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PRONAC 232899Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Folclore em Movimento

NOARA LEITE BAPTISTA 37382142833
Solicitado
R$ 130,1 mil
Aprovado
R$ 130,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2023
    Cadastro PRONAC
    Ano 23
  2. 01/01/2024
    Início previsto
  3. 31/01/2024
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Novo Hamburgo
Início
2024-01-01
Término
2024-01-31
Locais de realização (7)

Resumo

Realização do "Dia Folclórico nas Escolas" com apresentações literárias e música.

Sinopse

O Negrinho do Pastoreio: No tempo em que as fazendas tinham escravos, que fizeram as taipas de pedra que a gente ainda vê no campo, havia um estancieiro muito, mas muito mau. Ele só dava valor para a sua prataria e para a sua tropilha de cavalos. E tinha um chamego especial por um baio, que era seu animal de confiança para as carreiras. Fora isso, não dava pousada para viajante, não emprestava cavalo a ninguém, não dava uma cuia de água. E era dono de um negrinho, que ele chamava de Negrinho, porque nem nome de batismo tinha dado para o infeliz. O guri era obrigado a fazer todas as vontades do patrão, desde aviar o mate até acender o pito dele com um tição. E aguentar muito puxão de orelhas. Um dia, esse estancieiro atou carreira com um vizinho. Confiava tanto no baio que apostou mil onças de ouro, uma fortuna. E botou o Negrinho de ginete, porque o menino era bom na rédea. Mas o baio perdeu, e lá se foram as mil onças de ouro. O estancieiro chegou em casa e mandou amarrar o Negrinho num palanque e dar nele uma surra de relho. Depois botou o Negrinho, de noite, a cuidar da tropilha dos trinta tordilhos negros e do baio amarrado numa estaca. O coitado do Negrinho pegou no sono, e quando acordou tinham sumido os tordilhos e o baio. Contam que foi o filho do estancieiro quem espantou os animais. Mas o estancieiro não quis saber de conversa. Mandou amarrar de novo o Negrinho no palanque e dar-lhe uma surra de relho, até que ele parasse de chorar.O menino só gritava pela madrinha Nossa Senhora, até que parou mesmo de chorar. Deram o Negrinho por morto. O estancieiro mandou jogar o corpo num formigueiro, para as formigas terminarem o serviço, como ele disse. Quando amanheceu o dia, foram ver o formigueiro, e nada do Negrinho. A tropilha e o baio tinham sumido também. O estancieiro mandou a peonada bater o campo léguas e léguas, e nem rastro dos cavalos. Voltaram para casa e viram o Negrinho de pé no formigueiro, sacudindo as formigas, e o baio do lado dele, mais os trinta tordilhos. E assim como ele apareceu também sumiu de novo com o baio e a tropilha. Dizem que até hoje ele vive troteando campo afora, montado no baio e tropeando os tordilhos. E se alguém perde alguma coisa é só acender uma vela para o Negrinho e rezar para a sua madrinha Nossa Senhora, repetindo: "Foi por aí que perdi, foi por aí que perdi, foi por aí que perdi". Se o Negrinho não achar, ninguém mais acha. Sepé Tiaraju: Diz a lenda que era valente e guerreiro. Vivia em um tempo em que espadas, mosquetes, lanças e canhões confundiam-se com as brancas flores sobre os verdes laranjais. De acordo com o guardião da lenda, o escritor Simões Lopes Neto (...), Sepé Tiaraju nascera trazendo na testa um lunar "Bem pequenino/ Como um emblema divino". Batizado Joseph Tyarayu, o índio missioneiro cresceu nas aldeias jesuítas dos Sete Povos das Missões rodeado pela sabedoria e instruído pelos padres a serviço Divino. Predestinado por Deus e São Miguel, destacou-se por ser um bom combatente e estrategista. No entanto, de boca em boca, persiste a lenda que se espalha e se mistura às histórias dos séculos. Sepé, cujo nome tupi-guarani se traduz como facho de luz, ostentava o lunar responsável por guiar os soldados em seus combates. "E tinha por penitência/ Que a sua própria figura/ De dia, era igual às outras.../ E diferente, em noite escura..." O ano era 1750, época pré-açoriana em que os povos das Missões se encontravam em seu maior grau de desenvolvimento. Portugal