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O projeto se refere à realização de montagem inédita e apresentações do espetáculo"Claustrofobia" na cidade do Rio de Janeiro. Em seguida, pretende realizar circulação com apresentações do espetáculo nas cidades de São Paulo e Belo Horizonte. As apresentações incluem interpretação em LIBRAS e sessões com Audiodescrição e serão seguidas de debates com o público.
Produto: APRESENTAÇÃO DE TEATRO MUSICAL Segue a DRAMATURGIA da peça e o detalhamento da cenografia: Claustrofobia é um texto inédito do dramaturgo Rogério Corrêa. Através de três monólogos entrelaçados, a peça explora o cotidiano de escritórios num prédio empresarial na metrópole do Brasil. Os seus três personagens -um ascensorista imigrante do Nordeste, uma executiva ambiciosa e um porteiro que sonha em ser um policial - serão interpretados pelo mesmo ator, Marcio Vito, com direção de Cesar Augusto. Segue o detalhamento da CENOGRAFIA: Para mostrar a universalidade desta experiência, os 3 personagens desta história serão interpretados por um só ator, o veterano Márcio Vito, que dará vida aos 3 protagonistas, priorizando a interpretação e não se apoiando em adereços, figurinos ou visagismos para distingui-los. Este enfoque minimalista e centrado no ator abrange toda a montagem: Num palco vazio, a claustrofobia da cidade grande e dos ambientes do prédio de escritórios onde se dá a trama, assim como o sertão da infância do imigrante nordestino, serão sugeridos e construídos através não só da atuação, mas também através de sons, iluminação e imagens: Ouviremos sons urbanos e uma trilha sonora que inclui tanto a impessoal e repetitiva “música de elevador”, criando a cidade grande, quanto os sons idílicos da infância no campo. Estes sons serão indicados e ouvidos em momentos descobertos e construídos a partir dos movimentos da dramaturgia corporal que nascerá dos ensaios. Utilizaremos a iluminação e multiplos recursos em projeções de video complementar à cenografia, e assim, reproduzir ambos o cenário frio, estéril e impessoal de um prédio comercial e de um elevador, o não-lugar onde a história se concentra, em contraste com a visão onírica da memória da infância, o sertão bucólico, natural e aberto. CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA - 16 ANOS
Objetivos Gerais: Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; No texto do autor Rogério Corrêa, com três monólogos com temas que dialogam entre si, vemos um microcosmo do Brasil e das diferentes camadas sociais. Sob uma perspectiva social, cultural e econômica, vemos a pluralidade, a diversidade e as formas como as relações se dão e ainda como se expressam em seus cotidianos nas esferas intimas, pessoais e profissionais, desenhando, portanto, um panorama de múltiplas realidades e construções culturais e como estas atravessam uma a outra. visamos reunir um público diverso, e através dos debates após o espetáculo, intencionamos contribuir e fomentar um diálogo mais empático sobre as diferentes formas de relações humanas em nossa sociedade. O públicor reunirá tanto jovens quanto idosos, de todas as raças e classes sociais. Propomos realizar estreia e temporada em teatro no Rio de Janeiro, circulação em São Paulo (Capital) e Belo Horizonte, reunindo um público diverso, seguidos de debates. VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; Pois, os ingressos serão gratuitos e faremos um amplo trabalho de inclusão, para assegurar um maior público, sendo estes: - moradores de comunidades - através de formação de platéia. - Público PcD Visuais e PcD Auditivos - através de parcerias com instituições afins. - Público PcD físicos e idosos, através de ampla divulgação da facilitação dos acessos ao local, bem como acompanhamento exclusivo de nossa equipe de acordo com a demanda, garantindo assim a democratização do acesso a todo público interessado. Objetivos Específicos: A) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: - Realizar montagem e temporada com 16 apresentações do espetáculo teatral Claustrofobia, na cidade do Rio de Janeiro. - Realizar circulação com 12 apresentações (três semanas) na cidade de São Paulo. - Realizar circulação com 8 apresentações (duas semanas) na cidade de Belo Horizonte.
