| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 61917233000148 | Aviagen America Latina Ltda. | 1900-01-01 | R$ 440,0 mil |
A sexta (6ª) edição do projeto tem enfoque na música caipira tradicional e seus gêneros e oferece oficinas regulares a pessoas de qualquer idade, em especial, crianças e jovens, em três modalidades: viola caipira, violão e coral. Ao final do projeto, pretende-se realizar apresentações dos alunos juntamente com os professores como mostra do conteúdo ministrado, em espaços públicos da região.
Cada apresentação terá duração total de, em média, 60 minutos e todos possuem classificação indicativa livre. O grupo musical convidado executará apenas música instrumental e será escolhido pela direção artística do projeto. Declaramos que o projeto “Oficinas de Música Caipira 6a Edição” – cadastrado no SALIC como PROPOSTA Nº 392765 pela empresa Kalithéa Produções Ltda - será TOTALMENTE e EXCLUSIVAMENTE INSTRUMENTAL, considerando que, para fins de enquadramento na Lei de Incentivo à Cultura, música instrumental é aquela cuja execução é feita EXCLUSIVAMENTE por instrumentos musicais, ou seja, sem a presença de voz. Ou seja, os alunos de violão e de viola caipira executarão o repertório instrumental, enquanto que apenas o coral realizará música cantada.
Objetivos gerais O projeto prevê a realização da sexta (6ª) edição de apresentações musicais e oficinas gratuitas relacionadas à música caipira de raiz. Serão oficinas de viola caipira, violão e coral, oferecidas para um público diverso com foco em crianças e jovens interessados que resultarão nas apresentações. Objetivos específicos · Realizar 4 apresentações musicais com a formação da orquestra caipira em locais abertos e gratuitamente; · Levar 1 apresentação de grupo musical profissional instrumental de música caipira de raiz para os alunos do projeto, como forma de aperfeiçoar a formação; · Oferecer 3 modalidades de oficinas de música caipira (viola caipira, coral e violão) para um total de 90 alunos ao longo de 8 meses; · Atingir um público total de aproximadamente 800 pessoas para as apresentações; · Difundir e criar público para a música caipira na população em geral, desde crianças até pessoas da terceira idade; · Estimular o desenvolvimento motor, rítmico, musical, de apreciação e a ampliação de repertório nos participantes; · Perdurar com a tradição da música caipira de raiz na região; · Proporcionar o acesso gratuito da população ao aprendizado de instrumentos musicais; · Promover eventos de entretenimento cultural ao público.
A música caipira tradicional vem perdendo espaço devido a popularização massificada de outros estilos musicais, ficando restrita à famílias e regiões mais específicas, levando-a ao desconhecimento e a carência de difusão. Por isso, o projeto pretende, através de profissionais qualificados, manter essa memória viva na região de Campinas, não apenas através de apresentações do estilo, mas por oficinas direcionadas a crianças e jovens que terão possibilidade de ampliar o público e perpetuar com uma cultura tradicional. O material das oficinas será desenvolvido especificamente para o projeto, acreditando nas qualidades do ensino coletivo e procurando potencializá-las, além de acessibilizar o acesso da aprendizagem. O projeto terá a direção musical e coordenação de profissional experiente na área específica da música caipira e de seu ensino. Tendo o auxílio de um monitor, as aulas coletivas podem ser ministradas de forma mais adequada e organizada pelo professor, minimizando as lacunas que podem ocorrer na forma coletiva em comparação com a individual. Com presença do monitor, o professor tem maior liberdade para dar a devida atenção às dificuldades pontuais e individuais, sem que a atividade geral seja interrompida. Além disso, o monitor auxilia na prática coletiva de repertório em grupo, por exemplo: numa aula de viola caipira, enquanto o monitor mantem o ritmo de um acompanhamento, o professor pode ficar livre para demonstrar o solo de uma melodia e sua correta execução em relação ao acompanhamento. Na modalidade de canto coral, o monitor pode inclusive fazer a função de correpetidor ou preparador vocal, tocando um instrumento harmônico acompanhador enquanto o professor dirige e ensina a prática do canto. Com intuito de ampliar o perfil socioeconômico dos alunos, o projeto prevê a compra de instrumentos musicais que serão disponibilizados para os alunos. Como já foram adquiridos instrumentos nas edições anteriores, os quais foram doados para a própria escola, a presente edição prevê apenas a aquisição de algumas unidades, para reposição eventual. As apresentações recebidas pelos participantes do curso ao longo do período das aulas, terão o intuito de promover apreciação, ampliação de repertório e referenciais, além de trocas artísticas. Ao final do ano letivo, pretende-se realizar quatro apresentações dos alunos juntamente com os professores como mostra do conteúdo ministrado. Para os ensaios gerais e determinadas atividades, o projeto prevê o aluguel de um sistema de som (mesa de som, cabos, microfones, pedestais, caixas amplificadas e acessórios). O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A aprovação e viabilização do projeto "Oficinas de Música Caipira - 6ª Edição" junto ao Ministério da Cultura via Lei de Incentivo, é hoje a principal e uma das poucas formas de realização de projetos culturais no Brasil, através de parcerias com a iniciativa privada. Por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e suas regulamentações é possível, com essas parcerias, realizar projetos que não visem apenas a finalidade de marketing empresarial, mas também realizar eventos de relevância artística e cultural, acessíveis à população, como o proposto. Além disso, um projeto que está apresentando sua sexta edição e teve a anterior viabilizada desta maneira, já possui parcerias firmadas e público cativo que dão consistência e credibilidade ao trabalho desenvolvido, valorizando o próprio mecanismo.
CONTINUAÇÃO DA FICHA TÉCNICA Jairo Perin Silveira – professor de musicalização e canto coral (regente do coral) – receberá como professor Formação acadêmica: _Mestre em Música pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) – 2013. _Bacharel em Regência Coral e Orquestral pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), 2005. _Curso de piano popular no Conservatório Dramático Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí-SP, 1995-1998 (não concluído). _Diplomado em instrumento piano com habilitação plena em música do Curso de Qualificação Profissional IV pelo Conservatório Musical de Lins-SP, 1980. Experiência profissional _É professor de educação musical para alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental. Atualmente rege os seguintes corais: 1. Promove oficina de canto coral no SESC Campinas desde junho de 2018; 2. Coral Sociedade Hípica de Campinas (coro misto a três e quatro vozes) – Campinas – SP, desde maio de 2017; 3. Madrigal Acalanto (grupo feminino à 3 vozes – categoria 3ª idade) – Campinas – SP, desde setembro de 2011; 4. Coral do Clube Campineiro de Regatas e Natação (coro misto a quatro vozes) - Campinas – SP, desde maio de 2005; 5. Coral Harmonia (Associação dos Aposentados da Fundação CESP) – coro misto a 2 e 3 vozes - categoria 3ª idade - Campinas – SP, desde agosto de 2004.
Projeto pedagógico A partir das reuniões pedagógicas do coordenador junto aos professores de cada modalidade, será desenvolvido um material didático específico para o perfil do projeto, ou seja, com enfoque na música caipira tradicional e seus gêneros como o cururu, cateretê, arrasta-pé, toada, guarânia, entre outros. O material será desenvolvido pela equipe pedagógica considerando fatores como fundamentos e conteúdo progressivo para iniciantes, exercícios e atividades pedagógicas, ritmos da música caipira e sua linguagem musical, repertório unificado e exclusivo de cada modalidade, distribuição do conteúdo em seu respectivo número de aulas, faixa etária atendida, entre outros. O projeto terá a direção musical e coordenação de profissional experiente na área específica da música caipira e de seu ensino. As aulas serão ministradas por professores qualificados e com experiência em cada modalidade desenvolvida, sob a supervisão do coordenador que realizará reuniões pedagógicas com a equipe. As oficinas serão ministradas semanalmente no decorrer de um ano, distribuídas em 12 meses. Serão duas turmas por modalidade, sendo cada turma será formada por até 15 alunos e receberá 2 aulas semanais de 60 minutos. Em cada turma, além do professor, o projeto prevê a opção de incluir um monitor para auxiliar nas atividades de cada modalidade, participação facultativa a ser definida posteriormente no planejamento pedagógico de acordo com cada modalidade, professor, turma. Mesmo diante de todos os benefícios comprovados na forma coletiva do ensino de música, vale lembrar que sua sistematização e pesquisa são recentes, e portanto ainda um desafio para professores da área principalmente de instrumentos musicais, uma vez que a literatura tradicional refere-se a forma individual de ensino. Dessa forma, tendo o auxílio de um monitor, as aulas coletivas podem ser ministradas de forma mais adequada e organizada pelo professor, minimizando as lacunas que podem ocorrer na forma coletivo em comparação com a individual. Com presença do monitor, o professor tem maior liberdade para dar a devida atenção às dificuldades pontuais e individuais, sem que a atividade geral seja interrompida. Além disso, o monitor auxilia na prática coletiva de repertório em grupo, por exemplo: numa aula de viola caipira, enquanto o monitor mantem o ritmo de um acompanhamento, o professor pode ficar livre para demonstrar o solo de uma melodia e sua correta execução em relação ao acompanhamento. Na modalidade de canto coral, o monitor pode inclusive fazer a função de correpetidor ou preparador vocal, tocando um instrumento harmônico acompanhador enquanto o professor dirige e ensina a prática do canto. OFICINA: Viola Caipira Ementa: O objetivo da oficina de viola caipira é o ensino do instrumento relacionando apreciação, prática, técnica e ludicidade. O aprendizado é estimulante para a ampliação de possibilidades e vivências de crianças e jovens em situações de vulnerabilidade social. Despertar emoções, liberar tensões e mobilizar sentimentos, trazendo um bem estar geral a quem o pratica. Oferecer formação de viola por meio de metodologia desenvolvida especificamente, disponibilização de material de pesquisa e para prática. Objetivo Geral: ensino do instrumento viola caipira Objetivos Específicos: -Trabalhar coordenação motora, ritmo, postura, técnica. -Disciplina, organização, aprendizado em grupo. -Despertar o a apreciação musical, promover a ampliação de repertório artístico e cultural. Público Alvo: Geral, com enfoque em crianças e jovens da região contemplada que tenham interesse. Prioridade para alunos provindos de famílias de baixa renda. Observação: Ocasionalmente ocorrerão apresentações na cidade e região. Nº Vagas: 30 vagas distribuídas em duas turmas. Carga Horária Total: 16 horas mensais totais. Carga Horária Semanal: 2 horas por turma. Local: A ser definido OFICINA: Violão Ementa: O objetivo da oficina de violão é o ensino do instrumento relacionando apreciação, prática, técnica e ludicidade. O aprendizado é estimulante para a ampliação de possibilidades e vivências de crianças e jovens em situações de vulnerabilidade social. Despertar emoções, liberar tensões e mobilizar sentimentos, trazendo um bem estar geral a quem o pratica. Oferecer formação de violão por meio de metodologia desenvolvida especificamente, disponibilização de material de pesquisa e para prática. Objetivo Geral: ensino do instrumento viola caipira Objetivos Específicos: -Trabalhar coordenação motora, ritmo, postura, técnica. -Disciplina, organização, aprendizado em grupo. -Despertar o a apreciação musical, promover a ampliação de repertório artístico e cultural. Público Alvo: Geral, com enfoque em crianças e jovens da região contemplada que tenham interesse. Prioridade para alunos provindos de famílias de baixa renda. Observação: Ocasionalmente ocorrerão apresentações na cidade e região. Nº Vagas: 30 vagas distribuídas em duas turmas. Carga Horária Total: 16 horas mensais totais. Carga Horária Semanal: 2 horas por turma. Local: A ser definido OFICINA: Coral Ementa: O objetivo da oficina de coral é o ensino do instrumento vocal relacionando apreciação, prática, técnica e ludicidade. O aprendizado é estimulante para a ampliação de possibilidades e vivências de crianças e jovens em situações de vulnerabilidade social. Despertar emoções, liberar tensões e mobilizar sentimentos, trazendo um bem estar geral a quem o pratica. Oferecer formação de coral por meio de metodologia desenvolvida especificamente, disponibilização de material de pesquisa e para prática. Objetivo Geral: ensino do instrumento viola caipira Objetivos Específicos: -Trabalhar coordenação motora, ritmo, postura, técnica. -Disciplina, organização, aprendizado em grupo. -Despertar o a apreciação musical, promover a ampliação de repertório artístico e cultural. Público Alvo: Geral, com enfoque em crianças e jovens da região contemplada que tenham interesse. Prioridade para alunos provindos de famílias de baixa renda. Observação: Ocasionalmente ocorrerão apresentações na cidade e região. Nº Vagas: 30 vagas distribuídas em duas turmas. Carga Horária Total: 16 horas mensais totais. Carga Horária Semanal: 2 horas por turma. Local: A ser definido
Produto Principal - Oficinas: As aulas, apesar de coletivas, seguem um modelo de atendimento semi-individual e a metodologia desenvolvida envolverá tais especificidades. Pessoas com mobilidade reduzida: as oficinas serão realizadas em locais totalmente adaptados à diversidade, oferecendo estrutura compatível com pessoas com mobilidade reduzida. Pessoa com deficiência auditiva: por se tratar de oficina de música, torna-se inviável a acessibilidade ao produto completo, não cabendo medidas. Pessoa com deficiência visual: durante as oficinas professores e monitores darão atendimento específico e assistência aos alunos que necessitarem de atenção especial e maior direcionamento. As partituras e apostilas para o público, caso haja, serão traduzidas e impressas por meio de gráfica especializada em Braile. Item orçamentário prevista na planilha como "transcrição de partitura". Pessoas com deficiência intelectual: A proponente reconhece que as pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que geram limitações aos conteúdos do projeto são atores sociais, ou seja, sujeitos com capacidade de ação e interpretação sobre suas escolhas e decisões, e ter acesso à arte pode ser um meio de contribuir em sua socialização e na efetivação da aplicação de seus direitos, uma vez que também possuem interesse superior e gozam de absoluta prioridade. Considerando as regras previstas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT, na legislação específica ou no Decreto no 5.269/2004, a proponente se compromete a fornecer ajuda técnica que permita o acesso às atividades culturais em igualdade de condições com as outras pessoas, ademais aplicando diretrizes sobre o tratamento a ser dispensado a essas pessoas, com objetivo de cobrir e reprimir qualquer tipo de discriminação, bem como as respectivas sanções pelo descumprimento dessas normas. Portanto, toda realização do projeto considerará a inexistência de qualquer tipo de obstáculo a essas pessoas para terem acesso ao projeto. Produto Secundário - Apresentações: Pessoas com mobilidade reduzida: as apresentações serão realizadas em locais totalmente adaptados à diversidade, oferecendo estrutura compatível com pessoas com mobilidade reduzida. Pessoa com deficiência auditiva: a primeira fileira de assentos será disponibilizada aos deficientes auditivos, para que eles possam sentir o som durante as apresentações. Pessoa com deficiência visual: durante as apresentações, detalhes da descrição sobre o local, corredores de circulação e saídas de emergência serão anunciadas oralmente, além do repertório e nomes dos professores. Pessoas com deficiência intelectual: Para as apresentações serão oferecidos convites e transporte a instituições que atendem e amparam esse público. Além disso, a comunicação também será pensada para melhor atender esse perfil. Os textos explicativos terão padronização e consistência, criados com estrutura lógica, que permita ao público encontrar a informação de forma rápida e facilitada, sem a utilização de elementos piscantes, cores com muito brilho, texto em movimento ou outros elementos que possam causar incômodo e sem utilizar fontes decoradas e blocos de texto todo em itálico ou maiúsculo, que possam dificultar a leitura.
As oficinas são voltadas a 90 alunos, crianças e jovens da região contemplada e serão oferecidas gratuitamente. As apresentações serão abertas ao público em geral e totalmente gratuitas, contemplando todos os tipos de público, sem distinção de faixa etária ou classe social. As apresentações serão divulgadas na mídia das respectivas localidades e também por material gráfico (flyers, cartazes etc), além das redes sociais. O projeto buscará atingir todo e qualquer público, sem distinção de classe social ou idade. Como medidas de ampliação de acesso, adotaremos o exposto no inciso IV do artigo 28 da IN nº 01/2023 do MinC para os dois produtos (Oficinas e Apresentações), a saber: IV – disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal.
Kalithéa (Proponente): Administração físico-financeira e gestão do projeto. Será remunerada pela coordenação e gestão do projeto. A Kalithéa Produções foi fundada em novembro de 2010 na cidade de São Paulo. A empresa desenvolve desde 2011 o projeto Oficinas Culturais, que leva formação artística a alunos das redes públicas de ensinos das cidades de Horizontina, no Rio Grande do Sul, e de Indaiatuba, no interior de São Paulo. São mais de 300 alunos, entre crianças e adolescentes, que recebem aulas gratuitas de música e dança no contra-turno escolar. Ao longo do ano letivo e também no final do ano os alunos realizam apresentações em diversos espaços. A produtora também executa serviços de produção executiva para projetos variados, nas áreas de teatro, dança, música instrumental, popular e também erudita, além de agenciar artistas, elaborar projetos culturais para editais e leis de incentivo, realizar agenciamento de patrocínios culturais e também assessorar artistas e instituições com e sem fins lucrativos na prestação de contas de projetos culturais incentivados. Direção Cultura: Produção Executiva. Será remunerada pela produção executiva. A Direção Cultura Produções foi fundada em novembro de 1999 pelo produtor cultural Antoine Kolokathis, na cidade de Campinas (SP). A empresa teve início atuando na área de música erudita, com o projeto Clássicos em Cena, série de apresentações musicais comentadas pelo Maestro Parcival Módolo, em atividade ininterrupta até hoje. Com o slogan “Acreditamos no poder transformador da cultura”, a Direção Cultura realiza inúmeros projetos, próprios e com parceiros. Além da circulação de espetáculos de teatro infantil e de música clássica e instrumental, a produtora também promove projetos ligados à exibição de cinema em praças públicas, apresentações de dança, oficinas de desenho animado, teatro, música, dança, patrimônio histórico e artes visuais. A empresa desenvolve projetos culturais em parceria com ONGs que promovem atividades artísticas e culturais, especialmente voltadas a pessoas com deficiência e/ou em situação de vulnerabilidade social. Presta serviços de elaboração e inscrição de projetos em leis de incentivo e editais, captação de recursos, produção executiva, comunicação institucional e promocional, e prestação de contas. Ricardo Matsuda: Professor de violão. Será remunerado como professor. Ricardo Matsuda é violonista, violeiro, contra-baixista, arranjador e compositor. Atua principalmente no âmbito da música popular e instrumental brasileiras, tendo participado de produções com Paulo Jobim, Juliana Caymmi, Toninho Horta, Toquinho, Jaques Morelembaun, Guinga, Ivan Vilela, entre outros, e como arranjador da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, além de dezenas de CDs, trilhas sonoras para teatro e TV e espetáculos musicais. Desde 1990 ministra cursos, oficinas e aulas particulares como professor de violão, contrabaixo e viola caipira. No Japão, apresentou arranjos e composições para programa musical com os grupos de percussão Yanagasse Daiko – folclórica agrupação japonesa de tambores taiko – e Sambonês, formado por integrantes da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas. Para a mesma orquestra, escreveu arranjos para temas populares brasileiros nas temporadas 1997 e 1998, incluindo programa apresentado pelo grupo de câmara Carcará nos Estados Unidos e no Japão. Integrou o grupo Anima de 2001 a 2008, com o qual se apresentou em quase todos os estados do Brasil, além de Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Colômbia, México, Canadá e em turnês por diversas cidades estadunidenses. Assina alguns dos arranjos e composições nos CDs/espetáculos Amares e Espelho, com circulação de concertos, espetáculos musicais e oficinas por 15 estados brasileiros. O grupo foi nomeado ao Prêmio Carlos Gomes da Secretaria de Estado da Cultura em 2003 na categoria Melhor grupo de Música de Câmara. Lançou em 2001 o CD autoral Dança das Estações e, entre outros registros autorais, teve composição e arranjos gravados pela Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas no CD Campinas de Todos os Sons, regência de Cláudio Cruz (2004), juntamente a obras de Carlos Gomes e José Eduardo Gramani. Atualmente, Matsuda atua com a cantora Izabel Padovani, vencedora do Prêmio VISA Intérpretes. Com o trabalho “Crônicas de Amor”, apresentaram-se em 12 cidades, dentre as quais Viena e Munique, da Áustria e da Alemanha em 2013. Integra também o Duo Viola e Cravo, em parceria com a cravista Patrícia Gatti. O CD Contos Instrumentais foi eleito melhor lançamento de música instrumental brasileira de 2009 pelo jornal Correio Popular e obteve a avaliação “ótimo” pelo crítico de música Irineu Franco Perpétuo do jornal Folha de São Paulo. O trabalho foi escolhido pelo Festival Voa Viola - com apresentação no Theatro Nacional em Brasília, 2010, como um dos principais representantes do panorama atual do instrumento no Brasil. João Paulo Amaral: Coordenador Pedagógico, Diretor Artístico e professor de viola. Será remunerado como professor e diretor artístico. Formação Acadêmica - Graduação: Bacharelado em Música Popular – Inst. de Artes, UNICAMP (1998-01) - Pós-Graduação: Mestrado em Música – orientação Prof. Dr. José Roberto Zan - Instituto de Artes – UNICAMP (2005-2008) Experiência Profissional Atua profissionalmente na área musical há mais de quinze anos, como músico, compositor, arranjador, regente, pesquisador, professor, diretor musical e produtor cultural. Como músico, João Paulo Amaral vem se destacando como um dos importantes nomes da nova geração de instrumentistas da viola caipira, a viola brasileira de dez cordas, tendo se apresentado no Brasil e desde 2007 em festivais e concertos na Espanha, Portugal, México, Inglaterra e EUA. Como professor de música, leciona na Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim desde 2005. É professor e inaugurou em 2009 o curso superior de Viola Caipira da Faculdade Cantareira - São Paulo. É Autor do livro/CD Viola Caipira – arranjos instrumentais de músicas tradicionais, contemplado no prêmio “Ney Mesquita”. É graduado e pós-graduado em Música pela Universidade Estadual de Campinas, onde defendeu o primeiro Mestrado em Música sobre viola caipira no país, com a pesquisa “A Viola Caipira de Tião Carreiro”. Em 2011, foi convidado a criar os livros didáticos de viola do Projeto Guri, importante projeto de ensino musical gratuito que conta com mais de 300 polos de ensino em todo estado de São Paulo. Participou como convidado/ professor de festivais e eventos como 15o Festival de Música de Ourinhos (2015), 28ª Oficina de Música de Curitiba (2010), I Seminário Nacional de Viola Caipira (Belo Horizonte, 2008), I Seminário de Viola Caipira de Guarulhos (2011), Seleção de Professores do projeto Guri (2009), Comissão Julgadora do Programa Nelson Seixas de Fomento a Cultura (S. J. do Rio Preto, 2006), Banca julgadora para seleção de regente da Orquestra de Violas da Fundação Cassiano Ricardo (S. J. dos Campos 2011), entre outros. Desde 2002, coordena e ministra oficinas, workshops, seminários e palestras de viola e música caipira, parte delas como consultorias dirigidas a orquestras de violas, em diversos municípios como São Pedro (desde 2013), São Paulo (2006, 2011, 2012); Campinas (2002, 2005, 2009); Atibaia (2013,2014,2015); Mogi das Cruzes (2013,2014); Mairiporã (2011); Maringá(2012); Londrina(2015), Monte Alegre do Sul (2003, 2006); Águas de Lindóia, Lindóia e Morungaba (2004); Socorro (2005, 2006); Bauru, Marília e Jaú (2007); Palmas (2008);Portugal (2007);EUA(2015).
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.