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PRONAC 232674Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Delírio Macbeth

DALTROZO PRODUCOES LIMITADA
Solicitado
R$ 952,8 mil
Aprovado
R$ 952,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-09-01
Término
2024-04-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Realizar dois meses de ensaio e dois meses de temporada teatral, na cidade de São Paulo do espetáculo,Delírio Macbethde William Shakespeare adaptado e dirigido porEric Lenate.

Sinopse

Sinopse Delírio Macbeth Macbeth é um general do exército escocês que conta com enorme respeito do seu rei por sua lealdade e vitórias em batalhas. Certo dia, encontra três bruxas, que profetizam que ele um dia se tornará o novo rei da Escócia. Encorajado por sua manipuladora esposa Lady Macbeth, que lamenta nunca ter conseguido lhe dar herdeiros, Macbeth se torna ambicioso e assassina o Rei Duncan, assumindo o trono. Atormentado pela culpa e paranoico, Macbeth se transforma em um rei tirano e cruel. Uma peça atual, que fala sobre a ambição sem limites, a sede de poder, a crueldade e a falta de escrúpulos para se conseguir o que quer. Um tema sem duvida universal e muito contemporâneo. A peça terá até 120 minutos de duração, como consta no projeto, haverá ensaios e criação do espetáculo dependerá da evolução do processo ARTÍSTICO. A classificação indicativa a peça será indicada para menores de 14, como consta no projeto, haverá ensaios e criação do espetáculo dependerá da evolução do processo ARTÍSTICO.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar a montagem teatral de Delírio Macbeth de William Shakespeare adaptado e dirigido por Eric Lenate para discutir e abordar as questões que o dramatudo William Shakespeare abaorda na obra. Objetivo Específico Total de 24 apresentações de espetáculo teatral chamado Delírio Macbeth. A enceneção será realizada com seis atores. Realizar dois meses de ensaio e dois meses de temporada teatral, na cidade de São Paulo do espetáculo, Delírio Macbeth de William Shakespeare adaptado e dirigido por Eric Lenate. Os protagonistas serão Fábio Assunção e Débora Falabella.

Justificativa

Desejamos realizar uma nova produção teatral, que caminha em sincronicidade e sinergia com o tempo em que vivemos. Havendo necessidade, buscaremos alinhar as novas mídias e formatos de comunicação levando em consideração os cuidados com as questões sanitárias relativas à pandemia de Covid-19 e o alcance dessa produção em todas as suas etapas, buscando equilíbrio entre as realizações virtuais e presenciais sem perder a qualidade e potência de difusão. Assim, com esta perspectiva, pretendemos realizar a encenação inédita de MACBETH, reconstrução dramatúrgica de autoria de Eric Lenate _ que também dirigirá a montagem _ livremente inspirada na obra "Macbeth", escrita pelo dramaturgo e poeta inglês William Shakespeare. No elenco, o projeto conta com Dóbora Falabella e Fábio Assunção, artistas de longa e reconhecida trajetória artística, conhecidos do grande público. O projeto ainda prevê mais 04 atores de suporte, completando assim um total de até 06 integrantes no elenco. Serão 24 apresentações, ao longo de 02 meses de temporada. Pretendemos ainda realizar 01 apresentação com audio descrição e com intérprete em libras. Realizaremos um ensaio aberto gratuito, na semana da estreia, contando com a presença de estudantes da área de artes cênicas em geral e grupos de teatro da periferia da cidade de São Paulo. Sinopse Delírio Macbeth Macbeth é um general do exército escocês que conta com enorme respeito do seu rei por sua lealdade e vitórias em batalhas. Certo dia, encontra três bruxas, que profetizam que ele um dia se tornará o novo rei da Escócia. Encorajado por sua manipuladora esposa Lady Macbeth, que lamenta nunca ter conseguido lhe dar herdeiros, Macbeth se torna ambicioso e assassina o Rei Duncan, assumindo o trono. Atormentado pela culpa e paranoico, Macbeth se transforma em um rei tirano e cruel. Uma peça atual, que fala sobre a ambição sem limites, a sede de poder, a crueldade e a falta de escrúpulos para se conseguir o que quer. Um tema sem duvida universal e muito contemporâneo. Sobre o Autor William Shakespeare ( 1564-1616) ]foi um poeta, dramaturgo e ator inglês, tido como o maior escritor do idioma inglês e o mais influente dramaturgo do mundo. É chamado frequentemente de poeta nacional da Inglaterra e de "Bardo do Avon" (ou simplesmente The Bard, "O Bardo"). De suas obras, incluindo aquelas em colaboração, restaram até os dias de hoje 38 peças 154 sonetos, dois longos poemas narrativos, e mais alguns versos esparsos, cujas autorias, no entanto, são ainda disputadas. Suas peças foram traduzidas para todas as principais línguas modernas e são mais encenadas que as de qualquer outro dramaturgo. Muitos de seus textos e temas permanecem vivos até os nossos dias, sendo revisitados com frequência, especialmente no teatro, na televisão, no cinema e na literatura. Shakespeare produziu a maior parte de sua obra entre 1590 e 1613. Suas primeiras peças eram principalmente comédias e obras baseadas em eventos e personagens históricos, gêneros que ele levou ao ápice da sofisticação e do talento artístico ao fim do século XVI. A partir de então escreveu apenas tragédias até por volta de 1608, incluindo Macbeth, consideradas uma das obras mais importantes na língua inglesa. Na sua última fase, escreveu um conjuntos de peças classificadas como tragicomédias ou romances, e colaborou com outros dramaturgos. Diversas de suas peças foram publicadas, em edições com variados graus de qualidade e precisão, durante sua vida.. Shakespeare foi um poeta e dramaturgo respeitado em sua própria época, mas sua reputação só viria a atingir o nível em que se encontra hoje no século XIX. Os românticos, especialmente, aclamaram a genialidade de Shakespeare, e os vitorianos idolatraram-no como um herói, com uma reverência que George Bernard Shaw chamava de "bardolatria". No século XX sua obra foi adotada e redescoberta repetidamente por novos movimentos, tanto na academia e quanto na performance. Suas peças permanecem extremamente populares hoje em dia e são estudadas, encenadas e reinterpretadas constantemente, em diversos contextos culturais e políticos, por todo o mundo.

