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Realizar a montagem do espetáculo teatral inédito Mademoiselle Chanel (título provisório). Com texto de Maria Adelaide Amaral, a peça foi criada a partir das memórias de Coco Chanel, estilista e criadora que revolucionou não apenas a silhueta feminina mas o próprio comportamento da mulher. Haverá apresentações em 3 cidades brasileiras.
Maria Adelaide Amaral revela Chanel, a mulher que revolucionou a moda feminina e criou um estilo único e eterno. Uma "velha senhorita" que jamais perdeu a avidez ou a incredulidade, que encontrava nas palavras as suas maiores aliadas, e na solidão, o pior castigo. Nascida sob o signo de Leão, passou a infância em um orfanato e quase tornou-se uma "cocote". Mas tomou as rédeas da própria vida e mudou o seu destino. A descrição pode ser aplicada a muitas mulheres, mas refere-se a Coco Chanel. MADEMOISELLE CHANEL revela a vida dessa mulher extraordinária e criadora genial da moda.
Objetivo Geral Montar o espetáculo teatral inédito Mademoiselle Chanel (título provisório) no Brasil, com texto de Maria Adelaide Amaral. A peça foi criada a partir das memórias de Coco Chanel, estilista e criadora que revolucionou não apenas a silhueta feminina mas o próprio comportamento da mulher em um mundo machista, tornando-as mais livres e hedonistas. Chanel foi eleita pela revista Time uma das cem pessoas mais influentes do século XX, sendo a única estilista listada. A trajetória da estilista é retratada por Maria Adelaide Amaral nesta peça originalmente escrita em 1991, e lançada em livro pela Editora Globo. Maria Adelaide apresenta uma Chanel que acreditava no amor e no trabalho e que revolucionou a moda. Em meio à celebridade conquistada, aparece uma mulher já envelhecida, mas ainda forte, perturbada pelos seus fantasmas e que demonstra as suas fraquezas, os seus medos e vícios (o cigarro e a morfina). Ela, que jamais desenhou um croqui e esculpia as roupas no próprio corpo feminino, dignificou o jérsei, criou o pretinho, as pantalonas, o chemisier, o cardigã e a clássica combinação azul-marinho com branco. Apoderou-se da moda masculina e a transformou num prodígio de feminilidade, conforto e liberdade de movimentos. Chanel foi além da moda. Criou um estilo. 'A moda passa, o estilo permanece', dizia ela. Maria Adelaide Amaral fala do seu reinado como estilista, mas também resgata as tristes lembranças da infância e da juventude. Nas páginas de 'Mademoiselle Chanel', as muitas faces desta mulher que, apesar de pequena e de aspecto frágil foi, simplesmente, Chanel - decidida, solitária, forte, sedutora e, sobretudo, original. Original na moda e na vida, revelada pelas mãos de Maria Adelaide Amaral. A proposta é que os figurinos sejam criados a partir de vestidos icônicos de Chanel por grandes nomes da alta costura brasileira como Glória Coelho e Alexandre Hercovitch e jovens estilistas brasileiros e franceses, escolhidos em ação conjunta entre os consulados do Brasil e da França. O projeto prevê ainda pesquisa in loco de integrante da equipe criativa do espetáculo, para desenvolvimento da dramaturgia. Objetivos Específicos Realizar a montagem do espetáculo inédito Mademoiselle Chanel (título provisório), e apresentações em três cidades brasileiras: - 3 meses (36 apresentações) em São Paulo - 3 meses (36 apresentações) no Rio de Janeiro - 3 apresentações em Porto Alegre Desta maneira, o projeto realizará 75 apresentações.
