Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 232870Autorizada a captação total dos recursosMecenato

RIO CIDADE ABERTA

Instituto Solidariedade e Cultura
Solicitado
R$ 913,0 mil
Aprovado
R$ 913,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Outras publicações ou Periódicos
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-11-06
Término
2026-08-24
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto consiste na elaboração de uma Plataforma Digital com matérias, textos, artigos, entrevistas e fotos de arquivo e documentação atual sobre a história da formação das doze (12) mais tradicionais e antigas favelas do Rio de Janeiro com uma narrativa comprometida com a cultura popular e o samba, em especial, incluindo a veiculação mensal de matérias com informações destinadas a divulgar a cultura brasileira nas comunidades selecionadas e expor os seus problemas estruturais para o público, com acesso gratuito.

Sinopse

SINOPSE DA OBRA 1 - Uma Plataforma Digital de visita, Rio Cidade Aberta, com uma linguagem livre, criativa, atual, independente, responsável e cidadã, e uma temática voltada para a difusão da cultura popular do Rio de Janeiro e do pensamento moderno que norteou os últimos movimentos culturais de qualidade no Rio, no Brasil e no mundo. Edição mensal, durante 12 meses, com depoimentos das lideranças comunitárias, artistas e personalidades, com o propósito de incentivar a discussão do desenvolvimento humano nas favelas do Rio de Janeiro, tendo por registro 12 comunidades tradicionais criativas da nossa cidade, contando a história da formação das seguintes comunidades: Providência, Mangueira, Salgueiro, Rocinha, Complexo da Maré, Alemão, Jacarezinho, Manguinhos, Complexo do Lins, São Carlos, Serrinha e Vila Vintém, agindo positivamente na conscientização dos espectadores no sentido de que se familiarizem com a importância do desenvolvimento sustentável e a disseminação de valores sobre direitos humanos, cidadania, educação, cultura e democracia, aproveitando a oportunidade para ampliar a visão do público de que o estudo da relação entre a sociedade e seu ambiente resulta de um conjunto de atitudes morais, sociais, culturais e econômicas. 2 - Contrapartidas Sociais: levar para as escolas públicas em torno das comunidades selecionadas uma série de palestras com a equipe do projeto e convidados para o entretenimento e a difusão da informação de qualidade sobre a cultura popular brasileira e a democracia. Serão 12 eventos de contrapartida social. Projeto destinado a jovens de 12 a 25 anos e adultos.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS A Plataforma Rio Cidade Aberta pretende contribuir para que a arte e a cultura brasileiras sejam compreendidas como ferramentas de garantia da cidadania em nosso país, ao dimensionar o conhecimento sobre a formação das comunidades cariocas, vendo-as como um bem de consumo cultural que a maioria da população não tem acesso e as elites precisam incorporá-las dentro do contexto econômico e social, documentar as comunidades selecionadas através do registro da história oral, o contexto das remoções de origem, o crescimento e a evolução, educação, mobilidade e acesso à cultura, com entrevistas e depoimentos dos seus moradores e personalidades do Rio de Janeiro, tendo a perspectiva de uma panorâmica atual com uma visão do passado, do presente e do futuro comum de cada uma, buscando dar ressonância social à história das seguintes comunidades: Mangueira, Salgueiro, Morro do Macaco, Complexo da Maré e os bairros da Zona da Leopoldina, bairro de Oswaldo Cruz, Morro do Dendê e bairro da Cacuia, Morro do São Carlos, Serrinha, Jacarezinho, Morro do Tuiuti, Vila Vintém e bairro Olinda em Nilópolis. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produzir 12 edições, uma a cada 30 dias, durante 12 meses, com informações de qualidade a respeito do passado e do presente da cultura brasileira e do Rio de Janeiro, em particular, incluindo uma revisão dos movimentos culturais que a influenciaram, com fotos de qualidade (atuais e de arquivo), plasticidade, estética, análise crítica e entrevistas, com acesso inteiramente gratuito; Criar dez (10) seções, com matérias de extensão sobre o tema da formação das comunidades tradicionais do Rio de Janeiro, interligando a história da cidade ao crescimento das comunidades relacionadas, suas manifestações artísticas e os movimentos culturais do Rio e do Brasil, estrategicamente interrelacionados, para dar suporte a uma revisão estruturada da cultura popular brasileira do século 20, tendo o samba como elemento de discussão do comportamento e evolução das comunidades; Dar sustentabilidade mensal a uma equipe de 03 jornalistas-redatores, 01 editor, 02 artigos por edição, 01 designer, 01 ilustrador e compra de fotos de arquivo. SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA - Evento de Lançamento no Auditório da ABL (Academia Brasileira de Letras), tendo a participação da equipe e de artistas convidados. E ciclo de 06 Palestras e Encontros Críticos e Performáticos para a difusão da Plataforma com o objetivo de contribuir para a discussão de que a arte e a cultura cariocas são ferramentas de garantia de formação de cidadania. Livraria Travessa, Livraria Leitura, Auditório da UFRJ, Auditório da PUC, Centro Cultural da Ligth, e Casa Rui Barbosa.