Estratégia de execução

PROPOSTA DE RECONSTRUÇÃO DRAMATÚRGICA(mais informações em anexos) Aqui apresentamos a proposta de encenação de uma reconstrução dramatúrgica intitulada DELÍRIO MACBETH, que está em processo de escrita pelo ator, diretor e cenógrafo Eric Lenate, livremente inspirada no texto “Macbeth”, de William Shakespeare. DELÍRIO MACBETH não apresentará, novamente, a história sobre bruxas e feiticeiras malignas poluindo a pobre e gentil mente de um homem nobre e honrado, auxiliadas pela feiticeira mor, casada com esse homem. Esta proposta de reconstrução dramatúrgica que apresentamos é mais uma possível abordagem – uma “reescritura” – da história de um homem e de uma mulher, um casal, Lady Macbeth e Lord Macbeth, que ouviram vozes que poderiam estar ecoando de suas mentes atormentadas, que se deixaram corroer – juntos – por seu próprio delírio obsceno de grandeza e poder a qualquer custo, e que depois de arderem de prazer nefasto – devido a seus feitos imemoráveis – foram consumidos pela acidez tormentosa da culpa e do remorso. DELÍRIO MACBETH se alicerça em informações que podem soar quase subliminares na obra original do bardo inglês e que nesta reconstrução dramatúrgica ganham especial foco de atenção, como a ligação familiar entre as figuras da trama – em especial Lord Macbeth e o Rei Duncan que, nesta adaptação, se torna a Rainha Duncan – e a tal criança que Lady Macbeth menciona uma fala sua um dia ter amamentado. Pretendemos, a partir da reconstrução de uma obra tão icônica que versa sobre cobiça e poder, destacar também os aspectos luxuriantes dessa corrida pelo status inebriante. Em nossa reconstrução, o Casal Macbeth se apresenta com uma ligação carnal e intelectual muito forte. Poderíamos dizer que aqui são “farinha do mesmo saco”. Dois seres diminutos complementares um ao outro, parceiros inseparáveis nos prazeres imediatos e nas iniciativas torpes. Pareados em sua baixa estatura moral e em seus tormentos delirantes, são apresentados nesta adaptação como se estivessem vivendo uma espécie de Folie à deux – do francês, "Loucura a dois" – terno que designa um Transtorno psicótico induzido ou Transtorno psicótico compartido, uma síndrome psiquiátrica rara na qual sintomas psicóticos são compartilhados por duas pessoas, geralmente da mesma família ou próximas. Quando a família tem uma estrutura psicótica pode ser chamada de folie en famille. Esse termo deve ser usado para descrever a relação psicopatológica independente dos diagnósticos individuais dos envolvidos. Pode ocorrer por imposição em uma relação de poder (Folie imposée ou communiquée) quando uma pessoa impõe crenças altamente prejudiciais, inadequadas e socialmente não-compartilhadas (ex: cultos novos, teorias de conspiração...) para uma ou mais pessoas vulneráveis ou ambos podem ter transtornos psicóticos e compartilharem suas crenças entre si (Folie simultanée ou induite), influenciando o comportamento um do outro. Quando envolve mais de duas pessoas pode ser chamada de folie à tróis (loucura a três), folie à quatre (loucura a quatro) ou folie à plusieurs (loucura de muitos). E possível que alguns cultos radicais extremistas, suicídios em massa e teoristas de conspiração possam ser casos de folie à plusieurs, popularmente conhecidos como histeria coletiva. Nesta reconstrução dramatúrgica, ainda em processo e apresentada aqui ainda em sua 2ª versão, optamos por reduzir ao máximo o número de personagens da trama, nos detendo nos essenciais para o desenrolar dos acontecimentos. Optamos também, no plano de encenação, por trabalhar com um elenco reduzido, até 06 (seis) pessoas no total, procedimento que fará com que todos do elenco dobrem ou tripliquem personagens – com exceção da dupla de desempenhará o Casal Macbeth – dando assim a oportunidade para esse elenco se exercitar em desempenhos múltiplos de desenho de personagens e contribuindo para o desenho de uma trama de encenação que manifeste com mais relevo a confusão mental das personagens protagonistas. PROPOSTAS DE ENCENAÇÃO(mais informações em anexos) TRILHA SONORA – FIGURINOS – CENOGRAFIA A trilha sonora será totalmente original e especialmente composta para este trabalho. Bem como toda a criação de efeitos e ambiências sonoras. Para tanto, estamos nos propondo o desafio de criar todas as músicas, efeitos e ambiências sonoras partindo de apenas um único instrumento de base para todas as criações: o violoncelo, um instrumento da família dos instrumentos de corda, pertencente à subfamília dos violinos, que engloba os instrumentos orquestrais de quatro cordas afinadas em quintas; a característica padrão do instrumento foi estabelecida por Antonio Stradivari, em 1680, e a partir dos Concertos Espirituais de Boccherini, o violoncelo passou a ser tratado como solista e não somente como um instrumento para compor o naipe de cordas. Temos como nossa principal referência de estudo e inspiração a compositora islandesa de formação clássica, Hildur Guðnadóttir, especialista nesse instrumento, criadora de obras primas sonoras como a