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PRONAC 232898Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Cheiro de Ameixas

TRANSA ARTE E CONTEÚDO
Solicitado
R$ 497,9 mil
Aprovado
R$ 497,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2023
    Cadastro PRONAC
    Ano 23
  2. 01/08/2023
    Início previsto
  3. 01/08/2024
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-08-01
Término
2024-08-01
Locais de realização (1)

Resumo

Produzir e realizar temporada de 1 (um mês), com 16 apresentações, o espetáculo inédito "Cheiro de Ameixas", de Ademir Cunha, com direção de Marcia Zanelatto em um teatro a ser definido, no centro do Rio de Janeiro. Na trama, a autor narra a trajetória de uma família mineira em crise financeira, que é atravessada, sem saber, pelos desígnios da ditadura militar no Brasil nos anos 1960.Pretendemos reunir um público diverso, ao longo da temporada. Além das apresentações, serão realizados debates após as apresentações

Sinopse

O início da década de setenta se caracterizou pelo silêncio. Os ecos do ato institucional nº 5 calava a produção cultural e a censura ceifava obras de arte atirando nossos autores na metáfora e na elipse durante muitos anos até a abertura política no final da década. A classe média alheia aos acontecimentos e sintonizada nos programas alienantes amplamente financiados e apoiados pela ditadura militar sofria calada e até certo ponto alienada do processo político que no subsolo do regime distribuía ódio e repressão. Os personagens de “Cheiro de Ameixas” são essas criaturas simples, vivem numa cidade do interior de Minas Gerais e os desafios de suas vidas perpassam pelas fases da ditadura numa simbiose completa. Enquanto o país vive a farra do “Brasil Grande” nosso personagem Jonas tece um plano para se tornar rico e poderoso e envolve-se em dívidas impagáveis, com a facilitação dos algozes da cidade, que além de dominadores e expansionistas utilizam de força e tortura para a realização de seus objetivos. Tudo nos subterrâneos da sociedade. Paralelamente o país se endivida e a violência escondida sai pelas frestas da imprensa ou dos cadáveres expostos que começam a cheirar mal nas prisões especializadas. Jonas não sabe de nada, mas sofre sozinho, enquanto sua família atingida pela queda econômica vertiginosa entra em campo para tentar uma solução. Dagmar (a mulher) e Márcia (a filha adolescente) enfrentam à sua maneira uma sociedade hostil e dominadora expondo as contradições do domínio e buscando a tão sonhada solução, que vem com a abertura política instalada paralelamente na ditadura militar. Cheiro de Ameixas vem desvendar os estereótipos que a ditadura criou, e restituir-lhes a vida e a alegria que a década de chumbo usurpou.

Objetivos

Objetivo Geral Produzir e realizar temporada com 16 apresentações, do espetáculo inédito CHEIRO DE AMEIXAS, de Ademir Cunha, com direção de Marcia Zanelatto, em um teatro do Rio de Janeiro. Além das apresentações, serão realizados bate-papos após as apresentações. Apresentar um espetáculo de alto rigor artístico, não só pelo seu texto, uma história envolvente sobre um período histórico de nosso país, como também em sua montagem e encenação, reunindo um público diverso de aproximadamente 3.520 pessoas ao final da temporada. A atriz ÂNGELA CÂMARA e o ator IZAK DAHORA serão os protagonistas deste espetáculo que reúne grande elenco. A Ficha Técnica inclui um grande time de mulheres profissionais do teatro, reconhecidas no cenário artístico do País: A premiada dramaturga, atriz e diretora, Marcia Zanelatto, assina a direção. Mina Quental, a cenografia, Claudia Elizeu, a direção musical, Adriana Ortiz, a iluminação, Maria Duarte os figurinos, Marina Salomon, a direção de movimentos, Radha Barcelos, as midias sociais, Stella Pontes, a Assessoria de imprensa e Juliana Mattar, a direção de produção. O projeto gráfico ficará a cargo de Bruno Dante. Objetivo Específico A) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: - Realizar 16 apresentações do espetáculo Cheiro de Ameixas, com entrada gratuita, e 4 (quatro) sessões semanais (quinta a domingo), durante 1 (um) mês.- Realizar sessões com interpretação em LIBRAS, reservando uma cota diária para PcD auditivos;- Realizar bate-papos entre o elenco e o público, após as apresentações;- Difundir o espetáculo para um público diverso, sem distinção de raça, gênero ou classe social. - Criar medidas que facilitem o acesso para o público PcD e idosos- Reunir ao final da temporada, um público de aproximadamente 3.520 pessoas

