| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 01425787000104 | REDECARD INSTITUICAO DE PAGAMENTO S.A. | 1900-01-01 | R$ 400,0 mil |
Encontro Internacional Boca do Céu. Espaço de reflexão, criação e ação cultural focado nas narrativas orais. O evento propõe a realização de 1 (uma) semana de ações diversificadas, incluindo espetáculos de narração, oficinas, debates, cortejos, reflexões, compartilhamento de experiência, narrações de histórias para crianças, adultas e adultos e a tradicional roda de contadores.
CONTAR HISTÓRIAS é uma arte que existe desde o começo dos tempos, que viaja pelas épocas e lugares da humanidade e permanece viva onde há prosperidade e no meio dos escombros. E que estará presente com o último ser humano, depois que ele sair e apagar a luz. Em todas as edições do "Boca do Céu", conteúdos importantes para a arte de contar histórias, como as raízes da cultura popular brasileira, brincar e contar em diálogos com outras áreas do conhecimento humano, centralizaram debates e palestras e foram temas de nossos Encontros. Na edição de 2024, o Encontro Internacional Boca do Céu de contadores de histórias segue na mesma toada, dedicando sua grade de ações à Tradição Oral tal como se manifesta em diferentes regiões brasileiras e outros países do mundo. Tem como um de seus objetivos principais propor novas formas de “aprender a criar arte narrativa oral em diálogo com outras formas artísticas de hoje” ,a partir de temas candentes contemporâneos, em oficinas que inauguram novos formatos de trabalho coletivo interdisciplinar em situações de imersão coordenadas por artistas convidados. Outro foco dessa edição é abordar, por meio de discussões entre especialistas com diferentes pontos de vista, temas polêmicos que têm gerado palavras de ordem para instauradoras de práticas narrativas autoritárias que normatizam arbitrariamente leituras e repertórios a serem adotados no universo escolar. A arte de narrar, seus contextos históricos, origens e manifestações é abordada em palestras, debates, relatos de experiências, brincadeiras, diálogos, mesas redondas, apresentações artísticas e oficinas, sempre com o objetivo de trazer à cena a multiplicidade das culturas tradicionais do Brasil. Somada às situações narrativas, oficinas e debates com convidados de outros países, promove-se um diálogo intenso com contextos culturais estrangeiros, por meio de um olhar que ora se detém no que é particular e ora investiga o que é universal na Arte de contar histórias – entendida ao mesmo tempo como manifestação de todos os tempos da humanidade e como produção de cada cultura humana com suas peculiaridades.
OBJETIVO GERAL: O objetivo principal do Encontro Internacional Boca do Céu e´ propiciar diferentes situações de contato com a arte da narração que possam inspirar ações educativas, culturais, sociais e estéticas que ressaltem a importância das narrativas no mundo de hoje. O encontro propicia também a reflexão, a escuta e a pratica da arte de narrar histórias, num dialogo entre as funções culturais da tradição oral e sua ressignificação contemporânea. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: O encontro destina-se a pessoas educadoras, artistas, terapeutas, bibliotecárias, mediadoras culturais, artistas, crianças e ao público em geral interessado(a), utilizando -se da arte da narração para criar um campo especial de comunicação entre pessoas de diferentes faixas etárias e segmentos sociais. Um grande Encontro sobre assuntos relevantes do mundo atual relacionados ao universo das Artes da Palavra com palestras, espetáculos para crianças e adultos, oficinas, reflexões, conversas, narrações de histórias para escolas, rodas de contadores, relatos de experiências e pesquisas. - 10 narrações de histórias de contadores e contadoras nacionais; - 09 narrações de histórias de contadores e contadoras internacionais; - 01 roda de narradores tradicionais de comunidades caiçaras, quilombolas e indígenas de São Paulo; - 01 roda de conversa sobre o lugar da ancestralidade na arte de narrar histórias; - 01 narração de histórias realizada por crianças; - 01 roda de leitura para jovens, alunos e alunas do EJA; - 01 oficina de danças brasileiras na abertura de todos os dias do Encontro - 02 oficinas imersivas (Combo 1) para criação de espetáculo de histórias a ser apresentado no final do Encontro; - 02 apresentações de narrações de histórias criadas durante as oficinas imersivas; - 07 oficinas (Combo - ver especificações técnicas) com narrações de histórias sempre seguidas de reflexão, apresentação de pesquisa, rodas de conversa e debate; - 02 encontros de narração de histórias sobre Temas Polêmicos: narração seguida de debates e reflexões sobre os temas abordados; - 01 espaço de convivência lúdica para acolhimento das crianças que participam do Encontro; - Narrações de histórias feitas por contadores e contadoras selecionadas via edital de chamamento (de 5 a 10 narradores); - 05 espetáculo de narração de histórias voltado para alunos da rede publica de ensino, seguida de debate e reflexão com os educadores.
