Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Propostas
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Links úteis
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 232673Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Circulação do espetáculo Vermelho - A terra só está pedindo silêncio.

Flavio Dias Marin
Solicitado
R$ 756,1 mil
Aprovado
R$ 756,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2023
    Cadastro PRONAC
    Ano 23
  2. 09/10/2023
    Início previsto
  3. 31/07/2025
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
Santo André
Início
2023-10-09
Término
2025-07-31
Locais de realização (8)

Resumo

Este projeto visa uma circulação do espetáculo teatral "Vermelho - A terra só está pedindo silêncio" de Sérgio Pires, direção Flávio Marin e encenação da Cia Teatro Endoscopia de Santo André -SP, por oito capitais de cinco regiões do Brasil. Incluindo oito ensaios abertos gratuitos e intercâmbio com outros grupos e cias teatrais do Brasil. Realização da oficina "Despertando poesias corporais" em oito capitais de cinco regiões do Brasil.

Sinopse

Espetáculo de Teatro. "Vermelho - A Terra só está pedindo silêncio", da Cia Teatro Endoscopia de Santo André, com dramaturgia inédita de Sérgio Pires e direção de Flávio Marin. A encenação é Surrealista, o cenário mostra os apartamentos simbolizados em carcaças de geladeiras, ampliando o desconforto e a sensação de loucura claustrofóbica, que é explícita nas narrativas das personagens. O confinamento, a solidão e o medo, são características marcantes das personagens, que aparecem com imagens constantemente recortadas, ora só as cabeças sobre as mesas, ora dentro das geladeiras, ou debaixo das mesas e entre as grades, A iluminação é desenhada para dar vigor a sombras e sensações obscuras, realçando os figurinos, que trazem no vermelho a mescla de tons mais terrosos e escuros. O espetáculo começa na rua, com a personagem Luzia na porta do Teatro. Há projeções no espetáculo que mostram imagens da destruição da Floresta Amazônica, incêndios no Pantanal e Cinemateca. A sonoplastia destaca vozes ameaçadoras que ficam no subconsciente das personagens, sons modificados por efeitos de distorção que servem para amplificar o conflito proposto na trama. Na dramaturgia, há falas encontradas em tragédias clássicas – como Antígona, As Bacantes, Medéia e Édipo, integradas a construção dos diálogos e trazem à tona um debate sobre a necessidade de se rebelar diante das ordens genocidas. Classificação indicativa 16 anos. Oficina. "Despertando Poesias Corporais" coordenação Rosana Ribeiro. Serão 8 oficinas gratuitas, uma em cada cidade do Projeto, com duração de 12 horas cada. Total 96 horas. Cidades: Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Fortaleza, Belém e Brasília. Classificação indicativa - 16 anos.

