| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 03467321000199 | ENERGISA MATO GROSSO - DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 2,38 mi |
| 13017462000163 | ENERGISA SERGIPE - DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A | 1900-01-01 | R$ 897,0 mil |
Esta proposta contempla o desenvolvimento dos projetos de arquitetura, executivo e complementares, de detalhamento conceitual e eixos temáticos, de museologia e museografia, de pesquisa histórica, de audiovisual, de comunicação, e design gráfico, de intervenção paisagística e educação patrimonial, a partir da requalificação de um conjunto singular e especial do patrimônio industrial mineiro, em Leopoldina, Minas Gerais, no qual, em 1985, foi implantado o Museu da Eletricidade. Localizado em área de RPPN, possui alto potencial cultural e ambiental, necessitando, entretanto, de uma nova configuração, revitalização, reforma e reestruturação espacial para a implantação de um museu vivo, ativo, elemento catalisador da paisagem cultural da região. A fase 1 compreende os projetos de arquitetura (produto Bem imóvel - reforma / ampliação / construção / aquisição) concomitante ao desenvolvimento dos planos conceituais, museológicos e pesquisa(produto: Modernização e equipagem de museus).
Não se aplica.
Conforme incisos I, IV, V e VII do Art. 3 do Decreto 11.453/23, a saber: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; (...) IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; (...) V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; Este projeto tem como OBJETIVO PRINCIPAL: Requalificar um legado de importante significado para a história do município de Leopoldina e da região da Zona da Mata, o antigo Museu da Eletricidade da Usina Maurício que será objeto de redimensionamento, reestruturação e nova configuração espacial, a partir da elaboração de um plano conceitual-curatorial em sintonia com os preceitos da moderna museologia e museografia, com a introdução de narrativas temáticas contemporâneas que conectam a educação patrimonial material e imaterial à educação ambiental, abrangendo a reforma e recuperação dos espaços circundantes à edificação principal _ o antigo galpão-oficina, a casa da administração, uma estufa e quatro pequenas casas que serviam aos funcionários e segurança patrimonial, conferindo-lhes novos usos compatíveis ao programa que será introduzido. O Museu-Parque Usina Maurício é um conjunto singular, especialíssimo, documento do patrimônio industrial mineiro e brasileiro. O projeto busca a valorização e preservação de significativos bens materiais e imateriais que caracterizam notavelmente a extraordinária Paisagem Cultural ali existente, constituída por Patrimônio Histórico-Industrial e Patrimônio Natural-Ambiental (RPPN), proporcionando assim vivenciar de forma memorável o "espírito do lugar", um museu vivo! A ideia é que o Museu-Parque Usina Maurício seja um espaço privilegiado de visitação e de aprendizado de crianças, adolescentes e jovens, com projeções e atividades ligadas à identidade, memória, emoção e pertencimento, de experimentação, residências artísticas e científicas oficinas ao ar livre de educação para o patrimônio natural, de uso racionalizado de recursos hídricos, enérgicos e ambientais, portanto, um a linha voltada à natureza, à ecologia, ao patrimônio ambiental, material e imaterial. Além de constituir-se em cenário propício para grandes projeções no interior e eventos especiais com projeções sobre a água. A instituição de um parque impregnado de histórias e valores, com estrutura educativa, de lazer e conhecimento das técnicas construtivas (arquitetura) e de geração da energia. Espaço emblemático da memória da eletricidade. Paisagem Cultural viva e em evolução. Explorando as possibilidades de irradiação e impacto do Museu em seu novo formato, uma ideia futura é a criação de um parque linear à margem do rio Pomba, que ligaria o Museu-Parque Usina Maurício à rede de equipamentos culturais na zona central de Cataguases, cidade vizinha à Leopoldina, importante centro da arquitetura modernista de Minas Gerais e do país, por meio de caminhada, bicicletas e veículos de turismo ecológico. OBJETIVOS ESPECÍFICOS (PRODUTO: BEM IMÓVEL - REFORMA / AMPLIAÇÃO / CONSTRUÇÃO / AQUISIÇÃO): - Desenvolver projeto executivo de arquitetura e complementares visando adequações espaciais e recuperação de edificações