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Circulação do musical "Vicente Celestino - A Voz Orgulho do Brasil" de Wagner Campos
O ator Ricca Barros interpreta o protagonista na trama, uma junção entre dramaturgia e canções célebres. O espetáculo mostra as várias facetas de Vicente Celestino entre 1915 (21 anos) e 1968, ano de sua morte aos 73 anos de idade. Ele foi o primeiro cantor popular do Brasil e teve 54 anos de vida artística, tocava violão e piano e a voz grave era sua marca registrada. Suas músicas marcaram gerações e ganharam uma nova roupagem por artistas contemporâneos como Caetano Veloso, Marisa Monte e Mutantes. Um dos motes principais da trama é a história de amor entre Vicente Celestino e sua mulher Gilda de Abreu, parceira nos palcos e na vida. “Ela foi uma mulher moderna para a época, anos 40 e 50, que sabia dialogar muito bem com os tempos contemporâneos. Isso se refletia também em suas roupas. Gilda de Abreu cantava, atuava e dirigia filmes, ou seja, era uma precursora, uma mulher à frente do seu tempo. O amor entre os dois foi belo e raro”. O cantor vivenciou épocas turbulentas na política brasileira como o período da Ditadura Militar. Sempre foi solidário com amigos que eram engajados na luta contra esse tipo de regime, tanto que recusou fazer uma apresentação que exaltava os militares no governo de Costa e Silva. Entre os sucessos que estão no espetáculo, destaque para Canção da Paz, Flor do Mal, Ébrio, Porta Aberta, Coração Materno e Ouvindo-Te. FIGURINISTA –NEY MADEIRA Cenógrafo, figurinista e arquiteto (EAU-UFF), desenvolve trabalhos na área teatral desde 1990. Participou das montagens de “Charity Meu Amor”, “Pixinguinha”, “Samba Valente de Assis”, “Cabaret La Boop”, “Chico Viola”, “Dolores”, “Carmem”, “Atlântida – O Reino da Chanchada”, “Cabaré Rodrigueano”, “Clara Nunes – Brasil Mestiço” (indicação para o Prêmio Shell de Melhor Figurino de 2001), entre outros. Em teatro infanto-juvenil, obteve treze indicações para os prêmios Mambembe e Coca-cola. Seus trabalhos mais recentes em teatro foram “Corações Encaixotados”, de Bosco Brasil, com direção de Ricardo Kosovski, “Besouro, Cordão de Ouro”, de Paulo César Pinheiro, com direção de João das Neves; o musical “A Hora e a Vez de Augusto Matraga”, de Guimarães Rosa, adaptado e dirigido por André Paes Leme e “Rasga Coração”, de Vianinha, com direção de Dudu Sandroni e O Santo e a Porca” de Ariano Suassuna, com direção de João Fonseca (indicado aos Prêmios SHELL e APTR de Melhor Figurino de 2008). ILUMINAÇÃO – ROGÉRIO WILTGEN Cursos “Theatre Lighting: Design & Technology”, Londres, 1991 Curso realizado em Março de 1991, em Londres onde foram selecionados pelo Conselho Britânico iluminadores de todo o mundo para participar de palestras, análises e debates com iluminadores como Andrew Brige (The Phantom of the Opera, Cats) , David Hersey (Miss Saigon), entre outros. Teatro Projeto de Iluminação cênica de mais de cem espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe , SATED , Coca-cola e Cultura Inglesa de Teatro (12 prêmios de Melhor espetáculo e indicações como melhor iluminador dos anos de 1995 e 96), trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Jacqueline Laurence, José Henrique, Carlos Augusto Nazareth, João Bittencourt, Jorge Fernando, Luís Armando Queirós, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel, Sérgio Britto, entre outros Shows Membro das equipes de iluminadores de eventos como “Rock in Rio”, “Hollywood Rock” e “Free Jazz”, trabalhando como iluminador para a Peter Gasper Associados, IRIS Luminotécnica e Oficina de Luz. Já tendo realizado shows diversos com artistas como Ivan Lins, Nana Caymi, Gilberto Gil, Zezé Motta, Marília Pêra, etc. e tido a oportunidade de trabalhar em shows internacionais como Paul McCartney, Sting, Rod Stewart, Tina Turner, Paul Simon, Pavarotti, Os Três Tenores etc. COORDENAÇÃO GERAL – EDMUNDO LIPPI (PROPONENTE) PRINCIPAIS TRABALHOS COMO PRODUTOR DE TEATRO: “Os Sete Gatinhos” de Nelson Rodrigues; Direção: Marcelo de Barreto. Teatro Ziembinski, 1991 (Produtor) “Dom Quixote” de Miguel Cervantes. Adaptação: Wagner Campos; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro de Arena, 1991 ( Produtor) “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro Glauce Rocha, 1992 (Produtor) “O Mercador de Veneza” de William Shakespeare; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro Glauce Rocha, 1993 (Produtor) “À Margem da Vida” de Tenesse Williams; Direção: Roberto Vignati. Teatro Glauce Rocha, 1994/95 “Frankenstein” de Mary Shelley; Direção: Angela Leite Lopes. Centro Cultural Banco do Brasil, 1995 “As Malandragens de Scapino” de Molière; Direção: João Bethencourt. Teatro Gláucio Gil, 1995 (Ator e Produtor). “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton; Direção: Sidnei Cruz, 1996 “O Avarento” de Molière; Direção de João Bethencourt. Com Jorge Dória, Jacqueline Laurence e elenco. 