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PRONAC 232684Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Antígona

Flavio Dias Marin
Solicitado
R$ 730,2 mil
Aprovado
R$ 730,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2023
    Cadastro PRONAC
    Ano 23
  2. 18/09/2023
    Início previsto
  3. 30/05/2025
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
Santo André
Início
2023-09-18
Término
2025-05-30
Locais de realização (8)

Resumo

Produção, criação e circulação do espetáculo teatral Antígona. Oficinas "Releitura de clássicos" e " O Teatro social dos Afetos".

Sinopse

Produto Espetáculo de Teatro - Antígona. Na adaptação da obra clássica de Sófocles, que foi escrita há quase 2.500 anos, a releitura proposta pela dramaturga Solange Dias, a personagem Antígona, que conduz a trama, em oposição ao ato praticado na peça de Sófocles, entrará em conflito com o governante Creonte, não pela urgência em enterrar o próprio irmão, mas pela necessidade de desenterrar simbolicamente os mortos da tragédia pandêmica que assolou a sociedade brasileira. Creonte, com sua ambição e despotismo, desobedeceu as normas de segurança e a ciência, agindo como um genocida do seu próprio povo. O conflito evidenciará a causa efeito, demonstrando que devemos pensar sobre a responsabilidade de nossas ações no mundo. Para a “nova” Antígona é preciso olhar para os mortos e fazer o devido luto, antes que se possa efetivamente seguir adiante enquanto nação. O desenterrar simbólico desses mortos, como respeito a vida humana. O objetivo é discutir a importância do contexto histórico para a produção de novos sentidos do texto clássico. Um trabalho antropofágico, no qual o novo, nasce do já existente. Classificação indicativa 14 anos. Oficina "Releitura de Clássicos". A proposta é experienciar o processo de criação da dramaturgia do espetáculo “Antígona”.Serão abordadas a estrutura dramatúrgica de “Antígona” de Sófocles, e duas releituras, realizadas na década de 40 do século XX, de Brecht e de Jean Anoiulh, que abordavam de modos diferentes a Segunda Guerra Mundial e servirão como base para que os participantes desenvolvam a escrita de cenas curtas. Classificação indicativa 16 anos. Oficina "Teatro Social dos Afetos". Aprofundamento da pesquisa de Flávio Marin nos estudos que utilizam da metodologia proposta pelo teatrólogo Augusto Boal do Teatro do Oprimido e seus adeptos que continuam na pesquisa e ação de transformação de uma sociedade opressora para uma sociedade libertária e democrática. A palavra afeto é associada a carinho, amor, acolhimento, mas, afeto são todas as emoções, raiva, inveja, ódio também são afetos. Essas emoções estão presentes nos encontros e nas relações humanas. Classificação indicativa 14 anos.