Justificativa

JUSTIFICATIVA A cultura popular brasileira está intrinsecamente relacionada ao comportamento social da nossa sociedade. O projeto Rio Cidade Aberta objetiva dar visibilidade aos aspectos que separaram a sociedade de consumo das heranças culturais fundamentais para a compreensão da formação da sociedade brasileira que lhe conferem identidade peculiar e diferenciada. Ter a aprovação a Lei Rouanet como base da produção do projeto vem de encontro à sua principal característica. Queremos acentuar as origens e as especificidades da cultura brasileira, em especial, na cidade do Rio de Janeiro, conferindo à nossa narrativa a realidade atual da nossa cidade, refletida na consciência histórica da formação da nossa sociedade. A arte e a cultura brasileiras são indiscutivelmente o conjunto de bens comportamentais mais significativos do Brasil, visto a contribuição que os movimentos culturais e artísticos deram ao processo de desenvolvimento social do nosso país e à sua afirmação intelectual, dotada de um elevado senso crítico sobre a realidade. O Rio de Janeiro tem uma parcela de contribuição extraordinária para o processo da formação da sociedade brasileira. A ideia do projeto não significa produzir um espaço com conteúdos temáticos. Será a produção de uma Plataforma Digital mensal, durante 12 meses, sobre o que há de melhor no passado e no presente da cultura e da arte cariocas, com uma linguagem livre, criativa, atual, independente, responsável e cidadã, contemplando a exposição dos problemas estruturais das comunidades do Rio de Janeiro para o público em geral. O objetivo é subsidiar o público com os vários aspectos que caracterizam a cultura da nossa cidade e que influenciam o comportamento da sociedade em toda a extensão do Brasil, com a produção de informações de qualidade, contendo artigos e entrevistas especiais, fotografias de arte, ilustrações, charges e humor. Nossa tarefa será a realização e a exposição de um mapeamento do que houve e há de melhor na cultura e na arte cariocas, tendo a história da formação de doze (12) comunidades tradicionais criativas como ponto de partida, privilegiando também os movimentos culturais que dialogaram e dialogam com a estética da arte contemporânea e moderna da nossa cidade. Se a cultura de um povo é o reflexo de todas as inclinações que se manifestam na arte, na política, na ética, no comportamento, na estética, na filosofia, na ideologia, do jeito a interagir conflitos, semelhanças, distinções, tradições, alienações, etc... vindo inspirar um modo de ser, de pensar, de agir, dentro da sua formação histórica, esse é o caminho que o projeto Rio Cidade Aberta pretende seguir. O projeto busca contribuir para a construção de uma nova alternativa de reflexão sobre a cultura brasileira, menos consumista, abordando temas da arte e da cultura do Rio de Janeiro, do Brasil e do mundo. Solicitamos o enquadramento do projeto no Art. 18 por tratar-se de uma "obra de referência eletrônica de valor artístico, literário e humanístico", de preservação do patrimônio cultural e de incentivo à leitura. Além, por estar de acordo com os incisos do Art 1º- da Lei no- 8.313/91, o projeto contemplar: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Incluindo as finalidades expostas nos incisos do Art. 3º-: - Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico; - Estímulo ao conhecimento de bens e valores culturais

