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PRONAC 232720Apresentou prestação de contasMecenato

INTEGRAÇÃO MUSEU NACIONAL E SOCIEDADE

ASSOCIACAO AMIGOS DO MUSEU NACIONAL - SAMN
Solicitado
R$ 3,13 mi
Aprovado
R$ 4,69 mi
Captado
R$ 4,69 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33657248000189BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICO E SOCIAL1900-01-01R$ 2,42 mi
00383281000109BNDES PARTICIPACOES SA BNDESPAR1900-01-01R$ 2,27 mi

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ação educ-cult inc seminár, congresso, palestras
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Museus e memória
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-09-01
Término

Resumo

Realizar um programa de ações voltadas para a integração do Museu Nacional com a sociedade, contemplando oficinas e debates, educação museal e patrimonial, e ativação artística de cunho didático.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivo GeralPromover a formação de públicos e a colaboração participativa no desenvolvimento de conteúdos para a nova exposição de longa duração e para a expansão e atualização do programa educativo do Museu.Objetivos específicos(1) 05 oficinas para desenvolvimento de conteúdos e de programa educativo; (2) 03 encontros sobre temáticas relacionadas ao circuito Diversidade Cultural. (3) Ativação artística com realização de exposição no Palácio de São Cristóvão (sala do Bendegó), durante 04 meses.(4) 05 ativações educativas realizadas no entorno do Palácio de São Cristóvão.

Justificativa

O incêndio de 2018 não paralisou as atividades voltadas para os frequentadores do Museu Nacional/UFRJ. Numerosas e contundentes manifestações públicas de muitas ordens _ posts, cartas, discursos, doações entre outros _ são afirmações do lugar que a instituição ocupa no imaginário de seu público. O trauma estimulou a produção de narrativas que elaboravam o luto ao construir memórias de experiências vividas na instituição: pesquisadores, docentes e técnico-administrativos, estudantes, comunidade universitária, público frequentador, estudantes de escolas públicas contaram suas histórias em redes sociais. Serviram, ainda, para mobilizar os quadros do Museu na efetivação de estratégias que pudessem manter a relação com os frequentadores da instituição mesmo com o Palácio em obras e com as exposições fechadas. O presente projeto cultural se justifica, portanto, pela centralidade já existente do Museu Nacional/UFRJ no cenário cultural nacional. Garantirá a continuidade da relação com seu público já colocada ao longo dos 200 anos de história da instituição, produzindo os meios necessários para que ela seja construída a partir do contexto institucional atual. Nesse sentido, fomentar ações que possam divulgar os trabalhos em curso significa afirmar o compromisso de compartilhar com a sociedade o andamento da reconstrução de uma instituição de enorme importância nos cenários cultural, educacional e científico nacionais. Ação de caráter republicano, permitirá um acompanhamento de seu público do andamento dos trabalhos para renovação do Museu. Por outro lado, o projeto cultural proposto permitirá, ainda, a continuidade do trabalho do Museu Nacional/UFRJ na esfera pública nacional através de parcerias com outras instituições museais. Essa sempre foi uma faceta importante da instituição, que ao longo de sua trajetória funcionou como uma referência para outros museus de história natural e antropologia do país. Dar continuidade a essa tarefa a partir de atividades educacionais, subsidiadas pelos conteúdos das novas exposições, será de grande valia não apenas para manutenção da posição da instituição no campo museal, mas especialmente para construir um trabalho conjunto de nova ordem com os museus da cidade do Rio de Janeiro. Deve-se destacar, por último, a importância de formar público de museus e de fomentar o direito à livre circulação na cidade. A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Sobre o atendimento ao Artigo 3º da Lei 8.313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;

Estratégia de execução

Despesas de deslocamento:– passagens aéreas e hospedagem para participantes dos encontros temáticos.

Especificação técnica

Projeto pedagógico e Proposta Museográfica anexados em documentos da proposta.

Acessibilidade

PRODUTO CURSO/OFICINAAcessibilidade física: O local a ser selecionado para a realização das atividades presenciais deverá atender às obrigações de acessibilidade arquitetônica, com elevadores, banheiros acessíveis, e rampa de acesso à cadeirantes. Deficientes visuais: AudiodescriçãoRubrica na planilha: Audiodescrição Deficientes auditivos: Intérprete de libras, vídeo-librasRubrica na planilha: Intérprete de libras Deficiente intelectual: Monitores com treinamento para atender a este tipo de públicoRubrica na planilha: Monitores PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTEAcessibilidade física: O local selecionado para a realização da mostra atende às obrigações de acessibilidade arquitetônica, com banheiros acessíveis, e rampa de acesso à cadeirantes. Rubrica na planilha: Banheiros químicos, cenotécnico (rampas) Deficientes visuais: audiodescrição, áudio-guiaRubrica na planilha: Desenvolvimento multissensorial, execução de projeto multimídia Deficientes auditivos: vídeo-libras, intérprete de librasRubrica na planilha: Desenvolvimento multissensorial, execução de projeto multimídia Deficiente intelectual: Monitores com treinamento para atender a este tipo de públicoRubrica na planilha: Monitores

Democratização do acesso

Para atendimento ao Artigo 27 da IN 01/2023: todas as atividades serão gratuitas. Para atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023: PRODUTO CURSO/OFICINA: optamos pelo Inciso IV, disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE: optamos pelo Inciso IV, disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal.

Ficha técnica

O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, remunerado pela rubrica de mesma nomenclatura, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional. Coordenação geral: Associação Amigos do Museu Nacional (proponente) Coordenação do projeto: Lucia BastoArquiteta pela Universidade Santa Úrsula e pós-graduada no MBA do Coppead – Instituto de Graduação em Administração da UFRJ, possui grande experiência na Gestão de Projetos complexos de restauro, exposição e museografia e na interlocução com especialistas da área e com órgãos de cultura e patrimônio. Durante 23 anos, de 1996 a 2019, trabalhou na Fundação Roberto Marinho e nos últimos 15 anos atuou como Gerente Geral da Unidade de Patrimônio e Cultura. Dentre os muitos projetos que desenvolveu destacam-se: Museu da Língua Portuguesa – SP, Museu do Futebol – SP, Museu de Arte do Rio - RJ e Museu do Amanhã – RJ, Museu da Imagem e do Som – RJ, Som e Luz do Museu Imperial de Petrópolis – RJ, Casa de Cultura de Paraty – RJ, Igreja Matriz de Santo Antônio – MG, Igreja de Nossa Senhora do Carmo – Antiga Sé – RJ, Exposição Burle Marx - RJ, Paço do Frevo- PE. Trabalhou no IPHAN por 12 anos, tendo sido Chefe da Divisão Técnica, onde atuou nos projetos: Paço Imperial, Biblioteca Nacional, Igreja de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores, Igreja do Outeiro da Glória, Museu Nacional de Belas Artes e Sítio Burle Marx, todos no Rio de Janeiro. Atualmente vem desenvolvendo trabalho para a UNESCO como consultora para o projeto "Museu Nacional Vive", atuando como gerente executiva. Coordenadoras educativas: Pilar LacerdaGraduada em História pela Universidade Federal de Minas Gerais; Especialização em Gestão de Sistemas Educacionais/PUC-MG; Professora de História em escolas privadas e públicas de 1976 a 2001; Diretora do Centro de Formação de Professores da Prefeitura da Cidade de Belo Horizonte; Secretária Municipal de Educação da cidade de Belo Horizonte – 2002 a 2007; Presidente Nacional da União Nacional dos Dirigentes municipais de educação 2005 a 2007; Secretária Nacional de Educação Básica do Ministério da Educação – 2007 a 2012; Diretora da Fundação SM/Brasil – 2012 a 2020; Pesquisadora associada a FGV DGPE desde março/21. Maria Aparecida LacerdaGraduada em Pedagoga pela Universidade Federal de Minas Gerais; Especialização em Gestão do Conhecimento pelo CRIE/UFRJ; Pós-graduada em Antropologia e Desenvolvimento Cognitivo na Universidade Federal Fluminense; Coordenadora pedagógica e gestora escolar em escolas de Minas Gerais e Espírito Santo (1983-1997); Diretora de Operações na Escola24horas S/A (1999-2003); Sócia Diretora na Educartis (2003-2006); Gerente Projeto Estratégico Travessia na Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social do Governo de Minas Gerais (2007-2008); Gerente Adjunta de Educação e Implementação (2008-2011) e Gerente-geral de Educação Profissional (2012-2019) na Fundação Roberto Marinho. Maria Antônia GoulartMestre em saúde coletiva pelo Instituto Nacional de Saúde da Mulher, daCriança e do Adolescente Fernandes Figueira/Fiocruz; Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Brasília; Secretária Municipal da cidade de Nova Iguaçu/RJ, sendo a responsável pela concepção e implementação do Programa Intersetorial de Educação Integral Bairro-Escola; Colaboradora no desenvolvimento e a implementação do Programa Mais Educação do Ministério da Educação/MEC; Co-fundadora e coordenadora do Movimento Down; Atuou na elaboração da Ação Educativa e do Programa de Formação de Professores do Prêmio Indústria Nacional Marcantonio Vilaça nas edições de 2017 e 2019; Co-fundadora do Laboratório Maker e consultora do programa de STEAM (Science, Technology, Engineering, Arts&Design, Math) do SESI Nacional; Coordenação de conteúdo: Caio Gonçalves DiasGraduado em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense; Mestre em Antropologia Social pelo Museu Nacional/UFRJ; Estágio doutoral na New York University; Doutor em Antropologia pelo Museu Nacional/UFRJ; Pesquisador Visitante na EHESS, Paris; Pesquisador Visitante no Instituto de Ciências Sociais, Universidade de Lisboa; Gestor de projetos e consultor cultural desde 2007. Consultor da UNESCO, é gestor das novas exposições do Museu Nacional. Coordenação de comunicação: Tiago MontenegroJornalista e consultor de comunicação estratégica especializado em Gestão e Políticas Culturais. Atua há mais de 10 anos nas áreas de Gestão de Comunicação Institucional, Planejamento, Assessoria de Imprensa e Comunicação Digital de instituições culturais e projetos de alto impacto social. Foi Gerente de Comunicação de instituições públicas como a Secretaria de Cultura de Pernambuco e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco. A experiência mais recente é com a coordenação de comunicação do projeto Museu Nacional Vive (UNESCO / UFRJ / Instituto Cultural Vale).

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro