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PRONAC 232847Autorizada a captação total dos recursosMecenato

SONHO MANIFESTO

AUTONAUTA PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 1,51 mi
Aprovado
R$ 1,51 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
23

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2023-11-01
Término
2026-08-22
Locais de realização (2)
Curitiba ParanáRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Realizar a criação, montagem, estreia e temporada do espeta´culo teatral "SONHO MANIFESTO" (ti´tulo proviso´rio), com texto e direça~o de Marcio Abreu, produça~o e realizaça~o da companhia brasileira de teatro, com 6 artistas multidisciplinares a serem convidados, e temporada nas cidades de Curitiba/PR e Rio de Janeiro/RJ, realizando 40 sesso~es da obra e atingindo um pu´blico aproximado de 8.000 pessoas.

Sinopse

SONHO MANIFESTO será um espetáculo que será criado em sala de ensaios, com dramaturgia e direção de Marcio Abreu e sua companhia brasileira de teatro, um novo mergulho nas águas brasileiras, muitas vezes turvas e revoltas. A peça promoverá diálogos com o real por meio de uma sequência de discursos e uma transversalidade de linguagens – música, teatro, performance, audiovisual — que trazem o espectador para uma reflexão sobre o presente do país, em seu aspecto político e humano, reforçando nossos laços de cooperação. Tendo as corporeidades e historicidades diversas em primeiro plano, postas em relação e tendo o sonho como lugar de ação no mundo. Sonho como lugar de vida e transformação. Como respondemos ao mundo tudo que vivemos? Que movimentos podem promover espaços de vida e criação? Que mundo queremos habitar? Que histórias precisam ser contadas? Que gestos no presente podem criar algum futuro? O que sonhamos? Enquanto houver vida, ainda há tempo para mudar. Esse é o campo de ação onde se manifesta nossa peça: uma ação poética, concreta no mundo de hoje e que se estabelece como possibilidade outra de vida, em contraposição aos sentidos de morte e apagamentos que avançam no mundo com ideologias neocoloniais e neofascistas e com evidente caráter excludente e destrutivo. A peça busca uma linguagem que evoca a matéria do sonho que age e transforma o agora, semeando o futuro. Com duração de aproximadamente 120 minutos, a peça parte da continuidade da pesquisa da companhia que já resultou em 3 outros trabalhos: PROJETO bRASIL (2014), PRETO (2017) e Sem palavras (2021), e durante processo de criação selecionará artistas multidisciplinares para integrar seu elenco.