Montar um espetáculo teatral sobre Coco Chanel é certamente uma forma significativa de explorar e celebrar a vida e o legado de Chanel, uma das estilistas mais influentes do século XX. Coco Chanel desempenhou um papel fundamental na história da moda e da cultura. Ela revolucionou a indústria da moda, introduzindo designs inovadores, como o "Little Black Dress" e o icônico terninho Chanel. Ao mesmo tempo, seu trabalho árduo, sua determinação e sua percepção visionária podem motivar e encorajar as pessoas a seguir seus sonhos e desafiar convenções. Montar um espetáculo teatral sobre sua vida ajuda a preservar sua história e manter viva a memória de suas contribuições, além de inspirar jovens designers, empreendedores e mulheres em geral. Além de seu impacto na moda, Coco Chanel também enfrentou desafios e controvérsias ao longo de sua vida. Ela quebrou barreiras de gênero e desafiou as normas sociais da época. Trazer aos palcos aspectos relevantes de sua vida permite explorar temas como feminismo, empoderamento feminino, autenticidade e liberdade de expressão. Sendo o teatro uma forma de arte poderosa que pode entreter, educar e emocionar o público, tratar destes temas através da arte atinge o público de forma profunda, inspirando as novas gerações. O espetáculo combinará elementos de moda, música e narrativa para criar uma experiência envolvente e única para os espectadores. Isso também atrai um público diversificado, colaborando para o imprescindível processo de formação de plateias. Desta forma, com a montagem de Mademoiselle Chanel é a celebração do estilo e da elegância, aliados à arte. O espetáculo irá destacar a estética distinta de sua marca e compartilhar sua visão artística com o público de uma forma cativante, preservando a história.
De acordo com a INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 1, DE 10 DE ABRIL DE 2023, Art. 7, este projeto está enquadrado nas opções de orçamento maior que 1 milhão. Por não termos encontrato o item no menu especificamente para itinerância de espetáculos, deixamos marcada a opção mais próxima, "ópera", que está no mesmo inciso, conforme transcrição abaixo: § 5º Limitado ao valor da carteira, aplica-se o valor máximo de R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais) por projeto de: II - óperas, festivais, concertos sinfônicos, desfiles festivos, corpos estáveis e os espetáculos artísticos com itinerância mínima em 2 (duas) regiões;
Espetáculo teatral com cerca de 60 minutos de duração
Produto: Espetáculo de artes cênicas Acessibilidade física: Os teatros onde acontecerão as apresentações serão selecionados entre aqueles com ferramentas para viabilizar o acesso de cadeirantes, pessoas com mobilidade reduzida e idosos (rampas, elevadores e barras laterais) e adaptação de espaços/equipamentos que facilitem o acesso para essas pessoas. Acessibilidade para deficientes visuais: será impresso um programa em braile para consulta. Acessibilidade para deficientes auditivos: Durante os domingos da temporada haverá tradução para libras. Produto: Contrapartida social Acessibilidade física: Os locais onde acontecerão as oficinas e a palestra terá ferramentas para viabilizar o acesso de cadeirantes, pessoas com mobilidade reduzida e idosos (rampas, elevadores e barras laterais) e adaptação de espaços/equipamentos que facilitem o acesso para essas pessoas. Acessibilidade para deficientes visuais: Por se tratar de oficina e palestra com conteúdo oral, o produto é naturalmente acessível para deficientes visuais. Acessibilidade para deficientes auditivos: Haverá tradução para libras nas oficinas e na palestra
APRESENTAÇÕES TEATRAIS Haverá distribuição gratuita de ingressos, correspondente a 10% da lotação dos teatros, beneficiando estudantes de escolas públicas, estudantes de teatro, participantes de ONGs, instituições culturais e outros órgãos de comprovado atendimento social. AÇÃO FORMATIVA Acesso 100% gratuito, direcionada a professores e alunos de qualquer nível, sendo pelo menos, 50% de instituições públicas de ensino. Em atenção ao art. 28 da IN nº 01/2023, o projeto atenderá à seguinte medida: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Será realizada uma palestra com os produtores e equipe do projeto, com o tema Produção Teatral - Desafios e Oportunidades. Durante a ação, integrantes da equipe do espetáculo irão discorrer sobre as diversas etapas da produção, desde a escolha do texto até a construção cênica, apresentando um panorama das atividades de um produtor, bem como trazendo aspectos práticos do cotidiano da profissão. Esta ação acontecerá em São Paulo, de forma gratuita, para público estimado em 200 pessoas, com o objetivo de colaborar para a formação e capacitação técnica de produtores teatrais, bem como artistas que se interessem em criar seus próprios projetos. Produção Teatral - Desafios e OportunidadesDuração: 3hCapacidade: 200 lugaresLocal: espaço a ser definido em São PauloAcesso gratuito, com inscrições prévias em plataforma digital A palestra é naturalmente acessível a pessoas cegas ou com visão reduzida, por se tratar de conteúdo oral. Para atender a pessoas surdas ou com baixa audição, haverá intérprete de Libras.
Texto: Maria Adelaide Amaral Direção e Adaptação: Guilherme Weber Elenco: Christiane Torloni e 3 atrizes/modelos escolhidas através de audições. Direção de Produção: Bruna Dornellas e Wesley Telles (sócio da empresa proponente) Cenografia: Camila Schmidt Iluminação: Ana Luzia de Simoni Trilha sonora: Lucas Marcier Consultoria de moda: Bruno Astuto Realização: WB Entretenimento Proponente - WB Entretenimento, Arte e Produções - Responsável pela coordenação geral do projeto, produção geral e administração do projeto Sediada na cidade de São Paulo, a WB Entretenimento, Arte e Produções Ltda foi oficializada em fevereiro de 2019 e vem crescendo no segmento cultural. Apesar de pouco mais de 4 anos de fundação, a empresa conta com a expertise do seu sócio, Wesley Benachio Telles, que atua ativamente na área da produção cultural há mais de uma década.Além de produzir e de promover espetáculos culturais, foi responsável pela curadoria de projetos de circulação de espetáculos (Circuito Nacional de Teatro no ES) - trabalho que há 13 anos leva produções dediversas cidades de todo o Brasil para o ES, em consonância com atividades de formação sociocultural, em que a difusão de arte e cultura – bem como a qualificação de profissionais do setor – destacam-se como foco de sua responsabilidade empresarial. Em 2020, a WB encarou o desafio de estudar, idealizar, produzir e viabilizar projetos on- line, assim como realizou curadorias para a seleção de espetáculos nesse formato; para isso, reuniu uma equipe com vasta formação técnica em produção cultural, tendo a classe artística como maior aliada. REALIZAÇÕES DA EMPRESA :2019 - “ATRAVÉS DA IRIS”, com Nathalia Timberg e direção de Maria Maya, com temporada no Teatro Faap (SP) e circulação.Indicado ao Prêmio Bibi Ferreira em Setembro de 2019. 2022 - Espetáculo: MISERY, adaptação do romance de Stephen King. Com Mel Lisboa, Marcello Airoldi e Alexandre Galindo no elencoe direção de Eric Lenate. Temporada em SP no teatro Porto Seguro, de 04/02 a 27/03/2022.24 APRESENTAÇÕES | + 8.600 ESPECTADORES Espetáculo indicado na 9ª Edição do Prêmio Bibi Ferreira pela WB Entretenimento: Espetáculo: Antes do Ano Que Vem, com Mariana Xavier. Texto inédito de Gustavo Pinheiro e direção de Ana Paula Bouzas e Lázaro Ramos.Temporada em SP: Teatro Unimed – De 04/03 a 24/04/2022 24 APRESENTAÇÕES | + DE 6.000 ESPECTADORES ESPETÁCULO: “TRÊS MULHERES ALTAS”, de Edward Albee, com Deborah Evelyn, Nathalia Dill e Suely Franco. Temporada em SÃO PAULO/SP – TEATRO TUCA, de 04 de Novembro de 2022 a 29 de Janeiro de 2023. MARIA ADELAIDE AMARAL Autora e escritora de renome internacional, Maria Adelaide Amaral estreou sua primeira telenovela como autora titular: o remake de Anjo Mau, exibido em 1997 e dirigido por Denise Saraceni. Desde 18 de agosto de 1997, é agraciada com o grau de Comendador da Ordem do Mérito. Maria Adelaide é também tradutora de algumas peças de dramaturgos estrangeiros, como Samuel Beckett e Ingmar Bergman. Entre 17 de abril de 2009 a 3 de julho de 2009, ao lado de Lícia Manzo e Denise Saraceni, supervisionou a série Tudo Novo de Novo, que tinha Júlia Lemmertz e Marco Ricca nos papéis principais, que retratava