Justificativa

O espetáculo traz à cena uma família de classe média do interior de Minas Gerais, que atravessa uma convulsão social, estabelecida pelo golpe militar de 1964. Na trama, personagens se veem sendo testados em sua capacidade de discernimento, num momento de informações confusas e valores equivocados quanto à idéia de pátria e de cidadania. A história narra a trajetória dessa família, no sentido de manter firme seus princípios éticos e seus valores, para si próprios, mas principalmente, pensando na transmissão destes valores para filhos, netos, e gerações futuras. Inspirada nos grandes filmes humanos do cinema americano dos anos 1960, a trama tensa e emocional, é adoçada pela filha do casal, uma jovem com dois talentos absolutos: o canto e o senso de justiça. Com final luminoso, inspirador, a família vê a luta pelo seu princípio alçá-la a vitória contra o mal instaurado. Cheiro de Ameixas é um baluarte dos bons princípios, da bem aventurança e do aprendizado da vida. Uma peça brasileira, sobre uma família brasileira em busca de dignidade. Cheiro de ameixas tem como objetivo contribuir com o inventário sobre a sociedade brasileira recente e suscitar uma reflexão sobre ideologias e comportamento de uma geração que traz em si os resíduos do período da ditadura no Brasil. A partir disto, pretendemos, através da própria obra, do diálogo com o público nos encontros após as apresentações e também na Oficina com a diretora, suscitar bons debates e reflexões acerca deste tema que compõe boa parte da história do nosso país. A aprovação deste projeto inédito na Lei de Incentivo à Cultura possibilita a montagem e estreia deste espetáculo, e como desdobramento, viabiliza a possibilidade de circular pelo País, posteriormente através de outros recursos. Quanto aos aspectos legais, vale destacar de que modo este projeto está alinhado com o que diz a Lei 8313/91. Além de contribuir na ampliação do acesso à cultura (Art 1º, §I) , vale destacar o §VIII e Art 3º §II: Relevância e Pertinencia O projeto está alinhado diretamente a ações que contribuem a cultura brasileira , seguindo diretrizes como I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - Todos os ingressos serão gratuitos - Democratização de Acesso e Pluralidade - Serão distribuídos convites incluiremos estratégias que garantam a presença PcD de locomoção e idosos, pessoas com pouco acesso a equipamentos culturais, além de difusão em mídias, espaços, redes, radios e canais estratégicos que garantam alcance e interesse de um público diverso; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; - Informação, cultura e Memória relativas ao País, à partir da temática do próprio espetáculo; Art. 3º II - fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de um espetáculo de artes cênicas, com alto rigor artístico e cultural.

Estratégia de execução

Não se aplica

Especificação técnica

Não se aplica

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA: A temporada do espetáculo se realizará obrigatoriamente em espaços que obedeçam a legislação quanto à acessibilidade para pessoas com PcD físicas e idosos - O espetáculo será realizado em espaços que assegurem rampa de acesso ao local de apresentação, aos banheiros, cafés e saídas de emergência. - Assentos adequados reservados para PcD físicos e idosos. - Um produtor do espetáculo se encarregará de oferecer suporte ao público PcD físico e a idosos. Nossa equipe será orientada para dar suporte para este público específico, como prioridade na entrada e assentos em espaços adequados, garantindo-lhes conforto e segurança durante as apresentações. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: - Realizaremos 15 apresentações com INTERPRETAÇÃO EM LIBRAS para o público PcD Auditivos. - Faremos parcerias com instituições voltadas para PcD Auditivos, para um maior estímulo deste público no espetáculo. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: - Será realizada 1 sessão com AUDIODESCRIÇÃO voltada para o público PcD Visual. - Faremos uma divulgação diretamente instituições voltadas para PcD visuais, para um maior estímulo deste público no espetáculo.

Democratização do acesso

- Os ingressos para o espetáculo serão gratuitos. - Reservaremos 10% das cotas diárias destinadas aos incentivadores, patrocinadores e doadores. - Reservaremos uma cota diária de 10% de ingressos para Físicos, PcD Auditivos (nas 15 apresentações) e 30% dos ingressos para PcD Visuais, no dia da apresentação com audiodescrição. - Permitiremos a captação de imagens do espetáculo e permitiremos sua veiculação por redes públicas de televisão, mediante solicitação prévia que justifique a ação. Todas essas ações serão amplamente divulgadas. Estimamos um público 220 pessoas por dia, em média, totalizando ao final das 16 apresentações, 3520 pessoas. O PLANO DE DISTRIBUIÇÃO prevê a reserva das seguintes cotas: - 352 Ingressos (dos 3.520) destinados à DIVULGAÇÃO. - 352 Ingressos (dos 3.520) destinados aoos PATROCINADORES - 330 ingressos destinados a PcD Auditivos - 66 ingressos destinados a PcD Visuais Será reservada a cota de ingressos para PcD Visuais e Auditivos e Físicos, a ser entregue pela Produção, na bilheteria do Teatro. Art. 28. Adotaremos as seguintes medidas de ampliação do acesso, de acordo com o Art. 28: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;

