Institucionais e Marketing do HospitalPequenoPríncipe (entidade do 3º Setor). Em 2002 inaugura no Hospital Pequeno Príncipe o setor de Educação & Cultura, ondesãodesenvolvidas atividades artísticas, educativas, lúdicas e recreativas. Desde então, tem se dedicado à produção ecoordenaçãode projetos culturais voltados à crianças e adolescentes. Responsável por parceria entre Fundação Cultural deCuritiba e Hospital, para fazer parte do calendário de eventos culturais da cidade, permitindo o acesso aos bens culturais aospacientes ea toda comunidade do Hospital. Regente do Coral Pequeno Príncipe: Simone dos Santos Abati Responsável pela regência do coral, administrando, além das apresentações, os ensaios. FORMAÇÃO Curso de Música (Licenciatura Plena) – FEMP – Faculdade de Educação Musical do Paraná – Conclusão – 1984 Curso de Danças Clássicas (Ballet) – Fundação Teatro Guaíra – Conclusão 1982 Diversos Cursos de Atualização, Oficinas de Música, Festivais, Encontros, etc. Atuou como regente nos seguintes grupos: CORAL NATALINO DAS JANELAS DO BANCO BAMERINDUS – De 1992 a 1994 CORAL DA APCEF-PR (Associação do Pessoal da Caixa Econômica Federal) – Desde 1995 CORAL DO COLÉGIO DECISIVO – De 1997 a 2000 CORAL INFANTO-JUVENIL DO LAR DOS MENINOS DE SÃO LUÍS – Desde 1992 CORAIS DO COLÉGIO ESTADUAL DO PARANÁ (Infanto-Juvenil e Adulto) – De 1987 a 1995 REGENTE DO CORAL DA FACULDADE RADIAL DE CURITIBA – De 2005 a 2008 REGENTE ASSISTENTE DO CORAL UNIMED – CURITIBA – Desde 1998 REGENTE ASSISTENTE DO CORAL DA POLÍCIA CIVIL DO PARANÁ – Desde 1995 MADRIGAL VOCALE (como coralista) sob a Regência do Maestro Pe. José Pen alva – De 1990 a 2000 Professora de Musicalização Infantil do Colégio MARTINUS de: 1987 a 1996 Professora de Musicalização para alunas do Magistério no Centro de Artes Guido Viaro no ano de 1996. Integrante do Madrigal Paidéia, pertencente à Escola de Música Paidéia, realizando em 2008, uma turnê em 75 cidades de todas as regiões do Brasil, com repertório do compositor Heitor Villa-Lobos, sob a regência do maestro Emanuel Martinez.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.