existentes; - Realizar orçamentação de todos os projetos para implantação do Museu-Parque Usina Maurício; - Recriar a estufa de mudas, promovendo o cultivo de frutíferas e hortas, transformando-a num dos grandes ativos do Museu-Parque; - Criar trilha ambiental para potencializar a paisagem cultural da região (Cataguases-Leopoldina), criando um percurso apropriado para caminhadas e ciclovias, com a interligação de praças, ruas e avenidas arborizadas (alamedas), jardins e quintais históricos, como por exemplo na beira do rio Pomba (ponte metálica), dentre outras áreas verdes urbanas, criando uma espécie de "Parque Linear". OBJETIVOS ESPECÍFICOS (PRODUTO: Modernização e equipagem de museus): -Promover a requalificação do Museu da Eletricidade da Usina Maurício em Museu-Parque, de modo a incrementar um novo eixo turístico-educativo na região. - Estruturar o Museu-Parque como espaço referencial, com suas respectivas edificações, equipamentos e acervo, abrangendo um significativo conjunto de bens materiais e imateriais que integram a Paisagem Cultural local. - Promover a configuração física e simbólica da paisagem local, reconhecida por suas características históricas, arquitetônicas, artísticas e ambientais como um relevante patrimônio cultural, que merece ser devidamente valorizada para melhor usufruto das atuais e futuras gerações. - Definir os eixos curatoriais do Museu-Parque, realizar o inventário do acervo existente; desenvolver pesquisa histórica e definir os núcleos temáticos;. - Criar Museografia / Museologia / Expografia, integrando os novos espaços do Museu-Parque. - Criar sinalização histórico-interpretativa ao longo do percurso do complexo da Museu-Parque Usina Maurício.
Conforme Art. 1º da Lei 8.313/91, inciso I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; inciso VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e Art. 3º da ei 8.313/91, inciso III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; Justifica-se as premissas do presente projeto: A Usina Hidrelétrica Maurício, localizada no município de Leopoldina, é um importante e bem conservado marco histórico da fase pioneira de implantação da energia elétrica na Zona da Mata mineira. Considerada atualmente como uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH), a usina foi construída junto às quedas da Cachoeira da Fumaça, no Rio Novo, em função de um mercado aberto nas primeiras décadas do século XX pelo anseio de cidades do interior mineiro de terem iluminação pública por eletricidade. Em setembro de 1906, foi lançada a pedra fundamental do galpão industrial e a usina entrou em operação em julho de 1908, quando passou a fornecer energia inicialmente à cidade de Cataguases, em seguida, para Leopoldina, e logo depois, para Rio Novo e São João Nepomuceno. Recebeu o nome do proprietário da área em que foi construída, o coronel Antônio Maurício Barbosa. O reservatório constituído pela barragem da Usina situa-se na divisa dos municípios de Leopoldina e Itamarati de Minas. A harmonia do conjunto edificado da Usina Maurício, inserido na paisagem, com suas características originais básicas mantidas, documenta uma arquitetura representativa das pequenas usinas hidrelétricas do início do século passado, e seu maquinário importado é testemunho de uma etapa da evolução da tecnologia dos equipamentos de geração de energia elétrica. O galpão da casa de máquinas (casa de força) possui características próprias que são condicionantes de seu partido arquitetônico: planta retangular, com pé direito alto, para abrigar equipamentos de grande porte; amplos vãos de janelas em função da necessidade de boa iluminação e ventilação; porão destinado à passagem de água vinda das máquinas. A edificação tem embasamento em pedra, e na fachada frontal apresenta alvenaria de tijolos revestida por argamassa ornamentada, e tratamento decorativo nos arremates em relevo de frontões, cunhais e vãos. Em julho de 1985, passou a ser o Museu da Eletricidade, cujo acervo abriga as unidades geradoras para a captação de energia, mantidas ainda em funcionamento, além de equipamentos, máquinas e peças originais que contam a trajetória do empreendimento pioneiro da Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina, atual Grupo Energisa. Esses objetos, em sua maioria fabricados em série e no estrangeiro, ao contrário de serem substituídos por outros tecnologicamente superiores, foram bem preservados pelo Museu. Coleções museológicas de história da geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, tão referenciais como essa, preservam uma parte significativa de nossa cultura industrial. Atualmente, não há funcionamento corrente e nem tampouco visitação regular, merecendo um projeto amplo de revitalização e modernização. Os vestígios culturalmente referenciais que caracterizam o Museu da Usina Maurício como monumento industrial possuem valor histórico, arquitetônico, tecnológico, científico e social. Neste sentido, a usina hidrelétrica tem a particularidade de não se restringir apenas à casa de máquinas, oficinas e suas estruturas e infraestruturas, englobando também os locais onde se desenvolveram atividades sociais relacionadas com a empresa, tais como as habitações de trabalhadores proximamente localizadas. Sua abrangência vai além, articulando as relações entre o repertório tecnológico ali existente com o ambiente físico e humano resultantes da ação empresarial, pois parte importante desse acervo refere-se à memória do trabalho ali desenvolvido, na manutenção dos sistemas e outras atividades de campo. Assim, podem-se visualizar as questões técnica, humana e cultural dentro de um processo de desenvolvimento social. O sistema energético deve ser plenamente compreendido quando visto em conjunto com o ambiente natural que o cerca. O complexo ambiental constituído pela Usina Maurício guarda um rico patrimônio arquitetônico, tecnológico e ambiental, formado por bens móveis e imóveis históricos e ecossistemas naturais, em que a água tem lugar de destaque. Em 1999, criou-se a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Usina Maurício, formada por 313 hectares, sendo 280 cobertos por Mata Atlântica, localizados no município de Itamarati de Minas. A partir de uma necessária modernização, revitalização, atualização e adequação museológica, visando manter e divulgar um amplo e variado acervo acumulado ao longo de 115 anos de atividades, e possibilitar o entendimento dos processos industriais e tecnológicos como também outras reflexões sobre as questões científicas, culturais, sociais e ambientais relacionadas ao uso racional e sustentável da energia, da água e dos recursos naturais na atualidade, propõe-se a criação do Museu-Parque Usina Maurício. A preservação deste patrimônio vincula-se aos usos e funções atribuídos a históricos espaços industriais, considerando-se não só o museu tradicional, mas também o de sítio, que pode funcionar como verdadeiro parque, articulando elementos de diversa natureza e assegurando melhor domínio de sistemas complexos de objetos, nos quais se compreende a paisagem como um dos principais produtos e vetores da atividade industrial. Os museus-parques localizam-se frequentemente nos arredores, ou mesmo distantes de centros urbanos, em zonas rurais, convidando os visitantes a vivenciarem uma experiência singular que é proporcionada pela composição museográfica, arquitetônica e paisagística. Nesse tipo contemporâneo de museu, observam-se as edificações inseridas no contexto da paisagem natural, dela participando com suas especificidades e contrastes, procurando se integrar ao entorno. Nesse cenário idealizado, busca-se implementar uma missão maior e mais significativa ao acervo existente, criando um programa museológico compatível com a atualização dos usos dos espaços existentes e também da criação de novos espaços integrados à usina originária que possam abrigar além das exposições temáticas, atividades de divulgação e circuitos de visitação, bem como ações de educação patrimonial e de cunho artístico em conexão da arte, paisagem e indústria. As coleções voltadas à memória empresarial podem ser complementadas de maneira a dialogarem com outros segmentos de público e com a sociedade em geral. Finalmente, importa destacar a criação de diversos tipos de jardins e de um viveiro de espécies raras da Mata Atlântica, na antiga estufa da Usina, além de um alentado programa de Educação Patrimonial abordando a interconexão de temas como o legado industrial construído pelo homem e o legado da natureza, constituído pelas águas e vegetação. A dimensão da invenção artística e da pesquisa científica também estarão presentes por meio de residências a serem instaladas em duas das casas que serviam antigamente de moradia de funcionários da administração da Usina.
Não se aplica.
