| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 28517628000188 | BANCO PACCAR S.A. | 1900-01-01 | R$ 250,0 mil |
| 02305606000160 | Beaulieu do Brasil Indústria de Carpetes Ltda | 1900-01-01 | R$ 75,0 mil |
| 13114506000173 | DAF CAMINHOES BRASIL INDUSTRIA LTDA. | 1900-01-01 | R$ 28,0 mil |
| ***642339** | Antônio César Bochenek | 1900-01-01 | R$ 7,9 mil |
O presente projeto propõe a produção e circulação do espetáculo "A fantástica viagem ao coração?", proporcionando uma experiência única, imersiva e interativa ao coração humano a estudantes do ensino fundamental
A primeira parte da apresentação acontece no pátio internmo da escola para toda a plateia. O Comandante Atrionildo, a subcomandante Arteia e o atrapalhado assistente Tumtum acertam os últimos preparativos para uma viagem fantástica, quando são surpreendidos por Miocárdia, que chega correndo, sem fôlego e com o coração ‘saindo pela boca’, porque também quer uma vaga de assistente. Com seu jeito divertido e extrovertido Miocárdia logo se apaixona por Tumtum, sentindo seu coração palpitar de um modo único. Ela só se acalma quando respira fundo e percebe que também está sendo correspondida. Quando tudo parecia pronto para o início da viagem, Tumtum leva um grande susto e, agora, é o seu coração que dispara. A equipe, porém, consegue resolver o problema e todas as crianças são convidadas a embarcar nessa viagem maravilhosa, incrível, emocionante, estupenda e mais apaixonante de nossas vidas, onde o destino é o coração humano. Grupos de até 10 alunos entram por vez no ônibus estacionado no lado de fora da escola. A viagem pelo coração será uma verdadeira experiência imersiva, capaz de gerar memória afetiva e surpreender crianças e adultos. Com cenário lúdico, criativo e em movimento, o espetáculo fará com que as crianças percebam o trabalho feito pelo coração no corpo humano. Na primeira sala, os estudantes se depararão com uma estrutura representando o corpo humano. Elas são convidadas a pressionar uma seringa. Quando fazem isso, acionam um sistema de led existente sobre a silhueta do corpo ano e ponto a ponto do led vermelho se acende, dos dedos dos pés à cabeça. Ao acionar novamente a seringa para deixá-la na posição inicial, o led vermelho vai se apagando e se acendo o led azul no mesmo percurso. Nessa experiência, os atores falam para as crianças que o coração tem a função de uma bomba no corpo humano levando o sangue para todas as partes. No segundo cenário iluminado com luz negra, os alunos conseguirão perceber os vasos sanguíneos, as veias e as artérias. Eles serão convidados a se movimentar sobre plataformas e, quando isso acontece, será acionado um sistema eletrônico que permite que eles observem o sangue venoso e o sangue arterial correndo pelo corpo, sintonizado com a sonoplastia dos batimentos cardíacos. Quanto mais velocidade eles empregarem, mas rápido o sangue circulará, assim como também mais acelerados ficarão os batimentos cardíacos. A terceira experiência imersiva é dentro do coração. O público entrará numa estrutura que a partir do acionamento pelos atores terão início efeitos de luz, simulando uma descarga elétrica e na sequência a estrutura se movimentará mecanicamente, acompanhada de efeitos de sonoplastia, criando uma sensação única de se estar dentro do coração pulsando. Por último, o público ainda poderá ver o pulmão em movimento, já que ele tem a importante função de oxigenar o sangue. Ao final da viagem os alunos receberão uma cartilha, que apresentará a viagem ao coração através do espetáculo e abordará meios de prevenção às doenças cardíacas.
