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PRONAC 232595Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Semana Farroupilha - CTG 93

CONFRARIA DA PRODUCAO LTDA
Solicitado
R$ 501,6 mil
Aprovado
R$ 495,6 mil
Captado
R$ 175,7 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

35.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Pelotas
Início
2023-09-13
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Bagé Rio Grande do Sul

Resumo

Este projeto pretende relizar a programação cultural da Semana Farroupilha do CTG 93, na cidade de Bagé/RS. Serão 8 dias de programação gratuita contemplando diversas areas culturais, como dança, teadtro, música, poesia, artes plásticas, artesanato e literatura.

Sinopse

MEMORIAL DO GAÚCHO Quem é o gaúcho? A sua existência e atuação é parte fundamental da história do Rio Grande do Sul e da América do Sul. Mas para entendermos os homens e mulheres que forjaram esta história, sua edicação e lutas em prol da evolução e defesa de nossas atividades agropastoris, nossa cultura, nosso modus vivents (nem melhor, nem pior, mas diferente do resto do Brasil) temos que voltar no passado, lá no início da atividade pastoril extrativa, quando os primeiros Changadores perseguiram as gadarias chimarronas oriundas do gado missioneiro extraviado em busca do couro, então tão valioso para Europa, que iniciava a Revolução Industrial produzindo manufaturas em série. Se faz necessário conhecer sua origem, seu passado, para planejar o futuro e assegurar a evolução do povo riograndense. O conhecimento é transmitido através do tato, olfato, voz, visão e audição. Cada um destes sentidos leva o homem a prender e a ousar novas experiências. Mas este sistema de sentidos agindo de forma conjunta permite a aceleração da apreensão de informações que formam o conhecimento. Partindo desta premissa o Memorial do Gaúcho resgata toda a formação de nossa civilização rural através de um museu vivo onde os fatos históricos narrados são complementados com os dados icnográficos (usos e costumes, vestimentas, meios de locomoção, armas, tecnologias empregadas etc...), trilha sonora e jogos de luz. Um lindo e completo espetáculo cênico! Em suma reviver as imagens do passado com a tecnologia atual levando o espetáculo de nossa formação histórica através dos 5 sentidos, passando para os jovens nossa saga através de uma linguagem cênica que eles dominam. Para materializar está ideia temos a facilidade de reunir em Bagé historiadores com alto conhecimento, coleções de objetos antigos em perfeitas condições, pesquisas detalhadas sobre usos e costumes, estâncias antigas, lidas campeiras preservadas, museus, Universidade e, principalmente, a arte equestre gaúcha viva e praticada. Também possuir um conjunto de atores que realizam cenas dos seus ancestrais, onde apenas o tempo cronológico os separa, pois, as atitudes e habilidades são idênticas. O Pampa é o nosso teatro, descendentes de farrapos, os atores, a Rural e o CTG 93 os diretores. SARAU DE POESIAS ALTAIR JOB DE BORBA Altair Job de Borba nasceu em Bagé em 17 de maio de 1923. Casado com Dona Neli Carneiro Borba, professora, pai de quatro filhos: Julio Cesar, Airton, Renato e Sérgio, que o deram 10 netos. Fez ginásio em São Paulo, e o clássico em Porto Alegre. Depois retornou a Bagé para trabalhar em Estância. Posteriormente, mudou-se para a zona urbana do município e nunca mais saiu. O poeta Altair é membro da Academia Bageense de Letras, integrante do conselho de Cultura de Bagé e do Conselho de Desenvolvimento da Comunidade. O primeiro verso veio com um profundo sentimento de saudade: “-Um dia senti saudades da campanha... então escrevi os versos ESTÂNCIA. O pessoal (parente e amigos) gostou. Me incentivaram e fui em frente.” Sobre os versos de Altair Job de Borba, seu conterrâneo Eduardo Contreiras Rodrigues escreveu, prefaciando seu livro MANANCIAL: “Tanto que atrevo-me a falar aos que virão depois, muito depois, e que venham a sentir curiosidade pelos gaúchos que foram: não se limitem a consultar registros de fatos, relatos de imprensa, monumentos, livros, arquivos, estatísticas. Consultem também os poetas, os poetas como Altair que documentam a sensibilidade de uma grei em momento dado; por eles, saberão como os que passaram viram as coisas e os fatos. Saberão o que amaram e, consequentemente, saberão quem eram. Altair tem o provilégio de poder, num álbum de imagens poéticas, aprisionar o retrato dos seus, dos nossos amores. A nós outros cabe o sorvê-lo e impedir que o nó que serra a garganta se transforme em pranto. O Sarau pretende acolher, de forma voluntária, todo aquele que quiser participar recitando qualquer poesia do poeta Altair Job de Borba, como forma de homenageá-lo e confraterniar em torno de suas obras. Enquanto o Sarau acontece, os artistas plásticos Carlo Andrei Rossal e Cláudio Falcão estarão presentes no local, fazendo, ao vivo, desenhos referentes ao que estiver escutando do Sarau. Carlo Andrei Rossal: Formação autodidata, já participou de inúmeras mostras no Brasil e no exterior, vencedor do concurso "jovens talentos" do SESI, primeiro lugar no Salão dos novos em Pelotas, atualmente ministra oficinas de desenho/pintura no Ateliê Chalé Azul. MUSICAL SONIDO DEL ALMA GAUCHA: PIÁ interagindo com a plateia e com a ajuda de diversos personagens, o grupo conta a história de um guri de campanha que vem estudar na cidade. Tudo isso acompanhado de muita música, é claro!