Claustrofobia é um texto inédito do dramaturgo Rogério Corrêa. Através de três monólogos entrelaçados, a peça explora o cotidiano de escritórios num prédio empresarial na metrópole do Brasil. Os seus três personagens - um ascensorista imigrante do nordeste, uma executiva ambiciosa e um porteiro que sonha em ser um policial. O texto discute questões atuais e pertinentes: A vida dos migrantes econômicos, a posição da mulher no desigual mercado de trabalho, a falta de perspectivas, a questão da mobilidade social na nossa sociedade e outras condições que nos permeiam. Mas, acima de tudo, a peça explora a alienação urbana das grandes cidades, as relações entre seus habitantes, cada vez menos pessoal e mais desumana. O jogo cênico que será engendrado entre ator e diretor, marcará uma linguagem disruptiva e contemporânea. Através deste espetáculo, pretendemos reunir um público diverso e provocar reflexões e diálogos necessários em nosso cotidiano. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Pois os ingressos serão gratuitos, trabalharemos formação de platéia e investiremos no acesso de PcD visuais, auditivos, Pcd físicos e idosos. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Pois serão realizadas 16 apresentações do espetáculo teatral com temporada de 1 mês na cidade do Rio de Janeiro, circulação com 12 apresentações na cidade de São Paulo e 8 apresentações na cidade de Belo Horizonte. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Pois os ingressos serão gratuitos e difundiremos o espetáculo de forma estratégica de forma a contemplar um público diversificado, de todas as classes sociais, gêneros, raças e idades.
Esta ação é fruto de uma produção independente e portanto, declaro que o projeto cultural é uma produção independente pois não detenho a posse ou propriedade de espaços cênicos ou salas de apresentação.
Produto: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: Asseguramos a realização da temporada do espetáculo obrigatoriamente em espaços que obedeçam à legislação quanto à acessibilidade para pessoas com deficiências, baixa-locomoção e idosos. Nossa equipe será orientada para dar suporte para este público específico, como prioridade na entrada e assentos em espaços adequados, garantindo-lhes conforto e segurança durante as apresentações. - O espetáculo será realizado em espaços com rampa de acesso ao local de apresentação, aos banheiros, cafés e saídas de emergência. - Assentos adequados reservados para pessoas com deficiência, baixa-locomoção e idosos. - Um produtor do espetáculo se encarregará de oferecer suporte ao público com deficiência, baixa-locomoção e idosos. PLANILHA ORÇAMENTÁRIA - ITENS: 13, 24 e 52. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - Realizaremos apresentações com sessões de AUDIODESCRIÇÃO para o público PcD Visuais. PLANILHA ORÇAMENTÁRIA - ITENS: 14, 18,29,35, 44 e 49. - Faremos parcerias com instituições voltadas para PcD Visuais, para um maior estímulo deste público no espetáculo. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: - Realizaremos apresentações com INTERPRETAÇÃO EM LIBRAS para o público PcD Auditivos. PLANILHA ORÇAMENTÁRIA - ITENS: 16,33 e 47. - Faremos parcerias com instituições voltadas para PcD Auditivos, para um maior estímulo deste público no espetáculo. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: - A equipe de produção será orientada para dar suporte para este público específico, como prioridade na entrada e assentos em espaços adequados, garantindo-lhes conforto e segurança deste público, durante as apresentações.
TODOS OS INGRESSOS SERÃO GRATUITOS; Democratização de Acesso O produto cultural resultante do projeto, respeitará os limites do artigo 23 da IN 01/2022: B) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; Pois todas as apresentações do espetáculo serão gratuitas. Reservaremos as cotas diárias destinadas aos incentivadores, patrocinadores e doadores. Reservaremos uma cota diária de 20% de ingressos para PcD Visuais e Auditivos e Físicos, de acordo com a opção de apresentação do dia. Rio de Janeiro: Estimamos um público de 80 pessoas por dia, totalizando ao final das 16 apresentações, 1.280 pessoas. O PLANO DE DISTRIBUIÇÃO prevê a reserva das seguintes cotas: - 128 Ingressos (dos 1.280) destinados à DIVULGAÇÃO. - 128 Ingressos (dos 1.280) destinados aoos PATROCINADORES Será reservada a cota de 256 ingressos para PcD Visuais e Auditivos e Físicos, a ser entregue pela Produção, na bilheteria do Teatro. São Paulo: Estimamos um público de 130 pessoas por dia, totalizando ao final das 12 apresentações, 1.560 pessoas. O PLANO DE DISTRIBUIÇÃO prevê a reserva das seguintes cotas: - 156 Ingressos (dos 1.560) destinados à DIVULGAÇÃO. - 156 Ingressos (dos 1.560) destinados aoos PATROCINADORES Será reservada a cota de 312 ingressos para PcD Visuais e Auditivos e Físicos, a ser entregue pela Produção, na bilheteria do Teatro. Belo Horizonte: Estimamos um público de 100 pessoas por dia, totalizando ao final das 8 apresentações, 800 pessoas. O PLANO DE DISTRIBUIÇÃO prevê a reserva das seguintes cotas: - 80 Ingressos (dos 800) destinados à DIVULGAÇÃO. - 80 Ingressos (dos 800) destinados aoos PATROCINADORES Será reservada a cota de 160 ingressos para PcD Visuais e Auditivos e Físicos, a ser entregue pela Produção, na bilheteria do Teatro. Ampliação de Acesso Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; Serão permitidas a captação de imagens do espetáculo mediante solicitação prévia que justifique a ação. Art. 28 da IN nº 01/2023 Art. 28. Em complemento, será adotada as seguintes medidas de ampliação do acesso deste Projeto, nos três Estados: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
Ficha Técnica Dramaturgia: Rogério Corrêa Direção e Cenografia: César Augusto Ator: Marcio Vito Assistente de Direção: João Gofman Video: Renato Krueger Iluminação: Adriana Ortiz Direção Musical: André Poyart Figurino: Marcelo Olinto Visagismo: Marcio Mello Mídias Sociais: Radha Barcellos Programação Visual: Sônia Barreto Assessoria de Imprensa: Paula Catunda Produção Executiva: Gabriel Garcia Direção de Produção e Administração: Juliana Mattar - Lampeja Projetos Culturais Ltda. CESAR AUGUSTO – Direção e Cenografia Integra a Cia dos Atores desde a sua formação como ator, diretor e mantém há 15 anos, junto com seus parceiros, a SEDE DAS CIAS, espaço de criação e formação artística, localizado na Escadaria Selarón, na Lapa, uma das principais atrações turísticas do Rio de Janeiro. Foi curador no Instituto Galpão Gamboa, indicado ao prêmio Cesgranrio/ 2016. Dirige o TEMPO_FESTIVAL, Festival internacional no Rio de Janeiro, há 10 anos e foi diretor artístico da ocupação CÂMBIO, no Teatro Gláucio Gill e Teatro Café Pequeno, ambos indicados ao Prêmio APTR, Associação dos Produtores de Teatro RJ/ 2011 e 2012. Foi idealizador da residência HOBRA – Holanda / Brasil, calendário cultural dos Jogos Olímpicos, sendo considerado um dos eventos mais expressivos durante o evento. Trabalhou em vários espetáculos de teatro ao longo de sua carreira como ator, em temporadas nacionais e internacionais, com sucesso de público e crítica especializada. Em 2017, foi agraciado pelo Prêmio APTR, categoria especial, pela