Objetivos

Objetivo Geral. Turnê da Cia Teatro Endoscopia de Santo André-SP, com o espetáculo "Vermelho - A terra só está pedindo silêncio" de Sérgio Pires e direção de Flávio Marin, por oito capitais de cinco regiões do Brasil, realizando intercâmbio com grupos e cias teatrais das cidades que são contempladas no projeto. Realização da oficina "Despertando poesias corporais", com coordenação de Rosana Ribeiro, em oito capitais de cinco regiões do Brasil. Objetivos específicos. Seis apresentações do espetáculo "Vermelho - A terra só esta pedindo silêncio", na região sul do país, três em Porto Alegre e três em Curitiba. Todas as apresentações com serviços de audiodescrição e tradução em Libras ao vivo. Ingressos a R$50,00 inteira e R$25,00 meia entrada. Respeitando os valores do Vale Cultura. Objetivando um público de 600 pessoas. Realização de duas oficinas "Despertando poesias corporais" na região sul do país, uma em Porto Alegre e uma em Curitiba. Objetivando atender 100 pessoas gratuitamente. Dois ensaios abertos do espetáculo "Vermelho - A terra está pedindo silêncio", para estudantes da rede pública do ensino médio das cidades de Porto Alegre e Curitiba. Objetivando atender 200 pessoas gratuitamente. Seis apresentações do espetáculo "Vermelho - A terra só esta pedindo silêncio", na região sudeste do país, três no Rio de Janeiro e três em Belo Horizonte. Todas as apresentações com serviços de audiodescrição e tradução em Libras ao vivo. Ingressos a R$50,00 inteira e R$25,00 meia entrada. Respeitando os valores do Vale Cultura. Objetivando um público de 600 pessoas. Realização de duas oficinas "Despertando poesias corporais" na região sudeste do país, uma em Rio de Janeiro e uma em Belo Horizonte. Objetivando atender 100 pessoas gratuitamente. Dois ensaios abertos do espetáculo "Vermelho - A terra está pedindo silêncio", para estudantes da rede pública do ensino médio das cidades do Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Objetivando atender 200 pessoas gratuitamente. Seis apresentações do espetáculo "Vermelho - A terra só esta pedindo silêncio", na região nordeste do país, três em Fortaleza e três em Recife. Todas as apresentações com serviços de audiodescrição e tradução em Libras ao vivo. Ingressos a R$50,00 inteira e R$25,00 meia entrada. Respeitando os valores do Vale Cultura. Objetivando um público de 600 pessoas. Realização de duas oficinas "Despertando poesias corporais", na região nordeste do país, uma em Fortaleza e uma em Recife. Objetivando atender 100 pessoas gratuitamente. Dois ensaios abertos do espetáculo "Vermelho - A terra está pedindo silêncio", para estudantes da rede pública do ensino médio das cidades de Fortaleza e Recife. Objetivando atender 200 pessoas gratuitamente. Três apresentações do espetáculo "Vermelho - A terra só está pedindo silêncio", na região norte na cidade de Belém. Todas as apresentações com serviços de audiodescrição e tradução em Libras ao vivo. Ingressos a R$50,00 inteira e R$25,00 meia entrada. Respeitando os valores do Vale Cultura. Realização de uma oficina "Despertando poesias corporais", na região norte na cidade de Belém. Objetivando atender 50 pessoas. Um ensaio aberto do espetáculo 'Vermelho - A terra só está pedindo silêncio", para estudantes da rede pública do ensino médio da cidade de Belém. Objetivando atender 100 pessoas gratuitamente. Três apresentações do espetáculo "Vermelho - A terra só está pedindo silêncio", na região centro-oeste na cidade de Brasília. Todas as apresentações com serviços de audiodescrição e tradução em Libras ao vivo. Ingressos a R$50,00 inteira e R$25,00 meia entrada. Respeitando os valores do Vale Cultura. Realização de uma oficina "Despertando poesias corporais", na região centro-oeste na cidade de Brasília. Objetivando atender 50 pessoas. Um ensaio aberto do espetáculo 'Vermelho - A terra só está pedindo silêncio", para estudantes da rede pública do ensino médio da cidade de Brasília. Objetivando atender 100 pessoas gratuitamente. Todas as apresentações e oficinas serão apresentadas gratuitamente nas redes sociais da Cia Teatro Endoscopia.

Justificativa

O espetáculo "Vermelho - A Terra só está pedindo silêncio", dramaturgia inédita de Sérgio Pires, com direção de Flávio Marin e atuação da Cia Teatro Endoscopia de Santo André, foi produzido pela produtora Charanga da Alegria, com recursos do Edital PROAC LAB 47/20 Modalidade C. Prêmio para produção de espetáculos independentes. Em 2021 foram realizadas seis apresentações online do espetáculo com transmissões ao vivo pelo Canal da Cia no YOU TUBE. Em maio de 2022, a Cia Teatro Endoscopia estreou de modo presencial e realizou uma temporada do espetáculo, dentro da "Mostra 20 anos da Cia no Teatro Arena", contemplada pelo Edital da Funarte de Ocupação do Arena. A peça fala da urgência em dizer algo a partir e sobre o tempo caótico que foi vivido com a pandemia e que hoje com vacina no braço, parece ter sido há muito tempo, mas, foi ontem. Pessoas foram enterradas em valas comuns, caixões fechados, familiares que não puderam velar seus entes pelos riscos da contaminação. A falta de cilindros com oxigênio em hospitais, profissionais da saúde tinham que escolher os pacientes com mais chances de sobrevivência. Remédios comprados e usados sem comprovação científica. A ironia do governante, imitando as pessoas que sofriam com falta de oxigênio. Diante de tal exposição ao real da morte, qual é o lugar para a humanização dos corpos? A pesquisa corporal foi baseada no Butô, onde acontece a transformação de um corpo através de um treino que possa dançar suas crises e suas memórias, pesquisando os estados de presenças e de ações na criação dos discursos poéticos corporais, entendendo o próprio corpo e suas motivações e inserindo o que está oculto na memória. Por isso a ênfase no treino e no autoconhecimento para a criação dos personagens. O rigor formal é apenas uma ponte que leva o ator a apropriar-se e conduzir em si mesmo caminhos que somente os sonhos e a imaginação humana são capazes de oferecer. Pretendemos através desta encenação épica provocar uma reflexão sobre o Brasil. Ampliando a democratização da Cultura Brasileira, garantindo gratuitamente o acesso das pessoas as oficinas e ensaios abertos, preços populares nas apresentações, e buscando através de contatos e visitas nas escolas de ensino médio e universidades o interesse dos jovens e adultos nas apresentações e oficinas do projeto. A Cia Teatro Endoscopia, é oriunda da Escola Livre de Teatro de Santo André, uma escola de artes cênicas que é pública e uma referência nacional, com 21 anos de trajetória, oito montagens teatrais, três circenses e quatro mostras de repertórios, trabalhos que valorizam a pesquisa cênica e o trabalho de criação artística coletiva, fortalecendo a econômia criativa da região do ABCDMRR.