e Espanha haviam assinado o Tratado de Madri, implicando na troca entre si das Missões pela Colônia de Sacramento. Com isso, cerca de 50 mil índios deveriam deixar as terras de seus ancestrais, onde, em meio a igrejas e fazendas exerciam a pecuária e a agricultura. Ao passo que os jesuítas buscavam revogar o Tratado, os enviados dos reis começavam o trabalho de demarcação. No habitual cenário rio-grandense de lutas e conquistas, surgia Sepé. Junto dos guaranis, ele impedia a entrada da comitiva em suas terras - daí sua declaração famosa: - Esta terra tem dono! Simões continua: "E quando a guerra chegou/ Por ordem dos Reis de além/ O lunar do moço índio/ Brilhou de dia também". Diante de armas luso-brasileiras e espanholas, apesar de toda a luta, Sepé pereceu junto de 1,5 mil guaranis na batalha do Caiboaté. Diz a lenda - de novo ela -, que ao morrer Deus lhe tirou o lunar da testa, transferindo-o para o céu dos pampas a fim de guiar os gaúchos. Por isso, em noite escura, ao olhar para o céu, lembre-se que o herói guarani missionário rio-grandense Sepé, agora São Sepé, olha por você. E saiba: o Cruzeiro do Sul nunca brilhou tanto. A erva-mate: Aconteceu há muito tempo, em um território incerto do pampa. No meio das coxilhas, havia uma tribo guarani. O cacique, cuja sabedoria esticava seu caráter, era exemplo para todos ao redor. Os índios fixavam seus olhares no cacique e, com entusiasmos espontâneos, sentiam-se pertencentes de algo maior. Caá-Yari, índia de cabelos negro-vívidos e de olhos glauco-acerejados, era a filha do cacique. Sua graça e sua candura não passavam despercebidas pelos jovens guerreiros da tribo. Caá-Yari era motivo de orgulho para o cacique, que, devido ao passar do tempo, sentia-se cada vez mais afadigado e vulnerável. Mas além da velhice iminente havia outra coisa que dilatava a inquietação do chefe dos índios. Já que não tinha filho homem, o cacique preocupava-se com sua sucessão. Em toda tribo, conforme avaliação do próprio cacique, havia apenas um guerreiro que possuía os requisitos autênticos para tornar-se o novo chefe. E era justamente o índio pelo qual sua filha, Caá-Yari, apaixonara-se. Isso desassossegava o cacique. Não por sua filha estar apaixonada, mas sim o fato de que, segundo as leis guaranis, a mulher do chefe dos índios era obrigada a acompanhá-lo em suas viagens e caçadas. Ou seja, Caá-Yari precisaria deixar o pai sozinho na tribo por longos períodos. Caá-Yari, filha solícita e de farta empatia, reconhecia a vulnerabilidade do pai. Sem hesitar, ela permanecia ao seu lado. Ela pressentia que, caso se ausentasse da tribo, o cacique se afundaria em espessa melancolia. Assim, a jovem Caá-Yari abria mão dos seus anseios e palpitações em nome do bem-estar do pai. O tempo correu e o cacique começou a experimentar emoções de culpa. Foi então que ele procurou Tupã, o deus dos deuses. O cacique expôs o desejo de ganhar uma companhia para as horas de solidão. Desse modo, poderia nomear o novo chefe e deixar Caá-Yari. O deus Tupã mostrou ao cacique uma árvore robusta, cujas folhas deveriam ser retiradas, secadas e torradas. Surgia a erva-mate. Tupã ainda aconselhou o cacique a partir um porongo e também a elaborar um canudo de taquara, nomeados cuia e bomba. Ganhava corpo o chimarrão, bebida quente e amarga, a nova companhia do cacique, que depois de tomar um mate alegrou-se em nomear seu sucessor e permitir a partida de Caá-Yari. A lenda se levantava. Todas as histórias tem classificação indicativa livre.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar apresentações artísticas e culturais sobre o Folclore Gaúcho nas escolas das cidades metropolitanas do Rio Grande do Sul, assim seguindo o inciso VI do art. 2 do D10755 - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; Objetivos Específicos: - Atender 35 escolas em situação de vulnerabilidade socioconômica; - Realizar ao todo 70 apresentações; - Alcançar 10 mil alunos com o projeto; - criar um público consumidor de cultura; - gerar emprego e renda para artistas e técnicos da região;

Justificativa

Este projeto, intitulado como "Folclore em Movimento", é relevante para a arte porque ele contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, uma vez que a proposta pretende contemplar gratuitamente um público vulnerável que tem pouco acesso à cultura. O projeto também promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, uma vez que muitas destas histórias falam sobre a cultura gaúcha que tem grande valor histórico, não apenas dentro do estado, mas em todo Brasil. Até por isso, a proposta precisa da lei de incentivo à cultura, pois serão apresentações artistísticas totalmente gratuitas oferecidas à comunidade, valorizando a cultura brasileira. O valor arrecado será para fincanciar este projeto que pretende atingir um expressivo público de crianças e adultos nas escolas, já que não é nosso intuito cobrar ingressos dos estudandes. Além disso, com o avanço da tecnologia, se torna cada vez mais presente a necessidade de preservar o gosto pela leitura e a formação de novos leitores. O consumo da tecnologia pelas crianças e jovens aumentou muito na última década e se intensificou durante a pandemia. Essa situação nos trouxe um déficit na alfabetização infantil, onde muitos estudantes estão com dificuldade no processo de aprendizagem e leitura. O percentual de crianças com essas dificuldades passou de 15,5%, em 2019, para 33,8% em 2021. (Fonte: https://www12.senado.leg.br/radio/1/noticia/2022/09/19/deficit-na-alfabetizacao-dobrou-com-a-pandemia) Este projeto vê como missão que essas contações de histórias possam ajudar no processo de alfabetização e no gosto pela leitura das crianças, além de diminuir a dor emocional e o estresse infantil aumentado durante a pandemia. Pesquisadores da Universidade Federal do ABC (UFABC), que analisaram amostras de sangue e saliva de 81 crianças internadas em unidades de terapia intensiva (UTI) em São Paulo, sugerem que a leitura de histórias para crianças é capaz de aliviar a dor e o estresse infantil. No grupo de crianças que receberam a terapia de contação de histórias, houve diminuição nos níveis do cortisol, hormônio associado ao estresse, e aumento no nível de oxitocina, hormônio associado ao bem-estar. (Fonte: https://www.metropoles.com/saude/leitura-de-historias-reduz-estresse-em-criancas-diz-estudo-brasileiro). Não obstante, é importante lembrar que contar histórias é uma ferramenta utilizada desde o início de nossa existência como espécie. Essa arte é capaz de criar relações entre o locutor e o interlocutor através do lúdico e imaginação que criam memórias afetivas, as quais são extremamente importantes para o desenvolvimento infantil. Essas memórias são responsáveis para que as crianças aprendam sobre limites, gostos, sentimentos, funcionamento do próprio corpo e das suas emoções. (https://www.uninassau.edu.br/noticias/o-que-e-memoria-afetiva-e-como-criar-boas-lembrancas-nas-criancas) Por fim, esse projeto precisa da lei de incentivo à cultura, porque prioriza o produto cultural originário do páis, visto que todos o elenco que trabalhará nessa proposta (diretores, coordenadores, produtores, músicos, atores, etc) são brasileiros.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES E NECESSIDADES TÉCNICAS DAS APRESENTAÇÕES LITERÁRIAS: Duração: 50 minutos por evento. Aplicado no período da manhã e da tarde. Indicação: Crianças, cuidadores, educadores e corpo docente em geral. Público: 250 pessoas por turno. Espaço: As apresentações precisam de um espaço amplo e limpo onde seja possível realizar atividades de recreação e, em seguida, acomodar as crianças sentadas para ouvir as histórias. Iluminação: As apresentações serão realizadas durante o dia ou em espaços que forneça iluminação. Sonorização: As apresentações terão caixa de som e microfone para que os artistas consigam atender a quantidade de público. Montagem: O espaço deve estar disponível cerca de 30 minutos antes da atividade para a equipe poder preparar todos os materiais. E 30 minutos para desmontagem. METODOLOGIA - Entrar em contato com as secretarias de educação e cultura de cada município;- mapear cinco escolas vulneráveis de cada munícipio que receberá o projeto;- Entrar em contato com as direções de cada escola para agendar as das das apresentações e das oficinas;- Definir os ambientes onde ocorrerão os eventos (quadras, ginásios, pátios);- Contratar músico e atriz para realizar o espetáculo literário;- Contratar diretora para direcionar os atores e o espetáculo;- Contratar uma intérprete de libras para acompanhar o projeto durante as apresentações;- Realizar o Dia Folclórico nas Escolas, em ambos os turnos escolares, através da recreação e contação de histórias;- Orientar os alunos a desenharem ou escreverem uma redação sobre o Folclore Gaúcho;- Orientar os professores, coordenadores e diretores a relatarem suas impressões sobre o evento recebido;- Recolher os desenhos, redações e avaliações escolares;- Pagamento dos artistas- Contratar serviço de contabilidade para o fechamento do projeto.- prestação de contas

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados (as escolas selecionadas terão que atender esses requisitos). ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras (previsto no projeto).

