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O projeto "Elis, Minas e eu" é um espetáculo em forma de turnê musical em que a cantora Letícia Garcia homenageia Elis Regina, Minas Gerais e seus compositores. Neste show a cantora Letícia Garcia reinterpreta canções de compositores mineiros que Elis Regina gravou. Elis, considerada por muitos como a maior cantora brasileira de todos os tempos, foi a principal responsável por alavancar a música de compositores como João Bosco, Lô Borges, Tavito, Tunai, o mineiro de coração Milton Nascimento, entre outros. Ao gravar tais canções, concedeu visibilidade nacional e até mundial a música mineira.
Espetáculo Musical "Elis, Minas e eu". Intérprete:Letícia Garcia e banda. Classificação etária Livre. Sinopse: Considerada por muitos a maior cantora brasileira de todos os tempos, aclamada no Brasil e no mundo, Elis Regina, a cantora gaúcha sempre inspirou e emocionou com a sua potência vocal, musicalidade, presença de palco, dentre tantas outras singularidades. E foi com o propósito de celebrar a sua vivacidade e o seu legado que surgiu o espetáculo “Elis, Minas e eu". No projeto de sua autoria, Letícia Garcia faz releituras de composições mineiras que foram gravadas e eternizadas na voz de Elis, costurando, assim, a sua própria história. Este elo entre Elis Regina e Minas Gerais é enaltecido na voz de Letícia Garcia, cantora de origem fluminense, que foi radicada e teve a sua carreira pavimentada no município de Itabirito, na região central do estado de Minas Gerais. Assim como, o também carioca, Mílton Nascimento, Letícia elegeu Elis como a sua grande referência e inspiração. O projeto começou a ser desenvolvido em 2018, quando a cantora percebeu a necessidade de fazer um show para além de bares e festas populares, montando um espetáculo voltado para o Teatro em que ela pudesse explorar diversas texturas e sensações, integrando no repertório canções de compositores mineiros que Elis gravou. Isso pode ser visto até no cenário do show, composto por camadas de tecidos e criando a ilusão de um mar de montanhas. Apesar de ser carioca, Mílton, foi criado em Minas e tem coração mineiro, não poderia ficar de fora do repertório e aparece no espetáculo em canções como “Morro Velho”, ou nas suas parcerias com Fernando Brant, em “Canção da América”, “Caxangá” e “Maria Maria”. Também fazem parte do repertório, músicas dos mineiros Tunai, em “Agora tá”, e João Bosco, em “O bêbado e a Equilibrista”; dentre outros sucessos. O espetáculo que já passou pela Casa de Cultura Maestro Dungas, em Itabirito, pelo Theatro Municipal Casa da Ópera, em Ouro Preto, Teatro Santo Agostinho e Teatro da Funarte, ambos em Belo Horizonte-MG.
Objetivo Geral Fomentar e difundir a cultura musical de Minas Gerais, através de reinterpretações de canções mineiras gravadas por Elis Regina, feitas pela cantora Letícia Garcia, a fim de alcançar o maior número possível de pessoas. Objetivo específico 1 _ Realizar 8 apresentações do espetáculo musical "Elis, Minas e eu" com entrada gratuita. As 8 apresentações acontecerão durante aos 4 meses de execução do projeto.2 _ Realizar a gravação em vídeo do espetáculo na íntegra e disponibilizá-lo gratuitamente na plataforma do Youtube. O vídeo terá legendagem descritiva a fim de ampliar o acesso do conteúdo cultural produzido pelo projeto para pessoas com deficiência auditiva.
a) O desenvolvimento do espetáculo musical "Elis, Minas e eu" justifica-se pela necessidade do resgate da música de compositores mineiros que deixaram um legado literário e musical tanto para o Brasil como para o mundo, através da cantora Elis Regina e que têm a oportunidade de serem apresentadas a um novo público e revivida, pelos que já a conhece, por iniciativas de pesquisa e valorização destas riquezas, proporcionadas por leis de incentivo.Alia-se a esta iniciativa a motivação da temática feminina tão amplamente presente no dia-a-dia brasileiro através da imprensa, nas telenovelas, no cenário político que nos mostram as realidades positivas e negativas da movimentação das mulheres, que correm atrás de seu espaço e na expectativa de marcarem presença nos mais diversos espaços do mercado de trabalho e na sociedade de modo geral. O espetáculo "Elis, Minas e eu" é um projeto que visa promover uma reflexão sobre a importância da valorização da música, em especial a mineira, além de propor também uma reflexão sobre a necessidade de posicionamento da mulher em todas as instâncias sociais, ocupando espaços e manifestando seja de que forma for as suas capacidades e competências. Pretende-se realizar 14 espetáculos musicais em 14 cidades mineiras, incluindo cidades do quadrilátero ferrífero e cidades históricas, fazendo uma ponte entre a cultura musical mineira e o patrimônio histórico mundial, gerando trabalho e ocupação para profissionais da música, cenografia, figurino, sonorização, iluminação, técnica, artistas locais e afins. Na expectativa da ocupação de artistas e músicos locais, movimentar a cadeia produtiva da cultura e gerar ocupação e renda, ainda que de forma temporária, pensamos em produzir este espetáculo circulando por cidades do quadrilátero ferrífero de Minas Gerais e cidades históricas, onde também estão as potenciais patrocinadoras para iniciativas de fomento cultural. b) Incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 o projeto se enquadra: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. c) Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural;d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
O espetáculo pretende, através de turnês no estado de Minas Gerais, fomentar Cultura através da preservação de obras primas musicais mineiras. O espetáculo também fomenta o mercado cultural, com a criação direta de 16 empregos e indireta de aproximadamente 40, sendo profissionais do setor cultural das cidades contempladas, do setor alimentício, do setor hoteleiro e setor turístico. Em cada show haverá a presença de uma intérprete de libras para fazer a tradução para os surdos. Além disso, o show contempla 18 faixas com 20 canções, dentre as mais de 70 gravadas por Elis Regina, e os direitos aurorais serão preservados, sendo todos recolhimentos feitos para a preservação dos direitos dos compositores. A equipe é formada por majoritáriamente por pessoas residentes da cidade de Itabirito-MG, sendo esta cidade, o ponto de partida de todos os trajetos estabelecidos no projeto.
"Elis, Minas e eu" é um espetáculo que nasceu na cidade de Itabirito, conta com uma equipe composta por aproximadamente 15 pessoas, que trabalham diretamente no show. A grande maioria reside em Itabirito e a outra parte, alguns músicos, residem em Belo Horizonte. O show tem duração aproximada de 90 minutos, exige pelo menos 3 horas para a montagem do palco, tempo destinados a cenografia, montagem do som e passagem de som. Para a desmontagem do espetáculo, aproximadamente 1 hora. O repertório é constituido por 18 faixas e 20 canções, são elas: "Elis, Minas e eu" 1 – Ponta de areia (Fernando Brant / Milton Nascimento) Fé cega, faca amolada (Milton Nascimento / Ronaldo Bastos) Maria Maria (Fernando Brant / Milton Nascimento) 2 – Corsário (Aldir Blanc / João Bosco) 3 – O que foi feito devera (Fernando Brant / Márcio Borges / Milton Nascimento) 4 – Canção do Sal (Milton Nascimento) 5 – Canção da América (Fernando Brant / Milton Nascimento) 6 – Aquarela do Brasil (Ary Barroso) 7 – Bala com bala (Aldir Blanc / João Bosco) 8 – Agora tá – (Tunai / Sérgio Natureza) 9 – O mestre sala dos mares (Aldir Blanc / João Bosco) 10 – O bêbado e a equilibrista (Aldir Blanc / João Bosco) 11 – Morro velho (Milton Nascimento) 12 – Travessia (Fernando Brant / Milton Nascimento) 13 – Como nossos pais (Belchior) 14 – Casa no campo (Tavito / Zé Rodrix) 15 – Nada será como antes (Milton Nascimento / Ronaldo Bastos) 16 – O trem azul (Lô Borges / Ronaldo Bastos) 17 – Para Lennon e McCartney (Fernando Brant / Lô Borges / Márcio Borges) 18 - Caxangá - (Fernando Brant / Milton Nascimento)
Acessibilidade física: As apresentações estão previstas para espaços públicos como teatros ou espaços de eventos já dotados de equipamentos de acessibilidade para a locomoção no espaço físico (banheiros, rampas, guias tãteis), ainda assim está prevista a adequação destes espaços caso seja necessário; Item da planíha orçamentária: Locação de teatros - O espetáculo terá em sua equipe uma intérprete de libras, que será responsável pela comunicação com deficientes auditivos durante os shows, interpretando as letras das canções e recados importantes relacionado aos eventos. Item da planíha orçamentária: Intérprete de libras Acessibilidade para deficientes visuais - O programa do show, contendo o repertório e respectivos compositores das canções, será impresso em braile para melhor atender ao público deficiente visual. Além disso, serão reservadas cadeiras na primeira fileira para pessoas com deficiência visual e seus respectivos acompanhantes, sendo eles pessoas ou cães guias. - Item da planilha:Cópias Acessibilidade para deficientes intelectuais - Serão reservadas cadeiras na primeira fileira para pessoas com deficiência intelectual e seus respectivos acompanhantes, permitindo a elas estarem próximas ao palco para melhor compreensão do espetáculo. Além disso, a equipe de produção estará treinada para recepcioná-las.
a) A classificação indicativa para este show é LIVRE; b) 60% dos ingressos para as apresentações serão distribuidos gratuitamente na bilheteria dos locais dos shows, através de tratado com os responsáveis pelos teatros, espaços e prefeituras aonde acontecerão os shows. Serão disponibilizados dia, hora e local do evento; c) 20% dos ingressos serão destinados a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidadereduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; d) 10% dos ingressos serão destinados a incentivadores, patrocinadores e/ou doadores, comforme o parágrafo único do artigo 31 do Decreto nº 10755, de 26 de julho de 2021.; e) 10% serão distribuidas por meio de ações promocionais por parte do proponente; f) Alguns momentos dos ensaios serão transmitidos através de lives nas redes sociais. g) Será realizada a gravação em vídeo do espetáculo na íntegra e disponibilizada gratuitamente na plataforma do Youtube. O vídeo terá legendagem descritiva afim de ampliar o acesso do conteúdo cultural produzido pelo projeto para pessoas com deficiência auditiva. h) Realizar 1 ensaio aberto em Itabirito, com duração de 90 minutos cada, com roda de conversas em backstage, o tempo desses eventos é proporcional ou maior a vinte por cento do tempo de duração do quantitativo das 8 apresentações; (Contrapartida Social) i) Disponibilizar, na internet, registro áudio visual. Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VIII - realizar atividades culturais nos estabelecimentos prisionais das unidades da federação; IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; e X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC).
Proponente e Coordenadora Geral: Letícia Garcia da Silveira além de ser a cantora de espetáculo, será a responsável legal e por toda a gestão do projeto, desde o planejamento, o processo decisório, a gestão técnico-financeira à prestação de contas. Coordenará as atividades e ações previstas para as todas edições dos shows. Natural de Porciúncula-RJ, iniciou sua trajetória participando de edições dos Festivais da Canção de sua cidade. Em 2016, radicou-se em Itabirito – MG onde fez shows e participações com artistas renomados: Show Trajetória – 2017, Carnavais e pré-carnavais de Itabirito, Ouro Preto e Condomínio Morro do Chapéu (BH), Feira Literária de Itabirito, Festival Gastronômico de São Bartolomeu, Festa do Pastel de Angu em Itabirito, Festival Cultural de Miguel Burnier. Integra o grupo musical Minabloco como vocalista e percussionista. Coordena e interpreta o show "Elis, Minas e eu”, já realizados na Casa de Cultura Maestro Dungas (Itabirito) - 2018 e Theatro Municipal Casa da Ópera (Ouro Preto) – 2019, Teatro Santo Agostinho e Teatro Funarte ambos em Belo Horizonte e em 2022. Lidera uma roda de samba no tradicional Bar da Nida em Ouro Preto – MG. Em 2020, lançou seu primeiro EP autoral, “Raiz” e também gravou o jingle tema do carnaval de Itabirito, o “Itabirito Folia”. No mesmo ano, gravou o Show “Vai levando”, homenagem a Chico Buarque e Maria Bethânia, no Teatro Santo Agostinho (Belo Horizonte) em parceria com o cantor Thelmo Lins, disponível no YouTube. Em 2021 lançou o single “Teresa da Praia”, música selecionada como finalista para o Festival da Canção de Itabirito do mesmo ano. Diretor Artístico - Ubiraney Silva Foi cantor e fundador do Coral Canarinhos de Itabirito. Foi aluno de canto do Professor Eládio Perez Gonzales da Fundação de Educação Artística em Belo Horizonte. Participou da Fundação de Arte Madrigal Renascentista, onde atuou também como dirigente, entre 1986 e 2004, realizando turnês pelo Brasil e Europa. De 2001 a 2003 foi Analista de Projetos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. Foi Delegado da Ordem dos Músicos do Brasil e aluno da Babaya Escola de Canto em Belo Horizonte. É Geógrafo e Analista Ambiental, Pós-Graduado em Gestão do Patrimônio Cultural, Histórico, Meio Ambiente e Turismo e em Empreendedorismo e Gestão Social. Produtor Cultural, gerenciou por 12 anos o Circuito VDL de Arte e Cultura e também atua na área da gestão pública da cultura, trabalhando por 30 anos como Secretário de Patrimônio Cultural e Turismo dos municípios de Santa Luzia e Itabirito–MG. Produtor - José Carlos de Oliveira Graduado em Licenciatura em Educação Artística Habilitação em Artes Plásticas – UEMG. MBA em Administração do 3º Setor – Núcleo de Pós Graduação do Pitágoras BH/MG. Proponente e Produtor Executivo dos projetos Circuito VDL de Arte e Cultura e Salão de Arte de Itabirito, projetos de continuidade viabilizados por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. Autor dos monumentos públicos “Sá Carolina”, “Virtudes” e “Capoeira Patrimônio da Humanidade”, instalados em Itabirito/MG. Atuou como Diretor Municipal de Cultura e membro dos Conselhos Municipais: Políticas Culturais; Urbanismo; Patrimônio Histórico e Natural, e também na Comissão Técnica de Análise de Projetos Culturais – CTAP da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Itabirito de 2013 a 2019. Membro da Rede de Articuladores de Cultura do Interior de Minas Gerais. Diretor da JC Oliveira – Gestão de Projetos Socioculturais. Consultor da empresa Planeta D Treinamentos na área de desenvolvimento de projeto socioculturais em comunidades impactadas pela mineração. Pianista: Júlia Carvalho Graduada em Música pela Universidade Federal de Ouro Preto (IFAC/UFOP) e em piano/teclado do curso livre de música popular da escola Bituca. Iniciou seus estudos no Coral Canarinhos de Itabirito e na Academia Libre Cantare. Atuou em projetos como: Recital de Piano Solo no Espaço Luz Eventos, Itabirito-MG; Correpetidora na UFOP; Participante no BDMG Jovem Músico com Filipe Santos em 2015; Participante dos Concertos de Outono na UFMG em 2016; Atualmente é pianista e backing vocal da cantora Letícia Garcia e cantora e instrumentista no Canarinhos Em Cena. Em 2019 participou do VI Jazz & Blues como Júlia Carvalho Quarteto. Fundadora, pianista, cantora, regente, produtora e arranjadora do grupo percussivo Minabloco. Professora de música nas escolas APAE Itabirito (Associação de Pais e Amigos de Excepcionais) e Escola Ephigênia de Oliveira Batista. Violonista, arranjador e diretor musical: Daniel Rodrigues Graduado em Licenciatura em Música com habilitação em Violão pela Universidade do Estado de Minas Gerais, estudou nos cursos básico e técnico da Escola de Música Villa-Lobos - RJ. Lecionou e coordenou o Curso Elite Musical, unidade Barra da Tijuca, lecionou no Colégio e Curso PENSI-RJ. Ingressou na Associação Cultural de Serestas Descendo a Ladeira, onde foi diretor musical e artístico. Em 2017 apresentou o “Duo Cochichando” no Museu da Oratória em Ouro Preto. Em 2018, criou o Arte no Parque em parceria com a prefeitura de itabirito. Dirigiu os espetáculos; "Os Inconfidentes no Choro - Centenário de Jacob do Bandolim" em Itabirito-MG em 2018, "Elis, Minas e Eu" em 2018, 19, 20 e 22 com a cantora Letícia Garcia em Itabirito, Ouro Preto e Belo Horizonte, "Vai levando" com Thelmo Lins e Letícia Garcia em 2020 em Belo Horizonte. Atualmente é coordenador do Projeto “Grupos de Serestas de 0 a 100”. Baixista: Thiago Henrique dos Santos É bacharelando em Música Popular pela UFMG. Recebeu grande influência musical da família, iniciando, portanto, sua caminhada musical aos 12 anos de idade. Foi vencedor do Prêmio Jovem Instrumentista BDMG 2019, tendo como professor o renomado contrabaixista e compositor Aloizio Horta. É integrante da Aurora Boreal Jazz Band, tendo se apresentado em importantes casas e festivais de Belo Horizonte, como o Savassi Festival 2019, Bar do Museu do Clube da Esquina, Café com Letras, entre outros. Em 2022 acompanhou a artista Letícia Garcia no Julifest e também participou do Glaw Nader Octeto no Savassi Jazz Festival, entre outros diversos trabalhos. Como sideman, acompanha artistas de diversos gêneros musicais como Samba, MPB, Jazz, Sertanejo, Axé, Rock, Blues, entre outros. Baterista: Isaac Vieira Couto É baterista há 21 anos. Tocou e/ou gravou com artistas como: Toninho Horta, Lo Borges, Cláudio Venturini (14 Bis), Telo Borges, Eros Biondini, Davidson Silva, entre outros. Atuou em shows pelo Brasil, Peru e Estados Unidos. Em 2008, no intuito de aprimorar os conhecimentos no instrumento ingressou na escola Pro Music onde fez aulas com o dinamarquês Bo Hilbert. Formou-se pela BITUCA - Universidade de Música Popula e é bacharel em Música Popular pela UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais. Percussionista: Rafael Pereira Iniciou ainda na infância os estudos dos instrumentos de percussão de forma autodidata, inspirado no pai e no irmão. Ainda criança participou do bloco percussivo Axé Igbá. Integrante e cofundador da banda Sakasamba, também acompanhou diversos artistas renomados na região como Serginho Barbosa, Letícia Garcia dentre outros. Toca há mais de 10 anos nos carnavais e Julifests, festas tradicionais da cidade de Itabirito-MG. Em 2019 participou da oficina de percussão ministrada pelo professor Marco Lobo. Atualmente acompanha artistas da cidade de Itabirito e região e dá aulas particulares de percussão. Saxofonista: Álvaro Ferreira Estuda música desde os 6 anos de idade por influência da família. Iniciou pela flauta doce e alguns anos depois ingressou na Corporação Musical União Itabiritense onde iniciou seus estudos ao saxofone. Já se apresentou junto as Corporações musicais da cidade de Itabirito, acompanhou diversos artistas da cidade como Sofia Laura, Letícia Garcia, Os Inconfidentes no Choro dentre outros. Atualmente acompanha esses artistas, toca em cerimonias matrimoniais e bares e festas particulares.
PROJETO ARQUIVADO.