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PRONAC 232931Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Você não poderia voltar outro dia?

CURIOSA PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 991,8 mil
Aprovado
R$ 991,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2023
    Cadastro PRONAC
    Ano 23
  2. 01/01/2024
    Início previsto
  3. 30/12/2025
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-01-01
Término
2025-12-30
Locais de realização (2)

Resumo

O projeto se refere à realização de montagem e apresentações do espetáculo "Você não poderia voltar outro dia? "

Sinopse

Nany People é a Morte nesta comédia filosófica. Passando por uma acentuada crise existencial e mesmo conhecendo suas funções, ela vem revendo suas atribuições. Depois de inúmeros impasses e sem sucesso na finalização das suas atividades, muitos acabam impactados por suas decisões, o que acaba gerando um conflito com o Destino, interpretado por Naiana Borges afinal, as falhas da Morte, sobrecarrega seu setor, já que planeja tudo nos mínimos detalhes. Esse embate será mediado pelo Tempo, interpretado por Bruno Padilha, que atualmente anda sendo uma das grandes crises da humanidade, afinal num mundo urbano e caótico a gestão do Tempo vem se tornando um grande desafio.

Objetivos

Objetivo Geral Este projeto tem como finalidade a realização de duas temporadas do espetáculo teatral "Você não poderia voltar outro dia?" Objetivos Específicos Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: realizar até 32 apresentações teatrais da peça "Você não poderia voltar outro dia? com até 4 apresentações por semana, por 2 meses, nas cidades de Rio de Janeiro e São Paulo. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizaremos 2 Palestras de Direitos autorais, por temporada, com Victor Drummond e 2 Palestras do Artista Empreendedor, com Alexandre Contini totalizando, 4 encontros com 16 horas durante a execução do projeto para um total de 1440 pessoas, totalmente gratuita.

Justificativa

Conforme incisos do Art. 1º do Programa Nacional de Apoio à Cultura o Projeto aqui exposto se propõe a através de seu trabalho: Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; e priorizar o produto cultural originário do País O projeto tem por objetivo,conforme exposto no Art. 3º da referida norma, a realização de espetáculo de artes cênicas. A cultura é instrumento de formação do cidadão e serve para desenvolver o senso crítico e possibilitar reflexões. Por este motivo, os direitos culturais são resguardados pela Constituição Federal. No art. 215 da Magna Carta, temos que a garantia do pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional é dever do Estado, que deverá, inclusive, apoiar e incentivar a valorização e a difusão das manifestações culturais. O Estado, portanto, não é apenas um órgão incentivador, cabendo também a ele, em todas as esferas os papéis de proteger, fomentar e ainda de regular os projetos implementados no país. A importância da concessão de incentivos fiscais transcende os benefícios financeiros das empresas incentivadoras, aproximando-se mais do verdadeiro valor dos direitos culturais. A importância social das políticas de incentivos, gera uma verdadeira cadeia de fomentos das atividade culturais e financeiras por onde passa. Um segmento social que é fomentado tende a crescer e, com isso, gerar mais empregos e renda, profissionalizar os agentes que nele atuam e impulsionar o uso de novas tecnologias e ferramentas culturais. O crescimento do setor cultural, portanto, implica diretamente no desenvolvimento econômico e também tecnológico do país. Da mesma forma, os incentivos impulsionam o desenvolvimento social ao proporcionar a facilidade de acesso à cultura e um maior intercâmbio e diversidade culturais. Cultura é patrimônio comum do povo e deve ser acessível, plural e precisa ser protegido. Com o fomento das atividades de pequenos produtores culturais, em diferentes regiões do país, contribui-se para a redução das desigualdades regionais e evita-se a perpetuação de um monopólio cultural, no qual apenas algumas regiões do Brasil ditam o que deve ser consumido em termos de cultura. O fomento ao setor cultural, baseado em uma isonomia, que garanta a diversidade, a descentralização dos projetos e o pleno acesso à cultura é essencial para o desenvolvimento socioeconômico do país. Incentivar a cultura é incentivar o progresso do país. A transformação de um texto, altamente filosófico, em um espetáculo de muitas camadas de humor, fazem uma combinação singular ao expressar as diferentes possibilidades da concepção teatral. Nany People, mulher trans, que fala de representatividade sem tabus e ou mágoas, neste espetáculo faz o papel de uma Morte irreverente e traz diversidade e pluralidade para o palco. O projeto trata de elementos que são vinculados à reflexão cotidiana e filosófica. De forma bem humorada, o espetáculo permite que temas, normalmente tratados de forma pesada, sejam vistos sob outra perspectiva, ao integrar o entendimento popular ao enigmático. Através das personagens morte, destino, tempo e livre arbítrio - aqui humanos - ideias extremamente estimulantes, do ponto de vista da existência, são esmiuçadas fazendo a ponte entre o popular e o filosófico. A transformação, das concepções que temos, da morte, do destino, do tempo e do livre arbítrio em personagens humanos, falhos e repletos de dúvidas, transformam a narrativa e ressignificam seus símbolos. Ao tratar de questões inerentes a todos nós, que permeiam a existência contemporânea, o espetáculo desconstrói o lugar comum, e tal qual o surrealismo, gera o pensamento espontâneo que despreza a lógica e renega os padrões estabelecidos de ordem moral e social, para então criar novas identidades. O projeto traz reflexões inusitadas e bem humoradas, quando destino, morte, livre arbítrio e tempo são personificados. Permite reflexões positivas, sem a necessidade de tornar demasiadamente tensas as compreensões desses elementos. A Morte, sedutora, engraçada e com problemas de ansiedade, interpretada por uma mulher trans, propõe romper os moldes do fazer artístico. Contempla ainda inúmeros recursos artísticos criativos que entrelaçam o real e surreal e transformam o espaço cênico.