trilha original do filme “Joker”, de 2019, a trilha original da série televisiva “Chernobyl”, também de 2019, e a trilha original do filme “Tàr”, de 2022. O conjunto de indumentária do trabalho será desenhado e cortado para cada personagem, não somente de acordo com o status social que ocupa e as diversas situações em que está inserido, mas também respeitando uma certa liberdade de representação simbólica de cada figura dentro do conjunto psíquico da trama, como por exemplo: a Rainha Duncan portará sempre uma indumentária branca alvíssima, que chegará a incomodar os olhos das personagens e espectadores com sua “brancura imaculada”. Alguns personagens terão múltiplas trocas de vestuário, como Lady Macbeth e Lord Macbeth. O visagismo – trabalho de maquiagem e caracterização postiça de cada personagem – seguirá apenas a linha de representação simbólica do estado psíquico das personagens. Nossa pesquisa parte do estudo de estilo de vestimenta europeia do período feudal, passando também pelo estudo da requintada direção de arte – de autoria de Raphael Lacoste – de um jogo de videogame célebre por seu alto grau de fidelidade na reconstituição histórica de ambientes, localidades e personagens, aliado a uma poderosa invenção imaginativa – por vezes considerada fantástica –, chamado Assassin’s Creed. Este jogo lançado em formato seriado ao longo dos últimos anos é uma obra ficcional, que se mistura com personagens e fatos históricos. Ela reconta uma guerra secreta entre dois grupos rivais: os Assassinos e os Templários. O primeiro jogo da série se passa no século XII, durante a Terceira Cruzada, com o jogador encarnando o personagem Altair, que percorre cidades como Jerusalém, Acre e Damasco em busca de um artefato chamado “pedaços do Éden”. Este primeiro jogo da série é nossa principal fonte de estudo e inspiração. Em relação à dramaturgia de encenação e à arquitetura cênica de DELÍRIO MACBETH, pretendemos trabalhar partindo do princípio da “cena vazia”, habitando e movimentando o palco preferencialmente com os corpos do elenco e, sazonalmente, introduzindo e retirando de cena alguns elementos e adereços cenográficos – dentro do procedimento de cenografia evolutiva – para desenhar com mais precisão alguma circunstância ou localização geográfica da trama, como, por exemplo: uma grande cama de casal, uma penteadeira, um grande conjunto de mesa de banquete com cadeiras, uma banheira com pés, uma moldura de lareira, adagas e espadas, dois tronos. Pretendemos fazer uso também de painéis de diferentes dimensões – operados por varas cenográficas – que simularão paredes e grandes muralhas, e que surgirão e desaparecerão de cena para realçar o desenho dos vários ambientes dos castelos da trama e os vários “ambientes mentais” do espetáculo, projeções dos delírios do Casal Macbeth. Pretendemos também utilizar o efeito produzido por máquinas de Low Fog, popularmente chamado de “efeito de gelo seco”. As máquinas de Low Fog produzem um tipo de fumaça específica, de alta densidade e baixa temperatura que permanece o tempo todo baixa, tocando a superfície do chão – diferente das máquinas de névoa ou neblina (fog machine ou haze machine), que produzem uma fumaça menos densa e com temperatura maior que flutua e toma conta de todo o ambiente. Durante toda a duração do espetáculo, o público ficará, portanto, impedido de ver o chão do palco, e a região dos pés e canelas do elenco. Artifício que cooperará para o procedimento de deslizamento dos elementos cenográficos para dentro e para fora de cena, produzindo um efeito de flutuação tanto na arquitetura cênica quanto no deslocamento do elenco sobre o palco. O intuito com este procedimento é conseguir criar no público, para além da sensação aparente de flutuação, uma sensação mental de indeterminações geográfica e gravitacional, despertando nos espectadores uma ideia potente de “não-lugar” durante todo o espetáculo. A arquitetura cênica será trabalhada partindo também do estudo de um procedimento de uso conjunto da luz e da arquitetura que estamos investigando e que vimos chamando de “solidez iluminativa”. Dentro deste procedimento, a partir deste dispositivo, a luz cumpre o papel de não somente dar visibilidade aos acontecimentos e formas, mas também de dar suporte de “solidez arquitetônica” no desenho geográfico dos acontecimentos e na “dança” das formas. Pretendemos, estudando este dispositivo, investigar a possibilidade de se desenhar diversos ambientes geográficos solicitados pela trama utilizando apenas recursos de luz – seja por meio de refletores convencionais ou por meio da imagem digital da luz criada e controlada por computador, e transmitida por projetores de vídeo. Com este procedimento, pretendemos transitar entre a geografia dos fatos e localidades, e a geografia psíquica das personagens – em especial, a de Lady Macbeth e a de Lord Macbeth. Temos como nossas principais referências para este estudo dois artistas dedicados à investigação da luz como extrapolação dos ditames da visibilidade: Anthony McCall e Bruce Munro.