1999/2004 “A Moratória” de Jorge Andrade; Direção de Sidney Cruz. Com Leonardo Villar. 2001 “As Preciosas Ridículas” de Molière; Direção de Cláudio Torres Gonzaga. 2006 (Produtor) “As Eruditas” de Molière; Direção de José Henrique. 2007 (Produtor) “O Santo e a porca” de Ariano Suassuna; Direção de João Fonseca.2008 “Thérèse Raquin” de Émile Zola; Direção de João Fonseca. 2011 “Vicente Celestino – A Voz Orgulho do Brasil” , musical de Wagner Campos; Direção de Jacqueline Laurence. 2010. “Seria Trágico Se Não Fosse Cômico” de F. Durrenmatt; Direção de Luiz Arthur Nunes. Com Cláudio Corrêa e Castro, Jacqueline Laurence e Rubens de Falco.1998. “As Armas e o Homem de Chokolatte” de Bernard Shaw, direção de Cláudio Torres Gonzaga - 1997 “Bonifácio Bilhões”. Texto e direção de João Bethencourt. Com Rogério Cardoso, Francisco Millani e Elizangela. 1997 “Um Maridão Na Contramão”. Texto de Ray Cooney, direção de Joao Bethencourt. Com Osmar Prado, André Valli e elenco. 2000/01 “Bonifácio Bilhões” de João Bethencourt, direção de Jacqueline Laureance. 2002 “O Doente Imaginário”, de Molière. Direção de Jacqueline Laureancee. Teatro Sesi – RJ e Teatro Sérgio Cardoso - SP “A Importancia de Ser Fiel”, de Oscar Wilde, Direção de Eduardo Tolentino. Tournée e temporada no Rio de Janeiro – 2003/04 “Tartufo, O Impostor”, de Molière, direção de Jacqueline Laureance. Teatro SESI - 2004 “Ladrão em Noite de Chuva”, de Millôr Fernandes. Direção de João Bethencourt. Teatro das Artes – 2005. “CINEMA “COPACANANA” , longa com direção de CARLA CAMURATTI – assistente de produção.
Objetivo Geral: Circulação do musical "Vicente Celestino - A Voz Orgulho do Brasil" de Wagner Campos Objetivo específico: 12 apresentações no Rio de Janeiro 12 apresentações em Sâo Paulo 03 apresentações em Florianópolis 03 em Belo Horizonte Realizar a oficina "A imagem do Som" em todas as cidades para 1.230 participántes Realizar 1 ensaio aberto em São Paulo e 01 no Rio de Janeiro com ingressos gratuitos. Oferecer ingressos para estudnates e professores da Rede Pública de Ensino
Como o palco será a nossa trincheira, vamos usá-lo para reavivar a vida e obra de um dos maiores cantores que a terra de Pindorama ouviu: Vicente Celestino. Batizado como Antonio Felipe Vicente Celestino, brasileiro de coração, uma vez que era italiano, calabrês, de Catanzzaro, veio pra cá ainda muito menino, acompanhando seus pais, os emigrantes: Giusepe e Serafina e mais um penca de 9 irmãos. A maioria, se não todos, com nomes de heróis de óperas, tal paixão que Giusepe e Serafina tinham pelo canto lírico. Já no Brasil, seu pai começou a exercer sua profissão de sapateiro e como todo calabrês rigoroso, ensinava o ofício a sua vasta prole. Assim, Vicente Celestino, ainda menino batia sola de sapatos e nas horas vagas cantava no coro do Teatro Lírico. Qual não foi o susto de Giusepe, quando bateram a sua porta, foi atender e quem estava lá? Nada mais nada menos que Enrico Caruso, já grande celebridade. Tinha ouvido Vicente cantar no Lírico e afirmou que ele tinha uma voz angelical. Queria levá-lo para Itália, onde estudaria o bell canto e se tornaria um dos maiores tenores do mundo. Aí, vem a ironia da vida. Giuseppe, um apaixonado pela ópera, não permitiu que seu filho o "picolino" Vicente, seguisse de volta para sua pátria e se tornasse um grande cantor. O tempo foi passando e o nosso Vicente se tornou cantor. Vicente Celestino atuou em todas as modalidades artísticas, foi compositor, cantou operetas, atuou como ator e até mesmo "repórter" de um tempo; Quando o Brasil entrou na segunda guerra mundial, ele fez a canção "Mia Gioconda" que contava a história de um pracinha brasileiro, que na Itália se apaixonou por uma bela napolitana. O projeto se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; § 1o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais cuja exibição, utilização e circulação dos bens culturais deles resultantes sejam abertas, sem distinção, a qualquer pessoa, se gratuitas, e a público pagante, se cobrado ingresso.(Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 11.646, de 2008) Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Com uma trama que envolve música e uma bela história de amor, o espetáculo musical Vicente Celestino - A Voz Orgulho do Brasil estreou em 2010 no Rio de Janeiro. Com texto de Wagner Campos e direção de Jacqueline Laurence, a peça retrata a vida de um dos mais importantes cantores e compositores brasileiros do século 20. A montagem foi indicada ao Prêmio Contigo na categoria de Melhor Musical nacional de 2010. O ator Ricca Barros interpreta o protagonista na trama, uma junção entre dramaturgia e canções célebres. O espetáculo mostra as várias facetas de Vicente Celestino entre 1915 (21 anos) e 1968, ano de sua morte aos 73 anos de idade. Ele foi o primeiro cantor popular do Brasil e teve 54 anos de vida artística, tocava violão e piano e a voz grave era sua marca registrada. Suas músicas marcaram gerações e ganharam uma nova roupagem por artistas contemporâneos como Caetano Veloso, Marisa Monte e Mutantes. Um dos motes principais da trama é a história de amor entre Vicente Celestino e sua mulher Gilda de Abreu, parceira nos palcos e na vida, interpretada por Gláucia Rodrigues. “Ela foi uma mulher moderna para a época, anos 40 e 50, que sabia dialogar muito bem com os tempos contemporâneos. Isso se refletia também em suas roupas. Gilda de Abreu cantava, atuava e dirigia filmes, ou seja, era uma precursora, uma mulher à frente do seu tempo. O amor entre os dois foi belo e raro”, diz a atriz. O cantor vivenciou épocas turbulentas na política brasileira como o período da Ditadura Militar. Sempre foi solidário com amigos que eram engajados na luta contra esse tipo de regime, tanto que recusou fazer uma apresentação que exaltava os militares no governo de Costa e Silva. Entre os sucessos que estão no espetáculo, destaque para Canção da Paz, Flor do Mal, Ébrio, Porta Aberta, Coração Materno e Ouvindo-Te. A mise-en-scène ficou sob o olhar da direção de Jacqueline Laurence. A diretora se preocupou em aproximar os atores da essência do espetáculo. “A trama se passa em uma época diferente da atual, portanto o trabalho cênico foi desenvolvido para que o elenco incorporasse a personalidade de cada um dos personagens.” A diretor também ressaltou o lado multifacetado da peça. “Além de fazer uma viagem pela carreira de Vicente Celestino, a relação do cantor com a Gilda de Abreu é um dos destaques. Os dois tinham uma relação profunda em todos os aspectos.” Atualmente, Jacqueline vive a personagem Mirta na novela Aquele Beijo da TV Globo. Com a Cia Limite 151, esteve no elenco de peças como As Eruditas e O Avarento, além de dirigir Tartufo, O Impostor; todas obras Molière. “Essa parceria começou com uma ligação profissional e gerou uma relação afetiva. A Cia tem um trabalho que deixa o imaginário vivo na mente das pessoas”. O cenário incorpora os locais de apresentação de Vicente Celestino. São instrumentos musicais, mesas, cadeiras e luzes com cores vivas, espalhadas pelo palco. “Independentemente do lugar, ele encantava multidões. Apresentou-se em lugares renomados, circos e até em bordeis. Seu objetivo era valorizar a música brasileira. O espetáculo é uma homenagem a esse ícone”, enfatiza Ricca Barros. Experiência Musical Antes de ser escalado para a montagem, o ator já apreciava as músicas do compositor. Em 1994, participou de “A Revista do Rádio”, onde interpretou canções de Vicente Celestino pela primeira vez. Além disso, Ricca tem algumas semelhanças artísticas com o próprio Vicente Celestino. “Somos atores, temos o lado lírico e popular desenvolvidos. Incorporar esse personagem é um desafio.” Um dos atores que mais trabalhou com a dupla Charles Möeller e Claudio Botelho, Ricca Barros tem uma vasta experiência no mundo dos musicais: na carreira coleciona participação em alguns deles, como Ópera do Malandro, Sweet Charity, A Noviça Rebelde e Um Violinista no Telhado, entre outros. “Trata-se de peça teatral com números musicais. Vicente Celestino tinha uma voz imponente, característica necessária para gravar os discos que eram prensados a cera. Ele era um fenômeno, marcou gerações e as pessoas o lembram com grande respeito e reverência”, conta Ricca Barros.