Estratégia de execução

Conheça nosso Portfólio. https://drive.google.com/file/d/1zKSYefaiFYXEAtARdTcMS00HsT8Y6XDr/view?usp=share_link Clipping do espetáculo. Diário do Grande ABC.https://www.dgabc.com.br/Mobile/Noticia/3804941/vidas-congeladas-pela-solidaoEstadão.https://emais.estadao.com.br/blogs/sarau-luau-e-o-escambau/tem-os-poemasde-celso-borges-a-feirinha-de-livros-no-sarau-da-maria-online-e-os-sarauspresenciais-das-bruxas-no-picles-do-bar-do-frango-que-aniversaria-do-poesiade-esquina-na-oca-e-do-sla/Catraca Livre.https://catracalivre.com.br/vila-mundo/pandemia-e-tema-de-novo-espetaculoda-cia-teatro-endoscopia/ABCD Jornal.https://abcdjornal.com.br/pandemia-e-tema-de-novo-espetaculo-da-cia-teatro-endoscopia/Rádio ABC.https://www.radioabc.com.br/pandemia-e-tema-de-novo-espetaculo-da-ciateatro-endoscopia/Repórter Diário.https://www.reporterdiario.com.br/noticia/3022134/pandemia-e-tema-de-novoespetaculo-da-cia-teatro-endoscopia/ABC do ABC.https://www.abcdoabc.com.br/abc/noticia/pandemia-tema-novo-espetaculo-ciateatro-endoscopia-138316ABC Agora.https://site.abcagora.com.br/pandemia-e-tema-de-novo-espetaculo-da-ciateatro-endoscopia/https://emais.estadao.com.br/blogs/sarau-luau-e-o-escambau/os-20-anos-do-teatroendoscopia-com-3-pecas-no-eugenio-kusnet-o-grupo-redimunho-com-woyzeck-naocupacao-9-de-julho-as-duas-coreografias-da-focus-em-sp-bichos-falantes-e-vinte-e-a/https://www.youtube.com/watch?v=zaEzzxgzG3M&feature=emb_title&ab_channel=Rep%C3%B3rterDi%C3%A1rio (Canal Repórter Diário)https://www.reporterdiario.com.br/noticia/3099682/boletim-rdtv-11-05-2022-as-14h-ciateatro-endoscopia-celebr