Objetivos

Objetivos gerais. Produção, criação artística coletiva, e circulação do espetáculo teatral "Antígona", buscando com isso a democratização do acesso a cultura, realizando apresentações gratuitas e a preços populares. Oferecendo como contrapartida social um workshop "Releituras de Clássicos", três oficinas "O Teatro Social dos Afetos" e quatro ensaios abertos do espetáculo "Antígona", concentrando essas ações em espaços públicos acessíveis e tendo como público alvo estudantes e professores do ensino médio da rede pública, estudantes de universidades federais e estaduais, profissionais da saúde, ONGs e associações que desenvolvem ações sociais. Objetivos específicos. Realizar como contrapartida social, dezesseis apresentações do espetáculo "Antígona", nas cidades de Santo André/SP, São Paulo, Rio de Janeiro/RJ, Belo Horizonte MG, Recife/PE, Belém/PA, Brasília/DF e Curitiba/PR, atendendo 1600 pessoas gratuitamente. Sendo duas apresentações gratuitas por cidade citada. Realizar dezesseis apresentações do espetáculo "Antígona", na cidade de São Paulo. Atendendo 1.600 pessoas, com ingressos: R$50,00 inteira e R$25,00 meia, respeitando o limite do Vale Cultura. Realizar como contrapartida social workshop: "Releitura de clássicos", com emissão de certificado, coordenação da Solange Dias, dramaturga do espetáculo e coordenadora do Núcleo de Dramaturgia da Escola Livre de Teatro de Santo André. O curso acontecerá em Santo André. Serão 16 horas de curso, pelo período de um mês, com uma aula semanal de 4 horas. Capacidade máxima 30 pessoas.Público-alvo: estudantes de artes cênicas, estudantes, universitárias(os), dramaturgas (os), escritores e artistas da cidade de Santo André. Realizar como contrapartida social três oficinas: "O teatro social dos afetos", com emissão de certificado, estudo e realização de jogos teatrais do O Teatro do Oprimido, uma metodologia estética-pedagógica sistematizada pelo teatrólogo brasileiro Augusto Boal. Coordenação de Flávio Marin, ator e diretor da Cia Teatro Endoscopia. As oficinas acontecerão em três cidades diferentes da região do ABCDMRR. Serão 48 horas de curso, pelo período de três meses, um mês em cada cidade, sendo aulas semanais de 4 horas. Capacidade máxima 90 pessoas.Público-alvo: professores e estudantes da rede pública de ensino médio da região do ABCDMRR. Realizar como contrapartida social, quatro ensaios abertos gratuitos do espetáculo Antígona, para estudantes e professores do ensino médio da rede pública da cidade de São Paulo. Nesses dias, a produtora do espetáculo fará um tour com os estudantes e professores aos bastidores do Teatro, camarins, coxia, palco, sala de operação da luz e som. Os estudantes também conversarão com os profissionais das equipes de criação e técnica do espetáculo, assistirão à preparação e aquecimento do elenco e depois a apresentação. Depois das apresentações haverá um bate papo sobre a temática e a pesquisa de linguagem da Cia. Objetivando uma média de 75 pessoas por ensaio aberto, totalizando um público 300 estudantes. Ofereceremos o transporte de ida e volta. Público-alvo: Estudantes e profissionais da rede pública de ensino médio da cidade de São Paulo. Exibição dos encontros da contrapartida social nas redes sociais da Cia e da produtora e no site do projeto, com fotos e vídeos.

Justificativa