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar a programação cultural da Semana Farroupilha do CTG 93 Objetivos Específicos - realizar uma apresentação do projeto Canto, Guitarra e Poesia - realizar um concurso de Redação Altair Job de Borba - realizar uma apresentação cênica-musical infantil com o grupo Sonido Del Alma Gaucha - realizar um Sarau de Poesias de Altair Job de Borba - realizar uma participação do artista plástico Carlo Andrei Rossal durante o Sarau de Poesias Altair Job de Borba - realizar uma participação do artista plástico Cláudio Falcão durante o Sarau de Poesias Altari Job de Borba; - realizar 04 apresentações de invernadas artísticas de grupos e entidades tradicionalistas da cidade; - realizar uma apresentação da dupla folclorica uruguaia Iberá - realizar um show do artista Leonel Gomez - realizar um show do grupo Compasso Crioulo - realizar uma feira de artesanias, com a participação de 18 expositores, por 02 dias; - realizar uma oficina de artesanato: tecelagem - realizar um show instrumental com o grupo Sonora Madeira - realizar uma Charla com o autor: Henrique Fagundes, livro e exposição de fotografias e acervo Influência - realizar uma apresentação invernada artistica CTG 93 - realizar um show com o artista Guto Gonzales - realizar um show com o grupo Lançante Abaixo - realizar um show instrumental com o artista Uiliam Michelon - realizar duas oficinas básicas de artesanato em couro cru - realizar uma Charla com autores em conjunto: Henrique Fagundes, e o livro Passo Real de Candiota, e Rodrigo Tavares, e o livro Carancho - realizar um show instrumental com o artista Lucio Yanel - realizar um show instrumental com o artista mirim uruguaio Enzo Castro - realizar um show com o grupo Sonido del Alma Gaucha - realizar um show instrumental com o artista Marcello Caminha - realizar uma apresentação cênica "Memorial do Gaúcho" - realizar um show instrumental "De Gaita e Violão", com Edilberto Bérgamo e Gabriel Selvage - realizar uma apresentação da Invernada Artística do DTG Guapos da Fronteira; - realizar um show do artista Lisandro Amaral

Justificativa

No Século XVII o governo central passou a impor pesadas taxas sobre os produtos do Rio Grande do SUl: couro, erva-mate e o charque, que passou a ter taxas elevadas, enquanto o governo dava incentivos para a importação do Uruguai e Argentina. Já o sal, insumo básico para a preparação do charque, passou a ter taxa de importação considerada abusiva, agravando o quadro. Todos esses fatores foram culminantes para que em 1835 as tropas de Gomes Jardim e Onofre Pires entrassem em Porto Alegre dando início à Revolução Farroupilha. Esse movimento revolucionário sob o comando do General Bento Gonçalves durou cerca de dez anos e mostrava como pano de fundo os ideais liberais, federalistas e republicanos. Foi proclamada a República Rio-Grandense, instalando-se na cidade de Piratini a sua capital. Os próximos anos foram marcados por muitos conflitos, até que em março de 1845, o tratado do Ponche Verde garante os interesses dos revolucionários gaúchos e a hegemonia territorial do império, pondo fim à Guerra dos Farrapos. Décadas à frente, o Brasil saía de um período de ditadura onde muito da imprensa havia sofrido censura e muitas práticas culturais não se desenvolviam mais. Era chama de "Era Getúlio Vargas", no final dos anos de 1940. No Rio Grande do Sul, a sociedade tinha vergonha de sua origem e sua história: era "feio" ser gaúcho. Por isso, em 1947, um grupo de alunos do Grêmio Estudantil do Colégio Júlio de Castilhos, em Porto Alegre, cria um Departamento de Tradições Gaúchas, que se destinava a estimular o desenvolvimento cultural por meio de reuniões sociais recreativas, liderado por João Carlos D'Ávila Paixão Côrtes. Eles procuravam a identidade do seu povo e do seu estado. Neste departamento, em um gesto "improvisado", o grupo de alunos, através de uma vassoura, captou a chama da Pira da Pátria, no Parque Farroupilha, e a carregaram-na pelas ruas da cidade. Decidiram realizar a "1ª Ronda Gaúcha", sendo depois chamada de "Ronda Crioula", com uma programação que se estendeu de 7 a 20 de setembro daquele ano. Essa ronda foi a precursora da Semana Farroupilha, oficializada em 1964 através da Lei Estadual 4.850, hoje realizada em todos os Centros de Tradições e municípios gaúchos, com a chama crioula mantida acesa durante todo o período de comemorações, como símbolo deste movimento. No Pampa Gaúcho, o município de Bagé _ por onde parte da história do Brasil e toda a história do Rio Grande do Sul nasce ou passa, não fica para trás. Em 9 de setembro de 1952 lideranças bajeenses do campo e da cidade, que tinham as mesmas preocupações dos jovens liderados por Paixão Cortes, se reuniram na sede do Clube Recreativo com o firme propósito de criar um Centro de Tradições. A maioria era sócio do clube. A primeira proposição apresentada por Aristides Milano foi a fundação de um Clube de Tradições filiado ao Centro de Tradições de Porto Alegre, que obedeceria seus estatutos e orientações. A proposta foi contestada por Jaime Tavares, que propôs a fundação de um Centro de Tradições Gaúchas, com autonomia e independência. O que terminou sendo aceito pela maioria dos presentes. Esta autonomia e independência transformaram-se em princípios, pois até hoje o 93 é independente, ou seja, não filiado ao Movimento Tradicionalista Gaúcho. Suas regras são os usos e costumes dos nossos ancestrais oriundos do campo. Ainda hoje em todas as cidades do Estado, e em algumas do país e do mundo, de 13 a 20 de setembro os gaúchos comemoram o orgulho da sua história através da Semana Farroupilha. É bela a celebração histórica e cultural que acontecem nesses dias, bem como a fraternidade e o orgulho identitário que tomam conta das pessoas. Agora sim, é bonito ser gaúcho! Neste período, a autoestima fica elevada, há uma maior motivação para vestir bombachas e vestidos de prenda, escutar música tradicional, deliciar-se de nossa culinária, declamar poesias e vivenciar tantos outros costumes que envolvem o imaginário dessas noites de ronda, onde a chama crioula permanece acesa como símbolo deste movimento, perpetuando essas tradições de geração em geração. No CTG 93 não é diferente. Este projeto pretende realizar a programação cultural da Semana Farroupilha desta entidade que, até hoje, como dito, luta de forma independente para manter-se e manter vivas as tradições e costumes no município de Bagé. De 13 a 20 de setembro, uma extensa lista de atividades culturais será promovida na sede do CTG, gratuitamente ao público bageense e visitantes que sejam atraídos pela qualidade da programação. No ano de 2022, cerca de 10 mil pessoas passaram pela sede do 93 durante esses dias, número que predendemos aumentar com a realização deste projeto, que proporcionará uma maior programação, e de forma gratuita. Na programação contemplaremos diversas areas culturais: artesanato, dança, teatro, literatura, poesia, artes plásticas, fotografia, música instrumental e música cantada fazem parte desta proposta _ além do restante da programação da Semana como um todo promovida pelo próprio CTG, que envolve lidas campeiras, almoços e jantares, e diversas outras atividades de confraternização das pessoas. A sede do CTG 93 será organizada para receber toda essa extensa programação: parte dos shows e apresentações ocorrem dentro da sede física, onde a estrutura já existente pode receber até 600 pessoas em seu salão para contemplar as atividades culturais. A estrutura será complementada com locação de sonorização e ilumanação para receber os artistas. Na parte da rua, dois ambientes serão organizados: a feira de artesanias terá tendas feitas artesanalmente com materia prima da própria sede: canas, palhas, folhagens, madeira são utilizadas para montar as "tendas" que recebem as exposições. Algumas já existem no espaço da Sede, outras serão feitas para ampliar a feira: terá espaço para até 18 participantes. Junto à feira, um palco será montado (com sonorização e iluminação) onde também recebe alguns parte das atividades da programação. Nesta área algumas tendas em lona também serão montadas para abrigar o público presente de interperies. E o terceiro espaço a ser organizado é onde será apresentado o "Memorial do Gaúcho". Neste, além de sonorização e iluminação adequada, será montada arquibancadas para que o público possa assistir a este grande espetáculo cênico produzido pelo CTG 93. No decorrer deste formulário, maiores explicações a respeito de tudo o eu será ofertado através deste projeto, que se enquadra no art. 1º da Lei 8313 nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também atende o art. 3º quando: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

