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Trata-se de realizar a montagem e 30 (trinta) apresentações gratuitas da peça infantojuvenil "Gênios Engarrafados", no interior do Sul de Minas Gerais.
Dois pescadores encontram uma garrafa misteriosa no fundo de um rio. Quem a jogou? Por quê? O que esconderia? E de quem? Muitas perguntas são lançadas a partir daquele objeto misterioso que emerge, com os pescadores para a terra. A primeira delas é se devem ou não abri-la. Tudo poderá acontecer de acordo com as suas escolhas, inclusive, o nada. Duração 50 minutos. Classificação Livre
OBJETIVO GERAL .Realizar montagem e temporada da peça infantil "Gênios Engarrafados". OBJETIVOS ESPECÍFICOS .Promover 30 apresentações em espaço adaptado para o teatro com entrada franca para para cerca de 300 pessoas em cada apresentação; .Gerar oportunidade de negócio e interação com as áreas sociais, culturais e educacionais da Região do Sul Mineiro por meio dos empregos que serão gerados - cerca de 20 profissionais de diversos segmentos (contábil, produção, artes, comunicação, imprensa, educação) estarão envolvidos na montagem e temporada da peça; .Ter um ônibus disponível para a logística de turmas da zona rural; .Desenvolver Formação de Plateia por meio de acesso ao teatro a aproximadamente 9.000 crianças e jovens do Ensino Fundamental I e II; .Preparar 50 kits para Escola com material de apoio para continuação e aprofundamento da proposta.
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1. da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País Além do inciso do Artigo 1. o projeto valida ações ao encontro do Artigo 3 da Lei 8.313/91 II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A proposta consiste na montagem da peça infantojuvenil e temporada com 30 apresentações gratuitas para as escolas públicas da região. A demanda atende uma necessidade de fomentar a linguagem teatral no interior do Sul mineiro, pois como salienta a pesquisa, a maior parte dos brasileiros nunca foi ao cinema, jamais assistiu a uma peça de teatro ou frequentou um show de música ou um museu. É o que revela uma pesquisa divulgada pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Aplicada) em que 59,2% dos brasileiros jamais viram peças de teatro. O projeto não se fixa apenas na montagem da peça e na temporada, mas a de criar um ambiente mágico, como o do teatro para inserir às crianças e jovens nesse universo de possibilidades, para tal um auditório será transformado em um teatro com todos os recursos possíveis como sonorização, cenário e luz para aprofundar a experiência. O projeto, com duração de 50 minutos, contará a história de dois pescadores que, encontram misteriosamente uma garrafa no fundo de um rio. A peça mistura elementos literários mantendo a rima e o improviso, característico da cultura popular, e em especial, dos contos hiperbólicos de pescador. Trata de uma história sofisticada sobre a dúvida, sobre as escolhas e sobre as potencialidades que temos internamente e que ás vezes, nem acessamos.
Não se aplica.
Peça com três atores em cena, cenário, luz e figurino executados pelo artista plástico Claudio Partes, direção de movimento de Catia Costa e direção geral de Elissandro de Aquino. Classificação Livre. Duração 50 minutos. Kit "Gênios" Caixa entregue às escolas com materiais para jogos, dinâmicas entre outros desdobramentos a partir do contato com a peça de teatro.
Art. 25. As propostas culturais apresentadas ao mecanismo Incentivo a Projetos Culturais do Pronac apresentam medidas de acessibilidade como salienta o Art. 25. e, de acordo com as características do objeto nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, assim: PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO I - Rampas, corrimão, elevador (se necessário), piso tátil, vaga exclusiva em estacionamento - caso haja. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS - CONTEÚDO II - Colaborador - Intérprete em Libras
Todas as ações previstas serão gratuitas de modo a democratizar o acesso aos bens culturais na região, e, em complemento ao Art. 28, teremos as seguintes medidas: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Viramundo PROPONENTE - Produtora . www.viramundo.org . Viramundo foi coresponsável pela gestão cultural da Sala Municipal Baden Powell, Residência Artística Toda Essa Bossa, curadoria de João Donato com eixos de formação de plateia, conteúdo cultural, cessão de salas para ensaios e contrapartidas. Na ocasião desenvolveu projetos com Ed Mota, Tulipa Ruiz, Ney Matogrosso, Angela Maria, Ithamara Koorax, Márcio Bahia, Nelson Sargento, Fátima Guedes, Marcos Sacramento, Elisa Lucinda, Fernanda Abreu, Angela Ro Ro, Leny Andrade, Francis e Olivia Hime, Ivan Lins, Maurício Einhorn, Diogo Vilela, Maitê Proença, Louise Cardoso entre outros.Produziu a peça de teatro "Eu amarelo: Carolina Maria de Jesus" (2018) com direção de Isaac Bernat com temporada no Sesc Tijuca e Engenho de Dentro e na Sala Municipal Baden Powel, Sesc Ipiranga São Paulo, MAr e circulação em periferias de São Paulo por meio da Secretaria de Cultura do Estado, Prefeitura de São Paulo, Teatro Dulcina. Produziu o espetáculo híbrido e com interface Brasil - Paris em “De Piaf a Elis: música e dança flamenca” na Sala Municipal Baden Powell e no Maison de France com nova edição do Projeto em 2020 aprovada pela Lei de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, com patrocínio da Hitachi Consulting; também desenvolveu os espetáculos "Aboio" e "Flamenco & Lorca: quando a poesia encontra a dança", pela Enclave Cia de Dança (2017/2018/2019). Editou o Livro "Rio de Gentileza", com o selo da Produtora, 2. Edição.Foi a produtora selecionada pela Incubadora Cultural Petrobras com o projeto de exposição: "Orisá: quando o mito veste o corpo" de Margo Margot com a participação especial de Gilberto Gil e Zezé Motta. A exposição - com a maior pontuação do Edital de ocupação do CCJF (Centro Cultural da Justiça Federal) de 2016/2017 - ocupou cinco galerias do museu, em seguida foi convidada para a Bienal Internacional de Arte Tridimensional, na Cidade das Artes e na UERJ - Universidade Estadual do Rio de Janeiro (2018). Atualmente está trabalhando nos projetos "Kafka e a Boneca Viajante", peça infantil com direção artística de Isaac Bernat e direção musical de Pedro Luis, para a OI no segundo semestre de 2023. Também está se dedicando aos Projetos "Estação das Águas", “Eu sei porque o pássaro canta na gaiola”, teatro com Zezé Motta e direção de Wilma Mello e “Marias Bethânia”, com direção musical de Jaime Além e direção artística de Ciro Barcelos. Elissandro de Aquino . AUTORIA E DIREÇÃO . Indicado ao Prêmio Shell de Teatro 2023 pela Dramaturgia em Eu amarelo. Realiza projetos para teatro, artes plásticas, dança, literatura e audiovisual. É parecerista credenciado nas áreas de Artes Visuais, Museus e Memória e Humanidades pela Funarte, Ministério da Cultura e Parecerista para a área de teatro pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa n°08/2021. É sócio do Instituto João Donato e da Viramundo Produções. Realizou projetos