Inciso do §2º do artigo 30 da IN 01/2023 referente à ação formativa cultural oferecida como CONTRAPARTIDA SOCIAL: II – Oferecer ensaios abertos e palestra. Realizar 2 ensaios abertos gratuitos para a população em geral Realizar a palestra gratuita A IMAGEM DO SOM com o diretor musical Wagner Campos em todas as cidades para 1.230 participantes.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO detalhar quais serão as medidas adotadas. - ESCOLHER UM TEATRO QUE TENHA ACESSIBILDADE PARA DEFICIENTES FISÍCOS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZARE SESSÃO COM AUDIODESCRIÇÃO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR SESSÃO COM INTEPRETE EM LIBRAS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - LOCAÇÃO DE ABAFADOR DE SOM PARA AUTISTAS. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO detalhar quais serão as medidas adotadas. - ESCOLHER UMA SALA QUE TENHA ACESSIBILDADE PARA DEFICIENTES FISÍCOS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR UMA PALESTRA COM AUDIODESCRIÇÃO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR UMA PALESTRA COM INTEPRETE EM LIBRAS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - LOCAÇÃO DE ABAFADOR DE SOM PARA AUTISTAS.
Art. 30. As propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território nacional, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária. Realizar: 5 Palestras gratuitas totalizando um total de 1.230 participantes 2 ensaios abertos do espetáculo com ingressos gratuitos para 1.000 espectadores Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: Realizar: IV - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;
DIREÇÃO GERAL – JACQUELINE LAURENCE Formou-se em interpretação pela Fundação Brasileira de Teatro, dirigida por Dulcina de Moraes, e trabalhou muitos anos no Teatro Tablado, onde participou da criação de várias das famosas peças de Maria Clara Machado. Em 1984, assinou sua primeira direção com ESPERANDO GODOT, de Samuel Beckett, com André Valli, a quem voltou a dirigir em O FECHITISTA, de Michel Tournier. Dirigiu Miguel Falabella e Guilherme Karan num dos grandes sucessos da dupla – SEREIAS DA ZONA SUL de Miguel Falabella e Vicente Pereira. É responsável ainda pela direção de um dos maiores sucessos dos últimos anos: o espetáculo solo de Miguel Falabella, LOURO, ALTO, SOLTEIRO, PROCURA..., de Maria Carmen Barbosa e Miguel Falabella. Entre seus últimos trabalhos como diretora destacamos as peças TARTUFO, O IMPOSTOR e O DOENTE IMAGINÁRIO, ambas de Molière, o musical PERSONALÍSSIMA, de Julio Fischer e E AGORA? O QUE FAÇO COM O PERNIL? ambas com Rosamaria Murtinho e “ISAURA GARCIA – O MUSICAL” de Júlio Fischer TEXTO, ARRANJOS E DIREÇÃO MUSICAL – WAGNER CAMPOS Compositor, pesquisador, arranjador, diretor/produtor musical e musicista especializado em instrumentos antigos e tradicionais de cordas dedilhadas. Iniciou sua carreira de instrumentista em meados da década de 1970 como concertista de violão, realizando inúmeros recitais solo e em duo, bem como diversos recitais como camerista. Em 1980, grava seu primeiro disco, contendo composições próprias para o instrumento. A partir de 1995 se especializa em instrumentos antigos e tradicionais brasileiros de cordas dedilhadas, incluindo alaúde medieval, vihuelas, guitarras de quatro, cinco e seis ordens e clássico-romântica, violas de arame e machete. É autor de inúmeras composições musicais para formações instrumentais diversas, orquestrais e de câmara e solos para variados instrumentos, interpretadas por grupos/músicos nacionais e estrangeiros. Em 2002 gravou o CD "Rapsódia Pantaneira", para viola de cocho, viola de arame e orquestra de câmara, atuando como compositor, regente e solista, lançado em 2003. Em 2004 participou da gravação do CD "O Violão Brasileiro", atuando em duas faixas como solista, lançado em 2005 É compositor, arranjador, instrumentista, diretor