Especificação técnica

Não é o caso.

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: A produção se responsabiliza em garantir o espaço de realização do projeto atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais Acessibilidade para PcD VISUAIS: Os direitos garantidos no local de apresentações, 1 (hum) apresentação com acessibilidade total, com traduções simultâneas (fones de ouvido) possibilitando o acesso à PcD visuais. Acessibilidade para PcD auditivos: Os direitos garantidos no local de apresentações, 1 (hum) apresentação com acessibilidade total, com intérprete de libras possibilitando o acesso à PcD auditivos. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: A produção se responsabiliza em garantir no espaço de realização da contrapartida (local será o teatro de apresentações) o atendimento preferencial a portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais.

Democratização do acesso

Para atender à democratização da cultura, art. 28 da IN nº 01/2023 do Ministério da Cultura. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS- Disponibilizar 100% dos ingressos e serão divididos da seguinte forma:- 10% das apresentações para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;- Disponibilizar 10% dos ingressos para o(s) patrocinador(es);- Disponibilizar 10% dos ingressos para divulgação;- Disponibilizar 20% de ingressos ao público no valor promocional de R$ 39,50;- Disponibilizar 50% de ingressos ao público no valor (inteira) a partir de R$ 160,00 até R$ 250,00;*O projeto prevê atender um público total de aproximadamente 12.000 pessoas - (média de 500 pessoas por apresentação). II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC).Além da disponibilização gratuita de 10% de ingressos;Acesso Palestras/Workshop, voltada prioritarimente para grupos de adolescentes de rede pública e professores. *sendo 50% do quantitativo de beneficiários voltados para estudantes e professores de instituições públicas de ensino, crianças em orfanatos ou idosos em casas de repouso.(V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;)- 6 encontros com 2 horas de duração e entrega de certificado após a conclusão;- Total em horas: 12 horas.- A divulgação para inscrição será realizada através de assessoria de imprensa e redes sociais do projeto.A estimativa de público para a oficina/palestras: 3000 (500 pessoas por encontro)