o Fundo Setorial do Audiovisual, Sesc Rio de Janeiro e São Paulo, Prefeitura de São Paulo, Secretaria de Cultura, Prefeitura do Rio de Janeiro, CCBB, Museu da República, Oi Futuro, MAR (Museu de Arte do Rio), CAIXA Cultural Rio de Janeiro. Realizou a Gestão da Sala Municipal Baden Powell com curadoria de João Donatto. Na ocasião era responsável pela programação e conteúdo, além de contrapartidas e formação de plateia, considerando Escolas do Ensino Público, Ongs e EJAs. Finalista da Incubadora Cultural Petrobras com o projeto de fotografias: "orisá: quando o mito veste o corpo com a participação especial de Gilberto Gil e Zezé Motta em cartaz no Centro Cultural da Justiça Federal. É autor do argumento “Classificados”, finalista no 7.Doc Canal Futura. Realizou a Direção de Produção do Longa Doc “Virando a Página”, pela Chamon Produções – Projeto patrocinado pelo PRODAV – FSA. Renato de Brito DIREÇÃO DE PRODUÇÃO. É licenciado em Geografia e mestre em Letras, com pesquisas na área de recepção de cinema; tem experiência de 12 anos em gestão de instituição de ensino superior e de 6 anos em docência na educação superior (literaturas de expressão portuguesa, teorias da literatura, linguística, pensamento científico e sociologia) nas instituições Unincor e Grupo Unis; colaborou com a organização de 2 congressos internacionais de letras da Unincor; foi assessor parlamentar e coordenador de comunicação de instituição pública municipal por 2 anos, quando atuou também como membro do grupo de desenvolvimento instutucional; é produtor e curador da Feira Literária das Águas Virtuosas (2021, 2022, 2023), com mais 100 eventos realizados em seis cidades sul mineiras; foi editor Executivo da Revista Tabuleiro (2021); é diretor executivo da Fundação Cultural Vagão 98 (Lambari-MG, mandato 2022-2025. Ora desenvolve os seguintes projetos: a novela literária Sete Orelhas: uma lenda da formação do povo mineiro, para a Prefeitura Municipal de São Bento Abade-MG, a narração do documentário Caminhos da Fé, sobre a romaria feminina anual de Três Corações-MG a Aparecida do Norte-SP, para a R2 Filmes. Claudio Partes . CENÁRIO E FIGURINO . É Artista Visual. Formado em desenho gráfico com especialização em Educação e em Artes e Imagem. Sócio da B. Partes Studio de Ideias, presidente da SOPEF (Sociedade Petropolitana de Fotografia). Tem uma relação apaixonada pelas imagens desde à infância, guardando na memória obras do catalão Miró, como uma das primeiras a prender sua atenção, talvez pelas cores primárias, traços soltos e grandes áreas brancas. Realizou cursos de desenho e pintura na década de 80, formou-se pelo Senai-RJ como design gráfico, tendo realizado inúmeros trabalhos. Retornou as artes plásticas a partir de 2001, conciliando seu tempo entre o design, a produção de exposições na Região Serrana do Rio de Janeiro e a participação em exposições, coletivas ou individuais. Entre elas “Cinco Descem a Serra" - Centro Cultural da Light (2015), "Arte Garagem" - Sesc Petrópolis (2014), "Ensaio BioGráfico” - Centro Cultural Fase-FMP (2014), "Serra-Serra” - Sesc Três Rios (2011). No início de 2016, realizou a intervenção artística (site specific) “Arqueologia Contemporânea” no Casa Hercílio Esteves do Centro Cultural da Fase-FMP, onde passou 45 dias fazendo prospecção cromática e pictórica das paredes do espaço, valendo-se de técnicas utilizadas por arqueólogos e restauradores, entre outras desenvolvidas ao longo do processo em busca da memória dos últimos 10 anos da Casa. O fascínio pelo trabalho transformou-se em exposição e na atual produção e pesquisas no intuito de aprofundar ainda mais as possibilidades plásticas e artísticas. Fez a curadoria