Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Este projeto vai viabilizar a produção de um documentário de média metragem com duração de 52 minutos, no formato 4K (3.840 x 2.160), que vai registrar a conexão entre a beleza da floresta amazônica com os costumes e rotinas de personagens de Cachoeira Porteira, uma das comunidades quilombolas mais importantes do Brasil, localizada no coração da floresta amazônica do estado do Pará. O documentário será disponibilizado de forma gratuita no site da proponente (virtual).
Uma comunidade quilombola do coração da Amazônia mantém a sua floresta em pé como forma de resistência para proteger sua identidade, cultura e ancestralidade. Cachoeira Porteira é uma das comunidades quilombolas mais importantes do Brasil. É a maior área quilombola titulada e a segunda maior do país - localizada na Amazônia paraense. Formada no final do século XVII, conquistou recentemente o título de suas terras após mais de 400 anos de resistência, driblando ameaças como a exploração madeireira, a mineração e o garimpo. O documentário revela como a comunidade enxerga sua relação entre passado, presente e futuro e a luta para preservar a identidade. E traça caminhos para as novas gerações mantendo a floresta de seu território em pé como forma de resistência para proteger sua cultura e ancestralidade. Classificação indicativa: livre.
O OBJETIVO GERAL do Projeto é viabilizar a produção de um documentário de média metragem de 52 minutos, que será disponibilizado de forma gratuita no site da proponente, o que vai contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (inciso I, Art. 1º, Lei n° 8.313 de 12/1991). O média metragem vai revelar como a comunidade quilombola de Cachoeira Porteira enxerga sua relação entre passado, presente e futuro e a luta para preservar a identidade e traça caminhos para as novas gerações mantendo a floresta como sendo seu território em pé como forma de resistência para proteger sua cultura e ancestralidade (inciso IV, Art 1º, Lei n° 8.313 de 12/1991). OBJETIVOS ESPECÍFICOS do Projeto Cultural: - Produzir um documentário de média metragem com duração de 52 minutos e será disponibilizado no âmbito online no formato Full HD (1920 x 1080 pixels). - Promover uma sessão gratuita de exibição do documentário para os quase 190 habitantes de Cachoeira Porteira - Estima-se que o documentário atinja cerca de 5.000 pessoas (5.000 visualizações)
O Projeto encontra-se de acordo com o inciso I, do Art.1º da Lei 8.313/ 91, pois o mesmo vai contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, tendo em vista que o acesso ao documentário será gratuito por meio do site da proponente e da plataforma vimeo, o que tornará o produto relevante para a cultura. O produto cultural do projeto também será responsável pela geração do interesse não só das pessoas da comunidade de Cachoeira Porteira , mas também de outras comunidades quilombolas do Brasil e curiosos em histórias de comunidades tradicionais do público externo, já que a temática do documentário traz um olhar sensibilizado a um local longínquo, mas de grande representatividade no cenário de resistência dos negros no Brasil. A proponente informa que o Projeto também vai, de acordo com o inciso III, do Art.1º da Lei 8.313/ 91, apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, tendo em vista que o documentário vai dar a devida importância a uma comunidade quilombola de muita importância no cenário nacional, mas pouco reconhecida pelos cidadãos brasileiros, já que muitos não tem ciência da existência deste local e o quanto foi necessário para o simbolismo da resistência dos negros que fugidos de colonizadores, acharam esse pequeno pedaço de terra protegido por rios com quedas d’água e que evitaram a aproximação dos portugueses, o que gerou o nome de "Cachoeira Porteira". O projeto incentiva a produção audiovisual brasileira, através de um tema importante para o público alvo desejado e, além disso, irá gerar postos de trabalho para todas as etapas do projeto, tais como, cinegrafistas, roteiristas, editores, designers, assistentes de som/luz, produtores locais, entre outros. A temática do documentário traz voz e notoriedade à localidade retratada e aos personagens envolvidos, pois, caso não houvesse uma obra audiovisual como essa, talvez a comunidade continuasse sendo desconhecida para muitos brasileiros, mesmo tendo sido um quilombo de muita relevância. Além disso, o Projeto encontra-se enquadrado nas finalidades do Art.3 da Lei 8.313/9, precisamente nos Inciso II, alínea a, pois o Projeto trata-se da produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural. Assim, o Projeto irá ajudar na difusão dos bens culturais nacionais, já que a comunidade retratada é um importante símbolo quilombola e que mantém a sua floresta em pé como forma de resistência para proteger sua identidade, cultura e ancestralidade.
A aba deslocamentos está registrada da seguinte forma: "Rio x Manaus" - 02 idas (meio: avião "Manaus x Oriximiná (PA)" - 02 idas (meio: barco) Orixminá (PA) x Manaus - barco Manaus x Rio - avião Na planilha orçamentária os gastos com esses deslocamentos estão detalhados nas seguintes rúbricas: Passagens Aéreas: Trechos Rio x Manaus x Rio Embarcações: Locação de barco para deslocamento hidroviário entre Manaus x Oriximiná (PA) (município aonde se localiza a comunidade de Cachoeira Porteira). Hospedagem sem alimentação: Hospedagem em Oriximiná (PA) Refeição: Verba para alimentação da equipede produção em Oriximiná (PA)
Especificações Técnicas Para a realização dos registros audiovisuais, serão utilizados equipamentos de alta tecnologia para filmagens parciais em 4K incluindo cenas em câmera lenta e timelapses. Segue a lista dos equipamentos e insumos pretendidos para as gravações: 2.1 - Câmeras: Sony A7 III e A7 IV Go Pro Hero 8 Drone Mavic Air 2S 2.2 – Lentes: Canon e Sony: 70-200mm 1.8 24-70mm 1.8 20mm 1.8 50mm 1.8 35mm 1.2 2.4 – Outros Equipamentos e insumos como: Gimbal Crane 3 Mic RODE Pro Plus Tripé de vídeo Kit de luzes Macbook Pro 15 Filtros, Baterias e HDs externos diversos Descrição técnica do produto final: O processo de edição do documentário será realizado no Rio de Janeiro e contará com uma das maiores expoentes do documentário brasileiro nesta função: a experiente Jordana Berg. Após esta fase, serão exercidas diversas atividades de pós-produção legendagem, colorização, mixagem, masterização e toda a etapa de finalização e confecção do produto final do documentário que deverá ter um longa metragem. A montagem do documentário será realizada no Rio de Janeiro e contará com as seguintes ações: · Desenvolvimento do roteiro de montagem; · Organização do material captado · Contratação de editor de vídeo dedicado exclusivamente à montagem do documentário. · Correção de cor (color grading) · Trilha sonora · Mixagem/Masterização Áudio; · Renderização Master/Cópia Final (4K)
DOCUMENTÁRIO – PRODUTO PRINCIPAL Acessibilidade física: O produto documentário já é um produto acessível para pessoas portadoras de algumas deficiências, como físicas. Também, no intuito de facilitar o acesso aos habitantes da comunidade de Cachoeira Porteira, a equipe de produção do Projeto vai selecionar um local de fácil acesso na comunidade para a exibição do documentário, de preferência com piso nivelado de madeira ou cimento, ou até mesmo área plana com gramado. Além disso, serão disponibilizadas cadeiras em local próximo à tela, e a equipe de produtores e articuladores locais também atuará no auxílio à locomoção de possíveis cadeirantes, idosos, gestantes e outros habitantes que possuam algum tipo de mobilidade reduzida. Item na Planilha Orçamentária - "Produtores locais" (exibição do documentário na comunidade de Cachoeira Porteira). Para a exibição do documentário na comunidade, a equipe do Projeto utilizará mobiliários existentes na própria comunidade, como cadeiras. Com isso, não há previsão de custos adicionais com locação de mobiliário. Já para o Documentário em si, não se aplica a previsão de item específico para acessibilidade de deficientes físicos, tendo em vista que o produto cultural trata-se de um documentário veiculado no site da proponente, o mesmo pode ser considerado inclusivo para este tipo de deficiência. Portanto, a aplicação de medida específica não é tecnicamente possível. Acessibilidade para deficientes visuais: O documentário vai ser acessível para deficientes visuais. Item na Planilha Orçamentária – ?Audiodescrição? Acessibilidade para deficientes auditivos: O Documentário será um produto acessível também para pessoas portadoras de deficiências auditivas, já que contará com legendagem descritiva. Item na Planilha Orçamentária – ?Legendagem Descritiva?.
O Documentário será disponibilizado gratuitamente durante o período de execução do Projeto no site da proponente www.bambalaio.com.br e na plataforma www.vimeo.com/bambalaio em um dia da semana e horário ainda a definir. Em atendimento ao inciso VI, do Art. 28, da IN n° 01 de 04/2023, o projeto vai promover uma sessão gratuita de cinema para que toda a comunidade quilombola de Cachoeira Porteira assista o documentário do Projeto para que se vejam nessa obra audiovisual na qual eles são os próprios personagens (VI, do Art. 28, da IN n° 01 de 04/2023).
Ficha técnica com os currículos completos em "Documentos Anexados". Rafael Duarte – Diretor de Produção, Coordenador de Produção e Roteirista - responsável pelas decisões técnicas, operacionais, administrativas e financeiras do projeto. (Proponente). Documentarista, jornalista e fotógrafo premiado no cinema e na fotografia, Rafael Duarte é mestre em “Cinema e Audiovisual” pela Université Paris 1 Pantheón-Sorbonne, na França e dirigiu os documentários “RIO de olhares únicos”, “Além dos sonhos:, “Whiteout”, “Trilha Transcarioca” (2017), “SOS UERJ”(2018), “Filhos do som” e “A montanha do mar”. É autor dos livros “Pão de Açúcar – monumento natural”, Além dos sonhos – da cama ao cume”, “RIO”, “Abrolhos – Terra e Mar (Bambalaio/2016) – finalista do Prêmio Jabuti de Literatura 2017 -, “Expedição Miramundos Estrada Real” e do guia “Trilha Transcarioca”. Dirigiu e produziu uma série de curta-docs para a Revista Piauí sob supervisão dos documentaristas João Moreira Salles e Renato Terra e produziu e dirigiu as primeiras webséries do jornal O Globo em 2012. É fundador da equipe de expedições “Miramundos” e editor responsável pelo canal de mesmo nome no site do jornal O Globo e portal Extremos. Possui vasta experiência internacional, inclusive como consultor de comunicação para a ONU, e em coberturas jornalísticas e fotográficas, direção e produção audiovisual, além do desenvolvimento de projetos culturais. Como fotógrafo, foi publicado por veículos internacionais como National Geographic, Mongabay, VICE (USA e México), Go Outside e Digital Photographer. Expôs em galerias do Brasil, França, Espanha e Inglaterra – onde foi selecionado pelo Sony World Photo Awards para participar do World Photo London 2012. Em 2009 foi eleito um dos melhores fotógrafos do Caminho de Santiago. Atua hoje como Diretor Criativo na Bambalaio, produtora audiovisual fundada por ele em 2010. Promove workshops de fotografia e dá palestras de storytelling, comunicação transmídia e de fotografia. Também é pós-graduado em “Comunicação com o Mercado” (ESPM), fez MBA em “Marketing” pela FGV e concluiu o Ensino Médio na Califórnia (EUA). Marcos Salamonde- Diretor de fotografia e Cinegrafista Nascido e criado no Rio de Janeiro, Marcos Salamonde, 41 anos, atua hoje como Diretor de Fotografia de vários programas de Tv, publicidade, longa metragem e videoclipes. Começou sua carreira em 1999 e trabalhou como assistente de câmera até assumir a Direção de Fotografia de muitos trabalhos como: “(des)encontros” netflix, '70 e tal” canal OFF, “historias do voo livre” canal OFF, “amazonia groove” longa, "amazonia eterna” documentário, aconcagua "A new chance" doc redbull, vídeo clipes de FIUK, Ludimila, Nego do Borel, Suricato, “por trás da canção” BIS e muito mais. Foi também director de fotografia do documentário “RIO de olhares únicos”, vencedor dos prêmios de Melhor Filme e Melhor Fotografia do festival Rocky Spirit 2021. Jordana Berg – Editora/montadora Jordana é uma das maiores montadoras do cinema brasileiro. Começou sua carreira em 1985. Em 1999, com "Santo Forte", iniciou uma longa parceria de 20 anos com o documentarista Eduardo Coutinho. Foram 12 filmes, incluindo "Edifício Master" e "Jogo de Cena". Trabalhou com vários diretores; entre eles, Petra Costa, Emilio Domingos, Renato Terra, Ricardo Calil, Stephanie Jhones, Eduardo Escorel, Flavia Castro, José Barahona, José Joffily, Daniela Broitman, Letícia Monte. É membro do Rough Cut Service, empresa de consultoria de montagem, e da Academia de artes e ciências americana (Oscar). Rossana Giesteira – Produtora Rossana Giesteira - Comunicadora, produtora de impacto, facilitadora DOC IMPACTO, Diretora de Mobilização e Engajamento Good Pitch Brasil. Possui mais de 25 anos de experiência de mercado em planejamento estratégico de comunicação, desenhos de campanhas de mobilização e engajamento de audiências, promovendo a conexão de pessoas e parceiros em torno de projetos audiovisuais e culturais que buscam mudanças positivas na sociedade. Sócia fundadora da Vidasoma - Conexões a serviço de causas, com foco em consultoria, gestão de comunicação e distribuição de impacto, há 7 anos trabalha especificamente como produtora de impacto para filmes com foco em justiça social, com destaque para: “Menino 23” e "Soldados do Araguaia", de Belisario Franca, “M8 - quando a morte socorre a vida”, de Jeferson De e "Proibido Nascer no Paraíso", de Joana Nin, que obtiveram resultados expressivos de alcance e construção de audiências. Rossana também é diretora de mobilização e engajamento do programa internacional Good Pitch Brasil, com foco em capacitação e construção de redes que conecta os melhores documentários de impacto com agentes de transformação social. Criado pela Doc Society no Reino Unido, o Good Pitch tem eventos nos 5 continentes e no Brasil é realizado pelo DOCSP.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.