multiplicidade de ações artísticas e, neste ano de 2021 realizou, como curador e diretor artístico o projeto AUDIODRAMA, no CCCBB Brasília e ganhou com “Processo Julius Caesar” o prêmio APTR Teatro na categoria Espetáculo digital adaptado e editado. ROGÉRIO CORRÊA - Dramaturgo Brasileiro, carioca, Rogério Corrêa segue uma carreira artística de 40 anos. Com seu trabalho de escritor e produtor, cria uma ponte cultural entre o Brasil e o Reino Unido. Possui mestrado em Scriptwriting em Goldsmiths (2013). Ganhou duas vezes o prêmio do grupo de dramaturgos mais antigo de Londres, o Players Playwrights: 2018 - Melhor Peça - A Casa Que Gira e 2017 - 2º Lugar Melhor Comédia - Mona & Eu. Foi duas vezes finalista no concurso Seleção Brasil em Cena: 2015 - A Casa Que Gira, então com o título de Na Real, e 2018 - Sexo Entre Homens no Século XXI. Indicação como Melhor Espetáculo – Brazilian Press Awards UK – Londres – 2017 – Mona & Eu. Foi selecionado no Concurso Dramaturgias Urgentes do Banco do Brasil – 2012, com Dona Adélia. Montagens de seus textos: Renoir a Beleza Permanece, MASP - 2022, O Beijo Proibido – Instituto CAL (Rio, 2018), Sex Between Men in the 21st Century – Theatre503 (Londres, 2018), Mona & Eu – Cervantes Theatre (Londres, 2017). Em 2020 teve duas peças online produzidas e encenadas: Boy, contemplada com no Edital Ondas da Cultura da FUNARJ e a peça Entre Homens 1, contemplada com no Edital Cultura Presente da SECEC RJ. Em 2021 suas peças online De Bar em Bar (peça curta) e Entre Homens 2 foram contempladas pelo Edital Retomada Cultural da SECEC RJ com recursos da Lei Aldir Blanc. Estas peças tiveram ótima recepção de público e crítica. Sua peça BOY teve uma curta temporada em São Paulo, tendo ganhado o edital do PROAC. Portfolio Online: https://rogerionormand.myportfolio.com/ MARCIO VITO - Ator Ator, premiado no FIC Brasília por sua atuação em “No Meu Lugar” de Eduardo Valente, e em Paulínia por “5x Favela” (ambos exibidos no Festival de Cannes). Está no elenco dos filmes "Um Animal Amarelo", “A Vida Invisivel”; “Deslembro”, “Campo Grande”e “Pendular" entre outros. Em televisão estreou na minissérie “Amazônia" de Glória Perez, fez as novelas "Caminho das Índias”; "Cordel Encantado”; “Novo mundo” e “Orgulho & Paixão”; e as séries "Filhas de Eva" e “Filhos da Pátria”. Foi do elenco fixo do programa de humor “Tá No Ar ”. Em teatro, atuou e co-escreveu as peças “Antes que tudo acabe", (NAI + National Theater of Scotland) dirigida por Renato Rocha, e “O Que eu Gostaria de Dizer” (CIA Brasileira) dirigida por Márcio Abreu, destacam-se também suas atuações na peça "Incêndios", com Marieta Severo, dirigida por Aderbal Freire Filho, e em "Two Roses for Richard III", co-produção da BufoMecânica com a Royal Shakespeare Company, com direção de Fábio Ferreira e Cláudio Baltar. ADRIANA ORTIZ - Iluminação Sócia-Diretora da D5 Produções e gaúcha que fez do Rio de Janeiro a sua praia, é iluminadora já indicada a Prêmio CESGRANRIO de Teatro e a dois prêmios Shell no Rio e em São Paulo e dois prêmios APTR. Tem na sua estante prêmios como o APTR/RJ 2017 de melhor iluminação pela Peça “Monólogo Público” e o Reverência 2018 pelo musical “Romeu e Julieta”. Com 25 anos de êxito na profissão, realizou trabalhos em diversos espetáculos de teatro, ópera e musicais. Possui ainda a experiência de 4 anos como Coordenadora Técnica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e de diversos eventos na indústria do entretenimento, como o Panorama de Dança Boticário, no Riocena Contemporânea e o Festival Internacional de Linguagem. Nos últimos anos se especializou como diretora técnica ,participando de