Estratégia de execução

Partindo do princípio do "micro teatro" foram desenvolvidas cenas curtas independentes, que se costuram numa narrativa buscando uma vertente não explorada do arquétipo. Colocando a Morte em um debate com o Destino, mediado pelo Tempo, decidindo como se dará o futuro da humanidade. Em tempos difíceis como os de hoje a necessidade do assunto se torna essencial, não apenas para reflexões pessoais, mas também para imprimir uma discussão coletiva e artística tratando o assunto de maneira poética e realmente personificando personagens abstratos e suas nuances paradoxais. A ideia do espetáculo nasce através de uma necessidade filosófica de desconstruir a imagem negativa da Morte. Como seria o mundo se A Morte estivesse em crise? Como a humanidade iria se portar se a responsabilidade do fim, estivesse apenas em suas mãos ao invés do acaso?

Especificação técnica

Um dia de atividade, com duas Oficinas gratuitas, com o autor Victor Drummond e o diretor Alexandre Contini. Voltada para artistas e produtores da cidade do Rio de Janeiro. Duração de 4 horas em dois encontros por cidade onde o espetaculo se apresentar. Alcance de até 120 participantes Conteúdo programático das oficinas: Direitos autorais com Victor Drummond O ator e mercado de trabalho; Tipos de contratos realizados pelos streaming e pelas emissoras; Como proteger sua obra; A união da classe em prol de um futuro melhor; Como conseguir os direitos do texto que deseja; Textos de domínio público. Artista Empreendedor com Alexandre Contini Da ideia até a Realização; A escolha do texto; Monte a equipe de acordo com seu orçamento; A importância da escalação do elenco; Como e onde captar recursos para realizar seu projeto; Filosofia do Sucesso como Empreendimento Artístico.

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: No que se refere à acessibilidade física, para pessoas portadoras de necessidades especiais, além de idosos, o(s) locais onde o espetáculo será apresentado possuem os devidos equipamentos e instalações que facilitam o livre acesso deste público, de modo a possibilitar-lhe o pleno exercício dos seus direitos culturais, oferecendo: acesso por meio de rampas, banheiros adaptados, lugares adaptados/ reservados para PNE na platéia, dentre outras condições de acessibilidade. Todos os locais já possuem estrutura. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em 12 sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em 12 sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: contratação de monitores para atendimento a esse público no que for necessário. PRODUTO: CONTRAPARTIDAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as sessões das Palestras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete em todas as sessões das Palestras. **Coordenador de acessibilidade - A fim de assegurar o atendimento às medidas de acessibilidade previstas na legislação pertinente contrataremos um Coordenador de acessibilidade para cuidar desta área do projeto. A informação do conteúdo do projeto aos deficientes físicos, auditivos, visuais e intelectuais será disponibilizada em toda a nossa comunicação durante todo o projeto.