Especificação técnica

"Vermelho - A terra só está pedindo silêncio". No enredo Adauto é um enfermeiro, homossexual e Drag Queen. Camila é professora de artes, solteira e convicta de que não deseja a experiência da maternidade. Jorge é repositor em um mercado, viúvo e extremamente conservador. Os três são vizinhos de apartamentos que avistam pelas janelas a imagem do coveiro que trabalha arduamente no cemitério localizado do outro lado da rua. A personagem Luzia, é uma mulher inspirada nos povos originários e que vive em situação de rua. A solidão e a percepção instável e particular de um cotidiano multifacetado tornam estes personagens tensos e ameaçadores. Os moradores do condomínio se conhecem apenas pelos sons que rompem as paredes. O plano que envolve a padronização, colonização e exclusão sociocultural é construído e percebido pelas frestas das memórias, anseios e sonhos. O embate entre os moradores dos apartamentos e a figura de Luzia descortina a relação estrutural de nossa sociedade. Será Luzia a única desterritorializada? Adauto, Camila e Jorge, em algum lugar alcançam a compreensão de que apenas integram uma engrenagem social que faz deles opressores e oprimidos. Algumas falas encontradas nas tragédias Antígona, As Bacantes, Medéia e Édipo integram a construção dos diálogos de VERMELHO. Obras que falam sobre a importância de se rebelar diante das ordens estabelecidas. Oficina "Despertando poesias corporais". O Butô nasce de um momento de convulsão (crise), no Japão pós II Guerra Mundial. O Japão vivia mudanças profundas em sua cultura com influências do Ocidente e ao mesmo tempo carregava suas ancestralidades e fantasmas. O Butô se manifestou em um espaço de tempo específico, mas suas questões podem nos referenciar na busca da transformação de um corpo através de um treino que possa dançar suas crises e memórias. O corpo carrega de memórias e dos sonhos, o quê?A partir dessas indagações, iremos trilhar o caminho nesses encontros, por meio de treinos inspirados nas técnicas do Butô, pesquisaremos os estados de presença e criação dos discursos poéticos corporais, onde os contornos próprios da dança, do teatro e da performance se desfazem. A Dança/Teatro se encontra com a ancestralidade, entendendo o próprio corpo e suas motivações, inserindo o que está oculto na memória. Por isso a ênfase no autoconhecimento e no treino como dispositivo para a criação. O rigor formal é apenas uma ponte que leva o ator a apropriar-se e conduzir em si mesmo caminhos que somente o sonho e a imaginação humana são capazes de oferecer. A prática é um convite a um mergulho investigativo no universo da memória corporal, da palavra, do silêncio, a partir das danças que no corpo habitam. O treino procurará despertar, ampliar, verticalizar, questões sobre a presença cênica, relações e percepções de espaços sutis, tempos esgarçados e corporeidades que se manifestam de forma integral no aqui e agora. Treinos para a criação com proposições inspiradas em práticas da Educação Somática, provocando conexões e circulações corporais, como forma de fortalecer e despertar o corpo nas suas diversas camadas, abrindo caminhos para a criação.

Acessibilidade

Acessibilidade Física: Os teatros ou espaços culturais onde serão realizadas as apresentações, ensaios abertos e as oficinas terão rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, e essas pessoas terão prioridades de entradas. Deficientes Auditivos: Dois profissionais intérpretes de Libras se revezarão durante as apresentações e ensaios abertos. Deficientes Visuais: Programas do espetáculo em Braile e serviços de audiodescrição em todas as apresentações e ensaios abertos.

Democratização do acesso

Serão 24 apresentações do espetáculo "Vermelho- A terra só está pedindo silêncio". As apresentações terão ingressos no valor de R$50,00 inteira e R$25,00 meia entrada, e preços populares de R$20,00 a inteira e R$10,00 a meia. Realizando as seguintes divisões: • 20% será destinado exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou de formação artística, priorizando cidadãos com comprovado envolvimento em atividades voluntárias;• 10% pode ser distribuído entre os patrocinadores;• 20% pode ser utilizado para promoção ou ações de divulgação com ingressos a preços populares de R$20,00 inteira e R$10,00 meia.• 50% com o preço de venda de R$50,00 (inteira) e R$25,00 (meia entrada). Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; Serão 8 oficinas "Despertando poesias corporais". Coordenação Rosana Ribeiro. Serão oito oficinas gratuitas, uma em cada cidade do Projeto, com duração de 12 horas cada. Total 96 horas. Objetivando atender 400 pessoas gratuitamente. Cidades: Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Belém e Brasília. Art.28. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Serão 8 ensaios abertos do espetáculo "Vermelho - A terra só está pedindo silêncio". Serão oito ensaios abertos um em cada cidade: Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Belém e Brasília. Objetivando atender 800 alunas(os) das escolas públicas do ensino médio das cidades, gratuitamente. Cidades: Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Belém e Brasília. Art.28. III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

