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Montagem e temporada da peça "Escola de Mulhares" de Molière
Molière em sua peça "Escola de Mulheres" discorre com maestria exatamente sobre o problema das relações humanas centrando-o no casamento e no adultério, de forma a demonstrar que na sociedade elizabethana, dentro de suas regras e princípios, um não existe sem o outro, como se fossem complementares, antes que causa e efeito. "Existe a certeza de que os chifres são o adorno infalível de qualquer matrimônio", "para quem acha os chifres a suprema vergonha, não casar é a única maneira de estar bem seguro". Arnolfo, personagem central da comédia, é um exímio conhecedor dos adultérios da cidade e dos motivos que os predispunham. Ao menos, julgava ele que os adultérios se davam porque os homens eram demasiado complacentes e as mulheres, alfabetizadas, belas, talentosas, eram cheias de artimanhas desenvolvidas especialmente para enganar os maridos com "destreza e malícia". Para que ele não sofresse a mesma coroação que tanto ridicularizava, havia criado uma menina, a partir de sua receita infalível de mulher honesta, com a qual se casaria. Seria uma pobre idiota, estúpida, submissa, dependente e de completa inocência. No entanto, Inês, a escolhida, embora inocente e ingênua como o desejava Arnolfo, ironicamente, apaixona-se por Horácio, filho de Orionte, seu amigo pessoal. O adultério (do latim "adulterio" -infidelidade conjugal) propriamente dito não se consuma pois Arnolfo e Inês não chegam a se casar. Inês é apenas coerente com seu sentimento, firme e constante em sua decisão. Porém, do ponto de vista de Arnolfo a traição se dá (do latim "traditione" - não cumprimento, não correspondência, deslealdade, infidelidade no amor), e essa é suficiente para configurar um adultério. Arnolfo, defensor do primado masculino em que "a onipotência é para quem tem barbas", depara-se com uma outra força igual ou superior à sua, a qual considerava não existir, a vontade feminina. "Ainda que sejamos duas partes de um mesmo todo, as duas partes não são nada iguais. Uma é suprema; outra, subalterna. Uma, em tudo, tem que submeter-se à outra, que comanda."
OBJETIVO GERAL Realizar montagem e temporada da peça "Escola de Mulheres" uma comédia de Molière, com direção de Sérgio Módena na cidade do Rio de Janeiro. OBJETIVO ESPECÍFICO Realizar 32 apresentações e 2 ensaios abertos do espetáculo no período de dois meses. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar: 2 ensaios abertos do espetáculo com ingressos gratuitos para 350 espectadores 2 Palestras gratuitas com 175 participantes totalizando um total de 350 pessoas.
Como toda obra de gênio, o teatro de Molière se eternizou porque consegue aprender e dar forma a aspectos essenciais da natureza humana. Mudam os tempos e os costumes, mas os moldes sociais continuam norteados pelas paixões humanas. As experiências de trazer para os nossos dias peças clássicas podem ser interessantes sob um aspecto formal, mas os retratos humanos e sociais traçados por Shakespeare, Cervantes ou Molière, dispensam qualquer atualização. Justamente por captarem a perenidade dos caráteres humanos por debaixo dos usos e costumes de suas próprias épocas é que são geniais. Definida pelas tradições da Europa Absolutista, assim como pela crescente influência do humanismo burguês, a obra de Molière articula muito bem esses dois momentos históricos, representando a moral e as ideias desse período de transição. Seus textos criticavam os maneirismos e exageros da época, tidos como distintos pelas elites aristocráticas. Molière também alfinetava as convenções repressoras, assim como a hipocrisia da sociedade, tanto pelo lado cristão como pelo lado materialista. Esse sarcasmo fez o lado cômico do autor se tornar muito mais famoso do que a tragédia, sua preferencia pessoal. Suas obras mais célebres são: "O misantropo", "O tartufo", "Escola de mulheres", "O doente imaginário", "A escola dos maridos", "Don Juan", "As sabichonas" e "O burguês fidalgo". "Escola de Maridos" é, talvez, a primeira obra-prima que Molière escreveu: obra-prima com estudo psicológico, composição, e como comédia. Antes da Escola de Maridos, o grande poeta só escrevera com o intuito de fazer rir as plateias. Com esta comédia principiou a escrever para fazê-las pensar. O projeto se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; § 1o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais cuja exibição, utilização e circulação dos bens culturais deles resultantes sejam abertas, sem distinção, a qualquer pessoa, se gratuitas, e a público pagante, se cobrado ingresso. (Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 11.646, de 2008) Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Gênio da literatura francesa e universal, Molière adotou as formas tradicionais da comédia e revitalizou-as num