Objetivos

- Realizar a pesquisa, criação, montagem, estreia e temporada do espeta´culo teatral "SONHO MANIFESTO" (ti´tulo proviso´rio), texto e direção do reconhecido artista, diretor e dramaturgo Marcio Abreu, com a companhia brasileira de teatro, nas cidades do Rio de Janeiro/RJ (24 sesso~es) e de Curitiba (16 sesso~es), em teatros privados a serem definidos, com capacidade media para 200 espectadores, atingindo um pu´blico de aproximadamente 8.000 pessoas nas duas cidades. Objetivos especi´ficos: A) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: realizar 40 apresentações teatrais da peça "SONHO MANIFESTO" (título provisório) com cobrança de ingressos entre R$ 15,00 e R$50,00 (valor da inteira), sendo 24 sessões na cidade do Rio de Janeiro/RJ durante 2 meses, com 4 sessões semanais por 6 semanas; e 16 sessões na cidade de Curitiba/PR durante 1 mês, com 4 sessões semanais por 4 semanas. B) Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: realizar durante 4 meses, 4 oficinas/vivências de teatro gratuitas e com bolsa-incentivo aos participantes, sendo 2 em cada cidade, cada uma com 24 horas de duração ao longo de uma semana cada uma, totalizando 96 horas/aulas durante a execução do projeto. Serão elas: a) dramaturgia e processos criativos, com Marcio Abreu; b) interpretação e performance, com a companhia brasileira de teatro e artistas já confirmados no projeto; c) criação musical com Felipe Storino; e d) estudo de movimento e poéticas do corpo na cena, com Kenia Dias. Será nessas oficinas/vivências em Curitiba e Rio de Janeiro que serão escolhidos os artistas das diversas linguagens que irão atuar no espetáculo. Serão convidados para cada vivência até 20 artistas, totalizando 40 artistas em cada cidade, e sua seleção será ampla, por apresentação de currículo e carta de intenção e terá 70% das vagas reservadas para ações afirmativas voltadas a artistas negros, indígenas, LGBTQIA+, e/ou pessoas em vulnerabilidade social. Dos 80 artistas que participarem dessa seleção/vivência, 6 serão escolhidos para atuar no espetáculo a ser criado. Todos os artistas selecionados para as vivências deverão ter até 30 anos, alguma experiência cênica e respeitar as cotas de seleção mencionadas acima. C) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar 2 ensaios abertos do espetáculo com debates entre equipe e público em cada cidade para um um pu´blico de ate´ 200 pessoas em cada um, totalizando assim 4 ensaios abertos + debates e 800 pessoas, ou seja, 10% do quantitativo total do pu´blico previsto pelo Projeto, totalmente gratuita. - Dar continuidade à pesquisa destes artistas, iniciada em 2013 por esta companhia de teatro com patrocínio da Petrobras e edital de fomento à manutenção de grupos teatrais, num projeto que já se desdobrou em várias peças teatrais com dramaturgias próprias, começando por PROJETO bRASIL (2014), passando por PRETO (2017) e chegando até a peça SEM PALAVRAS (2021). Essa trilogia inscreve o trabalho do autor/diretor Marcio Abreu e do coletivo de artistas multidisciplinar que integra cada uma dessas peças em processos criativos que se desenvolvem em profunda conexão com a sociedade e seus temas urgentes e também com o público, já que cada uma dessas experiências contou com a presença das pessoas de comunidades diversas em todas as etapas de criação, através de encontros, demonstrações públicas de trabalho, ensaios abertos e rodas de conversa. SONHO MANIFESTO será a quarta experiência e desdobramento dessa pesquisa. - Convidar artistas, pesquisadores e especialistas em diversas áreas do saber, entre elas: Teatro, música, dança, vídeo, filosofia, sociologia, antropologia e história, afim de estabelecer a pesquisa e convidar os artistas que, ao final, farão parte do elenco dessa obra; - Realizar encontros semanais de pesquisa, leituras, debates e experiências cênicas afim de fomentar a escrita criativa dessa obra e do texto objeto da pesquisa; - Construir, com seus artistas e colaboradores, uma obra atual que reflita questões do Brasil (e do mundo) hoje, para experiência do pu´blico nas cidades de Curitiba e Rio de Janeiro; - Refletir e reforçar os vi´nculos da companhia com o pu´blico, apo´s 23 anos de contato e produça~o ininterrupta, uma das companhias das artes cênicas com trabalho realizado e reconhecido no Brasil e em países como Alemanha, França, Portugal e México;

Justificativa

SONHO MANIFESTO é um projeto de criação artística no campo das artes cênicas que parte de uma pesquisa em longo prazo sobre as perspectivas de transformação do Brasil e os desafios das sociedades contemporâneas num mundo e num planeta em ebulição constante e diante da encruzilhada que pode definir se teremos possibilidades de futuro ou não. O contexto de criação desta obra inicia em 2013 junto com a companhia brasileira de teatro num projeto que se desdobra em várias peças teatrais com dramaturgias próprias, começando por PROJETO bRASIL (2014), passando por PRETO (2017) e chegando até a peça SEM PALAVRAS (2021). Essa trilogia inscreve o trabalho do autor/diretor Marcio Abreu - e do coletivo de artistas multidisciplinar que integra cada uma dessas peças - em processos criativos que se desenvolvem em profunda conexão com a sociedade e seus temas urgentes e também com o público, já que cada uma dessas experiências contou com a presença das pessoas de comunidades diversas em todas as etapas de criação, através de encontros, demonstrações públicas de trabalho, ensaios abertos e rodas de conversa. A trilogia acima referida se debruça sobre questões como as vozes públicas e os discursos contemporâneos que revelam as pluralidades do nosso país; os pilares das culturas afrodiaspóricas e as dimensões estruturais do racismo em nossa história e em nossa sociedade, discutindo possibilidades de coexistência das diferenças; modos de existências e linguagens historicamente apagadas e a busca por manifestar contradições e singularidades, entre outras questões que emergem do contato sensível e impactante com o público em encenações que conectam no âmbito do teatro as linguagens da performance, da música, da dança e do audiovisual. SONHO MANIFESTO parte dessa experiência mas busca dar um passo além, se confrontar com novos riscos, ocupar um lugar outro. Depois da vivência de 6 anos de desmontes e ataques a democracia, às instituições sociais e ao planeta, além das dimensões ainda insondáveis das marcas deixadas pela pandemia, retomamos o campo da arte com nossos corpos e sensibilidades cindidos e transformados. A partir daí nos lançamos perguntas: como, para quem, com quem o teatro hoje? Que linguagens podem comunicar e incluir? Que movimentos podem promover espaços de vida e criação? Que mundo queremos habitar? Que histórias precisam ser contadas? Que gestos no presente podem criar algum futuro? Para tanto nos apoiamos na obra da jornalista e escritora brasileira Eliane Brum, na obra do neurocientista brasileiro Sidarta Ribeiro e no livro O Som do Rugido da Onça, da autora pernambucana Micheliny Verunschk, na obra da multiartista brasileira Jota Mombaça, entre outras referências, como o pensamento da poeta, dramaturga e professora Leda Maria Martins. Somente com a participaça~o da Lei Federal de Incentivo à Cultura e/ou editais públicos, podemos realizar essa pesquisa, criação e montagem de um projeto investigativo e reflexivo acerca dos temas sensíveis do Brasil de hoje. Com custo estimado em aproximadamente R$ 1 mi, e receita estimada em menos de R$ 200 mil, na~o seria possi´vel fazer tantas sesso~es, para pu´blico ta~o diverso, cobrando preços populares e ainda, distribuir 10% dos ingressos com cara´ter social, educativo e de formaça~o arti´stica para beneficia´rios que atendam os crite´rios da IN vigente, 10% para formadores de opinia~o, 10% para patrocinadores. Com a realizaça~o deste Projeto, damos continuidade ao trabalho da companhia brasileira de teatro, uma das mais respeitadas no cena´rio das artes cênicas no Brasil e que completa 23 anos de atividades ininterruptas em 2023. Ale´m disso, o Projeto gera empregos e rendas nas cidades em que e´ apresentado, atrave´s das contrataço~es de serviços locais direta e indiretamente, e reúne seus principais colaboradores ao longo dos 23 anos de existência. Fica claro, com isso, que o Projeto se enquadra nos incisos I, III, IV, V e VIII do Art. 1o da Lei 8313/91, uma vez que contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; apo´ia, valoriza e difunde o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; protege as expresso~es culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsa´veis pelo pluralismo da cultura nacional; salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; estimula a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria. O Projeto ainda esta´ devidamente enquadrado no Artigo 3o da Lei 8313/91, nos incisos II - letra c e Inciso IV, letras a e b, uma vez que fomenta à produça~o cultural e arti´stica, mediante a realizaça~o de espeta´culos de artes cênicas e estimula ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuiça~o gratuita e pu´blica de 10% de seus ingressos para espeta´culo teatral, ale´m de gerar estudos, pesquisas na a´rea da cultura e da arte e de seus va´rios segmentos e formaça~o de artistas nas 2 cidades em que o projeto sera´ realizado.

Especificação técnica

Serão 4 vivências/workshops em cada cidade, para público de até 20 pessoas cada uma, atingindo 80 jovens artistas. Cidades: Rio de Janeiro/RJ e Curitiba/PR. Em cada cidade, haverão 2 vivências/oficinas. Total de horas de cada vivência/oficina: 24 horas. Total de pessoas por ação: 20 Total de vivências/oficinas: 4 Total de horas: 96 horas. Total de artistas selecionados para oficinas/vivências: 80. Destas 4 vivências, serão convidados os 8 artistas a integrar o elenco do espetáculo Sonho Manifesto. Segue abaixo breve descritivo das vivências/oficinas já programadas: A vivência/oficina interpretação e performance será conduzida pelo coletivo de artistas já confirmado no Projeto, e seu conteúdo e metodolgia será atualizada nessa plataforma assim que definida e iniciado o trabalho: A) pontos.em.vista. Com a artista e diretora Kenia Dias Ateliê de criação a partir do estudo do movimento e seus desdobramentos poéticos. Que outras maneiras de estar no espaço são possíveis, de forma a ampliar as perspectivas do corpo? Como uma mesma sequência de movimento pode ser dançada com diferentes versões e qualidades de presença? Investigaremos individual e coletivamente situações cênicas a partir do movimento, das imagens criadas e das articulações transitórias de sentidos, de forma a expandir as possibilidades de montar, demolir e reinventar dramaturgias. B) Dramaturgias e processos criativos Com diretor e autor Marcio Abreu O curso “Dramaturgias do hoje e do amanhã” tem caráter expositivo e abordará de maneira analítica, contextual e relacional um repertório dramatúrgico e de processos criativos associados às experiências de pesquisa e criação junto a companhia brasileira de teatro, ao Grupo Galpão e a outrxs artistas e coletivos. Além da obra de Marcio Abreu, passaremos por autores como Julio Cortázar, Philippe Minyana, Jean-Luc Lagarce, Paulo Leminski, Ivan Viripaev, Noëlle Renaude, Joël Pommerat, Hanoch Levin, Grace Passô, Alexandra Badea, entre outrxs. Conheceremos aspectos singulares dos processos de criação e das escritas de peças como PROJETO bRASIL, Preto, Nós e Outros. Buscaremos articular pensamentos e propostas lançadas para o futuro. C) Dramaturgia Sonora & Companhia Oficina de Felipe Storino dividida em três movimentos. O curso pretende gerar um material informativo original a partir da experiência contínua do artista em diferentes companhias de teatro brasileiras. A oficina propõe trazer elementos do pensamento musical e sonoro que encontra sua relação com o espaço, o corpo, a estética, a cena, o jogo, o grupo, a escuta, o silêncio e o outro. Com isso em vista, visa o desenvolvimento de ferramentas de escuta dentro de diferentes processos artísticos. Cada movimento do curso discorre acerca do trabalho criativo e técnico de sonorização e criação musical dentro de diferentes espetáculos e companhias, sendo divididos da seguinte forma: Movimento 1: Partituras Transparentes - Cia. Teatro Autônomo. Este módulo orienta-se a partir das seguintes questões: como planejar composições abertas com o texto sendo escrito no processo de ensaio? Como criar narrativas poéticas a partir do “teatro clipe”? Movimento 2: A banda personagem - Aquela Cia. de Teatro: a música como personagem narrador. Movimento 3: O espaço como som - Companhia Brasileira de Teatro: a música como ação cênica e não incidental, os atores e o cenário como máquina sonora. Tendo isso em mente, a oficina se desenvolve a partir da exposição de trechos e análises técnicas musicais de processos artísticos de criação das peças “Caranguejo Overdrive”, “Guanabara Canibal”, “Cara de Cavalo”, “Edypop”, “Outside” e “Laio e Crisipo”, da Aquela Cia.; “Nós” e “Outros”, do Grupo Galpão; “Conselho de Classe” e “Laboratorial”, com a Companhia dos Atores; “Esta Criança”, “Krum”, “Projeto bRASIL” e “Preto”, da Companhia Brasileira de Teatro; e “- Nu de mim mesmo” e “Deve haver algum sentido em mim que basta” da Cia. Teatro Autônomo. Ao investigar a criação de linguagens e dramaturgias, aproveitando-se das especificidades de cada linguagem, o artista desenvolve metodologias que possibilitam criações musicais cênicas, a fim de trazer a singularidade do encontro de cada processo.