Fichá Técnica Vermelho - A terra só está pedindo silêncio. Sérgio Pires – Dramaturgia.Rosana Ribeiro – Atriz, preparadora corporal e coordenadora da oficina.Ayiosha Avellar – Atriz e preparadora vocal.Juliano de Assis – Ator e produtor.Val Mataverni – Ator e produtor.Flávio Marin – Diretor e Coordenador do projeto (Proponente).Audrey Bessa – Diretora de Produção.Carlos Poveda – Cenógrafo.Carol Gracindo – Iluminadora, fotógrafa e técnica operadora de luz.Adonai de Assis – Sonoplastia e técnico operador de som.Renata Régis – Figurinista.Sara Saah – Assessoria de Imprensa,Murilo Antônio Dias – Designer Gráfico e digitalCharanga da Alegria – Produção Executiva. (Proponente). Flávio Marin – ator DRT 12.206, palhaço TUF-TUF, produtor cultural, idealizador da produtora Charanga da Alegria, diretor cênico da Cia Teatro Endoscopia. diretor de cinema, professor de teatro e circo.Em 2000 entrou no curso de direção teatral da Escola Livre de Teatro de Santo André, coordenado pelo diretor Antônio Araújo, nesse curso participou da criação da Cia Teatro Endoscopia, como diretor e produtor das montagens Crime e Castigo-2002 e Cárcere-2004.Entrou na Escola Livre de Cinema e Vídeo em 2003, participou da primeira turma da escola na área de produção, coordenada por Daniel Santiago. No ano seguinte passou para o núcleo de direção, coordenado por Du Aguillar, dirigiu dois filmes, um curta-metragem "O Duelo", e um média metragem "O crime do Pato Branco". Em 2006 produziu e dirigiu junto com a Cia Teatro Endoscopia o espetáculo "Torturas de um Coração" de Ariano Suassuna.Em 2010, criou a Produtora Charanga da Alegria. Que passou a produzir todos os espetáculos da Cia Teatro Endoscopia.Dirigiu o espetáculo: "Dois perdidos numa noite suja" de Plínio Marcos. Dirigiu " Alma", adaptação que fez junto com Andressa Ferreira da obra "Valsa n 6" de Nelson Rodrigues.Dirigiu "Oração para um pé de chinelo", de Plínio Marcos.Em 2018, a Charanga da Alegria abriu o Espaço Cultural Teatro Endoscopia, na cidade de Santo André.Em 2019, produziu o Grafite realizado por Filipi Santos, dentro do espaço cultural Teatro Endoscopia.Em 2020, a Charanga da Alegria criou no espaço cultural Teatro Endoscopia a Biblioteca Comunitária Aurora, e para destacar a abertura da Biblioteca, produziu a pintura da Fachada em 2021, com Grafite realizado por Rodrigo Schoeps, junto com um vídeo pedagógico sobre a metodologia do trabalho realizado pelo artista.Em 2021, produziu o curso "Cuidar de quem cuida", ministrado por Kelly di Bertolli e Elias Rezende do Coletivo Garoa, com a metodologia do Teatro do Oprimido de Augusto Boal.A Charanga da Alegria foi contemplada em três editais da lei Aldir Blanc, com projetos diferentes, Flávio Marin coordenou a produção e direção da "Mostra Plínio Marcos pela Cia Teatro Endoscopia, projeto contemplado no Edital PROAC LAB 36/20, "Vermelho - A terra só está pedindo silêncio" dramaturgia inédita de Sérgio Pires, projeto contemplado no edital PROAC LAB 47/20, e "A farsa do advogado Pathelin", projeto contemplado pelo edital na cidade de Santo André, este Flávio Marin também adaptou.Em 2022, o espetáculo circense "Astolpho Pitoresco, Esparadrapo e Tuf-Tuf, brincam com gente miúda", Flávio Marin dirigiu e atuou. Sérgio Pires - Formado em filosofia pelo Centro Universitário Assunção. Estudou Dramaturgia e Teatro Contemporâneo na E.L.T – Escola Livre de Teatro de Santo André. Estudou Roteiro para Cinema e Vídeo na Escola Livre de Cinema e Vídeo. Em 2001 e 2002, integrou o núcleo de dramaturgos brasileiros em intercâmbio realizado pelo British Council. De 2009 a 2012 foi Coordenador da Escola Live de Cinema da Prefeitura de Santo André. Atualmente é artista-professor para o preto EMIA EXPANSÃO - Escola Municipal de Educação Artística da Secretaria de Cultura de São Paulo. Últimos trabalhos realizados: em 2021, escreve a peça "Vermelho - A terra só está pedindo silêncio" em processo colaborativo com a Cia Teatro Endoscopia de Santo André. Dirige o espetáculo DO OUTRO LADO DO MORRO EXISTE UM SONHO (CRIANÇAS PRETAS), de sua autoria. Em dezembro de 2020 lança o livro DRAMATURGIA PARA A INFÂNCIA. Em março de 2020, na unidade do SESC São Caetano, realiza a leitura dramática de NA CAMA DE ZULEIKA, direção de Solange Dias. Em dezembro de 2019 estreia QUEM JÁ FOI VELHO LEVANTA A MÃO, autoria própria e produzido pela Cia. Teatro no Pires. Em 2019 realiza a dramaturgia de NÓS, adaptação da obra de Eva Furnari para espetáculo de rua produzido pela Cia. Barracão Cultural, sob a direção de Cris Lozano. Em 2019 atua no espetáculo GOTA D´AGUÁ PRETA, direção e produção de Jé Oliveira (em substituição para 14 apresentações). Escreveu o roteiro para a pesquisa cinematográfica de FLORESTA: INTERIOR – NOITE, de Luciana Canton. Rosana Ribeiro - DRT: 17491 SP Rosana Ribeiro é atriz formada pela Escola Livre de Teatro de Santo André (ELT). Desenvolve pesquisa sobre corporeidade para dança/performance desde de 90, a partir de treinos para Dança Butô e Artes Performativas. Fez parte de núcleos artísticos na ELT entre 1997 e 2010, e na Escola Livre de Dança de Santo André (ELD) em 2002. Entrou na cIA Teatro Endoscopia em 2009, atuando na montagem "Cárcere".Trabalhou como performer no grupo multicultural KAHHUM-KAH de 2004 a 2008, realizando apresentações no Brasil e no exterior, como no Fórum Social Mundial e no evento ENLACE-D – Córdoba–Espanha. Desde 2014, integra o Coletivo Paisagens Flutuantes, com pesquisa na área de Dança, Teatro e Performance. Com ele, apresentou Memórias e rastros e impermanências no Sítio da Ressaca-Jabaquara - 2015, Serenata de outono: a mulher do avesso, com apresentações no CCNJ, em Santo André; na Funarte, Homenagem a Kazuo Ohno na Praça Rooselvet, em São Paulo e Homenagem a Tatsumi Hijikata na Praça Metrô Tiradentes - 2016 a 2018. Com Correspondance à Camille Claudel que esteve em cartaz em 2018 no Teatro Studio Heleny Guariba e no Centro de Culturas Negras do Jabaquara. Realizou residência artística no Centro de Referência da Dança, participando da Mostra de Residentes 2019. No ano seguinte participou da ação Fala Residente e do Laboratório de trocas, no CRD, com seu espetáculo solo Na Carne para veiculação aovivo online, e os vídeo-danças Passagens e Sinais. Com esses trabalhos também em 2020 participou do projeto Provocações Cênicas do Transversalidades Poéticas. Em 2021 participou junto a Cia Teatro Endoscopia do espetáculo "Vermelho - A terra só está pedindo silêncio", de Sérgio Pires com direção de Flávio Marin, é a responsável pela preparação corporal e atua como atriz. Ayiosha Avellar -Atriz, Cantora, Compositora e Preparadora Vocal - DRT 39610/SP. Formada em atuação pela Escola Livre de Teatro de Santo André (ELT) no Núcleo de Formação de Atores e Atrizes (Formação 16). Atuou com o Coletivo Dz6 nos espetáculos “ESPARRO” e “APORIA 23°S 46°O”, que participaram de inúmeros festivais de teatro incluindo o FETO-BH (2015), FITUB - Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau (2016) e como espetáculo convidado (APORIA 23°S 46°O) do TUSP viajaram pelas cidades do interior do Estado de São Paulo. Atualmente integra os grupos: Teatro Endoscopia, Teatro Geográfico e a Cia Som em Prosa, nos quais atua como atriz e cantora nos espetáculos: "Vermelho - a terra só está pedindo silêncio", "Serenata das Insones: as mulheres que não dormem" e " Música Eletrônica Literária". Faz parte do corpo docente da Oficina de Atores do Estado de São Paulo. Formada como Cantora Lírica e Popular pelo Projeto Guri em conexão com a ‘EMESP’, em 2015 começou a trabalhar em canções autorais. Em 2016 começou a fazer preparação vocal e musical para artistas e bandas como Liniker e os Caramelows, Linn da Quebrada, Rafaeu, Nube Abe e Tássia Reis. Já em 2018 participou da música Goela do álbum ‘Goela Abaixo’ de Liniker e os Caramelows.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Fortaleza CearáBrasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisCuritiba ParanáBelém ParáRecife PernambucoPorto Alegre Rio Grande do SulRio de Janeiro Rio de Janeiro