Ficha técnica

Autor: Ademir Cunha Diretora: Marcia Zanelatto Elenco Protagnista - Ângela Câmara, Izak Dahora, Elenco coadjuvante - Amanda Weaver, Duda Ribas, Fábio de Luca, Higor Campagnaro, Pedro Tzirulnik e ator/cantor a ser selecionado em audição. Figurino: Maria Duarte Cenário: Mina Quental Trilha sonora: Claudia Elizeu Iluminador: Adriana Ortiz Preparador Corporal: Marina Salomon Assessor de Imprensa: JS Pontes Assessoria de Comunicação Fotos: Renato Mangolin Midias Sociais: Radha Barcellos Administração Financeira: Juliana Mattar Programação Visual: Bruno Dante Contabilidade: Kriscon Contabilidade Produção Executiva: Gabriel Garcia Direção de Produção: Juliana Mattar - Transa Arte e Conteúdo Administração Financeira: Juliana Mattar - Transa Arte e Conteúdo Coordenação Geral: Marcia Zanelatto - Transa Arte e Conteúdo Breve Currículo Marcia Zanelatto - Direção e Coordenação Geral do Projeto (Transa Arte e Conteúdo) Marcia é escritora, dramaturga e roteirista, e diretora geral da empresa Transa Arte e Conteúdo. Autora de diversas peças teatrais, suas peças mais recentes são Lady X Macbeth, dirigida por Marcio Aurélio e Mara Borba, com Guilherme Leme Garcia e Yara de Novaes, no Teatro Anchieta em São Paulo; Outras Marias, dirigida por Patrícia Selonk, com Clara Santhana, no SESC Tijuca, Rio de Janeiro; Infância Roubada, com a companhia Trupe de Truões, Uberlândia; ELA, com a companhia de Teatro ACERT Trigo Limpo de Tondela, Portugal. Em Julho, estreia Diadorim, dirigida por Guilherme Leme Garcia, com Vera Zimmermann, no Centro Cultural São Paulo, e em Setembro, estreia como librestista na ópera Isolda.Tristão – a mesma história outra, composta por Clarice Assad, com direção geral de Guilherme Leme Garcia, no Theatro Municipal de São Paulo. Em 2019, imediatamente anterior à pandemia, destacam-se as peças Menines, Genderless – um corpo fora da lei e Eles não usam tênis naique, ELA, com direção de Paulo Verlings (Indicada como Melhor Autora Prêmio SHELL 2017), Por amor ao mundo - um encontro com Hannah Arendt (Prêmio Myriam Muniz 2014) Deixa Clarear, e Desalinho, (Prêmio APTR 2015 - Melhor Texto Nacional/indicada como melhor Autora no Prêmio CESGRANRIO), sendo estas dirigidas por Isaac Bernat; “Hipnose, uma tragicomédia carioca”, direção de Renato Carrera e “Eles não usam tênis naique”, direção de Isabel Penoni. Idealizadora, Diretora de Produção, e autora de um do monólogo Genderless - Um corpo fora da lei, da Ocupação Rio Diversidade, indicado ao Prêmio APTR e Prêmio SHELL 2016, nas Categorias Especial e Inovação, respectivamente. Idealizadora e coordenadora geral da Ocupação Grandes Minorias, no Teatro Glauce Rocha.É criadora e roteirista da série República do Peru, (TV Brasil). Escreveu com Domingos Oliveira o longa-metragem Juventude, Kikito de Melhor Roteiro e a peça Largando o Escritório, Prêmio Shell Melhor Texto. Recebeu prêmios pelas peças Eles não usam tênis naique (Ford Foundation) e Tempo de Solidão (Seleção Brasil em Cena 2009). Lecionou na Escola de Cinema Darcy Ribeiro foi coordenadora do Núcleo de Dramaturgia da CAL (Casa das Artes Laranjeiras). Parte da sua obra teatral já foi traduzida para o Inglês, Francês, Espanhol e Sueco. Ademir Cunha - Dramarturgia: Formação Acadêmica: Nível Superior. Formado em Medicina em 1980. Atividade Atual: Escritor, Roteirista: Cinema e Teatro - Atividades na área Artística: CURSO LIVRE DE “ROTEIRO E DRAMATURGIA”- Diferenças e semelhanças na escrita para o Teatro, Cinema e TV. Ministrado por Márcia Zanelatto, com total de 10 horas/aula.De 11 de janeiro a 1 de fevereiro de 2011, na CAL (Casa das Artes de Laranjeiras)/ Curso Livre de “ROTEIRO E DRAMATURGIA”, ministrado por Márcia Zanelatto com total de 10horas/aula. De 27 de abril de 2011 à 18 de Maio de 2011, na CAL (Casa das Artes de Laranjeiras). / Curso Livre “WORKSHOP PONTO DE VIRADA- O AUTOR E SEUS CONFLITOS” ministrado por Márcia Zanelatto de 24 de setembro de 2011 à 12 de novembro de 2011, na CAL (Casa das Artes de Laranjeiras). Total de 16horas/aula. / Curso Livre “DO DIZER AO INDIZÍVEL”, ministrado por Márcia Zanelatto de 10 de novembro de 2011 à 01 de dezembro de 2011, na CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), com o total de 12horas/aula. / Curso Livre “DIREÇÃO DE ATORES PARA AUTORES” ministrado por Pedro Freire, de 12 de Janeiro de 2012 a 16 de fevereiro de 2012, na CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), com total de 15 horas/aula./ OFICINA DE CURTA METRAGEM, ministrado por Márcia Zanelatto de 08/05/12 à 04/09/12 na CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), com total de 80 horas/aula ./Autor da Obra em Execução: Peça de Teatro com o Título: “Cheiro de Ameixas”- Realizada Leitura dramatizada com 11 atores e a diretora Márcia Zanelatto em 23/03/2014 no Centro Cultural Midrash - Leblon - R.J /Autor da Obra em Execução: Filme de Curta Metragem com o Título: “Interno Colégio” sob à coordenação executiva de Laura Severo. Ângela Câmara – Atriz Ângela Câmara é atriz formada pela CAL em 1997, integrante da cia Os DeZequilibrados. Trabalhos mais recentes: Rose, de Clarice Ripoll, dir Vinícius Arneiro (Sesc Pulsar 2023, Sesi e Sérgio Porto/18), Ielda, texto e direção de Renato Carrera - PetraGold e Sesi/20; Histórias Veladas, dramaturgia coletiva, dir Marta Paret – casarão Z 42 , 19/20; Felicidade, coletânea, dir Marcos Americano (Cia Vida Bela, teatro-dança) – Sesc Copa/19, Parque das Ruínas/20; Rio 2065, de Pedro Brício, dir Ivan Sugahara (CCBB I/19);; O tempo não dá tempo, de Duda Maia (Oi Futuro Flamengo/18); A Última Revolução Possível, de Fúrio Lonza, dir Sidney Cruz (Serrador/17); Princípios transgredíveis para amores precários, de Thales Paradela, dir Rafael Sieg (Serrador/17); Beija-me Como nos Livros, dir e dramaturgia de Ivan Sugahara (CCBB I, Gláucio Gill, Cacilda Becker SP e turnê pelo BR, 15/16); Fala Comigo como a chuva e me deixa ouvir, de Tenesse Williams, dir Ivan Sugahara (Casa da Glória/14), Prêmio Cesgranrio Melhor Espetáculo. Izak Dahora - Ator Izak Dahora é Doutorando e Mestre em Artes (UERJ) e graduado em Artes Cênicas (UNIRIO). Professor nos cursos de Cinema e de Teatro na Universidade Estácio de Sá e na pós-graduação Literatura, Arte e Pensamento Contemporâneo (PUC-Rio). Como ator, destacam-se as peças teatrais Viva o povo brasileiro (transposição do romance de João Ubaldo Ribeiro, com estreia em 2023), Chega de Saudade, Renoir – a beleza permanece, O Encontro – Malcom X e Martin Luther King Jr, Contra o vento – um musicaos, Os insones (baseado em romance de Tony Belotto), Lima Barreto ao terceiro dia, A menina do dedo torto, Lili, uma história de circo, Brincando de orquestra, entre outros espetáculos. Diretor da peça Pedro e o Villa-Lobos, de Tim Rescala, para o Instituto Zeca Pagodinho, e do projeto Preto de branco, dramaturgia de Marcia Zanelatto. No streaming, atuou em O som e a sílaba (de Miguel Falabella, para a Disney). No cinema atuou em Grande Sertão, Alemão 1, De perto ela não é normal, O roubo da taça, Noites de alface, Ninguém entra, ninguém sai e outras produções. Na TV, em Falas negras, Éramos seis, Os dias eram assim, Sexo e as negas, O astro, Escrito nas estrelas, Eterna magia, Brava gente, Sítio do Picapau Amarelo, entre diversas outras produções. Autor do livro Arte Total Brasileira: a teatralidade do Maior Show da Terra (Ed. Cândido) e co-autor da coletânea de contos Histórias de sacis (Ed. Uirapuru). Escritor da sinopse do enredo e do roteiro oficial de desfile da Acadêmicos da Grande Rio para o carnaval de 2019, integrando a equipe de criação dos carnavalescos Renato e Márcia Lage. Conselheiro da Interartis-Brasil (que atua em favor dos direitos autorais de intérpretes do audiovisual) e da Orquestra de Cordas da Grota (Niterói). Também é músico (canto, piano e violino), tendo estudado em conservatórios na infância e na adolescência, habilidades musicais que performa em diversos dos espetáculos em que atua. OBS: Por impossibilidade de incluir as mini bios de todos da equipe neste local, será anexado em documentos o CURRICULO INTEGRAL DA EQUIPE.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Rio de Janeiro Rio de Janeiro