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Realização da 12ª edição do Múltipla Dança - Festival Internacional de Dança Contemporânea, projeto já conhecido pela relevância culturalna cena artística de Santa Catarina. Composto por diversas atividades distribuídas em cinco dias, e mais 3 dias de itinerância, para promover a criação e a disseminação da dança e arte contemporânea, reunindo profissionais locais, convidados nacionais e internacionais e público, tornando-se referência pela consistência conceitual.
Múltipla Dança é um projeto de continuidade, com uma trajetória que somam 11 edições, todas realizadas com sucesso. Pela sua própria lógica de constituição, percebe-se que seu plano não visa promover uma política de eventos em sentido estrito, ou seja, programas isolados que não se configuram como um sistema, com caráter imediatista e oportunista. Ao contrário, sua proposta participa do desenvolvimento de uma política efetivamente cultural, por meio de ações artísticas e formativas desenhadas num modo sistêmico de operacionalização, que buscam prolongar seus efeitos no tempo e espaço. A significação cultural do festival Múltipla Dança passa por seu papel estimulador e multiplicador da ação de agentes e produtores culturais em Santa Catarina. Trata-se de uma ocorrência com potencial de irrigar os circuitos estabelecidos de produtores de dança e, ao mesmo tempo, estimular novas redes de cooperação e conhecimento. Sublinha-se que os sítios do Múltipla Dança na internet estão no ar desde 2006 e não serão desativados após o término deste plano. Neste contexto e lógica, o legado deste projeto é perene.
OBJETIVO GERAL Viabilizar a décima segunda edição do Múltipla Dança _ Festival Internacional de Dança Contemporânea distribuídas em etapas ao decorrer do ano, sendo a última delas o formato tradicional de encontro durante 5 (cinco) dias (atividades distribuídas em períodos diferenciados _ manhã, tarde e noite) em formato híbrido. Para esta edição, está previsto novo produto: uma etapa anterior de itinerância em 2 municípios catarinenses. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produto: Festival - Realizar a edição com previsão de ações em espaços diversos (teatros, salas, auditórios, espaços urbanos e alternativos, sempre priorizando o acesso aos portadores de necessidades especiais) na cidade de Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, assim como ações em plataforma virtual. Previsão de 3000 pessoas participantes das atividades. - Executar o lançamento do site e demais mídias do Festival em formato acessível. Produto: Itinerância do Festival (chamdo de INTERCÂMBIO nos produtos por não achar outro nome mais próximo do que irá acontecer) -Realizar ações presentes nas edições do Festival (Performances, diálogos, oficinas, Mostra de videodança, Palestra e Lives), em formato compacto de 3 dias em dois diferentes municípios catarinenses: Blumenau e Garopaba - Previsão de 1000 participantes.
O projeto nasce de inúmeras inquietações, dentre as quais a de buscar uma articulação entre aqueles que compartilham o interesse pela dança contemporânea enquanto proposta de produção do conhecimento; bem como, conceder espaço à ocorrência de diferentes modos de diálogo, procurando aproximar sempre o pensar e o fazer dança. Inaugurado em 2006 como seminário, sendo mais tarde denominado como festival, Múltipla Dança acontece anualmente/bienalmente durante o período de cerca de uma semana em diversos espaços de Florianópolis, capital de Santa Catarina, Brasil. Como o próprio nome afirma, concepção e programa são calcados na multiplicidade. Afinal, assim funciona o campo de interesse fundamental do festival: a dança e arte contemporânea, território de conexões singulares entre corpos, movimentos e contextos diversos. Múltipla Dança vai além da perspectiva de exibição de trabalhos artísticos. Seu programa é pautado em ações de complementaridade entre criação, difusão e reflexão. Planeja atividades que facilitem e fomentem o acesso a diferentes canais de distribuição (teatros, espaços alternativos ou mesmo a rua), o acesso do público em termos físicos (variedade de localidade geográfica, gratuidade de ingresso), o acesso intelectual (organização de oficinas, diálogos, mostra de videodança, lançamento de livros, entre outras), em formato híbrido, resultado de boas práticas advindas da pandemia. Além de mostrar trabalhos artísticos, os convidados ministram oficinas, palestras e/ou participam dos diálogos temáticos entrando em contato com um público variado, alunos e profissionais da dança local. A significação cultural do festival Múltipla Dança passa por seu papel estimulador e multiplicador da ação de agentes e produtores culturais em Santa Catarina. O interesse é ampliar o intercâmbio e a troca de informações por meio de propostas que contemplem a diversidade nacional e internacional, portanto, para esta edição, outras ações estão sendo projetadas no sentido de itinerar pelo interior do estado de Santa Catarina. A proposta se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313, sendo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 3 da mesma Lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
