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Latitudes dos Cavalos é uma peça teatral cronogramada para dois meses de ensaio e um mês de temporada, totalizando 16 apresentações, a se realizar em data a definir a partir de capatação do projeto, de preferência no segundo semestre de 2023, na cidade do Rio de janeiro. A peça conta com dramaturgia e direção de Gabriel Flores, no elenco os atores Willean Reis e Danilo Maia e produção da Algo em Negrito Produções. Apeça narra a história de dois homens em angústia dentro de seus relacionamentos amorosos, que selam um acordo para se ajudar e passam então a interpretar cada um a mulher do outro, numa tentativa de ensaiar o que irão falar para elas. À medida que a relação entre os dois avança, os ensaios e as memórias do passado se embaralham para colocar em xeque as suas certezas e elucidar futuros possíveis, enquanto características elementares do universo masculino são expostas em cena. O projeto inclui contrapartidas sociais em sua proposta.
A peça narra o encontro entre dois homens em conflitos amorosos: um deseja terminar um relacionamento falido, enquanto o outro busca reconquistar aquela que ele jura ser o amor de sua vida. Ao se conhecerem em circunstâncias inusitadas - na saída de um cinema pornô -, os dois selam um acordo para se ajudar e passam então a interpretar cada um a mulher do outro, numa tentativa de ensaiar o que irão falar para elas. À medida que a relação entre os dois avança, os ensaios e as memórias do passado se embaralham para colocar em xeque as suas certezas e elucidar futuros possíveis, enquanto características elementares do universo masculino são expostas em cena.
Geral:Desenvolver um diálogo sobre o pensamento masculino num universo regido pelo patriarcado e suas possíveis desconstruções, trazendo ao Teatro um lugar de questionamento e aprimoramento do ser. Objetivos Específicos Realizar uma temporada teatral de um mês (16 apresentações) do espetáculo "Latitudes dos Cavalos", com local a definir. O projeto prevê também a realização de ao menos dois debates com público após apresentações, como atividade complementar. Essa ação visa aprofundar e ampliar questões técnicas e artísticas provocadas pelo espetáculo, promovendo um melhor entendimento da obra e contribuindo com a política de formação de plateia. O projeto proporcionará empregos, diretos ou indiretos, a pelo menos 12 jovens artistas em início de carreira. O espetáculo também fomenta a continuidade de pesquisa de linguagem de um grupo que trabalha sobre este espetáculo desde meados de 2021, fortalecendo a criação de identidade de grupo e uma possível ideia de companhia teatral, em tempos onde esses grupos estão cada vez mais escassos. O projeto destinará 10% dos ingressos para contrapartidas sociais, com gratuidade na entrada.
A realização do projeto "Latitudes dos Cavalos" contribui para o cumprimento das finalidades do Pronac, conforme o Art. 1º da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Lei nº 8.313/91 A referida proposta está enquadrada no segmento Espetáculo de Artes Cênicas, Art. 18 da Lei nº 8313/91. Conforme incisos I, II, III, IV, V, VIII e IX do Art. 1º e Art. 3º da Lei 8313/91 a aprovação e financiamento deste projeto na Lei Federal de Incentivo à Cultura é imprescindível à sua realização, pois proporcionará ao público brasileiro um espetáculo de artes cênicas nacional, de alto nível artístico e o acesso aos de bens culturais com a comercialização de ingressos a preços populares, tornando o espetáculo acessível a diferentes camadas sociais, incluindo uma cota de gratuidade dos ingressos para estudantes e moradores de regiões carentes. Possibilitará também a realização de debates, permitindo uma maior compreensão da obra e contribuindo coma formação de novas plateias. A circulação do espetáculo "Latitudes dos cavalos" permitirá a difusão do trabalho de um jovem grupo, fomentando novos nomes da cena teatral e contemplando artistas de diversas áreas do estado do Rio de Janeiro _ e mesmo de outros estados _, que se mudaram para a capital na tentativa de se estabelecer artisticamente, em função do notório desfavorecimento sociocultural de áreas mais descentralizadas. O presente projeto contribui para o pleno exercício do direito à cultura.
Declaro que o projeto Latitudes dos cavalos é uma produção independete, realizada por jovens profissionais que buscam seu lugar no mercado de trabalho, oriundos de diferentes regioes do estado do Rio de Janeiro como: Norte Fluminense, Baixada Carioca, Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro. o presente projeto não detem a posse ou propriedade de espaços cenicos ou salas de apresentações. As primeiras temporadas da peça foram realizadas com investimentos do próprio bolso na tentativa destes profissionais realizarem seus oficios assim como entregar para a cidade do Rio de janeiro um produto cultural de alta qualidade dramaturgica e estética. Agora queremos firmar uma temporada sem sufoco, onde nossa equipe possa receber o justo e começarmos a sonhar com uma turnê nacional. O presente projeto pretende continuar com suas apresentações e já almeja a continuidade de sua vida.
Espetáculo teatral com aproximadamente 80 minutos de duração - 16 apresentações
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: a produção garante a prioridade por espaços culturais que estejam adaptados às necessidades das pessoas com deficiência, idosos, gestantes e obesos, como banheiros adaptados, rampas de acesso, corrimões e cadeiras especiais. Haverá fila de acesso prioritário para esse público. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: todas as postagens nas redes sociais terão a descrição do conteúdo das imagens com a utilização das#paratodosverem e #paracegover. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: o projeto prevê a contratação de intérprete de libras nas duas sessões seguidas de roda de debates. Todo o conteúdo audiovisual postado em redes sociais terá legendagem descritiva em português. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: serão disponibilizados abafadores de som para pessoas com transtorno do espectro autista. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: a produção garante a prioridade por espaços culturais que estejam adaptados às necessidades das pessoas com deficiência, idosos, gestantes e obesos, como banheiros adaptados, rampas de acesso, corrimões e cadeiras especiais. Haverá fila de acesso prioritário para esse público. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: todas as postagens nas redes sociais terão a descrição do conteúdo das imagens com a utilização das#paratodosverem e #paracegover. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: o projeto prevê a contratação de intérprete de libras nas duas sessões seguidas de roda de debates. Todo o conteúdo audiovisual postado em redes sociais terá legendagem descritiva em português. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: serão disponibilizados abafadores de som para pessoas com transtorno do espectro autista.
O projeto adotará os seguintes incisos/medidas do art. 28 da IN nº 01/2023: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
GABRIEL FLORES – DIRETOR E DRAMATURGOGabriel Flores, 26 anos, é bacharel em artes cênicas pela CAL. Além de diretor e dramaturgo, é ator e estuda e pratica as linguagens de circo e dança contemporânea. Atua como assistente de direção desde 2016, tendo trabalhado em montagens de João Fonseca, Renato Carrera, David Herman e Adriana Maia. Como ator, figurou em outros diversos espetáculos teatrais, trabalhando com nomes como Cesar Augusto, Marco André Nunes, Pedro Kosovski, Ivan Sugahara, Andrea Costanzo Martini (cia. de dança israelense Batsheva), Renato Rocha, entre outros, montando clássicos e inéditos, como “Memória de Nós Mesmos”, de Eduardo Nunes. Atuou em produções internacionais, trabalhando com artistas de diversos países como Itália, Israel, Índia, Sri Lanka, Canadá e Trinidad e Tobago. Atualmente participa do curso de formação Artaud-Decroux, ministrado por Ana Teixeira e Stephane Brodt, no Amok Teatro. DANILO MAIA – ATORDanilo Maia, 26 anos, é ator formado pela CAL em 2017. Atuou em “Malhação - Toda Forma de Amar” (2019-2020), “Sob Pressão” (2018), “O Tempo Não Para” (2018), “Malhação - Vidas Brasileiras” (2018), todas da TV Globo; em “Nós” (Canal Brasil, 2020) e “O Rico e Lázaro” (Record, 2017). No teatro, trabalhou com nomes como Cesar Augusto, Marcelo Olinto, Ivan Sugahara, Pedro Kosovski, Vinicius Arneiro, Antônio Gilberto, David Herman, entre outros. Atualmente participa do Programa de Formação do Artista de Circo no Circo Crescer e Viver e faz parte do grupo de residentes da Sede das Cias, sob direção da Cia. Dos Atores. WILLEAN REIS – ATORWillean Reis, 28 anos, iniciou os estudos em 2013 n’O Tablado e se formou na CAL em 2019. Atuou no filme premiado “Um Dia Qualquer” (2019), de Pedro von Kruger, com Augusto Madeira e elenco, no filme “Onde os Insetos se Escondem à noite” (2022); nas novelas “Malhação - Seu Lugar no Mundo” (2016) e “Flor do Caribe” (2012), da TV Globo; nas séries “Um Contra Todos” (Fox, 2017-18), com Julio Andrade e grande elenco, “Dois Irmãos” (TV Globo, 2015), de Luiz Fernando Carvalho e “Jungle Pilot” (Universal, 2019), e web série “Eu só quero amar” (Globoplay, 2016). No teatro, trabalhou com nomes como Bruce Gomlevsky, Celina Sodré, Maria Esmeralda Forte, David Herman, Luiz