Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Montagem, estreia e temporada do espetáculo teatral "A Gaivota" (título provisório),a partir da obra de Anton Tchekhov.
A peça “A Gaivota” ou “O Tremor desse momento” (títulos provisórios) é uma criação com dramaturgia original e direção de Marcio Abreu, inspirada em A Gaivota, texto seminal do autor russo Anton Tchekhov e dá sequência a uma das linhas de pesquisa da companhia brasileira de teatro, que reflete os tempos atuais a partir de diálogos inventivos com os clássicos. No texto original de Tchekhov, escrito no século XIX, vemos as questões, de modo bastante nítido, atravessando o tempo e chegando até nós de maneira a provocar novas perguntas. Na nossa peça, jogamos luz em alguns personagens que nos ajudam a pensar o ser humano e o mundo hoje. Racismo e preconceito de classe, assim como recorrentes problemas enfrentados pelas gerações mais jovens, como falta de perspectiva de futuro, adição em drogas e depressão são discutidos a partir da personagem Macha, uma jovem filha dos empregados da casa de campo da atriz de renome Arkadina. Essas questões aparecem também em Treplev e Nina, jovens artistas que buscam a própria voz em confronto com os valores afirmados pela geração de Arkadina, mulher contraditória e independente que tenta renovar os sentidos da vida, da liberdade e do amor numa sociedade conservadora, etarista e machista. A desvalorização da educação pública, aparece na figura do professor Medvedenko, que trabalha na região e sonha uma vida que não pode ter. Dorn, um médico amigo da família, que pensa as gerações futuras, que vislumbra a importância de um pensamento ecológico, mas tem seus ideais de humanidade adormecidos pela resignação e pela bebida. Sorin, irmão mais velho de Arkadina, mora na propriedade e é o retrato de uma classe social falida e da falta de importância dada aos mais velhos na nossa sociedade. Trigorin, jovem escritor e amante de Arkadina, traz questões em relação ao valor da arte e do fracasso, numa sociedade que valoriza excessivamente o sucesso e a celebridade. Tudo isso habita a memória e o imaginário de uma atriz, que nos anos 70 participou de uma célebre montagem de A Gaivota, no Rio de Janeiro, e está a caminho do ensaio e lembra que, naquele momento, num dia em dirigia um carro indo para o ensaio, teve uma sensação inédita, como se o topo da sua cabeça se abrisse e ela tivesse uma súbita consciência do todo: tudo ficou nítido, ela mesma, as outras pessoas, seu lugar no mundo, as coisas, sua conexão com o universo, o tempo passado e o tempo futuro. Nesse outro estado de consciência ela revê personagens de sua vida e de sua arte, atravessando o tempo e ressignificando suas existências hoje.
‐ Realizar a montagem, estreia e temporada do espetáculo teatral "A gaivota" (título provisório), a partir do texto clássico dramatúrgico de 1896 de Anton Tchekhov, com a companhia brasileira de teatro, sob direção de Marcio Abreu, nas cidades do Rio de Janeiro/RJ (20 sessões) e de São Paulo (20 sessões), em teatros privados a serem definidos, com capacidade media para 300 espectadores, atingindo um público de aproximadamente 12.000 pessoas nas duas cidades. Objetivos específicos: ‐ Dar continuidade à pesquisa da companhia e de seus artistas sobre a obra do dramaturgo russo Anton Tchekhov, iniciada em 2008 e que resultou em duas montagens a partir de seus textos: "daqui a duzentos anos" (2008) e Por que não vivemos? (2019). ‐ Realizar encontros mensais para o trabalho de tradução e adaptação do texto objeto da pesquisa; - Construir, com seus artistas e colaboradores, uma obra atual a partir de um texto clássico, para experiência do público nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro; - Refletir e reforçar os vínculos da companhia com o público, após 22 anos de contato e produção ininterrupta; - Realizar ações reflexivas e formativas em ambas as cidades por membros da companhia, devidamente descritas no Plano de Democratização e Contrapartidas; afim de gerar maior proximidade e reflexão do trabalho experienciado. - Gerar dezenas de empregos na área cultural ao longo de 2023 e 2024, além de movimentar economicamente diversos setores de serviços e profissionais das cidades que irão receber o espetáculo, tais como equipamentos culturais, jornais, rádios, gráficas, locadoras de veículos, companhias de transporte aéreo e terrestre, locadoras de equipamentos técnicos, hoteis, restaurantes, serviços diversos, produtores, jornalistas, técnicos, entre outros; - Criar acessibilidade a pessoas que não teriam como assistir tamanho espetáculo, realizando uma campanha eficaz capaz de distribuir ao menos 10% dos ingressos gratuitamente em cada cidade, exclusivamente a estudantes e professores da Rede pública de ensino, participantes e formadores de projetos sócio-culturais de cada cidade. - Realizar o Workshop/Palestra/Debate: Dramaturgia, Performance e Processos Criativos, com os Ministrantes: Marcio Abreu e Nadja Naira para Estudantes e profissionais de Teatro. 300 pessoas por edição | 4 edições, sendo 2 por cidade com duração de 6 horas cada uma.