importantes realizaçoes do mercado cultural em todo Brasil (www.adrianaortiz.com.br) MARCELO OLINTO - Figurino Ator e figurinista, Cofundador da Cia. dos Atores. Iniciou os trabalhos com figurino em 1983, sendo assistente de Gilberto Vigna, Kalma Murtinho, Rita Murtinho, Pedro Sayad, Cau Albuquerque, Yamê Reis entre outros renomados profissionais. Em 1991 assinou seu primeiro trabalho profissional, a peça A BAO A QU, UM LANCE DE DADOS da Cia.dos Atores, grupo que fundou em 1988 juntamente com André Barros, Bel Garcia, César Augusto, Drica Moraes, Enrique Diaz, Gustavo Gasparani, Marcelo Valle e Susana Ribeiro. Desde então vem realizando trabalhos para teatro, show, vídeo clips e cinema. Para teatro destacaram-se os seguintes trabalhos: MEMORIAL DO CONVENTO adaptação da obra de José Saramago, A GAIVOTA, TEMA PARA UM CONTO CURTO de Anton Tchekhov, OUI OUI, A FRANÇA É AQUI de Eduardo Rieche e Gustavo Gasparani, AS VIAGENS DE GULLIVER adaptação da obra de Jonathan Swift, REBÚ de Jô Bilac, DESABOTOA A MINHA GOLA de Daniele Avila Small, ÉDIPO REI de Sófocles, AS MIMOSAS DA PRAÇA TIRADENTES de Eduardo Rieche e Gustavo Gasparani, A MULHER QUE MATOU OS PEIXES adaptação da obra de Clarice Lispector, COWBOY de Daniela Pereira de Carvalho, RICARDO III de Willian Shakespeare, AS TRÊS IRMÃS de Anton Tchekhov, A PAIXÃO SEGUNDO G.H adaptação da obra de Clarice Lispector, HEDDA GABLER de Henrik Ibsen, OBSCENA roteiro de Vitor Paiva, SAMBA FUTEBOL CLUBE de Gustavo Gasparani, BEM SERTANEJO de Gustavo Gasparani, A MENINA DO DEDO TORTO de Alexandra Maia e Ludmila Rosa, SONHO DE OUTONO de Jon Fosse, MONDO MACHETE de Filipe Miguez, OS DESAJUSTADOS de Luciana Pessanha, A INVENÇÃO DO AMOR de Thereza Falcão e a ópera O CIENTISTA de Silvio Barbato. Para a Cia.dos Atores criou A BAO A QU, UM LANCE DE DADOS criação coletiva da Cia.dos Atores, A MORTA de Oswald de Andrade, MELODRAMA de Filipe Miguez, TRISTÃO E ISOLDA de Filipe Miguez, COBAIAS DE SATÃ de Filipe Miguez, O REI DA VELA de Oswald de Andrade, MEU DESTINO É PECAR de Susana Flag, Ensaio.HAMLET de Willian Shakespeare, NOTÍCIAS CARIOCAS de Filipe Miguez, BAIT MAN de Gerald Thomas, DEVASSA de Frank Wedekind, COMO ESTOU HOJE de João Saldanha e INSETOS de Jô Bilac. Assinou os figurinos para a turnê mundial de UNIVERSO PARTICULAR de Marisa Monte e a turnê nacional de ESTAMPADO de Ana Carolina. Criou figurino para os shows de Kátia Bronstein, Paulinho Moska e Soraya Ravenle Prêmios: SHELL São Paulo por A MORTA; SHELL Rio de Janeiro por MELODRAMA; SHELL São Paulo por MEL.ODRAMA; MAMBEMBE Rio de Janeiro por MELODRAMA; APCA por MELODRAMA; CULTURA INGLESA Rio de Janeiro por AS VIAGENS DE GULLIVER. ANDRE POYART – Direção Musical Diretor musical, compositor, arranjador e regente, atua na inter-relação entre música, teatro, dança e artes visuais. Assinou a Direção Musical das montagens Hoje é Dia de Rock, A Lira dos Vinte Anos, Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812, Sweeney Todd, A Festa Selvagem e Rent, realizados pelo núcleo de Teatro Musical da CAL-RJ, e compôs a trilha sonora de espetáculos onde se destacam Crave, de Sarah Kane, a trilogia Oleanna, Race e Hollywood, de David Mamet, A Festa de Aniversário, de Harold Pinter, Tolstórias, da Cia Coisa Russa, Casa Caramujo e Garagem, de Gustavo Paso. No período de pandemia participou como diretor musical e compositor da trilha sonora das montagens virtuais das peças Por Amor, Panspermia, Peer Gynt e Melodia da Quarentena. Formado em Violão pela Escola de Música da UFRJ e Mestre em Poética pela Faculdade de Letras da UFRJ, foi professor de música da FAETEC e da UERJ, conferencista da II e III CDG (Conferência de Desenvolvedores de Games) ministrando palestras sobre o tema Trilha Sonora Para Games, orientador da disciplina Áudio Para Games do curso Desenvolvimento e Design de Jogos 3D da PUC-RJ, e atualmente é diretor geral da produtora Arte Eletrônica. JOÃO GOFMAN – Assistência de direção Professor e Diretor Teatral João Gofman começou sua trajetória artística há mais de 10 anos no TERG - Teatro Escola Rosane Gofman, onde teve sua primeira formação como ator, depois como professor. Trabalhou como assistente de Cesar Augusto, curador do TEMPO_FESTIVAL, durante as edições do ano de 2017/2018, como assistente de Direção nos espetáculos "LIFTING", com Drica Morais, "Alair", de Gustavo Pinheiro, com Edwin Luisi e "O Círculo da Transformação em Espelho" de Annie Baker, com tradução de Rafael Teixeira. Fez assistência de Direção do Rodrigo Portella com a Cia. dos Atores no espetáculo “Insetos”, que cumpriu o Circuito completo do CCBB de 2018, além de participar do Festival de Teatro de Curitiba e de Porto Alegre. RENATO KRUEGER - VIDEO Designer, graduado como Designer industrial pela FURB. Em seus últimos trabalhos podemos destacar a criação de projeções mapeadas para os espetáculos "Cabaret Voltaire" integrante do Tempo Festival, com direção de Jefferson Miranda (2018). Também foi responsável pelo mapping do espetáculo "Alair" com direção de Cesar Augusto. Com o diretor Gilberto Gawronski teve duas parcerias criando as projeções, "Nada" e "O Marido Ideal" em 2017 e 2019 respectivamente. Em 2021 foi responsável pela projeção mapeada com transmissão de imagens no espetáculo de Maitê Proença intitulado "O pior de mim", com direção de Rodrigo Portella. Criou projeções do espetáculo de dança "Na internet ninguém sabe que você é um cão", realizado no SESC Copacabana em 2022. O seu trabalho de criação mais recente foi "Memórias de uma manicure" com direção de René Guerra no CCJF. SÔNIA BARRETO – Programação Visual Sônia Barreto é designer formada em 1989 pela ESDI – Escola Superior de Desenho industrial, (UERJ) e fez pós-graduação em História da Arte e Arquitetura na PUC RJ. Inglês no nível intermediário para avançado. Começou a trabalhar no meio profissional em 1990. Prestou serviços para a Fundação Bibilioteca Nacional (setor de exposições), 2 escritórios de design, 2 agências de publicidade (DPZ e Thompson), até abrir sua própria empresa, em 1994, juntamente com os artistas Raul Mourão e Marcos Chaves (2D design e comunicação). Pela 2D, além de prestar serviços para o setor cultural (RioArte, RioFilme, Banco Nacional, entre outros), fez parte da equipe de criação da revista independente “O Carioca”, idealizada por Chacal, Waly Salomão e Fausto Fawcett. O Carioca foi apoiado pelo Jornal do Brasil e tem 5 edições, hoje consideradas raras no mercado. No ano 2000, participou da fundação da empresa de design e multimídia Tecnopop, juntamente com outros 4 sócios: Raul Mourão, Marcelo Pereira, Luis Marcelo Mendes, Rodrigo Machado, e mais adiante, a empresa recebeu o sexto sócio, André Stolarski. Durante 9 anos, ocupou o cargo de diretora de arte no setor de impressos e eventos. Pela Tecnopop, dirigiu e desenvolveu inúmeros projetos editoriais e direção de arte para exposições (direção de arte, sinalização e impressos). PAULA CATUNDA – Assessoria de Imprensa Jornalista carioca formada pela Faculdade da Cidade, atua como assessora de imprensa há 20 anos. Especializada nas áreas de cultura e entretenimento, esteve à frente da comunicação de projetos como: os festivais de artes cênicas “Cena Brasil Internacional”, “riocenacontemporanea” e “FESTU”; e os eventos “Rio H2K – Festival Internacional de