COMPASSO CRIOULO O grupo COMPASSO CRIOULO atua nos palcos regionais desde 2012, levando em seu repertório a essência da música nativista. Já são mais de 10 anos representando o homem do campo em suas composições, em diversas cidade como: Bagé, Dom Pedrito, Pelotas, Rio Grande, Jaguarão, Santa Vitoria do Palmar, Caxias do Sul, Porto Alegre, Nova Prata, Passo Fundo, Lavras do sul, São Gabriel. Em seu repertorio apresenta algumas canções de autoria própria e também clássicos do cancioneiro gaúcho, apresentando em média 2 horas de música por apresentação. Situado na cidade de Bagé RS, trás em sua trajetória importantes participações na música cultural regional, participando de programas como Galpão Crioulo da RBS TV e Cavalos Crioulos da BAND TV. Atuante ativo em festivais musica nativista, recentemente foi premiado com 2 músicas no 3* Cordeiraço da Canção em Santa Margarida do Sul, a Composição Invernador ficou com o prêmio de “melhor tema campeiro” e 2* melhor música do festival, já a composição “Seu Negrinho vem domando” sagrou-se a música mais popular do festival. Trabalha em seu primeiro disco, que deve ser lançado ainda no primeiro semestre deste ano, o qual terá composições próprias e também releituras. SONORA MADEIRA No início do ano de 2019, através de conversas eensaios, ostrês integrantes (Egbert Parada, Luis Clóvis Girardi e Silvério Barcellos) viram a oportunidade e a vonta de de tocarem o repertório que sempre escutavam, tocavam, mas que ainda não haviam apresentado juntos com arranjos elaborados para três violões. Dai veio a ideia da formação deste trio e com um nome sonoro e sugerido pensando no instrumento que une os três instrumentistas. Surgia o Sonora Madeira Trio. Com repertório sul americano e também muita obra da escola de violão brasileiro, o trio passa por milongas, chamamés, zamba, choro, rumba e outros ritmos que consagram o violão por onde tocam e se apresentam. GUTO GONZALES Poeta, compositor, arranjador e cantor. Possui 3 cds gravados que trazem por título: Temporona São Miguel, Eu e o Campo e Canto Terra Suas músicas e letras se destacam no cenário nativista pela forte identidade campeira. Com quase 20 anos de carreira profissional, já dividiu o palco e teve suas composições gravadas por renomados intérpretes como: Rogério Villagran, Angelo Franco, Vinícius Brum, Juliano Javoski, Fernando Saccol, Volmir Coelho e Ênio Medeiros ... Possui músicas/letras em parcerias com Adriano Alves, Tuny Brum, Miguel Bicca, Sabani Felipe, Francisco Brasil, Marcelinho Carvalho, João Sampaio. Nas andanças já dividiu o palco com os maiores nomes da música nativista como: Joca Martins, Marcelo Oliveira, Rainier Sphor, Nilton Ferreira, Pirisca Grecco, Nenito Sarturi, Cristiano Fantinel, João Fontoura, Jairo Lambari Fernandes, Francisco Madero Marenco(AR), Joaquin Barreto(UY), entre outros... Já levou seu show autoral por diversas cidades do estado, também Paraná, Santa Catarina, Argentina e possui video clipes e canções gravadas e traduzidas para o espanhol no Uruguai. Seu canal no youtube soma mais de 3,5 milhões de vizualizações e mais de 40 mil seguidores entre instagran, facebook e youtube... Tem em adamento a gravação do projeto “Atavismo” com Rogério Villagran. LANÇANTE ABAIXO O grupo teve início em 2022 no CTG 93, situado em Bagé – RS, em uma Semana Farroupilha, onde os integrantes se reuniram e tocaram algumas músicas, por diversão. Após essa noite, foram convidados para tocar nos eventos que ainda teriam na semana, assim nomeando o grupo de Lançante Abaixo. De lá pra cá já foram convidados para diversos eventos, tendo participações como Expofeira Bagé 2022, Núcleo de Cavalos Crioulos de Bagé, Evento com o Quarteto Coração de Potro, Rodeio Universitário de Bagé, Evento com o Grupo Carqueja em Rio Pardo, Rodeios no Uruguai. O grupo, formado por Andrey Pereira, Fernando Glória, Francisco Laud Ferreira, João Vitor Jacintho e Otávio Barcellos, tem como característica tocar músicas regionais, com o intuito de cultivar a tradição não deixando serem esquecidos importantes nomes da música gaúcha. Também é um objetivo do grupo fazer com que os jovens se interessem pela cultura, não deixando morrer nossas raízes. UILIAM MICHELON QUARTETO O quarteto, que tem como foco a música instrumental, foi fundado em Vacaria, nos Campos de Cima da Serra do Rio Grande do Sul, em 2015, pelo acordeonista e compositor Uiliam Michelon, com o objetivo de promover e incentivar a produção de música autoral fora dos grandes centros e desenvolver o público para as artes em geral. Desde então vem atuando na cena musical do sul do Brasil apresentando-se em diversos palcos. Além de Uiliam (acordeon e direção musical), conta com Gleidson Dondoni (bateria), Rodrigo Ziliotto (baixo) e Rafael Diniz (violão e guitarra). LUCIO YANEL Lucio Yanel atua como violonista, intérprete, autor, compositor, ator e folclorista. Como violonista, realizou apresentações por diversos países como Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, França, Rússia, Suíça, Espanha e Estados Unidos. Radicado no Brasil há 40 anos, Lúcio Yanel é considerado um dos alicerces do violão solista na música regional sulina e o violonista com maior produção na história do violão gaúcho. Além de se dedicar à música regional gaúcha, o violonista Lucio Yanel também conheceu e atuou, em diversas ocasiões, ao lado de diversos nomes do cenário musical argentino como Mercedes Sosa, Atahualpa Yupanqui e Antônio Tarrago Ross. Apresentou-se ainda em inúmeros festivais e gravou com renomados artistas do Rio Grande do Sul como Gilberto Monteiro, Jayme Caetano Braum, Renato Borguetti, Gaúcho da Fronteira, Joca martins, Luiz Marenco, César Oliveira e Rogério Melo e Luiz Carlos Borges. Entre os anos 2016 e 2018, realizou diversos concertos com a Orquestra Sinfônica da UCS, sob a regência do Maestro Manfredo Schmidt. As premiações por sua trajetória são muitas, destacam-se o Prêmio Açorianos 2001 de Melhor Disco Instrumental e Melhor Instrumentista Regional. Açorianos em 2004 como Melhor Disco Regional com o Acuarela del Sur. Prêmio Açorianos 2011 como Melhor Instrumentista. No ano de 2005, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, juntamente com a Associação dos Municípios e o Banrisul, concederam-lhe o Destaque Cultural do Mercosul, lhe sendo entregue em solenidade oficial a comenda Negrinho do Pastoreio. No ano de 2016, recebeu a Menção Especial no Prêmio Açorianos de Música 2015/2016, pelos relevantes serviços prestados à música gaúcha e a forte influência gerada na vida e carreira de muitos outros instrumentistas ao longo de sua exitosa carreira. No ano de 2017 recebeu do Comandante Jorge Emerson Ribas S. de Lima do 12° Batalhão de Polícia Militar a Comenda 12° BPM - Grau Bronze, pelos relevantes serviços prestados a OPM. ENZO CASTRO Enzo Emanuel Castro Mello nasceu na cidade de Rivera/Uy em setembro de 2013, cursa o terceiro ano primário. Seu interesse pela gaita botoneira comecou em março de 2020, quando começou a estudar o instrumento. Em 2021 participou do programa de formato mundial GOT TALENT URUGUAY, por motivação própria. Sua primeira experiência sobre um palco foi considerado uma revelação, e resultou como ganhador do programa. Como convidado, compartilhou o palco com artistas reconhecidos do meio artistico uruguaio como Carlos Malo, Adrian Maggi, Piero y Horacio Arbiza, Agustin Casanova, Catherine Vergnes, Chacho Ramos. Participou da FIESTA DE LA PATRIA GAUCHA 2022 e recebeu um reconhecimento pelo seu talento e seu amor pela tradição. Internacionalmente, participou como convidado de Leonel Gomez e Luiz Marenco, considerado por eles como um orgulho gaúcho e um talento sem igual nos últimos tempos, por sua destreza com o instrumento e sua atitude em palco, considerando sua pouca idade. Também convidado por Cesar Oliveira & Rogerio Melo, em Esteio, no Brasil.

Especificação técnica

CONCURSO DE REDAÇÃO ESTUDANTIL ALTAIR JOB DE BORBA Regulamento 1- Objetivo: divulgar, promover e comemorar os 70 anos de fundação do CTG 93. 2- Público-alvo: alunos do Ensino Fundamental séries finais e Ensino Médio das escolas unicipais, estaduais, particulares e federal de Bagé. 3- Tema: CTG 93, na História da Tradição Gaúcha. 4- Foco: A importância de manter viva a cultura do gaúcho como forma de preservar valores e tradições que garantirão a continuidade desta história, tendo como verdade: “Quem não sabe de onde vem, não sabe para onde vai”. 5- Regras do concurso: a) Alunos do ensino fundamental concorrerão entre si e cada candidato poderá submeter somente (01) uma redação; b) Alunos do ensino médio concorrerão entre si e cada candidato poderá submeter somente (01) uma redação; c) As redações devem ser escritas a mão, com caneta estereográfica azul ou preta em folha pautada; d) Serão considerados os seguintes aspectos: apresentação, clareza da letra, atenção ao tema proposto e gramática; e) As redações devem conter no mínimo 20 linhas e no máximo 40 linhas; f) A redação deve conter um título; g) Conter informações no cabeçalho: nome completo e legível do aluno (a), nome completo do professor (a) responsável, nome da escola, série e número da turma, endereço residencial e telefone do aluno(a); 6- A Escola será responsável pela correção das redações, seleção e encaminhamento de duas (02) redações do ensino fundamental e duas (02) redações do ensino médio para a comissão responsável pelo Projeto do CTG 93, cito à Av. Dário Brossard, 2800 - Bagé, RS, CEP 96402-550, no dia 15 de agosto de 2022, entre 14 e 18h. Estas por categoria serão avaliadas por professores de português selecionados previamente; 7- Critérios para seleção: argumentação lógica, clara e coerente; 8- Desenvolvimento com introdução e conclusão. Ortografia, acentuação, pontuação, estrutura e concordância verbal, conforme padrões da língua portuguesa; 9- As redações premiadas serão selecionadas por se destacarem pela profundidade de argumentação, estrutura e correção gramatical. 10-Premiação: serão premiados os trabalhos classificados em 1º e 2º lugares, bem como o professor(a) responsável e diretor (a) da escola. Os prêmios são: a) 1º colocado(a) do Ensino Fundamental (séries finais) e do Ensino Médio: R$ 300,00 (trezentos reais) mais o troféu “Altair Job de Borba” ¹; b) 2º colocado(a) do Ensino Fundamental (séries finais) e do Ensino Médio: R$ 200,00 (duzentos reais) mais troféu “Altair Job de Borba”; c) Professor(a) responsável de cada categoria, troféu “Altair Job de Borba”; d) Diretor(a) responsável de cada categoria, troféu “Altair Job de Borba”. 11- A premiação será entregue presencialmente durante a SEMANA FARROUPILHA 2022, na sede do CTG 93, no turno da tarde, durante as festividades. *Troféu Altair Job de Borba, é homenagem do CTG 93 ao poeta Bajeense. Nascido em 17 de maio de 1923 e falecido em 15 de janeiro de 2004. OFICINA BÁSICA DE TECELAGEM Conceitos básicos: introdução à tecelagem - Identificar e caracterizar os componentes do tear e a sua função; - Identificar e caracterizar os acessórios do tear e a sua função; - Montagem do tear. Selecionar matéria-prima - O uso da lã como matéria-prima; - Identificar raças de ovelha, tipos de lãs e suas espessuras; - As lãs mais utilizadas na confecção de peças específicas (utilitária, decorativa, etc.); O trabalho manual - Matérias-primas naturais: selecionar, lavar, cardar e fiar; - Como funcionam os teares e como trabalhar com técnicas básicas da tecelagem manual. O tear e o seu funcionamento: movimentos fundamentais - Tipos de teares; - Preparar o tear; - Montar os fios no tear: a urdidura; - Tecer; - Remate das peças, acabamentos e finalização. Oficineira: Leila Taborda nasceu em Bagé em 1956. Ela aprendeu a tecer na adolescência, seguindo os passos de sua mãe. No início, não se empolgou muito com o tear, mas aos poucos se apaixonou pelos fios e lãs. Quando tinha 20 anos, Leila conheceu Liciê Hunsche, artista que morava em Porto Alegre e que desde a década de 1970 dedicava-se à tapeçaria e tecelagem. À convite de Liciê, Leila mudou-se para Porto Alegre e iniciaram uma jornada de muito trabalho, parceria e aprendizado. No inicio, dedicaram-se mais a produção artística de Liciê, mas a partir dos anos 1980 voltaram-se para a produção de objetos utilitários, como: ponchos, baixeiros, mantas, coletes, etc. Leila participou de diversas Expointer e ganhou prêmio na área de artesanato. Leila Taborda trabalhou com Liciê Hunsche até 2017, ano em que a artista faleceu; mas a artesã Taborda segue produzindo peças feitas no tear manual OFICINA BÁSICA DE ARTESANATO EM COURO CRU Carga horária: 06 horasLimite de idade:08 anosConteúdo programático: Explanações e demonstrações práticas relativas à aspectos históricos e funcionais da atividade; diversidade de técnicas e ferramentas empregadas, particularidades da origem e da preparação das matérias primas empregadas. Demonstrações práticas, com disponibilidade de matéria prima e ferramentas, que possibilitem aos participantes a experiência prática das diversas técnicas utilizadas na produção de peças de guasquería, tais como tranças, arremates, costuras e corredores. Fluxograma da atividade: A atividade será dividida em duas oficinas, cada uma com carga horária de 03 horas e capacidade de atender até 20 participantes, a alcançar um total de 06 horas e de 40 participantes atendidos. Dentro de cada uma das duas oficinas, serão oferecidas 08 vagas para "Participantes práticos" e mais 12 para "Participantes teórico/práticos". Na primeira hora de oficina será desenvolvida atividade teórico/demonstrativa e um exercício prático coletivo de diferentes tipos de tranças. Esta primeira fase atenderá a totalidade dos participantes (20). Na segunda fase (02 horas restantes) o atendimento será proprio aos "Participantes Práticos" (08), que receberão material e orientação para a confecção de um porta-cuia. Os "Participantes Teórico/práticos" poderão acompanhar a atividade da confecção do porta-cuia, porém na condição de assistentes. Oficineiro: Guasqueiro: Alexandre Pereira da Rosa Aprendizagem do oficio iniciada no ano de 1991, na disciplina “Oficina e indústria rural”, constante do currículo do ensino de “primeiro grau” da Escola Agricola Santa isabel. Estágio prático em 2007, pelo período de trinta dias, na “Escola de Guasqueros La Charrua” de Montevidéu/Uruguai. Autoria do “preparo de cabeça” que compôs apero vencedor da categoria “Luxo em couro”, do primeiro concurso de aperos de Bagé, em outubro de 2009. Atuação como instrutor do curso de guasqueiros do SENAR-RS, no período de 2010 à 2018, com mais de duzentos cursos práticos presenciais ministrados. Participação no “5° Encuentro de Sogueros Luis Alberto Flores”, em setembro de 2015, no município de Benito Juarez – Província de Buenos Aires/Argentina. Campeão da categoria “Juego de Trabajo” do concurso de guasqueiros da 34° Fiesta de la Patria Gaucha (março 2020), em Tacuarembó/Uruguai. Criador e produtor do curso online de guasqueiros “A Linguagem dos Tentos”, disponível pela plataforma Hotmart, desde agosto de 2021.