Produto: Bem imóvel - reforma / ampliação / construção / aquisição >> Produtos resultantes da presente proposta: Nesta fase serão elaborados projetos executivo e complementares que visam à adequação físico-espacial dos diferentes espaços do Museu-Parque Usina Maurício, a saber: Projeto arquitetônico para adequação de espaços expositivos e reestruturação física; Projeto acústico; Projeto de acessibilidade; Projeto de impermeabilização; Projeto luminotécnico; Projeto paisagístico; Projeto de instalações hidrosanitárias e elétricas; Projetos complementares (telecomunicações, automação, sistemas audiovisuais); Projeto de esquadrias; Projeto de sondagem; Projeto de Restauro (no que couber); Relatório de danos e consultoria de patrimônio arquitetônico e industrial, Projeto de áreas de alimentação; Projeto estrutural. Produto: Modernização e equipagem de museus - >> Produtos resultantes da presente proposta: Plano museológico; Projeto Expográfico, Projeto de comunicação visual; Projeto audiovisual; Proposta para projeto educativo e de educação patrimonial; Projeto gráfico exposição permanente; Diagnóstico e inventário do acervo; Relatório de pesquisa histórica e iconográfica; Propostas curatoriais em eixos temáticos; Registro videográfico.
Produto Bem imóvel - reforma / ampliação / construção / aquisição: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Será elaborado relatório técnico com orientações para todas as adequações arquitetônicas necessárias de todas as edificações, área externa e rotas de circulação de acordo com as diretrizes da NBR 9050/2020 e parâmetros internacionais para uso da equipe de arquitetura visando incluir as medidas de acessibilidade nos projetos finais a serem desenvolvidos. Item orçamentário: Consultor de acessibilidades. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Será elaborado relatório técnico de acessibilidade universal para que as medidas sejam incorporadas nos projetos arquitetônico, gráfico, paisagístico, de instalações pertinentes e complementares. Item orçamentário: Consultor de acessibilidades. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Será elaborado relatório técnico de acessibilidade universal para que as medidas sejam incorporadas nos projetos arquitetônico, gráfico, paisagístico, de instalações pertinentes e complementares. Item orçamentário: Consultor de acessibilidades. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Será elaborado relatório técnico de acessibilidade universal para que as medidas sejam incorporadas nos projetos arquitetônico, gráfico, paisagístico, de instalações pertinentes e complementares. Para pessoas que apresentam espectros, síndromes e demais necessidades, será feito estudo adequado a partir da expografia e adequações espaciais desenvolvidas visando incorporar as recomendações de acessibilidade. Item orçamentário: Consultor de acessibilidades. Produto – Modernização e equipagem de museus: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Será elaborado relatório técnico com orientações para todas as adequações arquitetônicas necessárias de todas as edificações, área externa e rotas de circulação de acordo com as diretrizes da NBR 9050/2020 e parâmetros internacionais para uso da equipe de arquitetura visando incluir as medidas de acessibilidade nos projetos finais a serem desenvolvidos. Item orçamentário: Consultor de acessibilidades. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Será elaborado relatório técnico de acessibilidade universal para que as medidas sejam incorporadas nos projetos de comunicação visual, expográfico, museográfico. Item orçamentário: Consultor de acessibilidades. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Será elaborado relatório técnico de acessibilidade universal para que as medidas sejam incorporadas nos projetos de comunicação visual, expográfico, museográfico. Item orçamentário: Consultor de acessibilidades. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Será elaborado relatório técnico de acessibilidade universal para que as medidas sejam incorporadas nos projetos de comunicação visual, expográfico, museográfico. Para pessoas que apresentam espectros, síndromes e demais necessidades, será feito estudo adequado a partir da expografia e adequações espaciais desenvolvidas visando incorporar as recomendações de acessibilidade. Item orçamentário: Consultor de acessibilidades.