Democratização do acesso

Conforme art. 28 da IN nº 01/2023 os incisos/medidas de ampliação do acesso, adotadas no projeto, serão as que seguem abaixo: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Disponibilizamos uma apresentação do espetáculo na íntegra, via plataformas digitais no formato audiovisual, em um dia específico do período das temporadas de forma gratuita, para ONGs que possuem um trabalho voltado a jovens artistas, para escolas de teatro da rede pública de cidades pelo Brasil. E VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Realizaremos 2 Palestras sobre Direitos autorais, por temporada, com Victor Drummond e 2 Palestras do Artista Empreendedor, com Alexandre Contini totalizando, 4 encontros com 16 horas durante a execução do projeto para um total de 1440 pessoas, totalmente gratuita.

Ficha técnica

EQUIPE - VOCÊ NÃO PODERIA VOLTAR OUTRO DIA? Texto Victor DrumondDireção Alexandre ContiniElenco Nany People, Bruno Padilha e Naiana BorgesIluminação Paulo César MedeirosCenografia Filomena MancuzoFigurino Fábio FerreiraDireção musical Diogo Gameiro, Direção de movimento Sueli GuerraDireção de produção - Rubi SchumacherCoordenação - Curiosa Cultural AUTOR - VICTOR GAMEIRO DRUMMOND É escritor, professor, advogado e figura atuante na defesa dos direitos dos artistas desde meados da década de 90. É fundador e presidente executivo da Interartis Brasil em parceria com Glória Pires, uma associação de gestão coletiva do setor audiovisual formada por artistas brasileiros que atuam como intérpretes de televisão, vídeo ou cinema. Além da administração dos direitos dos artistas de forma coletiva, a Interartes Brasil também promove atividades de cunho social e educacional. E autor dos livros publicados, "A Tutela Jurídica das Expressões Culturais Tradicionais" editora Almedina Matriz "Em Busca do Juiz Plagiador: Contribuições Para A Teoria Da Decisão Baseada Na Hermenêutica Jurídica Sob O Olhar Do Direito De Autor” editora empório do direito, O Ator e o "não Direito": o Criador Inominado no Sistema de Direito de Autor editora Tirant Lo Blanch Brasil e "Textos sem pé nem cabeça" do projeto poeme-se. Nos seus textos, sejam ficcionais ou não, sempre podem ser encontrados elementos poéticos e filosóficos. O texto do espetáculo “Você não poderia voltar outro dia” é sua estreia no teatro. DIREÇÃO ARTÍSTICA - ALEXANDRE CONTINI Alexandre Contini iniciou a carreira em 1999 no espetáculo "Aurora da Minha Vida", com direção de Cristiano Bezerra em São Caetano do Sul. No período de 8 anos trabalhou com atores e diretores consagrados em São Paulo, dentre eles Jair Assumpção, Olayr Coan, Imara Reis, Alberto Guzik. Destaque nessa trajetória para os espetáculos "Toda Nudez Será Castigada", de Nelson Rodrigues e "Seis Personagens à Procura de um autor" de Luigi Pirandello. Em 2007 se mudou para o Rio de Janeiro, onde participou de quatro novelas(Duas Caras, Tempos Modernos, Haja Coração e Luz do Sol) e foi acolhido pela Cia "Os Fodidos e Privilegiados", sob direção de João Fonseca, de quem se tornou assistente por longo período, somando mais de 10 espetáculos teatrais, dentre eles "Vale Tudo - Tim Maia, O Musical" texto de Nelson Motta, "O Gato Branco" de Jô Bilac, o premiado "Oui Oui A França é Aqui" de Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche, entre outros. Como ator fez "R&J de Shakespeare", "Cyrano de Bergerac" junto de Bruce Gomlevsky, "Escravas do Amor", "Comédia Russa", "O Casamento", entre outras direção de João Fonseca. Além de Fonseca trabalhou com Vinícius Coimbra, Pedro Paulo Rangel, Camila Amado, Patrícia Pinho, Guta Stresser, Thelmo