novo estilo, em que os contrários se confrontam: a verdade se opõe à falsidade, a inteligência ao pedantismo. Esse estilo, unido à aguda percepção do absurdo da vida cotidiana, deu às obras de Molière um caráter inimitável. Jean-Baptiste Poquelin, conhecido como Molière, foi batizado em Paris em 15 de janeiro de 1622. Filho de um rico fornecedor de tapetes da casa real, recebeu educação privilegiada no colégio de Clermont. Recusou-se, porém, a seguir a carreira do pai e decidiu abraçar o teatro. Em 1643 fundou em Paris, junto com outros nove atores a companhia L'Illustre-Théâtre, que se apresentou em Paris durante dois anos. Adotou o nome artístico de Molière e, totalmente responsável pelo grupo, tentou manter um teatro, mas as dívidas, que o levaram duas vezes à prisão, obrigaram o grupo a deixar a capital em 1645. Durante os 13 anos seguintes, a companhia excursionou pela França, representando obras do repertório clássico e algumas peças curtas escritas por Molière. A experiência que adquiriu nessa época como autor e diretor foi decisiva para seu triunfo posterior, pois Molière, embora extraordinário escritor, jamais concebeu suas obras para a publicação, mas sim para a representação, e sua trama adaptou-se sempre às necessidades da ação cênica. O caminho para o sucesso se abriu para Molière em 1658, quando a companhia pôde representar diante do rei Luís XIV a obra Nicomède, de Corneille, e uma peça curta do próprio Molière, Le Docteur amoureux (O médico apaixonado). Seu êxito foi tão retumbante que o duque Filipe de Orléans, irmão do rei, tomou o grupo sob sua proteção e, sete anos mais tarde, o próprio monarca concedeu-lhe seu favor e deu à companhia o nome de Troupe du Roi. A primeira obra importante de Molière representada em Paris, Les Précieuses ridicules (1659; As preciosas ridículas), já continha a crítica à afetação e o apelo ao bom senso que caracterizariam sua obra. Em 1660-1661 a companhia estabeleceu-se definitivamente numa sala do Palais-Royal preparada para funcionar como teatro. A partir de então, Molière apresentaria em Paris - e apenas ocasionalmente em outros lugares - 31 obras próprias e muitas outras de diversos autores, e sustentaria uma luta perene contra as acusações de imoralidade e as proibições que com freqüência suscitaram suas obras. L'École des femmes (1662; A escola de mulheres), representada depois de Sganarelle (1660), teve grande êxito, mas foi ainda maior o da estréia de Tartuffe (Tartufo) em 1664. Por meio de um diálogo de enorme sutileza e força cômica, o autor apresentava a figura de um homem sensual e lascivo que, sob a aparência de asceta virtuoso, consegue aproveitar-se da confiança de seu protetor e inclusive voltá-lo contra a família, e só é desmascarado quando tenta seduzir a dona da casa. A crítica à hipocrisia religiosa levantou contra Molière o clero católico, que conseguiu proibir Tartuffe por cinco anos e Dom Juan, ou Le Festin de pierre (Dom Juan), obra da mesma época, por toda a vida do autor. Em 1665, contudo, Molière conseguiu outro triunfo clamoroso com Le Misanthrope (O misantropo), paródia de um personagem de princípios rígidos que não considera ninguém digno de comparar-se com ele e, para além de sua absurda arrogância, ignora, como muitos dos protagonistas do comediógrafo francês, sua verdadeira natureza. Depois de Le Médecin malgré lui (1666; Médico à força), Molière criou L'Avare (1668; O avarento), uma de suas obras-primas. A paradoxal condição do personagem central, desumano em sua paixão pelo dinheiro e desejoso ao mesmo tempo de amor e respeito, foi descrita por Goethe como mais trágica do que cômica. De qualquer modo, a comicidade da obra repousa não na farsa hilariante, mas na percepção da ambigüidade da natureza humana e, talvez por essa razão, foi pouco apreciada. Os últimos anos da vida de Molière foram marcados por uma contínua degradação em sua saúde. Apesar disso, ele foi capaz de produzir comédias notáveis como Le Bourgeois gentilhomme (1670; O burguês fidalgo), amável caricatura dos esforços de um novo rico para adquirir boas maneiras; e Les Femmes savantes (1672; As sabichonas). Nelas, como em toda sua obra, Molière mostra os traços estilísticos que soube criar e que transformariam a arte da comédia: a utilização precisa do diálogo, com uma linguagem adequada à natureza e ao nível social de quem os empregava -- nobres, burgueses, farsantes ou criados - e a ação, cujo progresso se baseia na inter-relação dos diferentes personagens. Em 17 de janeiro de 1673, enquanto representava no palco o protagonista de sua última obra, Le Malade imaginaire, Molière sofreu um repentino colapso e morreu poucas horas depois, em sua casa de Paris. Como se assinalou com freqüência, não é de estranhar que o mestre do duplo sentido e da dissimulação tenha encerrado a vida e a carreira no momento em que encarnava um falso doente.
