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O projeto se refere à montagem e apresentações do espetáculo teatral O ABAJUR LILÁS.
Sinopse — A ação tem lugar no prostíbulo de Giro, um homossexual desapiedado que conta com Osvaldo, um segurança violento, para fazer valer sua autoridade ali. Em estado de extrema degradação humana, três prostitutas tentam sobreviver. Dilma se apega aos valores e ao filho que precisa criar; a rebelde e inconsequente Célia só deseja tomar o prostíbulo e o poder para si; Leninha é novata no lugar, individualista e parece não se abalar com os conflitos alheios. Tudo se complica quando um abajur aparece quebrado no dormitório e nenhuma das três assume a culpa.
Objetivo Geral O projeto O ABAJUR LILÁS pretende realizar a montagem do espetáculo teatral de autoria de PLINIO MARCOS (1935-99), sob a direção de Jorge Takla. Estão previstas 16 apresentações em teatro com cerca de 600 lugares, a ser definido e contratado após a aprovação do projeto e captação de recursos. Essa montagem de O ABAJUR LILÁS pretende trazer de volta a chama do teatro pós pandemia. Objetivos Específicos Contribuir para o desenvolvimento da área das artes cênicas por meio de apresentações de espetáculos de teatro; Contribuir para o desenvolvimento humano por meio da reflexão gerada pela ampliação de visão e aquisição de conhecimento; Oferecer ao público um espetáculo de excelência em qualidade artística e técnica; Estimular o contínuo aprimoramento de profissionais bem como a inserção de novos na economia criativa, em de artes cênicas. Os objetivos especificos do projeto O ABAJUR LILÁS vão desde a formação da equipe criativa, processo já iniciado até as apresentações do espetáculo teatral na cidades de São Paulo. No projeto prevemos: Realização de 16 apresentações. Realização de 01 ensaio aberto em atendimento ao art 28 da IN 1/2023 direcionado a ONGs e público em geral. Realização de 01 ensaio aberto em atendimento ao art 30 da IN 1/2023direcionado a alunos e professores da rede pública de ensino. Repercussão: Estima-se que o espetáculo O Abajur Lilás terá uma grande repercussão entre os amantes das artes cênicas, com potencial para atrair público de outras cidades do Brasil, uma vez que se trata de um espetáculo que provocou bastante impacto na sua montagem original; além do tema bastante atual pois exibe a exploração de mulheres e a diversidade. Impacto: Ao viabilizar essa proposta cultural, esperamos que haja formação de público e formação de novas plateias, com o fortalecimento da criação, produção, distribuição e divulgação de produtos e serviços culturais fomentados pela Lei Rouanet; contribuindo para o crescimento da economia criativa e das cadeias produtivas, gerando renda e oportunidades de trabalho.
Com o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da lei 8313/91 deste espetáculo teatral, pretendemos: I - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;II - Desenvolver a consciência da importância que o teatro tem no Brasil ;III - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento,cultura e memória. Os objetivos que serão alcançados enquadram-se no Art. 3o da lei No 8.313/91, no inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. O projeto O ABAJUR LILÁS pretende realizar a montagem do espetáculo teatral de autoria de PLINIO MARCOS (1935-99), sob a direção de Jorge Takla. Escrita em 1969, em plena ditadura militar, a peça só foi liberada pela censura onze anos depois, em 1980.[1] Tendo a montagem sido interrompida e retomada um par de vezes até sua liberação, O Abajur Lilás mobilizou toda a classe teatral, tornando-se símbolo da resistência a censura . "O Abajur Lilás" é das peças em que Plínio Marcos mergulha com mais contundência no universo daqueles que vivem à margem da vida". O espetáculo terá16 apresentações na cidade de São Paulo. Plínio Marcos foi traduzido, publicado e encenado em francês, espanhol, inglês e alemão, além de ser estudado em teses de sociolinguística, semiologia, psicologia da religião, dramaturgia e filosofia, em universidades do Brasil e do exterior. Recebeu os principais prêmios nacionais em todas as atividades que abraçou em teatro, cinema, televisão e literatura, como ator, diretor, escritor e dramaturgo. Essa montagem é antes de tudo uma homenagem ao grande homem do teatro brasileiro, que foi Plinio Marcos. Plínio Marcos de Barros (Santos, 1935 — São Paulo, 1999) foi um escritor, autor, ator, diretor de teatro e jornalista brasileiro. De família modesta, foi funileiro, quis ser jogador de futebol, serviu na Aeronáutica e chegou a jogar na Portuguesa Santista, mas foram as incursões ao mundo do circo, desde os 17 anos, que definiram seus caminhos. Atuou em rádio e também na televisão, em Santos. Em 1958, por influência da escritora e jornalista Pagu, envolveu-se com teatro amador, em Santos. Nesse mesmo ano escreveu Barrela, sua primeira peça teatral, que pela linguagem crua permaneceu proibida durante 21 anos após a primeira apresentação. Em 1960, com 25 anos, foi para São Paulo, onde trabalhou como camelô, ator de teatro e de TV, administrador e faz-tudo em grupos, como o Arena, a companhia de Cacilda Becker e o teatro de Nydia Lícia. A partir de 1963 produziu textos para o TV de Vanguarda, da TV Tupi, onde também atuou como técnico. No ano do golpe militar fez o roteiro do espetáculo Nossa gente, nossa música. Em 1965 conseguiu encenar Reportagem de um tempo mau, colagem de textos de vários autores, e que ficou apenas um dia em cartaz. Em 1968 participou como ator da telenovela Beto Rockfeller, vivendo o motorista Vitório. O personagem foi repetido no cinema e também na telenovela de 1973, A volta de Beto Rockfeller. Ainda no cinema, o diretor Braz Chediak adaptou duas de suas peças, A Navalha na Carne (1969) e Dois Perdidos numa Noite Suja (1970), ambas com o ator Emiliano Queiroz. Na década de 1980, apesar da censura, viveu sem fazer concessões, sendo intensamente produtivo e norteado pela cultura popular. Escreveu nos jornais Última Hora, Diário da Noite, Guaru News, Folha de S.Paulo, Folha da Tarde, Diário do Povo (Campinas), na revista Veja, além de colaborar com diversas publicações, como Opinião, O Pasquim, Versus e Placar.
A equipe de produção busca um Teatro de aproximadamente 600 lugares na cidade de São Paulo, com todas as exigencias de acessibilidade. A definição e contratação do teatro só será possível após a captação de recursos. As atividades culturais da TAKLA PRODUÇÕES e de seu proprietário JORGE TAKLA se confundem. A TAKLA PRODUÇÕES realizou várias produções com a lei federal de incentivo a cultura tendo suas prestações de contas aprovadas.
Espetáculo terá aproximadamente 90 minutos. 05 personagens sendo 04 protagonistas e 01 principal 15 figurinos 3 cenários O número de músicas e de projeções será definido no processo de criação.
Medidas que serão adotadas para promover o acesso ao conteúdo do produto às pessoas com deficiência FÍSICA, VISUAL E AUDITIVA em 100% das sessões. Espetáculo de artes cênicas Acessibilidade física: poltronas especiais para obesos e locais adequados para que os cadeirantes ocupem confortavelmente o seu espaço na plateia, rampas, portas largas, elevadores e banheiros adaptados. Não há item na planilha orçamentária para a acessibilidade física pois o Teatro onde acontecerão as apresentações são inteiramente adaptados para atender ao portadores de necessidades físicas. Acessibilidade para deficientes auditivos: Tablet com legenda em LIBRAS e audiodescrição. - Item na planilha orçamentária - Serviço de audiodescrição. Acessibilidade para deficientes visuais: Audiodescrição. - Item na planilha orçamentária - Serviço de audiodescrição. Contrapartida Social Acessibilidade física: poltronas especiais para obesos e locais adequados para que os cadeirantes ocupem confortavelmente o seu espaço na plateia, rampas, portas largas, elevadores e banheiros adaptados. Não há item na planilha orçamentária para a acessibilidade física pois os Teatros onde acontecerão as apresentações são inteiramente adaptados para atender ao portadores de necessidades físicas. Acessibilidade para deficientes auditivos: Tablet com legenda em LIBRAS e audiodescrição. - Item na planilha orçamentária - Serviço de audiodescrição. Acessibilidade para deficientes visuais: Audiodescrição - Item na planilha orçamentária - Serviço de audiodescrição. Audiodescrição é um recurso que traduz imagens em palavras, permitindo que pessoas com limitação aos conteúdos, pessoas cegas ou com baixa visão, outros públicos com outras deficiências, deficientes auditivos e idosos, tenham acesso ao conteúdo do projeto. É um mecanismo de atendimento a todos pois trata-se de uma linguagem através de imagens do espetáculo, que atende aos diversos públicos. Ele é normalmente utilizado em produtos e serviços culturais, educacionais e de entretenimento. É mixada ao áudio original e video do espetáculo e distribuída pelos softwares leitores de tela digitais.