Furlanetto, Ole Erdmann, Isabella Secchin, entre outros. PAULO DENIZOT – ILUMINADORTrabalha há mais de 15 anos no mercado cultural brasileiro. Realizou centenas de trabalhos nas áreas de teatro, show, dança e óperas. Com formação livre em artes no curso de fundamentação e aprofundamento na Escola de Artes Visuais do Parque Lage- EAV, técnico em fotografia e superior em design. Trabalhou em parceria como criador com vários diretores e produtores do teatro brasileiros como João Falcão, Amir Haddad, Rubens Camelo, Lucio Mauro Filho, Zé Ricardo, Eduardo Barata, Marcelo Serrado, Otávio Muller, Jacqueline Laurence, Fábio Ferreira, André Paes Leme, Claudio Baltar, Marta Paret, Ieda Dantas, Leandro Muniz, José Possi Neto, Ivone Hoffmann, Ancelmo Vasconcelos, Marco André Nunes, Sergio Módena, Pedro Kosovski e Minha Luz é de Led, Canarinho produções, Letícia Pires e Marcus Preto. Foi indicado aos Prêmios de melhor iluminação CBTJ em 2019 com a peça “Kalú e a Lua” e ao Prêmio Shell em 2020 com a peça “Histórias Veladas”.Foi responsável pela criação da iluminação e da cenografia da turnê “A pele do futuro” da cantora Gal Costa. A iluminação e cenografia do festival de Jazz e Bossa Nova do J. Club do Centro Cultural Julieta de Serpa e também da Luz e cenografia do programa “Sua vida financeira” com o Prof. Liao do C6 Bank veiculado pela Globo News. Trabalha com vídeo mapping e projeções, light flex, fibra ótica, leds, dmx, consoles de teatro, moving lights, interatividade, multi-meios, arduino, interatividade, eletrônica, elétrica e mecânica cênica. RENAN FIDALGO – DIRETOR DE PRODUÇÃOGraduado pela Faculdade CAL de Artes Cênicas, atua profissionalmente desde 2015. Entre 2017 e 2022, desenvolveu ao lado de Renato Rocha uma pesquisa sobre artes integradas, o processo antropofágico do diretor, a multidisciplinaridade do ator e o espectador como centro da experiencia em um teatro imersivo que gerou ao grupo NAI - Núcleo das Artes Integradas a indicação ao Prêmio Shell na categoria Inovação. Atualmente é ator Residente da Sede das Cias, com orientação da Cia dos Atores. Em suas produções destacam-se as peças “Malala - a Menina que Queria ir para a Escola”, vencedora do prêmio CEBETIJ de teatro infantil, “Kondima”, indicada ao prêmio Shell de melhor iluminação, “EU MOBY DICK”, indicada ao prêmio Shell de melhor dramaturgia, ao prêmio Botequim Cultural em 7 categorias, prêmio Cenyn em 8 categorias, vencendo melhor design gráfico, indicação ao prêmio APTR em 3 categorias, moção de aplauso do site Rio no Teatro e vencedora do prêmio de melhor cenografia pelo prêmio Cesgranrio. Via online, o trabalho “KABARE Online” rende a indicação ao prêmio APTR em 2021 na categoria melhor peça on-line. SORAYA BASTOS – DIREÇÃO DE MOVIMENTOBailarina da Renato Vieira Cia de Dança, é graduada em licenciatura em Educação Física e Desportos pela UERJ e pós-graduada em História do Teatro. Professora da Angel Vianna, da Faculdade CAL de Artes Cênicas e do Núcleo de Teatro Musical da CAL. Direção de Movimento de dezenas de espetáculos, coreógrafa assistente dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos da Rio2016 e dos Jogos Panamericanos em 2007. Bailarina da Ana Vitoria Dança Contemporânea no projeto Ferida Sabia (entre 2013 e 2019). Grande experiência em programas de TV e shows internacionais com temporadas em diversos países (incluindo temporada na Broadway – Teatro Ambassador). LARISSA HELENA ALPINO – CENÁRIO E FIGURINOLarissa Helena Alpino, bacharel em cinema pela FACHA, se formou como atriz em 2016 pela Escola de Atores Wolf Maya, onde também trabalhou por um ano passando por diversas áreas da produção audiovisual, incluindo figurino e direção de arte. Foi figurinista da peça musical “Relaxa que é Sexo” com direção de Wolf Maya e atuou como diretora de arte em produções publicitárias para diversas marcas. Efetuou o curso semestral de roteiro na Academia Internacional de Cinema e atuou como relações públicas no Festival do Rio para os filmes “Uma Garota Chamada Marina”, “Gilberto Gil Antologia Vol.1”, “Favela é Moda” e “Movimentos do Invisível”. Com o curta “Vênus”, onde realizou o roteiro e a direção de arte, ganhou o prêmio Oscarito de diversidade. Integra o corpo de Residentes da Sede, sob direção da Cia. Dos Atores.
PROJETO ARQUIVADO.