Ficha técnica

Proponente irá exercer a função de Diretor de Produção: LUQUE DALTROZO = LUÍS HENRIQUE DALTROZO ALVES Ficha Técnica Delírio Macbeth Elenco protagonista: DÉBORA FALABELLA (Lady Macbeth), FÁBIO ASSUNÇÃO (Lord Macbeth), YARA DE NOVAES, MÁRIO BORGES, ALEXANDRE GALINDO E VITOR JULIAN. Direção, Tradução, Adaptação e Cenário: ERIC LENATE Figurinos: JOÃO PIMENTA Desenho de Luz: ALINE SANTINI Trilha sonora original, sonoplastia e video-projeções: L. P. DANIEL Projeto gráfico: LAERTE KÉSSIMOS Fotos e Registro: LEEKYUNG KIM Produção Executiva: CAMILA BEVILACQUA Direção de Produção: LUQUE DALTROZO Realização: DALTROZO PRODUÇÕES Proponente irá exercer a função de Diretor de Produção: LUQUE DALTROZO - LUÍS HENRIQUE DALTROZO ALVES Currículos Resumidos: Débora Falabella é uma premiada atriz e diretora brasileira. Começou a carreira em 1995,aos quinze anos, na peça Flicts, do escritor Ziraldo. Até os dezoito anos, interpretou outras personagens infantis e estudou dramaturgia. Fez um teste para a Rede Globo, para um cadastro de atores mineiros, e pouco tempo depois foi chamada para uma vaga em Malhação. Foi seu primeiro trabalho na televisão, que durou apenas seis meses. Assim, voltou para Belo Horizonte e, enquanto atuava em algumas peças de teatro, participou de três capítulos do seriado Mulher, da Rede Globo. Em 1999 passou no teste para atuar na telenovela infantil Chiquititas, do SBT. Após passar por mais um teste, Débora ganhou o papel de Cuca na telenovela Um Anjo Caiu do Céu, da Rede Globo. Estreou no cinema,no curta-metragem Françoise.Débora levou o prêmio de melhor atriz nos Festivais de Gramado e de Brasília, além de receber menção honrosa no Festival do Rio BR. Seu primeiro papel em horário nobre foi a Mel de O Clone.Na minissérie JK deu vida a Sarah Kubitschek,na fase ainda jovem da personagem. Em seguida,protagonizou a telenovela Sinhá Moça. Em 2007 foi uma das protagonistas da telenovela Duas Caras. Interpretou Beatriz Cristina,na telenovela Escrito nas Estrelas da Rede Globo.Em 2011 fez uma participação especial na novela TiTiTi e no mesmo ano fez parte do elenco do seriado A Mulher Invisível. Em 2012, interpretou sua primeira protagonista no horário nobre, como a mocinha vingativa Nina,de Avenida Brasil. Em 2014, interpreta Ray, na série Dupla Identidade, de Glória Perez. Em 2016 volta à TV na série Nada Será Como Antes ao lado de Murilo Benício, como a atriz de radionovelas Verônica Maia.No mesmo ano volta às novelas em A Força do Querer,na pele da vilã Irene. No teatro fez, em 1995, Flicts, em 2004, Noites Branca,em 2006,A Serpente,em 2007, O Continente Negro,em 2010,O Amor e Outros Estranhos Rumores, entre 2013-2016 Contrações,entre 2015-2016, Mantenha Fora do Alcance do Bebê,em 2017,Love, Love, Love, e em 2019, Neste Mundo Louco, Nesta Noite Brilhante.Nome Completo: DÉBORA LIMA FALABELLA Função: Atriz Fábio Assunção é um dos artistas mais brilhantes e polêmicos do Brasil. Desde quando era bem criança começou a enveredar pelos caminhos das artes sendo aluno de piano e tendo, na adolescência, uma banda de rock. O futuro