Estratégia de execução

PROJETO PEDAGÓGICO PRODUTO: Plataforma Digital A Plataforma Rio Cidade Aberta será um veículos de matérias, artigos, entrevistas e depoimentos curtos sobre o significado da cultura do Rio de Janeiro para o Brasil e sobre a história da formação de doze (12) das mais tradicionais e antigas favelas do Rio de Janeiro: Providência, Rocinha, Mangueira, São Carlos, Salgueiro, Serrinha, Morro do Macaco, Favela do Jacarezinho e Vila Vintém estão entre elas, com uma narrativa comprometida com a cultura popular brasileira, difusora de informações de qualidade destinadas a expor os problemas estruturais das suas comunidades. Organizado pelo escritor e jornalista Maurício Nolasco e pela jornalista Angélica Basthi, a Plataforma terá artigos de Fernando Santoro (Filósofo e Poeta, Mestre e Doutor em Filosofia pela UFRJ e Pós-Doutor em Filosofia pela Université, Paris, Sorbonne – Coordenador do Laboratório de Filosofias Clássicas e Ancestrais – OUSIA-UFRJ), Cesar Lemos (Historiador e Coordenador do Laboratório Ateliê de História Indígena e Minorias/LABHIM-IH/UFRJ), com as participações de professores do Instituto de História/IH-UFRJ e do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais/IFCS-UFRJ, professores e alunos da Escola de Comunicação – ECO-UFRJ e Escola de Belas Artes – EBA-UFRJ, Filipe Ceppas (Filósofo e Docente da Faculdade de Educação – UFRJ, Filosofia Antropofágica), Alberto Pucheu (Poeta e Ensaísta, Professor de Teoria Literária do Programa de Pós-Graduação de Ciência da Literatura da Faculdade de Letras da UFRJ) e Francisco Carlos Teixeira (Historiador, Mestre em História do Brasil pela UFF e Doutor em História pela Universidade Livre de Berlim, Alemanha). Todos os convidados fazem parte do coletivo de articulistas para a realização das páginas de cultura. Para as entrevistas e depoimentos estarão relacionados alguns artistas e personalidades: Cacá Diegues (cineasta), Sílvio Tendller (cineasta), Caetano Veloso (músico), Turíbio Santos (músico), Gilberto Gil (músico), João Carlos Martins (maestro), Paulinho da Viola (músico), Zeca Pagodinho (cantor), Martinho da Vila (músico), personalidades históricas das comunidades, passistas e ritmistas, carnavalescos, Amir Haddad (diretor de teatro), Xico Chaves (poeta e artista plástico), Aracy Abreu Amaral (crítica de arte), Ana Gonçalves Magalhães (crítica de arte) e Jabim Nunes (crítica de arte contemporânea), entre outros. Para os depoimentos curtos, uma nova geração de escritores, músicos, atores e diretores serão convidados. TEMA CENTRAL: Rio Cidade Aberta e a representação de uma arte ‘genuinamente’ brasileira, com liberdade de expressão, valorizando a identidade cultural do Brasil e as presenças do índio e do negro no cotidiano do nosso povo, transferindo para a nossa essência uma qualidade incomum e, até mesmo, excêntrica. CONTEÚDO: Uma revisão da história da arte na cidade do Rio de Janeiro nas últimas décadas, adotando a compreensão das particularidades esquecidas pelo conservadorismo que insiste em manter-se aceso mesmo diante do incontestável da nossa realidade. A Plataforma será subdividida por uma “Apresentação” feita pelos organizadores, incluindo um artigo de abertura, e uma “Introdução” (Lima Barreto, a “Fala Pré-Modernista, Crítica e Renovadora”). Cada artigo dará suporte a uma matéria extensa sobre a formação das comunidades cariocas. E as entrevistas também serão apresentadas por episódios. RELEVÂNCIA: Trazer à superfície, aos dias atuais, o conceito de ruptura estabelecido pela cidade do Rio de Janeiro com o passado antiquado, retrógado e obsoleto, junto às estruturas fora de moda, antigas, autoritárias, conservadoras e ultrapassadas que, muitas vezes, ainda nutrem o comportamento de grande parte da nossa sociedade.

Especificação técnica

PLATAFORMA DIGITAL subdividida em seções sobre a história das doze (12) maiores e mais tradicionais favelas do Rio de Janeiro descrevendo a característica da formação de cada uma delas, origens da ocupação, personalidades e curiosidades relacionadas a essas comunidades, incluindo entrevistas locais, com artistas e personalidades, fotos de arquivo e atuais. Será um instrumento de informação e cultura que irá funcionar por meio da tecnologia. Um serviço online que vai oferecer ao público-leitor conteúdo, como notícias, artigos, matérias sobre assuntos de interesse público, música e imagens audiovisuais. Serão 12 edições, fazendo uma cobertura original do Rio de Janeiro, seus principais problemas econômicos, sociais, ambientais, de saúde e educação, partindo das comunidades selecionadas, tendo a capacidade de promover o debate sobre o importante papel da nossa cidade como depositária de um valioso patrimônio histórico, cultural, ambiental e, notadamente, turístico. A expectativa é fazer com que o Rio entenda que ele tem influência total sobre a vida brasileira e estimular um processo de integração do Rio com várias outras cidades do Brasil. Uma cidade que é formada por uma variedade de "encruzilhadas" étnicas e culturais precisa fazer um inventário permanente sobre si mesma, ou incorrerá no risco de perder sua originalidade, dando lugar à violência e à degradação social, como está acontecendo. O objetivo é incentivar a discussão sobre a recuperação econômica do município do Rio de Janeiro caracterizada pela influência de um resgate histórico, social e econômico, amplo e articulado, com a reinvenção da cidade como um espaço urbano 'especial' que tem um valor cultural consagrado pela Humanidade e apresenta áreas de grande importância para o desenvolvimento da economia, da cultura e do turismo

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE 1 – SÍTIO DE INTERNET MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAL E AUDITIVO: Contratação de um Coordenador Técnico desenvolvedor de Aplicativo com as medidas de acessibilidade na utilização de sites. 2 – EVENTOS / LANÇAMENTO E PALETRAS EM ESPAÇOS CULTURAIS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Visuais” no produto “Eventos” ‘será cumprido com o aluguel de uma Van destinada a transportar deficientes visuais, alunos de uma instituição especializada, para que possam ter acesso aos sete eventos relacionados à produção do projeto, com a contratação de um Arte-Educador que possa acompanhá-los durante os eventos e discutir com eles o conteúdo do que será exposto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Físicos” no produto “Eventos” ‘será cumprido com o aluguel de uma Van destinada a transportar deficientes físicos, alunos de uma instituição especializada, para que possam ter acesso aos sete eventos relacionados à produção do projeto, com a contratação de um Arte-Educador que possa acompanhá-los durante os eventos e discutir com eles o conteúdo do que será exposto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Auditivos” no produto “Eventos” será cumprido com o aluguel de uma Van destinada a transportar deficientes auditivos, alunos de uma instituição especializada, para que possam ter acesso aos sete eventos relacionados à produção do projeto, com a contratação de um Arte-Educador tradutor de Libras que possa acompanhá-los durante os eventos e discutir com eles o conteúdo do que será exposto.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO 1 – SÍTIO DE INTERNET VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; 2 – CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; AMPLIAÇÃO DE ACESSO SOBRE O PRODUTO SÍTIO DE INTERNET: Além das ações de formação cultural relacionadas nas contrapartidas sociais junto às escolas públicas selecionadas, os organizadores do projeto irão promover uma ação permanente nessas mesmas escolas em conjunto e em comum acordo com os professores de história, de arte e de informática, no sentido de estimular a visita permanente dos alunos ao SÍTIO DE INTERNET, com a presença mensal (01 vez por mês) de um dos integrantes da equipe do projeto promovendo uma apresentação constante das atividades do projeto para os alunos das escolas públicas, com gravação dos debates e veiculação grátis.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Coordenador Geral - Carlos Eduardo Arcanjo de Oliveira (responsável pela gestão do processo decisório) Editor – Maurício Nolasco Sub-Editor – Angélica Basthi Coordenador Cultural - Fernando Santoro Coordenador Técnico - Renato Martins Supervisão de Redação e Comunicação Social - Cristiano Henrque Ribeiro dos Santos (UFRJ) Arte e Design - Clorisval Pereira (UFRJ) Jornalistas/Bolsistas da ECO-UFRJ Arte e Produção de Designer – Alunos Bolsistas da EBA-UFRJ (2) MAURÍCIO NOLASCO Iniciou suas atividades profissionais como jornalista em 1979 em algumas redações no Rio de Janeiro (O Dia, Jornal do Brasil, Última Hora), voltado para o jornalismo político e ambiental. Foi editor de economia no jornal Tribuna da Imprensa no final dos anos 80. De 92 a 96, assessorou o Consulado de Angola em projetos culturais naquele país. Entra para o movimento social no ano de 2002, fundando o Instituto Bandeira Branca, tendo coordenado um projeto patrocinado pelo Programa Cultural da Petrobras, por 10 anos consecutivos, com sede na Zona Portuária. Durante esse período, produziu e dirigiu vários espetáculos e apresentações com grandes músicos da MPB, na Sala Cecília Meireles, Teatro João Caetano, Tom Jobim, Fundição Progresso, Circo Voador, entre outros espaços. É escritor com o seu primeiro livro lançado, “Geografia dos Infiéis”, em 2018, no Circo Voador. Possui mais cinco outros títulos. Como coordenador do Instituto Solidariedade e Cultura executou contratos com a Ligth e a Braskem, arregimentando artistas, músicos, escritores e poetas, para a realização de projetos incentivados. Exerce as atividades de Comunicação Institucional e Planejamento Estratégico da instituição. ANGÉLICA BASTHI Formação acadêmica em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO-UFRJ). Especialização em Política e Sociedade (IESP-UERJ). Graduada em Gestão de Direitos Humanos pela Universidade Cândido Mendes. Pós-graduada em Docência para o Ensino Superior (UCAM). Formação em Inglês no Spring International Language Center da University of Arkansas e no Programa de Aperfeiçoamento em Inglês da Fulbrigth no IBEU (RJ). Cursos de atualização: Assessoria de Imprensa em Crises Empresariais; Questões Ideológicas na Cobertura da Mídia e Planejamento e Gestão de Relacionamento com a Mídia (Petrobras), além do curso de Roteiro para Cinema e TV (com José Louzeiro). Trabalhou nas redações da Gazeta Mercantil, Revista Manchete/ Grupo Bloch Editores, Amiga, Mulher Hoje, Boa Forma, Raça Brasil, Consumidor Moderno, Tribuna da Imprensa, Ecologia e Desenvolvimento, Rádio MEC, Globo Filmes, entre várias outras revistas, informativos, editoras e produtoras de cinema e vídeo. CRISTIANO HENRIQUE RIBEIRO DOS SANTOS Professor Adjunto na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Doutor (2009) e Mestre (2002) em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO / UFRJ). Possui graduação em História pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1996). Diretor da Escola de Comunicação da UFRJ (2022-2026). Coordenador e pesquisador do LECC-UFRJ - Laboratório de Estudos em Comunicação Comunitária. Coordenador do projeto de extensão MIDIOGRAFIAS DO ATUAL - Ação Integrada e Multimídia de Projetos de Pesquisa Social e Opinião Pública da ECO / UFRJ. Representante eleito (suplente) dos professores adjuntos do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH) no CONSUNI UFRJ (Conselho Universitário). Membro do Comitê de Comunicação do Plano Diretor 2030 da UFRJ. Chefiou o Departamento de Métodos e Áreas Conexas (DMAC) da ECO / UFRJ de 2018 a 2022. Foi professor / sub-coordenador de curso de Comunicação Social da Universidade Gama Filho. Tem experiência nas áreas de Comunicação, com ênfase em Comunicação Mercadológica, atuando principalmente nos seguintes temas: pesquisa de marketing e opinião pública, estudos de audiência e de programação, planejamento estratégico, publicidade e propaganda, além de estudos acadêmicos sobre comunidades religiosas de matriz africana. Atualmente, se dedica a pesquisas sobre formas de pertencimento e autogestão de comunidades-terreiro de Candomblé como organizações de quilombos urbanos e Metodologias de Pesquisa nas Redes Sociais. Atua também como coordenador do NACO ? Núcleo de Apoio à Comunicação do ILÉ À ÒGÚN ÀLÁKÒRÓ (Instituição Espiritualista Oni Lewa Njo - Terreiro de Candomblé Ketu) no município de Magé ? Rio de Janeiro (Ponto de Cultura, DOU N 84, SCDC, Portaria N 30 de 03 de maio de 2016) e é coordenador geral de projetos do Quilombo de Bongaba (Kilombá) em Magé RJ (Fundação Cultural Palmares, N 0056437/2018/COPAB/DPA/PR). Membro do Grupo Àwúre - Candomblé de Tradição e organizador na UFRJ do Fórum Àwúre com sacerdotes de casas tradicionais de religiões de Matriz Africana. FERNANDO SANTORO Concluiu o doutorado em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 1988. Realizou um pós-doutorado em Filosofia na Universidade de Paris IV Sorbonne em 2000 e um estágio sênior na École Normale Supérieure e na Universidade de Paris IV em 2010-11. Foi professor visitante na École Normale Supérieure de Paris nos anos acadêmicos de 2010/11 e 2013. Secretário Geral da Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos no biênio 2010/11. Coordenador do Programa de Pós-graduação em Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro de 2012 a 2015. Diretor de Programa no Collège International de Philosophie (Paris) de 2013 a 2019. Professor Visitante na Oxford Bociaisrookes University de 2019 a 2020 com bolsa do programa Capes/Print. Atualmente é Professor Titular da Universidade do Rio de Janeiro, Diretor do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ, Coordenador do Laboratório OUSIA de Estudos em Filosofia Clássica e Editor Chefe do periódico Anais de Filosofia Clássica on-line. Publicou 45 artigos em periódicos especializados. Possui 46 capítulos de livros e 6 livros publicados e organizou 5 livros. Orientou 19 dissertações de mestrado e 15 teses de doutorado, supervisionou 5 pós-doutorados, além de ter orientado 25 trabalhos de iniciação científica e 31 trabalhos de conclusão de curso nas áreas de Filosofia e Letras. Atualmente coordena 3 projetos de pesquisa, 3 projetos de extensão e um projeto de ensino. Lidera o Grupo de Pesquisa do Laboratório OUSIA de Estudos em Filosofia Clássica e intintegra o GdRI do CNRS "Philosopher em Langues. Comparatisme et traduction", o Labex do CNRS "Transfers" e o projeto Capes/Print "Dicionário dos Intraduzíveis". Atua na área de Filosofia, com ênfase em Filosofia Antiga e Poética. Em suas atividades profissionais interagiu com mais de 220 colaboradores em coautorias de trabalhos científicos. Em seu currículo Lattes os termos mais frequentes na contextualização da produção científica e artístico-cultural são: Aristóteles, filosofia antiga, filosofia, linguagem, Platão, poética, ontologia, pré-socráticos e Parmênides. RENATO MARTINS Formado em Jornalismo pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Foi redator da editoria de Exterior da Folha de São Paulo. Repórter, redator e locutor do serviço em Língua Portuguesa da Rádio Coréia – KBS (Korean Broadcasting System) em Seul, Coreia do Sul, com “frilas” para a BBC de Londres, Rádio France International, Rádio e Televisão Portuguesa, Rádio Vaticana, Teledifusão de Macau e Jovem Pan. Foi editor-assistente de Política Exterior, Primeira Página e Opinião para a Folha de São Paulo. Foi também editor-assistente e editor-adjunto de noticiário internacional do Broadcast – serviço de noticiário econômico e financeiro em tempo real da Agência Estado. Atualmente, co-publisher e editor do mundoinvisível.org. Desenvolvedor de aplicativos com medidas de acessibiliddae em sítios de internet. CLORISVAL PEREIRA Professor adjunto no curso de Comunicação Visual - Design, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Doutor e Mestre em Design pela PUC-Rio. Graduou-se em Desenho Industrial pela Universidade de Brasília. Iniciou sua atividade profissional como designer de interface de usuário em projetos de interação humano-computador e de educação à distância. Foi webdesigner e gerente de projetos no Núcleo de Tecnologia da Informação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (NTI/CNPq) e na Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), onde coordenou iniciativas de acessibilidade e inclusão digital para organizações de interesse público. Atua com pesquisa e coordenação de projetos de mídias digitais com ênfase em inovação social e sustentabilidade. Sua tese de doutorado investigou o impacto das tecnologias de rede e das mídias digitais nos territórios de participação cidadã no Brasil e discutiu práticas colaborativas e exploratórias de design de mídias digitais voltadas para a construção de sentidos e narrativas sobre questões de interesse público.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.