Garantir gratuitamente o amplo acesso das pessoas interessadas em dezesseis apresentações do espetáculo "Antígona", por cinco regiões diferentes do Brasil, oferecendo os serviços de audiodescrição e tradução em Libras ao vivo, programas do espetáculo com visualização em BRAILLE. Realizando as apresentações em espaços (Teatros), que faciltitem a acessibilidade física com rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos. Dando prioridade a essas pessoas na entrada das salas de apresentações.Fortalecer a economia criativa através de uma produção cultural coletiva da região do ABCDMRR, propiciando emprego, renda e conhecimento cultural. Realizar contatos nas escolas públicas de ensino médio da região do ABCDMRR para a realização das Oficinas, da cidade de São Paulo para as apresentações de quatro ensaios abertos propostos no projeto, e de todas as cidades que o espetáculo se apresentar, porque acreditamos na importância da Cultura como direito universal e fundamental para a civilização humana. A Cia Teatro Endoscopia foi formada no ano de 2002 dentro da Escola Livre de Teatro de Santo André, ou seja, somos fruto de uma árvore que é uma escola de artes cênicas pública. Essa árvore chamada ELT já deu vários frutos, grupos e cias que acreditam nos trabalhos artísticos coletivos. Por quê montar uma adaptação de "Antígona", um clássico que foi escrito há quase de 2.500 anos? A luz do momento histórico que foi vivido com a pandemia no Brasil, nos fez como artistas buscar na personagem Antígona, as lacunas que nos indicam possibilidades de uma pesquisa antropofágica de apropriação do mito, trazendo múltiplas interpretações. Desde março de 2020, o Brasil viveu um período pandêmico, foram tempos em que houve milhares de enterros em valas comuns, caixões fechados, diferentes dos velórios tradicionais várias famílias não puderam velar seus entes pelos riscos de contaminação. Não desconsideramos as cautelas sanitárias imperativas que foram necessárias no sepultamento dos mortos vítimas da COVID-19, frente aos reais riscos de transmissão do vírus. O que questionamos é que chegamos a pouco mais de 700 mil mortes, praticamente a população da cidade de Santo André e, de acordo com Pedro Hallal, epidemiologista e pesquisador da Universidade de Pelotas, quatro em cada cinco mortes pela doença no país poderiam ter sido evitadas. Diante disso, propomos uma "Antígona" no sentido de desenterrar simbolicamente nossos mortos, trazê-los à luz e, através da transgressão que a personagem realiza, construir um lugar de questionamento e reflexão, manifestando através de uma arte coletiva o luto e o protestar por um lugar público de ressignificação da vida e da morte. É necessário nos manifestarmos sobre o lugar da humanização dos corpos, seja nas testemunhas de sua existência ou através dos mitos. Na adaptação proposta pela dramaturga Solange Dias, a personagem Antígona, que conduz a trama, em oposição ao ato praticado na peça de Sófocles, entrará em conflito com o governante Creonte, não pela urgência em enterrar o próprio irmão, mas pela necessidade de desenterrar simbolicamente os mortos da tragédia pandêmica que assolou a sociedade brasileira. Creonte, com sua ambição e despotismo, desobedeceu as normas de segurança e a ciência, agindo como um genocida do seu próprio povo. O conflito evidenciará a causa efeito, demonstrando que devemos pensar sobre a responsabilidade de nossas ações no mundo. Para a "nova" Antígona é preciso olhar para os mortos e fazer o devido luto, antes que se possa efetivamente seguir adiante enquanto nação. O desenterrar simbólico desses mortos, como respeito a vida humana. O objetivo é discutir a importância do contexto histórico para a produção de novos sentidos do texto clássico. Um trabalho antropofágico, no qual o novo, nasce do já existente.