e a produção da exposição “Nossa Indústria, Nossa Cidade” para a Firjan/RJ” e de “Orisá: quando o mito veste o corpo” no CCJF. e "Nossa Escada, nossa história", proposta em área externa realizada com mil pessoas. Realizou a curadoria das exposições “Fica Decretado Que Agora Vale a Verdade”, Centro Cultural Fase-FMP - 2014. “Arte Garagem” (Exposição / Oficinas / Mesa Redonda) Palácio Rio Negro - Petrópolis, anual desde 2005 Patrocínio culturais da Secretaria Estadual de Cultura (2007 e 2012), Exposição “Brasil - Portugal O Mar que nos separa A Língua que nos une”, “+ Que Mil Palavras”, “280 dias: adolescência & gravidez”, “Mostra Centenário Nelson Rodrigues”, “Mostra Coletiva de Street Art” “Clic! Petrópolis Festival de Fotografia”, “Corpo - Arte, Ciência e Tecnologia”. Cátia Costa . DIREÇÃO DE MOVIMENTO . É atriz formada pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO com Licenciatura em Artes Cênicas e (1994) Licenciatura em Letras – Língua Portuguesa e Língua Inglesa pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ. (2006) Oficina Residência Taan Teatro com Maura Baiocchi, Wolfgang Panneck e Nourit Sékine - (2000) Curso Técnico em Tai Chi Chuan – Coordenação: Prof. Msd Eduardo Rodrigues – Realização: Federação de kung-Fu do RJ. (2003) Butho – (CAL) com Carlos Calcchi - (1999) “Ritos para o ator contemporâneo”-(CAL) – Janssen Hugo Lage, (1997 e 1998) - Oficina de Teatro do Oprimido (Módulos I, II,III e Arco-íris do Desejo) – Coordenação: Augusto Boal – CTO/RJ, Curso de Capoeira e Maculelê – Coordenação: Mestre Casquinha – UFF/Niterói – RJ (1992 a 1995) e (1989) Curso Livre de Teatro – Coordenação: Marco Pólo – UERJ. Cursando desde 2022 o Mestrado em Artes da Cena na UFRJ (ECO) pela linha de pesquisa: Experimentações Artísticassob a orientação da Professora Doutora Adriana Schineider. Érica Aragão . PROPOSTA PEDAGÓGICA . Doutora em educação pela UFF. É mestra em Humanidades, Culturas e Artes (UNIGRANRIO). Graduada em letras pela UFRJ, psicopedagoga (UCAM), possui vasta experiência com docência, treinamento e atuação em projetos socioeducativos na área de letras e ciências humanas. É escritora, lançou o seu primeiro livro “Ser poeta” em 2013, uma coletânea com cinco poetas. Em 2017, lançou “Baladas do Asfalto – O homem urbano e as cidades em canções de Zeca Baleiro”. Já foi mediadora de leitura para crianças hospitalizadas, atuou em EJA, e foi professora de literatura e prática de comunicação social e artes no projeto interdisciplinar UFRJ-Mar. Atuou ainda em capacitação profissional (treinamento) por cinco anos e como analista na área de gestão pedagógica do programa Aprendiz Legal do CIEE Rio por dois anos. Pesquisadora no LABESCRI (Laboratório de estudos da criança). Há três anos atua com ensino a distância na Universidade Unigranrio onde também produz material didático. Isaac Bernat . OFICINA / CONTRAPARTIDA. é ator, diretor e professor de interpretação na Faculdade CAL de Artes Cênicas. Doutor em Teatro pela UNIRIO. Autor do livro “Encontros com o griot Sotigui Kouyaté". Como ator, seus últimos trabalhos são: Agosto (dirigido por André Paz Leme), Céus e Incêndios (dirigido por Aderbal Freire-Filho), Cara de Fogo (dirigido por Georgette Fadel). Entre a peças que dirigiu destacam-se “Carolina Maria de Jesus -EU Amarelo”, de Elissandro de Aquino, Por Amor Ao Mundo -Um Encontro com Hanna Arendt, Deixa Clarear de Marcia Zanelatto, Calango Deu de Suzana Nascimento. Prêmio Coca-Cola de melhor Ator por As Aventuras de Pedro Malazartes. Prêmio Botequim Cultural de melhor Ator e Prêmio Aplauso de Melhor Elenco por Incêndios. Prêmio Zilka Salaberry de Direção por Lili, Uma História de Circo.
PROJETO ARQUIVADO.