Em 2023 a companhia brasileira de teatro segue com sua pesquisa sobre a obra do dramaturgo russo Anton Tchekhov, iniciada em 2008 e que já resultou em duas outras montagens a partir de textos do autor: "Daqui a duzentos anos" (2008-2010) e "Por que não vivemos?"(2019 - 2022). Só que desta vez, pretendemos nos lançar em um de seus textos mais reconhecidos na dramaturgia mundial: A Gaivota, que teve sua estreia em São Petesburgo em 17 de outubro de 1896 e foi um grande fracasso na época, fazendo com que o autor quase abandonasse sua carreira artística. O argumento da obra denuncia a frustração do público: o aspirante a escritor Treplev apresenta aos familiares, amigos e moradores da fazenda da família uma peça com a qual pretende criar novas formas literárias. Nina, sua namorada, sonha em ser atriz e declama o texto, interrompida com sarcasmos por Arkádina, atriz famosa e mãe de Treplev. A leitura fracassa mas gera uma tensão romântica entre Trigórin, conceituado escritor e amante de Arkádina, e Nina, que, deslumbrada, se afasta de Treplev e decide ir a Moscou em busca da glória que o palco poderá lhe dar. Dois anos depois os personagens voltam a se reunir na fazenda. Treplev se tornou escritor publicado e Nina luta para manter a carreira, após a relação traumática com Trigórin. Nesse vazio de acontecimentos, o suicídio de Treplev no desfecho da história passa indiferente aos personagens entretidos em trivial jogo de cartas. Para além de seu enredo, A Gaivota é uma peça de revolução. De revolução contra a concepção de Teatro em vigor na Rússia do final do século XIX; de revolução contra a apatia sem limites. Fala da própria arte. Da futilidade do confronto entre velho e novo, da mentira das formas, da busca da espontaneidade ou da pureza e do desespero em vê-la perdida. E neste texto encontramos tudo que há de mais potente no autor: a inação e a atmosfera do vazio, seus silêncios, a repetição exaustiva de detalhes inúteis, a inversão da lógica na estrutura do texto teatral, sem uma exposição e nem o convencional desenvolvimento da ação com seu inicio, meio e desfecho, a ironia mordaz do ambiente que cria, a crítica social, a modernidade. Indispensável para experiência de qualquer pessoa, seja artista ou espectador, pela sua importância histórica e pela modernidade textual. Na peça, nada se passa, nada se pensa e nada se pode, naquela vida de província. Como gostava o autor... "Na vida real, as pessoas não se matam. Não se enforcam, nem fazem declarações de amor a cada instante e nem dizem a todo momento coisas inteligentes. É preciso fazer uma obra onde as pessoas entrem e saiam, comam, falem do tempo, joguem baralho, e que na cena tudo seja tão complicado e ao mesmo tempo tão simples como na vida." As personagens não agem, apenas dialogam entre si e, muitas vezes, em um monólogo, vão deixando transparecer detalhes inumeráveis sobre suas vidas, ou mais precisamente, sobre o tédio que esta representa. E nada mais propício para identificar o tédio da vida cotidiana do que a inação. Seus personagens são pessoas comuns, paralisadas por crises que vivem como se renunciassem ao presente e à comunicação, pois, dedicados à utopia, falham frente à realidade; e dedicados aos dramas que lhes afligem, não conseguem se comunicar. É imprescindível a participação da Lei Federal de Incentivo à Cultura para garantir a montagem de um projeto desta envergadura. Com custo estimado em aproximadamente R$ 1 mi, e receita estimada em pouco mais de R$ 500 mil, não seria possível fazer tantas sessões, para público tão diverso, cobrando preços populares e ainda, distribuir 10% dos ingressos com caráter social, educativo e de formação artística para beneficiários que atendam os critérios da IN vigente, 10% para formadores de opinião, 10% para patrocinadores. Com a realização deste Projeto, damos continuidade ao trabalho da companhia brasileira de teatro, uma das mais respeitadas no cenário das artes cênicas no Brasil e que completa 23 anos de atividades ininterruptas em 2023. Além disso, o Projeto gera empregos e rendas nas cidades em que é apresentado, através das contratações de serviços locais direta e indiretamente, além de reunir seus principais colaboradores ao longo dos 20 anos de existência. Fica claro, com isso, que o Projeto se enquadra nos incisos I, III, IV, V e VIII do Art. 1º da Lei 8313/91, uma vez que contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; apóia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O Projeto ainda está devidamente enquadrado no Artigo 3o da Lei 8313/91, nos incisos II - letra c e Inciso IV, letras a e b, uma vez que fomenta à produção cultural e artística, mediante a realização de espetáculos de artes cênicas e estimula ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de 10% de seus ingressos para espetáculo teatral, além de gerar estudos, pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos e formação de artistas nas 2 cidades em que o projeto será realizado.
Declaramos para os devidos que obteremos alvará ou autorização equivalente emitida pelo órgão público competente, caso o espetáculo venha a ser realizado em espaço público; Declaramos para os devidos fins que destinaremos para fins culturais, todo e qualquer bem ou material permanente a ser adquirido ou produzido com recursos de incentivo fiscal, após finalização do projeto ou dissolução da instituição, apresentando ainda recibo na prestação de contas, no caso de direcionamento do bem a outra entidade de fim cultural; Declaramos que obeteremos autorização dos titulares dos direitos autorais, conexos e de imagem em relação aos acervos, às obras e imagens de terceiros como condição para utilizá‐los no projeto. Declaramos, conforme documento emitido pela SBAT (Sociedade Brasileira de Autores Teatrais) e anexada ao Projeto que a obra " A gaivota", de 1896, de Anton Tchekhov é considerada domínio público. Para fins de Deslocamento, considerar que: Atriz Renata Sorrah e Ator Danilo Grangheia vivem no Rio de Janeiro/RJ; Atriz Cassia Damasceno e outro ator a ser convidado vivem em Curitiba/PR; Diretor Marcio Abreu e diretor musical Felipe Storino vivem no Rio de Janeiro/RJ; Diretor de produção José Maria vive em São Paulo/SP; Iluminadora e ministrante da palestra Nadja Naira vive em Curitiba/PR.
O espetáculo "A gaivota" deverá ter aproximadamente 120 minutos de duração. Todos os materiais de divulgação serão feitos em papel reciclado e/ou certificado. Programas do espetáculo ‐ 4 páginas, 20X20cm, 4X4 cores, couche 180 gramas (distribuição gratuita). Das Contrapartidas sociais, atendendo ao Artigo 30 da IN 2023 do Ministério da Cultura, detalhamos: Workshop/Palestra/debate: Dramaturgia, Performance e Processos Criativos - 20 anos companhia brasileira Ministrantes: Marcio Abreu e Nadja Naira Participantes: Estudantes e profissionais de Teatro. até 250 pessoas por edição | 4 edições, sendo 2 por cidade com duração de 2 horas cada uma. Proposta de Trabalho: Esta oficina parte do estudo de alguns exemplos de escrita de teatro contemporâneo, incluindo o repertório da companhia brasileira de teatro. A partir da análise dos textos , das suas estruturas e suas ferramentas de escrita tentamos compreender seus desdobramentos na cena e no ator, especialmente no trabalho da companhia. Para uma nova escrita é necessário um novo ator e uma nova visão sobre o espaço do teatro, no seu mais amplo sentido. Nesta oficina são utilizados textos de diversos autores da dramaturgia contemporânea, onde a questão da língua/linguagem, a tradução, sua adaptação para a língua portuguesa, entre outras considerações, também são temas contemplados. Os integrantes da oficina poderão entrar em contato com novos textos, autores e estímulos provocados a partir de novas dramaturgias, vislumbrando assim perspectivas para uma nova encenação e atuação. Currículos dos Ministrantes: Marcio Abreu ‐ Diretor e dramaturgo. Fundou a companhia brasileira de teatro em 1999, sediada em Curitiba. Seus principais trabalhos estão: Volta ao dia..., (2002); Suíte 1, de Philippe Minyana, (2004); Daqui a duzentos anos, textos de Anton Tchekhov, (2004/2005); Apenas o fim do mundo, de Jean‐Luc Lagarce, (2005/2006); O que eu gostaria de dizer, (2008); Vida, (2010); Oxigênio, de Ivan Viripaev, (2010); Isso te interessa?, de Noëlle Renaude, (2011); De Verdade, adaptação do romance do autor húngaro Sándor Márai (2012); Esta Criança, (2012). Em 2012 escreveu Os três Porquinhos para a Commedie Française, e a peça L’histoire du rock, também na França. Em 2012 foi escolhido como personalidade teatral do ano pelo jornal Folha de São Paulo. Recebeu o Prêmio SHELL RJ de Melhor Direção pelo espetáculo Esta criança. Em 2015 dirigiu KRUM de Hanock Levin e escreveu e dirigiu PROJETO bRASIL. Em 2017, escreveu e dirigiu PRETO. Em 2016 dirigiu o renomado Grupo Galpão no espetáculo NÓS. Esta parceria com Galpão foi continuada num novo espetáculo, Outros, que estreou em 2018. Nadja