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A presente proposta prevê a realização do projeto "Fotogalerias" que propõe a transformação de espaços públicos em verdadeiras "galerias a céu aberto" dedicadas à Fotografia com a realização de exposições de fotografia em praças públicas.
Serão realizadas três exposições em espaço público, grande formato. As temáticas abordadas por cada exposição ainda será definida na etapa de pré-produção, pela equipe de curadoria. Um das exposições serão voltada para fotógrafos/artistas mineiros As outras duas exposições serão realizadas com fotógrafos convidados Todas as exposições acontecem em praça pública na cidade de Belo Horizonte.
Objetivo Geral A presente prosta prevê a estruturação de uma galeria a ceu aberto dedicada à fotografia, na cidade de Belo Horizonte. Exposições realizadas no espaço público visando transformar a relação da população local com a rua, com o bairro, com a cidade, ampliar a percepção de pertencimento e zelo por meio da experiência cultural, da fruição artística, são os principais objetivos do projeto. SerÃo realizadas 3 exposições sendo uma delas via chamada aberta e seleção de fotógrafos mineiros e as outras duas com fotógrafos convidados. Objetivo Específico - Realização de 3 exposições fotográficas em espaço público de Belo Horizonte. - Realização de 3 eventos de abertura das exposições com realização de palestra sobre a relação da arte com o espaço público - Produção de uma plataforma virtual com as imagens e textos das obras expostas - acessibilidade
Para realizar um projeto integralmente gratuito, pautado na premissa da democratização de acesso à cultura, é fundamental contar com a chancela do Ministério da Cultura e o mecanismos de incentivo. No que se refere aos enqudramentos do projeto, indicamos abaixo os incisos do Artigo 1o, da Lei 8.313/91 com os quais o projeto se relacina: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modoa:III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto apresenta o trabalho de artistasbrasileiros.VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; oprojeto prevê a produção de arte em espaço público, contribuindo com a difusão de bens culturais.___________________________________ Já em relação ao artigo 3°, indicamos o enquadramneto abaixo: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados osrecursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. Realização de exposição de artes emcinco cidades brasileiras.
Montagem de uma galeria de fotografia em espaço público. Estruturas fixas para exibição de fotografias em grande formato. Previsão da apresentação de aproximadamente 40 fotografias de grande formato por exposição - quantidade exata será definida na etapa de pré-produção/curadoria Apresentação de imagens fotográficas e textos curatoriais.
PRODUTO EXPOSIÇÃO Acessibilidade Física: as exposições serão realizadas em praça/espaço público que não presente restrição de acessos à pessoas com deficiência de mobilidade Acessibilidade de Conteúdo: o projeto prevê a realização de uma plataforma virtual que contenha plug-in de acessibilidade como o V-Libras, ferramentas para pessoas com baixa visão e audiodescrição #paratodosverem Placas em Braille serão expostas com os textos e legendas da exposição.
Democratização de Acesso O acesso a todos os produtos culturais gerados pelo projeto é integralmente gratuito e irrestrito. Ampliação de Acesso No que se refere à ampliação de acesso, o projeto adotará a seguinte ação: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;
O proponente será responsável por toda a gestão do processo administrativo e decisório do projeto. O proponente possui experiência comprovada e prestação de contas apresentada de outros projetos. O proponente assume a coordenacao geral, curadoria e produção executiva NITRO Histórias Visuais (Belo Horizonte/MG). Um coletivo de contadores de histórias visuais. Ao longo de 13 anos, realizou a transição de uma agência clássica de fotografia para uma produtora de conteúdo transmídia. Tem o objetivo de documentar as mudanças que afetam a sociedade brasileira e preservar os registros de nossa história visual. Fotógrafos, diretores audiovisuais e escritores, sediados em Belo Horizonte, Minas Gerais, são experientes produtores de conteúdo multimídia para projetos documentais, reportagens editoriais e ações culturais e educativas. São capazes de transformar pequenas ideias em grandes projetos de comunicação. Para isso, a NITRO explora diferentes técnicas (fotografia, vídeo, animações, literatura, roteiros, stop-motion e timelapses) e formatos (audiovisual, webséries, revistas, exposições, livros, e-books, entre outras), sem nunca abrir mão da qualidade de suas narrativas visuais. No audiovisual, sua equipe está preparada para atuar desde a concepção de ideias e roteiros até a finalização filmes, séries e webséries. Temas como a Memória, História (pessoal ou corporativa), Política, Cultura, Direitos Humanos, Esportes, Natureza e Meio Ambiente e Retratos, são sempre