Danças Urbanas” e “HACKTUDO – Festival de Cultura Digital”. No teatro, promoveu as peças “Tom na Fazenda” (direção de Rodrigo Portella), “Insetos” (espetáculo em comemoração aos 30 da Cia. dos Atores), “Irmãos de Sangue” e “Gritos” (Cia Dos à Deux); “Trágica.3” e “Fatal” (direção de Guilherme Leme Garcia; “Preto” e “Por que não vivemos?” (companhia brasileira de teatro); “Uma Vida Boa” e “Mansa” (direção de Diogo Liberano); “Memórias de Adriano”, “A Última Peça” e “O Auto de João da Cruz” (direção de Inez Viana); “Partida” (direção de Debora Lamm); “Por Favor Venha Voando” (direção de Georgette Fadel); “A Ordem Natural das Coisas” (direção de Leonardo Neto) e “3 Maneiras de Tocar no Assunto” (direção de Fabiano de Freitas), entre outras produções. GABRIEL GARCIA – Produção Executiva Ator, Pesquisador, Professor e Produtor Teatral. Bacharel em Teoria do Teatro, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UNIRIO (2010); e também pela Casa das artes de Laranjeiras - CAL. Ganhou os editais: Memórias Técnicas com “Bastidores do Projeto Shakespeare nas praças, “RePensa Festival” ambos pela Lei Aldir Blanc (2021). “Pedro, Pedro e o quadro - pesquisa, desenvolvimento e criação”(2022) e também o “Por detrás do Anjo Negro” pelo FOCA 2023. Produção executiva: RePensa Festival - (Maio 2021) Lei Aldir Blanc Festival virtual; "Bordados" (Mar 2020) Amok Teatro - CCBB-RJ: “Hamlet Candidato (2019)” do Ateliê Alexandre Mello - SESC Copacabana; “Jogo de Damas” (2019), Amok Teatro - SESC Copacabana; “Os Cadernos de Kindzu” (2018), Amok Teatro - circulação do espetáculo nos teatros SESI do Estado do Rio: Itaperuna, Petrópolis, Macaé e Caxias e Campos. Além de direção de produção em: “Um Tartufo” e “ Uma Revolução Dos Bichos” da Cia Teatro Esplendor, entre outros. JULIANA MATTAR – Direção de Produção e Administração do Projeto Produtora com mais de 15 anos de experiência. Através de sua empresa, obteve recursos de alguns dos mais importantes editais culturais do país, entre eles: Fomento Cidade Olímpica; Programa Petrobras Cultural; Edital de Ocupação dos Teatros da FUNARTE; Prêmio FUNARTE Myriam Muniz; Circuito Estadual das Artes; Edital de Internacionalização de espetáculos e Edital de Cultura Lei Aldir Blanc. Suas produções mais recentes foram os espetáculos: “Casa” de Gustavo Gelmini (Cia.Gelmini), “Por detrás de O Balcão”, direção de Renato Carrera, Sesc Rio, “De Bar em Bar”, (versão pocket online) Retomada Cultural - Edital Aldir Blanc, direção de Isaac Bernat, “Menines”, direção de Cesar Augusto e Marcia Zanelatto, “Ocupação Rio Diversidade”, (Fomento Olímpico) direção de Guilherme Leme Garcia, Cesar Augusto, Ivan Sugahara e Renato Carrera, “Por amor ao mundo - Um encontro com Hannah Arendt” (Prêmio Myriam Muniz) e “Desalinho” (Petrobrás Cultural), direção de Isaac Bernat, “Ocupação Grandes Minorias” (Ocupação do Teatro Glauce Rocha 2015 FUNARTE), parte deles em parceria com a sócia na empresa, a autora e idealizadora Marcia Zanelatto. Produziu o monólogo “Passarinho”, de Ana Kutner (Espaço SESC RJ e Teatro Eva Herz São Paulo), no Rio de Janeiro e Horses Hotel, direção de Alex Cassal e Clara Kutner; Coordenou e produziu oficinas de dramaturgia, como o Projeto Escrever a Cena, realizadas no interior do Rio de Janeiro (Circuito Estadual das Artes SEC RJ). Trabalhou anteriormente com pesquisa e produção de base para a Cia. dos Atores, nos espetáculos “Meu Destino é Pecar, com direção de Gilberto Gawronski, ‘Noticias Cariocas” e ‘Ensaio. Hamlet”, com direção de Enrique Diaz. Atualmente é produtora da Cia. Gelmini e também sócia-fundadora da empresa Lampeja Projetos Culturais.
PROJETO ARQUIVADO.