Democratização do acesso

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Não há cobrança de ingresso nesse projeto, as apresentações serão gratuitas.

Ficha técnica

Noara Fox ((PROPONENTE, PRODUTORA EXECUTIVA, ATRIZ E GESTORA SENDO RESPONSÁVEL POR TODAS AS DECISÕES DO PROJETO): Trabalha desde 2006 como atriz e recreadora infantil. Formada em Artes Dramáticas pela Fundação das Artes, SP, em 2013. Em 2014, mudou-se para o Rio Grande do Sul, onde fez parcerias com a editora Ática e Scipione para atuar nas escolas como contadora de histórias. Em 2015, fez parte da companhia Teatro Luz e Cena, onde atuou como atriz e iluminadora de espetáculos infantis. Em 2017, foi convidada a ser professora de teatro no contraturno escolar através do Programa Mais Educação. Em 2020, se aperfeiçoou em projetos, tornando-se Gestora de Projetos Culturais, captando recursos através de editais e LIC. Gean Adler: Começou sua jornada como ator em 1999, na companhia Teatro Luz e Cena. Em 2004, foi chamado para ser parte da equipe de produtores culturais da empresa, onde foi responsável pela produção de mais de 40 espetáculos infantis e pela entrega dos mesmos em mais de 200 cidades gaúchas. Neste projeto atuará como Assistente de Produção. Alessandro Torres: Aprendeu a tocar violão aos 17 anos. Integrou numa banda de rock chama MCloud que atuou nas cidades metropolitanas do Rio Grande do Sul entre 2005 a 2010. Em 2009, entrou para a companhia Teatro Luz e Cena, onde foi responsável pela composição musical dos espetáculos e pela execução musical dos mesmos. Em 2017, teve a oportunidade de ser o violonista da autora e contadora de histórias Cacá Mello, onde participou de várias feiras de livro e outros eventos. Desde 2020, começou a participar dos projetos e espetáculos literários da Noara Fox, atuando em feiras do livros, eventos e demais projetos culturais. Neste projeto atuará como Violonista. Elisa Machado: Sua jornada como autora e diretora de peças teatrais começou em 1995, na companhia Teatro Luz e Cena. Desde então, escreveu e dirigiu mais de 40 espetáculos infantis que fazem parte do repertório da companhia. Seu nome teve uma menção honrosa no livro "Dicionário de Autores: Literatura Dramática do Rio Grande do Sul. Nesse projeto atuará como Diretora Cênica. Fabiana Pons: Formada em Educação Especial pela Universidade Especial de Santa Maria, RS, em 2003. Possui pós-graduação em psicopedagogia e intérprete de libras (2005), e capacitada em Atendimento Educacional Especializado, em 2009. Há 19 anos desenvolve sua atividade profissional em setores públicos, privados, eventos e instituições em geral. Nesse projeto atuará como Intérprete de Libras. Júnior Vieira: Formado em 2014 na escola de fotografia Joel e Isa Reichert, em Novo Hamburgo, RS. Teve experiência como ator e produtor cultural na companhia Teatro Luz e Cena de 2015 a 2018. Em 2019, integrou a equipe de produtores culturais da companhia, produzindo e entregando peças teatrais em várias cidades do Rio Grande do Sul. Em 2020, se tornou produtor audiovisual criando uma websérie para o Youtube, chamada: Conexão Perdida. Atualmente trabalha como fotógrafo em eventos, casamentos e ensaios profissionais. Neste projeto atuará como Fotógrafo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Campo Bom Rio Grande do SulCanoas Rio Grande do SulEsteio Rio Grande do SulNovo Hamburgo Rio Grande do SulSapiranga Rio Grande do SulSapucaia do Sul Rio Grande do SulSão Leopoldo Rio Grande do Sul