Naira ‐ Iluminadora, diretora teatral e atriz formada pelo Curso Superior de Artes Cênicas – PUC/PR e Centro Cultural Teatro Guaíra em 1993, mora em Curitiba PR. Como iluminadora, trabalha há mais de 25 anos com importantes diretores de teatro como Marcio Abreu e Grace Passô. Trabalha também com companhias de dança e tem diversos trabalhos em música. Recebeu diversas indicações a prêmios e em 2015 recebeu o Prêmio APTR e o Prêmio Questão de Crítica de melhor iluminação pelo espetáculo KRUM. Em 2012 recebeu o Prêmio Shell RJ de melhor iluminação pelo espetáculo Esta Criança. Recebeu o Prêmio Governador do Estado PR – Troféu Gralha Azul de melhor iluminação em 2000, 1999 e 1998 e o Prêmio Café do Teatro Curitiba PR‐ Troféu Poty Lazarotto em 2001 e 1999. Em 2015, participou da equipe da representação brasileira para a Seção dos Países e Regiões da Quadrienal de Praga (Espaço e Design da Performance) com trabalhos sobre as peças Nômades e Esta Criança. Como diretora realizou: Mesmas coisas (2017), A cidade sem mar (2016), textos de Manoel Carlos Karam e A Viagem (2009), ambas em co‐direção com Giovana Soar; Mar Paraguayo (2015) de Wilson Bueno; Bolacha Maria (2008), textos de Manoel Carlos Karam; Os Leões (2006), de Pablo Miguel de la Vega y Mendoza. Dirigiu e adaptou textos para leituras dramáticas: Sabor Brasilis Cena HQ (2014), Mar Paraguayo (2008) de Wilson Bueno, Encrenca (2007) e outros textos de Manoel Carlos Karam. Como atriz participou recentemente dos trabalhos da companhia brasileira de teatro em: PRETO (2017), PROJETO bRASIL (2015), Nus ferozes e antropófagos (2014), Isso te interessa? (2011), Vida (2010), Distraits Nous Vaincrons (2010), Descartes Com Lentes (2009), Polifonias, (2006), Suíte 1 (2004). Em 2018 realiza oficina/laboratório sobre ausência de luz ‐ Blackout, na companhia brasileira de teatro. E uma oficina sobre Dramaturgia de luz em parceria com Claudia de Bem e Priscila Costa na UDESC, Laboratório de Luz. Integra a companhia brasileira de teatro desde 2002, tendo participado todas as suas produções.
Para garantir acessibilidade, essencial para garantia da democracia, os Teatros escolhidos para realização do espetáculo teatral "A gaivota" (título provisório), produto principal deste projeto, assim como ações de democratização do acesso (palestras) terão obrigatoriamente as melhores condições de segurança e autonomia em suas dependências para atender ao maior número possível de pessoas, afim de oferecer atenção especial a todos aqueles que possuem mobilidade reduzida ou quaisquer outras deficiências físicas e aos idosos. Declaramos, com isso, que os espaços para realização do projeto possuirão obrigatoriamente acessibilidade arquitetônica, tais como rampas de acesso para cadeirantes, corrimão, banheiros adaptados, poltronas para pessoas acima do peso, iluminação de solo, acompanhamento presencial a ser contratado pelo Projeto para auxiliar na locomoção de portadores de deficiência visual ou auditiva, além de todo e qualquer outro benefício para atender de forma responsável aos portadores de qualquer deficiência e aos idosos de acordo com artigo 25 da IN de 10/4/2023 e nos termos dos artigos 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6/7/2015, do artigo 46 do Decreto nº 3.298, de 20/12/1999, do Decreto nº 9.404, de 11/6/2018. Para isso, em todos os produtos, sendo 08 sessões do espetáculo, 04 Debates/Palestras, nas 02 cidades já citadas, haverá intérprete em libras para público surdo. Ainda, em 08 sessões do espetáculo haverá audiodescritores para que portadores de deficência visual. Assim garantimos sessões para que todos possam usufruir plenamente do conteúdo do espetáculo.Os custos para todas estas ações estão devidamente previstos na Planilha Orçamentária. As 08 sessões serão assim distribuídas: 04 sessões em São Paulo, 04 sessões no Rio de Janeiro, mantendo assim 20% das sessões com acessibilidade total. Em todos os Debates/Palestras haverá intérprete em Libras.
A) Atendendo ao artigo 27 da IN de 10/4/2023, o plano de distribuição da proposta prevê as seguintes medidas de democratização do acesso aos produtos e ações culturais produzidos: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Com isso, prevemos a distribuição gratuita de 1.200 ingressos, que representam 10% do total previsto no Plano de Distribuição, para estudantes e professores da Rede Pública de Ensino e de Projetos sociais, educacionais e culturais de cada cidade. Os ingressos serão distribuídos em sua proporcionalidade: 20 sessões em São Paulo (SP); Público total:6.000 | Distribuição gratuita: 600 20 sessões no Rio de Janeiro (RJ); Público total:6.000 | Distribuição gratuita: 600 B) Atendendo ao artigo 28 da IN de 10/4/2023, selecionamos o Inciso II, da seguinte forma: Valor do ingresso: R$ 60,00 a R$ 100,00 (inteira), com meia entrada assegurada e ampliada a 100% de todos os idosos, estudantes e demais beneficiários de cada cidade, priorizando comunidades em vulnerabilidade social, e instituições de caráter educativo, a alunos e professores da rede pública de ensino médio e superior. Com isso, asseguramos ainda a realização dos Incisos I e II do Artigo 29 da IN de 10/4/2023, e garantimos o mínimo de 20% dos ingressos comercializados a valores que não ultrapassem 3% do salário mínimo, atendendo ao Inciso IV do artigo 27 da mesma IN citada. Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; C) Atendendo ao Artigo 30 da IN 2 de 10/04/2023, realizaremos 4 edições do Workshop "Processos Criativos", sendo 2 em cada uma das 02 cidades atingidas pelo Projeto, para um público de até 250 pessoas em cada cidade totalizando assim 1.000 pessoas, ou seja, 10% do quantitativo total do público previsto pelo Projeto, totalmente gratuita. Maiores informações sobre o conteúdo podem ser obtidas no campo Detalhes Técnicos - Descrição da Atividade do produto. 20 sessões em São Paulo (SP); Público total:6.000 | 2 edições Workshop - Público Workshop: até 500 beneficiários 20 sessões no Rio de Janeiro (RJ); Público total:6.000 | 2 edições Workshop - Público Workshop: até 500 beneficiários.
A Gaivota (título da peça provisório) A partir de "A gaivota", de Anton Tchekhov Produção e Realização: Autonauta Produções Culturais Ltda/ companhia brasileira de teatro (nome fantasia). Texto e Direção Marcio Abreu Trilha Sonora: Felipe Storino Iluminação: Nadja Naira Cenário: Marcelo Alvarenga Direção de Produção: José Maria Elenco: Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia, e um quarto ator a ser convidado. Marcio Abreu, dirigente da instituição proponente, desenvolverá as atividades de dramaturgo, diretor artístico, palestrante, recebendo pelas funções: - Diretor Geral - RJ - ensaios e temporada RJ: R$ 35.000,00 - Diretor Geral - temporada SP: R$ 7.000,00 - Dramaturgista: R$ 6.000,00 - Workshop RJ - uma unidade: R$ 1.000,00 X 2 edições: R$ 2.000,00 - Workshop SP - uma unidade: R$ 1.000,00 X 2 edições: R$ 2.000,00 Total recebido pelo dirigente Marcio Abreu da instituição proponente: R$ 52 mil, em ações fundamentais e decisórias do Projeto. A empresa Autonauta Produções Culturais Ltda (companhia brasileira de teatro) é a produtora e realizadora do Projeto, exercendo a função de Proponente e Coordenadora do projeto, responsável por toda a gestão do processo decisório em todas as instâncias: gestão, administração, coordenação geral do projeto e tambem pelas principais decisões artísticas (direção e dramaturgia), não se c aracterizando de maneira alguma como intermediária e sim como realizadora, produtora e criadora dos produtos desse projeto. Todos os currículos encontram-se anexados no Item: Informações adicionais, documentos da Proposta.
PROJETO ARQUIVADO.