e produtor musical em mais de trinta produções em Teatro, Televisão e Cinema, atuando desde o ano de 1979 . É autor do livro "A História do Violão", publicado em 2006. Entre 1998 e 2008 foi curador musical do Projeto SONORA BRASIL – Circuito Nacional de Música, do Sesc Nacional. Entre 2008 e 2016 dirigiu o NPAV – Núcleo de Produção de Audiovisual, do Sesc Nacional. CENÁRIO – JOSÉ DIAS Mestre e Doutor pela Universidade de São Paulo, desenvolvendo pesquisa sobre a arquitetura cênica no Brasil, o carioca José Dias começou sua carreira de cenógrafo em 1969. Ao teatro dedica maior parte do seu tempo, não só através de trabalhos profissionais, mas também pelo desempenho de funções acadêmicas. Como cenógrafo e figurinista, já participou de mais de 250 espetáculos. Da qualidade desses trabalhos resultaram indicações e prêmios; para o troféu Mambembe, em 1983, 1984, 1985, 1986 e 1997; para o Prêmio Molière, em 1997; em, recebeu o prêmio IBEU de teatro em 1985; com o prêmio Medalha de Ouro e Prêmio Viagem; o prêmio Shell de melhor cenografia em 1992, 1995 e 1996. e em 1994 o prêmio Oscarito (SATED) como melhor cenógrafo do ano no Rio de Janeiro. No Rio de Janeiro, foi responsável pelos projetos de reformas e modificações dos teatros Gláucio Gil, Cidade, Ipanema e Sala Yan Michalski, Suas mais recentes atividades nesta área são os projetos: Teatro Planetário da Gávea, transformando em Arena, Miguel Falabella, Palácio da Justiça Federal, Teatro São Mateus, Teatro Pedro Calmon, Teatro do Palácio Rio Negro. FIGURINOS - NEY MADEIRA Arquiteto (EAU – UFF), Mestre em Teatro (UNIRIO), Cenógrafo e Figurinista há mais de trinta anos atuante no mercado, com aproximadamente trezentos trabalhos em teatro, musicais, óperas, dança e carnaval. Nesta trajetória, foram diversos as indicações e os prêmios de Melhor Figurino, entre estes, Shell (2018), Botequim Cultural (2019), Zilka Salaberry (2014) Associação de Produtores Teatrais do Rio de Janeiro – APTR (2009), Mambembe (1997) e Coca-Cola (1992 e 1998). Participei da representação brasileira na Quadrienal de Praga, na República Tcheca em 2011 (Prêmio Triga de Ouro) e em 2019. ILUMINAÇÃO - ROGÉRIO WILTGEN Cursos Theatre Lighting: Design & Technology, Londres, 1991 Curso realizado em Março de 1991, em Londres onde foram selecionados pelo Conselho Britânico iluminadores de todo o mundo para participar de palestras, análises e debates com iluminadores como Andrew Brige (The Phantom of the Opera, Cats) , David Hersey (Miss Saigon), entre outros. Em 2018 recebeu o Prêmio Botequim Cultural pela iluminação do espetáculo musical “Bibi, uma Vida em Musical”. Em 2020 recebeu o Prêmio Cesgranrio de Teatro e o Prêmio Shell peça iluminação do espetáculo A Cor Púrpura - O Musical, com direção de Tadeu Aguiar em 2019. PROPONENTE: L. PRODUÇÕES ARTISTICAS LTDA. será COORDENADOR GERAL, GERENCIA FINANCEIRA e ATOR (Edmundo Lippi) EDMUNDO LIPPE – ATOR E COORDENADOR A partir de 1992 produz e atua em mais de 21 espetáculos teatrasi, entre eles: “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare, direção de Cláudio Torres Gonzaga; “À Margem da Vida” de Tenesse Williams, direção de Roberto Vignati. “Frankenstein” de Mary Shelley, direção de Angela Leite Lopes. “As Malandragens de Scapino” de Molière, direção de João Bethencourt; “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton, direção Sidnei Cruz; “O Avarento” de Molière, direção de João Bethencourt; “A Moratória” de Jorge Andrade, direção de Sidney Cruz; “Thérèse Raquin” de Émile Zola, direção de João Fonseca; “Auto Compadecida” de Ariano Suassuna, direção de Sidnei Cruz; “O Doente Imaghinário” de Molière, direção de Jacqueline Laurence; “Vaidades&Tolices” de Anton Tchekov, direção de Sidnei Cruz e “O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna, direção de Wagner Campos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.