Objetivo geral: - Realizar a montagem do espetáculo cênico imersivo "Por que bate o coração?", abordando de maneira lúdica e artística o funcionamento biológico do coração, as sensações e os sentimentos humanos. Objetivos especificos: - Produzir um cenário imersivo e interativo, com recursos da robótica, mecânica e automação eletrônica dentro de um ônibus acessado pelo público, que permite uma viagem instigante e encantadora ao coração humano - Aliar arte e educação num espetáculo levado de forma inteiramente gratuita às escolas de ensino fundamental de quatro munícipios paranaenses - Promover 42 apresentações do espetáculo, atingindo um público de 5460 estudantes, sendo 8 apresentações no município de Castro, 8 apresentações no município de Carambeí e 26 apresentações no município de Ponta Grossa - Como ampliação à democratização de acesso, o espetáculo será filmado com a disponibilização do mesmo na internet, através do canal do youtube da proponente
Entre os impulsos gerados para bombear o sangue para o nosso corpo e os sentimentos humanos que o fazem palpitar mais forte, a pergunta é: por que bate o coração? É a partir desta indagação que surge este projeto, propondo uma experiência cênica imersiva pela maior obra-prima da natureza: o coração humano. O espetáculo busca desvendar tanto o funcionamento biológico como emocional deste órgão, tido como o mais resistente engenho conhecido (afinal de contas, até hoje o ser humano não conseguiu fabricar uma máquina que funcione ininterruptamente durante quase um século e com uma quantidade mínima de partes móveis). O palco é um ônibus adaptado com ar condicionado por dutos, luz cênica, sonoplastia, cenários lúdicos envolvendo tecnologia, robótica, automação eletrônica, movimentos mecânicos, além de plataforma elevatória garantindo a acessibilidade de pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida. O espetáculo será levado a escolas, numa sinergia pura entre arte e educação. A intenção é criar através da intervenção cênica e imersão cenográfica uma memória afetiva que colabora na construção do conhecimento e na formação do indivíduo. O projeto é original e ousado, rompendo paradigmas, aliando à performance cênica o protagonismo do público, que também participa com os personagens da fantástica viagem, interagindo com os elementos, fazendo descobertas e saindo ainda mais curioso sobre o funcionamento dessa grande máquina que é o corpo humano. É uma viagem que instiga alunos e professores a continuarem na busca do conhecimento a partir do encontro com a arte, que pode transitar por diversos temas, propondo vivências, causando inquietação, despertando curiosidade, desafiando a criatividade e provocando a imaginação. O projeto está sendo proposto através da Lei Federal de Incentivo à Cultura por esse ser hoje o principal mecanismo de fomento à produção cultural no Brasil, sem o qual o projeto provavelmente não poderia ser executado. A iniciativa vai ao encontro do artigo 1º da lei 8.313/91 na sua finalidade de contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (inciso I). Também atende ao inciso II ( fomento à produção cultural e artística) do artigo 3º da Lei 8.313/91 mediante à realização de espetáculo de artes cênicas ou congêneres (alínea e).
Duração da apresentação: cerca de 120 minutos, considerando o espetáculo e a "viagem" dos estudantes dentro do coração
Acessibilidade física A acessibilidade física está garantida porque o espetáculo acontecerá nas própria escolas que os estudantes já frequentam. O ônibus, onde acontece a segunda parte do espetáculo (a viagem ao coração) será estacionado na frente da escola e conta com plataforma de acessibilidade, promovendo o acesso a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida Acessibilidade de comunicação Pessoas com deficiência auditiva: no agendamento de cada apresentação a equipe de produção do projeto verificará junto à equipe pedagógica da escola se há alunos com deficiência auditiva. Caso haja, haverá um interprete de libras acompanhando a apresentação. Pessoas com deficiência visual: pessoas com deficiência visual serão acompanhadas por um assistente do projeto responsável pela audiodescrição na primeira etapa do espetáculo que acontece no pátio da escola. No ônibus esses estudantes, além do acompanhamento através da audiodescrição também realizarão o reconhecimento tátil do cenário. Pessoas com deficiência intelectual: O espetáculo será levado até as escolas que já contam com professores de apoio/tutores para suporte ao aluno com deficiência intelectual, conforme estabelece a a Lei da Inclusão (lei 13.146/2015)
As apresentações acontecerão nas escolas de forma inteiramente gratuita. Como medida de ampliação à democratização de acesso, conforme artigo 28 da Instrução Normativa nº 1. De 10/04/2023, serão realizados registros audiovisuais do espetáculo, disponibilizados pela internet.
A proponente declara que é responsável pela gestão do processo decisório do projeto, incluindo atividade técnico-financeira. Funções remuneradas da proponente: direção geral, locação do ônibus e captação de recursos Direção geral: Alessandra Bucholdz/ABC Projetos Graduação em Comunicação Social – Jornalismo (UEPG), pós-graduação em Psicologia da Educação (UEPG), MBA em Derivativos e Informações Econômico Financeiras (FIA/USP), MBA em Gestão Empresarial (FGV), formação em Direção de Produção Cultural (Cema Hum), curso de roteirista (Academia Internacional de Cinema). Atuou como repórter do jornal Diário da Manhã e Gazeta do Povo, diretora de Jornalismo do Jornal da Manhã, jornal Diário dos Campos e Rádio CBN Ponta Grossa, diretora de Captação de Recursos da Fundação Municipal de Cultural de Ponta Grossa e superintendente da Fundação de Apoio à UEPG. Desde 2007 é diretora ABC Projetos Culturais, atuando na coordenação e produção cultural de dezenas de projetos nas áreas de artes cênicas, literatura, música e museu. É autora de 15 livros e ocupa a cadeira nº 35 da Academia de Letras dos Campos Gerais. Direção artística: Eduardo Godoy/Estratégia Projetos Criativos Jornalista (MTB 10155/PR) e Diretor de Produção Cultural (CRP 19201/PR), possui MBA em Gestão, Planejamento e Organização de Eventos. Trabalhou com os diretores Emerson Rechemberg (ator nas peças ‘Fala comigo doce como a chuva’, ‘Desejo’ e ‘Shakesperiance’) e Rafael Pedretti (na peça ‘O Avarento’, com a qual foi indicado ao prêmio de Melhor Ator no Troféu Cena Hum 2014). Integrou o Paré Grupo de Teatro, no elenco e assinando a direção coletiva dos espetáculos ‘Por que o mar tanto chora?’ e ‘Súplicas’, ambos premiados no Festival Nacional de Teatro de Ponta Grossa (Fenata). Participou do Núcleo de Dramaturgia Audiovisual do SESI (2014). Atuou por sete anos na Fundação Municipal de Cultura de Ponta Grossa como Coordenador de Comunicação e Diretor de Cultura, sendo responsável pela execução de eventos e curadoria de festivais, além de diversos programas e ações de promoção e difusão cultural. Atualmente é Diretor Geral da Estratégia Projetos Criativos, Diretor Executivo do Museu Cenas de Ponta Grossa e Diretor Administrativo da TVE UEPG, além de responder pela direção de produção do Festival Universitário da Canção (FUC) e do Festival Nacional de Teatro (Fenata). Roteiro: Michela França Michella França - DRT4637 Atriz, diretora e dramaturga. Formada pela PUC Minas em Teatro , com Técnico em Artes Cênicas e Pós graduação em Arte e Educação. Iniciou a sua carreira como atriz em 1991 no estado de São Paulo. Ao longo de sua carreira foram mais de 35 espetáculos profissionais como atriz e diretora e 6 espetáculos como dramaturga. Trabalhou em vários estados entre eles Rio de Janeiro, Minas , São Paulo e Paraná. No audiovisual foram duas participações e uma participação em novela. Atualmente faz parte do Grupo Municipal de Teatro da Cidade de Ponta Grossa e integrante do Grupo Dia de Arte de Ponta Grossa. Obs. Os atores serão contratos depois da aprovação do projeto e captação de recursos, levando em conta a formação, qualidade técnica e disponibilidade dos mesmos no período de pré-produção e produção do projeto.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.