Conforme previsto no inciso II do art. 27 da Instrução Normativa 01/2023, que prevê II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, informamos que a o MUSEU-PARQUE USINA MAURÍCIO, quando da sua implantação, terá faixas ampliadas de gratuidade para vários públicos, como moradores locais, dentre outros. Além disso, as atividades culturais que serão realizadas no espaço atenderão, quando da sua implantação, os seguintes incisos do art. 28 da Instrução Normativa 01/2023: IV - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - Realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil;
SANTA ROSA BUREAU CULTURAL / ELEONORA SANTA ROSA (representante legal) – Função: Direção e coordenação geral do projeto, concepção do projeto original, coordenação de criação, conceituação, direção das equipes multidisciplinares e gestão administrativa-financeira. O Santa Rosa Bureau Cultural é considerada uma das mais conceituadas agências de desenvolvimento de iniciativas culturais singulares; concebeu, coordenou, implementou, geriu e/ou planejou inúmeros projetos de repercussão no cenário nacional, tais como o Projeto de Educação Patrimonial Trem da Vale, em Ouro Preto/Mariana (2003/2015); a primeira fase de implantação e funcionamento do Museu de Artes e Ofícios, em Belo Horizonte (2000/2004); proposição e desenvolvimento do projeto Acervo da Música Brasileira, para o Museu da Música de Mariana (2001/2003). Desenvolveu o projeto do Museu da Liturgia, em Tiradentes (2012), sob os auspícios do BNDES e da Paróquia da Matriz de Santo Antônio; estruturou e formatou o módulo cultural da Estação Conhecimento, projeto empreendido pela Fundação Vale para as regiões Norte e Sudeste do Brasil – 1ª Fase; dentre inúmeros outros. Eleonora é gestora, editora, empreendedora, produtora e consultora. Sua carreira de 40 anos dedicados à Cultura é marcada por sua passagem em instituições de relevância no cenário cultural de Minas e do Brasil, destacando-se a Fundação João Pinheiro (diretora do Centro de Estudos Históricos e Culturais de 1994 a 1998), a Sec. Municipal de Cultura de Belo Horizonte (diretora de Planejamento e Coordenação Cultural de 1993 a 1998), a Fundação Clóvis Salgado (diretora de Captação e Marketing de 1998 a 1999, a Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, pasta que assumiu de 2005 e a 2008, por três anos meio, promovendo a mais ampla reformulação e interiorização da Pasta em toda sua história. Uma de suas mais importantes realizações foi a criação da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, considerada com a OSESP, as duas melhores orquestras do Brasil. Eleonora foi diretora executiva do Museu de Arte do Rio de Janeiro-MAR (2017 a 2019), quando reposicionou a instituição em termos de programação, atividades, público, parcerias e captação de recursos. MACH ARQUITETOS - Função: Arquitetura e Desenvolvimento de projeto expográfico. A MACh é uma empresa de arquitetura e urbanismo fundada em 1990 e tem um histórico significativo de projetos urbanísticos realizados na cidade de Belo Horizonte, como o Parque Ecológico e Orla da Lagoa da Pampulha, onde estão algumas das primeiras e mais importantes obras de Oscar Niemeyer; o Projeto BH Centro: requalificação da Rua dos Caetés, na Praça 7; e a Praça da Assembléia, esta última em coautoria com o artista e paisagista Burle Marx. Destacam-se a atuação em projetos de arquitetura e expografia e para a Galeria Yayoi Kusama para o museu a céu aberto Inhotim, desde sua criação em 2006; projetos para grupos artísticos como o Grupo Galpão de teatro e o grupo de músicos instrumentistas Uakti; e projetos de museus para o Clube da Esquina e Centro de Referência da Música de Minas e a renovação da exposição de longa duração do Memorial Vale. MARIA MARTA MARTINS DE ARAUJO – Função: Curadora e historiadora. CV: Possui graduação em História pela UFMG, mestrado e doutorado pela UFF e pós-doutorado em Economia. Pesquisadora colaboradora no Programa de Pós-Graduação em História da FFLCH entre 2019-22. É pesquisadora da Fundação João Pinheiro-FJP desde 1998. Possui ampla experiência em patrimônio cultural tendo atuado em projetos como o Trem da Vale, Museu da Liturgia e exercido os cargos de Diretora de Proteção e Memória e Vice-presidente do IEPHA/MG JASON BARROSO SANTA ROSA – Função: Curador. Arquiteto