Inciso do §2º do artigo 30 da IN 01/2023 referente à ação formativa cultural oferecida como CONTRAPARTIDA SOCIAL: II – Oferecer ensaios abertos e palestra. Realizar 2 ensaios abertos gratuitos para a população em geral Realizar a palestra gratuita A IMAGEM DO SOM com o diretor musical Wagner Campos para 350 participantes
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO detalhar quais serão as medidas adotadas. - ESCOLHER UM TEATRO QUE TENHA ACESSIBILDADE PARA DEFICIENTES FISÍCOS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZARE SESSÃO COM AUDIODESCRIÇÃO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR SESSÃO COM INTEPRETE EM LIBRAS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - LOCAÇÃO DE ABAFADOR DE SOM PARA AUTISTAS. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO detalhar quais serão as medidas adotadas. - ESCOLHER UMA SALA QUE TENHA ACESSIBILDADE PARA DEFICIENTES FISÍCOS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR UMA PALESTRA COM AUDIODESCRIÇÃO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR UMA PALESTRA COM INTEPRETE EM LIBRAS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - LOCAÇÃO DE ABAFADOR DE SOM PARA AUTISTAS.
Art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Art. 30. As propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território nacional, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária. Realizar: 2 Palestras gratuitas com 175 participantes totalizando um total de 350 pessoas. 2 ensaios abertos do espetáculo com ingressos gratuitos para 350 espectadores
DIREÇÃO - SÉRGIO MÓDENA Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp é também formado pela École Philipe Gaulier em Londres, onde realizou especializações em Shakespeare, Tchecov e Melodrama. Seus trabalhos mais recentes foram a direção das peças “Os Viloões de Shakesperar”, “Ricardo III” adaptação da obra de William Shakespeare, “Bossa Novinha, a Festa do Pijama” de Ana Velloso, “A Arte da Comédia”, de Eduardo de Filippo, “A revista do ano-O Olimpo Carioca” de Tânia Brandão,“As Mimosas da Praça Tiradentes”, musical de Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche. Ao lado de Pedro Brício, dirigiu em 2008 o premiado espetáculo "Cine-Teatro Limite". Em 2002, escreveu e dirigiu “Coração Inquieto”, baseado nas memórias de Santo Agostinho e adaptou, produziu e dirigiu “A Roupa Nova do Imperador”, baseado no conto de Andersen. Em 2013 foi indicado ao Prêmio Cesgranrio de Teatro pela direção da peça “A arte da Comédia”. CENÁRIO - JOSÉ DIAS Mestre e Doutor pela Universidade de São Paulo, desenvolvendo pesquisa sobre a arquitetura cênica no Brasil, o carioca José Dias começou sua carreira de cenógrafo em 1969. Ao teatro dedica maior parte do seu tempo, não só através de trabalhos profissionais, mas também pelo desempenho de funções acadêmicas. Como cenógrafo e figurinista, já participou de mais de 250 espetáculos. Da qualidade desses trabalhos resultaram indicações e prêmios. Recebeu o prêmio IBEU de teatro em 1985; o prêmio Shell de melhor cenografia em 1992, 1995 e 1996 e em 1994 e o prêmio Oscarito (SATED) como melhor cenógrafo do ano no Rio de Janeiro. FIGURINOS - COLMAR DINIZ Sociólogo graduado pela PUC-RJ. Um dos mais conhecidos cenógrafos e figurinistas do teatro também passou pela televisão e cinema. Em 1989/90 assinou os figurinos de Kananga do Japão e Pantanal, novelas da Rede Manchete, que primavam pelos detalhes. Foi cenógrafo, diretor de arte e figurinista em mais de noventa espetáculos, sendo criador da cenografia e figurinos do espetáculo O Mistério de Irma Vap, que marcou a cena brasileira por causa das muitas e rápidas trocas de figurino. Premiado quatro vezes com Prêmio Molière de teatro por cenários e figurinos e APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, por Kananga do Japão. Especialista Cultural da Gerência de Cultura e Arte do Sistema FIRJAN de 1999 a 2015. MÚSICAS E DIREÇÃO MUSICAL – WAGNER CAMPOS Compositor, pesquisador, arranjador, diretor/produtor musical e musicista especializado em instrumentos antigos e tradicionais de cordas dedilhadas. Iniciou sua carreira de instrumentista em meados da década de 1970 como concertista de violão, realizando inúmeros recitais solo e em duo, bem como diversos recitais como camerista. Em 1980, grava seu primeiro disco, contendo composições próprias para o instrumento. É compositor, arranjador, instrumentista, diretor e produtor musical em mais de trinta produções em Teatro, Televisão e Cinema, atuando desde o ano de 1979. Em publicações editoriais, é autor de vários artigos e estudos sobre a música brasileira, destacando, entre outros, "A Música do Nordeste do Brasil", "A Música do Norte do Brasil", "A Música do Sudeste do Brasil" e "A Música do Sul do Brasil", publicados entre os anos de 2002 a 2004, "A Viola do Samba Chula", "A Guitarra, a Viola", "Achegas para a História do Violão" publicados em 2004 e 2005 e”Achegas para a História da Viola no Brasil”, publicado em 2007 . É autor do livro "A História do Violão", publicado em 2006. Entre 1998 e 2008 foi curador musical do Projeto SONORA BRASIL – Circuito Nacional de Música, do Sesc Nacional. Entre 2008 e 2016 dirigiu o NPAV – Núcleo de Produção de Audiovisual, do Sesc Nacional. ILUMINAÇÃO – ROGÉRIO WILTGEN Cursos: “Theatre Lighting: Design & Technology”, Londres, 1991 Curso realizado em Março de 1991, em Londres onde foram selecionados pelo Conselho Britânico iluminadores de todo o mundo para participar de palestras, análises e debates com iluminadores como Andrew Brige (The Phantom of the Opera, Cats) , David Hersey (Miss Saigon), entre outros. Teatro: Projeto de Iluminação cênica de mais de cem espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe , SATED , Coca-cola e Cultura Inglesa de Teatro (12 prêmios de Melhor espetáculo e indicações como melhor iluminador dos anos de 1995 e 96), trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Jacqueline Laurence, José Henrique, Carlos Augusto Nazareth, João Bittencourt, Jorge Fernando, Luís Armando Queirós, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel, Sérgio Britto, entre outros. Em 2018 recebeu o Prêmio Botequim Cultural pela iluminação do espetáculo musical “Bibi, uma Vida em Musical”. Em 2020 recebeu o Prêmio Cesgranrio de Teatro e o Prêmio Shell peça iluminação do espetáculo A Cor Púrpura - O Musical, com direção de Tadeu Aguiar em 2019. ATOR PROTAGONISTA - EDWIN LOUISE Mais de 40 anos se passaram da sua estreia na TV Tupi, em “Camomila e bem-me-quer”. Pouco depois, em 1977, ficou conhecido por interpretar o galã Álvaro, no sucesso Escrava Isaura. Ao longo desses anos, Edwin Luisi agregou a sua trajetória outros importantes trabalhos em telenovelas. Passou pela Manchete, pela Record, pelo SBT e pela TV Globo, na qual a última atuação foi em 2013, em “Sangue Bom”. É formado pela Escola de Arte Dramática, da Universidade de São Paulo, e dedicou-se também aos estudos de História da Arte. No cinema atuou em “O Judeu”, Aleijadinho”, entre outros longas. Recentemente, brilhou nos palcos no musical “Barbaridade”, com texto chancelado por Luís Fernando Verissimo, Ziraldo e Zuenir Ventura. PROPONENTE: L. PRODUÇÕES ARTISTICAS LTDA. será COORDENADOR GERAL, GERENCIA FINANCEIRA e ATOR (Edmundo Lippi) EDMUNDO LIPPI – ATOR E COORDENADOR A partir de 1992 produz e atua em mais de 21 espetáculos teatrasi, entre eles: “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare, direção de Cláudio Torres Gonzaga; “À Margem da Vida” de Tenesse Williams, direção de Roberto Vignati. “Frankenstein” de Mary Shelley, direção de Angela Leite Lopes. “As Malandragens de Scapino” de Molière, direção de João Bethencourt; “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton, direção Sidnei Cruz; “O Avarento” de Molière, direção de João Bethencourt; “A Moratória” de Jorge Andrade, direção de Sidney Cruz; “Thérèse Raquin” de Émile Zola, direção de João Fonseca; “Auto Compadecida” de Ariano Suassuna, direção de Sidnei Cruz; “O Doente Imaghinário” de Molière, direção de Jacqueline Laurence; “Vaidades&Tolices” de Anton Tchekov, direção de Sidnei Cruz e “O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna, direção de Wagner Campos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.