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PRONAC 232726Autorizada a captação total dos recursosMecenato

HÁ UM BLUES NO FIM DO TÚNEL- um projeto litero-musical

ECOOA REPRESENTACAO PRODUCAO EDUCACAO E CONSULTORIA CULTURAL SOCIAL E CRIATIVA LTDA
Solicitado
R$ 606,5 mil
Aprovado
R$ 606,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-10-02
Término

Resumo

Proposta de Interação litero-musical que provoca o público a sair da condição de espectador para ser co-autor, criando versos a partir de palavras inscritas em cubos de argila, em um jogo poético inspirado pela atmosfera sonora dos músicos participantes. O resultado, com intervenção oral do próprio público, incorpora-se à performance poético-musical dos autores do projeto, estimulando uma experiência que valoriza múltiplas inteligências e formas de arte.

Sinopse

O espetáculo "Há um blues no fim do túnel" une literatura, música, artes visuais e cênicas, em um espaço onde se rompem os limites entre plateia e artistas. A partir de um fio condutor - as canções do álbum homônimo, parceria entre o músico Marcoliva e o poeta Cláudio Schuster - o público é provocado a sair de sua condição de espectador para ser co-criador do show. Por meio de um jogo poético com cubos de argila, onde as pessoas inscrevem palavras livremente, a associação destas dará origem a versos que serão ditos por elas mesmas no decorrer da apresentação. Assim, cada espetáculo será uma obra viva e uma experiência única tanto para artistas quanto para o público.

Objetivos

Objetivo Geral Realização da proposta de intervenção litero-musical que divide o protagonismo entre os artistas participantes e público na construção e participação da apresentação artística estimulando a ideia de que com arte e cultura podemos construir coletivamente um mundo diferente. O projeto permite que essa utopia seja vivenciada, reforçando assim o sentimento de esperança. Objetivos específicos -Realizar 8 atividades interativas entre literatura e música em itinerância por 4 diferentes cidades; - Convidar poetas locais para participar do projeto na cidade visitada; - Estimular diferentes formas de expressão que o projeto une (poesia, música, artes visuais e cênicas); -Possibilitar uma experiência diferenciada, ampliada pela presença de diferentes linguagens, sensoriais, auditivas, táteis e cênicas, orientadas pela equipe do projeto e inclusiva a pessoas com deficiência; - Colocar em circulação pluralidade artística produzida em Santa Catarina;

Justificativa

O encontro de Claudio Schuster (poeta) e Marcoliva (músico) na capital catarinense resultaram no lançamento do álbum "Há um blues no fim do túnel" em 2023, e esta primeira obra conjunta e com fome de compartilhamentos segue gerando novas propostas. Seguindo conceitos de Hélio Oiticica e Lygia Clark, o projeto integra o público à poesia, música, artes visuais e cênicas. As possibilidades temáticas são abertas, determinadas pelo processo coletivo que abre o evento, colocando em prática a ideia de obra viva, sempre diferente a cada edição. A poesia, que serviu de elo entre o poeta e o músico, autores do projeto, chama o público a produzir e contribuir com um fazer cultural criativo e libertário, despertando o sentimento de integrar a obra. Ao mesmo tempo, também é um elo com a produção poética de cada local, a partir da integração de poetas convidados ao processo de criação coletiva. A reunião de artistas de reconhecida trajetória trouxe inusitados desdobramentos, desde um imediato reconhecimento da mídia até o desejo de dar continuidade com a elaboração de projetos que reverberem a modelagem que ocorreu para esta produção no convite ao público para vivenciar o processo de criação artístico e o compartilhamento com a apresentação das músicas e poesias. A equipe é composta por 15 integrantes de diferentes linguagens (literatura, música, artes visuais e cênicas) que atuam de forma integrada entre si e com o público, para criar uma obra única que reflete esta multiplicidade de expressões. São utilizados cubos de argila e jogos poéticos de natureza escrita, sonora e corporal. O case litero-musical dos autores é estimulado pelo ambiente visual (cenário/figurino) e sonoro conforme mapa de palco e rider em anexo. A itinerância de um projeto com equipe numerosa, indispensáveis, pois composta por artistas de alta envergadura a outras regiões do país é relevante para a difusão da produção catarinense e democratização das artes. A proposta vai ao encontro com os objetivos da Lei 8313 no art. 1o. : I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 3 da mesma Lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Especificação técnica

A equipe é composta por 15 integrantes de diferentes linguagens (literatura, música, artes visuais e cênicas) que atuam de forma integrada entre si e com o público, para criar uma obra única que reflete esta multiplicidade de expressões. São utilizados cubos de argila e jogos poéticos de natureza escrita, sonora e corporal. O case litero-musical dos autores é estimulado pelo ambiente visual (cenário/figurino) e sonoro conforme mapa de palco e rider em anexo.