urbanista, consultor atuante na área de planejamento urbano e preservação do patrimônio cultural: elaboração de pesquisas temáticas, textos descritivos e analíticos nas áreas de arquitetura e urbanismo, e em outras afins, para compor trabalhos técnicos de identificação, proteção, preservação e promoção de patrimônio cultural; desenvolvimento de estudos e proposições de critérios para seleção de bens e acervos culturais passíveis de proteção; Instrução técnica e conceitual de processos de Tombamento e Registro;entre outros. BATMAN ZAVAREZE – Função: Consultor temático audiovisual. Artista visual com atuações importantes em projetos da MTV, FashionRio, Multshow, GNT, Discovery, etc. Seu trabalho tem sido publicado e exposto em revistas, livros e exposições a nível nacional e internacional. É idealizador e curador do Multiplicidade> Imagem_Som_Inusitados - festival de performances. MARIA ARLETE GONÇALVES – Função: Assessora temática. Criadora do Oi Futuro, instituto de responsabilidade social da OI, que atua em todo o país nas áreas de Cultura, Educação, Esportes e Sustentabilidade. Como Diretora de Cultura da instituição foi a responsável pela criação, curadoria, implantação e direção geral dos Museus de Telecomunicações, no RJ e em BH, e dos 3 centros culturais Oi Futuro voltados para a arte, tecnologia e convergência de linguagens nas artes visuais, artes cênicas e música. Atua desde 2013 como consultora em projetos culturais. MALACAXETA – Função: Desenvolvimento de projeto educativo. O Malacaxeta é um núcleo de criação, pesquisa e produção de projetos, ações e materiais educativos e experimentais no campo das artes visuais, design & educação. Baseado na interseção desses três campos, o núcleo busca promover vivências sensoriais que estimulam o olhar, provocam reflexões e desenvolvem habilidades por meio de oficinas, rodas de conversa, ações experimentais, jogos e outras práticas criativas. CAVALINHO DE PAU – Função: Museólogo. Cavalinho de Pau é uma empresa que atua na área de consultoria técnica e de projetos museológicos, com foco na conceituação de espaços, construção de conteúdos e narrativas, curadoria, Plano Museológico, diagnósticos de público e situacional. A empresa é coordenada por Heloisa Vidigal e Carlos José de Almeida Neto, museólogos formados com experiência nas áreas de gestão de espaços. CARLOS MOURA DELPHIM – Função: Consultor temático. Engenheiro-arquiteto pela UFMG, contratado em 1977 para restaurar o Jardim Botânico do RJ, onde permaneceu até 85, foi pioneiro na defesa dos jardins históricos no Brasil, passando a tratá-los como bens culturais segundo as normas internacionais de preservação. Entre seu projetos destacam-se: Restauração do Jardim Botânico do RJ, Memorial da América Latina em São Paulo, Jardim Botânico de Brasília, Jardins do Brasil The International Garden and Greenery Exposition em Osaka, Japão, e o Superior Tribunal de Justiça em Brasília. CACÁ BRANDÃO - Função: Consultor temático. CV: Arquiteto, mestre e doutor em filosofia, professor voluntário na UFMG. Autor de diversos livros e diretor do Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares da UFMG. Atua nos grandes temas de História, Teoria e Filosofia da Arte, Arquitetura e Renascimento. CARLA LOBO – Função: Coordenadora de produção. Arquiteta e produtora cultural com mais de 30 anos de experiência. É autora do livro “Diário de produção: relatos, dicas, experiências e casos de quem aprendeu a produção cultural na prática”(2009). HARDY DESIGN – Função: Comunicação Visual. Com mais de 20 anos de experiência, a Hardy é um estúdio de criação de atuação abrangente e premiado com Latin Grammy Awards, Bienal Brasileira de Design Gráfico, Cannes Festival, entre outros. Dentre os projetos desenvolvidos destacam-se sinalização do estádio Mineirão, sinalização interpretativa de Belo Horizonte, entre outros. JOÃO BAGNO – Função: Engenheiro. Profissional com mais de 30 anos de experiência em gestão e acompanhamento de grandes obras das mais variadas categorias como complexos industriais, edificações comerciais, implantação de museus e centros culturais, entre outros. Premiado em 1999 como Engenheiro destaque Construção Civil pelo Instituto Mineiro de Engenharia Civil. Todos os currículos completos encontram-se anexo.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.