Estratégia de execução

Declaro que o projeto cultural "Antígona", na área de artes cenicas é uma produção independente, eu Flávio Dias Marin não detenho a posse ou propriedade de espaços cênicos ou salas de apresentação para a realização do projeto, por isso ele será realizada em teatros públicos, particulares, centro culturais públicos e privados, Funarte e escolas públicas ou privadas que tenham um Teatro, Associações ou Ongs que colaboram com o projeto. Informo que o item passagens faz referência ao transporte aéreo do elenco (quatro pessoas), produtor, diretor de produção, técnico operador de som, técnica operadora de luz e cenotécnico para montagem e desmontagem do cenário, para a itinerância do espetáculo pelas cinco regiões do Brasil. Serão 63 passagens, por deslocamentos distantes propostos no projeto. São Paulo- Rio de Janeiro, Rio de Janeiro-Belo Horizonte, Belo Horizonte-Brasília, Brasília -Belém, Belém - Recife, Recife - Curitiba, Curitiba - São Paulo. Informo o transporte aéreo de cenário e figurinos do espetáculo Antígona será realizado nos sete deslocamentos distantes propostos no projeto, que são: São Paulo-Rio de Janeiro, Rio de Janeiro -Belo Horizonte, Belo Horizonte - Brasília, Brasília - Belém, Belém - Recife, Recife - Curitiba, Curitiba - São Paulo. Informo que na itinerância do espetáculo Antígona pelas cinco regiões do Brasil será feita no oitavo e nono mês de execução do projeto, com vinte e quatro diárias de hospedagem e alimentação da equipe: quatro artistas no elenco, diretor de produção, produtora, operador técnico de som, operadora técnica de luz e cenotécnico. Totalizando nove pessoas.

