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O projeto propõe a montagem e apresentações da peça "Eu Matei Sherazade, confissões de um árabe em fúria", adaptação do livro homônimo da escritora libanesa Joumana Haddad. Também serão realizados Debates e Workshops.
Um grande bosque feito de véus pendurados no teto está montado ao redor de um grande tapete persa, formando uma espécie de clareira. Neste ambiente, o músico toca o seu violoncelo enquanto a atriz, que já está em cena, convida o público a caminhar pelo bosque até se acomodarem ao redor do tapete, em almofadas ou cadeiras baixas. Serve chá árabe e acolhe os espectadores para que se sintam confortáveis. Preparado o terreno, a atriz narra como a Pandemia de covid-19, proporcionou encontros profundos com a sua ancestralidade Árabe, através de um livro que conta, em primeira pessoa, as confissões de uma árabe enfurecida pela maneira como a mulher é vista por seu próprio povo e pelo olhar preconceituoso do Ocidente. A personagem encontra na literatura a liberdade para escolher o que desejar ser. E critica a forma como a personagem Sherazade, do conto “As mil e uma noites”, é exaltada por ser uma referência de insubmissão da mulher, utilizando a imaginação para sobreviver ao sultão. Mas segundo a autora Joumana Haddad, Sherazade não rompe com o sexismo, ao contrário, perpetua, por trás de uma aparente transformação, a maneira de submissão da mulher. O espetáculo propõe um novo olhar sobre a condição de ser mulher, de ser árabe. Enaltece a liberdade de escolha e o estado de impermanência do indivíduo como potencializadores para a construção de uma nova mulher.
Objetivo geral · Montagem e apresentações do espetáculo "Eu matei Sherazade, confissões de uma árabe em fúria". O projeto tem como objetivo trazer ao público um texto inedito no Brasil e a possibilidade de investigar as fronteiras entre o olhar árabe sobre as mulheres, o olhar ocidental sobre as mulheres árabes e consequentemente sobre a própria mulher ocidental. Até que ponto a realidade das mulheres no Ocidente se distancia da realidade das mulheres árabes?. Artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021:II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Objetivos específicos · A presente proposta tem como objetivo a realização da Montagem do espetáculo "Eu matei sherazade, confissões de uma árabe em fúria" , uma livre adaptação do livro da escritoa libanesa Joumanna Haddad. · Realização de temporada de 2 meses na cidade do Rio de Janeiro, totalizando 32 apresentações. · Realização de temporada de 2 meses na cidade de São Paulo, totalizando 32 apresentações. · Realizar 2 debates durante a temporada na cidade do Rio de Janeiro, sobre o Direito das mulheres e ações de combate a violência contra mulheres e meninas em todas as cidades com a participação de ONG´s e juristas que apoiam o projeto. · Realizar 1 debate durante a temporada na cidade de São Paulo, sobre o Direito das mulheres e ações de combate a violência contra mulheres e meninas em todas as cidades com a participação de ONG´s e juristas que apoiam o projeto. · Realizar 1 Workshop sobre a "Dramaturgia pela escuta" na cidade do Rio de Janeiro · Realizar 1 Workshop sobre a "Dramaturgia pela escuta" na cidade de São Paulo · Fomentar a geração de emprego e renda na área teatral;
A grande fragilidade histórica do Brasil no combate à violência contra a mulher é o machismo estrutural, o próprio patriarcado porque é algo tão arraigado que nos permite ainda ver pessoas condenando as mulheres por sofrerem a violência que sofrem. Uma revitimização. O fruto de uma sociedade machista que justifica, que autoriza, e que nos últimos anos ampliou o ódio e a violência contra mulheres e meninas. É por isso que nós precisamos de uma política de reeducação, de mudança de comportamento e de valores com relação a homens e mulheres. Trazer um texto de uma árabe é uma ferramenta para desvelarmos os véus da sociedade brasileira, é escancarar o problema crônico de esfera mundial de violência contra as mulheres para aproximar a realidade entre o oriente e o ocidente e provocar reflexões sobre a realidade do nosso país. Além do espetáculo, o projeto prevê a vinda da autora libanesa para participar de debate que será realizado durante a temporada e com dias específicos. Para os debates vamos contar com a participação do movimento Mulheres do Brasil