atou começou a fazer publicidade, usando, sobretudo, a sua qualidade estética. Ao resolver cursar teatro descobriu sua vocação para a arte de interpretar ao entrar para a Fundação das Artes. Não demorou muito e foi aprovado em um teste na Rede Globo após levar um currículo na emissora. Seu primeiro trabalho na televisão, Rede Globo, foi em “Meu Bem, Meu Mal” novela que foi ao ar em 1990. Os demais trabalhos de Fábio Assunção na televisão foram “Vamp – 1991”, “De Corpo e Alma – 1992”, “Sonho Meu – 1993”, “Pátria Minha – 1994”, “Você Decide – 1995”, “Mundo Vip – 1996”, “O Rei do Gado – 1996”, “Por Amor – 1997”, “A Comédia da Vida Privada – 1997”, “Labirinto – 1998”, “Força de um Desejo – 1999”, “Os Mais – 2001”, “Brava Gente – 2001”, “Coração de Estudante – 2002”, “Celebridade – 2003”, “Os Normais – 2003”, “A Grande Família – 2003”, “Casseta & Planeta Urgente – 2004”, “Mad Maria – 2005”, “JK – 2006”, “Belíssima – 2006”, “Copas de Mel – 2006”, “Paraíso Tropical – 2007”, “Negócio da China – 2008”, “Dalva e Herivelton: Uma Canção de Amor – 2010”, “S.O.S Emergência – 2010”, “Clandestinos: O Sonho Começou – 2010”, “Ti Ti Ti – 2011”, “Tapas & Beijos – 2011/2015”, “As Brasileiras – 2012”, “Totalmente Demais – 2015”, “A Fórmula – 2017” e "Onde Nascem os Fortes - 2018". Entre seus filmes estão “A Hora Marcada – 2000”, “Duas Vezes com Helena – 2000”, “Dinossauro – 2000”, “Bellini e a Esfinge – 2001”, “Cristina Quer Casar – 2003”, “Sexo, Amor e Traição – 2004”, “Espelho d’Água – Uma Viagem no Rio São Francisco – 2004”, “Primo Basílio – 2007”, “Bellini e o Demônio – 2008”, “Do Começo ao Fim – 2009”, “País do Desejo – 2011”, “Totalmente inocentes – 2012” e “Entre Idas e Vindas – 2016”. No teatro fez mais de 12 espetáculos, incluindo a adaptação para os palcos do filme Dogville, de Lars Von Trier. O ator recebeu inúmeros prêmios como melhor ator pelas suas atuações no cinema e, também, na televisão e teatro. Nome Completo: FÁBIO ASSUNÇÃO PINTO Função: Ator Yara de Novaes é uma atriz, diretora e professora de teatro. Com diversos prêmios em teatro e cinema. Trabalhou como professora nas seguintes universidades: PUC-Minas, UNO-BH, UFPE e FAAP. Dirigiu diversos espetáculos e atuou em outros tantos. Já trabalhou com artistas como, Grupo Galpão, Cleyde Yáconis, Grace Passo, Silvia Gomez, Carlos Gradim, Eloísa Elena,Andre Cortes, Morris Piccioto, Leopoldo Pacheco, Rafael Conde, Adyr Assumpcao, Caroline Virguez, Rogério Velloso, Newton moreno, Silvia Gomez, Amauri Reis ,Augusto Madeira, Alexandre Cioletti, Fafa Rennó , Cyda Falabella, Celso Cury, Débora Falabella, Ernani Maletta,Ary França, Maria Adelaide Amaral, Cristina Pereira, Rafael Primot, Jota Dangelo, entre muitos outros artistas. Fundou, em 2005, o Grupo 3 de Teatro, composto por Débora Falabella e Gabriel Paiva.PrêmiosPrêmio Shell (Rio de Janeiro/2018) - melhor atriz, por Love Love Love;Prêmio Questão de Crítica 2018- atriz em 3 espetáculos: Justa , Alaska e Love love love;Prêmio APCA (São Paulo/2013) - melhor atriz, por Contrações, ao lado de Débora Falabella;Prêmio APTR ( Rio) Contrações 