Especificação técnica

Espetáculo "Antígona". O projeto da produtora Charanga da Alegria é realizar a criação, montagem e exibição de trinta e duas apresentações do espetáculo "Antígona", pela Cia Teatro Endoscopia de Santo André-SP. A adaptação da obra de Sófocles, será realizada pela dramaturga Solange Dias, mestre de dramaturgia da Escola Livre de Teatro de Santo André, a direção do espetáculo será de Flávio Marin. A montagem contará com quatro pessoas no elenco, duas atrizes Thaís Dias e Ayiosha Avellar que também são cantoras e dois atores Ícaro Rodrigues e Val Mataverni. A cenografia será criada com objetos cênicos dinâmicos, dialogando com a iluminação possibilitam diferentes ambientes. Dois do elenco representarão mais que um personagem e os figurinos serão caracterizados por acessórios utilizados sobre um figurino base. A sonoplastia terá músicas inéditas compostas para o espetáculo, e efeitos sonoros que complementam a dramaturgia. O processo de criação artística durará em torno de nove meses, o mesmo período que levamos para nascer. As trinta e duas apresentações acontecerão em teatros escolhidos pela produção com critérios para a acessibilidade ao projeto. Espaços que permitam que pessoas com deficiência física ou com dificuldades de locomoção possam vivenciar essa experiência cultural com tranquilidade. Sendo que dezesseis apresentações gratuitas contarão com serviços de audiodescrição e todas as trinta e duas apresentações do espetáculo terão tradução em Libras ao vivo. Oficina - "Releituras de clássicos". Pesquisa: “Antígona” serviu como fonte de criação dramatúrgica para o francês Jean Anouilh, em 1942. O Creonte de Anouilh representa a conivência e submissão do governo francês com a invasão nazista das tropas de Hitler ao país. Antígona não age movida pelo respeito às leis sagradas ou pelo dever familiar, e sim, insurge contra uma ordem social na qual as aparências sobrepõem-se aos princípios e valores. O “não” de Antígona é uma denúncia da corrupção que habita os bastidores do poder. Bertolt Brecht, em 1948, também reflete o mito de Antígona, criando um prelúdio no texto “Antígona de Sófocles”, que remete à discussão entre Antígona e Ismênia. As protagonistas do prelúdio são irmãs nomeadas apenas “A Primeira” e “A Segunda” (o anonimato das personagens facilita a transposição da situação mostrada por elas a qualquer outro contexto, independentemente de tempo e lugar, ampliando desse modo o alcance do texto), e um soldado SS da tropa de assalto de Hitler. As irmãs relatam que ao voltarem do refúgio antiaéreo, encontram a porta aberta e sinais de que alguém esteve ali; os vestígios parecem apontar para a volta do irmão, soldado alemão, até que a suspeita se confirma quando A Primeira encontra seu uniforme no armário. Rejubilam-se por pensar que ele está de volta, são e salvo, mas logo em seguida ouvem gritos no pátio, em frente da casa, e descobrem o irmão pendurado em um gancho, enforcado, talvez ainda com vida. Resta às duas irmãs decidirem se protegem a si mesmas ou tentam libertar o irmão.Serão realizados quatro encontros de quatro horas, totalizando 16 horas, com participação de 30 pessoas. 3 Oficinas - "O Teatro Social dos Afetos". Serão realizadas em 3 cidades diferentes da região do ABCDMRR. Aprofundamento da pesquisa de Flávio Marin nos estudos que utilizam da metodologia proposta pelo teatrólogo Augusto Boal do Teatro do Oprimido e seus adeptos que continuam na pesquisa e ação de transformação de uma sociedade opressora para uma sociedade libertária e democrática. A palavra afeto é associada a carinho, amor, acolhimento, mas, afeto são todas as emoções, raiva, inveja, ódio também são afetos. Essas emoções estão presentes nos encontros e nas relações humanas. Flávio Marin também entende o afeto como um conceito político, que as relações sociais e políticas se referem, e também como afetamos e somos afetados, o que sentimos e como agimos; como organizamos o que é perceptível, mas não visível. Como exemplo citamos, um profissional da educação que se diz cansado ao se sentir impotente e desestimulado para transformar a realidade escolar. O cansaço neste sentido é uma forma de afeto que não diz respeito a interioridade do individuo e sim a forma de relação. Sendo assim o afeto é entendido como a vivência do corpo ao encontrar os elementos produzidos pelo social, transformado num conceito político. Um corpo cansado se encontra paralisado e sem a potência de ação necessária para a transformação. Paulo Freire, dizia que a educação que não é libertária forma um novo tipo de opressor. Objetivos. Esta proposta busca colaborar na ação de professores e educadores que atuam com grupos e estão interessados na transformação da realidade e apostam no papel da arte nessa caminhada. A proposta é dirigida a educadoras(es) da rede pública do ensino médio, na cidade de Santo André. A metodologia proposta servirá para utilização do teatro na constituição de vínculos e reconhecimento de si no grupo, com compreensão da realidade a qual estão inseridos, identificação dos conflitos existentes em suas vidas, conhecimento dos afetos que estão presentes nas relações, tanto nas que oprimem, quanto nas que potencializam uma luta para se libertarem da opressão. Ensaiar estratégias com o intuito de transformar a realidade dentro da sala de aula na busca de uma sociedade mais justa e com equidade. Essa metodologia contribui com modos de ruptura das formas de opressão, promovendo e fortalecendo a convivência respeitosa e a formação cidadã, valorizando conhecimentos culturais e territoriais. Democratizando o processo de construção de um enfrentamento da violência e o acesso aos modos de produção artística. Os jogos e técnicas do curso promovem a desmecanização do corpo e da mente, sendo estes aliados no exercício da imaginação e no fortalecimento da potência de agir de cada integrante do grupo. Esta proposta busca compreender os modos de afetação que sustentam, produzem e intensificam relações opressivas, com ênfase nos aspectos opressivos além da dimensão individual, colocando em jogo os aspectos institucionais. Público-Alvo: Professoras e professores de ensino médio da rede pública da região ABCDMRR. Serão quatro encontros de quatro horas, por cidade, uma vez por semana com participação de 50 pessoas por cidade. Totalizando 48 horas de aulas, sendo 16 horas por cidade e objetivando atender 150 pessoas, .

Acessibilidade

Produto espetáculo de artes cênicas Antígona. Acessibilidade Física: Os teatros escolhidos para as apresentações do espetáculo Antígona, permitirão que as pessoas com defiência física ou com mobilidade reduzida tenham condições de presenciar as apresentações através de rampas de acesso, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos. Essas pessoas terão prioridade de entrada. Acessibilidade para PcD Visuais: Dezesseis apresentações gratuitas do espetáculo Antígona terão serviços de Audiodescrição, sendo duas em cada cidade que o projeto contemplará, para isso haverá a contratação de roteirista de Audiodescrição, consultor com deficiência visual, locutor nas apresentações e locação de equipamentos transmissores do áudio. O público com deficiências visual terão prioridades de entradas. Acessibilidade para PcD Auditivos: As trinta e duas apresentações do espetáculo Antígona terão tradução em libras, com a contratação de dois profissionais intérpretes tradutores em llibras, que se revezarão durante cada apresentação. O público com deficiências terão prioridades de entradas. Produto Contrapartida Social "Releituras de Clássicos". Acessibilidade Física: O espaço terá rampas de acesso, banheiros adaptados e assentos para obesos. Produto Contrapartida Social "Tetaro Social dos Afetos". Acessibilidade Física: Os espaços terão rampas de acesso, banheiros adaptados e assentos para obesos.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso. Produto espetáculo de artes cênicas "Antígona". Realizar dezesseis apresentações do espetáculo "Antígona" gratuitamente. I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); Estamos doando 50% das apresentações do espetáculo para distribuição gratuita. Realizar dezesseis apresentações do espetáculo "Antígona", com ingressos a preços R$50,00 inteira e R$25,00 meia. Respeitando o limite do valor do Vale Cultura. II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; A proposta assegura a democratização do acesso da seguinte maneira: Serão 32 apresentações do espetáculo "Antígona", objetivando público de 3.200 pessoas. a) 40% que representam 1.280 pessoas, ingressos gratuitos para estudantes, professores do ensino médio da rede pública e estudantes uniiversitários de instituições públicas. Ongs e Associações que desenvolvam ações sociais e de educação. b) 10% que representam 320 pessoas, de ingressos gratuitos para patrocinadores e apoiadores do projeto. c) 10% que representam 320 pessoas, de ingressos gratuitos para a equipe de criação e execução de ações de divulgação do projeto. d) 40% para vendas de ingressos com valor que atende ao Vale Cultura, sendo R$50,00 inteira e R$25,00 meia, que representam 1.280 pessoas. Ampliação de Acesso. Realizar três oficinas gratuitas para professoras(es) e estudantes do ensino médio da região do ABCDMRR, em três cidades diferentes, "O Teatro Social dos Afetos" com 16 horas cada, totalizando 48 horas no período de três meses, sendo uma oficina por cidade, com aula semanal de quatro horas. Objetivando atender 90 pessoas. IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Realizar a Oficina "Releitura de Clássicos", com 16 horas, no período de um mês, sendo uma aula semanal de quatro horas. Para estudantes e trabalhadores das Artas Cênicas. Objetivando atender 30 pessoas. IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Realizar quatro ensaios abertos do espetáculo "Antígona" para estudantes e professores do ensino médio da rede pública da cidade de São Paulo. Oferecendo o transporte de ida e volta. Objetivando 300 pessoas. III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