e das promotoras de justiça : Valéria Scarance, Gabriela Manssur, Silvia Chakiah especialistas na defesa e promoção dos direitos da mulher. O projeto "Confissões de uma árabe em fúria" movimenta a área cultural trazendo a possibilidade de investigar as fronteiras entre o olhar árabe sobre as mulheres, o olhar ocidental sobre as mulheres árabes e consequentemente sobre a própria mulher ocidental. Até que ponto a realidade das mulheres no Ocidente se distancia da realidade das mulheres árabes? Porque o Brasil ocupa o quinto lugar de feminicídio no mundo? Qual a função da mulher na sociedade atual? Será que a cultura árabe que é exportada para o ocidente é a verdadeira? E de que maneira podemos questionar e compreender as sequelas do patriarcado para o mundo?A idealizadora da montagem e dramaturgia é a atriz Carolina Chalita, descendente de bisavós libaneses, que chegaram ao Brasil como imigrantes em 1886, motivo pelo qual a atriz buscou em suas origens o texto que aborda a força da ancestralidade e a trajetória de luta para construir uma nova vida em busca de liberdade.E pensando na potencial troca entre culturas diferentes, a equipe de criação artística do espetáculo é composta pela pluralidade de nacionalidades: brasileiras, francesas, africanas e árabes, sendo 75% mulheres e Lgbtqia+. Estabelecemos assim um espaço para a escuta, trocas de experiências e diálogos fundamentais, para uma imersão artística com essa temática necessária, em um mundo onde a intolerância vem atrasando cada vez mais o processo de evolução humana. Temos certeza de que o presente projeto reúne totais condições para se transformar numa iniciativa cultural de grande sucesso, contribuindo para o enriquecimento da cena cultural brasileira. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de espetáculos de artes cênicas. Por que a Lei Federal de Incentivo à Cultura? Para a realização do projeto o incentivo através da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério Cultura é imprescindível, pois somente assim conseguiremos a oportunidade de buscar recursos na iniciativa privada, vez que seria impossível levar essa obra ao grande púbico sem esse incentivo, frente a um espetáculo desse porte. As Leis de Incentivo à Cultura são de extrema importância para a captação de recursos para realização de projetos. Ela permite o financiamento da criação e difusão de forma sólida, garantindo a manutenção de equipes artísticas e técnicas. Além disso, propicia a oportunidade de concorrência em editais de instituições que exigem o enquadramento prévio e/ou posterior em Lei Federal de Incentivo à Cultura. Ao patrocinar este projeto, o MinC estará agregando valores de democratização e valorização das artes cênicas brasileiras, promoção e difusão do teatro, através de um espetáculo de qualidade técnica e artística, revelando uma postura compromissada para com a sociedade.
Passagens aéreas: Na Temporada no Rio de Janeiro, a autora virá do Líbano para a estreia e participará do 1º Debate; 1. autora - Joumana Haddad Na semana de montagem para a estréia da temporada em São Paulo, viajam 6 pessoas, e nas semanas subsequentes serão 8 viajando, conforme detalhamento abaixo. 1. Direção Artística - Miwa Yanagizawa 2. Atriz - Carol chalita 3. Musico – Beto Lemos 4. Produtor Executivo – a definir 5. Cenógrafo - Constanza de Córdova – somente semana da estréia para temporada de SP 6. Iluminador - Hugo Mercier – somente semana da estréia para temporada de SP Hospedagem: 1. Direção Artística - Miwa Yanagizawa 2. Atriz - Carol chalita 3. Musico – Beto Lemos 4. Produtor Executivo – a definir 5. Cenógrafo - Constanza de Córdova – somente semana da estréia para temporada de SP 6. Iluminador - Hugo Mercier – somente semana da estréia para temporada de SP Diárias de alimentação: 1. Direção Artística - Miwa Yanagizawa 2. Atriz - Carol chalita 3. Musico – Beto Lemos 4. Produtor Executivo – a definir 5. Cenógrafo - Constanza de Córdova – somente semana da estréia para temporada de SP 6. Iluminador - Hugo Mercier – somente semana da estréia para temporada de SP
Produto principal: Espetáculo teatral Classificação indicativa etária: 14 anos Duração: 60 minutos Realizado através da LEI ROUANET, com o seguinte ações: - Temporada na cidade de São Paulo, com 32 apresentações durante dois meses. - Temporada na cidade do Rio de Janeiro, com 32 apresentações durante dois meses.
1- PRODUTO PRINCIPAL - Espetáculo de artes Cênicas Acessibilidade física: O espetáculo será realizado nas cidades do Rio de Janeiro/RJ e São Paulo/SP em teatros que ofereçam instalações adequadas com infra-estrutura necessária para garantir o acessoos a pessoas idosas e aos portadores de necessidades especiais (monitores, sinalização, banheiros adaptados, rampa de acesso, elevadores e disponibilização de lugares indicados para este público, conforme disposto no artigo art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999, e oferecerá descontos de 50% (cinqüenta por cento) nos ingressos para idosos, atendendo ao art. 23 da Lei no 10.741, de 01 de outubro de 2003. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica, não gera custos ao projeto. São ferramentas e recursos já disponíveis nos espaços de realização. Acessibilidade para deficientes auditivos: Haverá intérprete de Libras disponível em todas as sessões do espetáculo. Item PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras. Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá audiodescrição disponível para todas as sessões do espetáculo, sendo solicitado previamente. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Audiodescrição Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações de conteúdos: Produto naturalmente acessível para este público, por se tratar de um espetáculo com linguagem desenvolvida pensando em atender todos os públicos. Haverá equipe treinada para recebê-los. Item orçamentário: Não se aplica, por não existir custo extra para a acessibilidade a esse público. 2 - CONTRAPARTIDA SOCIAL – Debates e Workshop Acessibilidade física: Os Debates e Workshops serão realizado nos teatros onde o espetáculo seráapresentado nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Os espaços oferecem instalações adequadas estruturalmente, para garantir o acesso a pessoas portadores de necessidades especiais (monitores, sinalização, rampas de acesso, elevadores, banheiros e espaço especial na platéia). Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica, não gera custos ao projeto. São ferramentas erecursos já disponíveis nos espaços de realização. Acessibilidade para deficientes visuais: O conteúdo dos Debates é 100% oral, permitindo completo acesso ao conteúdo por parte de deficientes visuais. O Workshop poderemos disponibilizar audiodescrição caso tenhamos a necessidade. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Workshop - audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: Haverá intérprete de Libras em todos os Debates e, caso necessário nos Workshops. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos: Durante a realização, os ministrantes estarão preparados para adaptar os conteúdos para facilitar a compreensão do conteúdo por todos os públicos. As aulas são interativas e permitem a identificação das necessidades locais e imediata adaptação para garantir a transmissão de conhecimento. Item orçamentário: Não se aplica, por não existir custo extra para acessibilidade a esse público.
O projeto prevê a distribuição de ingressos para escolas publicas, ongs, escolas de arte, notadamente escolas de formação de atores e diretores de teatro, como a ECA/USP, Fundação das Artes, Escola Teatro Célia Helena, ETEC das Artes e etc. Em atendimento ao art. 28 da IN nº 01/2023, será adotada no projeto: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
Coordenação Geral - Proponente MS Documenta Empresa criada pela atriz Carol Chalita, com a finalidade de gerenciar a produção de espetáculos teatrais e audiovisuais. Bacharel em Artes Cenicas pela Puc-RJ, formada pelo curso profissionalizante da CAL em 2000. Em 2008 inicia sua parceria de trabalho com Bruce Gomlevsky, com a criação da Cia Teatro Esplendor, indicada a mais de 10 prêmios pela qualidade dos espetáculos montados desde classicos como "Cirano du Bergerac" de Edmond Rostand, "Os Sete gatinhos" de Nelson Rodrigues, "O Tartufo"de Moliere, até "Festa de familia" e "O funeral" de Thomas Vinterberg. Em 2012 Trabalha com a premida companhia do Rio de Janeiro “Aquela Cia de teatro” nos espetáculos “ Cara de Cavalo” e “Édipop” de Pedro Kosovski e Marcos André Nunes . Produziu o experimento online durante a pandemia da Covid 19 em cima do livro "Eu matei sherazade" da escritora libanesa Joumanna Haddad. 2022 foi Head de conteudo do Estudio Escarlate de São Paulo. 2023 é uma das idelizadoras do Centro de Dramaturgia Brasileiro no Castelinho do Flamengo (Centro Cultural Oduvaldo Viana Filho) junto com Lázaro Ramos e Fabio Ferreira. Carol Chalita – Elenco e Dramaturgia Bacharel em Artes Cenicas pela Puc-RJ, formada pelo curso profissionalizante da CAL em 2000, trabalhou por 5 anos com a premiada Cia Amok Teatro, cuja linguagem utilizada é baseada no Théâtre du Soleil, de Ariane Mnouchkine, atualmente um dos maiores nomes do teatro no mundo. Em 2008 inicia sua parceria de trabalho com Bruce Gomlevsky, com a criação da Cia Teatro Esplendor, indicada a mais de 10 prêmios pela qualidade dos espetáculos montados desde classicos como "Cirano du Bergerac" de Edmond Rostand, "Os Sete gatinhos" de Nelson Rodrigues, "O Tartufo"de Moliere, até "Festa de familia" e "O funeral" de Thomas Vinterberg. 2012 Trabalha com a premida companhia do Rio de Janeiro “Aquela Cia de teatro” nos espetáculos “ Cara de Cavalo” e “Édipop” de Pedro Kosovski e Marcos André Nunes . Em 2021 é a protagonista do longa "Agua na Boca"de Duanne Buss. Em 2017 é uma das protagonistas da série “Amor de 4” do Canal Brasil, em 2019 íntegra a série “Impuros” da Fox . 2008 - É convidada pra fazer a novela da TV Globo "Viver a Vida", de Manoel Carlos e direção de Jayme Monjardim. Em 2011 integra o elenco do remake da novela "O Astro", adaptada por Geraldo Carneiro e ganhadora do Emmy 2012 de melhor novela. Em 2012 é a Antagonista da série "Mandrake", de Rubem Fonseca e direção de José Henrique Fonseca, exibida na HBO. Produziu o experimento online durante a pandemia da Covid 19 em cima do livro "Eu matei sherazade" da escritora libanesa Joumanna Haddad. 2022 foi Head de conteudo do Estudio Escarlate de São Paulo. 2023 é uma das idelizadoras do Centro de Dramaturgia Brasileiro no Castelinho do Flamengo (Centro Cultural Oduvaldo Viana Filho) junto com Lázaro Ramos e Fabio Ferreira. Miwa Yanagizawa - Dramaturgia e Direção Atriz, diretora de teatro, fundadora do AREAS Coletivo, onde destacam-se as seguintes criações: ”Naquele dia vi você sumir”, espetáculo feito em parceria com atores do Grupo Magiluth inspirada no livro “Eles eram muitos cavalos”, de Luiz Rufatto; “Plano sobre queda”, dramaturgia realizada em colaboração do coletivo com Emanuel Aragão e “Breu”, de Pedro Brício, que recebeu Prêmio Questão de Crítica de Melhor Direção e Iluminação e Prêmio APTR de Melhor Cenografia. Dirigiu, ainda, “Nastácia”, de Pedro Brício, obra a partir do romance “O Idiota”, de Fiódor Dostoiévski, que recebeu o Prêmio Shell e Prêmio APTR de melhor direção do ano de 2019.Como atriz, participou de inúmeras peças e trabalhou com diretores como Guilherme Leme, Gustavo Paso, Adriano Guimarães, Ticiana Studart e José Possi Neto.Ministra, com frequência, a oficina “Estudo para o ator: a escuta”, um eixo de pesquisa do Areas Coletivo, que, em 2020, estendeu sua atuação para o espaço virtual como “A Escuta: distâncias e aproximações”. Como professora de teatro, trabalhou no Solar Meninos de Luz, situado no Morro Pavão Pavãozinho e Grupo Nós do Morro, no morro do Vidigal, entre os anos de 1996 a 2010 e, ainda, participou da formação do Grupo Código, na cidade de Japeri.Foi integrante da ciateatroautônomo, dirigida por Jefferson Miranda, por 18 anos.Participou, como atriz, de novelas e séries como “Spectros”, na Netflix e estreará na 5ª temporada de “Sessão de Terapia”, no GNT e Globoplay. No cinema fez longas e curtas metragens como “O Filme da Minha Vida”, direção Selton Mello e “Omoidê”, de Dannon Lacerda, dentre outros. Patrícia Fontes Bonanato - Produção Excutiva. Com vinte anos de experiência na área de produção de projetos culturais e artísticos, além de dez anos na produção de eventos sociais. Com grande conhecimento em inscrição de projetos culturais, tendo aprovado grandes projetos para diversos artístas e empresários, assim como: Roberto Justus, Agnaldo Rayol, Afonso Nigro, Ursula Corona, além diversas produtoras de teatro, entretenimento, entre outros.Coordenou equipes internas e externas de produção teatral, grandes shows, teatro musical e programas de Tv. Fez produção e eleção de elenco para comerciais, programas de televisão e teatro. Constanza de Córdova - Cenógrafa Constanza de Córdova é carioca e tem 33 anos. É formada em Cinema pela PUC-Rio e estudou cenografia na Wimbledon College of Arts. Atualmente, trabalha como diretora de arte e produtora de objetos em filmes, clipes, comerciais e séries de TV, além de ser mestranda em Literatura, Cultura e Contemporaneidade na PUC-Rio. Trabalhou como diretora de arte nos curtas de Anita Rocha da Silveira Handebol e Os Mortos Vivos - este último teve sua estreia na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes. No teatro carioca, entre outros trabalhos, fez a cenografia da peça Auto Eus, de Raíssa Venâncio e Paula Villela e, recentemente, foi cenógrafa da peça/filme Eu Matei Sherazade, dirigida por Miwá Yanagizawa. Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Hugo Mercier - Iluminador Francês, durante 5 anos (entre 2008 e 2013) fez parte da equipe de criação de luz do Théâtre du Soleil no espetáculo Os Náufragos da louca esperança, com direção de Ariane Mnouchkine, com temporada em Paris e turnê internacional. É coordenador técnico de luz na Cia. Dos a Deux, nos espetáculos Irmãos de sangue e Gritos, em turnê pelo Brasil e internacional. Com Gritos, onde assina a iluminação junto com Artur Luanda Ribeiro, foi vencedor dos prêmios Cesgranrio 2017, APTR 2017 e Questão de Crítica 2017. No Brasil, fez a criação do desenho de luz do show de lançamento O canto da madeira, d e Federico Puppi; do show Variável eloquente, de Caio Prado; dos espetáculos Contos de Tchekhov, com o grupo Os Geraldos, direção ArmanSaribekian - Sala do Lume – Campinas; Vertigem digital, direção Alexandre Elias; Fez operação de luz nos espetáculos Simbora - a história de Wilson Simonal, direção Pedro Brício (RJ e SP); Elis - a musical, direção Denis Carvalho (SP e turnê Brasil); Gonzagão - a Lenda, direção João Falcão. (RJ, SP e turnê Brasil). Tereza Fournier - Figurinista Teresa Fournier, figurinista, consultora de moda e atriz. Dez anos de experiência na área de consultoria de tendências para empresa Americana, marcas do grupo L Brands (Victoria’s Secret, Pink and Bath; body Works). Scout do departamento Strategic Patterning Services. Figurino da peça virtual “Eu matei Sherazade” 2021. Formada pela CAL - Casa das artes de Laranjeiras em 1996. Beto Lemos - Trilha Sonora Original Beto Lemos, cearense de Crato, região do cariri, é multi-instrumentista, arranjador, compositor, cantor e ator.Teve sua iniciação como rabequeiro, com grupos de tradição popular da região do Cariri cearense, como reisado e guerreiro, além de ter feito parte da Cia. Carroça de Mamulengos, grupo do qual foi instrumentista e também diretor musical.Desde 2008 mora no Rio de Janeiro, onde, dentre vários trabalhos, integrou a Itiberê Orquestra Família.Fez a criação musical do Grupo AMOK nas peças “Agreste” e “Kabul”, pela qual ganhou o Prêmio de Categoria Especial da APTR.Fez a direção musical do espetáculo "Gritos" da Cia. Dos a deux.Foi assistente de direção musical e arranjador de “Gonzagão – A Lenda”, espetáculo que iniciou a carreira da Cia Barca dos Corações Partidos, do qual faz parte e passou a integrar seus elencos em “Ópera do Malandro”, “Auê”, "Suassuna - O Auto do Reino do Sol", "Macunaíma" e Jacksons do pandeiro. Nestes quatro últimos, dividiu a direção musical com Alfredo Del-Penho e ganharam diversos prêmios, como diretor musical: Prêmio Shell, APTR, Cesgranrio, Botequim Cultural, Reverência e Aplauso Brasil. Sérgio Saboya e Silvio Batistela - Direção de Produção Durante 22 anos de carreira, criaram inúmeras parcerias com artistas com os quais desenvolveu projetos de artes cênicas, entre eles Guilherme Leme Garcia, Vera Holtz, Denise Stoklos, Angela Vieira, Luiz Melo, entre tantos outros; projetos que se apresentaram por todo o Brasil, através de patrocínios de empresas como a Oi, o Banco do Brasil, a Petrobrás, os Correios, etc.Realizou a direção de produção de algumas companhias cariocas mais importantes brasileiras: como Cia. Teatro Autônomo de 2004/08 com os espetáculos: “uma coisa que não tem nome (e que se perdeu)”, “deve haver algum sentido em mim que basta”, “e agora nada é mais uma coisa só” e “nu de mim mesmo”; a Cia PeQuod de 2007/12 com os espetáculos: “Filme Noir” Turnê na Espanha , “PeerGynt” , “Lampião”, “Marina” e “Marina a sereiazinha”; o Amok Tetro de 2007/11, com os espetáculos: “O Dragão” e “Kabul” e a Cia Carroça de Mamulengos de 2007/ 21 com os espetáculos: “Histórias de teatro e circo”, “Felinda”, “Pano de Roda” e “Janeiros”. É até hoje representante da Cia. franco-brasileira Dos à Deux onde produziu os espetáculos: “Aux pieds de La Lettre”, “Saudade em terras d’agua” – 2005/06 Tournée Brasil (Percorrendo 16 Estados e 32 cidades – 2008), “Fragmentos do Desejo”, “Ausência” – Cia Dos à Deux, com o ator Luís Melo e “Irmãos de Sangue” 2014/15 e “Gritos” 2016/17. Estes três últimos espetáculos continuam circulando pelo Brasil.Nos últimos três anos, espetáculos foram premiados e aclamados pela crítica e público no Rio de Janeiro: GRITOS, da Cia Dos à Deux; TOM NA FAZENDA, direção Rodrigo Portella; e TEBAS LAND, dir. Victor Garcia Peralta.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.