JUSTIFICATIVA: O Encontro Internacional Boca do Céu de Contadores e Contadoras de Histórias e´ o maior encontro internacional do gênero no Brasil e configura-se como um evento único no mundo, pois dedica parte importante de sua programação à formação de artistas, educadoras e educadores. Com mais de 20 anos de existência, iniciado em 2001, o Encontro, que ocorre bienalmente desde 2006, reúne artistas de diversas regiões do Brasil e do mundo. São pessoas que se encontram para compartilhar, aprofundar e difundir conhecimento, para refletirem sobre nossas raízes brasileiras, as histórias que formam nossos antepassados, o que elas nos ensinam a respeito da nossa identidade e multiplicidade cultural. A tradição oral pode ser definida como testemunhos e saberes transmitidos verbalmente de uma geração para a outra, o que fundamenta a identidade cultural mais profunda de um povo. Nela, a fala e´ reconhecida não apenas como um meio de comunicação diária, mas também como registro histórico e forma de preservação da sabedoria dos ancestrais. Ao longo do tempo, histórias e narrativas têm sido compartilhadas como meio de ensinamento e transmissão de valores, costumes e conhecimentos de uma determinada cultura humana, por meio da palavra oral. E´ um fato a existência de muitas tradições orais no Brasil, porém estamos longe de conhecer a profunda riqueza de nossas raízes culturais, já´ que os programas educacionais e culturais nem sempre contemplam aspectos relevantes desse patrimônio. A relevância deste projeto esta´ em promover um espaço de reflexão, criação e ação cultural focado nas narrativas orais, envolvendo crianças e adultos, além de atividades específicas voltadas a educadores e mediadores culturais. Os contadores de histórias estão em todas as regiões do país e, por meio do projeto, poderão vivenciar intercâmbios entre diversas realidades culturais brasileiras e também com contadores internacionais. Existem muitas pessoas espalhadas pelo mundo que conhecem variadas histo´rias, diferentes estilos e te´cnicas narrativas, mu´ltiplos tipos de atuaça~o. E´ preciso reunir essas pessoas para que seu conhecimento possa ser aprofundado, compartilhado e apreciado. Um encontro entre contadores de histo´rias pode promover trocas de experiências, te´cnicas e reperto´rios, contribuindo para uma reflexa~o sobre nossas rai´zes brasileiras, as histo´rias que formaram nossos antepassados, o que elas nos ensinam a respeito da nossa identidade e multiplicidade cultural. Desse encontro, que tambe´m tera´ a presença de profissionais de outros pai´ses, podem surgir perspectivas para o fortalecimento da arte de contar histo´rias em va´rios âmbitos de realidade: pedago´gico, terapêutico, em bibliotecas, organizaço~es na~o governamentais, centros comunitários e coletivos de artistas. A arte de contar histo´rias esta´ renascendo em va´rias partes do mundo, como atesta o aparecimento de inúmeros festivais e eventos que se tornam cada vez mais frequentes no Canada´, EUA, Inglaterra, França, Alemanha e outros pai´ses. No Brasil, existem hoje pessoas que redescobriram essa arte milenar, formando nu´cleos em Sa~o Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Floriano´polis, João Pessoa, Rondônia, Salvador, São Luis, e outras cidades. Sa~o experiências isoladas, que nos u´ltimos anos têm aumentado em nu´mero e atuaça~o, trazendo pu´blicos cada vez maiores e mais diversificados, interessados em ouvir a melodia poe´tica das narrativas orais. Hoje, a arte da narraça~o busca espaços de teatros e centros culturais inscrevendo-se no mercado do entretenimento com espeta´culos de qualidade arti´stica reconhecida. Ao mesmo tempo muitos artistas da narraça~o dirigem sua investigaça~o para: - Espaços organizacionais _ - Diferentes mi´dias _ a arte de narrar como roteiro para TV, cinema e ra´dio, a escrita de uma histo´ria para uma campanha publicita´ria, a narraça~o nos meios eletrônicos. - Espaços terapêuticos e sociais _ hospitais, asilos, abrigos. Os contos tradicionais têm uma estrutura simbo´lica em que os elementos se ordenam em torno da experiência de significar o mundo. Questo~es fundamentais, relativas a valores e formas de sentir e pensar a realidade conduzem a sequência narrativa tradicional, cuja forma exterior se desenrola na aça~o de pri´ncipes, sa´bios, drago~es, bruxas e princesas. Sa~o histo´rias que podem levar à reflexa~o, que tocam a sensibilidade, instigam a curiosidade, fazem rir. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou naço~es; VIII - estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: e) realizaça~o de exposiço~es, festivais de arte e espeta´culos de artes cênicas ou congêneres. IV - esti´mulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuiça~o gratuita e pu´blica de ingressos para espeta´culos culturais e arti´sticos; II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: e) realizaça~o de exposiço~es, festivais de arte e espeta´culos de artes cênicas ou congêneres. IV - esti´mulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuiça~o gratuita e pu´blica de ingressos para espeta´culos culturais e arti´sticos;
DIVULGAÇÃO O Plano de Divulgação do Encontro Internacional Boca do Céu 2024, se ancora, principalmente, na atividade da Assessora ou Assessor de Imprensa, que buscará encontrar veículos que tenham sinergia com o projeto e apresentem interesse em expor o evento a suas leitores e seus leitores. A internet também será um veículo de bastante importância, visto que o site do Boca do Céu e as redes sociais publicarão continuamente, antes, durante e após o Encontro, conteúdos relevantes de forma a atrair a atenção do público para o evento. Será no meio digital que o acompanhamento do projeto se dará de forma consistente, na divulgação permanente de suas atividades, sempre antes, durante e depois do evento. DETALHAMENTO DO SITE DO ENCONTRO O site do encontro é uma ferramenta pujante de comunicação com o público interessado, bem como de divulgação para o público potencial. 1. Descrição das páginas que comporão o site: - O Encontro: informações sobre o Encontro Internacional Boca do Céu, seus objetivos e história; - Apresentação: temas e conteúdos que serão abordados nesta edição; - Outras Edições: informações sobre o tema, fotos e vídeos de outras edições do Encontro; - Convidados e convidadas: currículo resumido com fotos das convidadas e convidados estrangeiros e estrangeira, brasileiras e brasileiros, e dos grupos que participarão do encontro; - Programação: grade com a programação completa do encontro; - Inscrições: informações sobre como se inscrever para participar das oficinas e/ou orientação para a conformidade da ordem de chegada; - Imprensa: clipping com as notícias sobre o encontro divulgado na imprensa; - Patrocinadores: dados sobre os patrocinadores do encontro; - Local: endereço e mapa de localização do local de realização. - Contatos: dados de contato da equipe responsável pelo encontro; COMUNICAÇÃO VISUAL | CENOGRAFIA Esta ação do projeto visa a criação de um ambiente cenográfico que ocupa as instalações do espaço no qual ocorre o Encontro, propiciando uma unidade visual para todas as suas atividades. A cada edição, a artista convidada elabora um projeto específico, de acordo com o tema do projeto daquele ano. A proposta é criar um espaço imagético, ambientar e envolver o público presente e, por meio de instalações, propor, espaços lúdicos, de diálogo e encantamento. Em "documento anexados" encontra-se uma amostra de como a ação foi executada na última edição presencial.
PLANO CONCEITUAL A estrutura das atividades do encontro Boca do Céu é inspirada na Proposta Triangular para o ensino e aprendizagem da arte criada por Ana Mae Barbosa, cujos eixos são: Produção, Leitura e Contextualização da Arte. - No eixo da PRODUÇÃO: oficinas - No eixo da REFLEXÃO SOBRE ARTE NARRATIVA: debates, narrações experimentais para discussão, relatos de experiências e encontro com contadores convidados - No eixo da APRECIAÇÃO: apresentações artísticas de contadores brasileiros e estrangeiros para o público infantil e adulto. 1. EIXO PRODUÇÃO São oficinas prático-teóricas que tratam de recursos internos e externos para contadores de histórias, diferentes aspectos da arte de narrar e funções culturais das histórias. Oferecem exercícios ligados à atividade corporal, musical, vocal, à pesquisa de repertório, da bibliografia, da cultura popular abrangente, bem como fundamentos teóricos das práticas apresentadas. As oficinas destinadas a educadores, contadores de histórias, bibliotecários e demais interessados em utilizar contos na sua atividade profissional. Todas as oficinas são pensadas com a intenção de propiciar subsídios para o trabalho em escolas, bibliotecas, hospitais, centros culturais, ONGs e outros espaços possíveis em que se possa atuar narrando histórias. Elas permeiam todos os eixos de conteúdo e têm seus conteúdos definidos de acordo com a especialidade de cada narrador. As inscrições prévias são necessárias e feitas por meio do site do Encontro, e seguidas de um processo de seleção com base no interesse e experiência dos inscritos. Cada oficina é adequada para um nível de conhecimento específico e, por conta disso, a seleção se faz necessária. 2. EIXO REFLEXÃO SOBRE A PRÁTICA NARRATIVA - Roda de Contadores - Encontro artístico de narradores de história brasileiros, vindos de vários estados, que se reúnem no palco onde cada um tem um até 15 minutos para mostrar seu trabalho. - Cortejo - Espetáculos musicais de rua inspirados nos desfiles dos blocos e cortejos populares que estão presentes em boa parte do país e "arrastam" as pessoas por meio de sua música e de seu clima festivo. - Espaços abertos de narração - Narrações abertas ao público em geral, que poderá contar uma história mediante inscrição prévia aberta a profissionais e não profissionais. - Corpopopular - Espaço de vivência das danças populares brasileiras, é uma oficina aberta realizada na parte da manhã, antes do início das atividades, destinada a pessoas que buscam conhecer o universo da cultura brasileira através de um trabalho sensível de percepção e descoberta de seu corpo como brincante popular. Visa trabalhar o corpo do cidadão brasileiro, a partir do repertório das brincadeiras populares e dos jogos teatrais e cooperativos, preparando-o para o despertar de seu potencial criativo e para a compreensão das influências indígenas, ibéricas e africanas na formação das manifestações encontradas de norte a sul do país. - Debates - Pesquisa de um tema fundamental da Arte Narrativa, previamente estruturado, para ser debatido pelo público. Apresentam iniciativas importantes de trabalho com narrativas em diferentes contextos, de acordo com as especificidades de cada região. - Palestras - Palestras ministradas por renomados contadores de histórias, destinadas ao público em geral. 3. EIXO APRECIAÇÃO Durante o encontro serão realizados espetáculos, conforme detalhado a seguir: - Apresentações de contadores de estórias brasileiros e estrangeiros - São variadas situações de narração de contos em que é possível escutar uma ampla diversidade de narradores vindos de espaços culturais distintos que trazem recursos, repertórios e estilos, que apresentam soluções e criações individuais e grupais de narradores do mundo contemporâneo. Tal variedade é propícia para a apreciação do público em geral e também oferece oportunidade de aprendizagem sobre arte narrativa para educadores e contadores de histórias. Cada apresentação é aberta por uma performance artística. - Espetáculo para Escolas - Apresentações de contadores de histórias destinadas a alunos de escola pública. - Narração para famílias - Apresentações de contadores de histórias para famílias. - Narração para crianças - Apresentações de contadores de histórias destinadas ao público infantil. - Narração de crianças - Apresentações de crianças contadoras de histórias.
O projeto contemplará as seguintes medidas de acessibilidade em cada um dos seus produtos de modo a assegurar a participação da pessoa com deficiência em atividades culturais e artísticas, em igualdade de condições com as demais pessoas. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: - Reservar espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência (e a acomodação de, no mínimo, 1 (um) acompanhante), de acordo com a capacidade de lotação da edificação, observado o disposto em regulamento. Os espaços e assentos reservados devem ser distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade, resguardando, ainda, o direito da pessoa com deficiência de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário. - Proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999; de modo a facilitar o livre acesso da pessoa portadora de deficiência, possibilitando-lhe o pleno exercício dos seus direitos culturais. - Para fins de atendimento ao inciso I do artigo 24 da Instrução Normativa n° 01/2023, as atividades serão realizadas em espaço que possui estrutura necessária para atender pessoas com mobilidade reduzida ou idosas afim de permitir o acesso desse público aos locais onde se realizam as atividades culturais e aos espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: - Assegurar medidas que garantam o acesso às pessoas com deficiência visual por meio de contratação de serviços de audiodescrição. - Serão utilizadas fontes ampliadas no material de divulgação da atividade. - Serão destacadas nos instrumentos de divulgação, as ações de acessibilidade para este público específico. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: - Assegurar medidas que garantam o acesso às pessoas com deficiência auditiva por meio de contratação de serviços de intérprete de libras. - Destacar nos instrumentos de divulgação, as ações de acessibilidade para este público específico. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: - Garantir igualdade de participação deste público com a contratação de 1 profissional (instrutor) qualificado para orientação e interlocução, de modo a enfatizar a presença e manter a atenção deste público, utilizando-se de linguagem adaptada: Falar devagar; apresentar informações objetivas de modo simplificado; auxiliar na compreensão do conteúdo exposto. PRODUTO: FESTIVAL/MOSTRA ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO - Reservar espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência (e a acomodação de, no mínimo, 1 (um) acompanhante), de acordo com a capacidade de lotação da edificação, observado o disposto em regulamento. Os espaços e assentos reservados devem ser distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade, resguardando, ainda, o direito da pessoa com deficiência de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário. - Proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999; de modo a facilitar o livre acesso da pessoa portadora de deficiência, possibilitando-lhe o pleno exercício dos seus direitos culturais. - Para fins de atendimento ao inciso I do artigo 24 da Instrução Normativa n° 01/2023, as atividades serão realizadas em espaço que possui estrutura necessária para atender pessoas com mobilidade reduzida ou idosas afim de permitir o acesso desse público aos locais onde se realizam as atividades culturais e aos espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: - Assegurar medidas que garantam o acesso às pessoas com deficiência visual por meio de contratação de serviços de audiodescrição. - Serão utilizadas fontes ampliadas no material de divulgação da atividade. - Serão destacadas nos instrumentos de divulgação, as ações de acessibilidade para este público específico. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: - Assegurar medidas que garantam o acesso às pessoas com deficiência auditiva por meio de contratação de serviços de intérprete de libras. - Destacar nos instrumentos de divulgação, as ações de acessibilidade para este público específico. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: - Garantir igualdade de participação deste público com a contratação de 1 profissional (instrutor) qualificado para orientação e interlocução, de modo a enfatizar a presença e manter a atenção deste público, utilizando-se de linguagem adaptada: Falar devagar; apresentar informações objetivas de modo simplificado; auxiliar na compreensão do conteúdo exposto. PRODUTO: OFICINA/WORKSHOP ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO - Assegurar a participação da pessoa com deficiência em atividades culturais e artísticas, em igualdade de condições com as demais pessoas. - Reservar espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência (e a acomodação de, no mínimo, 1 (um) acompanhante), de acordo com a capacidade de lotação da edificação, observado o disposto em regulamento. Os espaços e assentos reservados devem ser distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade, resguardando, ainda, o direito da pessoa com deficiência de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário. - Proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999; de modo a facilitar o livre acesso da pessoa portadora de deficiência, possibilitando-lhe o pleno exercício dos seus direitos culturais. - Para fins de atendimento ao inciso I do artigo 24 da Instrução Normativa n° 01/2023, as atividades serão realizadas em espaço que possui estrutura necessária para atender pessoas com mobilidade reduzida ou idosas afim de permitir o acesso desse público aos locais onde se realizam as atividades culturais e aos espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: - Assegurar medidas que garantam o acesso às pessoas com deficiência visual por meio de contratação de serviços de audiodescrição. - Serão utilizadas fontes ampliadas no material de divulgação da atividade. - Serão destacadas nos instrumentos de divulgação, as ações de acessibilidade para este público específico. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: - Assegurar medidas que garantam o acesso às pessoas com deficiência auditiva por meio de contratação de serviços de intérprete de libras. - Destacar nos instrumentos de divulgação, as ações de acessibilidade para este público específico. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: - Garantir igualdade de participação deste público com a contratação de 1 profissional (instrutor) qualificado para orientação e interlocução, de modo a enfatizar a presença e manter a atenção deste público, utilizando-se de linguagem adaptada: Falar devagar; apresentar informações objetivas de modo simplificado; auxiliar na compreensão do conteúdo exposto.
DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO - A democratização de acesso é ampla e, inclusive, um dos objetivos do projeto, já que todas as atividades realizadas durante a semana do Encontro Internacional Boca do Céu são abertas ao público, gratuitos, sem cobrança de ingressos. Obs. 1: Apenas no caso do espaço em que acontecerão algumas atividades específicas – como os espetáculos de narração – ter delimitação de lugares, serão distribuídos ingressos gratuitamente sob responsabilidade do local, em parceria com a produção do evento, sempre respeitando a ordem de chegada do público, além das regras de prioridade para pessoas com necessidades especiais, idosos, gestantes e pessoas com crianças de colo. Obs. 2: Ainda, no caso de espaços em que acontecerão algumas atividades específicas– como os espetáculos de narração – ter cobrança de ingresso, em função da política do espaço parceiro, serão adotas todas as medidas previstas no art. 27, da Instrução Normativa n° 1/2023, incluindo seus parágrafos e incisos, quando compatíveis com as características do objeto da proposta, a saber: Como medida de democratização do acesso ao produto produzido, caso haja cobrança de ingresso em alguma atividade do projeto, ressaltando que a proposta inicial é realizar gratuitamente todas as tividades do projeto, serão observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Serão observados os parâmetros estabelecidos no sistema, conforme segue: I - meia entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013; e II - meia entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. - Os ingressos ou produtos culturais restantes serão comercializados no limite de R$ 50,00. - O valor total da receita, caso haja, será, definitivamente, inferior ao Custo Total do Projeto. - Empenharemos todos os esforços junto ao espaço parceiro, caso haja cobrança de ingresso, para que a distribuição gratuita a que se refere o caput II, ocorra nos pontos de venda do produto cultural. Em conformidade ao art. 28 da Instrução Normativa n° 1/2023, prevê-se: - A gratuidade das atividades dos produtos do projeto (Festival, Espetáculos de Artes Cênicas, Oficinas e Ações de Contrapartida Social), realizadas durante o Encontro, salvo a especificidade indicada acima - no caso de espetáculo de narração, em que poderá ocorrer em espaços onde haja cobrança de ingresso; - Disponibilizar gratuitamente os registros em foto e vídeo gerados pelo projeto, por meio do site do projeto https://bocadoceu.com.br/ e suas redes sociais vinculadas (internet); - A realização de atividades voltada ao público infantil ou infantojuvenil; - No mínimo, 01 espetáculo de narração de histórias voltado para alunos e alunas das escolas públicas; - 01 roda de leitura para alunos e alunas do EJA.