DEPOIMENTOS SOBRE O FESTIVAL “O 8o Múltipla Dança – Festival Internacional de Dança Contemporânea, [...] Considerado o evento profissional de maior relevância em Santa Catarina [...] O público compareceu e lotou todas as apresentações e as atividades paralelas foram vivenciadas por um considerável número de estudantes e profissionais da área. A incansável força de todas as pessoas responsáveis e colaboradoras para que o Múltipla Dança ocorra anualmente é um exemplo de ação política de resistência frente ao ambiente peculiar e instável da dança, no contexto estadual”. Elke Siedler jornal Notícias do Dia, 8 jun. 2015. “O Festival Múltipla Dança prima por uma consistente articulação entre saberes e fazeres de artistas e coletivos contemporâneos. Por meio de diferentes ações, tais como oficinas, diálogos, performances, lançamento de livros e vídeos, mostra de vídeodança e espetáculos, MÚLTIPLA DANÇA compromete-se integralmente com a formação de artistas e plateia. Os espetáculos de profissionais de dança contemporânea propiciam novas percepções e experiências tanto para os artistas quanto para o público que prestigia o evento. Trata-se de um evento ímpar, diferenciando-se dos demais festivais que ocorrem em Santa Catarina, pois vai muito além da amostragem de coreografias. Sua continuidade se faz necessária, pois representa a difusão da multiplicidade e diversidade de linguagens e tendências artísticas, com a participação de pesquisadores, professores, artistas e companhias de dança de variadas formações e localidades, bem como o cruzamento de diferentes formas de participação entre o local e global, ao propiciar o encontro entre a produção catarinense, brasileira e internacional”. Sandra Meyer Depoimento gravado em vídeo na edição de 2014. “Ao comemorar 10 anos de existência (2006-2016) o Múltipla Dança mostra uma história de resistência, de tensão e expansão dos espaços da arte em diferentes dimensões e realidades. O processo se efetivou por um trabalho incansável, enfrentando as adversidades dos momentos de crises do país (em 2011 e 2012 ele não aconteceu), transformando a realidade, estabelecendo redes de informações, saberes e diálogos, justapondo elementos e transpondo limites pelos processos que desencadeia. […] Múltipla Dança revela uma relação profunda nas atividades que não se esgotam no final de cada encontro. Há um esforço de estabelecer relações e desdobramentos com consequências imprevisíveis. A própria dinâmica dos encontros marcados pela pluralidade de atividades simboliza e solicita outros entendimentos da ação da arte no país. Trocas são movimentos vitais proporcionados pelo Múltipla. Na aridez de recursos ou na potência dos mesmos o evento se configura como um espaço movente de aproximações singulares e reconfigurações do próprio espaço da dança, que leva em conta a resistência do mundo para encontrar fluidez e sustentabilidade artística”. Inês Bogéa Texto “Por uma arte acesa e resistente”, 2017 “O Festival Múltipla Dança apresentou no feriado de quinta-feira, 26 de maio, intervenções e espetáculos livres para todos os públicos, demonstrando também seu compromisso de ir ao encontro do espectador. Pela manhã o sol aquece o corpo e traz vivacidade à paisagem outonal do Parque de Coqueiros. As dançarinas Margô Assis, Thembi Rosa, Karina Collaço e Dorothé Depeauw da Dança Multiplex ora são seguidas por uma plateia, ora o espectador compõe a cena da dança oriunda de um trabalho cuidadoso com o corpo, com o lugar e com os objetos [...] No período da tarde, na praia do Campeche, em frente ao rancho da canoa, os movimentos da dança breaking do grupo Atitude Cia. de Dança de Garopaba, prendem a atenção da plateia de aproximadamente 180 pessoas. O conhecido pescador sr. Getúlio, assegura que todo artista deve ir aonde o povo está. Trazer para a comunidade o que não está visível na comunidade. [...] Outro morador da região, sr. Osmar João da Cunha, surpreende-se com os movimentos de defesa e a escalada de um dançarino nas costas de um outro, para saltar mais alto. Mas, alto está a plateia dos prédios ao redor do pátio do TAC que testemunha de longe, o tempo que o corpo de Elías Aguirre leva para desfigurar-se em movimentos, manifestando em essência e em aparência um conflito interno de alguém que aprende a viver envenenado. [...] as pessoas comuns, as mulheres, as crianças, não ficam do lado de fora. E assim, o Múltipla convida: vamos todos parquear e notar o que acontece no corpo ao equilibrar um bambu no topo da própria cabeça? As crianças respondem: concentração! Os adultos constatam: contemplação. Perceber que quando não fazemos nada, o silêncio faz tudo dentro de nós. Essa é uma dança livre para todos os públicos”. Ida Mara Freire jornal Notícias do Dia, 27 mai. 2016.
O programa do festival prevê um conjunto de ações formado por: - 1 (um) espetáculo para o público adulto, com classificação Livre para todos os públicos e com audiodescrição; - 1 (um) espetáculo nacional, com classificação livre (Blumenau) - 1 performance (uma) em via pública (Blumenau) - 1 (um) espetáculo voltado ao público infantil (Florianópolis); 1 (um) espetáculo voltado ao público infantil (Blumenau) e 1 (um) espetáculo voltado ao público infantil (Garopaba) - 3 (três) oficinas formativas, 6 horas de aula cada, 25 vagas cada (Florianópolis); 2(duas oficinas formativas, 6 horas de aula cada, 25 vagas cada (Blumenau)e 2(duas oficinas formativas, 6 horas de aula cada, 25 vagas cada (Garopaba); - 5 (cinco) intervenções digitais seguidas de lives no Instagram;(Florianópolis) e 3 (três) intervenções digitais seguidas de lives no Instagram (Blumenau) - 1 (uma) homenagem a um profissional, grupo ou evento catarinense por meio de pesquisa, escrita e publicação de um texto de cunho crítico e histórico no programa/revista e sítios do Festival na internet; - 1 momento de lançamento e discussão de livro sobre dança; - 4 (dois) diálogos, quer dizer, conversas ao redor de um tema pré-definido pela curadoria, com duração de 2 horas e 2 convidados em cada, mediação das curadoras, tradução simultânea em LIBRAS transmitidas pela internet; (Florianópolis 2, Blumenau e Garopaba) - 1 (uma) mostra de videodança selecionada por curadoria convidada projetada em paredões (Florianópolis) - 1(uma) mostra de videodança na finalização da oficina de videodança (Blumenau) - 1(uma) residência artística com parceiro internacional como produto secundário, uma vez que depende da interlocução com organismos internacionais e podendo ser realizado extemporaneamente, prevista em período anterior às demais ações do Festival. Toda a programação é oferta de modo 100% gratuito, sem cobrança de taxas e ingressos. Classificação indicativa: livre.
Acessibilidade Produto: Festival Acessibilidade Física: O local de realização das apresentações será adaptado para pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Contando com rampas de acesso, por exemplo. Acessibilidade de Conteúdo: Itens do orçamento - Consultora de Acessibilidade - Lilian Vilela -(acompanha as última edições, tendo ministrado oficina em 2021 e Mesa Redonda em 2022) - Interprete de Libras: - Monitores: Assistentes de produção capacitados para o atendimento de pessoas com deficiência. -Site do Festival totalmente acessível. Acessibilidade Produto: Itinerância Acessibilidade Física: O local de realização das apresentações será adaptado para pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Contando com rampas de acesso, por exemplo. Acessibilidade de Conteúdo: Itens do orçamento: - Consultora de Acessibilidade - Lilian Vilela (acompanha as última edições, tendo ministrado oficina em 2021 e Mesa Redonda em 2022) - Interprete de Libras: - Monitores: Assistentes de produção capacitados para o atendimento de pessoas com deficiência.
Toda a programação é 100% gratuita. Referente à distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no item I e IV do artigo 28 Instrução Normativa nº 1/2023 do Ministério da Cultura a saber: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto no inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento). IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal.
ECOOA - Proponente e Coordenadora Geral (Responsável Roberto Messias) A Ecooa Produções culturais tem se destacado no mercado da economia criativa desde antes de sua formalização. Iniciou suas atividades de consultoria para projetos e treinamentos em 2011, quando a empresa começou a atuar para o mercado da economia criativa e a produção cultural. Desde então, tem se consolidado como referência na elaboração, assessoria, planejamento e execução de projetos culturais, sociais e criativos em todas as linguagens artísticas. Além da produção cultural, a Ecooa oferece cursos e treinamentos para a área, bem como consultoria. O trabalho é baseado em parcerias e vínculos estabelecidos com instituições, artistas, produtores e comunidades criativas, o que fortalece a atuação e oferece projetos e serviços de alta qualidade. Desenvolveu variados projetos para divulgar conhecimento e juntar pessoas para discutir sobre o mundo da economia criativa. Realizou o Seminário Online Profissão Artista, criou o movimento Rede Colaborativa de Produção Cultural e realizou no ano de 2019 (antes da pandemia) o projeto Papo Interligado em parceria com o SEBRAE no Centro da Economia Critiva onde aconteciam bate papos que tinham público presente e era transmitido ao vivo e o resultado era divulgado em um podcast e uma e-book do tema abordado. Desde sua criação, a Ecooa atendeu mais de 150 clientes, elaborou e criou mais de 264 projetos e impactou mais de 1000 pessoas com seus treinamentos, além de prestar dezenas de horas de consultoria. Como missão, tem o foco de fomentar a área cultural e artística, construindo caminhos e resultados que possam contribuir para o desenvolvimento humano e social. A Ecooa atua dedicando-se a transformar realidades e a promover a diversidade cultural em todas as suas formas. Roberto Messias - Publicitário formado pela ESPM desde 1993. Sempre foi um criativo participando de grupos de teatro, de construção de textos e outras atividades como escritor e fotógrafo. Desenvolve há alguns anos o projeto Biografias onde trabalha com pessoas variadas o desenvolvimento das próprias memórias fortalecendo assim a auto-estima, o resgate da mémória e o pertencimento. Trabalha na área de marketing. Já trabalhou com registro de marcas da área cultural como Luisa Mel, Daniel e outros. Trabalhou como desenvolvedor de brinquedos na Grasllite. Trabalhou como gerente de marketing em empresa de games. Atualmente é o gestor da ECOOA realizando a produção administrativa dos projetos. Marta Cesar - direção, coordenação de programação e curadoria Diretora e curadora das onze edições realizadas do festival Múltipla Dança (2006-2021). Graduada em Direito pela Faculdade de Direito da USP (Largo São Francisco) em 1985, seguiu a carreira artística que já desenvolvia como bailarina no Balé da Cidade de São Paulo. Especialista em Dança Cênica (UDESC). Durante 20 anos no estado de Santa Catarina, desenvolveu funções na área da produção cultural, atividades pedagógicas, acadêmicas e artísticas, atuando, inclusive, na área política como representante de Santa Catarina no Colegiado Setorial de Dança (2005-2011), vice-presidente da APRODANÇA – Associação dos Profissionais de Dança de Santa Catarina (2010/2011) e presidente do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Florianópolis (2010/2011). Ocupou o cargo de Diretora de Artes da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes (01/2013 a 05/2016). Direção Geral e Curadoria da Bienal de Dança de Florianópolis 2014, fez também a curadoria do 16º Festival Internacional de Dança do Recife (2011 e 2012) e a curadoria de dança da Maratona Cultural de Florianópolis (2011 e 2012). Muda-se para São Paulo, sua terra natal, no ano de 2017 e, desde então, atua como autônoma na formatação e produção de projetos na área cultural e social e como parecerista em projetos culturais municipais, estaduais e nacionais. Gisele Martins – produção executiva Graduada em Turismo pela Faculdade Estácio de Sá de SC - 2004, atuou por pouco tempo na área, passando a trabalhar com publicidade já em 2006, como assistente de produção em jobs publicitários, que lhe renderam experiência, contatos e grandes amigos. Em 2007 encarou as primeiras produções no cinema, trabalhando em curtas catarinenses, seguindo na área até 2009, entre curta-metragens locais, publicidades internacionais, campanhas e produções fotográficas. Já em 2010, entrou para a produção de festivais, realizando no mesmo ano o Múltipla Dança – Festival Internacional de Dança Contemporânea e também, o Festival de Música Contemporânea. No início de 2011 criou, em parceria com o fotógrafo Cristiano Prim, a empresa Kindin Fotografia Infantil, trabalho que seguiu paralelo as produções culturais. Também em 2011 assumiu a produção de dança e cinema da primeira Maratona Cultural de Florianópolis. Em novembro de 2012 e janeiro de 2013 assumiu novamente a produção de dança e cinema do evento Maratona Cultural, tendo ótimo