Acessibilidade

Para garantir acessibilidade, essencial para garantia da democracia, os Teatros escolhidos para realização do espetáculo teatral "SONHO MANIFESTO" (título provisório), produto principal deste projeto, assim como ações de democratização do acesso (debates, vivências, estudos) terão obrigatoriamente as melhores condições de segurança e autonomia em suas dependências para atender ao maior número possível de pessoas, afim de oferecer atenção especial a todos aqueles que possuem mobilidade reduzida ou quaisquer outras deficiências físicas e aos idosos. Declaramos, com isso, que os espaços para realização do projeto PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: os teatros a serem escolhidos deverão, obrigatoriamente, possuir acessibilidade arquitetônica, tais como: rampas de acesso para cadeirantes, corrimão, banheiros adaptados, poltronas para pessoas acima do peso, iluminação de solo, acompanhamento presencial a ser contratado pelo Projeto para auxiliar na locomoção de portadores de deficiência intelectual, visual ou auditiva, além de todo e qualquer outro benefício para atender de forma responsável aos portadores de qualquer deficiência e aos idosos de acordo com artigo 25 da IN de 10/4/2023 e nos termos dos artigos 42, 43 e 44 da Lei no 13.146, de 6/7/2015, do artigo 46 do Decreto no 3.298, de 20/12/1999, do Decreto no 9.404, de 11/6/2018. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: em todas as sessões haverá Audiodescrição e acompanhamento para público com deficência visual. Ainda será criado um guia-áudio para esse público ter acesso às imagens e textos do programa do espetáculo, distribuído gratuitamente. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: em todas as sessões haverá Intérprete em Libras e acompanhamento para público surdo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: em todas as sessões haverá profissional capacitado e acompanhamento para público com deficiência intelectual, além de material complementar (programa do espetáculo) adaptado para esse público, distribuído gratuitamente como ao público sem deficência. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL - 4 ensaios abertos, seguidos de 4 debates com a equipe criativa. Esse Produto será realizado no mesmo teatro onde ocorrem as sessões do espetáculo. Logo: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: os teatros a serem escolhidos deverão, obrigatoriamente, possuir acessibilidade arquitetônica, tais como: rampas de acesso para cadeirantes, corrimão, banheiros adaptados, poltronas para pessoas acima do peso, iluminação de solo, acompanhamento presencial a ser contratado pelo Projeto para auxiliar na locomoção de portadores de deficiência intelectual, visual ou auditiva, além de todo e qualquer outro benefício para atender de forma responsável aos portadores de qualquer deficiência e aos idosos de acordo com artigo 25 da IN de 10/4/2023 e nos termos dos artigos 42, 43 e 44 da Lei no 13.146, de 6/7/2015, do artigo 46 do Decreto no 3.298, de 20/12/1999, do Decreto no 9.404, de 11/6/2018. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: em todos os ensaios abertos e debates haverá Audiodescrição e acompanhamento para público com deficência visual. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: em todos os ensaios abertos e debates haverá Intérprete em Libras e acompanhamento para público surdo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: em todos os ensaios abertos e debates haverá profissional capacitado para acompanhamento do público com deficiência intelectual. PRODUTO: OFICINAS / VIVENCIAS - 4 oficinas/vivências, conforme Plano de Responsabilidade Social e Objetivos dessa Proposta, a serem realizados em espaço adequado para trabalho corporal e intelectual de 20 participantes cada uma. ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: as salas e/ou espaços a serem escolhidos deverão, obrigatoriamente, possuir acessibilidade arquitetônica, tais como: rampas de acesso para cadeirantes, corrimão, banheiros adaptados, poltronas para pessoas acima do peso, iluminação de solo, acompanhamento presencial a ser contratado pelo Projeto para auxiliar na locomoção de portadores de deficiência intelectual, visual ou auditiva, além de todo e qualquer outro benefício para atender de forma responsável aos portadores de qualquer deficiência e aos idosos de acordo com artigo 25 da IN de 10/4/2023 e nos termos dos artigos 42, 43 e 44 da Lei no 13.146, de 6/7/2015, do artigo 46 do Decreto no 3.298, de 20/12/1999, do Decreto no 9.404, de 11/6/2018. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: em todas as oficinas haverá Audiodescritor e acompanhamento para eventuais participantes com deficência visual, que atuarão com os deficientes. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: em todas as oficinas haverá Intérprete em Libras e acompanhamento para artistas surdos, caso haja. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: em todas as oficinas/vivências haverá profissional capacitado para acompanhamento do público com deficiência intelectual.

Democratização do acesso

A) Atendendo ao artigo 27 da IN de 10/4/2023, o plano de distribuição da proposta prevê as seguintes medidas de democratização do acesso aos produtos e ações culturais produzidos: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Com isso, prevemos a distribuição gratuita de 800 ingressos, que representam 10% do total previsto no Plano de Distribuição, para estudantes e professores da Rede Pública de Ensino e de Projetos sociais, educacionais e culturais de cada cidade. Os ingressos serão distribuídos em sua proporcionalidade: 16 sessões em Curitiba (PR); Público total:3.200 | Distribuição gratuita: 32024 sessões no Rio de Janeiro (RJ); Público total:4.800 | Distribuição gratuita: 480 B) Atendendo ao artigo 28 da IN de 10/4/2023, selecionamos o Inciso II, da seguinte forma: Valor do ingresso: R$ 30,00 a R$ 50,00 (inteira), com meia entrada assegurada e ampliada a 100% de todos os idosos, estudantes e demais beneficiários de cada cidade, priorizando comunidades em vulnerabilidade social, e instituições de caráter educativo, a alunos e professores da rede pública de ensino médio e superior. Com isso, asseguramos ainda a realização dos Incisos I e II do Artigo 29 da IN de 10/4/2023, e garantimos o mínimo de 20% dos ingressos comercializados a valores que não ultrapassem 3% do salário mínimo, atendendo ao Inciso IV do artigo 27 da mesma IN citada. C) Atendendo ao Artigo 30 da IN 2 de 10/04/2023, realizaremos 2 debates em cada cidade com a equipe criativa do espetáculo para um um público de até 200 pessoas em cada um, totalizando assim 800 pessoas, ou seja, 10% do quantitativo total do público previsto pelo Projeto, totalmente gratuita. Ainda: durante a criação do espetáculo, no período de pre-produção, haverá as seguintes vivências e estudos: a) dramaturgia e processos criativos, b) interpretação e performance, c) criação musical e d) estudo de movimento e poéticas do corpo na cena serão realizadas nas cidades de Rio de Janeiro/RJ e Curitiba/PR, sendo 1 edição em cada cidade, afim de escolher os artistas das diversas linguagens que irão atuar no espetáculo. Serão convidados para cada vivência até 20 artistas, totalizando 40 artistas em cada cidade, e sua seleção será ampla, por apresentação de currículo e carta de intenção e terá 70% das vagas reservadas para ações afirmativas voltadas a artistas negros, indígenas, LGBTQIA+, e/ou pessoas em vulnerabilidade social. Dos 80 artistas que participarem dessa seleção/vivência, 6 serão escolhidos para atuar no espetáculo a ser criado. Todos os artistas selecionados para as vivências deverão ter até 30 anos e alguma experiência cênica.