Fernandes, entre outros. Em 2012 iniciou sua carreira como Diretor, dirigiu diversos espetáculos pelo Brasil. Destaca-se, "Dedo Podre", texto e interpretação de Nívea Stelmann, "Colisão" de Renata Mizrahi, "Casório" de Marcelli Oliveira, "Solteira, Casada, Viúva e Divorciada", estrelado por Stella Maria Rodrigues, entre outros. Durante a Pandemia, Contini estreou 6 espetáculos, sendo presenciais e online, "Heróis às Avessas" onde além de dividir a cena, também divide a autoria com Adriana Birolli, "Às Terças" versão online via zoom da peça também dirigida por ele em 2014, "Solteira, Inteira e Feliz" de Yaya Gazal por streaming, "Um Casamento Feliz" de Gérard Bitton e Michel Munz, além de lançar a série Contos da Pandemia em suas mídias sociais, série que contou Alessandra Maestrini, Marcos Wainberg e Juliana Baroni, a série deu origem a seu primeiro livro publicado que leva o mesmo título. Também fez uma série semanal de lives onde entrevistou diversos colegas em prol de fundos para caridade durante a Pandemia. Atualmente está contratado pela Marcatto Produções desenvolvendo a série "ICI Play" para 2022, está dirigindo o espetáculo virtual "Suite nº2" com a atriz Mari Feil, transformando sua primeira direção de "Casório" em um produto híbrido Teatro/Cinema/Virtual. No ramo editorial está prestes a lançar uma Graphic Novel com a temática Apocalipse Zumbi em São Paulo, chamada "Sobrevivência SP". Alexandre também é professor de interpretação e ministra diversos cursos e workshops voltados tanto para atores iniciantes adultos e crianças quanto a atores profissionais. Deu aula na Escola de Atores Paulista e atualmente ministra o curso online com alunos nacionais e internacionais chamado Possibilidades Cênicas. ELENCO - ATRIZ - NANY PEOPLE Nany People é mineira, nasceu em Machado/MG, cresceu em Poços de Caldas de onde mudou-se para São Paulo com o objetivo de estudar artes cênicas e conquistar seu espaço. Cursou a extensão universitária de interpretação pela Unicamp e estudou Teatro no Teatro Escola Macunaíma. Como artista multifacetada, quebrou barreiras e foi uma das pioneiras da televisão brasileira. Integrou o elenco de diversos programas como Goulart de Andrade, Programa Hebe, Xuxa Meneghel, Flash, A Praça é Nossa, Cante Se Puder, entre outros. Além de ter construído uma extensa carreira no Teatro, Rádio e Cinema. Nany estrelou na teledramaturgia da Rede Globo, "O SÉTIMO GUARDIÃO", sua primeira novela, além das divertidas personagens Lurdes e Madame Lú, em "QUANTO MAIS VIDA MELHOR". Ainda na Globo, Nany participou do programa POPSTAR onde mostrou seu talento também como cantora, apresentando mais essa sua faceta ao grande público. Participa atualmente no "CALDEIRÃO COM MION" e no humorístico "VAI QUE COLA". Atualmente está em turnê com com os espetáculos, “TSUNANY”, “NANY É POP - UM MUSICAL” e "NANY PEOPLE (EN)CANTA". ELENCO - ATOR - BRUNO PADILHA Iniciou a carreira no Tablado em 1992, com Bernardo Jablonski e Ricardo Kosovski, participou por 8 anos da CIA Atores de Laura sob a direção de Daniel Herz. Participou de 28 peças teatrais, entre elas: "Atrás da Porta", dir. Emílio Orciollo Neto; " O Zelador", dir. Selton Mello , "Zastrozzi'', dir. Daniel Herz; “Sonho de Uma Noite de Verão” , dir. Michel Bercovitch, "Esplêndidos", dir. Ivone Hoffman, “Outside” musical sobre David Bowie, entre outros. Na TV participou de diversos projetos como: Anjo Mau, Malhação, Cilada, Mulheres Apaixonadas, A vida como Ela é, Confissões de Adolescente, Páginas da Vida, Fina Estampa, Os Dez Mandamentos, Vai na Fé, A Mulher Invisível, entre outros. Em séries, destacam-se: Arcanjo