referências nos principais trabalhos executados pela NITRO, mantendo sempre os olhos voltados para as transformações no Brasil. Mesmo com a criação apontada para o futuro, a NITRO tem apreço ao registro do passado. Seu banco de imagem conta com mais de um milhão de imagens. Destas, 40.000 estão acessíveis no arquivo on-line (arquivo.nitroimagens.com.br). A excelência da NITRO tem sido reconhecida com prêmios em importantes festivais nacionais e internacionais de Cinema, Fotografia e Literatura. Foi a grande vencedor da Mostra de Cinema de Tiradentes (Prêmio do Júri); do Prêmio Jabuti 2012 (categoria Fotografia), maior premiação da literatura brasileira; do Festival Cinefoot (Prêmio do Júri); de Melhor Fotografia do Festival de Cinema dos Sertões; da mostra de Super8 do Festival de Gramado; do Prêmio New Holland de Fotojornalismo; do Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo; do Concurso Itaú BBA de Fotografias; do Prêmio BNB de Jornalismo e do National Geographic de Fotografia de Aventura. . Os treze anos de mercado também chancelaram a NITRO a criar seu braço educacional. Há três anos, seus profissionais ministram cursos, oficinas e workshops. Os temas vão desde técnicas de Fotografia, passando ao Audiovisual até a produção completa de conteúdo, como na publicação experimental #ND. A NITRO também atua no mercado editorial (NITRO Editorial), com sua própria editora que publicou sete livros, incluindo Beira de Estrada, Harpia e Os Chicos. O último foi premiado com o Prêmio Jabuti, o mais prestigiado prêmio da literatura brasileira. Gustavo Nolasco Roteirista, escritor e jornalista. Membro da Academia Marianense de Letras. Sócio da NITRO Histórias Visuais. Coautor dos livros “Os Chicos” (coautoria de Leo Drumond, 2011), vencedor do Prêmio Jabuti 2012, na categoria Fotografia, “Nossa sala de troféus” (2016), “Jardins da Arara de Lear (2017) e “Projeto Harpia 20 anos” (2018), todos pela NITRO Editorial. Editor do livro “Mariana: assim nasceram as Minas Gerais” (Roque Camêllo, NITRO Editorial, 2016). Atua como jornalista desde 2000. Passou por jornais mineiros (Diário do Comércio e O Tempo); atuou como assessor de Comunicação do Governo de Minas Gerais (2003/2011); criou e foi o editor dos jornais A Semana (2003/2004) e A Sirene (2015/2016, publicação dos atingidos pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana/MG. Atualmente é cronista semanal do Jornal Estado de Minas, onde assina a coluna “Da Arquibancada”. No audiovisual, foi codiretor e roteirista de sete curtas-metragens: “Azul Escuro” (2018), vencedor do Festival Cinefoot 2019; “Eterno | Um capítulo incontestável” (2017), finalista do Sport Movies International Fest Festival 2019 (FICTS); “Você me deixou perder a hora” (2015), exibido no Festival Internacional Paraty em Foco 2015; “Barriga no balcão” (2014); “Impóriu dos Malas” (2013), exibido no Festival de Fotografia de Tiradentes 2013 e “Os Chicos” (2011), selecionado para o Festival Vale Curtas 2014. Foi roteirista ainda de um longa-metragem (“Estrada Natural”, de Émerson Penha/em finalização) e teve o roteiro do longa-metragem “O Pacto”, selecionado pelo Fundo Municipal de Cultura de Belo Horizonte 2017. Nas Artes Integradas, é autor do projeto transmídia “Moradores – A Humanidade do Patrimônio Histórico”, que está na sua oitava temporada, tendo passado por cinco estados (SP, RJ, MG, BA e PE) e 20 cidades brasileiras, com um público superior a 3.500.000 pessoas e reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como uma ação contemporânea de Educação Patrimonial. Nas Artes Visuais, é coautor das exposições multimídias “O Rio São Francisco me contou” (realizada pelo Instituto Oi Futuro/MG em 2014) e “Os Malas” (realizada durante o Festival Foto em Pauta Tiradentes/2013). Leo Drumond - Fotógrafo Leo Drumond é formado em Design Gráfico pela UEMG. Atuou na Agência 1° Plano e no Jornal Hoje em Dia como repórter-fotográfico. Em 2003 fundou, ao lado de Bruno Magalhães e Marcus Desimoni, a NITRO Histórias Visuais. Em 2005 participou da primeira turma de trainees de fotografia do jornal Folha de São Paulo. Em 2007 foi o vencedor do prêmio Banco do Nordeste, na categoria mídia impressa-foto. Neste ano realizou seu primeiro grande projeto autoral: o Beira de Estrada, no qual percorreu 25 mil quilômetros de estradas mineiras, documentando todo universo do entorno das rodovias. O projeto virou livro e exposicão e foi lançado em março de 2010. Entre 2009 e 2001 percorreu o Rio São Francisco em busca dos “Chicos”, projeto em parceria com o jornalista Gustavo Nolasco. Os Chicos, lançado no fim de 2011, ganhou o Prêmio Jabuti de Melhor Livro de Fotografia. A exposição do projeto circulou por Tiradentes, Uberlandia e Belo Horizonte. Em 2013 e 2014 realizou, como professor e editor, 6 edições da publicação ND, revista educacional que é fruto de workshops realizados em festivais de fotografia. Atualmente desenvolve o Projeto Voz, série de iniciativas ligadas à comunicação que acontecem dentro de unidades prisionais.
PROJETO ARQUIVADO.