Ficha técnica

Criação e produção companhia brasileira de teatro Texto, direção e pesquisa Marcio Abreu (sócio da instituição proponente) Assistente de direção, iluminadora e pesquisa: Nadja Naira (sócia da instituição proponente) Trilha sonora original, direção musical e pesquisa: Felipe Storino Diretor de produção e pesquisa: José Maria Direção de movimento e pesquisa: Kenia Dias Elenco: 6 artistas de até 30 anos selecionados nas vivências/oficinas, com 70% das vagas reservadas a artistas negros, indígenas, LBTQIA+ e/ou em vulnerabilidade social, a ser convidados a partir de ações realizadas nos primeiros meses da pesquisa/projeto. A. Realizadora: companhia brasileira de teatro é um coletivo de artistas de várias regiões do país fundado pelo dramaturgo e diretor Marcio Abreu em 2000. Sua pesquisa é voltada sobretudo para novas formas de escrita e para a criação contemporânea. Atualmente está em pesquisa e criação de sua nova peça: Sem Palavras, uma co-produção Entre suas principais realizações, peças com dramaturgia própria, escritas em processos colaborativos e simultâneos à criação dos espetáculos, como Sem palavras (2021); PRETO(2017); PROJETO bRASIL (2015); Vida (2010); O que eu gostaria de dizer (2008); Volta ao dia… (2002). Há ainda uma série de criações a partir da obra de autores inéditos no país como Krum (2015) de Hanock Levin; Esta Criança (2012), de Joël Pommerat; Isso te interessa? (2011), a partir do texto Bon, Saint-Cloud, de Noëlle Renaude; Oxigênio (2010), de Ivan Viripaev. A companhia realiza ainda frequentes intercâmbios com outros artistas no país e no exterior, estreou na França em 2014 o espetáculo Nus, ferozes e antropófagos em parceira com o coletivo francês Jakart. Mantém um repertório ativo e que circula com frequência. Recebeu os principais prêmios das artes no país. Mais informações, fotos, vídeos, entrevistas, comprovações, acesse: www.companhiabrasileira.art.br Assista os demais trabalhos que fazem parte da mesma pesquisa de Sonho Manifesto: a) Sem palavras - Sesc Pompeia - SP/BR - Fev 2022 https://youtu.be/fMDG-EhzucE b) PRETO - Sesc Campo Limpo - SP/BR - Nov 2017 https://youtu.be/CvgfDkMFpRk c) PROJETO bRASIL - Dresden/GE - May 2016 https://youtu.be/nEKQun4C60Y d) Documentário "Antes de Tudo" https://www.youtube.com/watch?v=OG2czAhxctM&t=151s B. Diretor e Dramaturgo Marcio Abreu Marcio Abreu é artista, diretor, dramaturgo, natural do Rio de Janeiro, pesquisa e cria obras em campos plurais e expandidos das dramaturgias, envolvendo as linguagens do teatro, da performance, do audiovisual, da dança, entre outros. É criador da companhia brasileira de teatro, sediada em Curitiba. Trabalha com artistas e pensadores de múltiplas linguagens e de diversas cidades do país e do exterior. Recebeu inúmeras indicações e prêmios por suas criações, tais como os Prêmios Bravo, APCA, Shell, Cesgranrio, Gralha Azul, Quem, Questão de Crítica. Tem textos publicados pelas editoras Cobogó, Javali, Revista Ensaio, Revista Subtexto e Maison Antoine Vitez. Foi co-curador do Festival de Teatro de Curitiba de 2016 a 2019 e curador em duas edições do Festival Midrash de Teatro, no Rio de Janeiro. Realiza diversas atividades de formação dentro e fora do Brasil. Algumas de suas obras: Por que não vivemos? (Adaptação da obra de Tchekhov, com a cia brasileira e convidades); Preto (dramaturgia própria em parceria com Nadja Naira e Grace Passô); Nós (com o Grupo Galpão); Outros (com o Grupo Galpão). Suas obras mais recentes, SEM PALAVRAS, estreou em 2021 na França, se apresentando também na Alemanha e em 2022 chega finalmente ao Brasil; O ESPECTADOR, adaptação do texto de Matéi Visniec, co-direção com Enrique Diaz, estreou em Junho de 2022 na reabertura do Teatro Poeira, no Rio de Janeiro. C. Músico e direção Musical, Felipe Storino Compositor, músico, produtor musical; criou as trilhas sonoras originais para os espetáculos de diversas Companhias de Teatro no Brasil como: Cia. Teatro Autônomo, Companhia Brasileira de Teatro, Aquela cia de teatro onde desenvolveu um trabalho de continuidade na narrativa musical, além de ter trabalhado com outras companhias como: Cia dos Atores, Grupo Galpão, Cia Pequod, Áreas coletivo de arte, Cia. Zeppelin e diversas produções independentes. Compôs e fez a direção musical dos espetáculos (Aquela Cia de Teatro, Direção de Marco Andre Nunes) "Outside - Um musical noir" Vencedor do 1º prêmio Questão de Crítica 2011 de Melhor Direção musical e trilha sonora original e do 6º prêmio APTR 2011 de melhor trilha sonora, “Cara de cavalo” Vencedor do 2º prêmio Questão de Crítica 2012, “Edypop” indicado ao 4º prêmio Questão de Crítica e ao prêmio Cesgranrio 2015 de Melhor Direção Musical, Vencedor do prêmio olhares da cena/Válvula de escape, “Caranguejo Overdrive” Contemplado com 0 5º prêmio Questão de Crítica de Melhor Direção musical e trilha sonora original, “Guanabara Canibal” indicado ao APTR 2018 de melhor trilha sonora, “Vim assim que soube” indicado ao premio shell de trilha sonora 