retorno dos profissionais envolvidos e satisfação geral de público. Em março de 2013, assumiu a produção de eventos do departamento de comunicação da Federação do Comércio de Santa Catarina - Fecomércio SC, onde ficou até 2015. Em janeiro de 2016, fez a produção e curadoria da exposição "O Fotógrafo Também Dança", do fotógrafo Cristiano Prim, em comemoração aos 20 anos do artista em Santa Catarina. Em seguida, mudou-se para Berlim, onde ficou por 10 meses. De volta a Florianópolis, é produtora do Múltipla Dança entre outros trabalhos. Néri Pedroso - assessoria de imprensa e social media Vive e trabalha em Florianópolis (SC). Jornalista, diretora da NProduções, microempresa voltada para projetos no campo da cultura. Experiência em jornalismo cultural e na implantação de projetos jornalísticos, como cadernos e suplementos especiais. Edita o caderno “Anexo”, do jornal “A Notícia” (1989/1993 e 2000/2005); cria e implanta o caderno “Plural” do jornal “Notícias do Dia” (2008- 2011). Pesquisa e escreve sobre arte e dança contemporânea. É autora do livro “Hassis” e “Coletiva de Artistas de Joinville – Construção Mínima de Memória”. Assina artigos em livros, como “Tubo de Ensaio – Composição [Interseções + Intervenções]”, “Construtores das Artes Visuais – Cinco Séculos de Arte em Santa Catarina Vol. 1” (Tempo Editorial), “Percurso do Círculo – Schwanke Séries, Múltiplos e Reflexões” (Contraponto). Com Maria Regina Schwanke Schroeder e Rosângela Cherem, é organizadora do livro “Interlocuções Possíveis: Kosuth e Schwanke” (Instituto Schwanke). Assessora projetos no campo das artes visuais e de dança contemporânea selecionados por diferentes programas e editais de estímulo à cultura na esfera municipal, estadual e federal. Entre 2013 e 2017 integra a equipe técnica do Múltipla Dança – Festival Internacional de Dança Contemporânea. Em 2016, assina o artigo “Conexões de Saberes, o Encontro como Plano Compositivo”, no livro “Tubo de Ensaio”. Desde o fim de 2016 está na equipe técnica da Companhia de Dança Lápis de Seda. Integra a Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) e a Academia Catarinense de Artes e Letras (Acla). Como sócia-fundadora do Instituto Schwanke, em Joinville, atua como vice-presidente. Paula Albuquerque – Design gráfico e mídia eletrônica Designer gráfica com foco em projetos culturais. Jornalista graduada pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC, 2005). Assina a identidade visual e os materiais gráficos do Múltipla Dança – Festival Internacional de Dança Contemporânea (2007-2017), FITA – Festival Internacional de Teatro de Animação (2019), Fidé Brasil – Festival Internacional do Documentário Estudantil (2012-2019), projeto (A)Gentes do Riso (2016-2020), Festival de Música Contemporânea Aliança Francesa (2008-2010), Orquestra Filarmonia Santa Catarina (2010-2014), além de diversos projetos de livros de arte, fotografia e literatura, revistas, catálogos de exposições, CDs de artistas brasileiros, peças gráficas para espetáculos teatrais, shows, eventos, entre outros. Membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas da Barca dos Livros (NEP), em Florianópolis-SC (desde 2018), e do Comitê Cultural da Aliança Francesa de Florianópolis (2005-2008), responsável pela edição e editoração do jornal cultural bilíngue La Baguette, de circulação mensal, e pela criação de peças gráficas para campanhas da instituição. Cristiano Prim – foto e vídeo Especializado em retratar o movimento evidenciado na dança de Santa Catarina, com uma trajetória profissional de mais de 20 anos na cidade de Florianópolis. Seu trabalho representa uma oportunidade de conhecimento e interrogação acerca da dança, apontando questões poéticas, históricas, sociais, políticas, tecnológicas e econômicas, vislumbradas em suas imagens. Realizou a exposição autoral O Fotógrafo também Dança, veiculada no Floripa Shopping (2017) e na Galeria Municipal de Arte Pedro Paulo Vecchietti (2016), em Florianópolis (SC). Fotógrafo do teatro Ballhaus Naunynstraße em Berlim/Alemanha (2016). Fotografou o Grupo Cena 11, Eduardo Fukushima e Michelle Moura no evento The Sky Is Already Falling – HAU, em Berlim e Düsseldorf. Integrante do Grupo Cena 11 Cia. de Dança como fotógrafo e cenotécnico (1995-2014), atualmente realiza trabalhos de foto e vídeo para o grupo. Fotógrafo das principais escolas de dança de Florianópolis, como Arte.Dança, Bia Vilela e Garagem da Dança. Fotógrafo de shows nacionais como Elza Soares, João Bosco, Ney Matogrosso, Paulinho Moska, Ivete Sangalo, Arnaldo Antunes e o uruguaio Jorge Drexler. Fotógrafo de festivais, como o Festival Internacional de Música Contemporânea, Fita Floripa, Múltipla Dança, Baila Floripa, Palco Giratório e Floripa TAP. Coordenador da equipe fotográfica responsável pela cobertura da Maratona Cultural de Florianópolis. Licenciado em Educação Artística pela UDESC. Site: https://cristianoprim.com.br/
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.