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Este projeto é a circulação do espetáculo "Iago, o elogio da vingança" inspirado na obra de William Shakeaspere "Otelo, o mouro de Veneza.
O espetáculo “Iago, o elogio da vingança” é uma adaptação da peça “Otelo, o mouro de Veneza” de William Shakespeare, feita por Eduardo Moreira (Grupo Galpão), que também assina a direção. Nesta adaptação o personagem Iago, interpretado pelo ator Renato Millani, tem toda a sua vilania trazida para os dias atuais e faz a sua trama para destruir o negro Otelo utilizando todo o mecanismo moderno; celular, redes sociais, fake News, montagem de fotos, que o possibilita executar seu ardil perverso, que culmina no assassinato de Desdêmona. Iago, impulsionado pelo sentimento de ressentimento e preconceito, forja uma situação em que induz Otelo, a um ciúme tão violento que este, varrido pela loucura, mata a esposa. Com uma abordagem mais contemporânea deste texto secular, temos o pano de fundo perfeito para evidenciar uma sociedade pautada pela mentira e pelo ódio a tudo aquilo que é diferente, pois que Otelo é um negro, de origem nobre e que tem um posto social superior à Iago e é casado com Desdêmona, uma mulher branca. Os atos cheios de veneno de Iago, não tem ética ou qualquer tipo de sentimento nobre, mas é uma arquitetura da vingança. Sem medir as consequências de sua mentira, os personagens e o público são envolvidos em uma trama, em que cada um tem o seu papel definido para concluir seu plano cheio da mais torpe violência. “Iago, o elogio da vingança” é um reflexo em um espelho distorcido, cuja imagem é o de uma sociedade adoecida pelo egocentrismo, em que o outro é apenas um objeto a serviço de um dos mais horríveis sentimentos humanos, a inveja. Esta tragédia está mais atual do que nunca e que atire a primeira pedra todo aquele que estiver isento disto. O espetáculo será apresentado para o público adulto com faixa etária recomendada a partir de 16 anos.
OBJETIVO GERAL Realizar doze apresentações do espetáculo "Iago, o elogio da vingança" para um público de aproximadamente 3.600 pessoas. O projeto deve ser realizado para fazer uma reflexão sobre fake news, racismo, misoginia. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A) Criar um conceito de divulgação do projeto que estarão presentes uniformemente em todas as peças gráficas, em redes sociais e materiais de divulgação. B) Contratar veículo para transporte de cenário e equipe para as viagens. C) Apresentar o espetáculo em 12 salas de teatro ou espaços convencionais em 12 cidades do Estado de MInas Gerais. D) Praticar preços populares na venda de ingressos. E) Promover debates com o público após a realização dos espetáculos. F) Contratar em cada cidade 1 produtor local para divulgação e produção executiva. G) Contrapartida social - Realizar 12 oficinas, para atores inciantes com duração de 2 horas em 12 cidades, com duração total de 24 horas .
Não se enquadrando dentro de uma proposta puramente comercial, este projeto tem em seu conteúdo o espetáculo "Iago, o elogio da vingança", resultado de uma intensa pesquisa pela obra de Shakespeare, realizada no período de escrita do texto e dos ensaios. Fizeram parte dessa pesquisa diversas edições da peça "Otelo, o mouro de Veneza" e também publicações, vídeos e filmes, para se chegar a um texto denso e ao mesmo tempo de linguagem acessível ao público que em sua maioria não tem tanta afinidade com esse autor inglês do século dezesseis.A linguagem do espetáculo utilizou dos mecanismos contemporâneos para provocar a aproximação do texto com o espectador, trazendo a realidade dos dias atuais para essa obra secular. Sendo portanto, um trabalho de pesquisa, com uma linguagem contemporânea, sem os artifícios do realismo. Este projeto de circulação do espetáculo Iago, o elogio da vingança, só é possível realizar uma circulação através de um projeto que esteja amparado pelo incentivo, proporcionando assim trabalho para uma equipe profissional de comprovada atuação no meio cultural mineiro.Este projeto é um veículo de questionamento do momento em que estamos vivendo e oferece ao público uma reflexão sobre pontos importantes que notadamente estão na pauta da nossa sociedade, como o racismo, a misoginia, a intolerância e a inveja. Não é possível haver uma evolução social sem passarmos por este tipo de visão e o teatro é um importante instrumento de consciência do comportamento da sociedade. Este fato evidencia a necessidade deste projeto.Esse projeto também se justifica como um veículo de descentralização da cultura, uma vez que não se limita a temporadas em Belo Horizonte, mas leva a produção para o interior do estado, alcançando outros públicos que conhecerão uma obra de arte de altíssimo nível que pode ser comprovada pela experiência tanto do diretor Eduardo Moreira (grupo Galpão), quanto do ator Renato Millani.Com uma proposta cênica que traz aspectos filosóficos, políticos e claro, da literatura, "Iago, o elogio da vingança" é um reflexo em um espelho distorcido, cuja imagem é o de uma sociedade adoecida pelo egocentrismo, em que o outro é apenas um objeto a serviço de um dos mais horríveis sentimentos humanos, a inveja.Esta tragédia está mais atual do que nunca e que atire a primeira pedra todo aquele que estiver isento disto. Por se tratar de um projeto de circulação e inpirado em um autor inglês, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art 1 da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;
O espetáculo é intercalado com músicas populares, todas com previa autorização emitidas pelo ECAD
O espetáculo tem duração de 60 minutos. O cenário é composto por 5 manequins que representam os personagens.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais das apresentações terão rampas, corrimão, banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: todas as apresentações terão Audiodescrição em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS:Todas as apresentações terão Intérprete de libras em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: em todas as apresentações terão monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões.
O público terá acesso a este projeto através de divulgação em redes sociais, jornais, televisão e rádios. Através de cartazes e panfletos. A democratização será feita através de ingressos a preços populares. Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Neste caso será realizada em cada cidade do roteiro deste projeto uma oficina de forma gratuita para atores inciantes chamada "O ator em espaço alternativo", com 3 horas de duração.
Renato Nicolau Fonseca - Empreendedor/ Ator/Diretor geral do projeto e Responsável pela gestão do processo decisório do projeto. FORMAÇÃO PROFISSIONAL Curso Técnico de Ator - FCS/Palácio das Artes - 1991- Oficina de Crítica Teatral - FIT - 1994- Oficina de Teatro de Rua - FIT - 1996- Oficina de Palhaços - Parlapatões - 2000- Oficina Maratona Corporal - Ana Kfouri – 2005 FORMAÇÃO ARTÍSTICA 1990 - Integra a Deu Palla Cia. de Arte1991 - Ator - Espetáculo Martin Cererê - Direção Luiz Paixão1992 - Ator e produtor - Espetáculo A Mulher que sabia demais - Direção JulioMaciel1994 - Ator e produtor - Espetáculo Os Dragões Não Conhecem o Paraíso - DireçãoKalluh Araújo1996 - Ator e produtor - Espetáculo As Mulatas de Chico Rodrigues - DireçãoMarcelo Bonês1999 - Cantor e produtor - CD Trilha sonora dos espetáculos da Deu Palla -Direção Maurício Tizumba1999 - Ator - Espetáculo Pinóquio1999 - Ator, produtor e escritor - Espetáculo As Freiras em nossa vida é umacomédia - Direção Amauri Reis1999 - Ganhador do prêmio de melhor ator do Festival de Florianópolis2000 - Diretor e produtor - Espetáculo Por No Gráfico2002 - Ator e produtor - Espetáculo A Vingança das Vocalistas - Direção CarlomanBonfim2004 - Ator e produtor - Espetáculo Brincando Na Terra dos Gigantes - DireçãoCarluty Ferreira e Cida Falabella2006 – Ator e produtor – Hotel Paraíso – Direção Rita Clemente2009 - Ator, produtor e escritor – Tudo o que você sempre quis saber sobre sexo, está na hora de perguntar – Direção Amauri Reis2010- Diretor do espetáculo "Os Gatos do Beco"2011 - Diretor do espetáculo - O Gato de Botas2012 - Autor do espetáculo - A dama desnuda2013 – Ator do espetáculo – As Barbeiras2013 – Diretor do espetáculo – O Gato malhado e a andorinha sinhá2014- Apresentador do programa Transpiração da Rádio Transamérica2014 – Produtor, autor, diretor e ator do espetáculo A comédia do fim do mundo2015 – Ator do espetáculo – Uma empregada quase perfeita2020- Autor e diretor - Diário de uma solitária Eduardo da Luz Moreira - Diretor/adaptador FORMAÇÃO PROFISSIONAL Natural do Rio de Janeiro, deu seus primeiros passos no teatro, montando espetáculos no movimento estudantil da faculdade de filosofia da UFMG e junto a grupos musicais como CURARE e Mambembe, ligados à Fundação de Educação Artística, já em Belo Horizonte, no final da década de 70 e início dos 80. FORMAÇÃO ARTÍSTICA Depois de uma série de montagens no teatro profissional da cidade, fundou em 1982 o grupo Galpão, do qual é um dos alicerces e seu diretor artístico.Participou de todas as 24 montagens do Galpão ao longo desses quase 37 anos, tendo ganhado prêmios por suas atuações em espetáculos como “De olhos fechados” (ator revelação em 1983), “O inspetor geral” (ator coadjuvante em 2003), “Um Molière imaginário” (melhor diretor em 1998) , tendo ainda sido indicado ao prêmio Molière no Rio por sua atuação em “A rua da amargura” (1995) e prêmios SESC/SATED por trabalhos de ator em “Álbum de família” (1991), “Um trem chamado desejo” (2000), “Um homem é um homem” (2007) e “Tio Vânia” (2012). Dirigiu inúmeros espetáculos em parceria com diferentes grupos no Brasil e no exterios, com o “Dell’Arte company” da Califórnia (EUA), “Clowns de Shakespeare” de Natal (RN), “Teatro da Cidade” e “Teatro da Aldeia” de São José dos Campos (SP), grupo “Boca de cena” de Aracaju (SE) e os grupos mineiros “Grupontapé” de Uberlândia e “Maria Cutia”, Malarrumada” e Galpão Cine Horto de BH. Como dramaturgo escreveu vários textos como “De Tempo Somos”, “Nós” e “Outros”, montados pelo Galpão, além de ter feito várias adaptações de textos em “Os Gigantes da Montanha” de Luigi Pirandello e “Um Molière Imaginário” (baseado em “O Doente Imaginário”) de Molière. No cinema atuou inúmeras produções, destacando-se “O Ano que meus Pais Saíram de Férias”, de Cao Hamburguer; “Batismo de Sangue”, de Helvécio Ratton; “Mutum”, de Sandra Kogut; “Moscou”, de Eduardo Coutinho; “Mão na Luva”, de Roberto Bontempo; “Meu pé de Laranja Lima”, de Marcos Bernstein; “Antes que o Mundo Acabe”, de Ana Luiza Azevedo; “Joaquim”, de Marcelo Gomes e “Elon Não Tem Medo da Morte”, de Ricardo Alves Jr. Além de ter atuado em curtas como “O Crime da Atriz”, de Elza Cataldo; “Rua da Amargura” de Rafael Conde; “Para Tchékhov”, de Inês Peixoto; “No Andar de Baixo”, de Leonardo Catapreta, e dirigido o curta-metragem “Tricoteios”. Na televisão além de participações em capítulos de novelas, minisséries e casos especiais, participou do programa “A Paixão Segundo Ouro Preto” e das minisséries “Poltrona 27”, dirigida por Paulo Tiago e “Menina Sem Qualidades”, dirigida por Felipe Hirsch. Escreveu os livros “Grupo Galpão: 25 anos de encontros” e sete volumes da coleção de diários das montagens do grupo, relatando o dia a dia de ensaio dos espetáculos “A Rua da Amargura”, “Encontro com Paulo José”, “O Inspetor Geral”, “Um homem é um Homem”, “Till, a saga de um herói torto”, “Tio Vânia” e “Os Gigantes da Montanha”. Luiz Fernando Andrade Duarte - Produção executiva FORMAÇÃO PROFISSIONAL * 2º Grau Completo * Oficinas de montagens e produção teatral com Raimundo Farinelli de 2001 a 2008. FORMAÇÃO ARTISTICA Amor em jogo (Draw) – Regiana Antonini Caradipau Produções (produtor) – 2007/2008 Direção: Tiago Felipe Nas Ondas do Rádio – Pádua Teixeira Duart produções (produtor e Diretor) – 2009 a 2020 O Nome dela é Valdemar – Aziz Bajur Duart Produções (produtor) Direção: Jeremias Hallel – 2009 a 2014 Direção: Breno Gagliard – 2019 a 2020 O Gato de Botas - Hans Christian Duart Produções (produtor) – 2010 a 2020 Direção e Adaptação: Renato Millani Uma Empregada Quase Perfeita – Ronaldo Ciambroni Duart Produções (produtor) – 2011 a 2020 Direção: Juliano Maia Os Dálmatas - Dodie Smith Duart Produções (produtor) – 2013/2015 Direção: Breno Gagliard
PROJETO ARQUIVADO.