CURADORIA, COORDENAÇÃO GERAL E DIREÇÃO ARTÍSTICA Regina Machado (Proprietária da Nasrudin Produções LTDA ME - PROPONENTE) Contadora de histórias para adultos e crianças desde 1980. Mestre em Educational Theatre na New York University, com doutoramento na ECA-USP, em 1989. Professora Livre Docente do Departamento de Artes Plásticas da ECA-USP. É a criadora e curadora do Encontro Internacional BOCA DO CÉU de Contadores de Histórias e autora dos livros: Acordais – Fundamentos Teórico-poéticos da Arte de Contar Histórias - Editora DCL, reeditado em 2015 pela Editora Reviravolta do Grupo Cia. das Letras com o título A Arte da Palavra e da Escuta; O Violino Cigano e Outros Contos de Mulheres Sábias - da Cia. das Letras; A Formiga Aurélia e Outros Jeitos de Ver o Mundo – Cia. das Letrinhas; Nasrudin – Cia. das Letrinhas; Cláudio Tozzi, da Série Mestres das Artes no Brasil - Editora Moderna; O menino e o vento – Cia. das Letrinhas. PRODUÇÃO - Ana Carmelita Martins Barros Aninha Barros é produtora cultural e sócia-administradora da Lama Serviços Artísticos (SP) desde 2010. Iniciou sua carreira na cidade de São Paulo, onde produziu diversos espetáculos, além de atuar como produtora e administradora da Cia. Teatral As Graças. Em 2014 mudou-se para o Rio de janeiro, onde abriuaempresaVacaAmarela, comfoco artístico e educacional, com a qual desenvolveu projetos incentivados pela Lei Rouanet em escolas públicas cariocas. Desde 2018 integra a Cia. Teatro Voador Não Identificado e segue produzindo espetáculos no Rio de Janeiro. Em 2022 compôs a equipe de produção executiva do festival Boca do Céu e em 2023 dos projetos Lado a Lado e Aprenda com uma Avó, em São Paulo. PRODUÇÃO Danielle Barros Graduada pelo Curso Superior de Teatro da Universidade Anhembi Morumbi e pela Escola de Teatro Fundação das Artes em São Caetano do Sul. Arte-educadora, atriz e contadora de histórias, iniciou seus estudos na arte dramática e depois dedicou- se a estudar a arte da narrativa oral, fez diversos cursos de especialização nessa área. Faz parte do grupo “As Meninas do conto” desde 2005, participando de diversas montagens teatrais com a companhia. Também com grupo “As Meninas do Conto” ganhou o prêmio APCA de melhor atriz com o espetáculo “Bruxas, bruxas e mais bruxas”. Atriz e co-fundadora da Cia “Toc Toc Posso Entrar?”, com essa companhia realizou diversas apresentações de narração de histórias e fez o espetáculo “Até as princesas soltam pum” que lhe rendeu a indicação ao prêmio de melhor atriz pelo FEMSA-Coca- Cola. Faz parte da equipe de arte-educadores da associação “Arte Despertar”, contando histórias em hospitais públicos e filantrópicos da cidade de São Paulo e ministrando cursos de narração de histórias. Faz parte da equipe de produção do “Encontro internacional de narração de histórias – Boca do Céu”. COORDENADORA DE PROJETO Aura Cunha Atriz, diretora, e produtora cultural, é mestra em Artes Cênicas pela ECA-USP. Iniciou sua carreira como atriz em Brasília 1994. Integrou a Cia. de Teatro em Quadrinhos, sob direção de Beth Lopes; produziu o espetáculo Jogando no Quintal, onde idealizou e coordenou diversos projetos. Foi produtora e assistente de direção de Leonardo Moreira no espetáculo "O Silêncio depois da Chuva" (indicado a 02 Prêmios Shell 2012) de Gustavo Colombini / SESI–SP; assistente de direção de Leonardo Moreira no espetáculo "Menor que o Mundo" – SESI-SP; diretora de produção do espetáculo "Máquina de escrever reticências" de João Dias com direção de Beth Lopes – SESI SP. É co-criadora, junto a Leonardo Moreira, da instalação sonora “Del Lugar en el que estoy ya me fui” apresentado no Projeto Espacios Revelados em Buenos Aires (2014). Foi assistente de direção de Leonardo Moreira no espetáculo Wiosna, uma produção do TEATR STUDIO na Polônia (2016). É integrante da Cia. Hiato exercendo a função de gestora, diretora de produção e assistente de direção que inclui os espetáculos, “Cachorro Morto” (2008), O” Jardim (Prêmio Shell; Prêmio APCA; Prêmio Governador do Estado de São Paulo e Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro – 2012); e “Projeto Ficção”: “Ficção” (03 indicações ao Prêmio Shell - 2014), “2 Ficções”, “(co-produção de KunstenFestivaldesArts/Bruxelas - 2015); “Amadores” (indicado ao Prêmio APCA 2016 de Melhor Direção) e Odisseia (2018), produzido em parceria com OCC / Atena e Mousonturm/Frankfurt, que e foi indicado, junto com a Cia Hiato, ao Prêmio Shell Inovação por seus 10 anos de trajetória artística no Brasil e exterior e realização do espetáculo Odisseia. É diretora de produção do espetáculo Quarto 19, direção de Leonardo Moreira e atuação de Amanda Lyra, indicada ao Prêmio Shell de Melhor Atriz em 2017. É diretora do espetáculo Ser José Leonilson (texto de Leonardo Moreira e concepção de Laerte Késsimos), co-criadora da instalação “Paredes de Cristal, Mexico Calza Canada”- Espacios Revelados, em Guadalajara/México. Atualmente está envolvida, junto à Cia. Hiato, com a produção e criação do Projeto Litoral. Suas produções se apresentam, com reconhecimento de crítica e público na Holanda, Alemanha, Chile, Romênia, Colômbia, Grécia, Estados Unidos, Argentina, Bélgica, Áustria, entre outros. Também atua como analista técnica de projetos culturais e presta consultoria para diversas companhias teatrais e produtoras culturais, na elaboração, análise e acompanhamento de projetos culturais. Artias convidados, nacionais (a confirmar): Vinícius Mazzon – PRGrupo Movência – MG Grupo Teatro Griô – BA Grupo Palavra-Chave – RJCristiane Velasco – SPMarcus Vinicius Borja – BR/FRAna Maria Carvalho Cururupu – MALucilene Silva São Paulo- SP Gandhy Piorski – MARegina Alfaia e Crianças da Oca – SPChico dos Bonecos – MGRoquinho – MGAndré Orbacan – Santo André/SPMães Mobilizadoras – Parelheiros/SP Agentes de Leitura – São Bernardo/SPFazendo Histórias – SPIan Packer – Campinas/SP Julie Dorrico – RONeide Palumbo – São Sebastião/SP Susana Ventura – Rio Claro/SPGabriela Romeu – SPMichelle Peixoto – PRBia Machado – SP Artistas convidados, internacionais (a confirmar): Jean-Jacques Fdida (França) Ndiaye Boubacar (Senegal) Hasane Kouyaté (França e Burkina Faso) Dan Yashinsky (Canadá) Valérie Bienfaisant (Bélgica) Floppy Conteuse (França) Beyza Aukiuz (Turquia) Henri Gougaud (França) Valentina Trivedi (Índia) Sonia Nimer (Palestina)
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.