Renegado, Todo Dia a Mesma Noite, Impuros, Aruanas ( 2 temporadas) e Sob Pressão. No Cinema, dentre seus projetos mais importantes estão: A Partilha, Meu Nome não é Johnny, Chocante, Elvis e Madona, D.Vitória, O Vestido e Canastra Suja. Como apresentador, atuou como âncora em programas como: Globo Ecologia (série Olho D'água), Brazucando (programa de esportes radicais), Sky TV (canal mosaico), Eventos institucionais e premiações pelo país. Participou ainda em diversos comerciais publicitários das principais marcas do Brasil. ELENCO - ATRIZ - NAIANA BORGES Naiana Borges. Atriz gaúcha morando no Rio de Janeiro. Idealizou e atou na peça "Jumbo - eu visito a tua ausência", prêmio Myrian Muniz 2014, e "Um palco para Narcisa", Lei Aldir Blanc e Retomada Cultural RJ 2 - SECEC-RJ. Ambos espetáculos dirigidos por Joana Lebreiro. Na TV fez participações em "Em família" (2014), "A regra do jogo" (2016), "Salve-se quem puder" (2020), "O Rebu" (2014), "Vai na Fé" (2023), todas obras da REDE GLOBO. No cinema, está no elenco de "Maria", curta-metragem de Diego Muller. É artista apoiadora do projeto Ciclodrama - de leitura de peças de teatro, em cartaz desde outubro/22 no CCJF. Em sua formação mais recente estão os métodos de preparação para atores de Ana Kfouri, Fátima Toledo, Eduardo Milewicz. Jornalista, trabalhou como repórter de telejornalismo e assessora de imprensa por mais de uma década, até direcionar sua vida profissional ao teatro. DIREÇÃO MUSICAL - DIOGO GAMEIRO O carioca começou sua trajetória no violão aos 10 anos de idade, mas foi como baterista que se destacou. Depois de tocar com várias bandas da cena musical do Rio de Janeiro, em 2004 começou a acompanhar Nando Reis (ex-Titãs), com quem trabalhou quase que exclusivamente até dezembro de 2018. Gravou com importantes nomes da música popular brasileira, bem como participou de programas de televisão de grande relevância em nosso país. Gameiro tem 3 discos de carreira solo como cantor, compositor e multiinstrumentista (Casa Rosada/2015, Olho de Baleia/2017, SER/2019) e dois singles (Dona da Minha Cabeça, uma versão de Geraldo Azevedo e Pressa/2020). Atualmente faz parte da banda de Rodrigo Suricato com quem prepara uma nova turnê. LUZ - PAULO CESAR MEDEIROS Iluminador carioca com 36 anos de carreira, 101 indicações para Prêmios de Teatro e 21 prêmios recebidos. Entre eles, 5 Prêmios Shell, 3 APTRs, Bibi Ferreira, Aplauso, 2 CEBETIJ, Zilka Salaberry, Reverência, Sated, Femsa, 2 Prêmios Coca Cola de Teatro Infanto Juvenil, entre outros. Trabalhou ao lado de diretores como Bibi Ferreira, Marília Pera, Sérgio Britto, Ítalo Rossi, Miguel Falabella, Charles Moeller e Cláudio Botelho, Gilberto Gawronski, Flávio Marinho, Marco Nanini, Hector Babenco, Amir Haddad, Fauzi Arap, Aderbal Freire Filho, Domingos de Oliveira, José Possi Neto, João Falcão, Rodrigo Portela, Ivan Sugahara e muitos outros. Esteve ao lado de coreógrafos como Luiz Arrieta, Dani Lima, Márcia Háiddé, Dalal Aschcar, Renato Vieira, Márcia Rubim, André Mesquita, Ana Vitória, entre outros. Com algo em torno de 1200 projetos de luz realizados, é sócio fundador da empresa de luz Art Light e criador, junto de Cristina Braga e Ricardo medeiros, da Festa das Luzes da mata Atlântica. Escreveu o livro “A Dramaturgia da Luz” com fotos de seu trabalho e uma pesquisa sobre a história da Iluminação. Atualmente, é professor da Escola Sesc de Arte Dramática. Alguns dos principais espetáculos são: “O Futuro Dura Muito Tempo” (Dir. Márcio Vianna); “O Despertar da Primavera”(Dir. Charles Moeller e Cláudio Botelho); “A Partilha” (Dir. Miguel Falabella); “Cabaret” (Dir. José