Acessibilidade

Acessibilidade Física: O local de realização contará com o acessibilidade estrutural adequada a pessoas com deficiência física e/ou mobilidade reduzida como rampas de acesso, corredores amplos, banheiros adaptados e reserva de assentos. item no orçamento: Monitores Acessibilidade de Conteúdo: O trabalho tem estímulos táteis, sonoros e visuais, o que permite a participação de todos os públicos a partir de sua manifestação espontânea. Haverá intérprete de libras para o atendimento de deficientes auditivos, assim como símbolo de acessibilidade no material de divulgação. Item no orçamento: intérprete de libras

Democratização do acesso

Referente à distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no item I e IV do artigo 28 Instrução Normativa nº 1/2023 do Ministério da Cultura a saber: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto no inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento). IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal.

Ficha técnica

MARCOLIVA (VIOLÃO E VOZ)Gaúcho de Carazinho, radicado em Florianópolis (SC) desde 1996, tem cinco álbuns gravados com Tatiana Cobbett: Parceiros (2001), Bendita Companhia (2009), Sonora Parceria (2012), Corte Costura (2014) e Sawabona Shikoba (2016). É autor de três livros: Dupla Poesia (2018), De A a Z: Uma História Poética do Boi-de-mamão na Ilha de Santa Catarina (Ed. Bernúncia, 2012) e Paralelepípedo Poema (Editora Lesma, 2016). Lançou os singles Todos Os Santos, Pela Janela, Aeroplanos, Meu Senhor dos Desgraçados, Xote Para Ti e seu primeiro EP, Cara a Cara, ao final de 2021. Co-autor do projeto “Há um blues no fim do túnel”.CLÁUDIO SCHUSTER (POESIA)Jornalista e escritor, é gaúcho de Pelotas e vive em Florianópolis desde 1986. Tem sete livros publicados: crime perfeito (publicação do autor - 1994), risco (publicação do autor- 1997), bluz (Blocos - 1999), beba poesia (Insular - 2016), beba poesia volume II (Mondrongo - 2019), Vai dar merda (crônicas - Editora Mondrongo - 2021) e beba poesia volume III (Editora Mondrongo - 2022). Este é seu primeiro trabalho como letrista. Coautor do projeto “Há um blues no fim do túnel”.RAFAEL CALEGARI (BAIXO)Natural de Tubarão (SC), é baixista, compositor e arranjador. Formado em música pela Universidade do Estado de Santa Catarina, atualmente reside em Florianópolis (SC). Já acompanhou diversos artistas, como Luiz Melodia, Elza Soares, Max de Castro, Paula Lima, Sandra de Sá, Luciana Mello, Alegre Corrêa e Martn’ália, entre outros. Com seu seu recente álbum Baixo ao lado, ficou em primeiro lugar no festival nacional Cerrado Instrumental. Participou do espetáculo "Há um blues no fim do tunel" realizado no TAC, em Florianópolis, em novembro de 2022, do qual fez os arranjos e direção musical.LUCIANO BILÚ (GUITARRA)Músico profissional há 29 anos, foi escolhido por jurados como Joe Satriani, Steve Lukather, Andy Summers, Joe Bonamassa e John Scofield como um dos melhores Guitarristas na categoria Rock, na Competição global Six Strings Theory de 2016, do Guitarrista Lee Ritenour. Tem quatro álbuns gravados disponíveis nas plataformas de streaming, além de participações como sideman em várias bandas autorais de SC. É também instrutor de guitarra e violão. Participou do espetáculo "Há um blues no fim do tunel" realizado no TAC, em Florianópolis, em novembro de 2022.ALEXANDRE DAMARIA (PERCUSSÃO)Integrante e fundador do grupo Tijuquera, já tocou com músicos consagrados como Lenine, Sandra de Sá, Paula Lima, Zeca Baleiro, Elza Soares, Paulinho Moska e Luiz Melodia. Aluno de Marcos Suzano e do baterista Guilherme Gonçalves, durante dois anos e meio fez parte do Rio Maracatu, no qual atuou como professor e músico em shows na Bahia, Minas Gerais e por todo o Rio de Janeiro. Participou do espetáculo "Há um blues no fim do tunel" realizado no TAC, em Florianópolis, em novembro de 2022.NETO FERNANDES (TECLADOS)Instrumentista, compositor, arranjador, produtor musical, técnico em mixagem e masterização, já tendo participado em diversas funções na produção de mais de quinhentos projetos entre Singles, EPs CDs e DVDs. Nascido em 1983, em Jaguarão (RS), atualmente reside em Florianópolis (SC). Além do grupo “Rivo Trio Samba Jazz” (instrumental autoral) faz parte também da “Banda Marelua" (autoral brasileiro) “Flora Cruz” (R&B e Pop) e já acompanhou artistas como Paulinho Moska, Camerata Florianópolis, Jota Moraes, Ammora Alvez, Luiz Melodia, Raimundo Fagner, Luciana Melo, Kako de Oliveira, Max de Castro, Luiz Meira, Paula Lima, Bonitinho, Renato Borguetti, Yamandú Costa, Alegre Corrêa, Guinha Ramirez, Bebê Kramer, Gabriel