2019. Com a Companhia Brasileira de Teatro fez “Esta Criança” (Direção de Marcio Abreu) Indicado ao prêmio Shell 2013 de melhor trilha-sonora, vencedor do prêmio Cenym de Melhor fundo musical e efeitos sonoros, “Krum” e “projeto brasil” Indicado ao 5º prêmio Questão de Crítica de Melhor Direção musical e trilha sonora original, “Nós” (Grupo Galpão) Vencedor do premio aplauso Brasil de melhor trilha sonona. Com Fabio Storino fez “A última aventura é a morte” Cia PeQuod indicado a ao APTR 2019 de melhor trilha sonora. C. A Iluminadora, dramaturga e assistente de direção, Nadja Naira Iluminadora, diretora teatral e dramaturga formada pelo Curso Superior de Artes Cênicas – PUC/PR e Centro Cultural Teatro Guaíra em 1993, mora em Curitiba PR. Como iluminadora, trabalha há mais de 25 anos com importantes diretores de teatro como Marcio Abreu e Grace Passô. Trabalha também com companhias de dança e tem diversos trabalhos em música. Recebeu diversas indicações a prêmios e em 2015 recebeu o Prêmio APTR e o Prêmio Questão de Crítica de melhor iluminação pelo espetáculo KRUM. Em 2012 recebeu o Prêmio Shell RJ de melhor iluminação pelo espetáculo Esta Criança. Recebeu o Prêmio Governador do Estado PR – Troféu Gralha Azul de melhor iluminação em 2000, 1999 e 1998 e o Prêmio Café do Teatro Curitiba PR- Troféu Poty Lazarotto em 2001 e 1999. Em 2015, participou da equipe da representação brasileira para a Seção dos Países e Regiões da Quadrienal de Praga (Espaço e Design da Performance) com trabalhos sobre as peças Nômades e Esta Criança. Como diretora realizou: Mesmas coisas (2017), A cidade sem mar (2016), textos de Manoel Carlos Karam e A Viagem (2009), ambas em co-direção com Giovana Soar; Mar Paraguayo (2015) de Wilson Bueno; Bolacha Maria (2008), textos de Manoel Carlos Karam; Os Leões (2006), de Pablo Miguel de la Vega y Mendoza. Dirigiu e adaptou textos para leituras dramáticas: Sabor Brasilis Cena HQ (2014), Mar Paraguayo (2008) de Wilson Bueno, Encrenca (2007) e outros textos de Manoel Carlos Karam. Em 2018 realiza oficina/laboratório sobre ausência de luz - Blackout, na companhia brasileira de teatro. E uma oficina sobre Dramaturgia de luz em parceria com Claudia de Bem e Priscila Costa na UDESC, Laboratório de Luz. Integra a companhia brasileira de teatro desde 2002, tendo participado todas as suas produções. D. Produtor, José MARIA Ator e diretor de produção, bacharel em Artes Cênicas formado em 2.004 pela Universidade Estadual de Londrina –PR. Em 2.007 cursou “Gestão de Políticas e Produtos Culturais” pela Faculdade São Luís (SP). Trabalha com Denise Fraga e Luiz Villaça desde 2.009 como Diretor de Produção, responsável pelo planejamento, execução e finalização dos Projetos da NIA Teatro. Entre os principais Projetos que realizou na NIA, destacam-se “A Visita da Velha Senhora”, (2017-2018), “Galileu Galilei”, de Bertolt Brech, direção de Cibele Forjaz (2015-2016), “Chorinho”, texto e direção de Fauzi Arap (2012). É Diretor de Produção da companhia brasileira de teatro, sediada em Curitiba/PR, uma das mais importantes companhias das artes cênicas do país, com a qual produziu “Sem palavras" (2021); Preto” (2017 - 2019) e “PROJETO bRASIL (2016-2017), todos textos originais inéditos da companhia; “KRUM”, de Hanock Levin (temporada SP 2015); "Esta Criança”, de Joel Pommerat (temporada em SP-2013); E. Kenia Dias, direção de movimento É diretora, performer e professora do Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília. Trabalha com diversos artistas e companhias de teatro e de dança, tais como: Grace Passô, Georgette Fadel, Denise Fraga, Dudude Herrmann, Márcio Abreu, Janaína Leite, Grupo Galpão/MG, Companhia Brasileira de Teatro/PR; Companhia de Dança Palácio das Artes. Alguns de seus trabalhos são: .m.a.n.i.f.e.s.t.a. direção em parceria com Marise Dinis com a Companhia de Dança do Palácio das Artes/BH; Sem Palavras com a Companhia Brasileira de Teatro (com 11 indicações de prêmios, dentre eles: Cesgranrio: direção de movimento, elenco, peça; Shell e APCA: melhor peça); Eu de Você, com Denise Fraga, direção de movimento; PretoperItamar, direção de movimento, com direção de Grace Passô e Anelis Assunção; Outros, direção de movimento, peça realizada pelo Grupo Galpão/MG e dirigida por Marcio Abreu; Vaga Carne em parceria com Grace Passô; Nós, ateliê de criação, peça realizada pelo Grupo Galpão; O Filho, direção de movimento, peça realizado pelo Teatro da Vertigem; Carne Moída, realizada em parceria na direção com Grace Passô. Fundou e coordenou em parceria com Ricardo Garcia o estúdiofitacrepeSP-ateliê de som e movimento, um espaço independente de pesquisa e criação nas artes do som e do movimento no período de 2014 a 2020 na cidade de São Paulo. É doutora em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, mestre em Arte pela UnB. O foco de sua pesquisa está em investigar dramaturgias corporais para cena e analisar registros de processos de criação.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.