a vida familiar. Em 2010 escreveu a microssérie Dalva e Herivelto - Uma Canção de Amor (sobre a vida da cantora Dalva de Oliveira e do cantor e compositor Herivelto Martins), sucesso estrondoso com média de 29,4 pontos e duas indicações ao Emmy Internacional 2010. Em 2010, escreveu sua telenovela Ti TiTi, um remake das obras de Cassiano Gabus Mendes, Plumas e Paetês e Ti TiTi (versão original), que foram fundidas; a fusão da novela ocorreu da seguinte forma: focada no mundo da moda, a novela teve sua trama romântica baseada em Plumas e Paetês, já a tensão no universo fashion vinha de Ti TiTi, a novela foi protagonizada por Murilo Benício e Alexandre Borges, representando Ti TiTi e Caio Castro e Ísis Valverde representando Plumas e Paetês; a trama foi um sucesso de crítica e audiência, tendo ganhado o Troféu Imprensa de melhor novela. Em 2012, escreveu a minissérie Dercy de Verdade com a colaboração de Letícia Mey, baseada no livro Dercy de Cabo a Rabo, de autoria própria. Em 2013 escreveu a novela Sangue Bom, sua primeira parceria com Vincent Villari e em 2014, supervisionou os textos da minissérie Amores Roubados, de autoria de George Moura. No mesmo ano foi integrada ao grupo de autores do horário nobre. Inicialmente, sua segunda parceria com Vincent, com o título A Lei do Amor, entraria no ar em março de 2016. No entanto, a Globo decidiu adiar por motivos políticos, estreando apenas como substituta de Velho Chico, de Benedito Ruy Barbosa e Edmara Barbosa. Maria Adelaide foi eleita em 2019 para a Academia Paulista de Letras, sucedendo ao poeta Paulo Bomfim, tendo sido empossada em março de 2020 na cadeira nº 35. CHRISTIANE TORLONI Atriz brasileira, ela é ganhadora de inúmeros prêmios, incluindo um Prêmio APCA, dois Prêmios Qualidade Brasil, e um Prêmio Shell, além ter recebido indicações para um Grande Otelo e três Troféus Imprensa. É uma das mais consagradas atrizes da teledramaturgia brasileira. Dentre os muitos personagens interpretados na televisão, figuram as marcantes Jô Penteado, de A Gata Comeu (1985), Fernanda Arruda Campos de Selva de Pedra, (1986), Diná de A Viagem (1994) e as gêmeas Fernanda e Vivi de Cara & Coroa (1995), além da vilã Tereza Cristina em Fina Estampa. No ano de 1981, Christiane Torloni foi a filha da primeira Helena criada por Manoel Carlos na novela Baila Comigo, interpretada por Lílian Lemmertz. Vinte e dois anos depois, a atriz interpretou uma das Helenas do autor em Mulheres Apaixonadas (2003). Também teve personagens relevantes em tramas como Gina, Chega Mais, Elas por Elas, Kananga do Japão, Um Anjo Caiu do Céu, América, Caminho das Índias, Ti TiTi, dentre outras. Atuando como Jô Penteado na comédia romântica A Gata Comeu (1985) e a vilã Fernanda no drama Selva de Pedra (1986), Christiane alcançou grande reconhecimento por sua versatilidade e atingiu o auge de sua fama. Ela foi indicada ao Troféu Imprensa por sua atuação na novela A Viagem (1994), um de seus trabalhos mais memoráveis como a geniosa Diná. Repetiu este feito no ano seguinte por seu trabalho em Cara e Coroa (1995), interpretando as sósias Fernanda e Vivi. Em 2002 venceu o Prêmio APCA de Melhor Atriz em Televisão por Um Anjo Caiu do Céu.