Ficha Técnica. Coordenação Geral, Produção e Direção Cênica - Flávio Marin - Proprietário da Produtora Charanga da Alegria (Proponente). Ator DRT 12.206, idealizador da produtora Charanga da Alegria, palhaço, produtor cultural e diretor artístico da Cia Teatro Endoscopia. Formado em direção nas Escolas Livres de Teatro e Cinema de Santo André. Drigiu e produziu os espetáculos "Crime e Castigo" 2002, "Cárcere"-2004, "Torturas de um coração"-2006, "Dois perdidos numa noite suja"-2014, "Alma"-2015, "Oração para um pé de chinelo"-2017, " A farsa do advogado Pathelin"-2021, "Vermelho - A terra só está pedindo silêncio" -2022. Atuou em vários espetáculos teatrais entre eles "Mistérios Gozozos" direção de Zé Celso, "Babel" direção Renato Borghi, "O beijo no asfalto" direção Paulo Celestino. Dirigiu dois filmes "O Duelo" e "O crime do Pato Branco". Direção de Produção Audrey Bessa. Audrey Bessa - Graduada em História da Arte pela Universidade Federal de São Paulo. Estudante de Pedagogia pela Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Formou-se, em 2009, na Escola Livre de Teatro de Santo André. Responsável pela produção geral e financeira de 02 projetos fomentados pela Prefeitura de Santo André através da Secretaria de Cultura da Cidade de Santo André; 03 projetos fomentados pelo Governo do Estado de São Paulo através da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e 05 projetos fomentados pela Prefeitura de São Paulo através da Secretaria de Cultura da Cidade de São Paulo, sendo eles: No Balanço do Baque, contemplado pelo edital PROAC 29/2021, relativo ao edital de cidadania / cultura popular / caiçara / indígena / quilombola (presencial e/ou online) no Estado de São Paulo. Ca'atinga, contemplado pelo edital 16/2021/SMC/CFOC/SFA, relativo a 14ª edição do prêmio Zé Renato para a cidade de São Paulo. Das Encruzilhadas, Licantropia: Versão Online, contemplado pela Lei Aldir Blanc Estadual (PROAC Expresso), edição 2020, realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo. Baque de Resistência, contemplado pelo Fundo Municipal de Cultura de Santo André, correspondente a 1ª edição do prêmio Aldir Blanc de apoio a cultura de Santo André. Parafusos, contemplado pelo edital número 52/2020, correspondente ao PROAC EXPRESSO | ALDIR BLANC de apoio a cultura de São Paulo. SPC228453744, contemplado pelo edital no 24/2020/SMC/CFOC/SFA correspondente a 1ª edição do prêmio Aldir Blanc de apoio a cultura de São Paulo, módulo I (Maria Alice Vergueiro). Ilê Aláfia: Jabaquara Afro-Tradição, contemplado pelo Programa Fomento à Cultura da Periferia, edição 2018, realizado pela Prefeitura de São Paulo. Do tambor de pele ao tambor digital, contemplado pelo Programa para Valorização de Iniciativas Culturais - VAI II, edição 2019, realizado pela Prefeitura de São Paulo. Baque de Resistência, contemplado pelo Programa para Valorização de Iniciativas Culturais - VAI II, edição 2017. Dramaturgia - Solange Dias. Mestre em Artes pela UNICAMP-SP. Diretora, atriz, dramaturga e educadora teatral. Integrante-fundadora do Teatro da Conspiração de Santo André realizando diversos espetáculos como dramaturga e diretora, com destaque para adaptação de “A Princesa e a Costureira” de Janaína Leslão, Indicação de Melhor Texto Adaptado FEMSA 2016 e Prêmio APCA 2016 para Melhor Espetáculo de Diversidade de Gênero para crianças; e “Os Livros de Jonas”, Indicação de Melhor Espetáculo de texto inédito juvenil. É dramaturga convidada das Cias. Do Miolo (Casa de Tolerância ) e do grupo Esparrama na Janela (Minhoca na Cabeça e Navegar). É também integrante da Cia. Paulicéia de Teatro, onde assina a dramaturgia do espetáculo "Relampião", e assistência de direção de "Razão Blindada". Foi Coordenadora Pedagógica da ELT (Escola Livre de Teatro de Santo André) entre 2016 e 2017, e Orientadora do Núcleo de Dramaturgia de 2013 a 2017 e em 2022. Foi co-curadora do Evento “Dramaturgias” do SESC Ipiranga (2018). É educadora teatral de direção do Projeto Espetáculo Fábricas de Cultura. Elenco - Thaís Dias, Ícaro Rodrigues, Ayiosha Avellar, Val Mataverni. Thaís Dias, atriz, figurinista e produtora cultural, arte educadora e diretora artística; Formada na ELT - Escola Livre de Teatro de Santo André (2009). Atuou nas Cias Teatro Forfé, Coletivo Quizumba; Co-fundadora do Coletivo Negro; Atriz Parceira das CIAs: Corpórea CIA de Corpos, Pessoal do Faroeste, Teatro Endoscopia.Figurinista Parceira das CIAs: Grupo Forfé de Teatro, Pessoal do Faroeste, Coletivo Quizumba, Zona Agbara, Combate Coletivo de Artes Preta, Cia Teatro Endoscopia, Coletivo Sementes. Coletivo Oka, A Coletiva de Teatro. Cantora nos Espetáculos de Repertório da Cia Treme Terra; e da Cia Zona Agbara. Diretora Artística das obras "Degredo" em 2015 com o Grupo Forfé de Teatro Piracicaba/SP, “Histórias Pretas” de Zanza Capelari em 2021 junto com Meraki Entretenimento São Paulo/SP, “IRETI” de Ingrid Alecrim 2021 na CIA do Despejo São Paulo/SP , e “Cavalos Pretos sÄ?o Imensos” de Bárbara Esmenia 2022, montagem em andamento. Atriz em "LOAS" da Corpórea CIA de Corpos 2021, “Mulheres dos cabelos Prateados” 2021, no Projeto “A Morte inventada da Estrela" em 2022. Mantém-se em pesquisa, de longo prazo, no processo criativo de seu Solo temporariamente intitulado: "Camadas da PELE /ou/ Parir a si mesma" onde investiga sua Negritude, Pele, Feminismos e Maternidade/Matriarcado. Ícaro Rodrigues é ator, arte educador e diretor de teatro. Atua na premiada montagem teatral "Gota d´água Preta", com direção de Jé Oliveira. Formado pela Escola Livre de Teatro de Santo André, trabalhou como ator em diferentes grupos de pesquisa do teatro paulistano como: Teatro da Vertigem, Companhia São Jorge e Núcleo Bartolomeu de Depoimentos. Atuou em "Bom Retiro 958 metros", espetáculo dirigido por Antônio Araújo; "Barafonda", espetáculo itinerante da Cia São Jorge de Variedades; "Frátria Amada Brasil", sob direção de Claudia Schapira; "Dois perdidos numa noite suja" e "Oração para um pé de chinelo" ambos de Plínio Marcos e dirigidos por Flávio Marin. É diretor do espetáculo "Quando eu morrer vou contar tudo a Deus" do Coletivo O Bonde. No audiovisual, atuou nas séries "Segunda Chamada" da Rede Globo, "Manhãs de Setembro" no Amazon Prime e "Sintonia" na Netflix. Ayiosha Avellar, é atriz formada em atuação pela Escola Livre de Teatro de Santo André (ELT) no Núcleo de Formação de Atores e Atrizes (Formação 16). Atuou com o Coletivo Dz6 nos espetáculos “ESPARRO” e “APORIA 23°S 46°O”, que participaram de inúmeros festivais de teatro incluindo o FETO-BH (2015), FITUB - Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau (2016) e como espetáculo convidado (APORIA 23°S 46°O) do TUSP viajaram pelas cidades do interior do Estado de São Paulo. Atualmente integra os grupos: Teatro Endoscopia, Teatro Geográfico e a Cia Som em Prosa, nos quais atua como atriz e cantora nos espetáculos: "Vermelho - a terra só está pedindo silêncio", "Serenata das Insones: as mulheres que não dormem" e " Música Eletrônica Literária". Faz parte do corpo docente da Oficina de Atores do Estado de São Paulo.Formada como Cantora Lírica e Popular pelo Projeto Guri em conexão com a ‘EMESP’, em 2015 começou a trabalhar em canções autorais. Em 2016 começou a fazer preparação vocal e musical para artistas e bandas como Liniker e os Caramelows, Linn da Quebrada, Rafaeu, Nube Abe e Tássia Reis. Já em 2018 participou da música Goela do álbum ‘Goela Abaixo’ de Liniker e os Caramelows. Val Mataverni - DRT: 7979-SP. Formado em artes cênicas pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul. Atuou nos seguintes espetáculos: "Raichin" (adaptação de ‘Electra’, tragédia de Eurípedes), "‘O dragão da maldade"’ (adaptação de roteiros cinematográficos de Glauber Rocha), ‘"A Mandrágora"’ (de Maquiavel), ‘"Homens de lua"’ (de Eliézer Filho), ‘"Pop, a garota legal" (de Ronaldo Ciambroni), ‘"O assalto"’ (de José Vicente), ‘"O desordeiro na escada’"(de Joe Orton), ‘"Os mansos da terra" (de Raimundo Alberto), "‘Senhora dos afogados’" (de Nelson Rodrigues), "‘Antígona"’ (de Sófocles), "‘Eles não usam black tie"’ (de Gianfrancesco Guarnieri), "‘Barão de Mauá"’ (de Alex Moletta), ‘"Crime e castigo"’ (adaptação da obra de Dostoiévski), ‘"Pedro e Domitila"’ (de Ênio Gonçalves), ‘"Oh que delícia de mundo"’ (de Kleber de Lázzari - adaptações dos contos de Nelson Rodrigues), ‘"A padaria"’ (de Bertolt Brecht). Atualmente, atua no espetáculo ‘Vermelho - A Terra Só Está Pedindo Silêncio’(Sérgio Pires), com a Cia Teatro Endoscopia. Curtas-metragens: ‘'Reencontro", "‘Declaração"’, "‘Aviso prévio"’, ‘"Fora dos trilhos"’, ‘"Pouco presente"’, ‘"Paralelos"’, "‘O Crime do Pato Branco"’, ‘"Calhambeque"’, ‘"O terrorista"’, ‘"Sol para poucos"’ e ‘"O homem trocado".’. Iluminação - Carol Gracindo. Sonoplastia - Adonai de Assis. Figurinos - Elidy Moreira. Cenário - A definir. Assessoria de Imprensa - Sara Saar. Designer Gráfico - Murilo Antônio Dias Ferreira. Preparação corporal - Rosana Ribeiro. Assist. de Direção - Alexandre Santo.

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