Grossi, entres outros artistas. Participou do espetáculo "Há um blues no fim do tunel" realizado no TAC, em Florianópolis, em novembro de 2022.FELIPE NASCIMENTO (BATERIA) Músico, produtor, técnico de edição, mixagem e masterização com 28 anos de experiência, envolvimento e dedicação à música. Iniciei sua carreira musical profissionalmente em 1995, tocando com bandas e artistas do RS. Vive em Florianópolis desde 2007, onde trabalhou com artistas como Marcoliva, Alegre Correa, Luiz Meira, Yamandú Costa, OSSCA, Guinha Ramires, Alessandro Kramer (Bebê), Rafael Calegari, Brass Groove, Ridrigo Santos (Barão Vermelho), Teco Padaratz, Pe. Reginaldo Manzotti (PR), entre outros. Participou do espetáculo "Há um blues no fim do tunel" realizado no TAC, em Florianópolis, em novembro de 2022.ROGER CORRÊA (ACORDEON)Natural em Guaíba (RS), Roger Corrêa atualmente está radicado em Florianópolis (SC). Seu contato com a gaita ponto iniciou aos seis anos de idade. Aos 13 anos, ingressou no Projeto Fábrica de Gaiteiros, idealizado por Renato Borghetti, músico com quem realizou shows por diversos lugares do país. Já levou seu trabalho autoral a mais de oitopaíses, entre Europa e América do Sul, e realizou mais de 20 concertos como solista convidado pela orquestra Camerata Florianopolis. Em 2022, apresentou seu álbum Sul em Aquarela no instrumental Sesc Brasil, em São Paulo. Recentemente foi indicado ao Prêmio Açorianos como melhor compositor instrumental pelo álbum Sul em Aquarela,ao lado de músicos consagrados como Alejandro Brittes, Bebê Kramer e YamanduCosta. Participou do espetáculo "Há um blues no fim do tunel" realizado no TAC, em Florianópolis, em novembro de 2022.ANGIE GASTAMBIDE (VOZ)Cantora, compositora e educadora musical argentina, radicada em Florianópolis desde 2004. Com uma grande influência do jazz, blues, r&b, soul e da bossa, costuma transitar nestes estilos homenageando grandes artistas. Apresenta o tributo à cantora britânica Amy Winehouse desde 2017 e atualmente é o único tributo fiel em atividade na região. Como educadora musical, atua desde 2017 na Escola de Música Roberto Ceccato, tendo ministrado aulas para mais de 150 pessoas. Participou dos processos de composição e contribuiu como preparadora vocal com artistas como Marcoliva e Cláudio Schuter, Diogo Nestor, UmQuarto, Filarmônica VinhoCasa, entre outros. Participou do espetáculo "Há um blues no fim do tunel" realizado no TAC, em Florianópolis, em novembro de 2022.CLAUDIA AGUIYRRE (DIREÇÃO DE ARTE)Cineasta, artista visual, poeta, educadora e pesquisadora, graduada em Comunicação Social – Habilitação Jornalismo e pós-graduada em Estudos Culturais, ambas pela UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina. Trabalhou por 15 anos como docente em cursos de Cinema e Realização Audiovisual, Comunicação Social, nas habilitações de Jornalismo e Publicidade e Propaganda. Sua experiência mais extensa é como documentarista, atividade que desenvolve desde 1989, nos quais dirigiu e roteirizou mais de 15 documentários. Trabalhou também em diversas produção a assistência de direção na área de teledramaturgia, além da produção e direção de programas culturais e d RBS/SC/Brasil e o Canal 13/Chile. Atualmente desenvolve também pesquisas na área imagética, nas quais funde estéticas e linguagens de diversas heranças artísticas, traçando relações entre criação poética e experimentação audiovisual, tendo crescente produção em videoarte na forma de videoclipes e videopoemas, frutos de parceriasartísticas. Como poeta teve escritos publicados em revistas literárias nacionais. Diretora de arte do projeto “Há um blues no fim do túnel”.MAURÍCIO MUNIZ (CENOGRAFIA)Artista visual autodidata, iniciou em 1968, aos 12 anos, expondo ilustrações no III Salão Lageano (SC). Desde então produziu em diversas mídias, entre elas pintura, ilustração, escultura, artes gráficas, animação, cenografia e audiovisual. Desde 1984 foi selecionado para diversos eventos de artes plásticas, como o IV Salão Paranaense no Museu de Arte Contemporânea do Paraná; escultura para cenário da turnê americana e européia da violonista e percussionista brasileira Badi Assad; Coletiva “Paint a Future 2006” no MASC em Fpolis e em São Paulo na Mültipla Galeria; Coletiva “Lestada e a Desconstrução”, na Fundação BADESC em Florianópolis, SC e na Múltipla Galeria em São Paulo, SP; Mostras de Acervo do MASC – Museu de Arte de SC; entre outras. Cenógrafo do do projeto “Háum blues no fim do túnel”.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-08-21
Locais de realização (4)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo