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PRONAC 232740Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

TRAIDOR

PEQUENA CENTRAL DE PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 3,81 mi
Aprovado
R$ 3,81 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-09-04
Término
2026-08-22
Locais de realização (5)
Salvador BahiaFortaleza CearáRecife PernambucoRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Traidor é o mais novo espetáculo produzido pela Pequena Central de Produções Artísticas, e que reúne, após 18 anos, Marco Nanini e Gerald Thomas (texto e direção).Se houvesse um cruzamento entre Kafka e Shakespeare, então esse seria "TRAIDOR". Um acusado de um crime não cometido, exilado a uma ilha cujos poderes mágicos espelham sua mente. Nossa proposta é a montagem e apresentações deste texto inédito, além da ação de contrapartida composta por ensaio aberto e palestra.

Sinopse

Sinopse do espetáculo: SE HOUVESSE UM CRUZAMENTO ENTRE KAFKA E SHAKESPEARE, ENTÂO ESSE SERIA “TRAIDOR”. UM ACUSADO DE UM CRIME NÃO COMETIDO EXILADO A UMA ILHA CUJOS PODERES MAGICDOS ESPELHAM A SUA MENTE, uma espécie de hibrido entre o Joseph K de Processo e Prospero de A Tempestade, cuja mente Renascentista olha para o futuro da civilização e perdoa seus detratores e os absolve. Assim é, em parte, o papel de Marco Nanini em TRAIDOR. Nessa ilha “assombrada” pela bruxa (invisível) Sycorax e pelo anjo Ariel e alguns guardas vestidos de “Naninis”, o ator dialoga consigo mesmo em várias fases psicológicas de sua vida. A busca? Sim, a tentativa de achar uma solução lógica para os tempos “navegáveis” e desgovernados de hoje. Qual seria o resultado desse cruzamento entre um possível Kafka e Shakespeare? Possivelmente um “Admirável Novo Mundo do Ex-Duque de Milão”, algo na linha novo-mundista de Huxley ou Orwell, ou seja, algo bastante temeroso, negativo e que essa peça, Traidor, tem a obrigação de “resolver” com fragmentos atípicos de humor, tragédia, pessimismo e otimismo e muita elegância e estilo. Muito próprios, aliás de Marco Nanini. Classificação indicativa pretendida: 12 anos.

Objetivos

Objetivo Geral: O objetivo geral do projeto é apresentar ao público brasileiro um espetáculo inédito que reúne em sua montagem dois dos maiores nomes da cultura brasileira: Gerald Thomas e Marco Nanini. Objetivos específicos: - Realizar 45 apresentações de um espetáculo teatral de grande relevância artística - Realizar apresentações em 5 estados brasileiros: Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Ceará e Bahia. - Fomentar a cultura nacional e a formação de público através das ações de democratização do acesso. - Contribuir com a formação de novos profissionais das artes através da realização de ação formativa. - Gerar postos de trabalho fixos e temporários durante toda a execução do projeto. - Gerar receita na economia criativa do país em cada cidade onde o projeto será realizado.

Justificativa

É através de recursos advindos da renúncia fiscal federal, Lei Roaunet, que a maioria dos projetos culturais brasileiros podem ser realizados. Seja através de patrocínio obtido no setor privado, ou através de editais públicos, este é o mecanismo que transformou a produção cultural nacional, e segue sendo ferramenta fundamental para o crescimento do setor cultural , e pela realização de ações que democratizam o acesso e promovem a descentralização do bem cultural e a formação de novos públicos. Como é de notório conhecimento, o setor cultural sofreu um grande "apagão" com a ultimo governo e a pandemia. É de extrema importância contar com a Lei Federal de Incentivo a Cultura, buscando parceiros contribuintes de todo o país para retomar o papel protagonista que a cultura sempre teve. A proposta aqui apresentada se enquadra nos incisos I, III, IV, V e IX do Art. 1º da Lei Rouanet. E através da realização do projeto, alcançaremos os objetivos II e), IV a) e V b) do Art. 3º da referida Lei.

Estratégia de execução

A ação formativa proposta para o projeto é a realização de um bate papo em cada praça onde o espeteaculo se apresentará. Para este bate papo, cujo tema é "Teatro: desafios e novas linguagens", serão convidados dois artistas/fazedores de cultura de cada localidade para debater o cenário atual e o passado recente: seus desafios e soluções criativas. O produtor Fernando Libonati participará junto com os dois nomes de cada localidade. Os bate papos serão realizados preferencialmente nos teatros onde o espetáculo se apresentará. Serão convidados estudantes e professores de artes cências e também de comunicação social de instituições publicas de ensino para participarem da ação.

Especificação técnica

O espetáculo terá cerca de 70 minutos. A proposta de ação formativa (bate papo "Teatro: Desafios e novas linguagens") terá 1h20 de duração em cada praça proposta. O essaio aberto terá cerca de 120 minutos, considerando o ensaio + perguntas e respostas para os participantes com equipe criativa e tecnica.

Acessibilidade

Medidas de Acessibilidade Levando em consideração o Art. 26 da IN MinC 01/2023, abaixo reproduzido: Art. 26. Será permitido ao proponente oferecer medidas alternativas devidamente motivadas, sujeitas à prévia aprovação da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), para assegurar o atendimento às medidas de acessibilidade previstas na legislação pertinente. Propomos as seguintes mediadas de acessibilidade a serem realizadas na execução do projeto, devidamente justificadas abaixo de cada item. Produto Cultural Principal: Espetáculo de artes Cênicas Acessibilidade física (Aspecto arquitetônico): O espetáculo se apresentará em teatros adequados com as normas de acessibilidade vigente, que contém rampas e corrimão, espaço para cadeirantes e banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes auditivos: realização de um total de 13 sessões com tradução em libras (06 no Rio de Janeiro, 04 em São Paulo e 01 em cada cidade da turnê) Justificativa: Acreditamos que este seja um número coerente com a quantidade de apresentações do projeto e a real demanda de público portador de deficiência auditiva. Com a experiência de quem tem produzido projetos através dos mecanismos públicos de incentivo nos últimos 20 anos, sabemos que apesar do convite feito às instituições com material do espetáculo, disponibilização de convite para o acompanhante, até mesmo oferecimento de transporte não resultam na ida deste público ao teatro. É preciso rever a legislação, uma vez que este é um assunto de extrema importância para nossa sociedade, que precisa de política pública, campanhas de conscientização, união de diversos setores e não apenas a obrigação dos produtores culturais atenderem uma exigência, quando na prática os espaços públicos e privados não estão preparados para que possamos atender as pessoas com deficiência. Sem esforços conjuntos não veremos um real avanço na pauta da acessibilidade. Acessibilidade para deficientes visuais: Tradução e impressão do texto do espetáculo em braile. Justificativa: Acreditamos que esta medida seja muito mais efetiva em atendimento ao portador de deficiência auditiva do que recursos de audiodescrição. Este é um serviço de custo elevado, sendo impossível para o produtor (mesmo com os custos lançados no orçamento) realizar este serviço em todas as apresentações. O texto em braile permite a inclusão em todas as sessões a serem realizadas do espetáculo. Além disso, existe uma dificuldade real de falta de espaço nos teatros públicos e privados para o posicionamento da cabine necessária para a ação de audiodescrição. Acessibilidade para deficientes intelectuais: Realização das apresentações em locais com equipe treinada para atendimento a este público quando necessário. Produto Cultural Secundário: Palestra “Teatro: Desafios e novas linguagens” Acessibilidade física (Aspecto arquitetônico): A palestra será realizada em teatros adequados com as normas de acessibilidade vigente, que contem com rampas e corrimão, espaço para cadeirantes e banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes auditivos: Realização da palestra com tradução em libras. Acessibilidade para deficientes visuais: A realização de uma palestra é de total compreensão de deficientes visuais. Acessibilidade para deficientes intelectuais: Realização de uma palestra em local com equipe treinada para atendimento a este público quando necessário.

Democratização do acesso

Distribuição de ingressos gratuitos (10% da lotação do teatro a cada apresentação) e contratação de serviço especializado em formação de plateia e divulgação in loco (escolas, demais ONGs da região e outros espaços culturais da ZP e Centro) para que estes ingressos tenham uso efetivo. Em atendimento ao art. 28 da IN nº 01/2023, a seguinte ação será adotada no projeto: VI - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.

Ficha técnica

Informamos que o proponente será remunerado nas seguintes funções dentro do projeto: Marco Nanini - Ator Protagonista. Participação nos ensaios e todas as apresentações do espeteaculo na função de ator. Fernando Libonati - Diretor de Produção, captação de recursos e gestão geral do projeto (inclusive processo decisório). Supervisão geral de todas as etapas de produção do projeto, acompanhamento do fluxo financeiro e posterior prestação de contas, acompanhamento do projeto junto aos patrocinadores e ao Ministério da Cultural. Texto e Direção l Gerald Thomas Elenco Protagonista l Marco Nanini Direção de Arte l Gerald Thomas Cenografia l Fernando Passetti Iluminação l Wagner Pinto Figurinos l Antonio Guedes Direção Musical l Ale Martins Produção l Fernando Libonati Gerald Thomas Gerald Thomas tem passado sua vida dividido entre os Estados Unidos, Inglaterra, Brasil e Alemanha, começando sua vida no teatro no La MaMa Experimental Theater, onde ele adaptou e dirigiu algumas peças de Samuel Beckett. No começo dos anos oitenta, Thomas começou a trabalhar com o próprio Beckett, em pessoa, em Paris, adaptando novas ficções do autor. Dentre elas, as mais conhecidas são “All Strange Away” e “That Time” estrelando o legendário fundador do Living Theater, Julian Beck. Desde 1985, quando Thomas formou e estabeleceu a Companhia Ópera Seca, em São Paulo, ela tem se apresentado em 15 países com retornos anuais. Com a Companhia Ópera Seca, Thomas escreveu e dirigiu “Eletra Com Creta”, “A Trilogia Kafka”, “Carmem Com Filtro”, “Mattogrosso”, “The Flash and Crash Days”, “A Trilogia da B.E.S.T.A e M.O.R.T.E”, “Nowhere Man”, “Os Reis do Iê Iê Iê” (“A Hard Day’s Night”), “Ventriloquist”, “Nietzsche Contra Wagner”, “Esperando Beckett” entre outros. Marco Nanini Como ator de teatro participou de mais de 30 espetáculos e acumulou inúmeros prêmios por atuações em peças. Foi dirigido por Aderbal Freire-Filho, Felipe Hirsch, Gerald Thomas, Guel Arraes, João Falcão e Jô Soares. Também é um dos responsáveis pelo maior fenômeno do teatro brasileiro, O Mistério de Irma Vap, 11 anos em cartaz. Fora do teatro, atua também no cinema e na televisão. Tem em seu currículo filmes como Carlota Joaquina e Copacabana, de Carla Camurati, O Xangô de Baker Street, de Miguel Faria Jr., Lisbela e o Prisioneiro, Romance e O Bem Amado, de Guel Arraes, Apolônio Brasil, de Hugo Carvana, A Suprema Felicidade, de Arnaldo Jabor e Greta, de Armando Praça. Ao lado de Marieta Severo, protagonizou o seriado A Grande Família, um dos maiores índices de audiência da televisão brasileira durante 14 anos. Wagner Pinto Light designer de refinamento estilístico e aguda precisão no manejo do instrumental. Inicia sua carreira em 1982, no Teatro dos Quatro, no Rio de Jane iro, como assistente dos profissionais Aurélio de Simoni e Luiz Paulo Nenen. Vencedor do prêmio Shell de Iluminação, em 2018, pelo espetáculo Dilúvio, de autoria e direção de Gerald Thomas. Em 2016, pelo espetáculo A Máquina Tchekhov , de Matei Visniec, pela Cia. A Máquina, direção Denise Winberg e Clara Carvalho. Estagiou em Nova York, não Teatro La MaMa e Casa metropolitana de Ópera , pesquisando e se aprimorando em técnicas de iluminação de Ópera. Em 2012, vencedor do XV Prêmio Carlos Gomes de Ópera e Música Erudita, por L’Efant et les Sortilèges , direção cênica de Lívia Sabag, produção do Theatro Municipal de São Paulo. Em 2010, vencedor do prêmio FEMSA de Teatro Infantil e Jovem, por Quem Tem Medo de Curupira? autoria, trilha sonora e direção musical de Zeca Baleiro e direção artística de Débora Dubois. Antonio Guedes Atuante nas áreas de figurino, moda e arte urbana. Criador da marca gráfica, a Naked Neuras, onde comercializa roupas com suas ilustrações e gravuras. Começou a carreira no longa Irma Vap, de Carla Camuratti, e assinou seu primeiro figurino em 2005, no espetáculo Um Circo de Rins e Fígados, de Gerald Thomas. Indicado 2 vezes ao prêmio Shell, 4 ao APTR, 2 ao CesgranRio, venceu o prêmio APTR e o prêmio Questão de crítica em 2016 por O Homossexual ou a dificuldade de se expressar. Autor de figurinos como Ubu Rei, 2017, Amor em Dois Atos, 2016, Beije Minha Lápide, 2015, Pterodátilos, 2011, também faz direção de arte, como em Pedro Malasartes e a Arara Gigante, 2014, A Casa não Sabe, 2013. Com a Dobra, sua primeira marca de roupas, desfilou no Fashion Rio em 2010 e 2011. Como artista visual expôs Silks e cartazes na Galeria Atemporal, Babilônia Feira Hype, Reserva+ e MUV Galery. Estreou como diretor na performance multimídia Tundra, texto original seu, exibido no Tempo Festival, em 2015. Fernando Libonati Sócio da Trupe Produções e da Pequena Central e diretor artístico do Galpão Gamboa, esteve a frente de algumas das mais relevantes produções do teatro brasileiro nas últimas décadas. Promoveu, em parceria com o curador Cesar Augusto, 6 edições da mostra Gamboavista, 4 edições da mostra Dança Gamboa, além de exposições e outras atividades que fizeram do espaço uma referência de boa programação a preços populares, ajudando a espalhar pelo Rio de Janeiro arte e cultura acessível. Em 2018 inaugura o REDUTO. Na pequena sala para 40 espectadores, abre programação para jovens artistas. Em 2020 dirige seu primeiro espetáculo nesta função, As Cadeiras, com Marco Nanini e Camila Amado.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.