[8] Já em 2003 voltou a ter destaque na televisão interpretando uma das Helenas de Manoel Carlos, em Mulheres Apaixonadas, uma das novelas de maior sucesso dos anos 2000. Em 2011 interpretou a memorável vilã Tereza Cristina em Fina Estampa, personagem esse que é constantemente lembrado como um dos maiores de sua carreira. Por esse trabalho, recebeu sua terceira indicação ao Troféu Imprensa. No teatro trabalhou seguidamente com o diretor José Possi Neto em uma série de espetáculos em que buscava a expressividade corporal. Maria Adelaime Amaral é autora de 25 peças teatrais. Sua primeira peça foi A Resistência, em 1975, e a mais recente foi Frida y Diego, em 2014. O espetáculo Mademoseille Chanel é sua 24ª dramaturgia teatral, escrita em 2004. GUILHERME WEBER Com 31 anos de uma carreira premiada, Guilherme Weber estreou no palco em 1991. Na televisão, começou em 2001 já com uma estreia na Tv Globo, lá atuou em novelas marcantes como "Um Anjo Caiu do Céu'', "Da Cor do Pecado", "Belíssima", "Malhação" e mais recentemente em “Nos tempos do imperador”. Em 1993 fundou, a “Sutil Companhia de Teatro” que veio a se tornar um importante grupo de teatro Brasileiro e nesse mesmo ano recebeu 17 prêmios. Em seu currículo, já são mais de 20 peças de teatro, como ator ou diretor. Em 2007 e 2008 Guilherme Weber venceu como Melhor Ator Teatral, o Troféu APCA. A carreira artística de Guilherme Weber no cinema começou em 1998. Seu primeiro filme foi "Fui Rei". No mesmo ano fez "Cruz e Sousa". Em 2004, fez o filme "Olga", de muito prestígio internacional. Em 2016, estreou como diretor de cinema com o filme "Deserto", que chegou a ser exibido na "Mostra Internacional de Cinema de São Paulo". Com esse filme, ganhou o prêmio de "Melhor diretor" no Los Angeles BrazilianFilm Festival. Seu espetáculo mais recente é como diretor do espetáculo Gargalhada Selvagem – adaptação de Christopher Durang, que atualmente está em cartaz pelo Brasil. ANA LUIZA DE SIMONI Iluminadora cênica há 18 anos, atuou em diversos espetáculos como: A Louca de Chaillot, Trajetos, Saia, Eu Capitu, Mata Teu Pai. Ana luzia de Simoni já criou trabalho de iluminação cênica para diversas Cias, espetáculos e produções de shows. Indicada a inúmeros prêmios e vencedora do prêmio ZilkaSalaberry. Dedicou 8 anos de sua competência, sensibilidade cênica, como técnica em iluminação do Teatro Poeira, convivendo com mestres da luz e apreendendo insumos e olhares nevrálgicos/cruciais, críticos para execultar suas concepções. Uma iluminação fundamentada, que atinge o imo da cena, transforma um trabalho em: escultórico, decisivo, limítrofe para uma trama deslanchar. Filha de Aurélio de Simoni, considerado um dos maiores iluminadores do Brasil há mais de 40 anos. BRUNO ASTUTO O maior jornalista de moda e cultura do Brasil, Bruno Astuto escreve para revistas brasileiras com conteúdos sobre tendência, estilo e glamour, como: Vogue, GQ e Época. Ele é reconhecido como expert em etiqueta social, moda e realeza britânica. Atua também como consultoria para acompanhar as tendências do mercado da moda e do segmento cultural que acompanha este nicho.
Projeto arquivado a pedido do proponente.