Acessibilidade

A programação acontece totalmente dentro do espaço do CTG 93, tanto na sede física (salão) quanto no entorno (campo aberto), não havendo impredimentos a qualquer pessoa de acessar o local. A sede física (salão) já é adequada às normas de acessibilidade física. Em todas as apresentações, haverá cadeiras e espaços reservados para PCDs (pessoas com deficiência), idosos, obesos, grávidas, mães lactantes ou com crianças pequenas, cadeirantes e seus acompanhantes, e quem mais necessitar. Os acentos e espaços estarão sinalizados e a equipe de produção estará de prontidão orientando o público. A programação terá acessibilidade de conteúdo em libras, para os espetáculos musicais cantados, as apresentações cênicas, o sarau de poesias, as charlas com os autores e um horário especial para uma visita guiada à feira de artesanias. Haverá também um profissinal destinado à assesoria aos invisuais - com conhecimento em audiodescrição - para as apresentações de dança, as apresentações cênicas, as artes plásticas durante o sarau, a visita guiada à feira de artesanias em horário especial e para a exposição fotográfica e de artefatos durante a charla com o Autor Henrique Fagundes e sua exposição "Influência". A programação será divulgada alertando sobre a existência da acessibilidade física e de conteúdo ao local.

Democratização do acesso

Toda a programação deste projeto será gratuita, não havendo necessidade de reservas promocionais de ingressos , ou para divulgação. Todos terão acesso de igua forma. Teremos como ações de democratização de acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Quando faremos registros audiovisuais da programação e disponibilizaremos em “vídeos resumos” nas redes sociais do proponente e do CTG, via internet. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Quando oferecemos as oficinas de artesanato, e os bate-papos com os autores bageenses; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Quando realizamos o concurso de Redação em homenagem ao poeta Bageense Altair Job de Borba, a apresentação cênica-musical infantil com o grupo local Sonido del Alma Gaucha, o show instrumental do artista mirim Enzo de Castro, e o “Bailinho Infantil” para que as crianças possam aproveitar o momento de confraternização entre elas.

Ficha técnica

PRODUÇÃO ADMINISTRATIVA E EXECUTIVA - CONFRARIA DA PRODUÇÃO Currículo do proponente anexado nos documentos pertinentes CAPTAÇÃO DE RECURSOS, SECRETARIA, CURADORIA FEIRA DE ARTESANIAS E GRUPOS DE DANÇA, ASSESSORIA DE PRODUÇÃO – CTG 93 Com 70 anos de historia, o Centro de Tradições Gaúchas 93 surge na cidade de Bagé em setembro de 1952, com autonomia e independência: suas regras são os usos e costumes dos nossos ancestrais oriundos do campo, não sendo filiados ao MTG (Movimento Tradicionalista Gaúcho). Desde então, realiza diversas atividades no município com o intuito de cultivar as tradições gaúchas, através desfiles, invernadas e manifestações artísticas, festas campeiras, entre outras. Tudo sempre organizado pelos participantes da entidade, que atravessou com vida 70 anos graça as doações voluntarias de abnegados. Foram doações em dinheiro, bens, trabalho e presença. Trabalhos de graça visando apenas um ideal, o das tradições gaúchas. No decorrer destas reminiscências várias formas foram adotadas para angariar fundos como: Mensalidades; Doações para Remates de Semoventes, doses de Sêmen, Coberturas de Equinos, Obras de Arte; Doações em numerário, Livro de Ouro; Jantares e Almoços pagos pelos sócios e convidados; Aluguel das Instalações, ingressos de festividades, entre outros. O CTG, por seus anos de experiência e relação com a comunidade local e da região, será o responsável pela captação de recursos deste projeto, bem como pela curadoria dos participantes da feira de artesanias e pela equipe de assessoria de produção executiva que irá trabalhar durante os meses de execução do projeto. APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS CANTO, GUITARRA E POESIA Motivados pelo sentimento comum de amor pela arte e cultura, da poesia e da musicalidade Riograndense, Fabricio Vasconcelos e Leonardo Quadros, apresentam "Canto, Guitarra e Poesia", um projeto carregado de sentimento, nostalgia, e conteúdo musical e poético, que reverencia grandes nomes poetas da nossa cultura regional, como Aureliano de Figueiredo Pinto, Jayme Caetano Braun, Basílio Conceição, Luiz Carlos Borges, entre tantos outros. O duo "Canto, Guitarra e Poesia", resgata clássicos e obras que muitas vezes estão no lodo B da audição. Os recitados permeiam de emoção obras musicais memoráveis, escolhidas pelo teor e mensagem, trazendo um diálogo informal a respeito das obras. Um espetáculo que apresenta a perfeita interação da canção com a poesia. SONIDO DEL ALMA GAUCHA O grupo “Sonido del Alma Gaucha” foi formado no ano de 2003 com o objetivo de trazer ao palco os valores literários e musicais do Gaúcho, bem com músicas dos folclores uruguaio e argentino. As canções são escolhidas de forma a proporcionar um espetáculo animado e interativo oferecendo ao público entretenimento cultural. Lançou os CDs "Confraria de Fronteira" (2008); "Hermanos Pampeanos” (2010), indicado ao Prêmio Açorianos da Música na categoria Melhor Disco regional; “Rio-grandense e Platino” (2011), produzido pelo acordeonista Luciano Maia; e o CD PIÁ (2013), dedicado ao público infantil e também indicado ao Prêmio Açorianos da Música na categoria Melhor Disco infantil. A discografia completa, clipe e lives estão disponíveis em mais de 30 plataformas de música digital. Levou seu trabalho a mais de 50 cidades do Rio Grande do Sul, também no estado de São Paulo, em Assunción (Paraguai), Melo e Mercedes (Uruguai) e Buenos Aires (Argentina). Apresentou-se em diversos programas de televisão, destaque para o Galpão Crioulo da RBS TV, Galpão Nativo da TVE-RS, Alma Gaúcha da Rede Record, Coisas do Sul da TV Aparecida e “Wolmir Martins” da BAND-RS. Desde então mantém o propósito de, através da música, levar a mensagem da harmonia cultural existente entre Rio Grande do Sul, Uruguai e Argentina. DUPLA FOLCLORICA IBERÁ Formada pelos dançarinos, professores e pesquisadores Cecilia da Rosa Gatto e Jorge López Arezo, os quais se reúnem em 1997, denominando-se Pareja Folklórica Iberá (Par Folclórico Iberá), palavra de origem guarani, que significa “agua brilhante” ou “transparente”. Formados como Professores de Dança Folclórica Rioplatense (Argentina e Uruguai), iniciam sua atividade Profissional, vinculando-se a renomados professores e investigadores das danças como, os uruguaios Uruguay Nieto Lissardy, Fernando Assunção, Osvaldo Medina, os argentinos Luis Segundo Pereyra, José Lojo Vidal e Nanci Bocca, Marta Amor Muñoz, e Héctor Aricó, como também conheceram aos gaúchos Edson Gobbi Otton, e Joao Carlos D’ávila Paixão Cortes. Posteriormente obtém a formação de Instrutores de danças Tradicionais Gaúchas, pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), aprofundando os conhecimentos previamente adquiridos. Desde 1999 são representantes regionais no Uruguai, da Confederação Mundial de Profissionais da Dança (CIAD), coordenando eventos, simpósios e cursos, além de vincular-se com coletivos de pesquisa como Projeto “Fala Aí Professor” de dança gaúcha, e o Grupo de Estudos Dejando Huellas do Uruguai. Como Produtores Culturais, organizam desde 1998 na cidade de Rivera, o Festival Internacional de Danças Hermanando Patrias, recebendo grupos e academias de diversos países. Somam até o momento mais de vinte prêmios internacionais de dança, assim como reconhecimentos departamentais, nacionais, com apresentações na Argentina, no Brasil, e em todo o Uruguai. Destacando o Prêmio Marco de Prata 2005, categoria Artes, outorgado pela Junta Departamental de Rivera (Câmara de Vereadores), Prêmio Melhores CIAD 2005 e reconhecimento pela Trajetória em Dança 2008, ambos conferidos pela Confederação CIAD, na categoria de Folclore. Sendo condecorados em 2017 com o “Reconhecimento de Honra como forjadores da cultura, no marco da profissionalização da arte da dança como emblema de paz e humanidade”, outorgado pelo Honorável Senado da Nação, na cidade de Buenos Aires, Argentina. Em 2015, inauguram o Centro de Arte Ceci Gatto, no qual reúnem formações a cursos de diversas disciplinas da arte, desenvolvendo artistas e formadores, com diversas propostas, recebendo inclusive profissionais de outros países. Desenvolvendo em 2016 a formação profissional de Técnicos em Danças Folclóricas Platinas, contendo mesmo assim conhecimentos das danças tradicionais gaúchas. Formação a qual assistem alunos de diversas localidades do país. Desde suas cidades de origem, Rivera e Livramento, Cecília e Jorge, respectivamente, difundem a cultura do gaúcho platino e rio-grandense, pesquisando continuamente as expressões e essência do homem rural e campesino destas pampas. Expressando pela arte da dança e do teatro, criando estampas argumentais, pelas quais transmitem as realidades regionais. Atuando profissionalmente, já se apresentaram em todo o Uruguai, em diversas províncias da Argentina, e nos estados do Sul do Brasil. Compartilhando palco com artistas de renome local, nacional e internacional como: Víctor & Daniel, Turcatti & Pereira, Carlos E. “Yoni” de Mello, Manuel Oribe Fernández “Manolo”, Héctor Numa Moraes, Enzo Castro, Catherine Vergnes, entre outros. Também com os Fronteiriços e gaúchos, Juliano Moreno, Leonel Gómez, Daniel Cavalheiro, Fabiano Torres e Nicole Carrión, e os Argentinos Juan Falú de Buenos Aires, e Diego Arolfo de Santa Fé. LEONEL GOMEZ Natural de Sant’Ana do Livramento/RS, músico, instrumentista, compositor, arranjador e intérprete. Iniciou nos festivais, com diversas premiações. Indicado para o Troféu Açorianos em diversas edições. Participou do filme CERRO DO JARAU executando a música instrumental Bolicho da Linha. Tem como parceiros os poetas, Rogério Ávila, Jaime Caetano Braun, Sérgio Carvalho Pereira, Gujo Teixeira, Tadeu Martins, Anomar Danúbio Vieira, Evair Gomez, Fernando Soares entre outros. Possui diversas composições gravadas por artistas consagrados como Luis Marenco, César Oliveira e Rogério Mello, Jarí Terres, Shana Muller entre outros, e 09 albuns lançados. Continua em descrição das atividades...

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.