2014; Troféu USIMINAS/SINPARC (Belo Horizonte/2003) - melhor diretora, por Noites Brancas;Prêmio Canal Brasil (Festival de Cinema do Recife/2001) - melhor atriz de curta-metragem, por Todos os dias são iguais. Nome Completo: YARA DE NOVAES GOMES Função: Atriz Mário Borges, ator paulistano que se destaca na televisão e no teatro brasileiro. Ele esteve presente em diversas peças de destaque: Como Eu Aprendi a Dirigir um Carro (2004), O Tiro que Mudou a História (1992), A Desinibida do Grajaú (1992), Isso é tudo (1990), O Doente Imaginário (1996), Gata em Teto de Zinco Quente (1997) entre outras.Na televisão, esteve em trabalhos como Liberdade, Liberdade (2016), Ligações Perigosas (2016), Exilados (2015), Amor e Revolução (2011), Paraíso Tropical (2007) e Você Decide (1997). No cinema, esteve presente em Trair e Coçar É Só Começar (2006), Bufo & Spallanzani (2001), Romance da Empregada (1988), entre outros. Nome completo: MÁRIO BORGES Função: Ator Eric Lenate, diretor e cenógrafo, profissionalizou-se em 2004 pelo SATED. Em 2005 ingressou no CPT - Centro de Pesquisa Teatral do SESC, sob a direção de Antunes Filho. Em quatro anos de CPT, foi integrante do Núcleo de Cenografia e atuou nas montagens: O Canto de Gregório, A Pedra do Reino e Senhora dos Afogados. Em 2006, sob a orientação de Antunes, passou a desenvolver seu trabalho como diretor. Sua estreia profissional se deu com O Céu 5 minutos antes da tempestade, de Silvia Gomez. O espetáculo esteve em 2008 e foi nomeado para o Prêmio Qualidade Brasil de melhor espetáculo – drama. Em 2009, dirigiu o espetáculo Celebração, de Harold Pinter. Dirigiu e realizou a arquitetura cênica dos seguintes trabalhos: Um Verão Familiar, Rabbit, (indicado ao Prêmio CPT de Teatro 2012 na categoria melhor direção), Vestido De Noiva, de Nelson Rodrigues (Prêmio Aplauso Brasil 2013 de arquitetura cênica). Em 2012, foi indicado ao Prêmio Shell na categoria especial “pela força performativa de seus experimentos”. Em 2014 estreou Sit Dow n Drama, de Michelle Ferreira (indicado ao Prêmio Shell de melhor direção). Em 2015 funda a Sociedade Líquida, projeto-provocação responsável pelos trabalhos: Ludwig e suas irmãs, de Thomas Bernhard; Mantenha fora do alcance do bebê, de Silvia Gomez; Fim de Partida, de Samuel Beckett, pelo qual foi indicado ao prêmio APCA de melhor ator em 2016; O teste de Turing, de Paulo Santoro, e Reflux o, de Angela Ribeiro, que esteve em cartaz no primeiro semestre de 2017 no Mezanino do Centro Cultural FIESP e pelo qual Lenate está indicado aos prêmios Shell de melhor direção e melhor cenário, em São Paulo, e para os prêmios Arte Qualidade Brasil 2017 de melhor espetáculo e melhor direção. Love, Love, Love, de Mike Bartlett, estreado em janeiro de 2017 no Rio de Janeiro, ainda inédito em São Paulo, em parceria com o Grupo 3 de Teatro, é um de seus mais recentes trabalhos. Por este trabalho, Lenate foi também indicado em 2017 aos prêmios Shell e APTR de melhor direção, ambos no Rio de Janeiro. Nome completo: ERIC LENATE Função: Diretor, Adapatador e Cenógrafo

Providência

PROJETO ARQUIVADO.