Possi Neto); “O Jornal” (Dir. Kiko Mascarenhas e Lázaro Ramos); “Mania de Explicação” (Dir. Gabriel Vilela); “Show de Maria Bethânia” (Dir. Fauzi Arap); “A Santa Joana dos Matadouros” (Dir. Marina Vianna e Diogo Liberano); “Auto de Anjicos” (Dir. Amir Haddad); “Tim Maia” (Dir. João Fonseca); “Makurú” (Dir. José Mauro Brandt); “As Aventuras do Menino Yogi” (Dir. Arlindo Lopes e Juliana Terra); “Tim Maia” (Dir. João Fonseca). FIGURINO - FABIO FERREIRA Com 20 anos de atuação no mercado, principalmente em Marília e região, com clientes também em São Paulo Capital, a marca Fábio Ferreira vem consolidando sua atuação como figurinista. Ele desenha, modela, borda e dirige seu time de costureiras e bordadeiras. Seu trabalho pode ser visto em clientes de grande reconhecimento que são sempre alvos de olhares de admiração e elogios. Fábio Ferreira cursou modelagem, estilismo e história da Moda. Também formado pela metodologia dos mestres: Jum Nakao, Shingo Sato e Mari Ramondini, todos com foco em alta costura. Em 2009, Fábio Ferreira foi convidado por um artista plástico da Capital( SP) para confeccionar figurinos direcionados para artistas renomados para imagens de uma exposição. Neste trabalho Fábio conheceu a atriz e humorista Nany People e desde então ele passou a ser responsável por todos os figurinos usados pela atriz, seja em shows, programas de TV, teatro e Realitys. Fábio Ferreira já vestiu Nany People para o Reality “Lol” programas como “Partiu Shopping” figurinos de filmes e para o programa “Calderola”. Ao final de 2019 Fábio Ferreira foi convidado pela própria cantora Fafá de Belém para criar e confeccionar alguns de seus figurinos que usaria em seus projetos do ano de 2020. Fábio foi responsável ainda, por outros figurinos da artista para o “ Círio de Nazaré “, evento que a cantora participa anualmente. No início de 2022, a atriz Lilia Cabral e sua filha Giulia Bertolli estavam prestes a entrar em cartaz com a peça “ A Lista” e Fábio Ferreira foi convidado pela atriz junto com seu time de produção para criar os figurinos da peça. Recentemente a atriz Lilia Cabral foi indicada ao prêmio Bibi Ferreira vestindo um traje feito pelo estilista . O trabalho do estilista/costureira pode ser visto nas mídias sociais do artista. CENOGRAFIA - FILOMENA MANCUZO Iniciou a carreira de figurinista na Cia. Os F.Privilegiados em 1997 como espetáculo O Casamento, em 1999 com Tudo no Timming e Furias, 2000 com A Fonte dos Santos direção João Fonseca, em praticas de montagem da Cia, com direção de Guta Stresser, Rose Abdallah e outros, nas formaturas da CAL no período de 2002 a 2008, figurinos das montagens do grupo Ta Na Rua período de 2004 a 2008, Ariano de Gustavo Paso no CCBB em 2008, O Grande Juri Infantil, assinou a direção, cenario, figurino e luz, em 2013, Figueirno de Casorio em 2015, Figurino, cenraio de A Fila anda em 2016, Direção de arte de varios curtas. Era uma vez, fez o figurino e a luz do infantil em 2021, Direção de arte de Casorio, para filme e em 2021 a luz do espetáculo Faz me Rir ( em turnê por Portugal por 2 meses) de Heloisa Perisse. Em 2022 assinou a luz do espetáculo A Iluminada de Heloisa Perisse no Teatro D em SP e turnê por algumas capitais. O figurino de O Casamento para o Festival de Curitiba e o figurino e a luz do espetáculo Contadores de mil histórias pelo pelo edital da Retomada Cultural. DIREÇÃO DE MOVIMENTO - SUELI GUERRA Bailarina, coreógrafa, atriz, professora e diretora. Graduada em dança pela UniverCidade e pós graduada em direção teatral pelo Instituto Cal. Foi bailarina nas cias: Bale do terceiro Mundo, Cia Renato Vieira, Cia