De acordo com o art. 27 da IN 1/2023, este projeto prevê em seu plano de distribuição: 10% para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores 10% para distribuição gratuita promocional pelo proponente 10% para distribuição gratuita com caráter social, educativo 20% para comercialização em valores que não ultrapassem 3% do salário mínimo vigente: R$ 39,60 50% do quantitativo dos ingressos ao preço proponente: R$ 150,00 a inteira De acordo com o Artigo 28 da Instrução Normativa nº 1/2023 será adotado neste projeto o item VI: Espetáculo de artes cênicas IV - a) Realizar, gratuitamente, 01 ensaio aberto para o público em geral Contrapartida social Art. 30 : Será adotado o ítem II: ensaio aberto e palestra para alunos e professores da rede pública de ensino.
A TAKLA PRODUÇÕES, através de seu proprietário Jorge Takla exercerá atividade de Diretor Geral, além da coordenação administrativa do projeto. FICHA TÉCNICA - CV Direção Geral — JORGE TAKLA Brasileiro de pai Libanês, mãe Brasileira e avó Argentina, Jorge Takla estudou Arquitetura na Ecole des Beaux-Arts e no Teatro no Conservatoire d´Art Dramatique (Paris) . Iniciou a carreira com Robert Wilson (1974) como ator e assistente. Atuou e dirigiu no teatro LaMama em New York de 1974 a 1977. No Brasil, Jorge Takla dirigiu e produziu mais de 120 espetáculos entre Teatro, Musicais e Óperas, de 1978 a 2023. Em Teatro e Musicais dirigiu Paris (com Studio 3), My Fair Lady (Lerner e Loewe), Vanya e Sonia e Masha e Spike (Ch. Durang), Vermelho (J. Logan), Hulda (Ballet), Jesus Cristo Superstar (A. L. Webber), Evita (A. L. Webber), O Rei e Eu (Rodgers e Hammerstein), West Side Story (Bernstein/Sondheim), Mademoiselle Chanel (M. A. Amaral), Victor ou Victória (H. Mancini), Últimas Luas (F. Bordon), Medéa (Euripides), Electra (Sofocles), A Gaivota (Tchecov) , O Jardim das Cerejeiras (Tchecov), Seis Graus de Separação (J. Guare), Cabaret (Kander e Ebb), Pequenos Burgueses (Gorki), Madame Blavatsky (P. Marcos), Lembranças da China (A. Nogueira), Fedra 1980 (Ballet) e dezenas de outras peças. Em Ópera, dirigiu O Rapto do Serralho (Mozart), Rigoletto, A Midsummernight’s Dream (Britten), Tosca (Puccini), Don Quichotte (Massenet), The Rake’s Progress (Stravinski), Candide (Bernstein), A Viúva Alegre (Lehar), La Traviata (Verdi), La Boheme (Puccini), Madama Butterfly (Puccini), Il Tabarro (Puccini), As Bodas de Fígaro (Mozart), Cavalleria Rusticana (Mascagni), I Pagliacci (Leoncavallo) Os Contos de Hoffmann (Offenbach), Cartas Portuguesas (Ripper) e outras obras. Foi Curador na exposição João Carlos Martins, 80 anos de música, realizada no Sesi São Paulo. Foi Diretor da Divisão de Teatro da CIE-Brasil de 2002 a 2004 onde produziu A Bela e a Fera (Disney), Chicago e outras obras. Jorge Takla esteve à frente do Teatro Procópio Ferreira de 1983 a 1992 e é detentor do Titulo de Cidadão Paulistano e Grande Oficial da Ordem do Ipiranga. Assistente de Direção — RONALDO ZERO Direção Cênica e Direção de Palco Com participação em diversas produções assinou as direções cênicas da remontagem da ópera La Traviata no Grande Teatro do Palácio das Artes em 2019, da ópera María de Buenos Aires no Theatro Municipal de São Paulo em 2021, vencedoras do Prêmio Concerto na categoria júri popular. Recentemente dirigiu com Jorge Takla a produção de O Rapto do Serralho no Theatro São Pedro – SP e também o show Poder Supremo que foi nomeado ao prêmio APCA de melhor show do ano de 2022. Em 2023 assinou as projeções do espetáculo Paris com direção de Jorge Takla e coreografias de Anselmo Zolla que estreou no Theatro Municipal de São Paulo, mesmo local que em setembro dirigirá a ópera Ainadamar. Em novembro fara a direção cênica da ópera Os Conspiradores no Theatro São Pedro. Na direção de palco foi residente do Municpal de São Paulo de 2013 a 2017 e também trabalhou em diversos musicais, óperas , balés e peças de teatro. www.ronaldozero.com Direção de Produção — NOÊMIA DUARTE Produtora teatral há mais de 20 anos com atuação ativa no mercado cultural em diferentes papéis: diretora de produção, produtora executiva, gerente de companhia, produtora de cenário e assistente de direção. Trabalhos Recentes como Company Manager e Produtora Executiva O Rapto do Serralho , direção Jorge Takla Paris direção de Jorge Takla e Anselmo Zolla Aída, direção de Bia Lessa 80 anos de História João Carlos Martins curadoria Jorge Takla Cartas Portuguesas direção Jorge Takla Rigoletto, direção de Jorge Takla Tosca, direção de Jorge Takla La Clemenza Di Titto, direção Caetano Vilela Sonho de uma noite de verão, direção Jorge Takla La Traviata, direção Jorge Takla My Fair Lady, direção Jorge Takla Dom Quixote (Ópera), direção Jorge Takla Jesus Cristo Superstar, direção Jorge Takla Trabalhos Recentes como Diretora de Produção: Vanya e Sonia e Masha e Spike, direção Jorge Takla Vermelho, direção Jorge Takla Evita, direção de Jorge Takla O Rei e Eu, direção de Jorge Takla Gloriosa, direção de Charlles Moeller e Claudio Botelho O Ritual do Fazer e do Degusta, SPFW 2008 Mademoiselle Chanel, direção de Jorge Takla Os Contos de Hoffmann (Ópera), direção de Jorge Takla Salomé (Ópera), direção de Ana Carolina Faustaff (Ópera), direção de José Possi Netto Dois Perdidos numa Noite Suja, direção de Emílio Di Biasi O Futuro Dura Muito Tempo, direção de Marcio Vianna O Natal de Harry, direção de Emílio Di Biasi Quadri Matzi, direção de Cristiane Paoli Quito Beatriceas Cânticos aos Pedaços, direção de Jayme Compri Salão de Baile, direção JC Viola Para Tão Longo Amo, direção de Roberto Lage Trabalhos Recentes como Atriz:My Fair Lady, de George Bernard Shaw, direção Jorge Takla, teatro Alfa Papel: Sra. Pearce Candide (Ópera), de Leonard Bersntein, direção de Jorge Takla, Teatro Municipal de São Paulo. Papel: Baronesa O Caso da Casa, de Hugo Possolo, direção de Cristina Lozano e Eber Mingardi Papel: Onça Quadri Matzi, de Eduardo Amos, direção Cristiane Paoli Quito. Este espetáculo ficou 6 anos em cartaz. Papel: Pégana A Cigarra e a Formiga, direção de Ricardo Torres Papel: Cigarra A Indomada , de Agnaldo Silva, direção Paulo Ubiratan, TV GLOBO, 1996. Papel: Betsy Deus Junior, de Mauro Lima, direção Mauro Lima. Papel: Prostituta Próxima Vítima, de Silvio de Abreu, direção Jorge Fernando, TV GLOBO, 1993. Papel: Enfermeira Viúva porém honesta, de Nelson Rodrigues, direção Jaime Compri. Papel: Vários Beatricias Cânticos aos pedaços, de Jaime Compri, direção Jaime Compri. Papel: Vários (Beatriz) Foi integrante do Grupo Ivamba e Boi Voador, de 1986 até 1991. Cursos · Formação de Clown com Cristiane Paoli Quito. · Oficina de Atores da TV GLOBO. · Curso de Interpretação com Miriam Muniz. · Curso de Voz com Eudósia Acuña. · Curso de Corpo com Neide Veneziano. Cenografia — NICOLÁS BONI Doutor em História da Arte e Bacharel em Belas Artes pela Universidad Nacional de Rosario, realizou estudos de Licenciatura em música pela mesma universidade. Desempenha há 20 anos a função de cenógrafo em teatros da América Latina, Europa e Estados Unidos. É o autor do desenho cenográfico de mais de cinquenta títulos entre óperas, zarzuelas, balés e musicais. Suas produções foram premiadas em diversas ocasiões. Em 2016 ocupou o cargo de diretor técnico do Theatro Municipal de São Paulo e em 2017 recebeu o prêmio “Bibi Ferreira” de melhor cenário pelo musical My Fair Lady, com direção Jorge Takla, com quem trabalhou também nas óperas Don Quichotte, Sonho de Uma Noite de Verão, La Traviata e Rigoletto. Entre seus últimos trabalhos podem ser citados Pélleas et Melisande para o Teatro Colón de Buenos Aires, Andrea Chénier para a Ópera de Nice, A Força do Destino para o Teatro Municipal de Santiago e Sonho de Uma Noite de Verão para o Teatro de La Zarzuela em Madri. Em janeiro de 2020 debutou na Ópera Real de Flandres (Bélgica) com o balé RASA, baseado em La Bayadère e em 2021 estreou o espetáculo Altri Canti no Teatro Colón de Buenos Aires, bem como uma nova produção de Madama Butterfly para a Ópera de Maribor (Eslovênia) e para a ópera de Hong Kong. Esta última foi selecionada para participar também da 69ª edição do Festival internacional de Ljiubljana Figurinos — EUNICE BAÍA Designer de Moda| Produtora de Figurino Em busca de nova proposta de trabalho apresento-lhes meu currículo. Entre minhas características básicas encontram-se adaptabilidade, bom humor, dinamismo, responsabilidade, perfeccionismo, auto exigência, dedicação e bom relacionamento. Disponível para novas experiências e aprendizados. Formação/Cursos: + Graduada em Design de Moda - 2016 – Centro Universitário Belas Artes de São Paulo; + Teoria das Cores, com orientação de Celso Lima – SESC Pompéia, 2014; + Produção de Moda e Vitrinismo, com orientação de Monayna Pinheiro - SESC Belenzinho, 2013; Experiência: +Coordenadora do Balé da Cidade de São Paulo | Produtora de Figurino, Theatro Municipal de São Paulo (2019-2023); +Voluntária na ONG ORPAS, para serviços gerais (2017); +Costureira em confecção (2017); +Assistente de estilista e costureira na marca de biquíni e brinquedos Tiquedo, Martinelli Beachwear (2016); +Aderecista no espetáculo My Fair Lady (2016), de Jorge Takla; + Aderecista no espetáculo Vanya e Sonia e Masha e Spike, com direção de Jorge Takla (2015. +Assistente do figurinista Fábio Namatame, nos espetáculos A Loba de Ray-Ban, de José Possi Neto; O Rei e Eu, de Jorge Takla (2010) Iluminação — NEY BONFANTE Sócio da Bonfante Iluminação Cênica, Profissional reconhecido e premiado no cenário cultural nacional e internacional, tendo participado de importantes projetos de teatro, dança, concertos e óperas no Brasil e no exterior. Alguns destaques dentre tantos: A Máquina (Prêmio Shell de Melhor Iluminação), Quem tem medo de Virginia Woolf e Um Burguês Ridículo, dirigidos por João Falcão, Memórias Póstumas de Brás Cubas, Idomeneo e Intimidade Indecente, dirigido por Regina Galdino, Vestido de Noiva e Caixa de Memórias, dirigido por Marcio Aurélio, Lágrimas Amargas de Petra Von Kant, dirigido por Taciana Studart, Dois Perdidos Numa Noite Suja, dirigido por Marco Antônio Brás, Feliz Ano Velho, dirigido por Paulo Betti e Aleijadinho, ópera inédita, dirigida por Julianna dos Santos, Mademoiselle Chanel, Parsifal, La Traviatta, The Rakes Progress, Rapto do Serralho, My Fair Lady, O Rei e Eu, Evita, Jesus Christo Superstar (Prêmio Bibi Ferreira de Melhor iluminação) e Vermelho, dirigidos por Jorge Takla . Design Gráfico — ludovico desenho gráfico (Paulo Humberto Ludovico de Almeida) Paulo Humberto Ludovico de Almeida (Ludovico Desenho Gráfico) Desenho Industrial na Scuola Politecnica di Design, Milão, e na Puc-Rio. Atua na área do Design Gráfico desde 1985. Trabalhos Recentes Exposições: Sérvulo Esmeraldo: Linha e Luz (CCBB/RJ/SP, 2023, curadoria de Dodora Guimarães Esmeraldo): identidade visual, sinalização e catálogo; João Carlos Martins: 80 Anos de História (FIESP, 2021, curadoria de Jorge Takla): identidade visual e sinalização; Ivan Serpa: A Expressão do Concreto (CCBB/SP, RJ, BH, curadoria de Marcus Lontra): identidade visual, sinalização e catálogo; Semana de Arte 2017 e 2018 (feira de arte produzida por Emilio Kalil e Luisa Strina): identidade visual, sinalização e catálogo, dentre outras. Programas para espetáculos de dança (SESC/SP, Escritório Emílio Kalil, Cultura Artística, Cisne Negro), teatro (Takla Produções, Fagundes Produções), óperas (Municipal de S. Paulo) e concertos (Cultura Artística, de 1996 a 2018), dentre outros. Catálogos de exposições para museus e galerias de arte. Livros: Raimundo de Oliveira: Um Anjo de Asas Vermelhas, de Maria Alice Milliet (2023), Sérvulo Esmeraldo: Linha e Luz (CCBB, 2023), Lina Bo Bardi Designer, de Sergio Campos (2022), Athos Bulcão (Fundação Athos Bulcão, Prêmio Jabuti 2010), Carmela Gross, de Ana Belluzzo (Cosac & Naify, Prêmio APCA 2000), Amelia Toledo: As Naturezas do Artifício, de Agnaldo Farias (W11), Brasil (Ministério das Relações Exteriores, Prêmio Fernando Pini (1998), Yolanda Mohalyi, de Maria Alice Milliet, La Isla Concreta, de Osbel Suarez, O Furor da Metrópole, de Juan Manuel Ballester (os três últimos para Dan Galeria), dentre outros. Mais informações: http://www.ludovicodesign.com.br, https://www.facebook.com/ludovicodesign/ Criação de Projeções — A definir Visagismo — A definir Produção de Figurinos — Equipe a definir Produção de Cenários — Equipe a definir Assistente de Cenografia — A definir Assistente de Figurinos — A definir Assistente de Coreografia — A definir Assistentes de Produção — A definir
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.