Aérea de dança, Lazo cia de dança. Desde 2006 dirige e coreografa sua própria companhia, Cia da Ideia, com mais de 10 espetáculos no currículo. Atualmente também é diretora e membro fundador da Casa 4 Cia Teatral. Indicada ao prêmios: Cbtij, Fita, Cenyn, e foi vencedora dos seguintes: Prêmio Coca Cola por “Praça XI o musical”, Premio Cenyn (Bibi, uma vida em musical e A Cor Purpura, o musical), Prêmio APTR (A Cor Purpura, o musical). No cinema assinou a coreografia dos filmes: "Chatô", Madame Satã, Carlinhos e Carlão e atuou nos filmes Apolônio Brasil e Lara. Em teatro assina a coreografia e direção de movimento de sucessos como: A cor púrpura, o musical, Bibi uma vida em musical, O beijo no asfalto o musical, Bilac a ver estrelas, Tim Maia. Assinou a direção geral dos espetáculos: Emilinha, Elizeth, a divina, O crime do Professor de Matemática, O Balcão - a desconstrução. DIREÇÃO DE PRODUÇÃO E COORDENAÇÃO GERAL DO PROJETO - RUBI SCHUMACHER (CURIOSA CULTURAL) Sócia da Produtora Curiosa Cultural, trabalha nas artes e meio cultural desde 2009, cursou Cenografia na Escola de Belas Artes pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e se formou em Artes Cênicas - Teatro pela Universidade da Cidade do Rio de Janeiro. Produziu e atuou em: Cor Cuo Vado dir. Oscar Saraiva - Mostra Estudantil de Teatro - CCBB RJ, Teatro Grande Otelo Ipanema e Teatro Ziembinski 2011, 2012; Noites e Cia dir. Flavio Vidaurre - Projeto Incubadeira 2011 ; Febril (O Idiota, Dostoiéviski) dir. Pedro Emanuel - Pq. das Ruínas e CCJF RJ 2013/14; Pode isso, Aroldo? Espetáculo de Improviso-Sede das Cias RJ 2014 ; Infantil Musical O Confuso e Misterioso Roubo das Vírgulas (Teatro Cândido Mendes, Dulcina 2013, FITA 2014, Teatro Bradesco - BH 2017; Bolo de Carne - Teatro Cândido Mendes e Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas, Centro Cultural Justiça Federal 2015/2016 e Teatro Ipanema Ocupação 2016 da Cia em Obra e Sala Escura de Teatro; Casório dir. Alexandre Contini 2017 Teatro Municipal de Itaguaí RJ; Dirigiu e coordenou as produçoes de: O Delírio do Verbo, estrelado por Jonas Bloch e supervisionado por Emílio de Mello 2015, temporada 2015, Sesc 2016; Festival de Clipes e Bandas 2017 Museu de Imagem e Som SP - Show Gika; O Bigode direção de Eduardo Vaccari 2016, Duas temporadas, projeto aprovado pelo Fomento a Cultura da SMC RJ; Espetáculo Musical Afeta-me ou desaparecerei com o tempo com direção de Julia Gorman que realizou temporada no espaço da Caixa Cultural através do Edital Cultural de Patrocínio no Rio de Janeiro em dezembro de 2016; Espetáculo Sobra da Cia em Obra que teve estreia em Novembro/2016 no Parque das Ruínas, apresentações Teatro Bradesco BH 2017; Helena Perdida de Rafael Souza-Ribeiro- Teatro Ziembinski Maio de 2017 e Teatro Poeira - 2019. O País do Cinema 5a Temporada - Canal Brasil 2019; Helena Perdida de Rafael Souza-Ribeiro no Teatro Poeira no Rio de Janeiro. Se não agora, quando? Solo de Marcelli Oliveira com direção de Leonardo Hinckel - SESC Tijuca - Março de 2020 e Temporada Virtual Projeto aprovado pela Lei Aldir Blanc Retomada Cultural - março de 2021; Coordenou, produziu e atuou no projeto Casório com direção de Alexandre Contini, através da Lei de Incentivo Federal - Rouanet que estreou em temporada virtual em outubro de 2021; Últimas produções de arte: Os Suburbanos 6; Tô de Graca 6 - Multishow; Chamada Megafone A Sogra Netflix; Apaixonada aos 40 - filme de Giovanna Antonelli; As Polacas - Fim da Inocência - filme direção de João Jardim; A Sogra que te Pariu - Série Netflix 2a Temporada.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo